Fala, galera! Vou contar outra história pra vocês, dessa vez é algo que rolou comigo já faz um tempão. Já vou avisando que vou mudar alguns detalhes ou omitir outros pra não me queimar (lugar, nomes, etc.).
Bom, a história é assim: eu tinha uns 25 anos, precisava trabalhar, os bicos já não tavam dando mais. Nessa, aparece um "conhecido" e me fala pra trabalhar com ele numa cooperativa de segurança. Sem ter nada melhor, topei na hora.
Comecei a trampar, tinha um chefe, um encarregado e duas gatinhas na administração. Das duas, com uma eu me dava bem, mas a outra me olhava como se eu fosse merda no chão.
Já tinham se passado dois meses, eu fazia meu trampo direito, sem reclamação. A gatinha que eu me dava bem era baixinha, tinha uns 1,60, gostosa, mas gente boa. A outra era mais alta, sem peito, mas com uma bunda bem redonda e larga, tinha 34 anos.
Já tavam me falando que as coleguinhas eram bem putinhas, então fui na segura. Eu me dava tão bem com a gostosa, ela tinha uns vinte e poucos, a gente se pegava de mão quando ficava sozinho na central. A central era o lugar onde todo mundo tinha que ir e nos mandavam pra onde cada um ia. Sempre tinha que ficar um na central, porque o chefe percorria de carro e o encarregado com outro pra outra ponta. Um dia, sobrou pra mim ficar na central, um lugar com todo conforto, era só ficar lá, atender o rádio e os telefones.
Tudo tranquilo, a gostosa chega de fazer cobrança. A gente se pegava de mão sempre que dava, mão vai, mão vem. Eu já tava quase de pau duro, ela sabia bem que eu tava na pica. Ela fala que vai no banheiro, toca o telefone e eu atendo. Nisso, ela aparece e me agarra o pau: "Ah! Beleza, hoje a gente tá firme!" Ela fala, sai correndo e rindo. Eu sigo ela e encurralo num canto: "E agora?" Falo. Ela pula em cima de mim como uma cadela no cio e a gente se apalpa pra caralho. Ela meteu a mão dentro da minha calça e ficou brincando com a cabeça do meu pau com o dedo. Eu chupava o mamilo dela até não poder mais e com a outra mão desabotoei a calça dela. Meti a mão naquela buceta que ela tinha, queria enfiar o dedo no cu dela. Ela ria e falava: "Você queria, né?"
Toca o rádio (nextel): "Chego em 5, põe a água pro mate!" Era o chefe, porra!
Enquanto eu colocava a chaleira no fogo e ainda de pau duro, a gostosa chega... De repente, a mina se ajoelha na minha frente, abaixa um pouco minha calça e dá uma linguada daquelas, chupou por uns 10 segundos e foi embora dizendo: "pronto, matei um pouco da vontade", tava rindo a putinha, quando vi ela ir embora rindo daquele jeito quase gozei.
Passou mais um mês, nada além do que contei aconteceu, ela não tava me dando muita bola, tava ocupada. Um dia, tô de novo na central, as duas gatinhas estavam lá, o dia tava chato pra caralho, aí chega a mina e fala: "o Pato tá te chamando, eu fico aqui e te cubro", beleza, falei.
Com a outra gatinha, chamavam de Pato, não era nem amigo nem inimigo, era a chefe da administração, de peito não dava pra reclamar, mas tinha uma bunda enorme e redonda, cinturinha fina, alta, com cara de mina má. "Fala, o que foi?" Pergunto, "vem cá, chega mais, tava entediada" ela fala, papo vai papo vem, ela sentada na cadeira e eu na mesa, de repente sinto a mão dela indo do meu joelho até o zíper da calça, enquanto eu contava o sentido da vida ela puxou meu pau pra fora e meteu na boca dela sutilmente, eu sem palavras, não acreditava, ela era foda, "apaga a luz" ela fala, ela baixou mais as cortinas do escritório, me mandou sentar na mesa, abaixou mais minha calça enquanto se aproximava com a cadeira e começou a mamar igual vaca velha, UUUUH! O que foi aquilo! Ela focava na cabeça da piroca, a intenção era me fazer gozar rápido, "vai! Goza pra mim, vai que alguém aparece", eu queria aproveitar, "o problema é que não sirvo pra pressa, demoro pra gozar" e ela responde "mas goza logo! Não temos tempo aqui, ou tô chupando mal?", FILHA DA PUTA! NÃO PODE ME FALAR ISSO!!! pensei, não avisei nada que ia gozar, vaca velha já sabia de todos os truques e se afastou na hora, mas me limpou com a boca no final, tava acabado naquela mesa, soltei tudo que tinha mas ela continuava ali, agarrada no meu pau com a boca, parecia que queria tirar mais alguma coisa, não tava tão apressada assim, pelo visto, quando viu que não tinha mais nada dentro de mim. Pare de chupar ela pra me pedir pra alcançar um copo d'água pra ela enxaguar a boca linda e trabalhada. Me ajeitei, trouxe a água e, ao voltar pro posto de trabalho, ela me agarrou dizendo: "da próxima vez traz um preservativo pra eu me divertir também". Uh! Usei a expressão: pussy de la lora, que louco!.
Não sei o que aconteceu, mas depois disso tudo mudou.
Ela me cumprimentava e a mina de longe, conseguiu meu número de telefone e me mandava mensagens quentes quando podia, fazia piadas de duplo sentido na frente de todo mundo.
Tinha um colega que começou a nos levar pro trabalho de carro e voltar também. Na ida não rolava nada, mas na volta era outra história; ao voltar, eu sentava atrás e o pato do lado, na frente o dono do carro e a mina. Era uma viagem de 45 minutos tranquila pela rodovia. Bom, esses 45 minutos de viagem eram de massagem peniana, aquela gostosa não me deixava em paz. Imaginem só: o pato massageando a pica por cima da calça, a mina olhando pra gente como se quisesse entrar na massagem, mas parecia que tinha proibição de chegar perto de mim, o motorista olhando de vez em quando pelo retrovisor e uns caminhoneiros se cagando de rir e observando a situação de passagem.
Um dia ela não aguentou mais e me mandou uma mensagem ao meio-dia: "vamos pra minha casa depois do trabalho, vai! Tenho camisinhas em casa, sim?".
...
...
Eu disse que não porque tinha que arrumar minha coleção da revista El Gráfico...
MENTIRA! ESTÁVAMOS NA CASA DELA! Chegamos na casa dela e ela me pergunta meio na dúvida: "tomamos mate ou começamos?" MATE, eu disse. Não, sério, ela colocou o CD do Chayanne e começamos. Ela me sentou no sofá, se ajoelhou no tapete colocando uma toalha nos joelhos, abriu minhas pernas como se eu fosse uma gostosa e começou a mamar. Ela segurava minhas pernas pra eu mantê-las bem abertas, passava a língua de baixo pra cima, chupar era o forte dela. Engolia a pica toda até se engasgar, colocava as bolas na boca e brincava com a língua. "Isso vai te dar tesão", ela disse. Começou chupando bem a cabeça da A pica, ela virou meio de lado pra envolver os lábios no tronco enquanto subia e descia, metia os ovos na boca e esticava um pouquinho, subiu meus ovos com a mão enquanto passava a língua de leve naquele caminho que vai de baixo dos ovos até chegar perto do asterisco! MAS PELO AMOR DE DEUS! NUNCA TINHA FICADO TÃO TESÃO!!!
Ficou brincando com a língua no meu cu, mas sério, não me importei, me esquentou tanto que nem liguei! Subiu fazendo o mesmo caminho, enquanto me batia uma pergunta se eu gostei, COMO ASSIM!?
Era minha vez, ela tinha uns lábios vaginais bem grandes, parecia um churrasco, lindo, abri a buceta de leve com os dedinhos e entrei igual o Chaves no picolé!
Um calor, um tesão, ela não gostava muito de tirar o sutiã, quase não tinha peito, tirei mesmo assim e fiquei brincando com aquele ovo frito queimado, também lindo, era hora de meter, ela no sofá e eu no chão de joelhos, brinquei com a ponta da pica naquele rabão dela, "isso vai depois", ela disse, quase chorei, enquanto separava aqueles lábios enormes com os dedos enfiei a pica devagar, já era! Pensei, me agarrei nas pernas dela e meti pra ela ter e guardar, tinha que dar o melhor, tinha que deixar o melhor, tinha que aguentar, queria aquele rabo grande e lindo, ela senta no sofá e pula, literalmente, em cima de mim, pega na minha pica até enfiar, já era tudo mais fácil, tava muito molhada, agarrei bem aquelas nádegas e cavalgar se disse, eu com 25 anos, ela 34, meu sonho realizado, do jeito que tava segurei ela e levei pro chão, peguei uma almofada do sofá e coloquei na cintura dela, a buceta dela tava na altura quase certa pra eu ficar de joelhos e ter as costas retas, aquele aplauso que sobe quando eu batia minha cintura na dela era um som excitante, foda-se o resto, era isso que eu queria ouvir.
"Espera que vou virar", ela disse, chegou o momento, ela fica de quatro, meu coração já batia mais rápido, minhas mãos tremiam, era demais Pra mim, mas por dentro eu pensava "eu mereço isso, isso me pertence, a vida me devia isso", era algo que sempre sonhei, nunca tinha ido por esse caminho, sempre com umas vadias histéricas que prometiam mas nunca entregavam nada. Pato me chama e diz pra eu chegar perto, ela lambe os dedos e passa no próprio cuzinho, enquanto me chupa e babaca bem a pica, ela segura firme na pica e chupa como se estivesse se extravasando. NÃO! Não quero gozar aí! Tiro a pica da boca dela e ela começa a rir, "vai, já sei o que você quer, me fode o cu, moreno", ela já tinha o dedo todo enfiado, tava pronta. Pego a pica segurando por baixo da cabeça, entra com facilidade, parece que já passou gente por aqui, ela manda eu ir devagar. Com boa pontaria, cuspo no tronco da pica pra deslizar. Aí está! Eu! Metendo por trás, me agarrei na cintura dela, ninguém me tirava dali! Comecei devagar, até que ela começou a empurrar pra trás, foda-se! Meti igual o Homer Simpson no donut! Agarrei ela pelo ombro e puxei pra dentro! Queria gozar ali, já com mais força, "Vai, filho da puta! Goza no meu cu, vai, que você adora", ela disse, "que rabo gostoso que você tem, usei a buceta da sua irmã!", "vai, vai que já gozei, enche meu cu de porra, por favor, vai, por favor". Ela nem terminou de falar e eu enfiei até o talo e gozei dentro, abracei ela e caímos de lado, eu agarrado nela que nem carrapato, ficamos assim um bom tempo, fomos lavar e deitamos pelados no chão enquanto nos acarinhávamos (aaawwww!). "Preciso ir", falei pra ela, ela já mudou o olhar, de tesão pra ternura, já fazia uma hora e meia depois da putaria que a gente tinha ficado largado no tapete. "Temos que repetir", ela disse, falei que sempre que der a gente vai fazer. Já na porta, ela de camiseta curta e um shortinho tipo de futebol mas bem justinho, me dá o último beijo e fica olhando até eu virar a esquina. Cheguei em casa pensando que loucura tudo que aconteceu, como tudo passou tão rápido. como pra terminar transando igual louco na casa dela.
Mas fazer o quê, amanhã era outro dia, já em casa só faltava tomar banho e dormir, "neguinho já tá tudo pronto pra tu tomar banho, como foi teu dia hoje?", "bem, negona, cansado de trabalhar".
FIM
Comecei a trampar, tinha um chefe, um encarregado e duas gatinhas na administração. Das duas, com uma eu me dava bem, mas a outra me olhava como se eu fosse merda no chão.
Já tinham se passado dois meses, eu fazia meu trampo direito, sem reclamação. A gatinha que eu me dava bem era baixinha, tinha uns 1,60, gostosa, mas gente boa. A outra era mais alta, sem peito, mas com uma bunda bem redonda e larga, tinha 34 anos.
Já tavam me falando que as coleguinhas eram bem putinhas, então fui na segura. Eu me dava tão bem com a gostosa, ela tinha uns vinte e poucos, a gente se pegava de mão quando ficava sozinho na central. A central era o lugar onde todo mundo tinha que ir e nos mandavam pra onde cada um ia. Sempre tinha que ficar um na central, porque o chefe percorria de carro e o encarregado com outro pra outra ponta. Um dia, sobrou pra mim ficar na central, um lugar com todo conforto, era só ficar lá, atender o rádio e os telefones.
Tudo tranquilo, a gostosa chega de fazer cobrança. A gente se pegava de mão sempre que dava, mão vai, mão vem. Eu já tava quase de pau duro, ela sabia bem que eu tava na pica. Ela fala que vai no banheiro, toca o telefone e eu atendo. Nisso, ela aparece e me agarra o pau: "Ah! Beleza, hoje a gente tá firme!" Ela fala, sai correndo e rindo. Eu sigo ela e encurralo num canto: "E agora?" Falo. Ela pula em cima de mim como uma cadela no cio e a gente se apalpa pra caralho. Ela meteu a mão dentro da minha calça e ficou brincando com a cabeça do meu pau com o dedo. Eu chupava o mamilo dela até não poder mais e com a outra mão desabotoei a calça dela. Meti a mão naquela buceta que ela tinha, queria enfiar o dedo no cu dela. Ela ria e falava: "Você queria, né?"
Toca o rádio (nextel): "Chego em 5, põe a água pro mate!" Era o chefe, porra!
Enquanto eu colocava a chaleira no fogo e ainda de pau duro, a gostosa chega... De repente, a mina se ajoelha na minha frente, abaixa um pouco minha calça e dá uma linguada daquelas, chupou por uns 10 segundos e foi embora dizendo: "pronto, matei um pouco da vontade", tava rindo a putinha, quando vi ela ir embora rindo daquele jeito quase gozei.
Passou mais um mês, nada além do que contei aconteceu, ela não tava me dando muita bola, tava ocupada. Um dia, tô de novo na central, as duas gatinhas estavam lá, o dia tava chato pra caralho, aí chega a mina e fala: "o Pato tá te chamando, eu fico aqui e te cubro", beleza, falei.
Com a outra gatinha, chamavam de Pato, não era nem amigo nem inimigo, era a chefe da administração, de peito não dava pra reclamar, mas tinha uma bunda enorme e redonda, cinturinha fina, alta, com cara de mina má. "Fala, o que foi?" Pergunto, "vem cá, chega mais, tava entediada" ela fala, papo vai papo vem, ela sentada na cadeira e eu na mesa, de repente sinto a mão dela indo do meu joelho até o zíper da calça, enquanto eu contava o sentido da vida ela puxou meu pau pra fora e meteu na boca dela sutilmente, eu sem palavras, não acreditava, ela era foda, "apaga a luz" ela fala, ela baixou mais as cortinas do escritório, me mandou sentar na mesa, abaixou mais minha calça enquanto se aproximava com a cadeira e começou a mamar igual vaca velha, UUUUH! O que foi aquilo! Ela focava na cabeça da piroca, a intenção era me fazer gozar rápido, "vai! Goza pra mim, vai que alguém aparece", eu queria aproveitar, "o problema é que não sirvo pra pressa, demoro pra gozar" e ela responde "mas goza logo! Não temos tempo aqui, ou tô chupando mal?", FILHA DA PUTA! NÃO PODE ME FALAR ISSO!!! pensei, não avisei nada que ia gozar, vaca velha já sabia de todos os truques e se afastou na hora, mas me limpou com a boca no final, tava acabado naquela mesa, soltei tudo que tinha mas ela continuava ali, agarrada no meu pau com a boca, parecia que queria tirar mais alguma coisa, não tava tão apressada assim, pelo visto, quando viu que não tinha mais nada dentro de mim. Pare de chupar ela pra me pedir pra alcançar um copo d'água pra ela enxaguar a boca linda e trabalhada. Me ajeitei, trouxe a água e, ao voltar pro posto de trabalho, ela me agarrou dizendo: "da próxima vez traz um preservativo pra eu me divertir também". Uh! Usei a expressão: pussy de la lora, que louco!.
Não sei o que aconteceu, mas depois disso tudo mudou.
Ela me cumprimentava e a mina de longe, conseguiu meu número de telefone e me mandava mensagens quentes quando podia, fazia piadas de duplo sentido na frente de todo mundo.
Tinha um colega que começou a nos levar pro trabalho de carro e voltar também. Na ida não rolava nada, mas na volta era outra história; ao voltar, eu sentava atrás e o pato do lado, na frente o dono do carro e a mina. Era uma viagem de 45 minutos tranquila pela rodovia. Bom, esses 45 minutos de viagem eram de massagem peniana, aquela gostosa não me deixava em paz. Imaginem só: o pato massageando a pica por cima da calça, a mina olhando pra gente como se quisesse entrar na massagem, mas parecia que tinha proibição de chegar perto de mim, o motorista olhando de vez em quando pelo retrovisor e uns caminhoneiros se cagando de rir e observando a situação de passagem.
Um dia ela não aguentou mais e me mandou uma mensagem ao meio-dia: "vamos pra minha casa depois do trabalho, vai! Tenho camisinhas em casa, sim?".
...
...
Eu disse que não porque tinha que arrumar minha coleção da revista El Gráfico...
MENTIRA! ESTÁVAMOS NA CASA DELA! Chegamos na casa dela e ela me pergunta meio na dúvida: "tomamos mate ou começamos?" MATE, eu disse. Não, sério, ela colocou o CD do Chayanne e começamos. Ela me sentou no sofá, se ajoelhou no tapete colocando uma toalha nos joelhos, abriu minhas pernas como se eu fosse uma gostosa e começou a mamar. Ela segurava minhas pernas pra eu mantê-las bem abertas, passava a língua de baixo pra cima, chupar era o forte dela. Engolia a pica toda até se engasgar, colocava as bolas na boca e brincava com a língua. "Isso vai te dar tesão", ela disse. Começou chupando bem a cabeça da A pica, ela virou meio de lado pra envolver os lábios no tronco enquanto subia e descia, metia os ovos na boca e esticava um pouquinho, subiu meus ovos com a mão enquanto passava a língua de leve naquele caminho que vai de baixo dos ovos até chegar perto do asterisco! MAS PELO AMOR DE DEUS! NUNCA TINHA FICADO TÃO TESÃO!!!
Ficou brincando com a língua no meu cu, mas sério, não me importei, me esquentou tanto que nem liguei! Subiu fazendo o mesmo caminho, enquanto me batia uma pergunta se eu gostei, COMO ASSIM!?
Era minha vez, ela tinha uns lábios vaginais bem grandes, parecia um churrasco, lindo, abri a buceta de leve com os dedinhos e entrei igual o Chaves no picolé!
Um calor, um tesão, ela não gostava muito de tirar o sutiã, quase não tinha peito, tirei mesmo assim e fiquei brincando com aquele ovo frito queimado, também lindo, era hora de meter, ela no sofá e eu no chão de joelhos, brinquei com a ponta da pica naquele rabão dela, "isso vai depois", ela disse, quase chorei, enquanto separava aqueles lábios enormes com os dedos enfiei a pica devagar, já era! Pensei, me agarrei nas pernas dela e meti pra ela ter e guardar, tinha que dar o melhor, tinha que deixar o melhor, tinha que aguentar, queria aquele rabo grande e lindo, ela senta no sofá e pula, literalmente, em cima de mim, pega na minha pica até enfiar, já era tudo mais fácil, tava muito molhada, agarrei bem aquelas nádegas e cavalgar se disse, eu com 25 anos, ela 34, meu sonho realizado, do jeito que tava segurei ela e levei pro chão, peguei uma almofada do sofá e coloquei na cintura dela, a buceta dela tava na altura quase certa pra eu ficar de joelhos e ter as costas retas, aquele aplauso que sobe quando eu batia minha cintura na dela era um som excitante, foda-se o resto, era isso que eu queria ouvir.
"Espera que vou virar", ela disse, chegou o momento, ela fica de quatro, meu coração já batia mais rápido, minhas mãos tremiam, era demais Pra mim, mas por dentro eu pensava "eu mereço isso, isso me pertence, a vida me devia isso", era algo que sempre sonhei, nunca tinha ido por esse caminho, sempre com umas vadias histéricas que prometiam mas nunca entregavam nada. Pato me chama e diz pra eu chegar perto, ela lambe os dedos e passa no próprio cuzinho, enquanto me chupa e babaca bem a pica, ela segura firme na pica e chupa como se estivesse se extravasando. NÃO! Não quero gozar aí! Tiro a pica da boca dela e ela começa a rir, "vai, já sei o que você quer, me fode o cu, moreno", ela já tinha o dedo todo enfiado, tava pronta. Pego a pica segurando por baixo da cabeça, entra com facilidade, parece que já passou gente por aqui, ela manda eu ir devagar. Com boa pontaria, cuspo no tronco da pica pra deslizar. Aí está! Eu! Metendo por trás, me agarrei na cintura dela, ninguém me tirava dali! Comecei devagar, até que ela começou a empurrar pra trás, foda-se! Meti igual o Homer Simpson no donut! Agarrei ela pelo ombro e puxei pra dentro! Queria gozar ali, já com mais força, "Vai, filho da puta! Goza no meu cu, vai, que você adora", ela disse, "que rabo gostoso que você tem, usei a buceta da sua irmã!", "vai, vai que já gozei, enche meu cu de porra, por favor, vai, por favor". Ela nem terminou de falar e eu enfiei até o talo e gozei dentro, abracei ela e caímos de lado, eu agarrado nela que nem carrapato, ficamos assim um bom tempo, fomos lavar e deitamos pelados no chão enquanto nos acarinhávamos (aaawwww!). "Preciso ir", falei pra ela, ela já mudou o olhar, de tesão pra ternura, já fazia uma hora e meia depois da putaria que a gente tinha ficado largado no tapete. "Temos que repetir", ela disse, falei que sempre que der a gente vai fazer. Já na porta, ela de camiseta curta e um shortinho tipo de futebol mas bem justinho, me dá o último beijo e fica olhando até eu virar a esquina. Cheguei em casa pensando que loucura tudo que aconteceu, como tudo passou tão rápido. como pra terminar transando igual louco na casa dela.
Mas fazer o quê, amanhã era outro dia, já em casa só faltava tomar banho e dormir, "neguinho já tá tudo pronto pra tu tomar banho, como foi teu dia hoje?", "bem, negona, cansado de trabalhar".
FIM
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