Bom, galera, isso que vou contar foi algo que nunca pensei que fosse acontecer. Vou relatar como transei com a mãe do meu amigo.
Ela se chama Alejandra, é loira de olhos verdes, com uns peitos lindos (sempre via ela de biquíni no verão) e uma bunda muito gostosa.
Tudo começou quando ela me pediu pra dar uma olhada no PC dela, como sempre, normal, fui lá e arrumei. Não vou contar o que era porque não tem importância. Enquanto tava na casa dela, ela me perguntava sobre o trampo que eu fazia como segurança em baladas, o típico que ela sempre perguntava. Como a gente se conhece há anos, temos uma confiança pra perguntar qualquer coisa.
Ale: E como são as gatinhas no trampo?
Eu: Normal, como em qualquer outro lugar, mas as gatinhas se produzem pra se divertir, falei.
Ale: Ah, e você curte isso?
Eu: Não, não fico reparando, só foco no meu trampo.
Ale: Hahaha, tenho certeza que você não olha pra bunda e pros peitos delas.
Eu: Sim, Ale, óbvio, mas eu olho pras mulheres mais velhas (jogando um verde).
Ale: Ah é? E como você gosta?
Eu: Quem?
Ale: As mais velhas, bobão.
Eu: Mmmm, tipo você? Hahahaha, ri meio nervoso.
Ale: Mas se eu sou uma coroa, olha só você, hein? Certeza que na balada as novinhas se jogam pra você.
Eu: Não, nem lá, eu fico em outro lugar, não na porta. Além disso, a gente vive andando de um lado pro outro, não dá pra ficar olhando pras mulheres igual os outros.
Continuamos nessa brincadeira de flerte, até que ela fala: Vou tomar banho! Beleza, então vou embora, falei! Não, não, fica aqui, pode me instalar a impressora? Claro, falei. Beleza, passa o tempo, ela toma banho e eu instalo a impressora.
Imagina, depois da conversa que a gente teve, fiquei muito excitado. E aí vejo ela saindo de toalha direto pro quarto dela. Nunca tinha espionado ela nem nada do tipo, mas com a tesão que tava, minha mente ficou nublada e fui direto, sem fazer barulho, devagar, até o quarto dela. Olhei pelo buraco da fechadura e vi ela curvada. Procurando alguma coisa no armário, minha cara de choque foi quando ela tirou um vibrador e se deitou na cama, começou a esfregar ele na buceta e pelo corpo todo, apertava os peitos, apertava os lençóis, eu olhando tipo surpreso, não acreditava no espetáculo que tava vendo, minha respiração acelerava, eu ficava mais excitado, tava com a pica que ia explodir, enquanto via ela se contorcendo sozinha de prazer, queria bater uma com ela, mas me segurei, fui pra sala de jantar e falei meio nervoso,
Eu: Ale, já terminei,
Ale: Beleza, vou aí te pagar,
Eu: Beleza, então.
Ela sai com uma camisola e fala: toma aqui, obrigada,
Eu: Valeu, Ale.
Ale: O que foi, cê tá bem? Aconteceu alguma coisa?
Eu: Hmmm, é que Ale, cê não vai ficar brava se eu falar uma parada?
Ale: Não, claro que não, fala aí, neguinho, o que foi.
Eu: Lembra da conversa que a gente teve?
Ale: Sim, o que foi?
Eu: Então, fiquei meio tarado e quando você saiu do banheiro, fui te espiar pelo buraco da fechadura e vi você batendo uma, e verdade, fiquei ainda mais excitado.
Ale: (surpresa) Por que você fez isso? Por quê?
Eu: Ale, não fica brava, fiz porque olha como você me deixa?
Levantei e mostrei como tava duro, a pica tava explodindo dentro da calça.
Ale: (meio nervosa) Isso é errado, você é novo e eu sou mais velha que você, entende isso?
Eu: Ale, olha, você me contou que seu marido não te come há um tempão e por isso você faz isso?
Ale: Sim, é verdade (envergonhada), mas por isso tenho que apelar pra masturbação.
Eu: Mas você tem a mim, Ale, sabia a vontade que eu tenho de você?
Ale: Sério? Ainda esquento os homens?
Eu: Sim, olha pra mim como eu tô.
Levantei ela da cadeira, abracei, grudei ela no meu corpo, a gente se beijou que nem loucos, tirei a camisola, ela não tava de calcinha nem sutiã, sentei ela na mesa, deitei ela e comecei a chupar os peitos igual um doido, mordia os bicos, enquanto enfiava a mão na buceta dela
Ale: Ahhhhammm, sim, gostoso, me come, mmmm aaaa, me dá mais, bebê, aaaaa.
Eram os gritos dela, a gente não tinha muito tempo. porque a filha dela ia voltar da escola, mas beleza, continuei chupando a buceta dela enfiando minha língua bem fundo, enquanto ouvia os gritos dela e os arranhões que tinha nas minhas costas de tanto prazer que ela sentia.
ale: para bebê, para, deixa eu ver sua pijinha, me dá pijinha bebê (ela tira minha calça junto com a cueca e deixa meu pau pendurado, que não aguentava mais, tava explodindo) mmmm gostoso, você depila? mmm que pijinha limpinha, gostosa mmmm.
ela continuou chupando por um tempo enquanto eu gemia de prazer, o telefone toca, era a filha dela dizendo que já tinha saído da escola e que ia pegar o ônibus.
ale: bebê, me dá pijinha na minha buceta, vai, me dá,
eu: isso, toma, putinha mmmm
Ela se abre em cima da mesa se esticando e eu por trás comendo ela com força, enquanto ela falava vai, vai, mmmmm aaaaaaa mmm me come inteira, eu falava toma, putinha mmm, enquanto comia ela dava tapas na bunda e ela gostava, pedia gritando mais, mais, até que eu falei vou gozar, vou gozar!! e ela se abaixa e fala goza nos meus peitos mmmm, eu falo abre a boquinha gulosa, abre, derramo toda a porra na boca dela e passo o pau na cara toda dela, mmmm cara, ela fala que gostoso, mmmmm mas olha, isso não vai ficar assim, a gente vai continuar.
Depois ela foi no banheiro tomar banho e eu saí de casa bem na hora que vi a filha descendo do ônibus, ela passou e me cumprimentou, e aí fui direto pra minha casa. ISSO GALERA, O QUE ACONTECEU COMIGO EU RESUMI, OMITINDO COISAS PRA NÃO FICAR TÃO LONGO.
Claro que vou continuar contando como vai meu caso secreto com a ale, a mãe do meu amigo.
Ela se chama Alejandra, é loira de olhos verdes, com uns peitos lindos (sempre via ela de biquíni no verão) e uma bunda muito gostosa.
Tudo começou quando ela me pediu pra dar uma olhada no PC dela, como sempre, normal, fui lá e arrumei. Não vou contar o que era porque não tem importância. Enquanto tava na casa dela, ela me perguntava sobre o trampo que eu fazia como segurança em baladas, o típico que ela sempre perguntava. Como a gente se conhece há anos, temos uma confiança pra perguntar qualquer coisa.
Ale: E como são as gatinhas no trampo?
Eu: Normal, como em qualquer outro lugar, mas as gatinhas se produzem pra se divertir, falei.
Ale: Ah, e você curte isso?
Eu: Não, não fico reparando, só foco no meu trampo.
Ale: Hahaha, tenho certeza que você não olha pra bunda e pros peitos delas.
Eu: Sim, Ale, óbvio, mas eu olho pras mulheres mais velhas (jogando um verde).
Ale: Ah é? E como você gosta?
Eu: Quem?
Ale: As mais velhas, bobão.
Eu: Mmmm, tipo você? Hahahaha, ri meio nervoso.
Ale: Mas se eu sou uma coroa, olha só você, hein? Certeza que na balada as novinhas se jogam pra você.
Eu: Não, nem lá, eu fico em outro lugar, não na porta. Além disso, a gente vive andando de um lado pro outro, não dá pra ficar olhando pras mulheres igual os outros.
Continuamos nessa brincadeira de flerte, até que ela fala: Vou tomar banho! Beleza, então vou embora, falei! Não, não, fica aqui, pode me instalar a impressora? Claro, falei. Beleza, passa o tempo, ela toma banho e eu instalo a impressora.
Imagina, depois da conversa que a gente teve, fiquei muito excitado. E aí vejo ela saindo de toalha direto pro quarto dela. Nunca tinha espionado ela nem nada do tipo, mas com a tesão que tava, minha mente ficou nublada e fui direto, sem fazer barulho, devagar, até o quarto dela. Olhei pelo buraco da fechadura e vi ela curvada. Procurando alguma coisa no armário, minha cara de choque foi quando ela tirou um vibrador e se deitou na cama, começou a esfregar ele na buceta e pelo corpo todo, apertava os peitos, apertava os lençóis, eu olhando tipo surpreso, não acreditava no espetáculo que tava vendo, minha respiração acelerava, eu ficava mais excitado, tava com a pica que ia explodir, enquanto via ela se contorcendo sozinha de prazer, queria bater uma com ela, mas me segurei, fui pra sala de jantar e falei meio nervoso,
Eu: Ale, já terminei,
Ale: Beleza, vou aí te pagar,
Eu: Beleza, então.
Ela sai com uma camisola e fala: toma aqui, obrigada,
Eu: Valeu, Ale.
Ale: O que foi, cê tá bem? Aconteceu alguma coisa?
Eu: Hmmm, é que Ale, cê não vai ficar brava se eu falar uma parada?
Ale: Não, claro que não, fala aí, neguinho, o que foi.
Eu: Lembra da conversa que a gente teve?
Ale: Sim, o que foi?
Eu: Então, fiquei meio tarado e quando você saiu do banheiro, fui te espiar pelo buraco da fechadura e vi você batendo uma, e verdade, fiquei ainda mais excitado.
Ale: (surpresa) Por que você fez isso? Por quê?
Eu: Ale, não fica brava, fiz porque olha como você me deixa?
Levantei e mostrei como tava duro, a pica tava explodindo dentro da calça.
Ale: (meio nervosa) Isso é errado, você é novo e eu sou mais velha que você, entende isso?
Eu: Ale, olha, você me contou que seu marido não te come há um tempão e por isso você faz isso?
Ale: Sim, é verdade (envergonhada), mas por isso tenho que apelar pra masturbação.
Eu: Mas você tem a mim, Ale, sabia a vontade que eu tenho de você?
Ale: Sério? Ainda esquento os homens?
Eu: Sim, olha pra mim como eu tô.
Levantei ela da cadeira, abracei, grudei ela no meu corpo, a gente se beijou que nem loucos, tirei a camisola, ela não tava de calcinha nem sutiã, sentei ela na mesa, deitei ela e comecei a chupar os peitos igual um doido, mordia os bicos, enquanto enfiava a mão na buceta dela
Ale: Ahhhhammm, sim, gostoso, me come, mmmm aaaa, me dá mais, bebê, aaaaa.
Eram os gritos dela, a gente não tinha muito tempo. porque a filha dela ia voltar da escola, mas beleza, continuei chupando a buceta dela enfiando minha língua bem fundo, enquanto ouvia os gritos dela e os arranhões que tinha nas minhas costas de tanto prazer que ela sentia.
ale: para bebê, para, deixa eu ver sua pijinha, me dá pijinha bebê (ela tira minha calça junto com a cueca e deixa meu pau pendurado, que não aguentava mais, tava explodindo) mmmm gostoso, você depila? mmm que pijinha limpinha, gostosa mmmm.
ela continuou chupando por um tempo enquanto eu gemia de prazer, o telefone toca, era a filha dela dizendo que já tinha saído da escola e que ia pegar o ônibus.
ale: bebê, me dá pijinha na minha buceta, vai, me dá,
eu: isso, toma, putinha mmmm
Ela se abre em cima da mesa se esticando e eu por trás comendo ela com força, enquanto ela falava vai, vai, mmmmm aaaaaaa mmm me come inteira, eu falava toma, putinha mmm, enquanto comia ela dava tapas na bunda e ela gostava, pedia gritando mais, mais, até que eu falei vou gozar, vou gozar!! e ela se abaixa e fala goza nos meus peitos mmmm, eu falo abre a boquinha gulosa, abre, derramo toda a porra na boca dela e passo o pau na cara toda dela, mmmm cara, ela fala que gostoso, mmmmm mas olha, isso não vai ficar assim, a gente vai continuar.
Depois ela foi no banheiro tomar banho e eu saí de casa bem na hora que vi a filha descendo do ônibus, ela passou e me cumprimentou, e aí fui direto pra minha casa. ISSO GALERA, O QUE ACONTECEU COMIGO EU RESUMI, OMITINDO COISAS PRA NÃO FICAR TÃO LONGO.
Claro que vou continuar contando como vai meu caso secreto com a ale, a mãe do meu amigo.
10 comentários - A mãe gostosa do meu amigo
Abrazo y suerte!!
Lindo!!!