
FALA GALERA P, VOLTEI COM MAIS UM RELATO. COMO JÁ VIU NOS ANTERIORES, SÃO MINHAS AVENTURAS NA MINHA VIDA COMO PROFESSOR. ESSA É MAIS UMA, VAMOS VER O QUE ACHAM.Entrei numa universidade nova, lá pro sul do DF, os caras e as minas eram bem de boa, era super comum os professores e funcionários saírem pra comer ou algo assim, o que me agradou, era um ambiente bem leve.
Um dia feriado, mas não obrigatório, veio pouca gente e os que foram começaram a se organizar pra ir comer, e me chamaram pra acompanhar e ajudar na fuga. Aí começa a aventura.
— Que isso, professor? Vamo todo mundo comer, ou não? — falou uma das minas, num tom desencanado. — Tô dentro, mas no carro de quem? — perguntei.
— A Marisol dá um help! — Marisol era uma mulher entre uns 28, 30 anos, e dirigia uma caminhonete familiar. — Beleza! Mas se for pra fazer, que seja rápido e na discrição — respondi, vendo que a Marisol tinha topado.
Em questão de segundos, todo mundo se virou pra sair pro estacionamento. Eu, claro, tava nervoso, era meu primeiro trampo, não imaginava qual seria a punição por liderar esse tipo de rolé; mas não dava pra voltar atrás, e muito menos na frente de um monte de mulher!
15 minutos depois, já tínhamos chegado num restaurante de frutos do mar, éramos umas 15 pessoas, então juntamos três mesas.
— O senhor fica aqui, professor! — disse a Angel. Não sei a idade dela, mas deve ter entre 26 e 28 anos. Magrinha, uns 1,70m de altura, um rabo muito gostoso, peito de bom tamanho, cabelão preto, pele morena clara.
— UUUUUUUUU — todas zoaram quando viram que a Angel já tinha me agarrado. Aceitei e sentei do lado dela.
Os primeiros minutos foram conversas entre todo mundo, mas com o tempo, Angel e eu já estávamos batendo papo só nós dois. Ela me contou da vida dela, com altos e baixos; e eu fiz o mesmo com a minha.
Eu escutava ela com atenção, mas não parava de pensar: "...sério? Ela tá me seduzindo? Ou é só um papo furado?... deve ser isso, não se empolga; além do mais, ela é bem mais velha que você..."
Aquele encontro acabou, pagamos a conta. A conta fechou e nos despedimos. O ciclo terminou, então eu ia parar de dar aula pra turma dela. Mas uma semana depois, chegou um e-mail. Era a Angel, me cumprimentando e dizendo que tinha gostado de me conhecer.
Todo contente, respondi aquele e-mail, e até passei meu número de celular.
Isso foi a deixa pra que, em várias ocasiões, a gente se encontrasse no chat e conversasse super de boa. Tanto que, em pouco tempo, já estávamos trocando indiretas.
Uma manhã, eu tava sozinho no centro de computação, era tão cedo que a universidade tava vazia. A porta se abre:
— Oi, posso entrar? — Era a Angel, com uma blusa branca transparente o suficiente pra ver o sutiã e uma calça jeans que marcava aquela cintura e aquelas pernas longas tão bem feitas.
— E aí? Claro, pode entrar — Respondi com um sorriso, tentando disfarçar o quanto a presença dela me surpreendeu.
A gente conversou, riu por uns segundos e, quando ela já ia saindo, se virou pra porta. Eu me aproximei, segurei ela pela cintura com a mão direita, com a esquerda no ombro dela fechei a porta que ela tentava abrir e encostei minha bochecha na dela:
— Fico muito feliz que você veio — Sussurrei no ouvido dela.
— Sério? — Ela disse sorrindo, enquanto se virava pra deixar os lábios dela na frente dos meus.
Com cuidado, pra não fazer barulho, encostei ela na porta. A perna esquerda dela subiu e envolveu minha cintura. Eu me apertei contra ela pra esfregar meu volume e ela sentir o que tava provocando. Com as mãos, ela acariciava meu rosto e não tirava a língua da minha garganta. Era um beijo selvagem, quente, pervertido, daqueles que GRRRRRRAAHHHH
Ela abaixou a perna e levou as mãos pra minha calça. Acariciava meu volume por cima do jeans, me olhava, sorria enquanto mordia os lábios.
— Era assim que queria te cumprimentar há um tempão — Ela disse com uma voz que só fazia meu pau pulsar.
Na mesma hora, ouvimos barulho do outro lado da porta. A universidade já tava funcionando. mas que cheia de todo o seu pessoal.
- Tenho que continuar trabalhando - falei com voz baixinha enquanto ela continuava acariciando minha virilha
- Eu sei, a gente se vê depois - respondeu, e com muito cuidado saiu da sala.
Não tenho palavras pra descrever como eu tava. Ela era mais velha que eu, era minha aluna e tava uma gostosa do caralho!!!
Passei as horas seguintes trabalhando como de costume, mas com a mente viajando, já imaginam em quê. Só de lembrar daquele momento com ela, já me acendia.
As horas passam, vai ficando tarde, e a universidade de novo começa a ficar deserta.
Eu trancado no laboratório, cuidando de umas notas, quando, track! a porta abre. Era a Angel que, apressada, fecha a porta. Levanto e vou na direção dela.
Começamos a nos beijar. Segurei a nuca dela pra dar um beijo onde minha língua pudesse entrar no fundo da boca dela, fui descendo pelas costas até agarrar aquela bunda redonda e grande. Apertava as nádegas duras e firmes.
Mesmo apalpando ela por cima da calça jeans, quando enfiei a mão por trás, no meio das nádegas dela, dava pra sentir que a buceta dela tava queimando, encharcada.
Desabotoei a calça jeans dela e virei ela contra a parede. Baixei a calça dela na hora e vi aquela raba, com uma calcinha fio dental branca, minúscula. Fiquei de boca aberta, literalmente. Ajoelhei atrás dela e dei um beijo naquele canal que aquelas nádegas impressionantes desenhavam...
- haaaaau! - ela disse com um gemido abafado
- aummmmmm - continuou enquanto sentia minha língua percorrer o cu dela
Puxei a calcinha fio dental dela pro lado e, com meus dedos, abri a vulva dela. O aroma era impressionante, cheirava tão gostoso, tão forte...
- N-não... - não sei o que ela quis dizer com "não", mas sem me importar enfiei minha boca e nariz entre as pernas dela pra chupar a buceta como um cachorro faminto...
- HAA! Sss HAA! - ela não parava de gemer. E eu não parava de lamber e lamber e lamber. Me afastava um pouco pra, com meu dedo médio e indicador, esfregar o Clitóris em todas as direções...
-SSSSIM assssim!!! haaaaaaaa assssim, papai- Ela dizia com a respiração a mil
Meus dedos entravam com facilidade, Angel estava completamente molhada; dava pra ver nas pernas trêmulas dela. Minha boca, meu nariz, fediam a ela e eu adorava ter o cheiro dela em mim.
Me levantei enquanto continuava enfiando e tirando meus dedos com força. Com a outra mão, tentava desabotoar a calça jeans. Angel tinha uma bochecha encostada na parede, me olhava de soslaio...
-Haaaaa.... v-vem... vem...- Ela disse enquanto se virava pra mim.
Ela tira minha camisa da calça até me deixar com o torso nu. Devo mencionar, com modéstia, que gosto de malhar. E acho que dá pra perceber, porque Angel não demorou pra descer do meu pescoço, meu peito, minha barriga e quando chegou no "umbigo" eu tava que não acreditava (mas claro, deixei ela fazer).
Ela se ajoelhou enquanto me olhava com um ar de desespero. Eu apoiei as mãos na escrivaninha e não parava de olhar nos olhos dela. Ela baixou minha calça, eu tava de cueca preta, justa (não gosto de ficar solto XD).
Ela acariciava minhas pernas e beijava meu volume duro e ereto por cima do tecido. Com as duas mãos, segura a borda da minha cueca e assim que abriu, a cabeça do meu pau já aparecia pulsando.
Ela baixou minha cueca até os joelhos e deu uma lambida longa e lenta, desde minhas bolas até a ponta do meu pau. Me olhou por um instante, e repetiu. As mãos dela soltaram minhas pernas e passaram por baixo delas pra segurar minha bunda. Apertava como se fosse escapar.
Com a boca, ela não parava de saborear meu tronco. Os lábios carnudos e molhados apertavam o contorno da minha glande tanto que me fazia tremer! Às vezes, os boquetes dela eram fortes, rápidos, e depois lentos, suaves.
Quando tirava o pau, era pra cuspir um pouco na ponta e espalhar essa mesma saliva com os dedos. Fazendo isso, literalmente me dobrava todo. A pressão dos dedos dela na minha glande me fazia estremecer.
-Te Gostou? — Ela dizia enquanto batia com a cabeça da pica na língua dela
— Cê gosta muito, né? — insistia
— A-A-Anjo, para com isso — eu respondia com a voz trêmula; e não era à toa
— E se eu fizer você gozar? — Perguntou de joelhos, com os olhos de menina que sabe que vai fazer uma puta travessura
— ... — Não consegui responder, só soltava uns grunhidos por causa das carícias e boquetes dela
Segurei o cabelo dela e comecei a mexer a pélvis pra dentro, queria meter tudo.
Quando os lábios dela encostaram nas minhas bolas, ela se segurou nas minhas pernas e fez pressão na direção da minha barriga. Tava com meu ferro inteiro dentro dela.
Aí ela começou a balançar a cabeça de um lado pro outro.
— HAAAAAA AAAAA — Anjo!
— MMMMMMMMMMMM — Ela gemia
— Anjo, vou... assim você vai fazer eu...
Ela tirou por um instante, e começou a me masturbar com muita força.
— Dá, quero aqui... — falava apressada enquanto colocava a língua pra fora
— Goza dentro, sim? Quer? — insistia
De novo, ela me deu uns boquetes, eu sentia minha pica pulsando; não faltava muito pra eu me esvaziar.
Anjo percebeu, porque naquela hora os lábios dela prenderam minha glande e chuparam com uma força que me fez ficar na ponta dos pés...
— MMMMMMMMMMMMMMMMM
A mão esquerda dela estimulando minhas bolas, e a direita puxando e puxando meu pau pra não sobrar nada de esperma
— AUMMMMMMMMMM — ela gemia com minha pica dentro da boca
Depois de me deixar completamente vazio, ela tirou meu pau dos lábios...
— Mmmmmmmmm, delicioso... — falou com a garganta limpa. Eu não conseguia nem falar.
— Mmm, muito tasty, sério... — continuava enquanto levantava meu pau pra lamber, como se tivesse premiando ele por ter gozado.
Ainda com os dedos, limpou a borda dos lábios, tipo "pra garantir que não escapou nenhuma gota"; eu em êxtase...
— Adorei, e você? — falou enquanto se levantava e me enchia de beijos
— Uau, ufff... nunca tinha acontecido algo assim comigo... — falei, e era verdade. Nunca tinha recebido um boquete, muito menos um boquete tão espetacular quanto aquele, e olha que foi no salão da universidade!
- haha - ela sorriu, parecendo satisfeita com o elogio - gostei que você gostou, porque eu amei - completou
- Bom, tenho que ir, meu ônibus não demora pra passar...
- Tá bem, eu preciso continuar com umas coisas aqui... - respondi com um ar como se nada tivesse acontecido
- A gente se vê, lindo, se cuida, tá? - Ela caminhava rebolando a bunda de propósito pra eu ver, enquanto abria a porta.
- Beijos - falou por último e foi embora.
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6 comentários - Minha aluna, Angel