Fala, poringa boys/girls! Dessa vez, vou contar outro encontro com minha sobrinha favorita: @blackiss2013!
Espero que curtam, comentem e compartilhem!
Aproveitem!
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Minha sobrinha se chama Giuli, e participa aqui no Poringa com o nick: blackiss2013. É uma mina de 18 anos já feitos, tem olhos verdes e cabelo castanho, mede 1,68. Os peitos dela são de tamanho normal, nem muito grandes nem pequenos, mas bem empinadinhos. Tem uma bunda pequena que enlouquece qualquer um, redondinha e empinada, com um bom quadril.
Tava um calor do caralho, e eu tava tomando um banho numa noite de verão. Nunca fecho a porta do banheiro quando vou me lavar. Aí a Giuli me chama e pergunta se pode entrar, porque não aguentava mais de vontade de mijar. Eu respondi que sim. A porta de correr tava meio aberta, e eu espiei quando ela foi baixando a calça, deixando eu ver aquela bunda linda dela. Além disso, ela tem um rabo redondinho, bem durinho e empinado. Já até peguei nele uma vez quando dei uma massagem nela, mas isso é papo pra outra história. A calcinha fio dental branca foi junto até a metade da coxa dela. De repente, ela virou pra onde eu tava espiando e falou:
"Ei, tio, o que cê tá fazendo?"
Respondi que tava admirando a beleza que a natureza deu pra ela e que adorava aquela bundinha apertada dela, que dava até vontade de morder. Nisso, ela perguntou se eu realmente gostava e se faria isso. Respondi que com todo prazer, e que não só faria isso, mas também enfiaria a língua no cuzinho dela e, de quebra, lamberia a bucetinha depilada dela pra chupar todo o mel. A gente tava nessa quando ela se levantou sem subir a calça nem a calcinha e falou:
"Não vale, tio, você já me viu sem calcinha e eu não te vi ainda."
"Isso tem conserto, meu amor", respondi, fechando o chuveiro e abrindo a outra porta pra sair completamente pelado, parando na frente dela.
"Pode se servir à vontade."
Ela só sorriu quando viu a ereção que eu tava. Meu pau não é muito grande, uns 16 cm, mas tem uma cabeçona. Ela disse:
"Olha só, titio, o que o senhor tá carregando, mmmmm. Posso tocar?"
"Claro que pode", respondi. Ela estendeu a mão macia, fechou em volta e começou a mexer pra cima e pra baixo. lá embaixo, massageando ela, e ela virou pra me olhar: "que lindo, a pele é tão macia e tão dura, posso?"
"Faz o que quiser, é sua." Ela se ajoelhou. Nessa altura, já tinha tirado a calça e a tanga, ficando nua da cintura pra baixo. Aproximou o rosto, colocou a língua pra fora e começou a lamber como se fosse um sorvete. Passava a língua pelo tronco, chegando até minhas bolas, arrancando suspiros de prazer de mim, só de ver minha sobrinha agarrada no tronco, lambendo com doçura primeiro, e depois com luxúria minhas bolas, pra em seguida enfiar a cabeça devagar, ao mesmo tempo que rodeava com a língua e me chupava de um jeito delicioso, até engolir tudo. Nunca na minha vida tinha recebido um boquete igual. Quando senti que ia gozar, tirei ela de lá, e ela reclamou, mas eu dei uns mordiscos e chupei o botãozinho do prazer dela, até que ela disse:
"Filho da puta, não aguento maisssssss, tô gozandooooooo" e começou a tremer. E eu, nem lerdo nem preguiçoso, desci minha boca até a buceta dela pra receber toda a enxurrada de fluidos que saíram dela, que foi uma delícia. Continuei lambendo até deixar limpinha, e subi pra boca dela pra dar um beijo de campeão, pra ela sentir o gostinho dos próprios sucos.
Quando se recuperou, disse:
"Titio lindo, você mereceu, é fenomenal. Ninguém nunca me fez sentir o que você fez, e isso merece um prêmio. Vem, vamos pro meu quarto." E saímos pelados pelo corredor até o quarto dela. Lá, ela me jogou na cama e se atirou de novo na minha ferramenta, que já tava doendo de tanto tesão que eu tava. Começou a chupar, e quase na hora senti que ia gozar, avisei. Ela montou em mim e começou a esfregar a buceta no comprimento todo do meu pau. Falei:
"Não tô de camisinha!"
Ela respondeu: "Não se preocupa, acabou de sair da menstruação." Em seguida, encaixou a cabeça do meu pau entre os lábios da buceta dela e começou a descer, centímetro por centímetro, gemendo, gozando, fazendo mais. gostosa a penetração até sentir que batia no colo do útero, entrando só a pontinha – a buceta dela não é muito funda – aí soltou um gemido metade dor metade prazer, e ficou parada um momento pra depois continuar sentando no meu pau em brasa e enterrar quase toda a cabeça no colo, e soltou um grito de dor.
Tiro? perguntei e ela disse:
Se tirar te mato, piranha, só espera eu me acostumar que apesar da dor, isso é um prazer que nunca senti, te amo. Começou a dar pulinhos em cima de mim só pra sair um pouco, e voltar a enfiar enquanto eu acariciava aquelas bundas enormes e lubrificava meus dedos nos sucos dela pra meter um no cuzinho. Assim ficou um tempão até anunciar o orgasmo, aí falei que eu também ia gozar, e explodimos os dois quase ao mesmo tempo, jogando toda a lava quente que eu guardava há muito tempo direto no útero. Só posso dizer que foi um orgasmo que nunca tinha sentido, fiquei quase desmaiado de prazer, ela se deitou no meu peito acariciando meu rosto e me enchendo de beijos por todo lado, até meu amigo ir saindo devagar. Depois disso, continuamos transando por muito tempo e vai ser outra história pro próximo post!
7 comentários - Outra história com minha sobrinha!
muy buen relato!