Con la Compañera de Trabajo

E aí, senhores? Tô deixando aqui esse conto pra vocês, espero que curtam.

A empresa onde eu trabalho é pequena, só tem 30 funcionários, então o tratamento entre os colegas é mais próximo e de confiança do que em empresas grandes.

Bom, vou contar o que aconteceu: há pouco tempo entrou uma mulher chamada Nancy para trabalhar. O cargo que ela ia ocupar era diretamente ligado ao meu, então a convivência com ela era diária. Depois de alguns dias, ela me contou que estava se divorciando do marido e que tinha vários problemas de todo tipo, então o trabalho significava muito pra ela.

Eu tentei treinar ela e ajudar o máximo possível, mas como ela nunca tinha trabalhado na vida, tinha dificuldade com tudo, até com as coisas mais simples do mundo. Passaram-se três meses e o desempenho dela não melhorou; pelo contrário, os chefes perceberam isso e me pediram pra procurar um substituto e mandar ela embora se continuasse do mesmo jeito.

Eu já tinha falado com ela várias vezes, mas essa seria a última chance que eu dava. Contei o que estava rolando, e ela desabou em lágrimas. Me senti meio mal por ela, mas os erros dela estavam cada vez piores e já estavam afetando meu trabalho.

Talvez vocês estejam se perguntando por que eu não mandei ela embora desde o começo. Em parte, era por causa do que ela tinha me contado sobre os problemas dela, e o outro motivo era o quanto essa mulher me deixava excitado.

Por ser uma empresa pequena, a gente podia usar a roupa que quisesse. Nancy sempre se vestia como uma verdadeira puta: vestidos justos até não poder mais, calças jeans super apertadas, uma vez ela usou um mini short, e sempre com blusas sem manga e igualmente justas. Toda a roupa dela parecia menor do que realmente era, porque Nancy era uma mulher bem voluptuosa, com um par de bundas imensas e gordas e uns peitos bem imponentes.

Pra falar a verdade, ela era meio gordinha, mas mesmo assim o corpo dela tinha umas curvas impressionantes por causa do tamanho dos atributos.

No dia seguinte depois de conversar... Sério, com ela. Ela chegou com um vestido preto e salto alto, o vestido tinha um decote gigantesco. Não consegui disfarçar o olhar, fiquei impactado com o jeito que aquela mulher se vestia. Ela me cumprimentou com um beijo no rosto e fomos direto pro escritório dela pra eu mostrar o que queria que ela corrigisse.

Sentei na frente do computador e ela se inclinou do meu lado, apoiando os cotovelos na mesa. Só de virar um pouco a cara, eu tinha uma vista enorme daqueles peitos enormes e até dos bicos roxos daquela mulher, dava pra ver tudo perfeitamente.

Levantei da cadeira pra pegar umas folhas e contemplei por uns segundos aquela bunda enorme empinada, enquanto ela continuava debruçada na mesa.

Não aguentei mais. Fiquei atrás dela, segurei sua cintura com cuidado e esfreguei bem devagar meu pau duro contra ela. Meu Deus, que raba que aquela senhora tinha, tão grande e empinada que não era normal.

— Que isso, senhor? — reclamou. — Podem nos ver. Ela tinha razão, na empresa tinha câmeras, principalmente na nossa área, que era a que lidava com o dinheiro. — Me desculpa, Nancy, não consegui me segurar. É que eu gosto demais de você e não aguento mais de vontade.

Ela ficou me olhando e se virou: — Vou pegar água, volto já. Fiquei meio preocupado, pensei que ela fosse me dedurar ou algo assim. Ela voltou, sentou no lugar dela e disse: — Já entendi tudo, senhor. Pode me deixar sozinha.

Saí daquele lugar meio angustiado, e o dia inteiro fiquei pensando no que tinha acontecido. Mas antes de terminar o expediente, a Nancy se aproximou e deixou um papel na minha mesa, com uma hora e um dia, além do número e do nome de um motel da cidade.

Finalmente chegou a terça-feira. Fui pro motel, procurei o quarto 73, entrei e não tinha ninguém ainda. Pensei que tudo não passasse de uma brincadeira e que aquela era a vingança dela. Mas não, um táxi chegou depois. Dona Nancy desceu, abriu a porta e entrou.

— Boa tarde, senhor. Me dá um momento, já volto. Dito isso, entrou no banheiro com a bolsa dela. Sentei na cama e esperei. Tava realmente... Fiquei excitadão, aquela senhora me deixava louco

Depois de alguns minutos, ela saiu do banheiro com uma cinta-liga branca, e a calcinha fio-dental da mesma cor, que contrastava com a pele morena dela, e um sutiã transparente. Dava pra ver completamente os mamilos largos e roxos dela. "Você gosta?", ela perguntou.

Aí ela subiu na cama, ficou de quatro e começou a rebolar a raba. Aquela senhora era uma puta, eu não podia acreditar.

Rapidamente tirei a roupa e comecei a acariciar aquela bunda descomunal enquanto ela continuava se mexendo igual uma louca.

Pedi pra ela virar de frente pra eu acariciar os peitos dela. Depois tirei o sutiã e comecei a lamber aquele par gigante de melões durinhos, enquanto dona Nancy soltava gemidos enormes de tão excitada. Bem devagar, eu mordia os mamilos roxos dela, e ela acariciava meu pau com as mãos.

Deitei na cama e pedi pra ela subir em cima de mim pra eu lamber a buceta dela. A gente fez um 69 perfeito. Ela chupava meu pau freneticamente enquanto eu enfiava o rosto entre as nádegas grandes dela. Às vezes faltava ar, mas eu não ligava. Tive que afastar a calcinha fio-dental dela pra saborear aquela rachinha gostosa. Ela começou a lamber minhas bolas e eu cutucava o cu dela com os dedos. Aquela senhora era mais que uma puta.

"Você gosta?", perguntei.

"Eu gosto de tudo", ela respondeu.

Eu tava quase gozando com aquela mulherão, então levantei e sentei na beira da cama. Ela se levantou, tirou a calcinha fio-dental — já tava toda molhada.

Aí, aos poucos, ela foi sentando no meu pau.

"Aaai, aaai, que gostoso", ela dizia enquanto ia enfiando.

E quando já tinha ele todo dentro da vagina dela, começou a rebolando em círculos.

"Assim, assim, olha, cabe inteiro", dizia dona Nancy.

Enquanto eu segurava ela pela cintura, ela se esfregava em mim. Peguei os peitos dela e comecei a meter com mais força. Nunca vou esquecer a cara que ela fez — boca aberta e olhar perdido.

Dava pra ouvir as nádegas dela batendo nas minhas coxas, e quando eu ficava parado, ela só deixava cair as nalgas duras na minha pica dura

que puta que era aquela senhora, virei ela de bruços na cama, abri as nalgas dela bem abertas e lambi a buceta dela e toda a costa até chegar no pescoço dela, uns berros enormes que a foxy dava quando eu fazia isso, continuei assim por uns minutos até ela começar a pedir

já mete já mete por favor dizia com a buceta mais escorrida do que nunca

coloquei minha pica entre as nalgas dela e esfreguei enquanto puxava o cabelo dela, depois coloquei a ponta da minha pica na entrada da buceta dela, estava encharcada, escorria toda, e assim comecei a me deixar cair sobre aquelas nalgas imensas que aguentavam muito bem minhas investidas

assim assim me fode gostoso, me fode toda a buceta dizia dona nancy enquanto eu comia ela

tava claro que a buceta dela não ia aguentar mais, cada vez tava mais quente e apertada

aí gozei enchendo a costa e as nalgas dela de porra branca que contrastava com as nalgas pretas dela

me joguei de lado exausto enquanto ela ia limpar o sêmen no banheiro, quando saiu eu já tinha outra ereção, ela percebeu e veio engatinhando na cama até mim e começou de novo a chupar minha pica ainda com restos de porra

vou deixar bem limpinha pra você meter de novo em mim disse antes de engolir inteira

minha esposa nem ninguém tinha chupado minha pica como era óbvio que ela era uma expert

finalmente virou de costas, ficou de pé e rebolou as nalgas com as mãos na cintura

você gosta? dizia enquanto se requebrava

claro que gosto, são deliciosas respondi

então ela abriu as nalgas e eu vi claramente o cu e a buceta inchada de tanto foder, depois aos poucos foi sentando na minha pica de novo, eu ainda tava deitado de barriga pra cima

quero que você me meta no cu disse dona nancy enquanto encaixava minha pica no ânus dela, eu já tinha pedido isso pra minha esposa tantas vezes e ela sempre negava, então fiquei bem excitado quando ela disse isso dona nancy, meu pau ficou mais duro do que nunca
e ela chupava devagar pra dilatar bem o cu dela, que apertado que tava no começo

mete sem camisinha na minha buceta, ela falou tirando a camisinha de mim
meteu de novo, mas dessa vez rápido e até o fundo

ai que gostoso, ela disse quando minhas bolas bateram na bunda dela

a putinha se mexia em círculos, gemendo e respirando ofegante

eu levantei e coloquei ela de quatro, que rabão imenso que apareceu, comecei a foder ela com força, peguei meu cinto e amarrei no pescoço dela igual uma puta

você é minha puta de rabão grande, eu falava

sim, sou uma puta, ela dizia reclamando e aproveitando ao mesmo tempo

late igual uma puta, eu falava enquanto batia na bunda dela

auughgh auughgh auughgh — ela tentava latir mas não conseguia

tava muito quente, vou gozar, vou gozar, dona nancy dizia

eu não queria parar de furar aquele rabão, mas ela já não aguentava mais, e quando eu cravei minhas unhas nas costas dela, foi aí que ela gozou finalmente, esvaziou todos os sucos dela na cama, e eu, ao ouvir ela gritar de prazer, também gozei dentro da bunda dela, enchi ela toda completamente, nós dois ficamos largados na cama, totalmente exaustos...

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