Algo especial com minha cunhada 4

Fala aí, galera, sou novo aqui nesse fórum. Já li umas histórias meio fantasiosas e outras que fazem a imaginação voar, mas são bem reais em muitos pontos. Esse relato já postei em outro lugar, então espero que vocês gostem e possam compartilhar a opinião de vocês, que é sempre bom — já vi vários pontos de vista, que é o que eu espero.

Vou contar pra vocês: já escrevi outras histórias com uma das minhas cunhadas, mas dessa vez vou falar do que rolou com a minha outra sister-in-law.

Ela é uma mina de 23 anos, cheinha mas bem gostosa, cara bonita, perna boa, rabão e, principalmente, o que mais me chama atenção são os peitos enormes e suculentos dela, dos quais tenho boas lembranças. Mesmo não tendo um corpo de modelo nem sendo magra, sempre me atraiu, me excita, me faz ter sonhos quentes, e ainda mais quando faz coisas tipo me olhar escondido sem minha esposa perceber, sendo tão na cara. Mas quase sempre pego ela nessa e ela fica nervosa. Já eu sou mais sem vergonha, principalmente quando ela usa blusas que destacam esses peitões, não perco chance de gravar tudo com uma câmera escondida que tenho numa caneta. Muitas noites, quando dormia na casa dos meus sogros, aproveitava e entrava no quarto dela — fácil, já que a porta não tem tranca — e apalpava ela à vontade, a ponto de quase tirar os peitos pra fora várias vezes, e consegui beijá-los, claro, sempre tomando cuidado pra não ser pego, o que nem sempre rolou: em três ocasiões ela me flagrou com as mãos tirando as tetas dela, mas não falou nada nem reclamou. Mesmo assim, somos muito próximos.

Bom, umas semanas atrás ela veio nos visitar por alguns dias. E, como comentei nas minhas histórias anteriores, minha cunhada também dorme com a gente na mesma cama. Meus sonhos loucos com ela são quentes pra caralho, tipo poder tirar e ver esses peitos tão generosos. peitos e torná-la minha tirando sua virgindade, pois é o que mais passa pela minha mente imunda. Sempre buscando a oportunidade de abrir a blusa dela à noite ou pelo menos apalpar tanto a bunda quanto os peitos dela, como já contei antes quando durmo na casa dela. Mas essas noites foram incríveis mesmo, porque aproveitando o sono profundo dela e a escuridão, deitados quase colados, minha ansiedade por fazer o que faço com minha outra cunhada fazia meu corpo não aguentar mais a tentação de ter ao meu lado um tesão desses. Minha esposa ofereceu uma cápsula natural pra ela dormir tranquila, então não demoramos nada pra deitar, porque minha esposa também tava muito cansada, o que ajudou nas minhas intenções sujas. Sem muito alarde, minha esposa pediu pra dormir no meio, o que me fez dar um sorrisinho, e não perdi tempo em me acomodar entre as duas. Minha cunhada parecia que a cápsula já tava fazendo efeito, mas eu ficava puxando papo pra deixar o sono dela ainda mais pesado, porque minha esposa apagou de vez. Não passou nem uma hora e minha cunhada já tava completamente dormindo, e deixei passar um tempinho pra começar minha safadeza.

Meus nervos estavam a mil, minha ansiedade incontrolável e meu pau mais duro que estaca, encostado nas costas da minha cunhada. Quanto mais eu olhava pra ela, mais me dava vontade, porque dava pra ver as costas delicadas dela e a bunda enorme se destacando. Não foi difícil abraçar ela e sentir aquela sensação de estar fazendo o proibido, o negado, quase um estupro mas sem chegar a tanto. Quando abracei ela de conchinha, senti meu pau roçando entre a bunda gostosa e suculenta dela, e ela não se mexia nada. Entre uns movimentos, eu abraçava ela na altura da cintura com movimentos suaves mas firmes, sem perder a noção de que podia acordar ela. Não perdia a chance de subir meu braço por baixo dos peitos dela, enquanto dava umas apertadas fortes no meu pau contra a bunda dela. Caralho, era inacreditável o que eu tava sentindo. O medo de ser descoberto pela minha esposa ou de acordar minha cunhada só deixava esse momento mais loucamente excitante. Isso durou uns trinta minutos, parecia que ela não reagia a nada, mas de repente ela virou o corpo de barriga pra cima. Na posição de conchinha que eu tava, ela levantou a perna direita por cima das minhas, não sem antes dar uns leves toques com o pé — e não sei se foi pra eu me ajeitar melhor ou pra eu sair, mas não me mexi. Só deixei ela se acomodar, e ela fez isso: deixou a perna esquerda na mesma posição que a minha e a direita em cima da minha cintura. Resumindo, de pernas abertas. Vocês já devem imaginar que a posição era mais que ideal pros meus planos.

Deixei passar uns minutos e continuei com minha tarefa. Aos poucos, comecei a acariciar a perna dela, do joelho até a virilha. Era tão gostosa, porque o pijama dela era bem fininho, e eu aproveitava pra dar uns apertões leves na virilha. Mas tinha medo de chegar até a buceta dela, porque se eu fizesse isso e ela acordasse, seria minha sentença de morte. Me segurei e comecei a abraçar ela de novo, mas agora indo até os peitos dela, que eu acariciava bem devagar no começo. Mas conforme percebi que ela não acordava, comecei a apertar, sentindo aqueles montes enormes de carne que, por causa da posição e do tamanho, chegavam quase na altura do rosto dela, quase escapando do sutiã. Ela, de vez em quando, soltava uns gemidos, se mexia, mas não acordava até aquele momento. Foi quando decidi, depois disso e com a tesão já mais no meu pau do que na minha cabeça, ir direto pra buceta dela. Mas... minha mão não conseguiu chegar no alvo. Ela tava no período, e a toalha não me deixou fazer mais nada além de imaginar como seria tocar aquele lugar tão gostoso e virgem.

Isso não me desanimou. Então, dirigi meu trabalho pra cintura dela e, principalmente, pros peitos. Não percebi que, com os movimentos dela, a blusa subiu — não fui eu que puxei, deixo claro — até ficar por debaixo das montanhas dela. A pele dela, apesar de ser cheinha, é muito macia, aveludada e muito excitante. Eu quis me arriscar a terminar de levantar a blusa dela, mas naquele momento, com meu braço por baixo dos peitos dela e a blusa no mesmo lugar, notei que ela acordou e, com o olho esquerdo meio aberto, pude ver que ela olhou para as pernas dela naquela posição tão gostosa em que eu a tinha e percebeu que a blusa estava levantada e meu braço quase tocando os peitos dela. Ela virou a cabeça na minha direção. Fiquei parado esperando a reação dela, mas pra minha surpresa, ela não fez nada. Sentiu e viu como eu a tinha e não fez nada, só olhou e se ajeitou de novo pra dormir. Minha excitação subiu tanto que quase gozei na hora. Minha cunhada só virou um pouco o corpo de lado, e eu aproveitei pra encostar completamente nela sem parar de abraçá-la. Meu rosto ficou na altura do pescoço dela, era tão gostoso que eu esqueci completamente que minha esposa estava atrás de mim.

Naquela manhã, lembrei o que era acordar com a cueca toda melada de gozar com sonhos molhados, mas esse não foi um sonho. Acho que, depois do que é transar, isso foi a coisa mais excitante e louca. Meu sonho tinha que se realizar e, entre cochilos e despertadas, a mão que passei na minha cunhada naquela noite ninguém tira. Quando acordei, estava em outra posição que não me entregava da minha noite de safadeza.

O que ela pensou disso? Não sei. Confusa, assustada ou aproveitando que eu estava "dormindo"? Não sei, porque naquela mesma noite dormimos do mesmo jeito de novo. Dessa vez ela não tomou nenhum comprimido. Não quis levantar suspeitas, além de que, como eu não tinha dormido na noite anterior, não aguentaria ficar acordado na hora H. O bom foi que lá pelas 6 da manhã acordei e, sem problema nenhum, aproveitei pra abraçá-la de conchinha de novo e dar uns belos amassos naquela bunda gostosa. Passei a mão de novo da cintura dela até debaixo dos peitos e fiquei tarado igual um moleque de 15 anos. Já fazia quase uma hora e o dia começava a clarear, dava pra ver perfeitamente o corpo dela e as costas. Enquanto eu tava nessa, observando qualquer movimento dela, notei que ela se mexeu um pouco, virou a cabeça pra tentar me olhar e ao mesmo tempo, com a mão direita, tirou meu braço do corpo dela. Eu só deixei a situação rolar, a posição da cama, mas não demorei nada pra abraçar ela de novo, meu braço por cima do dela, mas com a mistura de nervosismo e excitação, quis saber o que ela faria. Ela não se mexeu. Deixei passar um tempo pra ver a reação dela, mas antes movi meu braço um pouco mais pra cima. Ela tirou o braço debaixo do meu, coçou o rosto e colocou ele de novo, agora por cima do meu e do corpo dela. Entre me "mexer", eu abraçava ela com força, mas ela não fazia nada, só ficava parada. Eu me mexia de novo e passava meu braço pela cintura dela, e puta que pariu, que gostoso é ficar colado nela nessa posição. Num outro movimento, subi meu braço na altura dos peitos dela, mas com medo de que ela reagisse violentamente. Não fez nada. Deixou meu braço e minha mão tocarem os peitos dela, mas eu não peguei em nenhum, me arrependo de não ter feito isso. Nessa posição, com meu braço quase pegando nas tetas dela e ela acordada, sabendo que eu tava tocando ela, não fez absolutamente nada. Só deixou rolar, como se eu tivesse dormindo ou não. Não sei se ela pensou nisso, mas nas noites seguintes, minha esposa falava pra eu dormir na beirada, e minha cunhada, ao me ver naquele lugar, perguntava se eu tava confortável naquela posição, até que minha esposa pedia pra eu dormir no meio das duas. Só aí notei que minha cunhada gostava daquela situação. Quero acreditar que ela percebeu como eu fiquei com ela na primeira noite e na manhã seguinte, pelo visto não incomodou e, pelo contrário, ela gosta de sentir que eu abraço ela de noite. Ela não voltou ainda, porque por questões de família não conseguiu sair pra nos visitar, mas assim que voltar e eu tiver outra chance de mimar minha cunhada, vou contar pra vocês de novo.

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