Seis por ocho (69): El elefante en la habitación.




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Compêndio I


Seis por ocho (69): El elefante en la habitación.Parte de um café da manhã balanceado!" disse Marisol, limpando meu pau e engolindo o que restava.
"Estava com saudades desse café da manhã!"

"Eu também estava com saudades de te dar!" respondi, mas ainda estava preocupado com o que havíamos conversado na noite anterior.

"E o melhor... é que ainda está duro!" ela disse, chupando com intensidade. "Quero sentir ele por trás!"

Ela levantou o camisola e começou a enfiá-lo no ânus.

"Marisol... Tem certeza?" perguntei, enquanto ela forçava a entrada.

"Sim." Ela respondeu. "É um pouco dolorido, mas eu me preparei!... Já enfiei várias coisas lá atrás... mas nada tão gostoso quanto você!"

"Não é disso que estou falando!" embora não pudesse negar que fiquei curioso para saber o que ela tinha enfiado. "Estou falando... dessa ideia de me compartilhar... com todas elas!"

O que posso dizer? O cu dela é uma delícia, ela é a mulher que mais amo e se estava fazendo isso, era só para me agradar... mas ela estava começando a gostar.
peitoesIsso está tão bom!... Sim, Marco!... Eu tô muito segura!... Quero que você faça com elas… e com minha tia também!..." ela dizia, ainda mais excitada.

Caramba! O jeito que ela se rebolava! Nunca imaginei que ela fosse tão boa assim!

"Mas… são 5 mulheres… Marisol!" eu disse, enquanto sentia seu ânus chupando minha essência.

"Por favor!… Eu sei que você consegue!... Você faz tão bem!..." ela me dizia, enquanto eu sentia sua bucetinha fluindo como um rio.

Não aguentava mais!

"Tá bom… Marisol!... Tá bom!... Eu vou fazer… se isso te deixa feliz!" eu disse, gozando dentro dela.

Ela me beijou, satisfeita.

"Obrigada!... Sei que você não me entende… Mas agradeço que você faça isso!..." ela disse, esfregando a barriga. Ela adora sentir meus fluidos nos seus intestinos.

Mas mesmo assim eu tinha minhas dúvidas. Quando fomos tomar banho, perguntei por que ela queria que eu conhecesse a tia dela.

Não estava pensando em comer a tia também (nunca a tinha visto pessoalmente…), mas pelo menos devia conhecê-la para saber quem era.

"Bom, nem minha mãe nem a Pamela se dão bem com ela. Minha tia é… bem materialista… e bom… a Pamela não gosta dela, porque ela nunca apoiou nos problemas dela." ela me contou, enquanto me ensaboava o corpo.

"E o que… você quer… que eu faça?" eu disse, quando ela começou a fazer espuma no meu pau.

"Não sei, amor!" ela disse, bem excitada, balançando ele, enquanto beijava meu peito. "Acho… que o que você faz… que faz elas mudarem!"

Me senti lisonjeado… e muito, muito excitado, mas tinha que reconhecer minhas fraquezas.

"Mas… Marisol… pode não ser igual… como foi com elas!" eu dizia, enquanto ela me segurava de um jeito tão suave e excitante.

"Vamos, Marco!... Pelo menos, tenta!" ela disse, com uma vontade enorme de chupar de novo.

"Além disso, se você acha que os peitos da Amelia são grandes, é porque não viu minha tia!" ela disse, começando a chupar.

Caramba! A imaginação é tão poderosa!... E a boca dela era tão deliciosa! … mas mas ainda mantinha o senso comum.

“Mas, amor… você não acha que deveria… ser ela quem me pede?” eu disse, aproveitando cada centímetro da sua boca. “É a mãe dela… no final das contas.”

“É!… Você tem razão!” ela disse, me dando uma folga. “Além disso… já te tenho ocupado com a gente… e bom… temos que nos organizar direito…”

“Sim, mas Marisol!…” consegui dizer, mas seus lábios não me deixaram terminar.
orgiaNão conseguiria me opor e faria o que ela me pedisse por ela. Minha consciência até se sentia mal, mas se isso a deixava feliz... O que mais eu poderia fazer?

Além disso, amava cada uma delas... e não porque fossem tão gostosas... mas porque eram especiais, cada uma à sua maneira.

Exceto Violeta, todas elas sabiam por que tínhamos demorado no banho. Verónica nos olhava sorrindo; Pamela tinha um sorriso, embora seus olhos estivessem tristes, e Amelia não escondia suas emoções.

Nos sentamos para tomar café da manhã e Marisol quis provocar um pouco sua irmã.

"Mamãe me contou que você tinha um namorado!" disse ela.

Amelia me olhou, com os olhos brilhando.
Sexo analSim! Parece que ele se chama Toño!" disse Verônica.

"E como ele é?" perguntou a irmã.

"Bem... ele é muito doce... e sempre se preocupa comigo..." respondeu Amelia, cabisbaixa.

"Você deve ter ficado muito triste de deixá-lo no norte!" disse Marisol, enquanto passava manteiga no pão. "Mas se precisar de um ombro amigo, pode usar o do meu amado Marco para desabafar!"

Amelia não aguentou mais e se levantou.

"Marisol!" eu disse, olhando-a nos olhos.

Ela também se arrependeu, mas para nossa surpresa, Pamela foi consolá-la. Marisol sorriu para mim. Sabia que era obra minha.

Comecei a me preocupar com aquele almoço. Pedi a Sonia que trouxesse algumas garrafas de álcool, para que passássemos um bom tempo e eu pedi comida chinesa.

Não sabia exatamente o que queria fazer, mas faria. Não era um assunto simples de abordar, embora fosse tão evidente em cada um de nós (novamente, exceto Violeta) como um "Elefante na sala", como dizem os ingleses.

A comida parecia normal, exceto pelo fato de eu ter me sentado no extremo oposto da minha amada. Verônica e Amelia ficaram à minha esquerda e Sonia e Pamela à minha direita.

"Marco, você deveria sentar com Marisol!" disse Verônica, como se eu não tivesse percebido.

"Sim, vocês não se veem há dias!" disse Sonia.

Mas foi a organizadora da festa que definiu a distribuição dos assentos. Elas me olhavam estranhadas, sabendo que quem eu mais amava era Marisol, mas se eu não estava ao lado dela, devia ser por uma razão muito forte, que eu também desejava conhecer.

A comida foi relativamente normal. Conversamos sobre a cutie e como descobri a onda "Amelia". Acho que foi nada mais que intuição que a interferência que se sentia no rádio se devia ao funcionamento constante da máquina "Verônica", então ao empregar os algoritmos para desconectá-la remotamente, cumpriam com o ruído irritante.

Elas me olhavam admiradas (exceto Violeta, que estava fascinada com (dentes de dragão) e pude ver que Sonia fez a mesma cara de quando uso meus "Olhos de engenheiro", como ela diz. Acho que realmente devo mudar meu olhar, porque elas estavam completamente hipnotizadas por mim.

Quando Violeta terminou seu prato, Marisol me disse:

"Amor, você pode instalar um dos seus jogos pra Violeta? Tenho algo importante pra conversar e não quero que ela escute."

Então, soube que o que quer que fosse, ia acontecer agora. Peguei Violeta pela mão e perguntei o que ela queria jogar.

"Quero jogar aquele dos 'monstrinhos' que você me deu outro dia!" ela me disse.

"O dos 'monstrinhos'? Beleza, vou colocar o dos 'monstrinhos'!" respondi, aliviado.

Como sabem, quando a gente coloca um jogo pra uma criança pequena, ela fica vidrada rapidinho. Mas, como vi que ela tinha tão poucos brinquedos, decidi dar de presente um dos meus consoles antigos, com aquele jogo que já tem muitos anos e que já tem mais de 700 monstros. Claro, o mais famoso e favorito, o "Rato elétrico amarelo"...

As vantagens de ser nerd e trabalhar é que você pode se dar ao luxo de comprar todos os consoles retrô. Então peguei um dos meus favoritos, coloquei os adaptadores e, pra surpresa dela, os "monstrinhos" pixelados podiam ser vistos em 3-D, e dava pra jogar minigames.

Ela ficou feliz e eu sabia que não precisaria me preocupar por um bom tempo.

Depois voltei pra sala de jantar e elas estavam tensas. Quiseram perguntar pra Marisol, mas ela não disse uma palavra até eu voltar.

Quando me sentei e dei um olhar pra ela dizendo que não precisava se preocupar, começou o verdadeiro motivo daquele almoço...

"Bom, queria agradecer a vocês, porque me ajudaram a mim e ao Marco a seguir em frente com nossas vidas." Ela disse, com a diplomacia de uma política. "Como sabem, já estou comprometida com ele e vamos ser pais, mas o motivo pelo qual chamei todas vocês... é porque sei que gostam do Marco."

Todas ficaram coradas e tentaram desviar o olhar... o olhar.

“Vamos, Marisol! Não brinca!” Sonia tentou mentir. “O Marco é um cavalheiro… e seria incapaz de te trair!”
namoradaYes, sister!" said Amelia. "He loves you so much... and all he says is that he wants to marry you!" she added, with a tone of sadness.

"Well, I'm not going to lie to you, Marisol!" said Veronica, with complete honesty. "I love Marco and I adore him!... I wish Sergio had been as good a father as he is, but fortunately, you met him, and frankly, he makes me feel like a young woman again!"

"Mom!" Amelia scolded her.

"Amelia, look at her!" replied Veronica. "She's not angry, and it's obvious she knows the truth!
mamadaMarisol!... também não quero mentir pra você..." disse Pamela, tentando não olhar pra ela. "Mas é verdade... eu gosto tanto do Marco... muito mais do que qualquer cara que já conheci antes."

"Obrigada por serem tão honestas e eu sei que isso assusta vocês, mas não quero reclamar nem nada disso!" disse Marisol, com uma serenidade e doçura encantadoras. "Mas eu queria pedir... que vocês continuassem fazendo parte das nossas vidas..."

As outras ficaram surpresas.

"Você tá pedindo...?" disse Amelia.
primaSim..." disse Marisol, com um pouco de timidez. "Quero pedir a vocês... que continuemos compartilhando o Marco... pelo menos, até irmos para o exterior!"

Elas ficaram mais felizes e surpresas, mas a mais pé no chão de todas, Pamela, questionou a mesma coisa que eu.

"Por quê?" perguntou.
MadrastraPamela, uma vez eu te disse que o amor do Marco consertava! Antes, você não se importava com nada. Eu sei que você me amava, mas não tinha sonhos nem futuro... Agora, olha só pra você!... Você está se preparando pra entrar na faculdade, está muito mais alegre e eu posso ver que você não é mais a mesma de antes!"

Pamela começou a chorar.

"Mãe, antes eu te via tão triste e pensando em agradar o papai, mas você passou umas semanas com o Marco e viu que a vida podia ser melhor!"

"É verdade!" confessou Verônica, também emocionada e enxugando as lágrimas.

"Irmã, quando você foi embora, você era tão menininha, medrosa e inocente!... mas agora eu vejo seus olhos e vejo que você é uma mulher corajosa e madura. Eu sei que o Marco tirou isso de você e sei que ele é seu primeiro amor!"

"Irmã, você tem toda a razão!" respondeu Amélia, se juntando às outras em lágrimas.

"E a Sonia!... Eu sei que você é a melhor amiga dele e cuida dele, onde nenhuma de nós pode ver!... Você nunca me contou o que aconteceu com seu namorado, mas eu vi nos seus olhos como o Marco também ganhava valor na sua vida!"

"Sim, é verdade!" disse Sonia.

"Pra vocês ele fez bem e isso me deixa feliz!... por isso, eu não posso tirá-lo de vocês." Disse Marisol, também emocionada. "É por isso que eu chamei vocês, pra ver o que a gente vai fazer!"

Se me perguntam como eu me sentia, era como se um tijolo tivesse caído na minha cabeça: 5 mulheres, reconhecendo abertamente, com cada uma das supostas "rivais", que me amavam e que eu tinha feito elas mudarem de vida... e o que era pior, que queriam se organizar pra me dividir.

"E o que você sugere, Marisol?" perguntou sua mãe.

"Bom... eu estava pensando em revezar por dias." Respondeu ela.

"Espera aí, Marisol!" disse Pamela, muito perturbada. "A gente tá falando do Marco!... Você não pode me dizer que tá sinceramente pensando em revezar pra transar com ele, né?"

"Bom... sim! É isso que eu tava pensando." Respondeu sua prima.

"Você percebe como isso soa maluco?" perguntou Pamela, expressando meus preocupações.

“Pamela, o que você prefere: ficar triste e saber que vai perder o Marco pra sempre ou prefere dividir ele e saber que, pelo menos por um tempo, ele vai ser só seu?” respondeu Marisol.

“Bom… prefiro a segunda opção… mas… Isso não tá certo!” disse Pamela, bem confusa. “O que eu sinto pelo Marco… é como se eu quisesse ele só pra mim e mais ninguém.”

“Comigo é a mesma coisa, mana!” disse Amelia.

“Comigo também!” confessou Sonia.

“Com todas a gente é assim!” disse Verónica, acrescentando. “E quando ele faz amor comigo… me sinto a única mulher do mundo!”

“Eu também!” confessou Marisol.

“Eu igual!” disse Amelia.

“Comigo, ele me faz ver estrelinhas!” disse Sonia.

“É verdade!” disse Amelia.

“Comigo também!” disse Sonia.

“Caralho!” confessou Pamela. “Ele mete em mim e eu não paro de gozar!”

Estavam todas contentes, mas Marisol botou ordem.

“Pamela, você realmente gostaria de abrir mão disso de uma vez?”

“Não!… acho que não.” Disse ela, aceitando sem muita convicção.

“Então, a gente tem que se organizar!” disse Marisol.

“Espera aí!” eu falei. “Como sou eu que uno vocês nisso tudo, tenho que fazer minhas exigências também!”

“Isso parece interessante!” exclamou Pamela intrigada.

“Tem toda razão, amor!” disse Marisol.

Devem estar pensando “Massa, cara!… Orgias a semana toda!” Claro que não. Era bem claro que não teria a família que eu queria, mas também não podia deixar minha vida se resumir só a sexo. Elas eram insaciáveis e eu não queria viver só fazendo amor até não aguentar mais.

Tinha que dar um “choque de realidade”, fazer elas pisarem no chão, nem que fosse um pouco. Por isso, minhas exigências, longe de satisfazer minhas fantasias pessoais, eram mais focadas no bem comum.

“Primeiro e mais importante: a Violeta não pode saber disso, de jeito nenhum.” eu disse, com uma cara bem séria. “Por isso, quando a gente estiver com ela, temos que nos comportar como uma família normal.”

“Me parece justo!” disse Verónica, enquanto as outras concordavam. com ela.

“Segundo: durante o dia, temos que nos comportar com certa normalidade. Não poderei ter a família que desejo, mas pelo menos, tentem me agradar com a ilusão dela.”

Pamela e Marisol sorriram, enquanto as outras pareciam agradadas com minha ideia.

“Terceiro: se eu disser que não quero fazer nada uma noite, por favor, respeitem minha decisão.”

Elas aceitaram, mas essa regla seria traída pela própria Marisol, em apenas alguns dias…

“Quarto e último: tudo o que fizermos, será durante a noite. Mas no final, quero dormir com Marisol.”

“Nossa, Marco! Você é um cara complicado!” disse Pamela, sorrindo para mim. “Achei que você ia pedir uma noite de orgias por semana ou algo assim…!”

Curioso ela dizer isso, porque quando visitasse seu quarto, não teria problemas em organizar uma…

“Acho justo, Marco!” disse Marisol “Todos os seus pontos são respeitáveis!, mas ainda falta saber o que você vai fazer com a Sonia. Ela não mora com a gente e francamente, não quero que você esqueça dela.”

“Obrigada!” disse ela, surpresa com o abraço afetuoso de Marisol.

“Bom, não sei, amor! Talvez ela possa vir nos visitar, porque vou tirar minhas férias no final do mês!”

“Espera aí!” disse Amelia, percebendo tudo. “Marco, você fez amor com ela enquanto estavam trabalhando?”

Nós olhamos para o chão…

“Que atrevido!” disse, batendo de leve no meu cotovelo, enquanto as outras riam.

“Bom, se vocês gostam, pode ser você ou Pamela uma noite e aproveitar para nos entreter!” nos convidou Sonia.

“Sonia!” disse Pamela, muito envergonhada, batendo nela no ombro.

“Qual é, o que foi?” perguntou.

“Você sabe!... Aquilo foi só uma vez!” disse Pamela, tentando fazê-la calar.

Verônica, por sua vez, tinha sua própria história.

“Já imagino do que você está falando! Marco nos mostrou o presente que você tinha para Marisol e Amelia e eu aproveitei bastante!” disse Verônica, muito divertida.

“Mãe… não fala isso!” disse Amelia, muito envergonhada. Então... Vocês já transaram juntas com o Marco?" disse Marisol, com certa tristeza.

"Sim." Responderam elas, em coro e envergonhadas.

"Que inveja!... Marco, nós também temos que fazer isso, pelo menos uma vez!" ela me disse, me olhando muito séria com seus olhos verdes.

"Tá bom, mas você tem que entrar num acordo com elas!" eu disse.

Elas estavam mais do que dispostas...

Deixei elas sozinhas, se organizando, e fui acompanhar a Violeta. Pelo menos, ela era muito mais simples.
Percebi que meus sonhos já não importavam mais. Amava a Marisol e se ela queria me compartilhar, eu aceitaria. Sempre teria o desejo de levar uma vida normal, mas não importava.

"Que pena, amigo! Então, suas aventuras estão acabando?" podem acreditar, mas até eu colocar "último" entre parênteses no título, minhas aventuras continuam.

Porque para consolo de vocês, não vivi o resto desses meses fodendo que nem louco, pelo menos, não todos. Pra começar, ainda tenho que contar o que aconteceu com "as novas segundas-feiras casuais", tenho que contar sobre meu casamento e seus preparativos, o que aconteceu com a Pamela e sua entrada na universidade, os resultados do meu Mestrado e talvez, o mais importante: alcançar o presente.

Então não vou mentir pra vocês. Faltam poucas aventuras, mas ainda tem história pra contar, então se ainda estão interessados no meu diário, não tenho objeção que leiam.
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