Fala, galera do P!
Não quero encher o saco de vocês com apresentações muito longas, só contar que resolvi compartilhar umas coisas com vocês como retribuição por tantos e tão bons conteúdos dos membros da comunidade.
Por enquanto, vão ser uns relatos, onde troquei os nomes porque são baseados em pessoas conhecidas.
Espero que curtam, um abraço pra todo mundo!
As protagonistas são Eli (21 anos na época) e Miriam (20). Colegas de faculdade primeiro e amigas depois, duas jovens que começaram a sair juntas pra um daqueles baladas típicas que tinham em Escobar naquela época.
O ponto de encontro e de partida era sempre a casa da Eli, onde voltavam depois da balada pra descansar, aproveitando que, apesar de ser a casa da família, ela ocupava o que antes era um apartamento, então tinha entrada independente pela rua.
Outra particularidade é que as duas dormiam na cama da Eli, que era de casal, e essa proximidade foi também motivando o que aconteceu depois.
Numa certa noite de inverno, algo mudou. Depois de chegar e enquanto se preparavam pra ir pra cama, depois de ficarem só de calcinha e sutiã como sempre acontecia, Eli olhou de outro jeito pra amiga e rolou um breve diálogo:
— Que noite chata, que pena que você se produziu toda com essa roupa tão sexy e não conseguiu curtir com ninguém!
— Sério, eu devia ter ido com o magrelo que a gente tava conversando, mas ele era um babaca, não dava pra nada mais, me deixou na vontade... cê gosta de como fica em mim? — disse Miriam rindo, enquanto se virava rebolando a raba pra um lado e pro outro de brincadeira, mas deixando ver uma fio dental preta que destacava na pele branca dela.
— Que raba, gata!! Dá pra ver que você malha bem! — respondeu Eli entre risadas, mas sentindo algo diferente. E se levantou, virando as costas pra Miriam, com as mãos apoiadas nos joelhos, pra mostrar a calcinha fio dental dela, também preta igual a da amiga, mas com uns lacinhos delicados. transparências que insinuavam muito da buceta dela apertada sob o tecido.
— Vai escapar um lábio se usar umas tangas tão pequenininhas! — foi o comentário da Miriam entre risadas.
Algo estava começando a acontecer, as duas garotas tinham se olhado de um jeito diferente.
Foram pra cama tendo uma conversinha besta. Só que naquela noite ficaram mais perto por causa do frio (e de algo mais que sentiam, mas ainda não expressavam). Tão perto que acabaram na posição clássica de conchinha, Eli atrás, sentindo coisas que iam se transformando em desejo. E o gatilho desse desejo reprimido foi um comentário da Miriam:
— Que raiva, fiquei com vontade de foder...
Foi o sinal que ela esperava. Eli, sem pensar, acariciou a raba da amiga enquanto dava um beijo suave no ombro dela... sentindo o coração explodir enquanto esperava a reação.
E a reação não demorou. Miriam se virou, olhando fixamente pra ela e disse:
— Eu não sou sapatão e você também não... mas tô muito tesuda e você tá aqui na cama comigo... só peço pra não se confundir.
Minutos depois, as mãos das duas percorriam o corpo uma da outra por cima da roupa íntima. Eli tomou a iniciativa, soltou o sutiã da Miriam e começou a beijar os peitos dela, passando logo a brincar com a língua naqueles bicos que a estavam enlouquecendo.
— Você me excita... que língua linda a sua. — foi o comentário da amiga enquanto apertava os peitos contra a boca da Eli.
Depois de alguns minutos assim, veio a troca e foi a vez da Miriam se dedicar a beijar e chupar os peitos da amiga.
As mãos das duas se perdiam por baixo da calcinha fio dental uma da outra, brincando com as bucetinhas, acariciando os clitóris e elevando a excitação até a loucura. Quando a Miriam tentou enfiar os dedos, Eli se afastou:
— Assim não... quero outra coisa, quero sentir sua língua.
Em seguida, se ajoelhou sobre a boca da Miriam, que não demorou nada pra beijar aquele clitóris e dar prazer à amiga, que agora também era sua. amante! assim, brincando com a língua, ela esticava as mãos pra apertar os peitos da Eli, que tava delirando de prazer..
Depois de chegar a um orgasmo delicioso, Eli se virou e deitou sobre o corpo da Miriam pra devolver tanto prazer, do mesmo jeito, chupando a buceta dela com muita paixão. Elas estavam então fazendo um 69 incrível, que incluía, além da brincadeira com as linguinhas, as duas acariciando com os dedos a bunda uma da outra. Tudo isso durou até que as duas ficaram exaustas de prazer, e pra finalizar, um beijo de língua sensual e profundo, acompanhado de um olhar cheio de desejo.
Isso foi uma mudança na vida das duas. No dia seguinte, elas conversaram sobre o que aconteceu e concordaram que, embora tivesse sido bom, não era bem o que queriam — faltava alguma coisa. E que seria muito bom, daí em diante, incluir um homem. Parecia fácil falar, mas depois teriam que ver como colocar em prática.
Espero não ter entediado vocês. Se gostaram, na próxima eu conto como foi quando incluíram o cara!
Não quero encher o saco de vocês com apresentações muito longas, só contar que resolvi compartilhar umas coisas com vocês como retribuição por tantos e tão bons conteúdos dos membros da comunidade.
Por enquanto, vão ser uns relatos, onde troquei os nomes porque são baseados em pessoas conhecidas.
Espero que curtam, um abraço pra todo mundo!
As protagonistas são Eli (21 anos na época) e Miriam (20). Colegas de faculdade primeiro e amigas depois, duas jovens que começaram a sair juntas pra um daqueles baladas típicas que tinham em Escobar naquela época.
O ponto de encontro e de partida era sempre a casa da Eli, onde voltavam depois da balada pra descansar, aproveitando que, apesar de ser a casa da família, ela ocupava o que antes era um apartamento, então tinha entrada independente pela rua.
Outra particularidade é que as duas dormiam na cama da Eli, que era de casal, e essa proximidade foi também motivando o que aconteceu depois.
Numa certa noite de inverno, algo mudou. Depois de chegar e enquanto se preparavam pra ir pra cama, depois de ficarem só de calcinha e sutiã como sempre acontecia, Eli olhou de outro jeito pra amiga e rolou um breve diálogo:
— Que noite chata, que pena que você se produziu toda com essa roupa tão sexy e não conseguiu curtir com ninguém!
— Sério, eu devia ter ido com o magrelo que a gente tava conversando, mas ele era um babaca, não dava pra nada mais, me deixou na vontade... cê gosta de como fica em mim? — disse Miriam rindo, enquanto se virava rebolando a raba pra um lado e pro outro de brincadeira, mas deixando ver uma fio dental preta que destacava na pele branca dela.
— Que raba, gata!! Dá pra ver que você malha bem! — respondeu Eli entre risadas, mas sentindo algo diferente. E se levantou, virando as costas pra Miriam, com as mãos apoiadas nos joelhos, pra mostrar a calcinha fio dental dela, também preta igual a da amiga, mas com uns lacinhos delicados. transparências que insinuavam muito da buceta dela apertada sob o tecido.
— Vai escapar um lábio se usar umas tangas tão pequenininhas! — foi o comentário da Miriam entre risadas.
Algo estava começando a acontecer, as duas garotas tinham se olhado de um jeito diferente.
Foram pra cama tendo uma conversinha besta. Só que naquela noite ficaram mais perto por causa do frio (e de algo mais que sentiam, mas ainda não expressavam). Tão perto que acabaram na posição clássica de conchinha, Eli atrás, sentindo coisas que iam se transformando em desejo. E o gatilho desse desejo reprimido foi um comentário da Miriam:
— Que raiva, fiquei com vontade de foder...
Foi o sinal que ela esperava. Eli, sem pensar, acariciou a raba da amiga enquanto dava um beijo suave no ombro dela... sentindo o coração explodir enquanto esperava a reação.
E a reação não demorou. Miriam se virou, olhando fixamente pra ela e disse:
— Eu não sou sapatão e você também não... mas tô muito tesuda e você tá aqui na cama comigo... só peço pra não se confundir.
Minutos depois, as mãos das duas percorriam o corpo uma da outra por cima da roupa íntima. Eli tomou a iniciativa, soltou o sutiã da Miriam e começou a beijar os peitos dela, passando logo a brincar com a língua naqueles bicos que a estavam enlouquecendo.
— Você me excita... que língua linda a sua. — foi o comentário da amiga enquanto apertava os peitos contra a boca da Eli.
Depois de alguns minutos assim, veio a troca e foi a vez da Miriam se dedicar a beijar e chupar os peitos da amiga.
As mãos das duas se perdiam por baixo da calcinha fio dental uma da outra, brincando com as bucetinhas, acariciando os clitóris e elevando a excitação até a loucura. Quando a Miriam tentou enfiar os dedos, Eli se afastou:
— Assim não... quero outra coisa, quero sentir sua língua.
Em seguida, se ajoelhou sobre a boca da Miriam, que não demorou nada pra beijar aquele clitóris e dar prazer à amiga, que agora também era sua. amante! assim, brincando com a língua, ela esticava as mãos pra apertar os peitos da Eli, que tava delirando de prazer..
Depois de chegar a um orgasmo delicioso, Eli se virou e deitou sobre o corpo da Miriam pra devolver tanto prazer, do mesmo jeito, chupando a buceta dela com muita paixão. Elas estavam então fazendo um 69 incrível, que incluía, além da brincadeira com as linguinhas, as duas acariciando com os dedos a bunda uma da outra. Tudo isso durou até que as duas ficaram exaustas de prazer, e pra finalizar, um beijo de língua sensual e profundo, acompanhado de um olhar cheio de desejo.
Isso foi uma mudança na vida das duas. No dia seguinte, elas conversaram sobre o que aconteceu e concordaram que, embora tivesse sido bom, não era bem o que queriam — faltava alguma coisa. E que seria muito bom, daí em diante, incluir um homem. Parecia fácil falar, mas depois teriam que ver como colocar em prática.
Espero não ter entediado vocês. Se gostaram, na próxima eu conto como foi quando incluíram o cara!
1 comentários - Noites de Eli e Miriam