Paciência é a chave

Essa história aconteceu em 2009, com uma colega que tive desde 2006, no curso de ingresso, até 2011, quando ela parou de estudar.
Nessa época, o campus da faculdade que a gente frequentava era em Avellaneda, e nós dois morávamos pro mesmo lado, não muito perto, mas nos dias que coincidíamos de aula, sempre íamos juntos e eu deixava ela em casa.
Ela tinha namorado e eu tava solteiro, era uma gostosa, um rostinho lindo, e o que faltava de bunda ela tinha de peito, redondinhos, maravilhosos... os dois com a mesma idade, 21.
Vou chamar ela de Paula. Ela tinha namorado, como eu disse, de vez em quando ele vinha buscá-la e a gente se dava bem com ele. Com o passar do ano, a relação foi melhorando sempre, como bons colegas, até que um dia ela entrou na sala num tempinho livre que a gente tinha entre as matérias e eu tava beijando uma mina de outra graduação, Engenharia Química, que conheci num recreio comprando no buffet. Quando ela entrou, falou "desculpa, já vou" e saiu rápido. O estranho foi o tratamento que mudou bastante desde então. Naquela noite, no caminho de volta, notei ela meio puta?, estranha... não perguntei nada porque não achei que fosse comigo. Quando desceu, me cumprimentou só com palavras, sendo que a gente sempre se cumprimentava com um beijo, desceu e entrou em casa.
Na semana seguinte foi igual, até que chegou o sábado — antes ela tinha me contado que o namorado viajava pros EUA, porque ele trabalhava com assistência técnica de software na IBM e de vez em quando mandavam ele pra treinamento, e ela costumava acompanhá-lo quando não era época de provas. A gente tinha aula de manhã e ao meio-dia saía pra almoçar antes de voltar pra aula até as 14h30, e pensei que era uma boa chance pra perguntar o que tava rolando com ela. E foi o que fiz.
Na saída, pergunto:
— Vamos comer alguma coisa?
— Mmmm, bom, se você puder, vamos.
Já jogou a isca, aí me liguei que era comigo e achei que sabia o motivo, mas custava acreditar. Ela era a típica mina fiel, de palavra.
— Se eu puder???? — olhando pra ela estranho.
— Não, talvez. Que você tinha que se encontrar com alguém?
- Quer que a gente vá pra praça em vez de ir comer... e a gente conversa, Pau?
- Se você puder, vamos - ela disse.

O que vinha era um rolê que já tínhamos combinado. Naquela noite ia tocar Massacre, uma banda que a gente curtia, e já tínhamos os ingressos. Só faltava acertar o horário, porque antes tocavam outras bandas, e com certeza eu ia buscá-la.

- E do que você quer falar comigo, M...?
- Pau, você tá estranha comigo? Aconteceu alguma coisa?
- ......................... Ela me olhou, sem dizer nada, fixo nos olhos.
- Ei, Pau, fala, me conta...
- ................................
- Não quero parecer um otário, mas acho que sei o que pode ser e... - ela me interrompeu.
- Ah é? E o que é, vamos ver?
- Não fica brava nem leva a mal, mas... depois do dia que você entrou na sala e me viu com a Romi, você me trata super mal. Te incomoda?
- Mal? Qual é, nada a ver, mô - histérica, pensei. Cheguei perto, olhei nos olhos dela, bem de pertinho, cara a cara, e perguntei:
- Certeza???
- Mmjmmm - confirmou sem falar nada, apertando os lábios.
- Então, se agora eu te der um beijo mais gostoso do que o que eu tava dando na Romi, você me dá um tapa?

Ela levantou o olhar, me encarou e respondeu:
- ...........não.

Sem hesitar, beijei ela, e ela me comeu a boca. Me surpreendeu, e eu respondi do mesmo jeito.

A gente ficou na praça até a hora de voltar pra aula. Levei ela até a casa dela. A volta foi diferente: quando sentou no carro, ela ajustou o cinto de segurança bem entre as tetas. Não dava pra ficar calado, senti que era uma provocação e falei:
- Pra onde a gente vai?
- Pra minha casa, mô... e ela sorriu.
- Que idiota, achei que você tava me convidando pra outro lugar! A gente riu, sabendo o que tava no ar entre nós, e combinamos que eu ia buscá-la às 22h.
- Se prepara, hein!
- Pra quê? - sorrindo, ela se inclinou de fora do carro, deixando eu ver as tetas por cima do decote da regatinha branca dela.
- Pra tudo, Pau! Show e eu.
- Ai, M......, não se faz de vivo
histeriqueando, pensei sem terminar de acreditar que naquela noite a gente ia acabar fudendo

dez pras dez cheguei na casa dela, quando vi ela sair confirmei. tava com uma calça jeans bem justa, uma regatinha do massacre tipo top, amarrada no umbigo e tênis converse preto, botinhas, lábios e unhas pintadas, cabelo liso
— aonde a gente vai? perguntei....
— por quê?
— se eu te levar assim pro show, vão te estuprar. e se é isso que você quer........
— o quê? ajeitando o cinto de novo entre os peitos
— eu te estupro, Pau, antes que você pense que sou viado ou otário.
— vamos logo.....rindo

chegamos no show, chegamos nas grades, ela ficou na frente e eu cobria ela do pogo, rodeando ela com os dois braços, me segurando no cano da grade, que ficava na altura dos ombros, fazendo tipo um cercadinho. o show, como sempre, massacre nota dez e desde a primeira música os roços foram espontâneos. ela encostava os peitos nos meus antebraços e a raba na minha pica, eu tava de pau duro e ela fala:
— que bom que tá!!!!
— o quê???
— que bom que tááááá?
— ahhhhh, e eu ri
— do que você tá rindo, M.......? perguntou
— achei que você disse "que duro que tá", desculpa
— kkkkkkkkkkkkk

eu beijei ela de boca aberta, enfiando a língua o mais fundo possível, apertando ela contra a grade, encostando a pica na buceta e os peitos dela no meu peito.
— aonde você quer chegar?
— quero que a gente goze junto, Pau.......kkkkkkkk, a gente riu junto. e mais ainda queria te fazer gozar várias vezes. no ouvido ela falou
— vamos ver......

o show acabou, saímos e fomos até o carro. ao entrar, a gente se ajeitou e se olhou, se beijamos gostoso, bem quentes os dois, liguei o carro e quando cheguei numa praça onde carros com casais são normais, meio escura e com poucos vizinhos, parei o carro, peguei ela pelo braço esquerdo e puxei pra perto de mim sem encontrar resistência. empurrei o banco do carro pra trás e ela veio pra cima de mim. senti ela intensa, apaixonada em cada beijo, apoiei minha mão esquerda na bunda dela e dei dois tapas e com Minha mão direita puxou a regata dela por cima, foi difícil, mas coloquei o sutiã dela por baixo dos peitos, deixando eles no ar. Chupei eles, dando atenção especial pros bicos, durinhos, e arranquei os primeiros suspiros e gemidos da noite.
— Ahhhh, sim, assim...
— Assim o quê? perguntei.
— Assim, me come assim. Chupa bem minhas tetas, ahhhhh. Comecei a mexer meu quadril, fazendo aquela bombada típica, como se tivesse comendo ela, mas os dois estavam vestidos. Aí ela me surpreendeu, acompanhando com o quadril, como se estivesse montando na minha pica. Me segurou pela cabeça e tirou minha boca das tetas dela, me olhando, me beijou. Dei mais dois tapas nela e, se fazendo de sonsa, bem vadia, me perguntou:
— O que você quer?
— Que você chupe bem minha pica!!!
Ela saiu de cima de mim, sentou, prendeu o cabelo com uma presilha minúscula que tinha no pulso direito e, se deitando de lado, falou:
— Cadê a pica que eu vou chupar?
Eu desabotoei o cinto e a calça, baixei até os joelhos, e a pica pulou durona...
— Ai, M......, que pedaço de pica, você vai rasgar minha buceta....
— Isso eu espero, Pau, e fazer você gritar como... ela me interrompeu na hora.
— Como o quê......? Agora com a cara bem de vadia.
— Como uma vadia, solta a vadia que tá dentro de você, Pau!!!!
— Ahhh, deixa eu ver?
Ela falou enquanto segurava minha pica com a mão esquerda e puxava pra baixo, deixando a cabeça pronta pra ela começar a chupar....
— Vai, Pau, chupa ela toda....
— Tá com pressa......... mmmm que linda.
E começou a chupar minha pica, trocou pra mão direita, segurando com o polegar e o indicador, enquanto com os outros três dedos acariciava minhas bolas. Ela engolia só até a metade...
— Você não é tão vadia assim, Pau.....
— O quê.... não gostou?
— Gostei, bebê, mas falta a metade.
— Não consigo colocar mais pra dentro, M......
— Eu te ajudo...... apoiei a mão esquerda na cabeça dela pra segurar e empurrar, e comecei a mexer o quadril pra comer a boca dela. Minha mão direita foi até a bunda dela e pedi: "Desabotoa a calça, Pau". Sem tirar a pica da boca, com a mão esquerda ela fez isso. fez e soltou a rola pra me perguntar enquanto fazia movimentos pra abaixar ela
— pra quê? o que cê quer?
— a buceta e o cu eu quero, abrir eles pra meter a rola bem fundo...
— ahhhhh, filho da puta!!!!
— cala a boca e chupa ela toda... e fui empurrando a rola pra chegar no fundo, me surpreendi ao sentir ela abrir a boca pra tentar conseguir, mas bateu no limite, não deu pra chegar. se tinha muita baba, ela tava deixando minha rola bem encharcada, eu continuava com a mão debaixo da calça dela, ela tocando a buceta por cima da calcinha, e também rodeando a bunda dela, dou um tapa e falo:
— vamos, Pau-
— ahhhhh, mmmmmmmch... ela tirou a rola da boca, sentou e puxou a calça e a calcinha tudo junto, passou a mão na boca secando a umidade que tinha em volta, e disse: "como essa porra se faz de difícil hein, que molhada que eu tô"
— bem molhada você tá...
— pra onde a gente vai...
— pro hotel que você quiser...
— hahaha... eu escolho? vamos pro... conhece?
— não, nunca fui mas sei chegar
— hahaha, claro. ai M... não tava mais entrando!!!
— vai ver que você vai conseguir...
— não M... não vou conseguir... chegamos no hotel uns minutos depois e ela disse, "o segundo" ao ver a placa e perguntar pra qual a gente ia
entramos, ela jogou a bolsa no móvel que tinha ao subir o degrau da entrada já dentro do quarto, se virou e eu peguei ela pela cintura pra nos beijar...
— cê tá muito brincalhona hoje????
— sei lá, vamos ver— respondeu.
a gente se despiu, ela ficou só de meia e quando tirei a cueca, duro de novo, ela pegou na minha rola e eu respondi com a mão aberta na buceta dela, meus dedos no carro eu ainda não tinha enfiado, mas agora sim, já tinha dois dedos brincando e ela começou a suspirar enquanto me fazia uma punheta...
— vai comer tudo?
— não consigo M...
— vem que eu te ajudo.
fomos pra cama nos beijando, eu deitei e pedi:
— me dá a buceta, bebê!!!!!!
— vai chupar muito...
— vou fazer você gozar Muito......... e ela começou a chupar minha pica de novo, eu tava começando a chupar a dela e molhei o dedo maior, chegando no fundo fazendo ela gemer: "assiiiiim, ahhhhh"
Tirei o dedo e rodei o cuzinho dela, "o que você vai fazer, aí não hein"
Não liguei e enfiei um pouco menos da metade
-ahhhh- ela disse
-ah não- falei e comecei a comer o cu dela com o dedo, ela abaixou a boca e enfiou a pica na boca- toda puta, toda!! e mexi minha cintura pra comer a boquinha dela
-mmmm, mmmmm, ahhhhh, ahhhhh.
Enquanto chupava a buceta dela perguntei:
-tiro?????
-ahhhhh, tudo, enfia tudo!!!!!
-tudo pra dentro?
-sim bem fundo, ahhhhhhh assim, assiiiiim
-vai puta, pede bem puta!!!!!falei
-come meu cu gostoso M.......!!!!!!!ela gritou
-chupa ela toda, molha bem e enfio bem fundo no seu cu
a resposta foi incrível, ela se esforçou e fazendo uma pausa ao travar em três quartos, abriu mais e empurrei e o nariz dela bateu nas bolas
-assiiiiiii, assiiiiii Pau......... toda, toda!! e cheguei no fundo do cuzinho dela.
-ahhhhhh, ahhhhhh, ahhhhh!!!!!
-como você gozou Pau!!!!
-ai M......... como você deixou minha buceta, ahhhhhhh- olhei pra ela-....... que?
-que vou comer teu cu puta!
-ah é?
-sim muito, muito. e segurei ela pela cintura, ajudei ela a ficar de quatro e abaixei a raba dela juntando as coxas traseiras com as panturrilhas, com as pernas mal separadas e se tocando
a buceta por fora......
mirei e enfiei a cabeça- ahhhhhh, mmmmmmm- ela reclamou, tirei e peguei na fonte em cima do móvel a vaselina que tava junto com as camisinhas, deixei cair sobre o cuzinho dela e falei
-assim não vai doer bebê...
-agora sim M......, devagar hein!!
enfiei a cabeça de novo e empurrei, sentimos um tope no meio da pica
-ahhhhhh, até aí M......., tá doendo, ahhhhhh!!!!!
até aí cheguei e comecei a me mexer e ela acompanhou, em uns dois movimentos começou a gemer..
-mais?- perguntei
-devagar, vai- e comecei a tentar enfiar mais a cada embestida-ahhhhhh, siiii, ahhhhhh
dei uma palmada nela e acelerei o movimento, aí empurrei devagar mas dessa vez sem parar e ela gritou:
-ahhhhhhh, siiiii, assim!!!! você meteu tudo M........?
-sim Pau tudo pra dentro! como essa buceta aperta meu pau!
-ahhhhhhhh, que pau gostoso. me come, vai! me dá pau M......, me dá pau!!!!
já não consegui pensar se ia doer nela e me soltei, o grito na primeira estocada de pau foi demais......-aahhhhhhjjjjjjj, que filho da puta !!!!!!! ajjjjjjjj, ajjjjjjjjjj, para, para!!!!!
-você gosta, bebê!!!!!mmmmm mmmmmm mmmmmmmm
-ahhhhhh, assim. mete tudo, ahhhh assim sim siiiim- gemendo, apoiando o rosto no colchão, colocando sozinha as mãos na bunda, como se estivesse abrindo. não precisava, eu já tava todo dentro e continuei empurrando, mexendo o pau em círculos e empurrando de novo até sentir as pernas dela tremerem, e falei:
-já vem Pau.......
-sim vai.......
-sim........quer gozar dentro?
-sim, sim, ahhhh, bem dentro goza em mim, viado, vai- aí, quando ouvi "viado", meu pau explodiu....
-mmmmm, mmmmm, mmmmmmmjjjjjjjjj- as porradas de leite me impediram de continuar bombando a bundinha dela como eu queria, não consegui fazer nada além de ficar parado e sentir enchendo a bunda dela de porra, ela gemia- ahhhhhh, ahhhhhh, ahhhhh- a respiração ofegante dela me mostrava o quanto tava acabada e quando comecei a tirar, ela mesma aproximou as mãos, mal tirei o pau e jorrou porra, transbordando, e ela se apressou em espalhar tudo nas nádegas.....
-ai M........, por que não fiz a histérica antes? ahhh, me partiu ao meio, ai me encheu de porra, seu safado
-pede, tem.
-ai não aguento mais,..............
-ainda bem que você não gostava....
-ahhhhh, seu cuzão
-vamos ver essa buceta como tá Pau?
-espera que vou no banheiro..... e lava esse porco, hahahaha
segui ela e enquanto ela entrava no banheiro eu fui pro chuveiro, que era do lado, em outro compartimento de um banheiro espetacular, quando saí, a bunda dela tava vermelha, e a buceta um pouco inchada, Tava muito gostosa, me abraçou e dois segundos depois eu beijei ela de boca e claro ela respondeu............separou só um pouco as pernas pra facilitar o trabalho que minha mão já tinha começado, que só esfregava o clitóris dela e já arrancava os primeiros gemidos. continuamos nos beijando até que num momento peguei ela pelo cabelo e puxei a cabeça dela pra trás
- ahhhhh, ela disse
- ahhh o quê?
- você vai me fazer gozar ahhhhh, de novo
tirei minha mão e pegando ela pela mão levei pra cama, deitei e falei:
- vamos ver como você senta sua puta!!!!!
- me come você M........!!! vai lá vem- e ela puxou minha mão e se deitou, abrindo as pernas e me chamando com o dedo, vem vem, passava as mãos na barriguinha e chegava nos peitos, apertava eles e dizia: "vai lá vem" eu tava segurando minha pica enquanto olhava ela fazer e respondi:
- esses peitos também vou foder sabia?
- mmmmmm não sei, não sei!
então fiz uma coisa que amo, deixei a perna direita dela debaixo das minhas, deixando a ponta da pica encostada na buceta dela, toda melada, falei: "aproveita gostosa" e devagar ela se abriu e quando tava com metade da pica dentro começou a ofegar, suspirando suave-ahh, sim M....... me aproximei até o rosto dela, a boca aberta respirando e gemendo, cheguei até o fundo, fiquei parado olhando ela a centímetros da boca dela, a cara dela, os olhos fechados jogando a cabeça pra trás, bem baixinho falei:
- vou encher sua buceta de porra!!!!
- ahhhh, me come forte......... ahhhh, forte vai!
- vai engolir tudo?
- ahhhh, ahhhhh, me come.....
acelerei o máximo que dava, ia da cabeça até as bolas, queria que ela sentisse tudo, o pau inteiro enchendo a buceta dela fazendo ela gemer, gritava, gozando de olhos fechados........peguei os peitos dela com as duas mãos, amassando eles, dei uns tapas nos peitos, lindos, 95 no mínimo.
- grita Pau, mais vai.......
- ahhhhhhhhhhhhhh, ahhhhhhhhhhh, me come M............., me come, me come, assim, forte ahhhhhhh
nessa altura eu tava metendo sem parar Poder, o som das bolas batendo e a sensação do roçar da cabeça da piroca em cada estocada iam me fazer gozar a qualquer momento
— Você vai engolir????? insisti
— Com essa piroca eu faço o que você quiser, M.....
— Lá vem o Pau.......vem, vai!
Fiquei de pé ao lado da cama, ela sentou e me ganhou na mão, agarrando minha piroca com a mão direita, me punhetando com a boca aberta — ahhhh, ahhhhh, ahhhhh — esperava a porra
Com a sensação inconfundível da porra quando você está prestes a gozar, me apressei em enfiar na boca dela, mal tocou nos lábios dela explodiu, em quatro ou cinco jatos ela abriu um pouco a boca e deixou cair um pouco de porra, que escorreu no peito esquerdo dela, ao tirar ela fechou os lábios e engoliu tudo o que tinha ficado na boca.....
— Ahhhhh Pau,
— Desculpa — ela disse. Pediu desculpas por ter escapado um pouco de porra? Que lindo, né? Escapou um pouco.
Ela se deixou cair na cama com os braços abertos e para trás, com as pernas abertas e disse:
— Que boa foda M......., como você deixou minha buceta!!!!
Juro que tive que me segurar para não chupar ela, só para ouvir. Foi lindo vê-la assim, entregue e derretida, bem macetada como quem diz.
— Ahhhhh, não aguento mais!!!! Sua piroca me matou, M........
— Olha que eu pretendo te foder de novo, Paulita......
— Ahh, aqui só falta isso, olha — ela pegou meu rosto para me fazer olhar ela passar a mão entre os peitos.........
— É aí que vou gozar em você, e vou explodir sua buceta......
— Que malvado......... — eu olhei calado — O quê?
— Que eu queria mais era ver você montada em cima dessa!!!! enquanto ela pegava minha piroca e mexia
— Um pouco de cada, quer?
— Quero te deixar bem puta!!!!
— E o que me faltaria........ acho que passei, né hahahaha!
— Passou sim, mas se você falasse como uma puta seria melhor.....
— Como como uma puta — e enquanto esfregava a buceta com a palma da mão, levantando uma perna apoiando na base da cama, escapa um pum de buceta palavra: buceta.........colorada ficou
- kkkk - ri levantando as sobrancelhas - que que houve, Pau...
- se faz de sonsão... não sabe o que aconteceu?
- não, não sei. me explica... - e antes que ela falasse - vê se fala como uma puta...
- eu não sou uma puta, garoto...
cheguei perto do rosto dela, enquanto ela continuava se esfregando na buceta. peguei a mão direita dela, interrompendo o que fazia, levei até minha boca e passei a língua na palma, só úmida, e com minha mão direita segurando a dela, dei dois tapas na buceta, batendo nela, e passei a explicar:
- eu não disse que você era uma puta, aqui, na hora de foder, eu queria que você se comportasse como uma puta, que falasse como uma puta, e que se entregasse como uma puta, e lá fora uma mulher com todas as letras, Pau... e se não te agradar, tudo bem também
- mmmmm, o que todo mundo fala, dama em casa, puta na rua.
- se todo mundo fala, mas os gemidos de agora eu que arranquei de você... ou vai me dizer que não se sentiu assim...?
- assim como, M...?
envolvendo a cintura dela e apertando as nádegas... falei baixinho, roçando os lábios dela
- assim, bem puta, gozando e curtindo essa pica...
- ahhhh, não vale. se vai me fazer gozar de novo, me come...
- suave de novo, dessa vez no ouvido dela, falei: "puta"
- vamos pra cama. pediu
- puta!!! insisti
- goza dentro de mim, por favor
- puta. repeti
- sim... ahhhh, super puta, vai!!!
- como?
- suuuper puta falei, bem puta!!! assim que você gosta???
- assim e mais, Pau...
- me come... me dá pica, vai!!!! se ajoelhou e começou de novo a chupar minha pica: "que dura, ahhmm" com metade da pica dentro, apoiei minhas mãos e acompanhei os movimentos dela, sem forçar, aquela puta que adoro conhecer em cada mulher estava nascendo, e sozinha ela tentou até onde conseguia engolir. ao sair, com um fio de baba não muito grosso pendurado, cuspiu na minha pica e disse:
- assim, puta????
- mais puta melhor, vem, bebê. pegando na mão dela e dando um empurrãozinho com minha mão direita no meio das costas, ela ficou deitada de bruços, me acomodei entre as pernas dela e, sem muito preâmbulo, nos demos as mãos, levei os braços dela pra frente e me joguei sobre ela, aproveitando o estado em que a buceta dela tava graças a um blow job foda, enfiei a pica de uma vez até o fundo, me aproximei do ouvido esquerdo dela, que tinha ficado virado pro teto, enquanto ela curtia de olhos fechados exclamando: ahhhhh, assim, bem assim!!!
- vamo ver como minha puta fala agora!!!! e os movimentos finalmente fizeram aparecer os pensamentos mais safados dela, gritando e obediente, com os olhos mais fechados do que nunca:
- ahhhhh, ahhhh me parte, ahhhh (1)
- toda, enfia toda (2)
- assim que sua puta fode, ahhh (3)
- mais, me dá mais, ahhhhhhh, siiiim (4)
- sua puta, ahhhh, bem puta mmmmm (5),
- me parte a buceta........mmmmm mmmmmm (6)
soltei as mãos dela, me levantei sem tirar a pica ainda e dei dois tapas na bunda: "siim, assim"
senti ela acabadíssima, a umidade excessiva da buceta dela fazia um som gostoso ao bombar, diferente. meu suor caía nas costas dela, tirei de uma vez, rápido..........
- não M...... me fode mais!!!! vai......
- agora vou te foder o cu, linda......
- ahhhhh, achei que já ia acabar.- e quando ela ia ficar de quatro, falei:
- não não, fica assim!
- assim vai me foder o cu??? vai doer?
- você vai amar!!!!...
- aiiii M......., como você deixou minha buceta!!!
mal encostei a pica no cu dela, ela mexeu a cintura pra enfiar a cabeça, -ahhhh exclamou de novo-
- minha pica já tá doendo.........
- me dá, ahhh, ahhhh
continuei bombando, sentia dor pra valer, uma pressão interna..........mas ela acelerou os movimentos, praticamente se fodia sozinha, só fiquei parado até sentir que ia gozar
- vem Pau, vai- apressei...... ela virou e se ajoelhou no chão ao pé da cama e esperou de boca fechada eu gozar na cara dela........acariciando a pica, gozei na cara dela só um pouco e enchi os peitos dela de porra, bem líquida, quase Água, eu acompanho gemendo e quietinha, bem obediente, Paulita...
—Ai, M...... quanto gozo, mmmmmm. A gente tem que continuar estudando junto, né? hahaha
—Fala isso pro teu namorado...
—hahaha, não seja mau.
—Vem cá— e peguei ela pela mão
—O que você quer, aonde vai paraaaa!!!!
—Vamos tomar um banho, vai...
—Ah sim, bora, vamos...
E lá fomos nós, pro chuveiro juntos, tomar banho e nos acariciar, brincando mais um pouco. Não rolou mais nada além de uns chupões na rola e beijos e abraços... Voltamos, paramos num posto, ela comprou uns comprimidos... de morango e eu peguei algo pra beber, gelado. Levei ela até a casa dela, era umas 5 da manhã, ela pediu pra gente falar a mesma coisa: que no show a gente tinha encontrado uns amigos dela e ido tomar algo e jogar sinuca num bar perto da faculdade, caso nossos colegas ou alguém perguntasse.
A última coisa que ela pediu foi que eu não vacilasse na frente de ninguém, que se a gente fosse falar sobre o que rolou, o assunto se chamasse Esteban... que ela não prometia segurar a onda, mas que a gente não cagasse tudo.
Mulheres e homens, consulta... além de linda, gostosa, gente boa, ela não é uma puta?
Abraços...

1 comentários - Paciência é a chave

excelente relato!!! muy buenas descripciones, manejo de los tiempos, las situaciones, muy pero muy bueno, te sigo a partir de ahora y sale reco ademas de puntos +5, gracias por compartir
gracias @elpndjomacho, hay una historia mas con Pau, la dejo para mas adelante.....
@HrianoVazquez la esperamos!!! porque tenes condiciones para escribir relatos eroticos...en un arte que es bastante dificil de llevar a cabo....por lo que la esperamos ansiosos..jajaja saluti
@Elpndjomacho, date una pasada por los anteriores..........