El amante de las corbatas

Comemorando meus 7 anos no P!, inspirado em conversas com @barrionorte1991, escrevi este conto, o primeiro, e muito provavelmente o último, imaginando um encontro com ela.....

Eram 12h do meio-dia. Te encontrei na esquina, como a gente tinha combinado, vestida com a minissaia que eu gosto... você entrou no carro e, sem dizer nada, pegou minha mão e levou até suas pernas, porque você fica toda excitada quando eu toco suas pernas, por baixo da minissaia, chegando perto da sua buceta que já estava toda molhada, mas sem nem tocar, só nas suas pernas, que eu sei que você adora, enquanto você mexia no meu pau, e sentia como ele estava bem duro. Só de te ver já tinha ficado assim. Chegamos no Hotel... nos registramos (porque não era um hotel)...

A adrenalina era tanta que dava até pra sentir o cheiro, os feromônios espalhados pelo quarto todo eram o prelúdio de uma tarde mágica, inesquecível....

Fui tomar um banho, tava muito calor e queria relaxar um pouco.... Tava lavando a cabeça quando você entrou comigo:deixa comigoVocê disse….. e começou a lavar minha cabeça, me enxaguou… creme… enxágue….agora o corpinho… e você começou a me ensaboar… o pescoço, as costas, a barriga…Epa, o que temos aqui… alguém tá muito tenso, precisa de uma massagem..e você pegou na minha rola, ensaboou bem e começou a bater uma pra mim, de vez em quando roçava na sua buceta, que nessa altura a única coisa que eu queria era enfiar tudo... não queria carinho, não queria esfregar, queria que você sentasse com força, bem duro... você virou e me presenteou com toda a sua raba... e enquanto continuava batendo uma, agora colocava a pontinha ameaçando sua raba... que eu desejava loucamente... mas não... tinha que esperar...agora é a sua vez...e coloquei shampoo... enxágue... creme e massagens relaxantes na sua cabeça... enxágue... e sabonete... comecei a te banhar, devagar, muuuuito devagar... pescoço... um braço... o outro... bem suavemente, aproveitando cada milímetro da sua pele... cheguei nas suas tetinhas, durinhas, empinadinhas, lindas, pedindo pra eu lavar bem (na verdade, se sentiam abandonadas e só queriam carinho)... um pouquinho depois, minhas mãos desceram acariciando o abdômen, depois um pouco mais pra baixo, rodearam a buceta que se desesperava pra eu passar as mãos, a língua... meus lábios... mas não... ainda não... você se virou pra eu ensaboar suas costas... pelos ombros, com massagens suaves, eu sentia o prazer inundando seus sentidos... fui descendo com as massagens, cheguei na sua raba, que como duas montanhas se interpunham entre minhas mãos e a glória... ajustei minha mão e o dedo médio começou a descer lentamente, abrindo caminho entre as montanhas até encontrar aquele buraquinho de prazer, massageando ele, em círculos pequenos, sentindo como aos poucos ele ia se preparando pro melhor... mas não... ainda não... pra isso faltava...

Fomos pro quarto e na cama, tinha quatro gravatas, duas pretas, uma branca e uma vermelha, um lenço de seda, grande, bem macio, com estampas hindus em vermelho, verde e laranja, do lado, na pequena escrivaninha de nogueira, uma pena turquesa com detalhes vermelhos, um balde de gelo com uma garrafa, ainda sem abrir, de champanhe.

Abri a garrafa, servimos duas taças e brindamos a uma tarde de loucura...

Começamos a nos beijar, como se o amor tivesse tomado conta de nós... nossos lábios dançavam, nossas línguas brincavam freneticamente, mordisquei seu lábio inferior, o superior... você suspira... sente sua buceta ficando molhada e aperta ela contra minha pica, que já tá firme de novo, pronta, preparada... tiro seu roupão,tá quente pra caralho— você diz, e eu amarro suavemente a gravata vermelha no seu pulso direito, depois a branca no esquerdo, e com as pretas prendo seus tornozelos frágeis nas pontas da cama, assim como as mãos… Você está indefesa, é toda minha… pego o lenço, dobro e vendo seus olhos… você está indefesa, trêmula, sente medo e isso te excita, te esquenta ainda mais, sua pele mostra o temor, arrepios percorrem todo o seu corpo, seus peitinhos me convidam a devorá-los de uma só bocada, sua buceta está toda molhada, esperando… só esperando…

Pego um cubinho de gelo da geleira e começo a acariciar lentamente suas costas, desde a nuca, sussurrando o quanto eu gosto de te ter toda para mim, mordendo sua orelha entre um sussurro e outro, beijando seu pescoço, bem ali, entre a nuca e a orelha, enquanto o gelo continua descendo, suavemente, devagar, como se navegasse pelo rastro da sua coluna, saciando a sede da sua pele, com um arrepio extremamente prazeroso que percorre você toda e que me esquenta tanto… Sigo o caminho do gelo com meus lábios, com minha língua, como se o estivesse perseguindo, até que finalmente o capturo antes que chegue ao fim das suas costas…

E te deixo, por um instante, curtindo essa mistura de sensações, dessa solidão, intriga, medo, prazer…Agora vamos jogar., eu te digomas antes, um pouquinho de champanhe pra matar sua sede… E aí, foda-se, um copo bem gelado pra você enxaguar essa boca, que tá doida… Você abre a boca esperando algo que não sabe o que é, e isso te deixa com muito tesão… um morango, extremamente doce, você saboreia, mas queria que fosse outra coisa, um suco de laranja, uma colherada de sorvete, um pedaço de chocolate… Um a um, os ingredientes dessa tarde de prazer, luxúria e sexo vão se sucedendo… conforme eles passam, sinto sua respiração acelerar, suas costas se arquearem, você quer se tocar e não pode… se arqueia tentando se dar prazer sem as mãos… não consegue, não alcança, quer mais, me pede pra te comer, pra meter bem fundo, bem duro,Sou sua putinha.você balbucia... eu me aproximo, beijo suas costas... desço... beijo sua bunda... chego no seu rabo, chupo ele, meto a língua, enfio, tiro, de novo, mais uma vez... mas só um pouquinho... continuo descendo, chego na sua buceta que fica louca quando a ponta da minha língua rodeia ela, sem tocar... você tá doida, quer transar!!!, quer que eu enfie!!! Que te coma toda!!!... suavemente roço a pontinha da minha língua na sua buceta, no seu clitóris, e você explode, me xingaMe come, filho da puta, me come agora!!!!Você grita… mas não… ainda não…
Deu sede… vou tomar um pouco do chandon, que me espera bem gelado na geleira, enquanto você se contorce num movimento só, tentando gozar, sem sucesso… volto pro seu lado, te desamarro… só pra você virar… agora deitada de barriga pra cima… te amarro de novo…abri a bocae você obedece como se fosse minha escrava, porque naquele momento você é mesmo,Sou toda sua e faço o que quiser.… uma cereja… outra frutinha que tu chupa com a boca e sente meus lábios acariciando os teus quando você morde…. Aproximo minha pica banhada em sorvete da sua boca, você tá muito nervosa, imagina mas não sabe e isso te enlouquece, quando percebe o que é, levanta a cabeça tentando chupar ela toda… não consegue, as gravatas te impedem e isso te enche de raiva, e ao mesmo tempo te excita pra caralho, e você me chupa desesperadamente, enfia na boca, fazendo círculos com a língua em volta da cabeça, que já tá com a “gotinha” e quando sente ela na boca mais se desespera e quer que eu encha sua boca de porra… mas não…. e eu vou pra trás porque gosto demais quando você me chupa a pica e adoro gozar na sua boca e ver como, enquanto escorre pelo lado, você continua me chupando……. Mas não... isso agora não…. Pego outro cubinho de gelo com a mão direita, e a pena na outra…. as duas mãos começam o percurso, da testa, descendo devagar, uma de cada lado…. Ao passar pelo pescoço, seus gemidos deixam minha pica mais dura, que nem uma pedra, que só quer te foder, aguento, é foda… continuo… enquanto a pena te faz cócegas num lado, o gelo te dá arrepios, você não sabe o que sentir, explode em sensações que se opõem, competem pra ver qual é mais forte, qual tem mais direito de se apossar do seu prazer… as duas chegam juntas nos peitinhos, que tão tão duros quanto a pica que querem comer…. Me tenta, luto com meu desejo, não consigo, ele vence, desesperadamente minha boca vai atrás dos seus peitinhos…. O calor da minha boca no seu peitinho gelado pelo cubo, arranca um gemido tão gostoso, tão orgásmico, que quase me faz gozar… sem nem me tocar!!!.... consigo desgrudar minha boca depois que minha língua enlouquece seu mamilo, que curtia bem durinho como meus dentes mordiscavam ele… minhas armas continuam o caminho, roubando um suspiro constante, intenso… quando ambas chegam, sincronizadas, na sua barriga baixa, um Um formigamento te invade e muitos pequenos arrepios fazem tremer cada centímetro da tua pele, e tua buceta se abre tentando me convencer a devorá-la sem limites… não… a pena se mistura e se entrelaça com o que sobrou do gelo, quase todo derretido pelo calor que irradia da tua pele… o gelo escapa da minha mão e, no caminho até o chão, acaricia toda a tua buceta, gelando-a, teu clitóris se desespera, quer sair de si, quer explodir num orgasmo enorme que nunca chega, eu vejo, ele me pede aos gritos para eu chupá-lo, para eu lambê-lo, para eu mordê-lo…. Enquanto me aproximo, meus lábios caminham pelas tuas pernas, devagar, de vez em quando, tímida, minha língua se mostra, deixando um rastro nas tuas pernas…. Chego na tua buceta e, como uma fera selvagem, devoro ela toda de uma só bocada, movendo minha língua freneticamente, pra cima, pra baixo, pra um lado, pro outro, fazendo círculos…. enquanto vou derramando champanhe, que percorre tua buceta, se misturando com teus sucos, me enlouquecendo cada vez mais… teus gemidos estão prestes a virar gritos, uivos de prazer, de gozo…Não para, continua, chupa ela toda!!!Minha língua, descendo, chega na sua bunda... brinca um pouquinho e volta, larga, dura, forte, de baixo pra cima, foi quase um grito de dor que eu arranquei de você... mas não... eu me afasto... ainda falta... a raiva dá pra ouvir na sua voz, que só pede pra eu te comer toda, que você não aguenta mais, que quer ela dentro de você...
Eu me ajeito... aproximo a cock, que tá prestes a explodir, e começo a acariciar sua pussy, devagarzinho... você quer ela dentro, se mexe pra todo lado tentando conseguir engolir a cock com essa pussy toda molhada... não consegue, de novo as gravatas, as malditas gravatas que não deixam...Por isso você não queria que eu te amarrasse, ia me fazer sofrer, por isso eu ficava com um medinho de ser amarrada.você disse….Me fode, filho da puta, me fode bem gostoso, sou sua putinha.Você gritou… e minha pica entrou, de uma vez, forte, toda, até o fundo, você tremeu, se contorceu, gritou, ofegou… enquanto a pica entrava e saía, louca, inteira, pra você sentir bem quando entrava,não para., não para, continua!!!!Você gemeu quase sem ar...enche-me, enche-me toda de porra, quero sentir ela… Tirei o lenço dos seus olhos e, com um movimento, soltei suas mãos e suas pernas…Vou embora.— eu te disse e os movimentos, cada vez mais violentos, desencadearam a explosão, comecei a gozar... você sentiu os jatos de porra e a loucura te tomou, sentia a porra, o pau bem duro, com a cabeça inchada, que ia e vinha, entrava e saía te fazendo gozar cada vez mais, e você gritou, gritou muito, e cravou as unhas nas minhas costas como se quisesse que eu nunca tirasse ele, e um grande orgasmo, disfarçado de gritos e arrepios, e gemidos e movimentos ritmados, com sensações percorrendo todo o seu corpo, cada milímetro da sua pele mostrava que você estava gozando, que estava chegando ao auge do prazer, e sua cara de puta dizia tudo... não precisava acrescentar nada, um laaaaargo suspiro escapou do fundo das suas entranhas, como me agradecendo, como se conectando com o mundo....Você vai ser minha amante das gravatas.Você disse… Enquanto servia duas taças de champanhe com um morango dentro de cada uma…
Brindamos de novo, os dois dentro da banheira de hidromassagem borbulhante, abraçados, nos olhamos, olhamos as bolhas… rimos… rimos às gargalhadas… mas essa, essa é outra história.

2 comentários - El amante de las corbatas

“cojeme HDP, cojeme bien cojida, soy tu puta”


Uuufff esa desesperación es mortal!!! Muy bueno! Debo puntos para mañana 😉