Aquela noite fui na casa da Ana como tinha prometido, ela estava me esperando com a comida. Éramos um casal total, comemos no quarto dela, na cama, vendo um filme e ela disse pra eu dormir com ela. Fizemos amor (por dentro eu esperava que ela não quisesse, porque não achava que meu pau fosse ficar duro, mas me surpreendi que assim que ela ficou nua, já estava pronto).
Depois de fazer amor, ficamos deitados nus, nos mimando.
A: Eu adoro ficar assim com você, não quero que acabe.
Y: Eu também adoro, fazia muito tempo que não me sentia tão bem com alguém.
A: Eu te amo – e me beijou.
Y: Você me deixou sem palavras, eu também te amo, bebê.
A: Não me importa nada, a partir de agora na faculdade vou te beijar, te pegar, que digam o que quiserem. Eu te amo e quero que todo mundo saiba.
Só de olhar nos olhos dela, sabia que era verdade, e não podia mentir. O que tinha acontecido com a Maria estava me corroendo por dentro, e não queria começar um relacionamento com uma mentira como sempre. Sempre tinha sido infiel, sempre tinha mentido, e não podia fazer isso com ela também. E apesar do que conversei com a Maya, decidi contar tudo.
Y: Você me faz muito feliz com tudo que me diz, e por isso não posso começar isso com uma mentira. E entendo que se você ficar brava e não quiser mais nada comigo, vou entender. Eu que procurei e vou merecer.
A: O que foi? Você me assusta. Não terminou com sua namorada?
Y: Não, gorda, não é isso. Terminei com ela e quero ficar com você. Terminei com ela em grande parte por causa das coisas que estavam rolando com você.
A: E então, o que é tão grave?
Y: Ontem, quando a gente ia embora da casa da Maria, você entrou pra buscar alguma coisa e ela me disse que vocês já tinham se divertido e que agora ela queria se divertir comigo.
A: Que putinha, meu Deus!
Y: Hoje, quando chegamos na facul, eu encontrei ela na esquina.
A: Sim, eu vi vocês conversando.
Y: Bom, ela disse que tinha ficado com tesão, que tinha se masturbado não sei quantas vezes e que queria transar comigo. E que de um jeito ou de outro, hoje ia transar comigo e que não... podia dizer que não - Ana me olhava atenta e não dizia nada Y: quando nos colocaram em grupos eu contei pra May, mais porque eu não entendia nada, parecia tudo uma piada, não sou nenhum sex symbol e do nada tinha 3 gostosas lindas querendo transar comigo A: primeiro, você é lindo, me apaixonei por você no primeiro dia que te vi, e no caso 2 gostosas lindas e uma puta – pela primeira vez ela me interrompeu Y: haha tá bom 2 lindas e uma puta, bem May me disse que ela não tinha nada a ver, que tinham deixado ela de fora porque ela tinha umas coisas estranhas, e ela me disse pra dar esse prazer só uma vez mas depois nada, que só podia ficar com você. A: ha come ela eu sei que você me ama gordo e quero que sejamos um casal liberal, quero que façamos coisas que nunca fiz e aproveitar finalmente Y: já comi ela amor A: ah bom você é um filho da puta hahaha mesmo assim te amo – e voltou a me beijar – conta vai conta tudo Então contei tudo que tinha acontecido que a ligação não tinha sido do escritório que tinha sido ela que fui buscá-la e que fomos direto pro hotel que ela ficou me apalpando o pau a viagem toda que ela estava vestida pra guerra e que tinha um consolo, que não estava depilada que comi ela pelo cu e tudo isso e mostrei a foto A: ufff gordo olha como fiquei, acha que vai conseguir tirar meu tesão que você me deu? É o mínimo que pode fazer depois de me deixar assim – abriu as pernas e tinha a buceta brilhando de tão molhada que estava Ela subiu em cima de mim começamos a nos beijar e com meu pau durão enfiei dentro e enquanto ela me dizia A: uff vamos fazer uma coisa mmmmm vamos brincar com essa puta mmmm ela quer o pau do meu namorado? Bom vamos dar pra ela mas quando eu deixar mmmmm e você tem que filmar e humilhar ela Y: o que você pedir meu amor E começamos a transar mais forte, na minha cabeça não cabia tudo que estava vivendo. Quando gozamos os dois deitamos de novo pra dormir e perguntei por May A: o que tem ela Y: ela me disse que eu podia comer ela sempre que quisesse, que você não ia se opor
A: é verdade, você pode comer ela sempre que quiser, ela é minha melhor amiga e gosta de você, você a deixa com tesão e eu não posso negar seu pau pra ela, só tem uma condição: você pode comer ela sempre que quiser, mas não pode me deixar na vontade, meu amor. Além disso, você merece ter uma buceta pra foder quando eu estiver indisposta.
Nos beijamos e dormimos abraçados.
No dia seguinte, acordei ela com café da manhã. A irmã dela estava em casa, já me conhecia e me recebeu com um sorriso. Rindo, ela me perguntou se finalmente podia me chamar de cunhado, e eu disse que sim. Ela me abraçou e, com certa emoção, disse que estava muito feliz porque eu fazia muito bem pra irmã dela, e foi embora.
Acordei ela e fomos de novo pra faculdade. Dessa vez, entramos triunfantes na faculdade juntos, abraçados, sob o olhar de todos e a ovação dos nossos amigos quando nos viram.
De novo, tivemos que trabalhar em duplas, as mesmas do dia anterior. Ana se aproximou e disse pra May me pedir pra contar tudo que eu tinha feito com Maria e o que ela queria fazer. O que ela não sabia é que May já sabia o que tinha acontecido.
Fizemos de conta que ela não sabia, e a safadinha ficou com um tesão da porra, dava pra ver o rubor no rosto dela. Ela me pediu pra dizer pra professora que não estava se sentindo bem e que eu a levasse ao banheiro. Por um segundo, pensei que era verdade, mas não.
M: puta que pariu, não aguento mais, vamos pro banheiro, me come logo, boludo, olha como eu tô.
E ela mostrou a virilha, tava de legging e dava pra ver toda molhada. Passei um dedinho.
Y: ah, olha como você tá, vamo lá.
Entramos num banheiro do segundo andar, onde não tem muita gente, e assim que entramos, ela já foi pro meu pau, chupou um pouco, abaixou a legging e montou em cima do meu pau até gozar. Depois, se ajoelhou, tirou a porra e tomou tudo.
M: ainda tô com tesão, boludo, vamos embora, por favor.
Y: ok, vamo lá.
Voltei pra sala e disse pra professora que ela ainda não tava bem, que ia levá-la ao Mc comer alguma coisa pra ver se me sentia melhor, já que não tinha tomado café da manhã e blá blá blá.
Saímos da sala e entramos no carro, fomos até a volta da faculdade embaixo da rodovia, ela se abaixou e começou a chupar meu pau e eu disse pra gente ir pra trás.
Aí eu comecei a chupar a buceta dela, estava encharcada, adorei como estava e fiz ela gozar, ela voltou pro meu pau e me chupou até que subiu de costas e começou a cavalgar em mim. Gozou mais uma vez e eu disse pra ela se levantar, coloquei ela de quatro entre os bancos e comecei a meter bem forte, como ela gemía, peguei o celular e filmei, queria que Ana (e Maria) vissem como a puta gemía, e num momento de fogo, enfiei no cu dela de uma vez, ela tentou sair e gritou.
M: ai não, não, tá doendo, para.
Y: não mente, você adora, sua puta tarada.
M: mmmm ai filho da puta, é, você tem razão, tá doendo, mas me dá, me come, quero sentir seu pau todinho.
E ela começou a se mexer até que eu explodi dentro do cu dela, enchendo de porra.
M: ai filho da puta, como tá doendo, mas adorei, me passa um lenço ou algo assim pra limpar a porra.
Y: não, deixa aí, se veste assim e volta pra sala com a porra.
M: vou me sujar toda.
Y: você vai sentir minha porra até a gente ir embora, e quero que você vá e diga pra Maria que tem minha porra no seu cu.
M: hahaha que filho da puta, bom, porque você tá pedindo e pra zoar ela.
Y: na verdade quem pediu foi a Ana, que viu como eu estava te comendo.
E mostrei a mensagem da Ana dizendo que ela estava com muito tesão e queria que fizesse isso.
M: hahahaha que puta do caralho, bom, depois ela vai ter que me limpar, minha casa tá vazia, vêm pra lá? E depois quero levar vocês num lugar.
Y: bom, vamos.
Terminamos de nos vestir e voltamos pra faculdade, via o bumbum dela andando e pensava que estava todo cheio, não conseguia acreditar nas coisas que estava vivendo, entramos na sala e antes de sentar, May se aproximou e disse algo no ouvido da Maria, que se virou e me olhou com cara de ódio bem no momento que a Ana me beijava.
Depois vou continuar contando o que aconteceu
Depois de fazer amor, ficamos deitados nus, nos mimando.
A: Eu adoro ficar assim com você, não quero que acabe.
Y: Eu também adoro, fazia muito tempo que não me sentia tão bem com alguém.
A: Eu te amo – e me beijou.
Y: Você me deixou sem palavras, eu também te amo, bebê.
A: Não me importa nada, a partir de agora na faculdade vou te beijar, te pegar, que digam o que quiserem. Eu te amo e quero que todo mundo saiba.
Só de olhar nos olhos dela, sabia que era verdade, e não podia mentir. O que tinha acontecido com a Maria estava me corroendo por dentro, e não queria começar um relacionamento com uma mentira como sempre. Sempre tinha sido infiel, sempre tinha mentido, e não podia fazer isso com ela também. E apesar do que conversei com a Maya, decidi contar tudo.
Y: Você me faz muito feliz com tudo que me diz, e por isso não posso começar isso com uma mentira. E entendo que se você ficar brava e não quiser mais nada comigo, vou entender. Eu que procurei e vou merecer.
A: O que foi? Você me assusta. Não terminou com sua namorada?
Y: Não, gorda, não é isso. Terminei com ela e quero ficar com você. Terminei com ela em grande parte por causa das coisas que estavam rolando com você.
A: E então, o que é tão grave?
Y: Ontem, quando a gente ia embora da casa da Maria, você entrou pra buscar alguma coisa e ela me disse que vocês já tinham se divertido e que agora ela queria se divertir comigo.
A: Que putinha, meu Deus!
Y: Hoje, quando chegamos na facul, eu encontrei ela na esquina.
A: Sim, eu vi vocês conversando.
Y: Bom, ela disse que tinha ficado com tesão, que tinha se masturbado não sei quantas vezes e que queria transar comigo. E que de um jeito ou de outro, hoje ia transar comigo e que não... podia dizer que não - Ana me olhava atenta e não dizia nada Y: quando nos colocaram em grupos eu contei pra May, mais porque eu não entendia nada, parecia tudo uma piada, não sou nenhum sex symbol e do nada tinha 3 gostosas lindas querendo transar comigo A: primeiro, você é lindo, me apaixonei por você no primeiro dia que te vi, e no caso 2 gostosas lindas e uma puta – pela primeira vez ela me interrompeu Y: haha tá bom 2 lindas e uma puta, bem May me disse que ela não tinha nada a ver, que tinham deixado ela de fora porque ela tinha umas coisas estranhas, e ela me disse pra dar esse prazer só uma vez mas depois nada, que só podia ficar com você. A: ha come ela eu sei que você me ama gordo e quero que sejamos um casal liberal, quero que façamos coisas que nunca fiz e aproveitar finalmente Y: já comi ela amor A: ah bom você é um filho da puta hahaha mesmo assim te amo – e voltou a me beijar – conta vai conta tudo Então contei tudo que tinha acontecido que a ligação não tinha sido do escritório que tinha sido ela que fui buscá-la e que fomos direto pro hotel que ela ficou me apalpando o pau a viagem toda que ela estava vestida pra guerra e que tinha um consolo, que não estava depilada que comi ela pelo cu e tudo isso e mostrei a foto A: ufff gordo olha como fiquei, acha que vai conseguir tirar meu tesão que você me deu? É o mínimo que pode fazer depois de me deixar assim – abriu as pernas e tinha a buceta brilhando de tão molhada que estava Ela subiu em cima de mim começamos a nos beijar e com meu pau durão enfiei dentro e enquanto ela me dizia A: uff vamos fazer uma coisa mmmmm vamos brincar com essa puta mmmm ela quer o pau do meu namorado? Bom vamos dar pra ela mas quando eu deixar mmmmm e você tem que filmar e humilhar ela Y: o que você pedir meu amor E começamos a transar mais forte, na minha cabeça não cabia tudo que estava vivendo. Quando gozamos os dois deitamos de novo pra dormir e perguntei por May A: o que tem ela Y: ela me disse que eu podia comer ela sempre que quisesse, que você não ia se opor
A: é verdade, você pode comer ela sempre que quiser, ela é minha melhor amiga e gosta de você, você a deixa com tesão e eu não posso negar seu pau pra ela, só tem uma condição: você pode comer ela sempre que quiser, mas não pode me deixar na vontade, meu amor. Além disso, você merece ter uma buceta pra foder quando eu estiver indisposta.
Nos beijamos e dormimos abraçados.
No dia seguinte, acordei ela com café da manhã. A irmã dela estava em casa, já me conhecia e me recebeu com um sorriso. Rindo, ela me perguntou se finalmente podia me chamar de cunhado, e eu disse que sim. Ela me abraçou e, com certa emoção, disse que estava muito feliz porque eu fazia muito bem pra irmã dela, e foi embora.
Acordei ela e fomos de novo pra faculdade. Dessa vez, entramos triunfantes na faculdade juntos, abraçados, sob o olhar de todos e a ovação dos nossos amigos quando nos viram.
De novo, tivemos que trabalhar em duplas, as mesmas do dia anterior. Ana se aproximou e disse pra May me pedir pra contar tudo que eu tinha feito com Maria e o que ela queria fazer. O que ela não sabia é que May já sabia o que tinha acontecido.
Fizemos de conta que ela não sabia, e a safadinha ficou com um tesão da porra, dava pra ver o rubor no rosto dela. Ela me pediu pra dizer pra professora que não estava se sentindo bem e que eu a levasse ao banheiro. Por um segundo, pensei que era verdade, mas não.
M: puta que pariu, não aguento mais, vamos pro banheiro, me come logo, boludo, olha como eu tô.
E ela mostrou a virilha, tava de legging e dava pra ver toda molhada. Passei um dedinho.
Y: ah, olha como você tá, vamo lá.
Entramos num banheiro do segundo andar, onde não tem muita gente, e assim que entramos, ela já foi pro meu pau, chupou um pouco, abaixou a legging e montou em cima do meu pau até gozar. Depois, se ajoelhou, tirou a porra e tomou tudo.
M: ainda tô com tesão, boludo, vamos embora, por favor.
Y: ok, vamo lá.
Voltei pra sala e disse pra professora que ela ainda não tava bem, que ia levá-la ao Mc comer alguma coisa pra ver se me sentia melhor, já que não tinha tomado café da manhã e blá blá blá.
Saímos da sala e entramos no carro, fomos até a volta da faculdade embaixo da rodovia, ela se abaixou e começou a chupar meu pau e eu disse pra gente ir pra trás.
Aí eu comecei a chupar a buceta dela, estava encharcada, adorei como estava e fiz ela gozar, ela voltou pro meu pau e me chupou até que subiu de costas e começou a cavalgar em mim. Gozou mais uma vez e eu disse pra ela se levantar, coloquei ela de quatro entre os bancos e comecei a meter bem forte, como ela gemía, peguei o celular e filmei, queria que Ana (e Maria) vissem como a puta gemía, e num momento de fogo, enfiei no cu dela de uma vez, ela tentou sair e gritou.
M: ai não, não, tá doendo, para.
Y: não mente, você adora, sua puta tarada.
M: mmmm ai filho da puta, é, você tem razão, tá doendo, mas me dá, me come, quero sentir seu pau todinho.
E ela começou a se mexer até que eu explodi dentro do cu dela, enchendo de porra.
M: ai filho da puta, como tá doendo, mas adorei, me passa um lenço ou algo assim pra limpar a porra.
Y: não, deixa aí, se veste assim e volta pra sala com a porra.
M: vou me sujar toda.
Y: você vai sentir minha porra até a gente ir embora, e quero que você vá e diga pra Maria que tem minha porra no seu cu.
M: hahaha que filho da puta, bom, porque você tá pedindo e pra zoar ela.
Y: na verdade quem pediu foi a Ana, que viu como eu estava te comendo.
E mostrei a mensagem da Ana dizendo que ela estava com muito tesão e queria que fizesse isso.
M: hahahaha que puta do caralho, bom, depois ela vai ter que me limpar, minha casa tá vazia, vêm pra lá? E depois quero levar vocês num lugar.
Y: bom, vamos.
Terminamos de nos vestir e voltamos pra faculdade, via o bumbum dela andando e pensava que estava todo cheio, não conseguia acreditar nas coisas que estava vivendo, entramos na sala e antes de sentar, May se aproximou e disse algo no ouvido da Maria, que se virou e me olhou com cara de ódio bem no momento que a Ana me beijava.
Depois vou continuar contando o que aconteceu
3 comentários - Asi da gusto estudiar 4
muy bueno todo, felicitaciones!
Hay k bancar heee