Seis por ocho (76): La varita mágica




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Compêndio IQueria tirar aquele dia de folga. Mesmo que meus compromissos de trabalho tivessem acabado, ainda tinha os acadêmicos pra cumprir, mas o fim de semana tinha sido exaustivo e, de qualquer jeito, o professor orientador do mestrado tava muito ocupado nas terças.

Então, naquele dia almocei e aproveitei pra dormir, recuperando meus fluidos. A presença da Violeta ajudou pra caralho a manter tudo sob controle. Se não fosse por ela, o mais provável é que eu tivesse acabado na cama com a Pamela, a Amélia e a Verônica, e quando voltasse da faculdade, a Marisol entraria junto.

Quando ela voltou, a Marisol foi respeitosa comigo e me deixou dormir em paz. Percebi porque, quando acordei, vi a bolsa de cadernos dela.

Olhei a hora e eram quase 7. Provavelmente, ela devia estar ansiosa. Saí do quarto e encontrei elas jantando.

A Marisol ficou feliz ao me ver saindo com o computador e os cabos.

"Marco, não vai jantar?" perguntou a Verônica.

"Já vou! Preciso ajustar esses cabos!" falei.

"Você é um preguiçoso sem jeito!" disse a Pamela, meio irritada. "Você dormiu a tarde toda e a primeira coisa que pensa é nos seus joguinhos infantis!"

"É pra ver o Hisashi-Sensei! Certo, love?" perguntou a Marisol, toda animada.

"Isso mesmo!" falei, fazendo minha rotina de sempre nas terças.

A Marisol pulava e gritava de alegria.

"Eles vão ver... hoje?" perguntou a Amélia, bem empolgada.

"Sim, irmãzinha!" respondeu a Marisol. "Hoje lançam o episódio legendado na rede!"

"Eu sempre... via nas quintas!" disse a Amélia, toda contente. "Sério, vamos ver hoje?"

"Sim, coração!" respondi. "Por isso tô ligando esses cabos, pra poder ver na televisão!"

Não era só a Marisol que pulava. A Amélia também tinha entrado na dança...

"Viu como o 'Ryuma-Senpai' sequestrou a 'Mai-chan' semana passada?" perguntou a Marisol.

"Sim!" respondeu a irmã dela. "Minhas amigas dizem que o Hisashi-kun nunca conseguiu vencer ele!"

Era uma delícia ver outra mina que falasse a mesma língua. idioma…
“Como é que elas conseguem ficar assim?... é só um desenho animado…” disse Pamela.
As irmãs olharam pra ela com um ódio profundo… Por sorte, eu já tinha terminado as conexões.
“Vamos, Pamela!... Nunca viu nada assim quando era criança?” falei, tirando ela do quarto.
“Claro que não!... Preferia ver coisas mais educativas!” ela dizia, tentando soar mais madura.
Mas nem Verónica nem eu acreditávamos na história dela…
“Você fala isso porque ainda é nova!” disse a tia dela. “Quando for mãe, vai perceber que as coisas que seus filhos veem também te prendem!”
“Quando… eu… for mãe?” disse Pamela, com o rosto vermelho, me olhando de repente. Depois tentou afastar esse pensamento.
Verónica e eu rimos. No fundo, estávamos em outra fase da vida.
“Não vai jantar?” ela me perguntou, com carinho.
“Só um sanduíche!” respondi. “Afinal, é o programa da noite!”
Faltavam 5 minutos para a grande estreia. Sentamos no sofá eu, Verónica e Pamela, enquanto Amélia e Marisol estavam sentadas no tapete. Violeta, por sua vez, estava brincando com suas bonecas no quarto.
Como se fôssemos casados, Verónica se aninhou debaixo dos meus braços, apoiando a cabeça no meu peito, enquanto eu acariciava os cabelos dela. Pamela, por outro lado, tentava acompanhar a trama.
O episódio terminou com outro beco sem saída, embora Hisashi-sensei tenha conseguido resgatar sua amada Mai-chan.
“Esse episódio foi foda!” disse Amélia, bem satisfeita.
“É só isso? E o que vai acontecer com Ryuma? Vão deixar ele escapar?” perguntou Pamela.
“Pensei que você não gostasse desses desenhos!” apontei.
“Claro que não gosto!” respondeu a Amazona espanhola. “Só tô falando… porque acho muito sacanagem… o Hisashi não se vingar!”
“Bom, pra mim, Hisashi-kun é que nem o Marco!” disse Marisol. “Pode ser que o Marco não saiba lutar, mas sinto que ele é muito corajoso e nunca deixaria uma injustiça passar sem fazer nada.”
“É verdade!” disse Amélia, surpresa com A ideia.
“Vamos, não brinca!” falei, tentando disfarçar. “Eu não sou igual a ele!... é só um personagem de desenho.”
“Bom, pode ser que o tio não seja tão gostoso quanto você!” apontou Pamela. “Mas sei muito bem que você é corajoso o bastante pra encarar um cara como o Ryuma, nem que te matem ou não.”
“Você me chamou de gostoso?” perguntei.
Ela me jogou uma almofada… vermelha de vergonha.
“Por que você repara nessas coisas, quando tô te elogiando, tio?” falou a amazona espanhola.
Mas no fundo, Pamela dizia isso porque eu tinha enfrentado o “Ryuma” do pai dela…
“E não é só corajoso. Marco é muito inteligente…” completou Verônica.
“Sim, é muito esperto!” disse Amélia. Mãe e filha lembravam do meu “momento de glória” com o professor de educação física e, claro, com a compra da casa.
Embora Marisol conhecesse parte dessas histórias, sorria satisfeita. No fundo, ilustravam o ponto dela de que elas me amavam, porque conheciam esse lado especial em mim.
Foi aí que Violeta apareceu com a varinha mágica…
“Olha, irmã! Tenho poderes mágicos!” dizia a pequena, balançando a varinha.
“Violeta, larga isso! Tá sujo!” falou a mãe, ao reconhecer o que era.
“Não se preocupa, mãe! Lavei bem!” disse Marisol.
“O que é isso?” perguntou Amélia.
“É o teste de gravidez da Marisol!” respondi. “Quis guardar de lembrança!”
“Você é um porco!” falou Pamela, brava, mas os olhos dela diziam que achava muito fofo.
“E como funciona?” perguntou Amélia, cheia de curiosidade.
“Acho que é hora de uma menina super gigante ir dormir!” falei, pegando Violeta no colo. “Amor, pode explicar pra ela?”
“Claro!” respondeu Marisol.
Enquanto isso, pegava Violeta no colo e levava pro quarto dela.
“Não!... Por quê?” protestou ela.
“Porque senão, você não vai continuar super crescendo!” respondi.
Era um assunto complicado e queria esclarecer pra Amélia, já que ela tava morrendo de vontade de a gente transar. sem proteção. Mas, apesar de a Violeta ser muito inteligente, não devia ouvir essas coisas, então a deitei e coloquei o pijama nela, pra contar uma história de ninar. Sou bem criativo e inventei uma história de princesas, baseada nos desenhos de pessoas dançando na cortina do quarto dela.
Ela ri das minhas histórias, mas eu uso minha voz pra fazer ela dormir. Não passaram nem 15 minutos e ela já tava dormindo.
Saí do quarto e encontrei a Pamela e a Verônica sentadas na sala de jantar, olhando o teste de gravidez.
“É inacreditável que uma coisa dessas possa mudar sua vida!” disse a Pamela, meio triste.
“Mas são as coisas pequenas que trazem a felicidade!” falei, acariciando a cabeça dela. “E suas filhas?” perguntei pra Verônica.
“Tão no banheiro!” ela respondeu. “A Marisol tá ensinando como se usa o teste de gravidez.”
Um suor frio desceu pelas minhas costas… daquela vez, no pomar…
“Mas me surpreende você guardar uma parada dessas!” disse a Verônica. “Afinal, deve ter sido um momento triste pra você.”
“Na real, não!” falei, pegando com carinho. “Quando encontrei, a Marisol me deixou muito assustado, porque ela tava agindo muito estranha naquela semana. Mas quando vi o teste, senti que tudo se encaixava. Significava que eu ia ser pai e não podia ficar mais feliz, porque era com a mulher da minha vida.”
Felizmente, elas já aguentavam esses comentários. No fundo, sabiam que meu amor pela Marisol não se comparava ao delas, mas que, mesmo assim, eu ainda conseguia responder do jeito que elas precisavam… e claro, também amavam muito a Marisol.
“Mas… você deve ter sentido um pouco de pena também!” disse a Pamela, meio preocupada. “Tipo… foi algo que ela não conseguiu controlar!”
“Isso é outra coisa que me chama atenção.” falei, olhando nos olhos delas. “Acho que aquele bebê é meu…”
Elas me olharam surpresas.
“Qual é, Marco!... Isso é impossível!...” disse a Pamela, bem impressionada. “Nunca conheci um cara tão responsável quanto você… ao menos, na cama!"
"Te entendo, Marco!" disse Verónica, num tom mais compreensivo. "Quando aconteceu comigo, também quis acreditar que era do Sergio... mas depois..."
Então, ela percebeu que a Pamela estava ali...
"Tia!... Você... também... foi estuprada?" perguntou Pamela, com uns olhos enormes.
"Mas esse é o ponto!" falei, tentando desviar a conversa. "Conheço bem a sua filha e nos dias que transei com ela, não notei nada estranho!... O apetite sexual dela era o mesmo, ela não recusava minhas carícias, não tinha indícios de que algo tivesse acontecido."
"Sim, mas Marco..." disse Pamela, esquecendo o que Verónica tinha dito e meio corada, me lembrou "Você nunca transou comigo... sem usar camisinha! ... E a Marisol diz a mesma coisa!"
"Eu sei, mas vocês são mulheres com mais experiência com homens!" falei, embora me arrependesse na hora. "Me desculpem se ofendi vocês!... mas vocês sabem... a grande maioria dos homens nunca se preocupa com como uma mulher fica depois de transar... quer dizer... se for alguém que você não ama, claro."
Elas não entenderam por que deveriam se sentir ofendidas, mas como fui respeitoso ao explicar, me olharam com carinho.
"O Marco tem razão!" reconheceu Verónica. "Nem o Sergio se preocupava se eu tava satisfeita!"
"Porra!... uns caras gozavam na minha cara e deixavam meu cabelo todo sujo..." disse Pamela, se referindo ao nosso primeiro encontro...
"Mas é disso que tô falando!" falei, retomando o foco da minha perspectiva. "Se alguém estuprou a Marisol, por que se deu tanto trabalho pra ninguém perceber?"
Isso as fez pensar.
"Pamela, você que passou esse tempo todo com ela, notou se algum dia ela chegou mais cansada que o normal?" perguntei, bem esperançoso.
"Não... que eu me lembre..." respondeu Pamela, tentando se concentrar.
"Mas Marco, ainda tem o fato de que VOCÊ é muito responsável no sexo!" apontou Verónica. "VOCÊ se preocupa em fazer a Marisol tomar as pílulas, VOCÊ se preocupa em fazer só em dias seguros e VOCÊ se preocupa em usar camisinha!”
Enfatizou os “VOCÊ”, porque era verdade. Como já contei, meus desejos eram que a Marisol terminasse os estudos e depois a gente casasse, e por isso eu era muito responsável na hora de transar.

“Que escândalo todo é esse?” disse Marisol, voltando com a Amélia.

“Nada, só conversando!” disse Verônica, tirando o peso. “Como é que foi?”

“Bem!... mas mesmo tendo muita confiança com a Amélia, ela ainda tem vergonha de mijar junto com a irmã mais velha.”

“É que... é muito estranho!” disse ela, toda vermelha.

“E como foi?” perguntei eu, com o estômago revirado.

“Bem!... como você tá vendo, minha irmã não tá grávida...” disse ela me mostrando a linha reta que tinha aparecido, diferente da estrela da Marisol.

Só a Pamela pareceu perceber meu alívio... Não tinha sido a única a provar a fruta proibida!

“Bom, já que tão todas reunidas, queria pedir permissão pra dormir hoje só com a Marisol!” falei, muito mais aliviado.

A Marisol pareceu não gostar, mas elas me olharam sorrindo.

“Marco, você não precisa pedir permissão pra gente!” disse Amélia.

“É, você é um cara muito estranho!... É sua namorada, claro que quer ficar a sós com ela!” disse Pamela.

“Têm razão!... além disso, você se esforçou muito pra nos manter contentes.” completou Verônica.

“A única merda é que eu queria ver outro episódio do Hisashi-Sensei!” disse Amélia, meio desanimada.

“Eu queria saber... por que o Ryuma tinha tanta raiva dele...” disse a espanhola amazona, toda vermelha.

“Bom, se quiserem, podem ver os episódios que tenho no meu computador!” ofereci.

Os olhos da Amélia pareciam esmeraldas enormes...

“Tem mais?” perguntou, pulando de empolgação.

“Tenho as 3 temporadas completas, mais todos os episódios até o de hoje!”

“Então... a gente pode ver desde o começo?” Perguntou Pamela, bem interessada.

“Pensei que você não gostava de Caricaturas!" eu disse, fingindo seriedade.
"Claro que não!... mas minhas primas gostam... e bem... o Hisashi me lembra um tio... bem gato e corajoso." A amazona me disse, com um tom carmesim nas bochechas.
"Que legal! A gente pode assistir junto!" disse Amélia, embora depois tenha acrescentado, misteriosamente. "...e se a gente ficar de saco cheio, acho que podemos fazer outras coisas mais..."
Mas eu não percebi...
"E você, Verônica? Precisa de alguma coisa?" Perguntei.
Marisol ainda não parecia satisfeita com a ideia...
"Não se preocupa!" ela me disse, colocando o braço no meu ombro. "Mesmo que eu vá sentir sua falta, tenho uns brinquedinhos que vão me entreter a noite toda..."
Provavelmente, ela tava falando do "ovo vaginal" e do consolo duplo... Que família de pervertidas!

Depois que instalei o computador pras meninas, voltei pro meu quarto, onde uma Marisol bem séria me esperava de camisola.
"Aconteceu alguma coisa?" perguntei.
"Não... bem... sim... Não sei como te explicar!" ela disse, toda complicada.
"É só me falar o que te preocupa que a gente resolve!"
Ela suspirou e me olhou.
"Na verdade... eu queria pedir pra alguma delas... fazer um menage de novo..." disse, com muita vergonha.
Foi como se uma lança tivesse atravessado meu peito.
"É que... você não gosta mais de mim?" eu disse, quase começando a chorar.
"Não, Marco!... Não seja bobo!... Claro que eu te amo!" ela disse, me abraçando.
"Então?"
"Vou te falar... mas não fica triste!" ela me disse, suspirando. "Olha... desde que você começou o turno na montanha... eu notei que você... pois é...!"
"Marisol, pelo amor de Deus, tenta me falar!" eu dizia, à beira de um ataque de nervos.
"Tá bom!... é que eu notei... que você... pois é... tem muita energia."
"Energia? Do que você tá falando?" Eu pensei que ela queria me chutar pra fora de novo.
"Marco, não fica assim!... Eu pedi pra você não ficar triste!" ela protestou.
"Então tenta ser franca e direta!" pedi.
"Tá bom!... amor... o que acontece... é que agora... você demora demais."
"O quê? Do que você tá falando?" perguntei. confuso.
“Bom… é verdade. Agora você me faz amor e a gente pode passar uma, duas horas… e eu gozo horrores… Sério!... Você manda muito bem!... Mas quando você tá afim de mim… bom, a gente pode passar 4 ou 5 horas na cama… e aí, no dia seguinte… eu mal consigo levantar pra ir pra faculdade… e te confesso que fico meio dolorida pra andar… Não tô dizendo que não te quero!... Quer dizer!... Se a gente fizesse na sexta ou no sábado, não teria problema!... Mas agora… me assusta um pouco fazer amor sozinha com você, entende?”
Meu sorriso era de orelha a orelha…
“Marisol, não exagera!... Sou um cara normal!” falei, tentando minimizar.
“É que… não sou só eu que penso isso… minha mãe, minha irmã e a Pamela também já me falaram…” ela confessou. “E é por isso que aceitaram fazer ménage… porque querem te deixar satisfeito e não têm coragem de te contar.”
“Tá bom!” falei, sem parar de sorrir. “A gente pode fazer só três vezes?... só transar, nada de anal ou oral… é que senti muito sua falta.”
“Tá!... Mas lembra que a gente tem que acordar cedo e que amanhã você precisa me ajudar a estudar” ela disse, séria, mas com medo.
“Tá bom! Só três vezes!” falei.
4 horas depois…
“Marco!” reclamou Marisol, exausta. “Vou… cair no sono na aula… se você não terminar logo!”
“Desculpa, amor!” falei, mas nem tava cansado e me agarrava nos quadris dela, tentando gozar pela terceira vez, mas nada.
“Se você não gozar… depois… amanhã… vou te castigar!” ela ameaçou, irritada, mas satisfeita por eu não largar ela.
Mas o castigo que ela tinha guardado pra mim, na verdade, ia deixar ela muito pior… e não só ela…
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