Sexo proibido com minha enteada

Essa história é o que aconteceu com um grande amigo meu nos anos 90, e que eu fiquei sabendo não faz muito tempo.
Espero que vocês curtam.

No começo dos anos 90, comecei um relacionamento com uma mulher divorciada que tinha 4 filhos, 3 homens e 1 garota linda.

Dois dos filhos moravam com a avó, enquanto o outro já era casado. A filha, de 18 anos recém-completados, era a única que morava com a mãe e, depois, com o padrasto, ou seja, eu.

Meu relacionamento com a Sofia, a filha da minha nova parceira, a Cecília, desde o início foi bem tranquilo. Era uma garota carinhosa, extrovertida e bem alegre, que adorava nos acompanhar nos shoppings, eu e a mãe dela, na esperança de que eu mimasse ela e comprasse roupas. Coisa que, claro, eu fazia com maior prazer. Afinal, ver aquela criatura maravilhosa, vestida com aqueles trapos que ela adorava usar, era um deleite que não dava pra negar.

Pra vocês terem uma ideia do que tô falando, a Sofia era uma gostosa escultural, 1,74 de altura, loira, lindíssima, com umas medidas que não quero exagerar, mas deviam ser uns 93 – 60 – 92.

Acho que foi exatamente ela, e não o pouco amor que eu sentia pela mãe, que me motivou a morar com a mãe e depois casar, pra garantir minha presença perto daquela preciosidade.

Sempre soube que a Sofia tinha uma bunda maravilhosa, mas quando passei a morar com ela e via ela andar de lingerie pela casa de manhã, soube que aquele rabo tinha que ser meu…

A Sofia sempre pedia minha ajuda pra resolver exercícios de matemática que passavam na escola e que ela não entendia nada. Eu sempre aceitava de bom grado, porque me deixava ter ela mais perto e me deliciar com a beleza dela.

Com o tempo, nossa relação foi ficando mais próxima, a cada dia que passava a gente se unia mais, tinha muito respeito e amizade entre nós, jogávamos cartas, líamos, conversávamos, enfim, fazíamos muitas coisas juntos.

Com o tempo, a Sofia se apegou tanto a mim que até comecei a notei que ela ficava incomodada quando eu estava perto da mãe dela, beijando ou fazendo carinho. Isso eu descobri porque, sempre que via a mãe se aproximar, Sofia dizia de forma irônica: "Lá vem minha mãe de novo te procurar…!"

Uma noite, as coisas deram uma virada de 360° realmente divina.

Eu estava no meu quarto vendo TV altas horas da noite quando, entre o calorão que fazia e os roncos barulhentos da minha esposa, acabei me animando a ir até a cozinha pegar um copo d'água para matar a sede.

Ao caminhar pelo corredor, percebi que a televisão do quarto da minha enteada estava ligada e de lá vinham sons bem peculiares. A curiosidade me incentivou a descobrir o que era aquele som misterioso. Então, sem fazer barulho, saí para o quintal e entrei por um lado da casa, que dá para o quarto da Sofia, com a intenção de espiar pela fresta da janela. O que vi me surpreendeu de um jeito que vocês não têm ideia. Era algo que jamais imaginei que pudesse passar pela cabeça de uma jovem de 18 anos, que eu achava tão inocente.

Pela janela dava para ver na TV um filme pornô e, na cama, o corpo de Sofia completamente pelado, passando a mão nos peitos lindos dela e a outra na buceta lisinha. E os barulhos estranhos não passavam de gemidos do orgasmo espetacular que ela estava sentindo naquele momento.

Aquela cena mudou minha vida para sempre. Sem fazer barulho, voltei para minha cama e me deitei com a imagem gravada na mente de tudo que tinha visto naquela noite.

Na manhã seguinte, tudo continuou como se nada tivesse acontecido. A mãe dela e eu saímos para o trabalho, e eu deixei Sofia na escola como fazia todo dia, só que na minha cabeça não parava de pensar na cena da noite anterior.

Assim passaram os meses, e a imagem não sumia da minha cabeça. Comecei a me imaginar acariciando o corpo da Sofia e não só isso, mas também fazendo amor com ela. Selvagemente.

Todo dia eu me masturbava pensando nela, até que um dia não aguentei mais e decidi fazer algo a respeito, como o homem da casa que eu era.

Naquela noite, a mãe dela e eu saímos pra tomar uns drinks e chegamos em casa um pouco tarde. Já era quase de madrugada, e minha esposa estava tão bêbada que, mal deitou na cama, apagou num sono profundo do qual nem uma banda de heavy metal ao vivo a acordaria.

Eu saí pro quintal como naquela outra noite e, ao dar uma olhada no quarto da minha enteada pela janela, só consegui ver o corpo dela dormindo. Mas meus desejos de sexo estavam à flor da pele e, sem pensar duas vezes, decidi entrar no quarto dela pela janela!

Do jeito que deu, entrei. E, já lá dentro, refleti sobre minha atitude e fiquei paralisado, sem coragem de fazer nada, e saí do quarto dela na mesma hora.

Naquela noite, não consegui pegar no sono. Levantei de novo, decidido a fazer alguma coisa. Entrei mais uma vez no quarto da garota, dessa vez pela porta, sem fazer barulho, e, sem pensar, comecei a acariciar o corpo dela por cima dos lençóis.

O que eu sentia naquele momento me enchia de uma luxúria indescritível. Passei minhas mãos suavemente por todo o corpo dela, pelas pernas, pelos peitos. Depois, puxei o lençol e apalpei toda a pele dela com as mãos por baixo do pijama. Acariciei a buceta dela, lisinha, sem nenhum pelo, e a ereção que eu tinha não aguentei mais: comecei a me punhetar bem na frente do rosto dela!

De repente, aconteceu algo que não estava nos meus planos: ela acordou de repente. Talvez minhas carícias, em algum momento, tenham deixado de ser suaves e ficado mais fortes. A verdade é que não sei. Só vi o rosto surpreso da minha enteada, que de repente me olhou dos pés à cabeça, notando meu pau totalmente duro e meio coberto pela minha cueca.

Assim que se recompôs, ela me perguntou o que eu estava fazendo no quarto dela e naquelas condições. Senti a terra me engolir. Não tinha resposta pra aquela pergunta. Só me limitei a dizer que entrei pra dar uma olhada nela, ver como ela tava e queria ter certeza de que ela estava bem. Sem mais o que falar, saí aterrorizado direto pra minha cama, esperando as consequências da minha loucura.

Na manhã seguinte, começou a mesma rotina. Levei ela pra escola e durante todo o caminho ela não disse uma palavra. Aquele dia passou com uma "normalidade" enorme. Quando a noite caiu, não aguentei mais "a tortura do que poderia acontecer". Me aproximei dela e perguntei como ela estava, que eu notava ela meio distraída e pensativa. Ela respondeu: "Você sabe muito bem o que eu tenho... e isso eu nunca vou te perdoar". Um medo enorme me invadiu e eu respondi, fingindo desconcerto: "Do que você tá falando?". Ela começou a me acusar de ter entrado no quarto dela e abusado dela enquanto dormia, mas percebi que ela estava meio insegura e com algumas dúvidas diante da minha atitude fria e calma. Isso me acalmou e aproveitei o momento pra dizer algo que ia deixar ela ainda mais confusa: "Talvez você só tenha tido um pesadelo... foi isso... é só um sonho ruim... eu jamais entraria no seu quarto, se acalma".

Os meses passaram e eu recuperei a confiança da minha enteada. O Ano Novo estava chegando e os preparativos começaram pra comemorar na casa da avó, com a tradicional ceia de réveillon.

Chegou o grande dia, todo mundo estava muito alegre. Eu saí um instante de carro pra visitar minha mãe, que morava no mesmo bairro que a avó, e por um imprevisto familiar acabei ficando mais tempo na casa dela. Liguei pra casa da avó pra justificar meu atraso e pedir desculpas por não poder cear com eles. Quando resolvi meu problema, todo mundo já tinha ceado, brindado por um ano melhor pra todos e dado os abraços emocionados de bons desejos pro novo ano.

Aquele começo de ano trouxe novas expectativas pra mim. Por acaso, quando voltei pra casa da avó, quem me recebeu foi minha enteada. Ela estava do lado de fora, sozinha, esperando minha chegada. Sem me deixar descer do carro, ela se jogou pela janela e me abraçou bem forte. Contente, me deu muitos beijos, me desejou muito sucesso e felicidades, estava muito gostosa com seu vestidinho rosa e um laço enorme na ponta da espada. Na hora de sair do carro, ela ainda estava com o rosto enfiado pra dentro, querendo beijar minha bochecha de novo, mas quando virei, o beijo acertou bem na boca. Olhei fixo pra ela, e ela pra mim, e de repente a gente caiu na risada sem explicação nenhuma.

Naquele momento, senti que as coisas iam ser diferentes entre nós. Ela passou a noite inteira do meu lado, não se desgrudava de mim nem por um segundo. Aí surgiu a grande oportunidade: o tio dela me pediu, como favor, pra buscar uns mantimentos pra festa e mandou ela ir comigo. Fiquei muito satisfeito em ir nessa situação. Quando ficamos sozinhos no carro, comecei a zoar ela com o beijo que tinha me dado horas antes, falando que ela tinha se aproveitado do momento pra me beijar. Ela ria e respondia que não foi intencional, mas eu provocava de brincadeira, até que de repente ela pediu pra eu parar o carro. Parei, e ela disse: "Olha na minha cara... você acha que aquele beijo foi intencional?" Eu só ria, sem falar nada. Ela segurou meu rosto com as duas mãos e me deu o beijo mais apaixonado que já senti na vida, e depois falou, rindo pra caralho: "Isso sim é um beijo intencional. Notou a diferença entre um e outro?" Eu respondi de propósito: "Na verdade, não... pode explicar de novo?" Ela, sem hesitar, me deu na hora outro beijo do mesmo nível e perguntou: "Agora notou a diferença?" Perguntei por que ela fazia tudo aquilo, por que me beijava com tanta paixão. Ela respondeu que eu não me fizesse de desentendido, que sabia muito bem quais eram minhas intenções, que há muito tempo notava o jeito que eu olhava pra ela, e que não esquecia a vez que entrei no quarto dela e acariciei o corpo inteiro dela. E me perguntou de novo por que eu tinha feito aquilo, dessa vez exigindo que eu fosse sincero. Sincero, contei pra ela a cena que presenciei da masturbação dela e confessei que essa era a verdadeira razão da minha mudança em relação a ela. Sofia caiu na gargalhada ao se sentir descoberta por mim e confessou que aquele era um segredo que guardava. A gente se beijou de novo e repetimos várias vezes, foi algo muito excitante, mas não podíamos demorar mais ou íamos levantar um monte de dúvidas e perguntas que não saberíamos responder, então voltamos pra festa.

Já as coisas estavam claras entre nós, naquela noite conversamos muito sobre nosso futuro relacionamento, como levaríamos sem despertar suspeitas da mãe dela, dos irmãos e do resto da família, era algo realmente excitante, aquela sensação que só o prazer do proibido dá. As semanas passaram e surgiu uma nova oportunidade de sair de casa sozinhos, nunca tivemos uma chance igual a essa. Estando de novo na casa da avó, minha mulher me pediu pra levar Sofia até a casa de uma amiga do colégio, onde tinha uma reunião pra comemorar um aniversário — festa que a gente nunca chegou, porque no caminho encontramos um hotel e decidimos fazer nossa própria festa, sem mais convidados.

Assim que entramos no quarto, decidimos realizar nossos sonhos. Ela, desde que descobriu a sexualidade, fantasiava em transar, e eu, desde que descobri como a bunda da minha enteada ficava de fio dental, sonhei em fazer dela minha, e essa oportunidade a gente não ia desperdiçar por nada nesse mundo.

A gente se beijou muitas vezes de forma muito apaixonada e começamos a nos despir, bem devagar, nos acariciando dos pés à cabeça. Beijei o pescoço dela bem suavemente, fui descendo devagar pros seios dela, e ainda mais pra baixo até a virilha. Nunca tinha tido tão perto uma buceta tão linda, tão macia, tão limpa e tão excitante. Não aguentei mais e enfiei minha língua o mais fundo que pude na pussy virgem dela e comecei a sentir escorrendo pelas minhas bochechas todos aqueles sucos vaginais que jorravam. Do fundo mais profundo da sua abertura, eu ouvia como música aqueles sons lindos que meses atrás deram origem a toda essa loucura. A música não era outra senão o gemido que a minha língua incansável produzia ao roçar seus lábios vaginais rosados e seu clitóris pequenininho…

Era o momento ideal da investida. Me preparei psicologicamente para a penetração, ciente do quão apertada era sua buceta e da paciência que eu precisava ter para tornar aquele momento prazeroso para ela e para mim. Bem devagar, me levantei. Ela estava deitada de costas na cama, com as pernas totalmente abertas, me oferecendo por completo o que havia de mais puro no seu ser… a virgindade dela. Com meu pau pronto para a batalha prazerosa, comecei a acariciar a entreperna dela e, cada vez que passava pela sua buceta sem pelos, notava como o corpo todo dela tremia, me indicando o momento exato para a penetração. Aos poucos, fui colocando meu pênis entre as pernas dela, sem parar de beijar sua boca (na posição clássica do papai e mamãe). Senti como, milímetro por milímetro, meu pau avançava pelo canal extremamente lubrificado dela, com todos os seus sucos naturais. A sensação era indescritível, o prazer inexplicável. Com a buceta dela banhada no próprio mel, a maciez das paredes, o apertado do interior, e a música que os gemidos dela faziam para os meus ouvidos, fui avançando até conseguir guardar dentro dela cada um dos meus 20 centímetros de pica. Assim o tempo foi passando, não tinha mais volta. Fazia tempo que meu pau já passeava, entrando e saindo sem maior problema da buceta dela… Os gemidos dela deixaram de ser leves e se transformaram em gritos de prazer a cada um dos orgasmos que ela ia tendo… até que chegou o meu momento máximo. Eu queria gozar dentro dela, mas não estávamos usando nenhum tipo de proteção. Então tirei meu pau e apontei para o rosto dela. Instintivamente e sem hesitar, ela enfiou quase todo o meu pau enorme na boca e, com um ritmo bem gostoso, começou a chupar. E quase Imediatamente começaram a jorrar jatos de porra do meu pau, até encher toda a boca dela, a ponto de escorrer pelas bochechas e pingar no peito dela…. A verdade é que foi uma experiência incrível, tem que sentir pra poder conhecer, porque não existem palavras pra descrever….

19 comentários - Sexo proibido com minha enteada

Muy buen relato
Gracias x pasar comentar y los puntines @gustas23
Muy bueno!!! Me encantan los relatos, te dejo puntos!
kramalo +1
muy bueno...!! recaliente tu relato. Van puntos, obvio..
Que buena experiencia me calentó mucho leerla
Me alegro que te haya gustado
Gracias x pasar y comentar
EXCELENTE RELATO. ESPERO LA SEGUNDA PARTE PÁRA LEER COMO CONTINUARON CON LO PROHIBIDO
Gracias x pasar y comentar!!
kapo57 +1
Excelente relato algo parecido me paso a mi también com mi hijastra
Gracias por pasar, comentar y puntuar
Me calento mucho tu historia, me imagine todo el tiempo a mi hijastra, van puntos
Natural, sencillo, ilustrativo... muy buen relato, tengo una situación muy parecida... al tercer párrafo, estoy aguardando que llegue mi "ano nuevo"... - perdón... Año Nuevo...🙃
Bien me gusta lo que son como yo que se cogen a la hijastra

Sexo prohibido con mi hijastra
muy buen relato pero seria mas agradable describir a la persona tal como es siempre las describen como súper modelos y eso le resta credibilidad tan rico y hermoso que es una hijastra gordita chaparrita con una sonrisa preciosa como la que yo me comia
Igual a la mia, la que esperonpoder comerme algun dia
Casi higual me pasó ami con mi hijastra dormida con un culo hermoso estába boca abajo en calzones de la Kitty i empese a masturbarme no aguanté más y despacio le toque sus hermosas nalgas y despertó y echó un grito no MUI resio pero fingí que me avia trza