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Compêndio IPra mim, foi um alívio receber a ligação da Marisol naquele sábado à noite. Como vocês podem imaginar, passei aquele sábado inteiro "entretendo" a Sonia pra ela não fazer aquela pergunta.
A essa altura, já tava de saco cheio e não precisava de mais. Sendo totalmente honesto, fiz tudo isso por um motivo óbvio: peitos.
Amo a Marisol (falo isso o tempo todo), mas a única coisa que falta nela são peitos maiores pra ela ser completamente feliz. Imagina só ir dar aula, tendo uma mulher tão gostosa como a Verônica em casa (a Amélia sempre saía pra correr), com uns peitos balançando e fofinhos e que, com o passar dos anos, ficou carinhosa com você... Difícil resistir!
Mas eu tive aqueles peitos, os da Pamela, os da Amélia e os da Sonia e descobri o que todo mundo sempre fala: que não dá pra julgar um livro pela capa.
Porque por trás daqueles peitos e bundas, tinham mulheres com problemas, gostos e necessidades diferentes e, por enquanto, eu conseguia dar conta, mas meu corpo tava começando a cobrar a conta e eu já não queria mais.
Além disso, não nego que sexo é delicioso e viciante, mas também tenho minhas próprias preocupações: tinha meu trabalho, meu mestrado, meu casamento com a Marisol e tinha negligenciado os relacionamentos com minha família, mas isso não me incomodava tanto, embora não impedisse a minha mãe de me ligar todo domingo pra dar pitaco sobre morar com a Marisol e a família dela.
Segundo ela, a Marisol tava abusando do "meu bom coração" e que tava meio decepcionada com a futura nora...
Porque, claro, eu ter um "harém em casa" era completamente impensável...
Por isso, queria aproveitar os meses que restavam, com a intenção de que elas ficassem com boas lembranças das nossas experiências juntos, embora o destino fosse pensar diferente...
A gente tava exausto. A Sonia mal conseguia ficar de pé e a bunda dela tava tão sensível que não conseguia sentar ou andar sem sentir dor. Mesmo assim, ela tava muito feliz... Nunca tinha me visto daquele jeito e, por isso, ela não se opôs ao meu retorno mais cedo.
Violeta me recebeu com alegria, mas o clima em casa estava estranho. Alguma coisa tinha acontecido e eles não queriam me contar.
Amelia tentava não olhar pra mim; Pamela estava muito envergonhada; Verônica me sorria com uma cara misturada entre simpatia, compaixão e benevolência; e Marisol parecia saber de tudo, mas não queria me contar.
Só fiquei sabendo no dia seguinte, dentro do táxi.
“Olha, Marco…” disse Pamela, bem nervosa. “Mamãe me convidou pra casa dela.”
“Mas por que eu tenho que ir? Por que a Marisol ou a Verônica não vão?” perguntei, todo confuso.
Ela ficou vermelha…
“Bom… não sei bem por quê… mas mamãe acha que eu tenho um parceiro… e então…” disse ela, me olhando muito preocupada com minha reação.
Levei a mão ao rosto. Não podia ser!
“Eu sei que não é agradável pra você!” ela disse, toda sem graça. “Na verdade… se tivesse outra pessoa, eu teria pedido… mas…”
Mesmo sendo desconfortável pra mim, não ia ficar puto. Ela ainda é minha “namorada de mentirinha” e sei que era mais difícil pra ela me levar na casa dela, mas já não dava mais pra voltar atrás. Agora eu também a amava e ia apoiar até o fim.
A antiga casa da Pamela é muito elegante: fica num bairro central, mas antigo, então não era uma mansão de luxo, mas era uma casa melhor do que onde estávamos morando.
A empregada mandou a gente entrar e esperar numa sala de estar. Pamela estava nervosa pra caralho, mas eu estava impressionado com os quadros, o tapete e a elegância da decoração e dos móveis.
Umas cinco minutos depois, apareceu a mãe da Pamela…
Se eu disse que a Pamela parece a namorada de um ator de cinema ou de um jogador de futebol, a mãe dela parecia a amante do ator ou do jogador.
A dona devia ter uns 38 anos. É um pouco mais alta que a Verônica, mas não tanto quanto a Pamela, e mais cheinha, embora não dê pra perceber porque o peitão enorme concentra a maior parte, que ela não hesitava em exibir com um vestido na moda, com um decote de dar água na boca.
Pamela me contou que Ela era meio que uma estilista, começou o negócio com a grana da separação e, como conhecia gente famosa, tava indo bem com a empresa.
Os olhos dela são verdes, os lábios são grossos, nariz fino e sobrancelhas finas, que dão um ar de metida e de mal-humorada. O cabelo dela é cor de mel, sedoso e comprido até os ombros.
Tirando a cor da pele e os olhos, a semelhança da Pamela com a mãe é impressionante, porque elas são quase idênticas, só que a filha usa um corte de cabelo diferente. A Pamela deixa bem curtinho.
Elas se cumprimentaram e a gente sentou nos sofás. A Lucia me olhava com desprezo e desconfiança e nem aceitou meus cumprimentos.
“E ele? Quem é?” perguntou pra filha, com um olhar de nojo que me fazia sentir um lixo.
“Ele é meu namorado. Chama Marco.” Respondeu ela, ainda nervosa.
“Onde você arrumou ele?” perguntou, me ignorando completamente.
“Bom… ele era amigo da Marisol… e ela me apresentou…” mentiu, rapidão.
“Aquela bocó!” Disse a Lucia, com um sorriso de deboche. A Pamela sentiu meus músculos tensos, mas tentou me acalmar. “Ela me liga toda sexta ao meio-dia, pra me contar como você tá!... sinceramente, se não fosse parente, eu nem atendia as ligações dela…”
Ela já tava me enchendo o saco. Podia ser muito gostosa, mas isso não dava desculpa pra tratar eu e a Marisol como se fôssemos merda.
“Tanto faz o que você faz da sua vida!” falou pra Pamela, com desprezo. “Se você decide se apaixonar por um ‘pé-rapado’, é problema seu.”
A Pamela também tava meio puta…
“Marco não é um ‘pé-rapado’!” disse a “amazona espanhola”, me defendendo. “Ele é um engenheiro muito inteligente e tá trabalhando pra uma mineradora!”
“Bah!” exclamou a Lucia, sem se importar. “Não precisa mentir pra mim! Sei que você gosta de foder e a única chance de conhecer um engenheiro seria por dinheiro.”
Eu queria mandar umas verdades, mas a Pamela segurou minha mão, pra me acalmar…
“O que você quer, mãe?” Perguntou Pamela, de muito mau humor.
"Olha, não vou ficar acreditando nos contos da sua prima ignorante, mas fico feliz em te ver vestida de forma mais normal." Essa foi a única frase de apoio que sua mãe deu desde que se reencontraram, mas não deixava de ser desagradável. "Há algumas semanas, meus ex-sogros, seus avós paternos, me contataram para perguntar se eu sabia de algo sobre Diego. Respondi que desde que você saiu de casa, não o via, e recentemente fiquei sabendo que ele foi preso."
"Eu não saí! Você me expulsou!" respondeu ela com raiva.
"E olha só o que você conseguiu por conta própria!" disse Lucia, como se estivesse orgulhosa disso. "Mas isso não importa, queria perguntar se você teve alguma participação nisso."
"Diego é um merda!" respondi, bem irritado. "Ele queria levar a Pamela à força!... Eu a amo demais para deixá-la ir sem lutar!..."
"Marco!" disse Pamela, sorrindo e corando.
Parece que minhas palavras caíram nas graças de Lucia.
"Não nego que você tem razão... mas é impossível que um garoto franzino como você possa confrontá-lo." Disse ela, sorrindo para mim de forma muito arrogante. "Mas bem... além disso, Marisol me contou que você queria entrar na universidade."
Nós nos olhamos nos olhos, eu e Pamela.
"Tenho me preparado muito." Respondeu a filha dela.
"Tanto faz, não vou te dar dinheiro." Disse Lucia, olhando nos olhos dela. "Você não me engana, Pamela, e eu sei que você gosta de levar a vida fácil! Então, se espera que vou te dar algumas moedas por se vestir diferente e fazer uma encenação, está completamente enganada!"
"Mãe!" disse Pamela, tentando conter a "amazona"... "Eu não vim aqui para pedir dinheiro. Foi você quem me chamou, e já não me importa se você acredita em mim ou não. Tenho a Marisol e minha tia, e tenho o amor e o apoio do Marco e, francamente, não preciso de você na minha vida. Sei que você tem muitos confortos e não nego, tem coisas que sinto falta, mas posso dizer que, finalmente, sou feliz."
Pamela encheu os olhos de lágrimas ao dizer isso, e sua Mãe parecia desarmada…
“Não guardo rancor de você por ter me expulsado. Graças a isso, descobri muitas coisas que não teria conseguido de outro jeito, e agora eu me sinto bem. Tem pessoas que me amam e têm esperança em mim, coisa que você nunca me deu, então não se preocupa. Não vou mais te pedir dinheiro nem apoio.” Ele disse, olhando pra ela com convicção. “Agora, se me dá licença, vou uma última vez no meu antigo quarto.”
A mãe dele ficou sem palavras. Ela me pegou pela mão e eu a segui. Foi quando entramos que ela começou a chorar abertamente.
Era estranho. Eu pensava que o quarto dela estaria cheio de pôsteres de cantores de rock pesado e pintado de preto ou cinza, mas a verdade é que estava pintado de branco, imaculado, com um tapete marrom e uma cama rosa, como se fosse de uma garota normal.
“Me abraça um pouco mais forte!” Ela pedia.
“Não se preocupa, Pamela!” Eu dizia, consolando ela. “Sua mãe até pode ser gostosa… mas é horrível.”
Ela parou de chorar pra rir.
“Como assim você fala isso?” Ela perguntava.
“É que ela me dá nojo.” Expliquei. “Ela nos olha com tanto desprezo, que eu odeio ela com todas as minhas forças. Na verdade, odeio ela mais do que odiava você.”
Minha raiva não me deixou pensar bem nas palavras. Vendo o olhar dela desviar, acariciei ela e beijei sua bochecha.
“Antes, me irritava que você estivesse sempre se exibindo, que me obrigasse a ter que te olhar toda hora, mas agora te conheço e percebi que você é uma mulher muito mais tímida que a Amélia.” Falei, acariciando os cabelos dela.
De novo, ela sorriu.
“Mais que a Amélia?” Ela me olhou, com os olhos desafiadores.
“Pois é, sim.” Respondi. “Quanto tempo levou pra você conseguir dizer que me amava?”
Ela ficou vermelha.
“Bom, Marco… isso não é justo.” Ela respondeu. “Eu nunca falei meus sentimentos pra ninguém… além da Marisol, e não acho que isso me faça mais tímida que a Amélia.”
“Tanto faz, agora você é linda” falei, acariciando a bochecha dela. “Antes, você era muito bonita, mas agora é linda.”
Ela me olhava, com Um brilho nos olhos dela.
"Valeu!" ela disse, sorrindo com doçura.
"Sua mãe é uma puta, como você diz", falei, descarregando o último resquício de raiva.
Ela sorriu de novo.
"Não é uma 'bunda'?" perguntou, com um sorriso provocante.
Rimos e nos beijamos.
"Então esse é o seu quarto", falei. "É bem confortável."
Pamela se espreguiçou e se deitou na cama velha dela.
"É, parece que faz anos que não morava aqui", ela disse, com um toque de nostalgia. "Na verdade, nunca me senti bem-vinda aqui. Por isso, vivia indo visitar a Marisol e minha tia, porque sentia que elas eram minha verdadeira família. Até lembro que, muitas vezes, tentava imaginar a Marisol como minha irmã de verdade, pra não me sentir tão sozinha."
Descobri tanta coisa...
"Pamela, o que você acha da Violeta?" perguntei.
"Violeta? Bom... é uma garota pequena, meio obcecada com o tamanho dela. Por quê? Aconteceu algo com ela?" ela perguntou, meio confusa.
Queria contar, mas não era meu lugar. Sabia que, mais cedo ou mais tarde, a Verónica diria, mas o melhor era começar a preparar o terreno.
"Não aconteceu nada, mas você não vê ela como uma irmã?" perguntei.
"Pra ser sincera, não", ela confessou, estranhando minhas palavras. "É que somos tão diferentes que nunca me interessei..."
Deitei ao lado dela pra olhar nos olhos dela.
"Olha! Eu também fui o caçula de três irmãos e, francamente, também tive que me mostrar mais maduro se quisesse competir com os problemas que eles tinham. Pra ela, a única coisa que resta é dizer que não é pequena, pra não ser menosprezada. Lembro de uma garota gótica que só queria ser o centro das atenções... Entendeu?" falei.
Ela me beijou de um jeito apaixonado e diferente. Parecia suspirar enquanto fazia isso.
"Como eu posso te amar tanto?" ela dizia, se agarrando ao meu peito. "Não sei como você faz, mas cada dia te desejo mais e mais!"
Minha mente começava a pregar peças. Eu começava a ver a Pamela como uma parceira mais ideal que a Marisol.
Era realista. linda, com opinião própria e charme. Queria meter nela, ali mesmo…
“Pamela, você ainda toma seus remédios direitinho, né?” perguntei, entre nervoso e excitado.
Ela sorriu, confusa.
“Sim, mas por que a pergunta?”
“E como estão seus dias? Tem risco de você engravidar?”
Os olhos dela se encheram de esperança, enquanto balançava a cabeça e um sorrisão recebia minha ideia.
“Marco… Você tá me pedindo…?” ela disse, mas eu já estava desabotoando a blusa dela e tirando a saia.
Eu a queria. Até tinha camisinha no bolso (as coisas sempre saíam tão estranhas que eu já levava pra todo lado), mas queria meter nela, sentindo dentro.
Acho que foi a simples sensação de estar dentro da boceta dela que fez ela gozar.
“Marco, você tá tão gostoso!” ela dizia, me beijando o pescoço, enquanto empalava a própria buceta.
A sensação era deliciosa. A rachinha dela estava quentinha, escorrendo e apertada. Além disso, o corpo espetacular dela era tentador demais, e os beijos, quentes, doces e apaixonados, me faziam voar bem alto.
“Por favor… Marco!... Não brinca… comigo!” ela implorava, enquanto eu bombava. Era incrível. Dava pra sentir ela gozando sem parar. “Me diz que… dessa vez… você vai gozar dentro!”
“Não seja boba, Pamela!” respondi, com um tom de raiva que pareceu entristecê-la. “Se eu gozar fora… vou sujar sua cama!”
“Idiota!” ela disse, rindo e me beijando. “Ai, Marco!... Ai, Marco!...”
Eu apertava os peitos dela, e ela mexia o quadril pra eu entrar mais fundo.
“É tão grosso!... Tão duro e quente!... Eu amo!...” ela gemia.
“Quero chupar seus peitos!” eu dizia.
“Chupa!” ela respondia, toda excitada. “São seus, e adoro como você faz!... Você tá queimando dentro de mim!”
Nosso frenesi fazia a cama chiar com as metidas. Eu enfiava uns dedos no cu dela.
“Isso, enfia mais!” ela babava de prazer. “Quero que você encha todos os meus buracos… com seu leite!”
Essa frase fez eu subir intensidade na bombada, o que fez ela soltar um gemido estrondoso.
"Será que... eu posso mesmo?" ele perguntava, todo excitado. "Todos os seus buracos?"
"Sim, Marco... eu te adoro!" ela dizia, balançando os peitos de um jeito impressionante. "Quero tudo... dentro de mim... Ah!..."
Parecia um pistão de carro. Tava tentado a experimentar a boca dela ou a bunda primeiro, mas não conseguia me decidir. Os dois são tão gostosos e, na minha indecisão, eu bombava com mais força, fazendo ela gemer sem parar.
"Tô vendo pontos!... Tô vendo estrelas!... É tão gostoso!" ela dizia, exausta de gozar tantas vezes.
"Pamela... se prepara! Vou gozar!" avisei.
"Sim, Marco!... Vai!... Quero tudo dentro de mim!"
E quando gozei, foi tipo uma explosão. Ela soltou uns gemidos intensos, recebendo o primeiro, segundo e terceiro jato na barriga dela.
"É tanta porra!" ela exclamava, arrasada pelo meu orgasmo.
Caiu exausta do meu lado, me beijando com muita felicidade. A gente se acariciou e se beijou. Quando me afastei, era a vez da boca.
"Não, não chupa!" eu falei, enquanto ela me mamava. "Quero que você faça com os seus peitos!"
Ela tava mais que feliz.
"Então você ainda gosta que eu use meus pe... digo, peitos?" ela perguntou, com um sorriso delicioso. "Você é um cara pervertido e babão!"
"E você, uma putinha bem safada, gulosa e 'muito foda'..." eu falei, enquanto ela envolvia meu pau. Ela só sorria.
Quando a cabeça aparecia, ela apertava os peitos, pra lamber e meter nos lábios dela. A língua dela era deliciosa e quente, e eu não tirava os olhos dela.
Até aproveitava pra dar uns chupões com os lábios. Era uma sensação fenomenal.
"Marco... seu leite... é o mais gostoso!" ela me dizia, enquanto eu me enterrava naqueles peitos perfeitos. "É grosso... e salgado!... Amo... beber ele!"
Ela falar isso, lamber a cabeça toda e chupar daquele jeito, me deixava no limite. Tive que enfiar a cabeça na garganta dela, assim que gozei.
"Uau!" ela exclamava, brincando com os dedos. Sempre fica um restinho dos seus sucos e eu nunca posso beber!"
Aí ela chupava, até me deixar meio duro.
"Marco, enfia no meu cu, por favor!" ela pedia, me mostrando a bunda.
Não dava pra dizer não...
"Na real... nas primeiras vezes... eu não queria que... você metesse aí... era virgem... e queria guardar aquilo... caso conhecesse alguém especial... e, bom... mesmo doendo... eu gostava muito... e deixei você ser... o único a provar aquele buraco." Ela confessou.
"Lembro que... você dizia... que já tinha... feito muitas vezes... mas estava... bem apertado..." eu falei.
"E agora... não está?" ela perguntou, meio na dúvida.
"Não tanto... como no começo... mas é melhor... Adoro sua bunda!" eu disse.
"Então... minha bunda... adora seu pau!" ela falava, rebolando.
Mesmo tendo gozado pra caralho antes, continuava gozando enquanto eu comia o cu dela e apertava os peitos.
"Aperta eles com força!" ela pedia. "Como se fosse uma vaca!"
Aproveitei bastante a bunda dela, até gozar, enchendo ela de porra de novo.
"Você é incansável!" ela dizia, me beijando e esperando eu murchar. "A gente faz... todo dia... e você não cansa!"
"É que... você é linda pra caralho!" eu falei, beijando a testa dela.
Depois de nos desgrudar, ela foi até o guarda-roupa.
"Nossa! Esqueci que tinha tantos looks de couro!" ela disse, vendo os cabides.
"Pamela... Não dava pra levar alguns?" Perguntei.
"Sim, era isso que eu queria... Por que você...? Marco!" ela exclamou, vendo minha ereção. "A gente já transou 3 vezes!"
"Sim... mas..." eu falei, bem envergonhado dos meus instintos. "Quando você usava eles... ficava muito gostosa... e, bom... nunca pensei que a gente fosse fazer isso junto."
Ela sorriu.
"Tá bom!" ela disse, soando meio brava. "Que cara mais tarado! Já basta eu levar 3?"
Eu concordei com a cabeça... com as duas cabeças.
"E, já que a gente tá aqui... vou levar uns camisolas pra dormir... e umas roupas íntimas... mais leves... caso eu precise me encontrar com Pervertidos", ela disse, mostrando de propósito uma calcinha fio dental vermelha.
Já queria comer ela de novo…
Quando montamos a bolsa nova dela e nos vestimos, nos despedimos da Lucía, que, por alguma razão estranha, parecia mais submissa.
"Pamela… sinto muito por ter dito aquilo", ela falou. "Na verdade, tenho orgulho de você… e quero que saiba que sempre será bem-vinda em casa."
"Mãe!" exclamou a Pamela, entre lágrimas, ao receber o primeiro abraço.
"E o senhor…", ela disse para mim. Pelo visto, tinha esquecido meu nome. "Por favor, continue apoiando ela e me desculpe pela falta de respeito!"
Ela também me abraçou. Marisol não mentia… eram maiores e mais carnudos que os da Amélia.
Voltamos para casa com uma sensação estranha. A Verônica estava super interessada em saber como tinha sido, mas a Marisol ficava me sorrindo. Acho que ela é meio bruxa…
Mas aquela mesma sensação que percorria minhas costas dois dias atrás, eu sentia estranhamente ao olhar pra minha sogra e pra Pamela. Realmente, essas coisas estavam acelerando as engrenagens do casamento… e o que descobriríamos no dia seguinte, bom… daria o último empurrão.Próximo post
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