O Verão Gostoso da Marta

Marta costumava passar os verões na casa dos tios, numa vila do litoral catalão.
Aos dezenove anos, começou a ir sozinha de manhã para uma enseada escondida. Lá, tirava toda a roupa para que a água salgada lambesse seu corpo generoso, de formas voluptuosas.
O sol se encarregava de aquecer sua pele, dando-lhe um delicioso tom canela quando ela se deitava na toalha depois do primeiro banho da manhã.
As gotas escorriam pelos seus peitos, barriga e coxas. Ela ficava imóvel, deitada de barriga para cima na toalha, de olhos fechados. Só o gosto salgado nos lábios fazia com que ela se lambesse instintivamente.

Nas vezes em que via a enseada especialmente tranquila e deserta, se deixava levar pelo calor que o sol derramava sobre seu corpo e se acariciava a buceta calmamente, saboreando o prazer por um bom tempo até chegar ao êxtase.
Às vezes, sentia a presença de alguém que podia estar espiando de longe naquela enseada, mas isso não a envergonhava; na verdade, a excitava ainda mais e fazia com que quisesse dar ao seu possível voyeur um espetáculo melhor para alegrar a vista. Depois, costumava descansar uns minutos, deixando os músculos relaxarem, antes de tomar um último banho e voltar para a casa dos tios para o almoço.

As tardes, ela passava na piscina municipal, batendo papo com as amigas. Deitadas na grama, confessavam umas às outras o quanto gostavam de um ou outro garoto, ou então o último pega sexual nas festas da vila vizinha. Lá, Marta também não se intimidava e, se via algum cara reparando nela, descaradamente devolvia o olhar fixamente até ele desviar. Marta adorava flertar, mas normalmente era mais decidida que os garotos da idade dela e não gostava de perder tempo com ninguém. Se tava a fim de fazer algo com alguém, fazia; não gostava de ficar esperando a outra pessoa dar o passo decisivo. As noites de semana normalmente eram mais chatas. Depois do jantar, quando os tios iam dormir, Marta ficava na sala jogando cartas ou vendo um filme com os dois primos mais velhos. Tanto Miguel, de vinte e um anos, quanto Rafael (Rafa), de trinta, tinham um físico parecido. Os dois eram altos, de corpo forte, embora Miguel fosse um pouco mais magro. Um belo par de morenões, como Marta costumava chamá-los num tom alegre e carinhoso.

Naquela noite em específico, os três estavam vendo um filme na TV. Marta estava deitada no sofá, com os pés no colo de Miguel, que estava sentado com os pés apoiados na mesa da sala. Rafa, por sua vez, estava esticado na poltrona na frente do sofá, de costas para eles.

Já fazia um tempinho que estavam vendo o filme quando Marta percebeu que o primo estava acariciando os pés dela. Ela adorava aquilo, era super relaxante. Ela, por sua parte, não só deixava ele fazer, como também acariciava com as solas dos pés o abdômen nu de Miguel, mas fazia isso de um jeito fingidamente distraído, sem tirar os olhos da TV.

As carícias pareciam cada vez menos inocentes, principalmente quando Marta notou o volume que se destacava no short de Miguel. Isso fez com que ela quisesse brincar com fogo.

Aos poucos, foi deslizando os pés em direção à zona quente. Cada milímetro que os pés se moviam naquela direção a deixava mais nervosa e excitada, fazendo com que sentisse um calor subindo pelas coxas.

Chegou num ponto em que o dedinho do pé direito roçou o pau ereto do primo. Ela ficou parada por alguns segundos, contraindo as coxas com força, com medo de sujar o sofá com a lubrificação. Olhou fixamente para Miguel, que estava com as bochechas vermelhas de vergonha.

Não satisfeita, aproximou mais o pé e começou a esfregar o volume dele com cuidado. Os dedos dela sentiam um pau já bem duro. O pé esquerdo se dedicou a tentar se enfiar com cuidado e devagar entre o elástico da calça e a pele do Miguel. Marta não conseguiu mais segurar seus impulsos e, bem na hora que o primo olhou pra ela, ela já estava com as mãos entre as coxas, sentindo um calor que ia queimar ela a qualquer momento.

Com os olhos arregalados diante daquele espetáculo de safadeza, Miguel não quis ficar pra trás, mesmo sabendo que o irmão Rafa podia pegar eles se virasse, então não pensou duas vezes e, pegando os pés da prima, começou a esfregar eles contra o pau dele.

Marta olhava instintivamente pro encosto da poltrona onde o primo mais velho estava sentado pra ver se tudo continuava tranquilo, enquanto olhava nos olhos do Miguel, morrendo de tesão e mordendo o lábio inferior.
Ela tinha uma mão dentro do short e a outra dentro da camiseta, se acariciando um peito sem sutiã.
Enquanto esfregava os pés agora descaradamente contra o volume do Miguel, ele via que, de vez em quando, a prima tirava a mão de entre as coxas e chupava os dedos sem tirar os olhos dele. Miguel não conseguiu se segurar mais e, por mais medo que sentisse naquele momento, tirou a rola pra fora e prendeu ela com os pés da Marta pra se masturbar com eles. Os pés dela agora podiam acariciar perfeitamente a pele lisa e macia do pau duro e quente dele. Miguel queria mais ainda e cuspiu devagar nos dedos dos pés da Marta. As unhas pintadas de esmalte preto agora tinham um brilho especial por causa da cusparada do primo, que fazia de tudo pra rola deslizar o melhor possível enquanto ele envolvia ela entre os pés dela.

Tão excitados que estavam, tiveram que parar de repente quando ouviram a poltrona ranger enquanto o Rafa se levantava.
Graças a ele ter se espreguiçado com um bocejo alto antes de se virar, os dois tiveram tempo de se ajeitar e disfarçar quando o irmão mais velho perguntou se eles tinham gostado. O filme. Os dois concordaram do sofá, nervosos, ainda meio assustados e sem levantar o olhar.

Rafa desligou a TV e foi pro quarto, mandando eles fazerem o mesmo. Na hora, Marta se levantou com um sorriso no canto da boca e deu um beijo de boa noite no primo Miguel, que tinha colocado uma almofada no colo. Ela sussurrou no ouvido dele que era uma pena não poder terminar aquilo e que ia dormir.

Já na cama dela, no escuro, Marta se lamentava por não ter conseguido finalizar tudo aquilo. Agora tinha a chance de se esfregar sozinha no conforto do quarto, mas aquilo não bastava, por mais excitada que estivesse e por mais que o coração pulasse na boca ao lembrar do que tinha rolado.

Ela começou a se revirar na cama, com os lençóis grudados no corpo por causa do calor. Mordeu os lábios e olhou pro teto, ainda no escuro, e depois de alguns minutos pensando no que fazer, criou coragem e levantou da cama pra sair do quarto, tentando fazer o menor barulho possível pra não quebrar o silêncio daquela noite de verão.

Foi andando quase na ponta dos pés, imitando os movimentos felinos de uma espiã que não queria ser descoberta por ninguém, até chegar na porta do quarto do primo. Naquele instante, a cabeça dela tava prestes a explodir, e ela não parava de repetir pra si mesma que aquilo era uma loucura sem sentido, mas sabia melhor que ninguém que se arrependeria na manhã seguinte se não fizesse.

A boca dela tava seca de medo, e ela temia que, com aquele silêncio, desse pra ouvir o som do coração batendo forte contra o peito. Não hesitou mais e girou a maçaneta da porta com decisão, abrindo de uma vez pra evitar o rangido da madeira.

Ao entrar no quarto do Miguel, percebeu a calmaria que reinava. Ele dormia de barriga pra cima, tranquilo e despreocupado. Ela foi se aproximando devagar até ficar aos pés da cama dele. Dava pra ouvir ele respirando sossegado, com as pálpebras suavemente fechados. Marta o achou mais gostoso do que nunca do jeito que estava naquele momento. A luz da lua iluminava levemente a figura nua dele, exceto pelos shorts curtos que ele tinha usado antes na sala, sem nada por baixo.

Ela se inclinou devagar sobre a cama do primo e se encolheu até que o rosto dela ficasse a um palmo da virilha de Miguel. Tentava não fazer nenhum barulho, já que não queria acordá-lo. O calor e a umidade voltavam pra atormentar ela, e não teve jeito senão esticar a mão pra acariciar a virilha do primo. Aos poucos, o pau coberto pelo tecido começou a acordar sem o dono saber, e Marta agora conseguia agarrar ele com firmeza, do jeito que queria ter feito no sofá. Com cuidado, ela fincou os joelhos no colchão pra ficar mais perto do objeto de desejo e assim puxar o short pra baixo com as duas mãos.

De novo, o membro inchado se revelou pra ela, e ela não conseguiu segurar a vontade de levar ele pra boca, devagar, com medo do momento em que Miguel pudesse acordar do sono. Ela sentia o gosto amargo do esperma na ponta, provavelmente por causa do líquido pré-seminal que saiu durante a brincadeira que tiveram antes.

Não dava pra garantir se era o maior pau que ela já tinha visto na frente, mas com certeza tinha um tamanho perfeito.

Marta começou a puxar o prepúcio pra poder chupar ele suavemente, depois a boca dela engoliu o membro até onde dava e subiu de novo até tirar ele da boca.

A luz que entrava pela janela fazia brilhar a saliva que ela tinha deixado no pau de Miguel, e isso excitou ela ainda mais.

Ela continuou chupando ele com devoção enquanto enfiava os dedos dentro da calcinha praticamente encharcada, até que o inevitável aconteceu. Com um movimento brusco, Miguel acordou confuso, se deparando com quem, horas antes, foi a maior tentação dele, agora dando uma surpresa inesperada e das mais prazerosas na própria cama dele. Marta ficou Petrificada de repente, olhando direto nos olhos do primo, com uma mão segurando o pau dele e a outra dentro da calcinha dela. Ela tinha ficado tão absorta em tudo que não soube como reagir naquele momento.

Ela começou a sentir o rosto queimando de medo por ter sido descoberta. A mão tremeu levemente e, passado o choque inicial, ela sorriu e imediatamente colocou a mão na boca para não começar a rir. Miguel, por mais tímido que fosse, não quis estragar aquela experiência e agarrou o cabelo de Marta para guiá-la de volta ao seu falo. Ela, solícita, continuou chupando, agora sem medo de ser muito impetuosa. Não precisava mais ter cuidado, podia aproveitar o corpo do primo como quisesse, e mostrava isso acariciando o peito dele, beliscando os mamilos e enchendo a boca não só com o pênis, mas também com as bolas, e até se permitiu passar a língua pelo períneo, sabendo o quanto isso podia excitá-lo. Ela se ajoelhou sobre o rosto de Miguel, deixando claro que agora era ela quem queria uma boca percorrendo sua boceta.

O primo entendeu na hora e os lábios dele queimaram ao contato com a boceta da prima. O cheiro, o gosto e a textura dominaram a boca dele, o prenderam, e Miguel não conseguia fazer nada além de afundar ainda mais o rosto nela para meter a língua e percorrê-la por dentro, exatamente como os dois desejavam.

Marta mordia o dedo indicador da mão para não gritar, apertava com força, marcando os dentes nele. Com a outra mão, segurava firme o cabelo do primo e o sufocava contra o púbis dela para que ele não ousasse se afastar naquele momento. Ela chegou a se surpreender com o quanto o próprio primo comia bem a boceta dela, já que achava que, mesmo sendo mais velho, a experiência dele era muito mais curta.

O orgasmo não demorou a explodir na cavidade de Marta, bombardeando-a por dentro com espasmos e sacudidas. Sem dúvida, fazer daquele jeito tão clandestino e Sem planejar, era tão forte que não a surpreendeu que ele tivesse chegado tão rápido. Mas aquele não seria o único prato daquela noite.

Ela deixou Miguel respirar de novo, saindo de cima do rosto dele, e se posicionou em cima do pau dele, ainda bem duro e viscoso pela saliva que ela tinha deixado. Inclinou-se até o ouvido dele e sussurrou que ele não precisava se preocupar, porque ela tomava pílula há um ano. De novo, Marta quase fez as paredes tremerem com uma gargalhada sonora ao ver a cara de surpresa de Miguel, mas conseguiu se controlar e, com um movimento preciso, agarrou por trás o pau do primo e o introduziu devagar até ficar suspensa com metade do membro dentro. Ficou de olhos fechados e boca aberta por alguns segundos e, automaticamente, foi descendo devagar para enfiar tudo de uma vez.

Os quadris rebolavam, comendo ele devagar. Miguel agarrou a bunda dela com as duas mãos e se empurrou para cima para meter ainda mais fundo. Marta tinha as mãos segurando o cabelo, trotando devagar. Ela lambia o próprio suor do braço com a língua para fora. Diante daquela visão, Miguel não conseguiu fazer outra coisa senão aumentar o ritmo para meter com mais força e paixão. Quanto mais o pau dele endurecia dentro da buceta de Marta, mais ela o apertava por dentro, se revezando num ato contínuo de contração e dilatação.

Ela se aproximou de novo do ouvido dele para sussurrar que estava prestes a gozar de novo e queria que gozassem juntos. Aproximou um peito da boca dele para o primo lamber. A boca dele sugava a pele macia dela, comendo com voracidade não só a auréola, mas também parte do peito, girando a língua com gosto no mamilo bem duro. Os dois estavam prestes a chegar ao orgasmo quando Marta, com medo de gritar de prazer, tapou a boca mordendo o pescoço de Miguel, que diante de tamanha selvageria não aguentou mais e se esvaziou dentro. dela, fazendo o calor do gozo dela inundar tudo.
Não demorou pra chegarem de novo os espasmos e as contrações de Marta, que tremia com as pulsações do pau do primo, que ainda continuava dentro, sem murchar, firme pra satisfazer ela.
Ela ficou por cima dele agora, sem mais morder, passando a língua pra aliviar a dor naquela área. Levou uns minutos pra voltar a respirar sem dificuldade, se sentindo suada e satisfeita.

Marta confirmou de novo na própria carne generosa que, se algo lhe desse vontade, devia se dar a liberdade de pegar — ainda mais quando aquilo podia satisfazer tanto outra pessoa.
Os dois se beijaram com carinho, como dois primos que sempre se amaram desde pequenos.
Mais tarde, ela dormiu no peito de Miguel, ouvindo o ritmo do coração dele ficar cada vez mais calmo.

Os primeiros raios de sol deram bom dia na cara de Marta na manhã seguinte, que pulou da cama de repente ao perceber o que tinha rolado. De novo, encontrou o primo dormindo na cama dela, mas dessa vez não quis acordar ele. Deu um beijo na boca dele e saiu do quarto em silêncio, aproveitando que o resto da família ainda tava dormindo, sem levantar a menor suspeita.

Umas horas depois, a tia dela bateu na porta do quarto pra avisar que o café da manhã já tava pronto. Marta já tava acordada há uns minutos, sorrindo e lembrando do que tinha vivido na noite anterior.

Ela entrou na cozinha e lá estava o primo mais velho, Rafa, lendo o jornal enquanto comia uma torrada com manteiga. O tio dela tava espremendo suco de laranja do lado da tia de Marta, que tava servindo um café pra ela.
Ela sentou numa cadeira e logo apareceu Miguel. Quando entrou, eles se olharam com um sorriso cúmplice, mas se cumprimentaram numa boa. Quando sentou do lado de Marta, Rafael largou o jornal na mesa e, olhando pra Miguel, falou: — O que aconteceu no teu pescoço, moleque? Se arranhou? Tava dormindo ou o quê?" — riu enquanto interrogava o irmão mais novo.
Marta então percebeu o chupão que tinha deixado no pescoço do primo na noite anterior, pra abafar a vontade de gritar por causa do orgasmo que ele tinha provocado nela.
— Sei lá, talvez seja um daqueles bichos noturnos que entram no teu quarto sem tu perceber. — disse sorrindo, enquanto olhava de canto pra prima Marta, que tinha ficado toda vermelha.

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