Seis por ocho (72): Una cama para una reina…




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Compêndio ITem vezes que a gente não sabe pra quem tá trabalhando e faz uma coisa que acha que é melhor, mas na real, só tá piorando tudo.
O foda é que eu não fazia ideia…

O rosto da Pamela tava muito cansado, como se mal tivesse dormido. De repente, ela sentou do meu lado direito no café da manhã.
“Bom dia!” cumprimentou a radiante Amélia.
Ela deu uma espécie de arrepio…
“Você tá bem?” perguntei.

A Marisol, vendo que o lugar dela já tinha sido ocupado, sentou na frente da prima e deu um sorriso amigável.
“Melhor nem perguntar!” respondeu, enfiando a cara no meu braço.

Foi aí que chegaram a Violeta e a Verônica. Pra vocês terem uma ideia daquela manhã, imaginem que amanheceram no panteão olímpico…
Ou seja, as deusas com toda a beleza e majestade delas, sentadas ao meu redor…

A linda “Afrodite”, minha deusa da beleza e sensualidade, sentada à minha direita, vestindo a camisola rosa que deixa ver o peitão lindo dela e realça de forma sugestiva a figura gostosa, tentando se esconder no meu braço, numa tentativa vã de esquecer as putarias da noite anterior.
Minha inteligente “Atena”, na minha frente, com os olhos verdes serenos, vestindo a camisola branca que comprei pra ela. A gravidez fez o decote dela ficar um pouco mais saliente e o olhar, intrigante, com leves sinais de safadeza, me encantava com sorrisos provocantes.
A majestosa “Hera”, representação viva da esposa e do casamento, vestindo só um roupão, deixando ver uma boa parte dos peitos generosos dela e escondendo vagamente a buceta e os segredos, distinta nos anos e gloriosa no olhar, me sorrindo com simpatia.
E claro, a meiga “Ártemis”, deusa da natureza, sentada à minha esquerda e me olhando sorrindo de vez em quando, com o olhar doce, generoso e inocente, vestindo a camiseta branca que mal consegue segurar os tesouros grandes dela e uma calcinha branca infantil, que defende pobremente a intimidade.

Todas elas, dirigindo o destino de um pobre mortal como eu, embora sempre me visse como "Hermes", mensageiro dos deuses, deus dos bandidos e viajantes, e suponho que neste caso... amante celestial dessas deusas.
Sei que não faço justiça ao panteão real, mas era a impressão que me davam. Tão lindas, agradáveis e doces... e, inexplicavelmente, encantadas com o meu jeito.
Sentaram-se à mesa e eu sentia os olhares delas em mim, exceto pela minha sensual Pamela, que ainda tentava se esconder nos meus braços.
"O que vamos fazer hoje?" perguntei.
"Queria te pedir se a mamãe poderia te acompanhar para comprar uma cama." Respondeu minha inteligente Marisol. "Embora a gente tenha se virado bem... acho que a Violeta precisa de uma cama só para ela."
"Sim, porque sou uma princesa bem, bem gigante, certo, Marisol?" perguntou sua atenta irmãzinha.
"Isso mesmo, coração!" respondeu ela, mas com o olhar me dizia que era pela mãe.
"Bom, então vamos deixar um quarto de princesa, só para você! Tudo bem?" perguntei.
"Sim, tudo bem!" respondeu.
"Muito bem!" disse Marisol. "Amor, então toma café logo e toma banho com a mamãe!"
Eu arregalei os olhos e Verónica ficou vermelha.
"Por que ela tem que tomar banho com a mamãe?" perguntou Violeta.
"Porque, assim como você... ela não gosta de tomar banho sozinha!" respondeu Marisol.
Felizmente, Violeta não tinha o costume de tomar banho. Amélia, percebendo que se a pequena ficasse, faria mais perguntas constrangedoras, a levou para a sala brincar.
"Por quê?" perguntei. "Combinamos que faríamos essas coisas à noite!"
"Anoite passada você não pôde ver a mamãe, e por isso quero te pedir para comprar outra cama." Respondeu.
"Qual é, Marisol!... Não é necessário!" disse Verónica, com muita humildade. "Sou adulta e posso me virar sozinha!"
"Não, mamãe!" respondeu a filha, acariciando sua bochecha com carinho. "Eu sei que você o ama e também gostaria de ter um tempinho só para você!"
"Sim, Marisol!... mas..."
"Além disso, mamãe, é muito claro que ele também te ama!" interrompeu. Selando os lábios da mãe dela com o indicador.
Verônica ficou vermelha e tentou não olhar pra mim.
Mesmo assim, ainda tinha um problema pendente…
"Pamela, quer vir com a gente?" falei, já que ela não tinha comido nada.
"Não, por favor, não me abandona!" ela dizia, se agarrando com força no meu braço.
"Vamos, Pamela!... Não foi tão ruim assim e foi só uma noite!..." a prima dela falava.
"Você se sentiria melhor se tentasse dormir no nosso quarto?" perguntei, já que nosso quarto era o único que tinha uma tranca que funcionava.
"Não sei!" ela me olhou, com uns olhos cansados.
Olhei nos olhos da Marisol.
"Prometo que não vou fazer nada! Você disse que durante o dia a gente tinha que se comportar!" ela respondeu.
"Quer que eu te leve pra dormir?" perguntei.
Ela balançou a cabeça. Peguei ela no colo, como ela merece.
Deitei ela na cama, cobri com os lençóis e ia saindo, quando ela pediu…
"Marco… Você podia… me dar um beijo?"
"Claro!" falei, beijando os lábios macios dela. Não fazia ideia do que tinha acontecido, mas ela parecia bem assustada e cansada.
Ela sorriu.
"É bom saber que ainda te amo!"
"É bom ouvir você dizer que me ama na cara!" falei, acariciando o nariz dela com carinho.
Ela ficou vermelha…
"Você sabe que também te amo, né?"
Ela concordou, escondendo a vergonha entre os lençóis. Beijei a testa dela e deixei ela descansar.
No banheiro, outra situação desconfortável me esperava.
"Desculpa as coisas terem ficado assim!" falei pra Verônica. "Eu devia me impor sobre os desejos da sua filha!"
"Não se preocupa!" ela disse, fascinada com minha nudez. "Você é um garoto bem gostoso e não me incomoda!"
"E então?... Quer tomar banho comigo… ou prefere separado?" perguntei, ligando o chuveiro.
Ela sorriu.
"Vamos, Marco!... não precisa continuar mentindo… sei que não pareço tão jovem ou bonita quanto minhas filhas ou minha sobrinha… sou baixinha e meus quilinhos não querem sair da minha cintura." Respondeu com um tom melancólico.
"Não te entendo!..." falei. meio confuso. “Você ainda me atrai!”
“Marco, não fala essas coisas!” disse ela, meio envergonhada. “Sei que você é carinhoso… mas eu só fui uma boa transa pra você… você fez um monte de coisas legais… mas não precisa continuar mentindo pra mim.”
“E por que eu mentiria pra você?” perguntei.
“Porque olha meu corpo: meus peitos não são tão firmes… eles caem e deformam; minhas gordurinhas, por mais que eu tente, não consigo queimar; meu rosto não é tão liso e jovem quanto o da Marisol ou da Amélia; minha bunda não é tão empinada quanto a da minha sobrinha… Como você pode dizer que gosta de mim assim?”
“Mas você foi minha primeira amante!” enfatizei.
Ela sorriu, com nostalgia.
“Sim, Marco!... mas naquela época, você era um garoto saudosista pela namorada. Agora, olha pra você! Tem que ficar se organizando pra não deixar ninguém triste, e eu não quero roubar seu tempo ou descanso!”
Dei um beijo bem carinhoso nela.
“Você não me cansa! Tem uma beleza que nenhuma delas tem!”
Ela riu.
“Qual é, Marco!... não brinca comigo… sou só eu e mais nada.”
“Você está enganada!” dei um beijo bem gostoso nela, afastando sua toalha e podendo acariciar seu corpo delicado. “Você tem a beleza e a sabedoria de uma mãe! A beleza de uma mulher madura!”
“Marco!” disse ela, suspirando. “Seus beijos são muito doces e suas palavras são muito bonitas… mas reconheço o peso dos meus anos… Quase poderia ser sua mãe!”
Beijei seu pescoço, acariciando-a com minhas mãos e curtindo o cheiro da pele dela.
“Verônica!” falei, respirando entre seu pescoço, como se sussurrasse no ouvido dela, enquanto a essência divina dos cabelos dela invadia meu nariz. “Pra mim… você é a rainha!”
Ela riu e me afastou.
“Que coisas você fala, Marco!” disse ela, com um toque de tristeza. “Eu não sou… rainha nenhuma!”
“Pode não ter um reino, mas suas filhas são verdadeiras princesas!” falei.
“Você é muito puxa-saco com suas palavras, Marco!” disse ela num tom de brincadeira.
“O Sérgio nunca reconheceu, mas suas filhas são verdadeiras princesas… elas sabem do esforço da mãe e cada uma delas se esforça pra te fazer sentir orgulhosa. Elas te admiram e desejam ser, um dia, tão dignas quanto você.”
Ela parecia me entender…
“Meu querido genro!” ela disse, acariciando minha bochecha como se fosse minha mãe. “Isso não me faz rainha!”
“Claro que sim!” eu disse. “Na antiguidade, os homens formavam reinos, porque o rei cuidava de protegê-los da adversidade. Eles obedeciam às leis dele, porque confiavam e admiravam ele.”
Ela me olhou, esperançosa.
“Então você é um rei maravilhoso!”
“E você, uma rainha glamorosa!” respondi.
Ela me olhou confusa.
“Ainda não entendeu? Pode não ser homem, mas suas filhas te admiram e confiam que você vai ajudá-las. Você é uma rainha que… simplesmente, não tinha um rei… até agora.”
Comecei a fazer amor com ela no chuveiro.
“Marco!...” ela dizia, ofegante. “Como você consegue me excitar tanto?... Você me preenche sempre!...”
“Sua beleza não tem idade!” respondi, acariciando os peitos dela e beijando o pescoço, que são as zonas erógenas mais sensíveis dela, sem contar o clitóris e a buceta, claro. “Sua beleza está dentro de você!”
“Ai, Marco!” ela dizia, toda excitada. “Suas palavras!... Como você me beija!... Toda vez que penso em você, me masturbo!”
Eu queria uma segunda rodada e comecei a enfiar no cu dela.
“Você me fascina!... Você está sempre tão duro!...” ela dizia, enquanto eu segurava a cintura dela, bombando bem forte.
“Como você pode odiar essas gordurinhas?... São tão eróticas!” eu disse, apertando elas.
Ela riu.
“Marco… você é o único… que fica tão excitado… com uma coisa dessas!” ela disse, se apoiando na parede pra eu penetrar mais fundo.
“Olha esses peitos!” eu disse, enquanto beijava os lábios dela sedentos de paixão. “Eles alimentaram 3 princesas… e continuam lindos!... Eu amo eles!”
“Eu… amo… como você pega neles!” ela dizia, me beijando deliciosamente, com aquele gosto de limão. “Você ama eles!... Você respeita eles!... Você me fascina!”
Gozei dentro dela e, embora tenhamos ficado um tempo Grudados, ainda estava pronto pra uma terceira rodada.
"Deixa eu te ajudar, meu rei!"
Ela me lavou com sabão e me limpou, e quando tirou a espuma, começou a chupar.
"Não acredito... que você me deixa tão molhada!" ela dizia, entre boquetes. "Mesmo tendo enfiado... tantas vezes... não aguento mais... da metade!"
Ela adorava me ver de cara e chupava, como se tivesse sede. Gozei na boca dela e ela engoliu tudo.
Nos vestimos e saímos. Marisol nos esperava, sorrindo.
"Viu, mãe? Você precisava disso!" ela disse.
Se abraçaram, com carinho.
"Mãe, você demorou muito!" falou Violeta.
"É que eu tava muito suja, atrás das orelhas!" expliquei, mas ela tinha razão. Tinham passado 2 horas e elas já quase tinham o almoço pronto.
Pegamos o metrô, nos beijando de vez em quando, mesmo com umas velhas invejosas olhando pra ela como se nossa relação fosse tão errada.
Chegamos no mercado de pulgas, onde íamos comprar a cama, e ficamos de olho nos cantos, nos jogos de sala, nos armários e nas camas, como se fôssemos casados.
Compramos uma cama de princesa pra Violeta e, como já tínhamos pegado uma daquela loja, procuramos outra pra Amélia. Mas a Verónica se interessou por outro modelo...
"Essa cama é tão linda!" ela disse, reparando num modelo grande, com acabamentos de couro, um espelho na cabeceira e uma gaveta embutida. "Tem tantas almofadas!"
"É uma cama digna de uma rainha!" comentei.
"Deve ser caríssima!" ela falou, apaixonada pela cama. "Nunca dormi num colchão tão macio!"
Perguntei ao vendedor quanto custava.
"Ah! Desculpa, não tenho ela registrada no inventário!" o vendedor disse. "José! Quanto custa a cama 'Queen' que tá aí?"
Eu ri, de leve. Verónica me olhou estranho.
"Você sabe que 'Queen', em português, significa 'Rainha', né?"
Ela me beijou e me abraçou, depois que comprei pra ela, e fomos de mãos dadas, enquanto o caminhão nos levava de volta pra casa com a compra.
Foi uma tarde exaustiva. Não quis que me ajudassem, porque, como engenheiro, montar coisas com peças é um prazer para mim. Violeta estava feliz com sua cama de princesa e seu quarto novo só para ela, ao lado do nosso, já que a cama da mãe dela era grande demais e não cabia no quarto.
No entanto, o quarto de "recreação" do Sergio ficou livre, onde meu ex-sogro ia se embebedar e esquecer da família. Ficava bem em frente à porta do antigo quarto da Marisol e ao lado do banheiro… mas os problemas que não considerei, vou citar direito depois.
Tanto eu quanto a Verónica queríamos estrear a cama nova logo. Queríamos profanar a memória do gordo careca e baixinho, fodendo sem parar, na antiga "fortaleza da solidão" dele. Mas eu estava cansado demais.
Levei a cama que sobrou para o quarto da Marisol, o que fez a Pamela me abraçar e me beijar com paixão. Ainda não sabia o que tinha acontecido com ela, mas ela me agradeceu, porque pelo menos naquela noite "ia conseguir dormir em paz".
Falei pro meu rouxinol que estava exausto e que não queria fazer mais nada. Mas como eu disse, ela não deu muita bola pras regras que eu tinha estabelecido e já tinha escolhido uma "segunda companheira" pra aquela noite.
Reconheço que teria sido difícil dizer não, já que a escolhida era tão doce e inocente… mas como eu descobriria naquela noite… às vezes, o amor entre irmãs passa dos limites…
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1 comentários - Seis por ocho (72): Una cama para una reina…

Pobre Pamela, es la 2da vez que una mujer abusa de ella.. y le gusta! jajaja