No trem, voltando pra casa... Dia 2

Só um dia tinha passado desde a nossa experiência no trem, eu não parava de pensar na situação e no quão excitante tinha sido, mal podia esperar para terminar o trabalho, chegar em casa e dar uma boa fodida na Vale. Faltando umas duas horinhas para acabar o expediente, recebo uma mensagem no celular, era a Vale: "amor, quer que eu vá te buscar no trabalho?? talvez na volta a gente esbarre nos caras de novo, quer??"... super excitado, consegui responder um simmmmm eterno, ela respondeu na hora: "ok, daqui a pouco tô saindo, tá frio, mas mesmo assim vou de saia, beijos meu amor". Essa mensagem me deu uma ereção muito difícil de baixar, já imaginava o que podia acontecer naquele vagão.

Chegou a hora, saí do trabalho, e na porta estava a Vale me esperando, "Oi meu amor, que linda você está", ela estava com uns saltos, uma saia e em cima tinha um moletom e um casaco, os lábios estavam pintados, estava linda, uma mulherão mesmo. Nos apressamos para chegar na Constituição porque já estava bem escuro. Chegamos e pegamos o trem mais ou menos na mesma hora do dia anterior, faltavam 5 minutos para partir, e esses caras não apareciam. Andamos por alguns vagões e nada, até que logo antes do trem partir, entram os dois caras com mais dois marmanjos, nós estávamos no mesmo lugar que no dia anterior, aí vemos que um dos caras percebe nossa presença, avisa o outro e logo vêm para o fundo sem dizer nada. O vagão estava bem cheio, mas no fundo tinha pouca gente, acho que, por medo, esses caras não tinham cara de bonzinhos.

Passou um tempinho, e ouvimos um dos caras dizer "essa é a putinha que contamos que deixou a gente maluco ontem, tá gostosa pra caralho, viram?", os caras pareciam se lambuzar olhando para ela, aí a Vale tirou o casaco e pediu para eu segurar, a saia mal cobria a bunda dela, dava para ver na pele que ela estava com muito frio, mas a... A calentura podia mais nela, pude perceber que um dos caras foi se aproximando, era o mais dotado dos dois com quem ela tinha brincado no dia anterior segundo ela, ficou do lado dela e começou a falar, "que linda você está hoje, ficou com vontade de sentir??" sussurrou no ouvido dela, ela olhou fixamente, e deu as costas, se entregando completamente para que ele pudesse fazer o que quisesse, o cara começou a esfregar nela bem forte, enquanto agarrava sua cintura, dava pra ver como pouco a pouco as mãos do cara subiam por dentro do pulôver, até agarrar seus peitos, via a silhueta da roupa se movendo e apertando, os outros três observavam a situação fixamente, com as mãos dentro das calças. Ele a apoiava e apertava seus peitos com muita força, dava pra ver no rosto da Vale o prazer que ela sentia com a situação, nisso as mãos do cara desceram até as coxas da minha namorada e ele levantou sua saia, pude ver que a Vale usava uma calcinha fio dental minúscula, branca e muito sensual, o cara apalpou toda a sua bunda como se nunca tivesse tocado uma, apertava com muita força, nesse momento ele aproveitou para abaixar a calça e começar a esfregar nela e sentir a carne da Vale em seu pau, era bem grande, e peludo, evidentemente o cara não era muito higiênico, tinha uma aparência quase de mendigo, mas isso deixava a Vale muito excitada, e consequentemente a mim. A Vale, que estava de frente para mim, me diz: "Você não imagina o pau que esse cara tem, está duríssimo". O cara cada vez metia com mais força, pude ver como com uma mão ele tentava enfiar seu pau na boceta da minha namorada, mas não conseguia, a Vale já estava muito excitada, mas não o ajudou, e o cara continuou esfregando seu pau sem conseguir meter, passou um tempinho do amasso e o cara disse que não aguentava mais, que estava quase gozando, a Vale se afastou dele, o virou e o abraçou por trás e começou a punhetá-lo com muita força, até que ele não aguentou mais e acabou, jogando todo o seu sêmen no chão do trem. Os outros 3 caras observavam fascinados e muito excitados, seus volumes eram visíveis nas calças. Os três foram se aproximando aos poucos da Vale, enquanto o primeiro se afastava para o lado, com um grande sorriso e cara de satisfação. Minha namorada, até esse momento, já tinha arrumado a saia e parecia ter encerrado a situação. Os três caras a cercaram e começaram a dizer que também queriam uma boa masturbação dela. Vale os provocou, dizendo que eles eram muito pequenos, que se afastassem. Um deles tentou agarrá-la pelo braço, mas Vale o afastou. Os caras imploravam, e isso minha namorada não gosta muito, mas aproveitou a situação para se divertir um pouco. Ela disse: "Vamos ver, mostrem como estão. Abaixem as calças". Mal tinha terminado a frase e os rapazes já tinham tirado seus pacotes. Um eu conhecia do dia anterior – era um pênis normal, tendendo a pequeno. O do meio também tinha normal, mas o da direita tinha uma rola de comprimento normal, porém a largura era descomunal, era bem impressionante. Vale olhou e disse: "Que larga você a tem! Será que sabe foder com essa rola?" O cara respondeu que sim! E que estava com muita vontade de comê-la. Vale ficou pensando um pouquinho e disse aos outros dois que se afastassem um pouco, que podiam se masturbar, mas ela não ia tocá-los. Vale me olhou, se aproximou, me deu um bom beijo e se agachou discretamente. Estávamos no fundo, ninguém podia nos ver. Ela pegou com uma mão a rola do cara, aproximou-a do rosto. O cheiro não parecia muito gostoso, sua expressão mostrava isso, mas aos poucos ela começou a passar a língua, para dar uma lubrificada, enquanto com a mão percorria ela. Aos poucos foi soltando saliva para começar movimentos tímidos na rola do cara, que já estava bem ereta. O comprimento era normal, mas a largura realmente surpreendia, quase não cabia na boca dela. Enquanto chupava a cabeça do pênis, ela o encarava fixamente. O cara agarrava sua cabeça enquanto tentava fazer a Vale... meteu um pouco mais o pau dele na boca. Os outros dois não paravam de se masturbar, muito excitados com a situação. Depois de ficar um tempinho assim, a Vale se levantou, levantou a saia, pegou a mão do cara e colocou dentro da sua calcinha para que ele brincasse um pouco com seu clitóris. O cara começou a esfregar com muita força, a Vale às vezes tremia de tão forte que o cara movia a mão, enquanto ela o masturbava suavemente, o cara aos poucos foi metendo um dedinho, dois dedinhos e até três, a Vale, com tudo isso, estava super excitada, muito molhada e mal conseguia conter os gemidos, o cara tentou se abaixar para chupá-la um pouco, mas a Vale não permitiu, no entanto, ela o agarrou com força, puxou ele para perto, abriu as pernas, e introduziu o pau do cara na sua buceta, o cara enlouquecido começou a bombar ela de pé com muita força, enquanto comia sua boca, o cara com as mãos apertava a bunda dela o máximo possível, enquanto bombava cada vez mais forte, os outros dois se masturbavam cada vez mais violentamente até que gozaram quase ao mesmo tempo, eu, com tudo isso, tinha aberto o zíper da calça, tinha tirado meu pau da cueca e estava me masturbando num ritmo tranquilo, estava muito duro, enquanto a Vale continuava transando com o cara e dizia “que pau gostoso você tem, bebê, você está me abrindo toda a buceta, pode fazer o que quiser comigo, cara, eu sou sua!”, o cara super excitado começou a bombar cada vez mais forte até que pude ver como pelas pernas da Vale escorria todo o sêmen de garanhão que ele tinha gozado com muita força, instantaneamente a Vale teve um orgasmo tremendo, que teve que conter já que tudo isso acontecia num volume muito baixo. O cara se afastou mas a Vale pegou o pau todo melado dele e esfregou na sua buceta, soltando as últimas gotinhas de sêmen, eu já estava quase gozando, a Vale sabia, dava para perceber no ritmo em que eu me masturbava, ela afastou o macho dela, e me pediu para me aproximar, “Você também goza dentro de mim, amor” ela me disse com uma carinha de puta impressionante, pegou meu pau e enfiou lá na buceta, pude sentir toda a porra no meu pau, que deslizava loucamente dentro da buceta gozada da minha namorada. Foram uns poucos movimentos até que consegui acabar com ela. Os caras se aproximaram da porta, e assim que chegamos na estação eles desceram. Eu fiquei dentro da Vale um tempinho enquanto transávamos, depois me afastei, subi o zíper, Vale ajeitou as roupas e voltamos pra casa como se nada tivesse acontecido.

6 comentários - No trem, voltando pra casa... Dia 2

muy bueno..!! la verdad el morbo de estar casi en público, lo hace recaliente el relato... cuando ella le agarra la pija al pibe y decis que siente un olor fuerte, parece que la estabas chupando vos...jeje..
QUE INCREIBLE RELATO CARAJO INCREIBLEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE