(CONTINUANDO OS RELATOS ANTERIORES)1 http://www.poringa.net/posts/relatos/2457321/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-1-para-18.html
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Depois de dar uma pausa na escrita e também por causa do trampo, volto a escrever novos capítulos das minhas aventuras, das da minha mãe e das outras mulheres que me proporcionaram uma época de ouro nos meus anos de juventude extrema.
Também acho que vou mudar um pouco o estilo de escrever, porque quero deixar a leitura mais dinâmica e também melhorar o jeito de escrever, consultando minhas anotações. Vocês vão dizer se melhorei ou não.O DIA QUE DESVIRGINEI O CU DA SARAAquele dia, forcei a barra pra ficar na casa do pai dela, sabendo que ele ia estar lá. Me dava tesão e uma certa satisfação em comer a filha do cara que queria pegar minha mãe. Não por ele querer comer ela — até porque eu já sabia que a maioria dos pais do colégio já tinha passado a rola na minha mãe em algum momento, desde que eu ia na creche eles já estavam passando a mãe no rodo —, mas por princípio: já que ele queria fuder ela, eu ia fuder a filhinha dele primeiro. E meter no cu dela, igual na mãe.
Cheguei cedo na casa dele, a Sara ainda não tinha chegado, o pai dela me falou.
— Espera ela aqui, se quiser — notei um tom amigável que ele nunca teve comigo antes — quer uma cerveja?
— Sim, obrigado, muito gentil — ele pegou outra e sentamos no sofá da sala.
— Então, parece que suas aulas de matemática tão fazendo bem pra Sara. Ela não tirou mais nota baixa. E tá mais feliz, mais madura e segura, sei lá, mais mulher.
— É, ela melhorou muito, no colégio também falam isso — mas por razões diferentes, pensei. Pra ele, "mais mulher" significava que ela tinha passado de ele apalpar os peitos dela de noite, usando a posição de poder dele, como se fosse uma menininha, pra ela agora adorar dar boquetas nele até engolir o leite do pai, feito uma puta incestuosa. Mas não ia falar isso assim.
— Acho que além da matemática, o relacionamento de vocês influenciou muito ela, e pra melhor — claro, pensei, passar de freira pra puta da noite pro dia, de virgem pra foder com a mãe e chupar o pai, fez bem pra ela.
— Nosso relacionamento? — me fiz de surpreso, só pra encher o saco.
— Sim, cara, é óbvio que você não ensina só matemática, vocês tão juntos — que linguagem cheia de eufemismo ele usava.
— Bom, dá pra dizer que a gente se diverte junto, não sei se "juntos"...
— Não me entenda mal, gosto que você saia com ela, ela tá mais gostosa e melhor, e todo mundo sabe que na idade de vocês, sair junto pode incluir transar. Não sou puritano, eu gosto de... Mulheres também para mim. – Eu não sabia onde queria chegar, mas algo estava martelando – ela está cada dia mais gostosa, por sinal, falando em gostosas, faz tempo que não vejo sua mãe no Instituto – ah, porra, ele vai atrás da minha mãe, quer comer ela.
- Não, ela não vai mais, já somos grandes, eu e meu irmão. Mas continua gostosa como sempre – resolvi provocar – um dia a gente passa na oficina de motos dela, queria convencê-la a me comprar uma.
- Quando quiserem, vou adorar, tenho várias que vão te servir bem. E te deixaria por um preço bom, e sendo para sua mãe, preço melhor, mixaria, hehehe.
- Vou com ela ver esse desconto que você dá – porra, que ideia boa!, pensei. Trocar uns ejaculations com minha mãe por uma moto, porra, cobrar pelos serviços sexuais da minha mamãe, transformá-la de puta vocacional em prostituta de oficina, deixar esse cara babar nas tetonas dela e montar na minha mãe para eu ter uma moto – mas, sei lá, meu pai não quer me dar um puto para uma moto e minha mãe não é que sobre dinheiro…
- Você vai ver como vou tratar bem sua mãe, nem tudo é dinheiro… – ele estava me sondando – você traz ela na oficina e a gente dá um jeito de convencê-la.
- Já me vejo com uma moto.
- Acho que posso ser sincero com você, isso depende da sua mãe gostosa,
- Mas não do dinheiro que ela tem.
- Não. Ela vai dar um jeito de pagar a moto. – com a buceta e as tetonas dela, pensei, quando ela te fizer um boquete você vai saber o que é uma mulher. Me excitava.
- Acho que ela tem o que o senhor precisa, só vai ser questão de ela aceitar… digamos… intimidade em particular com o senhor.
- Vejo que você gosta de falar na lata. É isso, quero transar com sua mãe. E vejo que você não se choca.
- Bom, eu transo com sua filha. É normal, minha mãe é gostosa e não é o único que quer comer ela. Por outro lado, ela não é caretice, a gente vai convencê-la a dar para o senhor. Espero uma moto que valha o que minha mãe vai pagar – eu estava vendendo ela – mas eu escolho a moto.
- Porra, sim. Ela tá uma gostosa. Você escolhe a moto. Mas depende de qual moto, são caras. Tem certeza que ela vai aceitar?
- Sim, acho que sim. Vou convencer ela, ela me ama muito. Mesmo que seja cara, minha mãe tem grana de sobra pra pagar o que ela pedir.
- Uffff, vem logo, nem te conto a vontade que tô de comer sua mãe.
- E eu de foder a filha dela.
Pode crer que fomos ver motos na loja dela. Minha mãe, sexy como só ela sabe, um vestidinho leve e meio justo no quadril, com uma abertura no meio, na frente, se quisesse podia mostrar a calcinha sentadinha e de pernas abertas, com um bom decote, os peitos dela sempre chamaram atenção, por isso chamavam ela de "as melões" no colégio. E pronta pra conseguir minha moto, já tinha falado com ela, ufff, que tesão que eu peguei conversando com minha mãe, quando falei que tinha vendido os favores sexuais dela, ela ficou me olhando,
- O que você vendeu, meu corpo, filho?
- Sim, mãe, você abre as pernas, te comem e eu recebo. Minha própria puta.
- Não sei se tô ouvindo direito, filho, e sem me perguntar...
- Você é minha putinha, mãe, e vou tirar proveito desse corpo de vício que você tem. Você vai deitar com um cara e ele vai me pagar, vai fazer de vagabunda, vai esvaziar as bolas dele de porra por dinheiro pro seu filho. Ouviu bem, putinha.
- Prostituída pelo meu filho... - ela falava, mas nada arrependida.
- Você me pariu, mãe, pariu seu próprio macho e é o que tem. Vou te prostituir, sim. Puta - como me excitava falar putaria pra minha própria mãe -, me aproximei, peguei as mãos dela e coloquei pra trás segurando, mordi os lábios dela - VAGABUNDA, PUTA, PROSTITUTA - enfiei o volume na barriga dela, tava duro.
- Ufff pelo amor de deus, filho... ummm... sempre dura... tem razão, pari do meu ventre meu melhor macho... vou ser sua puta, vou dar por dinheiro pra você... - ela me beijou, toda quente - o que você mandar, ummm... mas não para de me comer, não para de foder sua mãe.
Ufff, fiquei tão excitado que meti no cu dela na própria mesa da cozinha, quase violentamente, sem mais nada, só baixando a calcinha dela. calcinhas.
- Nada como dar o cu pra uma mãe na mesma mesa onde a gente janta todo mundo, mamãe.
- AAAAAAAAAhhhhh que grande que você tem, filho… nada como meu filho me comer o cu nessa mesa…
- Até o saco, querida mamãe, até o saco.
- ummmmm sim, sim, meu filho, bem enfiado dentro da mamãe… uuuuuuu… que prazer que sinto no cu… mmmmmm… aaaaaaa… que dura… que bruto você é… uuuufsiiiiiiii… gosto de ser sua, meu filho…
- Porra, como meu pau entra gostoso no seu cu… - ele dava umas enfiadas boas – Mamãe..
- Uff… que filho…
- puta.
- Filho de puta…
De qualquer forma, já vou explicando, agora eu tava na sala do pai da Sara.
Antes que eu pudesse falar qualquer coisa, a Sara entrou feito um furacão, se desculpando comigo por chegar atrasada. Ela tava espetacular, com um shortinho justo, marcando a buceta e a raba, uma camiseta colada e decotada. Tanto eu quanto o pai dela demos uma olhada de cima a baixo, que mulher jovem, que mudança.
Ela foi até o pai, beijou ele e, ao se inclinar, mostrou toda a peitaria, acho que de propósito, aqueles peitos que eu tanto tinha apalpado, e claro que ele olhou sem vergonha nenhuma, e ela não teve pressa de se levantar, sendo generosa com ele.
- Sem problemas, a gente tava tomando uma cervejinha, eu e seu pai. Cervejinha interessante. Olha, trouxe um presente pra você.
Comprei um conjunto de lingerie, meia-calça e cinta-liga, e um vestidinho leve e sexy, curto e com um decote ousado, daqueles que não escondem quase nada. A desvirginada do cu tem que ser bem feita, com uma imagem de puta, não de mocinha. E ainda batom vermelho e maquiagem nos olhos. Queria um espetáculo.
Ela abriu e corou na hora ao ver. Me olhou com reprovação.
- Isso, isso..
- Você vai ficar linda, não gostou?
- Não… sim… gostei, muito, mas ufff… - olhou pro pai, mas ele tava olhando as roupas com interesse.
- São bem bonitas, um detalhe, Roger. Experimenta, Sara, pra ver como fica em você – a atitude do pai acalmou ela.
- Uhum, tá bom? Já volto.
Ela demorou, claro. O pai dela e eu continuamos conversando. Falei:
- Já que a Sara virou mulher, quero ver como ela se veste de mulher.
A Sara me chamou e eu fui.
- Não sei como colocar isso – ela tinha vestido as meias, a cinta-liga, o vestido, se maquiou, mas não sabia como colocar a minitanga aberta. Claro, os peitos estavam de fora e foi a primeira coisa que fiz: peguei nos bicos dela, belisquei e puxei devagar na minha direção. Ela deixou e gemeu.
- Aaaah, parceiro… você vai me deixar molhada antes do tempo.
- Porra, parceira, como você é gostosa, você sim me deixa duro. E se você reparou, seu pai também. – continuei apertando os bicos dela – Você tem que sair com os bicos bem durinhos. Acho que ele não teria muita dificuldade em meter o pau em você, mesmo sendo filha dele.
- Tendo o seu pau, não quero outro – ela pegou na minha braguilha – porra, que duro… e também não tô muito a fim de foder com meu pai.
- Sara, comprei isso porque você precisa estar bem vestida pra ocasião, nem sempre vão te desvirginar o cu. Isso é uma tanga de silicone. Coloca, a buceta fica entre os fios, é pra destacar, não pra esconder.
- Porra, parceiro, que pequena, aperta.
- É porque tem que apertar os lábios da buceta pra ficar inchada e pra fora, deixa eu – peguei os lábios dela e puxei pelo buraco da tanga, eles ficaram bem salientes.
- Porra, parceiro, que putaria.
- Melhor, né?
- Umm, sim, gostei, uf, que sensação. Aperta minha vulva.
- Ainda precisa deixar os lábios mais pra fora, sabe como?
- Não.
- Abre as coxas, parceira – ela abriu, peguei os lábios e puxei.
- AAA, porra… uf – dei uns tapas – aaaaa..
- Assim eles ficam inchadinhos, mas o melhor é isso – me abaixei, meti a buceta dela na boca e comecei a chupar.
- Aaaah, porra, parceiro, ufffff, você vai me fazer gozar…
- Imagina que é sua mãe ou a namorada dela te chupando…
- UUUUmmmm, sim, continua, continua…
- Não. Você vai sair gostosa pra caralho lá fora, e quente pra dar a buceta, assim você vai aproveitar mais. — Eu levantei — Viu? Assim dá pra ver bem o volume da sua buceta. Dá vontade de te foder.
Uff, parceiro, então me fode. Tô com tesão.
— Já te sinto toda molhada, mas depois, parceiro. Agora termina e sai pra gente te ver. —
Sara saiu e nos deixou sem palavras. Uma verdadeira mulher, jovem, gostosa, provocante. Não tinha costume de usar salto alto, mas andava devagar, e isso fazia ela rebolando a cintura. O vestidinho mal cobria a renda da meia, que dava pra ver, as pernas enfiadas nas meias pretas eram espetaculares, e o vestido decotado mal cobria os bicos dos peitos, duros como pitões. Os lábios pintados de vermelho e o rosto todo bem maquiado.
— Tô bonita? — Ela sabia que sim.
— Espetacular, filha — disse o pai dela — Você tá linda.
Ela olhou pra mim.
— Maravilhosa, parceiro. Isso sim é uma mudança.
— Levanta a saia. — Sara olhou pro pai dela por um instante e não soube o que fazer — Só um momento pra ver como fica bem tudo que não aparece — Ela levantou a saia e a gente viu um espetáculo com a buceta dela pra fora, as coxas enfiadas nas meias e finalizadas com a renda e a cinta-liga — Vira de costas — Agora ela mostrava a bunda pra gente — Fica uma maravilha, né? — falei pro pai dela.
— Uma maravilha — ele disse baixinho. Ela deixou a saia cair, claramente excitada com a cena exibicionista.
— Adoro esse presente. Vamos pro meu quarto, parceiro — ela me disse. Eu me senti foda por levar ela na frente do pai.
Quando entrou no quarto e fechou a porta, ela suspirou.
— Bufff, que loucura, na frente do meu pai — foi andando rebolando a cintura — Mas adoro, nunca tinha me visto assim, tão sofisticada — me acho linda pra caralho.
— Você deixou ele de pau duro, parceiro. Tá um tesão, tá aprendendo rápido.
— Você que me ensina bem. Cê acha que vou agradar a June?
— Ela não vai se segurar e vai te foder. E sua mãe também.
— Ummm, que Coisas que eu estava perdendo, nunca vou te agradecer o suficiente – ela se aproximou e se abraçou no meu pescoço – você me beija? – eu a beijei com gosto, puxando ela pra perto e esfregando o pau nela.
- Tô tesudo, parceiro, já tô afim da puta que você é.
- Ummm, você é um diabo, de qualquer outro eu ficaria puta, mas de você, eu gosto, me chama de puta.
- Você é uma puta, incestuosa e sapatão. Vou arrebentar esse seu cu como uma vagabunda qualquer. – segurei as mãos dela e prendi atrás das costas com uma mão, a outra usei pra puxar o peito dela pra fora e chupei, sem dó, mordendo – boas tetas você tem, sua filha da puta, vai ter que agradecer ao seu pai por ter amassado tanto elas – ela gemia e reclamava baixinho.
- Me come, seu filho da puta, aaaa – abri as pernas dela e meti a mão na buceta – aaaah, porra, siiiim – enfiei dois dedos sem mais – porraaaa, siiiim, fera, siiiim – eu fodia a buceta dela com os dedos enquanto mordia os peitos – AAAh…siiiiim…
- Se olha no espelho, cara de puta que você tem.
- UUUUUuuuuh siiiiii…uma boa puta…siiiiii…vou gozar…siiiiii
- Sua puta, promíscua…puta, puta…chupa-pau…chupa-buceta…
- Tô gozandoooooooooooosiiiiiiiiiiiii
Foi um orgasmo intenso e longo, ela se largou nos meus braços, mole. Joguei ela na cama dela, ainda ofegante e arfando, de bruços, tirei o pau durasso e me preparei pra comer o cu dela. Tava excitado, levantei a saia dela, uma bundinha pequena, metade da da minha mãe que era bem mais voluptuosa, mas tinha um tesão indecente, parecia bunda de menina, outro cu pra desvirgar, minhas bolas se reviraram de prazer. Também não tava pra contemplações com o tesão que eu tava, mas é que ela queria uma enrabada igual a que eu dei na mãe dela, então não pensei muito e dei dois tapas bons.
- Essa bundinha de menina vai saber o que é um bom pau – levantei o cu dela pra cima e separei as pernas – vou foder você vestida pra ocasião.
Porém, a vista da bucetinha dela bem inchada me seduziu. demais, então primeiro enfiei o rabo na buceta dela até o talo. Adorava foder ela, tê-la assim e com a imagem do corpo dela e o da June se pegando uma com a outra, como June chupava os peitos dela e aquela mesma buceta que eu tava fodendo e essa bunda pequena que eu ia profanar.
- AAAAAAAAAAAAHh, que pica dura… ufff… deusss… que delícia…
- Que delícia o quê, vai, fica Promíscua e vulgar, que você adora, se olha de quatro, vestida de puta, montada igual uma cadela no cio, sente minha pica entrando e saindo do seu bocão.
- Uffff me excita… que Promíscua… siiiim, que delícia que você me fode… continua me dando pica, pica grossa… o que você mandar… igual uma cadela… siiiim… uuuuuummmm…
- Goza, cadela, pede pra eu meter a pica, sua puta no cio, que te ouçam… bem alto… - tenho que confessar que o que mais me excita é ouvir mulheres falando obscenidades, uma voz feminina dizendo putaria é a coisa mais safada. – toma pica até o talo… - dito e feito, de uma vez, até o fundo – fodida, cadela, bem cheia de carne de pica… até você gozar igual uma porca
- siiiim, cadela… ummmm… fodida, cheia de… pica, uuuuufff… siiiim – eu tirei ela toda
- Mais alto, sua puta fodida, ou não te fodo com meu pau de filho da puta. – deixei ele só encostando nos lábios da buceta, instintivamente ela se jogou pra trás pra enfiar, mas eu também – puta no cio… fala alto
- DEUSSS, ME METE SEU PAU DE FILHO DA PUTA, SOU UMA CADELA FODIDA, CHEIA DE PICA, ME METE A PICA ATÉ O TALO… - eu meti de uma vez, com certeza o pai dela tinha ouvido, isso me encantava, que ela percebesse como eu tava comendo a filhinha dele, e dei dois tapas gostosos na bundinha dela – AAAAAAAAAAAAAAHHH DEUSSSSSSSS SIIIIIIIIIIIII NÃO TIRA ELA, FILHO DA PUTA… que eu vou gozar… aaaaarrfffff gggggggggmm
Ela acabou se deixando cair sem mais, minha pica fez um barulho gostoso ao sair, eu não tinha gozado e ainda tava duro. Sara ainda tinha espasmos de um orgasmo bestial. Isso me lembrou minha mãe quando gozava, falhando entre o pai dela e eu, quando metíamos as duas picas nela e dilatávamos a buceta dela de um jeito incrível. Pensei nela e que a gente devia voltar a foder ela assim, eu e meu avô, nenhuma das tias que eu comia tinha essa capacidade, nem de buceta nem de putaria, claro que nenhuma era como ela, Catalina, a grande incestuosa, o pai e o filho, seus vícios preferidos, excitada pela perversão de ter o pai entre as coxas dela, sussurrando palavras contraditórias:
- Ummm, papai, como eu te amo, você é o melhor pai - entre filha meiga com ele, beijando ele com carinho, e mulher fogosa gozando com o pai safado - não para de me foder, papai, me dá forte, monta com vontade na sua filha do coração.
E a perversão de me ter ali, o filho dela, esperando a vez para copular com a mamãe querida.
- Ummmmmm chupem um peito cada um.....ummmmmm me monta, filho meu....preciso de você dentro...
Enfim, uma boa obra.
Sara se recuperava aos poucos, se virou, os olhinhos brilhantes, o corpo relaxado, logo passou a mão na minha pica e começou a acariciar, dura e molhada dos fluidos dela.
- Como eu gosto disso, parceira, que gozada, porra - ela se inclinou pra minha pica e beijou a cabeça - valeu pela foda, pica.
- Hahaha, e eu, parceira? - ela riu e, sem parar de me bater uma, me beijou na boca suavemente - você gosta de ser uma puta, hein?
- Uff e assim vestida, mais ainda. Um conjunto bonito. Valeu, parceira. Me comportei bem? Fui bem vadia o bastante? - ela não parava de me bater uma - porra, como eu gosto da sua...rola, que palavra vadia, ufff e que dura, só de pensar que eu tive ela dentro de mim já fico molhada.
- Mais vadia você vai ser, mas você gostou de ser obscena, não?
- Uf, sim, parceira, mas foi difícil. E mais ainda me ouvir tão alto. Você tem que me ensinar a ser mais vadia.
- Me pede pra deixar você chupar minha rola.
- ummmm, porra, parceira...você deixa eu chupar sua rola?
- E as bolas também, vai, chupa minhas bolas, puta fogosa, elas tão duras. cheios de esperma pra tua buceta.
Ela fez isso sem reclamar.
- Para já, puta - me estiquei de barriga pra cima - vem, enfia essas tetonas na minha boca. Gosto das tuas peras balançando, de quatro, vadia, tu gosta, hein?
- Chupa minhas peras, hummm uf... deus, como tu mama, parceira.
- Vem, deita de barriga pra baixo - peguei o potinho de vaselina e passei generosamente em dois dedos, coloquei no cu dela e comecei a massagear o buraco - vou te comer pelo cu. Puta se come pelo cu. - ela gemia baixinho e eu ia enfiando um dedo - tu gosta?
- Humm sim, gosto - passei mais vaselina e enfiei dois dedos - aa... hum sim, gosto...
- Uff, não aguento mais, pede.
- Uff, sim, me come pelo cu, me come pelo cu, me come pelo cu.
Apontei pro cu dela, separei bem as nadeguinhas, e empurrei, deus, que apertadinho que era - toma, raposa, empurrei mais e enfiei a cabeça da pica.
- AAAAAAAAhhh... porraaaa... hummmm... dói... uff - eu empurrava mais e ia entrando graças à vaselina, mas puxava a pele - aaaah... porraaaa...
- Puta sapatão, engole pica pelo cu... - ela gemia, suspirava e reclamava, mas aguentava o cu - tô te comendo pelo cu... - um espetáculo pra mim, a bundinha pequena dela fazia minha pica parecer muito maior, bem diferente de quando eu comia o cu da minha mãe. - vou te arrebentar com minha pica, vadia - não quis dar descanso e tirar, continuei empurrando, queria enfiar tudo de uma vez, ela gemia e gritava mais, era impossível o pai dela não ouvir lá fora, o que me excitava ainda mais. Dei dois tapas na bundinha dela, agarrei no cabelo e puxei - porra... entra logo, puta - dei uma estocada de quadril e enfiei tudo, ela gritou - agora tu tá bem comida pelo cu.
- Arfff... porra, porra... siiiim, como sinto tua pica... ufffff... gosto, dói... hummm
- Agora mexe a bunda que quero gozar gostoso - dei dois tapas e puxei o cabelo - mexe a bunda, égua, dá prazer na minha pica...
- AAaaaaahh sim sim - mexia a bunda - hummm gosto... siiim - ela realmente gostava, então Eu lambi devagar, tava doendo em mim também a pica de tanto esticar a pele.
- Porra, sua lésbica promíscua, não aguento mais… quer gozar… me fala… igual eu fiz com sua mãe… meu gozo no seu cu…
- Ah siiiim, me dá gozo, siiiim, me dá, siiiim… porra, sinto ele dentro… parece maior pelo cu…
Descarreguei minhas bolas com um prazer intenso, vendo a bunda dela violentada pelo meu pauzão.
Quando finalmente tirei, tive que ir lavar ele, claro. Quando voltei, ela tava parada, de bruços ainda suspirando.
- Nossa, mano, que delícia. Gostei. Valeu. Não é à toa que minha mãe ficou sem palavras… hummm… uf… tô dolorida e acabada.
- Estreei teu cu, Sara. Arrombado e cheio de porra. Agora você é uma puta completa.
- Me beija, mano, você é um demônio.Nem preciso dizer que saí de lá encantado. E fui pra casa contar pra minha mãe que no dia seguinte a gente ia na loja de motos.
(CONTINUA...)
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Depois de dar uma pausa na escrita e também por causa do trampo, volto a escrever novos capítulos das minhas aventuras, das da minha mãe e das outras mulheres que me proporcionaram uma época de ouro nos meus anos de juventude extrema.
Também acho que vou mudar um pouco o estilo de escrever, porque quero deixar a leitura mais dinâmica e também melhorar o jeito de escrever, consultando minhas anotações. Vocês vão dizer se melhorei ou não.O DIA QUE DESVIRGINEI O CU DA SARAAquele dia, forcei a barra pra ficar na casa do pai dela, sabendo que ele ia estar lá. Me dava tesão e uma certa satisfação em comer a filha do cara que queria pegar minha mãe. Não por ele querer comer ela — até porque eu já sabia que a maioria dos pais do colégio já tinha passado a rola na minha mãe em algum momento, desde que eu ia na creche eles já estavam passando a mãe no rodo —, mas por princípio: já que ele queria fuder ela, eu ia fuder a filhinha dele primeiro. E meter no cu dela, igual na mãe.
Cheguei cedo na casa dele, a Sara ainda não tinha chegado, o pai dela me falou.
— Espera ela aqui, se quiser — notei um tom amigável que ele nunca teve comigo antes — quer uma cerveja?
— Sim, obrigado, muito gentil — ele pegou outra e sentamos no sofá da sala.
— Então, parece que suas aulas de matemática tão fazendo bem pra Sara. Ela não tirou mais nota baixa. E tá mais feliz, mais madura e segura, sei lá, mais mulher.
— É, ela melhorou muito, no colégio também falam isso — mas por razões diferentes, pensei. Pra ele, "mais mulher" significava que ela tinha passado de ele apalpar os peitos dela de noite, usando a posição de poder dele, como se fosse uma menininha, pra ela agora adorar dar boquetas nele até engolir o leite do pai, feito uma puta incestuosa. Mas não ia falar isso assim.
— Acho que além da matemática, o relacionamento de vocês influenciou muito ela, e pra melhor — claro, pensei, passar de freira pra puta da noite pro dia, de virgem pra foder com a mãe e chupar o pai, fez bem pra ela.
— Nosso relacionamento? — me fiz de surpreso, só pra encher o saco.
— Sim, cara, é óbvio que você não ensina só matemática, vocês tão juntos — que linguagem cheia de eufemismo ele usava.
— Bom, dá pra dizer que a gente se diverte junto, não sei se "juntos"...
— Não me entenda mal, gosto que você saia com ela, ela tá mais gostosa e melhor, e todo mundo sabe que na idade de vocês, sair junto pode incluir transar. Não sou puritano, eu gosto de... Mulheres também para mim. – Eu não sabia onde queria chegar, mas algo estava martelando – ela está cada dia mais gostosa, por sinal, falando em gostosas, faz tempo que não vejo sua mãe no Instituto – ah, porra, ele vai atrás da minha mãe, quer comer ela.
- Não, ela não vai mais, já somos grandes, eu e meu irmão. Mas continua gostosa como sempre – resolvi provocar – um dia a gente passa na oficina de motos dela, queria convencê-la a me comprar uma.
- Quando quiserem, vou adorar, tenho várias que vão te servir bem. E te deixaria por um preço bom, e sendo para sua mãe, preço melhor, mixaria, hehehe.
- Vou com ela ver esse desconto que você dá – porra, que ideia boa!, pensei. Trocar uns ejaculations com minha mãe por uma moto, porra, cobrar pelos serviços sexuais da minha mamãe, transformá-la de puta vocacional em prostituta de oficina, deixar esse cara babar nas tetonas dela e montar na minha mãe para eu ter uma moto – mas, sei lá, meu pai não quer me dar um puto para uma moto e minha mãe não é que sobre dinheiro…
- Você vai ver como vou tratar bem sua mãe, nem tudo é dinheiro… – ele estava me sondando – você traz ela na oficina e a gente dá um jeito de convencê-la.
- Já me vejo com uma moto.
- Acho que posso ser sincero com você, isso depende da sua mãe gostosa,
- Mas não do dinheiro que ela tem.
- Não. Ela vai dar um jeito de pagar a moto. – com a buceta e as tetonas dela, pensei, quando ela te fizer um boquete você vai saber o que é uma mulher. Me excitava.
- Acho que ela tem o que o senhor precisa, só vai ser questão de ela aceitar… digamos… intimidade em particular com o senhor.
- Vejo que você gosta de falar na lata. É isso, quero transar com sua mãe. E vejo que você não se choca.
- Bom, eu transo com sua filha. É normal, minha mãe é gostosa e não é o único que quer comer ela. Por outro lado, ela não é caretice, a gente vai convencê-la a dar para o senhor. Espero uma moto que valha o que minha mãe vai pagar – eu estava vendendo ela – mas eu escolho a moto.
- Porra, sim. Ela tá uma gostosa. Você escolhe a moto. Mas depende de qual moto, são caras. Tem certeza que ela vai aceitar?
- Sim, acho que sim. Vou convencer ela, ela me ama muito. Mesmo que seja cara, minha mãe tem grana de sobra pra pagar o que ela pedir.
- Uffff, vem logo, nem te conto a vontade que tô de comer sua mãe.
- E eu de foder a filha dela.
Pode crer que fomos ver motos na loja dela. Minha mãe, sexy como só ela sabe, um vestidinho leve e meio justo no quadril, com uma abertura no meio, na frente, se quisesse podia mostrar a calcinha sentadinha e de pernas abertas, com um bom decote, os peitos dela sempre chamaram atenção, por isso chamavam ela de "as melões" no colégio. E pronta pra conseguir minha moto, já tinha falado com ela, ufff, que tesão que eu peguei conversando com minha mãe, quando falei que tinha vendido os favores sexuais dela, ela ficou me olhando,
- O que você vendeu, meu corpo, filho?
- Sim, mãe, você abre as pernas, te comem e eu recebo. Minha própria puta.
- Não sei se tô ouvindo direito, filho, e sem me perguntar...
- Você é minha putinha, mãe, e vou tirar proveito desse corpo de vício que você tem. Você vai deitar com um cara e ele vai me pagar, vai fazer de vagabunda, vai esvaziar as bolas dele de porra por dinheiro pro seu filho. Ouviu bem, putinha.
- Prostituída pelo meu filho... - ela falava, mas nada arrependida.
- Você me pariu, mãe, pariu seu próprio macho e é o que tem. Vou te prostituir, sim. Puta - como me excitava falar putaria pra minha própria mãe -, me aproximei, peguei as mãos dela e coloquei pra trás segurando, mordi os lábios dela - VAGABUNDA, PUTA, PROSTITUTA - enfiei o volume na barriga dela, tava duro.
- Ufff pelo amor de deus, filho... ummm... sempre dura... tem razão, pari do meu ventre meu melhor macho... vou ser sua puta, vou dar por dinheiro pra você... - ela me beijou, toda quente - o que você mandar, ummm... mas não para de me comer, não para de foder sua mãe.
Ufff, fiquei tão excitado que meti no cu dela na própria mesa da cozinha, quase violentamente, sem mais nada, só baixando a calcinha dela. calcinhas.
- Nada como dar o cu pra uma mãe na mesma mesa onde a gente janta todo mundo, mamãe.
- AAAAAAAAAhhhhh que grande que você tem, filho… nada como meu filho me comer o cu nessa mesa…
- Até o saco, querida mamãe, até o saco.
- ummmmm sim, sim, meu filho, bem enfiado dentro da mamãe… uuuuuuu… que prazer que sinto no cu… mmmmmm… aaaaaaa… que dura… que bruto você é… uuuufsiiiiiiii… gosto de ser sua, meu filho…
- Porra, como meu pau entra gostoso no seu cu… - ele dava umas enfiadas boas – Mamãe..
- Uff… que filho…
- puta.
- Filho de puta…
De qualquer forma, já vou explicando, agora eu tava na sala do pai da Sara.
Antes que eu pudesse falar qualquer coisa, a Sara entrou feito um furacão, se desculpando comigo por chegar atrasada. Ela tava espetacular, com um shortinho justo, marcando a buceta e a raba, uma camiseta colada e decotada. Tanto eu quanto o pai dela demos uma olhada de cima a baixo, que mulher jovem, que mudança.
Ela foi até o pai, beijou ele e, ao se inclinar, mostrou toda a peitaria, acho que de propósito, aqueles peitos que eu tanto tinha apalpado, e claro que ele olhou sem vergonha nenhuma, e ela não teve pressa de se levantar, sendo generosa com ele.
- Sem problemas, a gente tava tomando uma cervejinha, eu e seu pai. Cervejinha interessante. Olha, trouxe um presente pra você.
Comprei um conjunto de lingerie, meia-calça e cinta-liga, e um vestidinho leve e sexy, curto e com um decote ousado, daqueles que não escondem quase nada. A desvirginada do cu tem que ser bem feita, com uma imagem de puta, não de mocinha. E ainda batom vermelho e maquiagem nos olhos. Queria um espetáculo.
Ela abriu e corou na hora ao ver. Me olhou com reprovação.
- Isso, isso..
- Você vai ficar linda, não gostou?
- Não… sim… gostei, muito, mas ufff… - olhou pro pai, mas ele tava olhando as roupas com interesse.
- São bem bonitas, um detalhe, Roger. Experimenta, Sara, pra ver como fica em você – a atitude do pai acalmou ela.
- Uhum, tá bom? Já volto.
Ela demorou, claro. O pai dela e eu continuamos conversando. Falei:
- Já que a Sara virou mulher, quero ver como ela se veste de mulher.
A Sara me chamou e eu fui.
- Não sei como colocar isso – ela tinha vestido as meias, a cinta-liga, o vestido, se maquiou, mas não sabia como colocar a minitanga aberta. Claro, os peitos estavam de fora e foi a primeira coisa que fiz: peguei nos bicos dela, belisquei e puxei devagar na minha direção. Ela deixou e gemeu.
- Aaaah, parceiro… você vai me deixar molhada antes do tempo.
- Porra, parceira, como você é gostosa, você sim me deixa duro. E se você reparou, seu pai também. – continuei apertando os bicos dela – Você tem que sair com os bicos bem durinhos. Acho que ele não teria muita dificuldade em meter o pau em você, mesmo sendo filha dele.
- Tendo o seu pau, não quero outro – ela pegou na minha braguilha – porra, que duro… e também não tô muito a fim de foder com meu pai.
- Sara, comprei isso porque você precisa estar bem vestida pra ocasião, nem sempre vão te desvirginar o cu. Isso é uma tanga de silicone. Coloca, a buceta fica entre os fios, é pra destacar, não pra esconder.
- Porra, parceiro, que pequena, aperta.
- É porque tem que apertar os lábios da buceta pra ficar inchada e pra fora, deixa eu – peguei os lábios dela e puxei pelo buraco da tanga, eles ficaram bem salientes.
- Porra, parceiro, que putaria.
- Melhor, né?
- Umm, sim, gostei, uf, que sensação. Aperta minha vulva.
- Ainda precisa deixar os lábios mais pra fora, sabe como?
- Não.
- Abre as coxas, parceira – ela abriu, peguei os lábios e puxei.
- AAA, porra… uf – dei uns tapas – aaaaa..
- Assim eles ficam inchadinhos, mas o melhor é isso – me abaixei, meti a buceta dela na boca e comecei a chupar.
- Aaaah, porra, parceiro, ufffff, você vai me fazer gozar…
- Imagina que é sua mãe ou a namorada dela te chupando…
- UUUUmmmm, sim, continua, continua…
- Não. Você vai sair gostosa pra caralho lá fora, e quente pra dar a buceta, assim você vai aproveitar mais. — Eu levantei — Viu? Assim dá pra ver bem o volume da sua buceta. Dá vontade de te foder.
Uff, parceiro, então me fode. Tô com tesão.
— Já te sinto toda molhada, mas depois, parceiro. Agora termina e sai pra gente te ver. —
Sara saiu e nos deixou sem palavras. Uma verdadeira mulher, jovem, gostosa, provocante. Não tinha costume de usar salto alto, mas andava devagar, e isso fazia ela rebolando a cintura. O vestidinho mal cobria a renda da meia, que dava pra ver, as pernas enfiadas nas meias pretas eram espetaculares, e o vestido decotado mal cobria os bicos dos peitos, duros como pitões. Os lábios pintados de vermelho e o rosto todo bem maquiado.
— Tô bonita? — Ela sabia que sim.
— Espetacular, filha — disse o pai dela — Você tá linda.
Ela olhou pra mim.
— Maravilhosa, parceiro. Isso sim é uma mudança.
— Levanta a saia. — Sara olhou pro pai dela por um instante e não soube o que fazer — Só um momento pra ver como fica bem tudo que não aparece — Ela levantou a saia e a gente viu um espetáculo com a buceta dela pra fora, as coxas enfiadas nas meias e finalizadas com a renda e a cinta-liga — Vira de costas — Agora ela mostrava a bunda pra gente — Fica uma maravilha, né? — falei pro pai dela.
— Uma maravilha — ele disse baixinho. Ela deixou a saia cair, claramente excitada com a cena exibicionista.
— Adoro esse presente. Vamos pro meu quarto, parceiro — ela me disse. Eu me senti foda por levar ela na frente do pai.
Quando entrou no quarto e fechou a porta, ela suspirou.
— Bufff, que loucura, na frente do meu pai — foi andando rebolando a cintura — Mas adoro, nunca tinha me visto assim, tão sofisticada — me acho linda pra caralho.
— Você deixou ele de pau duro, parceiro. Tá um tesão, tá aprendendo rápido.
— Você que me ensina bem. Cê acha que vou agradar a June?
— Ela não vai se segurar e vai te foder. E sua mãe também.
— Ummm, que Coisas que eu estava perdendo, nunca vou te agradecer o suficiente – ela se aproximou e se abraçou no meu pescoço – você me beija? – eu a beijei com gosto, puxando ela pra perto e esfregando o pau nela.
- Tô tesudo, parceiro, já tô afim da puta que você é.
- Ummm, você é um diabo, de qualquer outro eu ficaria puta, mas de você, eu gosto, me chama de puta.
- Você é uma puta, incestuosa e sapatão. Vou arrebentar esse seu cu como uma vagabunda qualquer. – segurei as mãos dela e prendi atrás das costas com uma mão, a outra usei pra puxar o peito dela pra fora e chupei, sem dó, mordendo – boas tetas você tem, sua filha da puta, vai ter que agradecer ao seu pai por ter amassado tanto elas – ela gemia e reclamava baixinho.
- Me come, seu filho da puta, aaaa – abri as pernas dela e meti a mão na buceta – aaaah, porra, siiiim – enfiei dois dedos sem mais – porraaaa, siiiim, fera, siiiim – eu fodia a buceta dela com os dedos enquanto mordia os peitos – AAAh…siiiiim…
- Se olha no espelho, cara de puta que você tem.
- UUUUUuuuuh siiiiii…uma boa puta…siiiiii…vou gozar…siiiiii
- Sua puta, promíscua…puta, puta…chupa-pau…chupa-buceta…
- Tô gozandoooooooooooosiiiiiiiiiiiii
Foi um orgasmo intenso e longo, ela se largou nos meus braços, mole. Joguei ela na cama dela, ainda ofegante e arfando, de bruços, tirei o pau durasso e me preparei pra comer o cu dela. Tava excitado, levantei a saia dela, uma bundinha pequena, metade da da minha mãe que era bem mais voluptuosa, mas tinha um tesão indecente, parecia bunda de menina, outro cu pra desvirgar, minhas bolas se reviraram de prazer. Também não tava pra contemplações com o tesão que eu tava, mas é que ela queria uma enrabada igual a que eu dei na mãe dela, então não pensei muito e dei dois tapas bons.
- Essa bundinha de menina vai saber o que é um bom pau – levantei o cu dela pra cima e separei as pernas – vou foder você vestida pra ocasião.
Porém, a vista da bucetinha dela bem inchada me seduziu. demais, então primeiro enfiei o rabo na buceta dela até o talo. Adorava foder ela, tê-la assim e com a imagem do corpo dela e o da June se pegando uma com a outra, como June chupava os peitos dela e aquela mesma buceta que eu tava fodendo e essa bunda pequena que eu ia profanar.
- AAAAAAAAAAAAHh, que pica dura… ufff… deusss… que delícia…
- Que delícia o quê, vai, fica Promíscua e vulgar, que você adora, se olha de quatro, vestida de puta, montada igual uma cadela no cio, sente minha pica entrando e saindo do seu bocão.
- Uffff me excita… que Promíscua… siiiim, que delícia que você me fode… continua me dando pica, pica grossa… o que você mandar… igual uma cadela… siiiim… uuuuuummmm…
- Goza, cadela, pede pra eu meter a pica, sua puta no cio, que te ouçam… bem alto… - tenho que confessar que o que mais me excita é ouvir mulheres falando obscenidades, uma voz feminina dizendo putaria é a coisa mais safada. – toma pica até o talo… - dito e feito, de uma vez, até o fundo – fodida, cadela, bem cheia de carne de pica… até você gozar igual uma porca
- siiiim, cadela… ummmm… fodida, cheia de… pica, uuuuufff… siiiim – eu tirei ela toda
- Mais alto, sua puta fodida, ou não te fodo com meu pau de filho da puta. – deixei ele só encostando nos lábios da buceta, instintivamente ela se jogou pra trás pra enfiar, mas eu também – puta no cio… fala alto
- DEUSSS, ME METE SEU PAU DE FILHO DA PUTA, SOU UMA CADELA FODIDA, CHEIA DE PICA, ME METE A PICA ATÉ O TALO… - eu meti de uma vez, com certeza o pai dela tinha ouvido, isso me encantava, que ela percebesse como eu tava comendo a filhinha dele, e dei dois tapas gostosos na bundinha dela – AAAAAAAAAAAAAAHHH DEUSSSSSSSS SIIIIIIIIIIIII NÃO TIRA ELA, FILHO DA PUTA… que eu vou gozar… aaaaarrfffff gggggggggmm
Ela acabou se deixando cair sem mais, minha pica fez um barulho gostoso ao sair, eu não tinha gozado e ainda tava duro. Sara ainda tinha espasmos de um orgasmo bestial. Isso me lembrou minha mãe quando gozava, falhando entre o pai dela e eu, quando metíamos as duas picas nela e dilatávamos a buceta dela de um jeito incrível. Pensei nela e que a gente devia voltar a foder ela assim, eu e meu avô, nenhuma das tias que eu comia tinha essa capacidade, nem de buceta nem de putaria, claro que nenhuma era como ela, Catalina, a grande incestuosa, o pai e o filho, seus vícios preferidos, excitada pela perversão de ter o pai entre as coxas dela, sussurrando palavras contraditórias:
- Ummm, papai, como eu te amo, você é o melhor pai - entre filha meiga com ele, beijando ele com carinho, e mulher fogosa gozando com o pai safado - não para de me foder, papai, me dá forte, monta com vontade na sua filha do coração.
E a perversão de me ter ali, o filho dela, esperando a vez para copular com a mamãe querida.
- Ummmmmm chupem um peito cada um.....ummmmmm me monta, filho meu....preciso de você dentro...
Enfim, uma boa obra.
Sara se recuperava aos poucos, se virou, os olhinhos brilhantes, o corpo relaxado, logo passou a mão na minha pica e começou a acariciar, dura e molhada dos fluidos dela.
- Como eu gosto disso, parceira, que gozada, porra - ela se inclinou pra minha pica e beijou a cabeça - valeu pela foda, pica.
- Hahaha, e eu, parceira? - ela riu e, sem parar de me bater uma, me beijou na boca suavemente - você gosta de ser uma puta, hein?
- Uff e assim vestida, mais ainda. Um conjunto bonito. Valeu, parceira. Me comportei bem? Fui bem vadia o bastante? - ela não parava de me bater uma - porra, como eu gosto da sua...rola, que palavra vadia, ufff e que dura, só de pensar que eu tive ela dentro de mim já fico molhada.
- Mais vadia você vai ser, mas você gostou de ser obscena, não?
- Uf, sim, parceira, mas foi difícil. E mais ainda me ouvir tão alto. Você tem que me ensinar a ser mais vadia.
- Me pede pra deixar você chupar minha rola.
- ummmm, porra, parceira...você deixa eu chupar sua rola?
- E as bolas também, vai, chupa minhas bolas, puta fogosa, elas tão duras. cheios de esperma pra tua buceta.
Ela fez isso sem reclamar.
- Para já, puta - me estiquei de barriga pra cima - vem, enfia essas tetonas na minha boca. Gosto das tuas peras balançando, de quatro, vadia, tu gosta, hein?
- Chupa minhas peras, hummm uf... deus, como tu mama, parceira.
- Vem, deita de barriga pra baixo - peguei o potinho de vaselina e passei generosamente em dois dedos, coloquei no cu dela e comecei a massagear o buraco - vou te comer pelo cu. Puta se come pelo cu. - ela gemia baixinho e eu ia enfiando um dedo - tu gosta?
- Humm sim, gosto - passei mais vaselina e enfiei dois dedos - aa... hum sim, gosto...
- Uff, não aguento mais, pede.
- Uff, sim, me come pelo cu, me come pelo cu, me come pelo cu.
Apontei pro cu dela, separei bem as nadeguinhas, e empurrei, deus, que apertadinho que era - toma, raposa, empurrei mais e enfiei a cabeça da pica.
- AAAAAAAAhhh... porraaaa... hummmm... dói... uff - eu empurrava mais e ia entrando graças à vaselina, mas puxava a pele - aaaah... porraaaa...
- Puta sapatão, engole pica pelo cu... - ela gemia, suspirava e reclamava, mas aguentava o cu - tô te comendo pelo cu... - um espetáculo pra mim, a bundinha pequena dela fazia minha pica parecer muito maior, bem diferente de quando eu comia o cu da minha mãe. - vou te arrebentar com minha pica, vadia - não quis dar descanso e tirar, continuei empurrando, queria enfiar tudo de uma vez, ela gemia e gritava mais, era impossível o pai dela não ouvir lá fora, o que me excitava ainda mais. Dei dois tapas na bundinha dela, agarrei no cabelo e puxei - porra... entra logo, puta - dei uma estocada de quadril e enfiei tudo, ela gritou - agora tu tá bem comida pelo cu.
- Arfff... porra, porra... siiiim, como sinto tua pica... ufffff... gosto, dói... hummm
- Agora mexe a bunda que quero gozar gostoso - dei dois tapas e puxei o cabelo - mexe a bunda, égua, dá prazer na minha pica...
- AAaaaaahh sim sim - mexia a bunda - hummm gosto... siiim - ela realmente gostava, então Eu lambi devagar, tava doendo em mim também a pica de tanto esticar a pele.
- Porra, sua lésbica promíscua, não aguento mais… quer gozar… me fala… igual eu fiz com sua mãe… meu gozo no seu cu…
- Ah siiiim, me dá gozo, siiiim, me dá, siiiim… porra, sinto ele dentro… parece maior pelo cu…
Descarreguei minhas bolas com um prazer intenso, vendo a bunda dela violentada pelo meu pauzão.
Quando finalmente tirei, tive que ir lavar ele, claro. Quando voltei, ela tava parada, de bruços ainda suspirando.
- Nossa, mano, que delícia. Gostei. Valeu. Não é à toa que minha mãe ficou sem palavras… hummm… uf… tô dolorida e acabada.
- Estreei teu cu, Sara. Arrombado e cheio de porra. Agora você é uma puta completa.
- Me beija, mano, você é um demônio.Nem preciso dizer que saí de lá encantado. E fui pra casa contar pra minha mãe que no dia seguinte a gente ia na loja de motos.
(CONTINUA...)
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