Julia é uma vizinha, amiga da minha mãe há muitos anos.
E o Pedro, filho dela, uns vinte e dois anos, me dá aulas de matemática. Não é que eu vá mal na matéria, ele é um fanático pelo assunto, na verdade estudou algo como Matemática Pura e, como eu sou fascinado, nossas mães se combinaram e umas duas vezes por semana, durante uma hora, ele me ensina umas coisas ou tira minhas dúvidas.
O problema é que quando vou lá, fico feito um burro, me lembro de uns anos atrás, quando estava na casa dela sei lá pra quê, acho… não, não sei, não me lembro… Tanto faz.
Julia começou a amamentar a pequena, que na época devia ter uns meses, e eu tinha uns onze ou doze anos no máximo, aquele peito… me deixou fascinado, dava pra ver ele cheio e com o mamilo duríssimo. Mas a menina se agarrou nele com vontade e… até ficar satisfeita.
Eu, por minha vez, fiquei embasbacado, ver a menina mamar é uma loucura, mas ver aquela teta anulou meus sentidos e me fez pensar que, se o tempo não tinha parado, com certeza estava passando bem mais devagar.
Pensar naquele peito foi me deixando louco aos poucos até virar uma obsessão.
E agora, ainda por cima, via a dona dele com mais frequência.
Julia deve ter uns quarenta e cinco ou cinquenta anos, tem dois filhos mais velhos: Pedro, a Mari um pouco mais velha, e aquela pequenininha que agora tem cinco ou seis.
Ela é gordinha, mas é uma mãezona que tá sempre ligada no que você pode precisar, um refri, se já lanchou, interessada na escola, sei lá, vocês sabem como é, sempre de olho em tudo e quase adivinhando o que te falta a cada momento.
E viúva desde que a menina tinha dois ou três anos. “Detalhe importante.”
Um dos dias que fui pra “aula” com o filho dela, ele ainda não tinha chegado, ela ligou a TV pra eu esperar e sumiu.
Pouco depois apareceu na sala, enrolada numa toalha, e meu coração deu um pulo, se não tivesse preso entre as costelas, caía no chão.
Porra, a toalhinha era pequenininha e cobria só dos mamilos até uns dedos abaixo da bunda.
Deixava à mostra os ombros e os peitos quase até a metade, as pernas dela, mesmo sendo gordinhas, pareciam firmes e ainda brilhavam umas gotinhas de água.
Caralho! Nunca tinha visto algo assim ao vivo e fiquei com um pau que devia parecer o canhão de um tanque. Porraaaa! Que vista!
Só isso que me faltava, agora não tinha jeito de evitar bater uma pensando nela.
A mulher se assustou quando me viu e ficou igual a mim. Os dois precisávamos de um lugar pra esconder a cara. — O que você ainda tá fazendo aqui?
— Esperando o Pedro.
— Achei que ele já tivesse vindo.
— Desculpa, dona Julia…
— Não, querido! A culpa foi minha, pensei que vocês estivessem no quarto dele cuidando da vida de vocês.
Ela me olhou por mais uns segundos, parecia sem saber o que dizer, até que resolveu.
— Vou me vestir e volto já pra te fazer companhia.
E o que eu fazia agora? Pensei: “E se enquanto ela se veste, eu aproveito pra bater uma em homenagem a ela no banheiro?” Achei arriscado e escolhi esperar onde tava, com sorte o Pedro chegava e o problema tava resolvido.
Mas ele não apareceu, e sim a mãe dele, que por sinal parecia outra pessoa, sempre tão recatada e agora, depois do show da toalha, aparecia com um roupão de ficar em casa e, pelo que dava pra ver, por baixo só calcinha e sutiã, se é que tinha colocado algo.
Com as mãos, ela segurava a parte de cima das lapelas, como se tentasse evitar que abrisse.
“Porra — pensei — se não quer que apareça nada, coloca algo por baixo.”
— Querido, preparo um lanche pra você?
— Não, dona Julia, já fiz antes de subir.
— O que tá passando na TV?
— Nada interessante, já olhei todos os canais e nada.
Ela soltou as mãos descuidadamente pra pegar o controle e de novo…
Meu Deus, que pele mais branca!
Quando viu onde eu tava olhando e que devia ter perdido as últimas palavras dela, ela se cobriu de novo. —Pô, Juanito, já tá reparando nessas coisas, hein? — E ela acompanhou as palavras com um sorriso que pra mim pareceu mais safado que outra coisa.
Eu não conseguia organizar meus pensamentos, tentei falar e saiu um balbucio. Pra ser sincero, não pareceu, foi um balbucio daqueles.
Ela caiu na risada. Com uma mão tapou a boca como se tentasse não ser tão cruel, mas a outra, pra minha má sorte, continuou agarrada nas lapelas.
—Já tô vendo que isso tá te afetando.
—Um pouco. — E acho que baixei o olhar quando falei.
—Sem problema, querido, já passei pela puberdade do meu filho e parece que é um assunto que não dá pra brincar muito. Desculpa! Não quis te ofender, mas achei engraçado.
—Eu é que deveria pedir desculpas por me mostrar nessa situação. — Porra! E ainda por cima, quando falei, olhei pro meu volume.
O semblante dela mudou e eu quase saí correndo dali.
—Bom, acho que pra não ficar brava, vou levar como um elogio.
Mas, meu filho, eu sou amiga da sua mãe e tenho muitos anos a mais que você.
Eu fiquei calado, torcendo pra ela encerrar logo o papo pra eu vazar dali voando.
—Tá assim faz tempo?
—Desde que vi você dando de mamar pra Martita. — Pela cara dela, percebi na hora que não tinha entendido direito a pergunta. “—Merda, merda e mais merda!”
—Não era isso que eu quis perguntar. Eu tava falando se faz tempo que você tem essas necessidades.
Como resposta, só me atrevi a dar de ombros. E sem coragem de olhar na cara dela, senti que ela tava sorrindo de novo.
—Mas você é muito bonito, com certeza já tem umas minas de olho em você.
—Não vou negar, mas me dá muita vergonha, acho que não vou saber fazer direito.
—Meu Deus! Você não conversou sobre isso com seus pais?
—Não. Também me dá vergonha.
—Juanito! É falta de educação não olhar na cara de quem tá falando com você.
—É que…!
—Também não entendo por que você tem tanto medo, agora com internet vocês têm muitos filmes e histórias. À mão, muita informação. Com certeza você tá por dentro do assunto.
Já olhando na cara dela. —Pô, teoria não falta, mas…
—Vamos ver! Você é bonitinho, inteligente e muito simpático. Tem que levar em conta que o não você já tem, então vai com tudo e busca o sim.
—E se eu não fizer direito e se eu passar vergonha.
—Bobagem, ninguém nasce sabendo. Você já sabe o que fazer pra satisfazer uma garota, então vai em frente.
—Já!
Ela parecia esperar algo mais, mas vendo que eu me fechava. Ficou em silêncio. Mexeu no controle e na TV. Desistiu e, se levantando.
—Vou pegar uma Booty. Quer outra?
—Vale. — Merda de novo, devia ter dito que não, que voltava outro dia. Levantei e fui atrás dela pra falar.
—Dona Julia. Desculpa, não queria incomodar mais, melhor eu ir e voltar outro dia quando o Pedro mandar.
—Não, bobo, não me incomoda, me espera na sala que você me deixou curiosa.
Voltei e ocupei o mesmo lugar de antes, pensando em que diabos era o que tinha deixado ela intrigada, com certeza o motivo da minha ereção, queria saber se era ela a razão. Melhor não pensar, o mais provável era que eu estivesse errado, com a cabeça mais bagunçada do que se eu tivesse servindo de saco de pancadas, não tinha dúvida que se eu usasse seria pra pior. Tive sorte e ela não demorou a aparecer com os dois copos.
Me pareceu que os quadris dela se mexiam também de um jeito diferente. O roupão não muito apropriado pra estar com o filho de uma amiga, seus movimentos de gata, exalando sensualidade pra caralho, a conversa pra onde ela tinha me levado. “—Muitas coincidências, né Juanito?”
“—Não vai cair a fruta. Minha nossa, que que essa tia quer, hein! Boa! Porra, porra, porra! E agora, o que eu faço…”
—Juanito! Tá me ouvindo?
—Hã? Sim, sim… — ela sorria. — não, tava distraído. — e devolvi o sorriso. —Desculpa. O que cê tava dizendo?
—Deixa pra lá.
Ficamos em silêncio de novo, logo ela começou a rir e as palavras dela soaram na minha cabeça como um tiro. “—Terra Me engole."
—Me explica essa história de amamentar a Martita. — Essas foram as palavras que me deixaram atordoado por um instante.
"—Juanito — me disse o diabinho que todos carregamos dentro, —muita coincidência tanta coisa. Ela já te disse, pega o touro pelos chifres."
"—Tá bom! Vou ser sincero se é isso que você quer. — A expressão dela mostrou que ia prestar toda atenção na minha explicação, e os olhos dela diziam que esperava algo muito especial. — Olha, dona Julia, aquele peito seu, quando você tirou pra amamentar a pequena, me deixou, não sei como dizer, me deixou besta. Claro que era o primeiro que via ao vivo... mas achei tão lindo, parecia que tinha que ser tão cheio, tão túrgido... E aquele mamilo tão durinho! Não sei como explicar, fiquei... apaixonado pelo seu peito, isso sim, achei fascinante."
Julia tinha ficado chocada com minha descrição e mexia as mãos, abrindo-as sem saber o que dizer.
—Achei que você ia gostar que eu fosse sincero, e foi o que fiz. E vou te falar mais: desde aquele dia, não passa um dia sem eu pensar nele.
Os olhos dela agora pareciam que iam pular pra cima de mim.
—Esperava muitas respostas, mas não uma tão eloquente assim.
—Desculpa!
—Não, não, a culpa é minha. Eu queria saber e você me agradou. Minha mãe me dizia: (Se não tem certeza se quer saber a resposta, não pergunte.)
Ficamos os dois em silêncio de novo.
Dessa vez era ela quem mantinha o queixo baixo.
Meu diabinho começou a falar comigo, mas eu não entendia o que ele dizia. Eram muitas vozes pra conseguir prestar atenção em todas: meu diabo, meu anjo, minha mãe (não podia faltar), meu pai (sorrindo), Pedro (não queria ver a cara dele), até a porteira parece que apareceu na festa.
Ela levantou o olhar pra mim e vi que estava cheio de vida e safadeza.
"—Foda-se tudo! — Ela esticou as mãos e pegou as minhas. — Vem aqui pra perto de mim."
Ela me olhou nos olhos, com certeza por uns segundos, mas pareceram horas.
"—buceta buceta buceta, isso é sério, que porra... O que eu faço agora?
Ela resolveu num instante.
—Vamos começar pelo começo, como toda boa história.
Ela aproximou a boca da minha e começou a beijar meus lábios.
“—buceta buceta porra.”
Eu deixava ela fazer, e caramba, que gosto doce ela tinha, e aquele aroma que vinha dela toda… Me sentia, sei lá onde, mas muito bem.
“—Porra, mas tenho que fazer alguma coisa!”
Com meus braços, apertei ela mais contra mim e comecei a beijar ela também. Beijava e beijava, e ela me beijava de volta. Só pedia que nunca acabasse.
Não sei quanto tempo passou, mas ela se afastou uns centímetros, me disse pra ir mais devagar e não apertar tanto, que ela não ia fugir. Retomou o beijo e nossas respirações ficavam cada vez mais ofegantes, nossas mãos começaram a explorar o corpo que estava ao lado.
Eu não ousava ir além das costas dela e fiquei por ali, ela acariciou também meu peito e usou as unhas, que pareciam garras de fogo me acendendo como nunca na vida, porra, nem nos meus primeiros vídeos eu tinha chegado naquele estado.
Ela também brincou com minhas coxas.
Se afastou de novo e, sem dizer nada, tirou os braços das mangas do roupão, deixando-o cair.
“—buceta buceta buceta, preto e com renda. Minha nossa!”
—Você está linda! — escapei. —Eu sinto…
—Obrigada — ela me interrompeu. —São seu prêmio. Não desejou tanto por eles?
Pega eles! Não estão cheios como antes, mas espero que goste. — Ela os pegou, cada um com a mão correspondente, levantando-os um pouco e aproximando os mamilos dos meus lábios. —Pega, são seus agora!
Já não tem muito mais o que explicar… que vocês não imaginem.
Júlia já não estava nos melhores momentos dela, mas estava imponente pra mim, transbordava sensualidade e transava como se estivesse condenada e aquele fosse seu último desejo.
Caramba, que tarde ela me fez passar!
Depois de me fazer aproveitar os peitos dela em todo esplendor, com lábios, com minhas mãos, com meus dedos e até com minhas bochechas me aninhando neles como um bebê desamparado. Depois ela me aliviou, chupando minha vara entre os lábios dela e me fazendo chegar no auge que qualquer um pode desejar.
Caralho! Ela começou bem devagar, os lábios dela percorreram todo o meu pau, depositando centenas de beijos e pequenas carícias com a língua.
Chegou na minha cabecinha e, depois de enfiar na boca dela, tirou e voltou a atacar, repetindo a operação umas quantas vezes. Lá dentro estava molhado e quentinho, e a língua dela não parava de brincar, mesmo com ela cheia de mim.
Eu soltava gemidos de prazer e, quando olhava pra baixo, via os olhos dela sorrindo, como quem curte pra caralho o serviço que tava fazendo.
Deus, que loucura, era impossível segurar o final. Eu tentava, mas ficava insuportável.
E ela curtia pra valer, sentindo meu aperto, e não me dava trégua.
Ela tirou a boca, se levantou pra dar um beijo na minha boca.
— Se prepara, meu menino!
“— Me preparar? Porra, agora vem!”
Ela voltou pro serviço com meu pau. Agarrou ele com as duas mãos, lambeu toda a minha cabecinha, levantou o olhar safado e eu me caguei.
Aí, com a língua bem molhada, começou a lamber meu freio, suave e devagar, mas sem parar. Em poucos segundos, as sensações começaram a multiplicar exponencialmente e, em só mais três ou quatro, meus gemidos viraram gritos abafados, com medo de alertar os vizinhos. Me agarrei nos cabelos dela e, sem conseguir evitar, enfiei a pica até a campainha, gozando igual um possesso.
Ela se afastou feliz e sorrindo, eu desabei exausto no sofá. Ela voltou a beijar, lamber e chupar os restos da minha gozada, se abraçando nas minhas costas. Eu me sentia o homem mais feliz do mundo e o mais acabado.
Não demorei muito, então curti pouco, muito intensamente, mas menos do que queria. Mas não importou, porque meu brinquedo nem percebeu e manteve a ereção, cobrindo em parte minha falta de controle sobre ele.
Começou a chover e os trovões caíram que nem bombas. Julia se arrepiou toda. Me olhou com uns olhos safados e alegres que me fizeram pressentir que algo grande ia rolar.
Ela se levantou, “—Caralho, que corpaço! Meu primeiro corpaço. Ahhhh! Biiiiito! — Gritava pra dentro enquanto ela ia até a janela, rebolando a cintura num ritmo extremamente sensual.”
Depois de fechar a janela na volta, pegou o telefone na mesinha e levou o dedo indicador aos lábios, mandando eu ficar quieto.
Eu estranhei. Mas não deu tempo nem de pensar.
—Carmen? —
“—A mãe que a pariu, ligou pra minha mãe. Filha da puuuuuta!
—Oi, querido. O Juanito tá aqui comigo, a gente tava vendo TV.
“—Que porra ela tá fazendo?
—É que o Pedro e a Martita vão dormir hoje na casa da irmã dela.
……
—Então, é o seguinte… Não ri, que os trovões me dão pânico.
“—Isso não tá com cara de coisa boa.”
—Não ri, mulher! Queria te pedir um favor, sozinha com essa tempestade vou passar muito mal, você se importaria se o Juanito dormir aqui em casa, no quarto do Pedro? É do lado do meu e acho que assim vou sofrer menos.
“—Porra porra porra. Cadê meu anjinho agora? Mando ele pra merda se abrir a boca.”
—Não falei nada antes de perguntar pra você. Talvez eu coloque ele numa saia justa.
“—Que safada! Tem que admitir que ela se vira bem.”
—Ele tá no banheiro, quando sair eu falo.
“—Não tem vergonha na cara.”
—Pra caso ele aceite, o que ele gosta de comer no jantar?
“—Nossa, ela pensa em tudo.”
—Tá bom! Olha, ele já chegou, vou passar.
—Juanito, a Julia…
—Já ouvi, mãe, vocês usam o telefone por educação, porque com os berros que vocês dão nem precisam.
—Faz esse favor pra ela, coitada! Te compenso.
“—Essa é boa.” —Pode contar comigo, mãe. Tá certo, sem problema e com todo prazer em fazer companhia pra… dona Julia. — Quase meti os pés pelas mãos e falei “dona”.
—Valeu, meu filho, te devo uma.
—Sim, mãe, também te amo. Quer falar com ela?
Entreguei o telefone pra dona dele. e fui pro banheiro, dessa vez de verdade, a vontade de mijar tinha ficado evidente.
Quando voltei, ela se jogou nos meus braços.
—A noite inteira só pra nós dois.
—Safada!
—Porrrrr quê? — Respondeu, toda gata e provocante.
—Você já sabia que o Pedro não vinha hoje.
—Essas suas ereções quando você vinha ver meu namorado também não passaram despercebidas pra mim. Também me tiravam o sono. Vem, que a gente precisa continuar treinando e ainda falta um tempinho pra janta.
Meu anjinho disse: —Você mentiu pra mamãe.
Meu diabinho mandou ele pra puta que pariu, junto com meu pai e a porteira. Minha mãe e o Pedro, se estivessem aqui, mandavam eu ir também.
"—Se no céu não tem sexo, quero ir pro inferno! Goste ou não, seu anjo chato. Se você tivesse um pau e tivesse comido aqueles peitos... bom, também é verdade, aí você teria chifres e seria um diabinho. É o que tem."
Bom, tá ficando tarde e amanhã é dia de escola.Espero que vocês gostem, não esqueçam de comentar.
E o Pedro, filho dela, uns vinte e dois anos, me dá aulas de matemática. Não é que eu vá mal na matéria, ele é um fanático pelo assunto, na verdade estudou algo como Matemática Pura e, como eu sou fascinado, nossas mães se combinaram e umas duas vezes por semana, durante uma hora, ele me ensina umas coisas ou tira minhas dúvidas.
O problema é que quando vou lá, fico feito um burro, me lembro de uns anos atrás, quando estava na casa dela sei lá pra quê, acho… não, não sei, não me lembro… Tanto faz.
Julia começou a amamentar a pequena, que na época devia ter uns meses, e eu tinha uns onze ou doze anos no máximo, aquele peito… me deixou fascinado, dava pra ver ele cheio e com o mamilo duríssimo. Mas a menina se agarrou nele com vontade e… até ficar satisfeita.
Eu, por minha vez, fiquei embasbacado, ver a menina mamar é uma loucura, mas ver aquela teta anulou meus sentidos e me fez pensar que, se o tempo não tinha parado, com certeza estava passando bem mais devagar.
Pensar naquele peito foi me deixando louco aos poucos até virar uma obsessão.
E agora, ainda por cima, via a dona dele com mais frequência.
Julia deve ter uns quarenta e cinco ou cinquenta anos, tem dois filhos mais velhos: Pedro, a Mari um pouco mais velha, e aquela pequenininha que agora tem cinco ou seis.
Ela é gordinha, mas é uma mãezona que tá sempre ligada no que você pode precisar, um refri, se já lanchou, interessada na escola, sei lá, vocês sabem como é, sempre de olho em tudo e quase adivinhando o que te falta a cada momento.
E viúva desde que a menina tinha dois ou três anos. “Detalhe importante.”
Um dos dias que fui pra “aula” com o filho dela, ele ainda não tinha chegado, ela ligou a TV pra eu esperar e sumiu.
Pouco depois apareceu na sala, enrolada numa toalha, e meu coração deu um pulo, se não tivesse preso entre as costelas, caía no chão.
Porra, a toalhinha era pequenininha e cobria só dos mamilos até uns dedos abaixo da bunda.
Deixava à mostra os ombros e os peitos quase até a metade, as pernas dela, mesmo sendo gordinhas, pareciam firmes e ainda brilhavam umas gotinhas de água.
Caralho! Nunca tinha visto algo assim ao vivo e fiquei com um pau que devia parecer o canhão de um tanque. Porraaaa! Que vista!
Só isso que me faltava, agora não tinha jeito de evitar bater uma pensando nela.
A mulher se assustou quando me viu e ficou igual a mim. Os dois precisávamos de um lugar pra esconder a cara. — O que você ainda tá fazendo aqui?
— Esperando o Pedro.
— Achei que ele já tivesse vindo.
— Desculpa, dona Julia…
— Não, querido! A culpa foi minha, pensei que vocês estivessem no quarto dele cuidando da vida de vocês.
Ela me olhou por mais uns segundos, parecia sem saber o que dizer, até que resolveu.
— Vou me vestir e volto já pra te fazer companhia.
E o que eu fazia agora? Pensei: “E se enquanto ela se veste, eu aproveito pra bater uma em homenagem a ela no banheiro?” Achei arriscado e escolhi esperar onde tava, com sorte o Pedro chegava e o problema tava resolvido.
Mas ele não apareceu, e sim a mãe dele, que por sinal parecia outra pessoa, sempre tão recatada e agora, depois do show da toalha, aparecia com um roupão de ficar em casa e, pelo que dava pra ver, por baixo só calcinha e sutiã, se é que tinha colocado algo.
Com as mãos, ela segurava a parte de cima das lapelas, como se tentasse evitar que abrisse.
“Porra — pensei — se não quer que apareça nada, coloca algo por baixo.”
— Querido, preparo um lanche pra você?
— Não, dona Julia, já fiz antes de subir.
— O que tá passando na TV?
— Nada interessante, já olhei todos os canais e nada.
Ela soltou as mãos descuidadamente pra pegar o controle e de novo…
Meu Deus, que pele mais branca!
Quando viu onde eu tava olhando e que devia ter perdido as últimas palavras dela, ela se cobriu de novo. —Pô, Juanito, já tá reparando nessas coisas, hein? — E ela acompanhou as palavras com um sorriso que pra mim pareceu mais safado que outra coisa.
Eu não conseguia organizar meus pensamentos, tentei falar e saiu um balbucio. Pra ser sincero, não pareceu, foi um balbucio daqueles.
Ela caiu na risada. Com uma mão tapou a boca como se tentasse não ser tão cruel, mas a outra, pra minha má sorte, continuou agarrada nas lapelas.
—Já tô vendo que isso tá te afetando.
—Um pouco. — E acho que baixei o olhar quando falei.
—Sem problema, querido, já passei pela puberdade do meu filho e parece que é um assunto que não dá pra brincar muito. Desculpa! Não quis te ofender, mas achei engraçado.
—Eu é que deveria pedir desculpas por me mostrar nessa situação. — Porra! E ainda por cima, quando falei, olhei pro meu volume.
O semblante dela mudou e eu quase saí correndo dali.
—Bom, acho que pra não ficar brava, vou levar como um elogio.
Mas, meu filho, eu sou amiga da sua mãe e tenho muitos anos a mais que você.
Eu fiquei calado, torcendo pra ela encerrar logo o papo pra eu vazar dali voando.
—Tá assim faz tempo?
—Desde que vi você dando de mamar pra Martita. — Pela cara dela, percebi na hora que não tinha entendido direito a pergunta. “—Merda, merda e mais merda!”
—Não era isso que eu quis perguntar. Eu tava falando se faz tempo que você tem essas necessidades.
Como resposta, só me atrevi a dar de ombros. E sem coragem de olhar na cara dela, senti que ela tava sorrindo de novo.
—Mas você é muito bonito, com certeza já tem umas minas de olho em você.
—Não vou negar, mas me dá muita vergonha, acho que não vou saber fazer direito.
—Meu Deus! Você não conversou sobre isso com seus pais?
—Não. Também me dá vergonha.
—Juanito! É falta de educação não olhar na cara de quem tá falando com você.
—É que…!
—Também não entendo por que você tem tanto medo, agora com internet vocês têm muitos filmes e histórias. À mão, muita informação. Com certeza você tá por dentro do assunto.
Já olhando na cara dela. —Pô, teoria não falta, mas…
—Vamos ver! Você é bonitinho, inteligente e muito simpático. Tem que levar em conta que o não você já tem, então vai com tudo e busca o sim.
—E se eu não fizer direito e se eu passar vergonha.
—Bobagem, ninguém nasce sabendo. Você já sabe o que fazer pra satisfazer uma garota, então vai em frente.
—Já!
Ela parecia esperar algo mais, mas vendo que eu me fechava. Ficou em silêncio. Mexeu no controle e na TV. Desistiu e, se levantando.
—Vou pegar uma Booty. Quer outra?
—Vale. — Merda de novo, devia ter dito que não, que voltava outro dia. Levantei e fui atrás dela pra falar.
—Dona Julia. Desculpa, não queria incomodar mais, melhor eu ir e voltar outro dia quando o Pedro mandar.
—Não, bobo, não me incomoda, me espera na sala que você me deixou curiosa.
Voltei e ocupei o mesmo lugar de antes, pensando em que diabos era o que tinha deixado ela intrigada, com certeza o motivo da minha ereção, queria saber se era ela a razão. Melhor não pensar, o mais provável era que eu estivesse errado, com a cabeça mais bagunçada do que se eu tivesse servindo de saco de pancadas, não tinha dúvida que se eu usasse seria pra pior. Tive sorte e ela não demorou a aparecer com os dois copos.
Me pareceu que os quadris dela se mexiam também de um jeito diferente. O roupão não muito apropriado pra estar com o filho de uma amiga, seus movimentos de gata, exalando sensualidade pra caralho, a conversa pra onde ela tinha me levado. “—Muitas coincidências, né Juanito?”
“—Não vai cair a fruta. Minha nossa, que que essa tia quer, hein! Boa! Porra, porra, porra! E agora, o que eu faço…”
—Juanito! Tá me ouvindo?
—Hã? Sim, sim… — ela sorria. — não, tava distraído. — e devolvi o sorriso. —Desculpa. O que cê tava dizendo?
—Deixa pra lá.
Ficamos em silêncio de novo, logo ela começou a rir e as palavras dela soaram na minha cabeça como um tiro. “—Terra Me engole."
—Me explica essa história de amamentar a Martita. — Essas foram as palavras que me deixaram atordoado por um instante.
"—Juanito — me disse o diabinho que todos carregamos dentro, —muita coincidência tanta coisa. Ela já te disse, pega o touro pelos chifres."
"—Tá bom! Vou ser sincero se é isso que você quer. — A expressão dela mostrou que ia prestar toda atenção na minha explicação, e os olhos dela diziam que esperava algo muito especial. — Olha, dona Julia, aquele peito seu, quando você tirou pra amamentar a pequena, me deixou, não sei como dizer, me deixou besta. Claro que era o primeiro que via ao vivo... mas achei tão lindo, parecia que tinha que ser tão cheio, tão túrgido... E aquele mamilo tão durinho! Não sei como explicar, fiquei... apaixonado pelo seu peito, isso sim, achei fascinante."
Julia tinha ficado chocada com minha descrição e mexia as mãos, abrindo-as sem saber o que dizer.
—Achei que você ia gostar que eu fosse sincero, e foi o que fiz. E vou te falar mais: desde aquele dia, não passa um dia sem eu pensar nele.
Os olhos dela agora pareciam que iam pular pra cima de mim.
—Esperava muitas respostas, mas não uma tão eloquente assim.
—Desculpa!
—Não, não, a culpa é minha. Eu queria saber e você me agradou. Minha mãe me dizia: (Se não tem certeza se quer saber a resposta, não pergunte.)
Ficamos os dois em silêncio de novo.
Dessa vez era ela quem mantinha o queixo baixo.
Meu diabinho começou a falar comigo, mas eu não entendia o que ele dizia. Eram muitas vozes pra conseguir prestar atenção em todas: meu diabo, meu anjo, minha mãe (não podia faltar), meu pai (sorrindo), Pedro (não queria ver a cara dele), até a porteira parece que apareceu na festa.
Ela levantou o olhar pra mim e vi que estava cheio de vida e safadeza.
"—Foda-se tudo! — Ela esticou as mãos e pegou as minhas. — Vem aqui pra perto de mim."
Ela me olhou nos olhos, com certeza por uns segundos, mas pareceram horas.
"—buceta buceta buceta, isso é sério, que porra... O que eu faço agora?
Ela resolveu num instante.
—Vamos começar pelo começo, como toda boa história.
Ela aproximou a boca da minha e começou a beijar meus lábios.
“—buceta buceta porra.”
Eu deixava ela fazer, e caramba, que gosto doce ela tinha, e aquele aroma que vinha dela toda… Me sentia, sei lá onde, mas muito bem.
“—Porra, mas tenho que fazer alguma coisa!”
Com meus braços, apertei ela mais contra mim e comecei a beijar ela também. Beijava e beijava, e ela me beijava de volta. Só pedia que nunca acabasse.
Não sei quanto tempo passou, mas ela se afastou uns centímetros, me disse pra ir mais devagar e não apertar tanto, que ela não ia fugir. Retomou o beijo e nossas respirações ficavam cada vez mais ofegantes, nossas mãos começaram a explorar o corpo que estava ao lado.
Eu não ousava ir além das costas dela e fiquei por ali, ela acariciou também meu peito e usou as unhas, que pareciam garras de fogo me acendendo como nunca na vida, porra, nem nos meus primeiros vídeos eu tinha chegado naquele estado.
Ela também brincou com minhas coxas.
Se afastou de novo e, sem dizer nada, tirou os braços das mangas do roupão, deixando-o cair.
“—buceta buceta buceta, preto e com renda. Minha nossa!”
—Você está linda! — escapei. —Eu sinto…
—Obrigada — ela me interrompeu. —São seu prêmio. Não desejou tanto por eles?
Pega eles! Não estão cheios como antes, mas espero que goste. — Ela os pegou, cada um com a mão correspondente, levantando-os um pouco e aproximando os mamilos dos meus lábios. —Pega, são seus agora!
Já não tem muito mais o que explicar… que vocês não imaginem.
Júlia já não estava nos melhores momentos dela, mas estava imponente pra mim, transbordava sensualidade e transava como se estivesse condenada e aquele fosse seu último desejo.
Caramba, que tarde ela me fez passar!
Depois de me fazer aproveitar os peitos dela em todo esplendor, com lábios, com minhas mãos, com meus dedos e até com minhas bochechas me aninhando neles como um bebê desamparado. Depois ela me aliviou, chupando minha vara entre os lábios dela e me fazendo chegar no auge que qualquer um pode desejar.
Caralho! Ela começou bem devagar, os lábios dela percorreram todo o meu pau, depositando centenas de beijos e pequenas carícias com a língua.
Chegou na minha cabecinha e, depois de enfiar na boca dela, tirou e voltou a atacar, repetindo a operação umas quantas vezes. Lá dentro estava molhado e quentinho, e a língua dela não parava de brincar, mesmo com ela cheia de mim.
Eu soltava gemidos de prazer e, quando olhava pra baixo, via os olhos dela sorrindo, como quem curte pra caralho o serviço que tava fazendo.
Deus, que loucura, era impossível segurar o final. Eu tentava, mas ficava insuportável.
E ela curtia pra valer, sentindo meu aperto, e não me dava trégua.
Ela tirou a boca, se levantou pra dar um beijo na minha boca.
— Se prepara, meu menino!
“— Me preparar? Porra, agora vem!”
Ela voltou pro serviço com meu pau. Agarrou ele com as duas mãos, lambeu toda a minha cabecinha, levantou o olhar safado e eu me caguei.
Aí, com a língua bem molhada, começou a lamber meu freio, suave e devagar, mas sem parar. Em poucos segundos, as sensações começaram a multiplicar exponencialmente e, em só mais três ou quatro, meus gemidos viraram gritos abafados, com medo de alertar os vizinhos. Me agarrei nos cabelos dela e, sem conseguir evitar, enfiei a pica até a campainha, gozando igual um possesso.
Ela se afastou feliz e sorrindo, eu desabei exausto no sofá. Ela voltou a beijar, lamber e chupar os restos da minha gozada, se abraçando nas minhas costas. Eu me sentia o homem mais feliz do mundo e o mais acabado.
Não demorei muito, então curti pouco, muito intensamente, mas menos do que queria. Mas não importou, porque meu brinquedo nem percebeu e manteve a ereção, cobrindo em parte minha falta de controle sobre ele.
Começou a chover e os trovões caíram que nem bombas. Julia se arrepiou toda. Me olhou com uns olhos safados e alegres que me fizeram pressentir que algo grande ia rolar.
Ela se levantou, “—Caralho, que corpaço! Meu primeiro corpaço. Ahhhh! Biiiiito! — Gritava pra dentro enquanto ela ia até a janela, rebolando a cintura num ritmo extremamente sensual.”
Depois de fechar a janela na volta, pegou o telefone na mesinha e levou o dedo indicador aos lábios, mandando eu ficar quieto.
Eu estranhei. Mas não deu tempo nem de pensar.
—Carmen? —
“—A mãe que a pariu, ligou pra minha mãe. Filha da puuuuuta!
—Oi, querido. O Juanito tá aqui comigo, a gente tava vendo TV.
“—Que porra ela tá fazendo?
—É que o Pedro e a Martita vão dormir hoje na casa da irmã dela.
……
—Então, é o seguinte… Não ri, que os trovões me dão pânico.
“—Isso não tá com cara de coisa boa.”
—Não ri, mulher! Queria te pedir um favor, sozinha com essa tempestade vou passar muito mal, você se importaria se o Juanito dormir aqui em casa, no quarto do Pedro? É do lado do meu e acho que assim vou sofrer menos.
“—Porra porra porra. Cadê meu anjinho agora? Mando ele pra merda se abrir a boca.”
—Não falei nada antes de perguntar pra você. Talvez eu coloque ele numa saia justa.
“—Que safada! Tem que admitir que ela se vira bem.”
—Ele tá no banheiro, quando sair eu falo.
“—Não tem vergonha na cara.”
—Pra caso ele aceite, o que ele gosta de comer no jantar?
“—Nossa, ela pensa em tudo.”
—Tá bom! Olha, ele já chegou, vou passar.
—Juanito, a Julia…
—Já ouvi, mãe, vocês usam o telefone por educação, porque com os berros que vocês dão nem precisam.
—Faz esse favor pra ela, coitada! Te compenso.
“—Essa é boa.” —Pode contar comigo, mãe. Tá certo, sem problema e com todo prazer em fazer companhia pra… dona Julia. — Quase meti os pés pelas mãos e falei “dona”.
—Valeu, meu filho, te devo uma.
—Sim, mãe, também te amo. Quer falar com ela?
Entreguei o telefone pra dona dele. e fui pro banheiro, dessa vez de verdade, a vontade de mijar tinha ficado evidente.
Quando voltei, ela se jogou nos meus braços.
—A noite inteira só pra nós dois.
—Safada!
—Porrrrr quê? — Respondeu, toda gata e provocante.
—Você já sabia que o Pedro não vinha hoje.
—Essas suas ereções quando você vinha ver meu namorado também não passaram despercebidas pra mim. Também me tiravam o sono. Vem, que a gente precisa continuar treinando e ainda falta um tempinho pra janta.
Meu anjinho disse: —Você mentiu pra mamãe.
Meu diabinho mandou ele pra puta que pariu, junto com meu pai e a porteira. Minha mãe e o Pedro, se estivessem aqui, mandavam eu ir também.
"—Se no céu não tem sexo, quero ir pro inferno! Goste ou não, seu anjo chato. Se você tivesse um pau e tivesse comido aqueles peitos... bom, também é verdade, aí você teria chifres e seria um diabinho. É o que tem."
Bom, tá ficando tarde e amanhã é dia de escola.Espero que vocês gostem, não esqueçam de comentar.
1 comentários - Julia, a amiga gostosa da mamãe