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Compêndio ITomara que valha a pena, amigão! Você chorou tanto por não escrever direito!" devem estar pensando...
Penso o mesmo...
Quero a Sonia, tô ligado que é só uma mulher e não se compara com o que tava rolando na casa do Sergio. Mas a Sonia é especial.
Mesmo que vocês achem que voltar a trabalhar com a Sonia depois daquela primeira noite incestuosa era um baita retrocesso, acho que tão enganados. A maior vantagem dela é ser bem... *slut*... por não achar palavra melhor pra descrever.
Pra começar, é uma puta boqueteira e adora. Pode fazer eu gozar em 3 minutos com as chupadas dela ou, então, se entreter babando ela por uns 20 minutos.
Segundo, ela curte pra caralho ter o cu arrombado. No começo fui cuidadoso, mas percebi que ela gosta de meter coisas naquele buraco e já não era tão difícil forçar a entrada. Na real, ela goza mais quando a gente fica meio violento com a bunda dela.
Terceiro, ela fica bem excitada quando escutam ela transando, embora sempre fale que não quer que façam isso.
Além disso, curte jogos de roleplay e se fantasiar, então o sexo nem sempre é rotina. Acho que tem sonhos frustrados de atuação, mas ela leva muito a sério e as coisas têm que sair do jeito dela, o que não é ruim pra mim, porque sou um cara bem criativo e improviso do nada.
Claro que eu aprenderia naquele dia que tudo tem seu tempo e lugar...
Lá pras 9 da manhã, me chamaram pelo rádio.
"Marco, setor 4!... Marco, setor 4!... Marco, Marco, Marco!... Responde, Marco!" dizia o supervisor da obra.
Era a primeira vez que me chamavam pelo rádio. Tava ligado, por sugestão do supervisor, mas as conversas que eu pegava (além do barulho chato) eram entre o pessoal da manutenção e os mineiros, coordenando equipamentos ou zoando entre si.
"Aqui é Marco, câmbio!" respondi.
"Cachorrinho, te liguei pra lembrar que hoje vamos fazer a detonação ao meio-dia, pra vocês abandonarem seus Posições, tipo 11 e meia!" me avisou o supervisor.
"Entendido! Nos vemos nessa hora! Câmbio e desligo!" respondi. Não fazia ideia de como se conversa pelo rádio, e depois ouvi os outros mineiros zoando, mas não liguei muito.
"Como eu tô?" perguntou a Sônia, quando voltou do banheiro.
Ela tinha mudado bastante naqueles poucos dias. Já não sentia mais medo da gatinha, e o fato de estarmos sozinhos, sabendo que ninguém ia interromper, nos dava a liberdade de nos acariciar, nos tocar e nos beijar quantas vezes quiséssemos.
Fiquei de boca aberta quando vi ela, e ela adorou.
"Você tá... extremamente gostosa!" falei, com água na boca.
Ela tinha trazido entre as roupas a fantasia de colegial que comprou da outra vez... E tava divina!
Pra vocês terem uma ideia da visão que eu tinha na frente, imaginem uma mulher de uns trinta anos, com um físico relativamente normal da cintura pra cima, mas com uma bunda boa e umas pernas longas e bem torneadas.
Ela tava vestida com sapatos pretos; meias brancas; uma saia xadrez vermelha curta, que cobria metade das coxas; camisa branca, semi-transparente, que deixava ver o sutiã preto e tinha só 3 botões, com um decote delicioso e uma abertura na cintura que mostrava o umbigo e o quadril; os óculos de descanso dela, que davam aquela sensação de inteligente e puta ao mesmo tempo, e até fez tranças, como se imitasse aquela cantora famosa naquele vídeo... claro que com cabelo preto.
Ela ainda tinha um pirulito tipo Loli, que lambia e chupava de um jeito bem sedutor. Eu tava prestes a pular em cima dela.
"Abaixo!" ela falou, como se eu fosse um cachorro. Eu sentei na minha mesa. "Demorei pra me arrumar, se você acha que vou deixar você se jogar em cima igual um bicho!... Se quer provar, vai ter que atuar!"
Não me incomoda que ela me trate como um animal. Afinal, ela se fantasia por mim.
"Atuar?" perguntei, meio desanimado. "Aqui? Não devíamos estar... trabalhando?”
Ela chupou o pirulito, com os lábios vermelhos e brilhantes, e me olhou, bem desafiadora.
“Eu já terminei meu trabalho ontem! É você que não fez nada!” falou com um tom debochado.
Ela me fulminou de uma vez. Eu tinha trabalhado na busca pela máquina no escuro, mas ainda faltavam uns equipamentos pra revisar.
“E o que você quer… que eu atue?” perguntei, hipnotizado pelo decote dela. Ela sorriu, e de tão tarado, nem percebi o brilho nos olhos dela…
Sônia se apoiou na outra ponta da mesa, pra eu poder ver os peitos gostosos dela, enquanto ela, sorrateiramente, tentava pegar algo que não era dela…
“Quero brincar de ‘monsenhor e a aluna’!” ela disse, colocando os lábios bem perto dos meus.
“De ‘monsenhor e a aluna’? O que é isso?” perguntei, confuso e hipnotizado pelos lábios dela.
“Me surpreende, Marco, que você nunca viu pornô disso!” ela falou, se jogando em mim pra eu sentir os peitos dela. Ela pegou, sem eu perceber…
“Quer fazer um pornô?…” perguntei, fantasiando, todo guloso.
“Não, idiota!… Quero que você atue!… Mas tem que me convencer, senão, não vale!” ela disse, devolvendo o que pegou discretamente.
“Tá bom!” falei. Ela sorriu e voltou pro outro lado da sala.
Deu um suspiro e começou a atuação dela.
“Monsenhor!… Preciso da vossa ajuda!… Vão me expulsar da escola!”
Ela tinha soltado um sotaque espanhol mais forte que o da Pamela, mas não podia rir. Ela me olhava, como se pedisse minhas falas.
“Sinto muito, minha filha! Mas o conselho decidiu que devo te expulsar por ter uma conduta reprovável!” falei, também soltando uma voz espanhola. Parece que ela gostou.
Me lembravam aqueles filmes pornôs europeus antigos. Eu tava pilhado… ela não me deixou comer ela na hora, então ia fazê-la sofrer com minha atuação.
“Mas Excelência… meus pais vão ficar muito bravos!… Tendes que me ajudar!”
“E como queres que te ajude?… Olha pra você, vestida como uma puta, dentro de uma escola religiosa!” eu disse.
A Sonia fica excitada quando chamam ela de “slut”, “vadia”, “promíscua” e esse tipo de coisa. Acho que, como ela era uma nerd que nem eu quando era mais nova, a mudança agora a excita.
“Mas o que tem de errado… em querer mostrar meus peitos virginais?” ela dizia, com uma cara bem excitada.
Eu ignorava ela. Isso a deixaria mais quente…
“Tudo! Aqui ensinamos a nos consagrar com o espírito! O que você faz é pecado! É luxúria!”
O rosto dela ficava cada vez mais quente, mas eu mantinha meu papel de padre severo.
“Mas, excelência… meu corpo tem uma sede tremenda!” ela dizia com uma voz sensual.
“E que pensamento doentio você tem na cabeça? Quer que te arrebentem o cu? Que fodam em cima de você, dia após dia, homens quentes e suados e gozem em você?”
“Não… só… quero o senhor!” ela disse, com um realismo que me deixou impressionado.
“Você está delirando!” respondi.
“É verdade!... Quando eu vejo o senhor… meu coração acelera… sinto meu corpo ficar molhado… e a única coisa que desejo… é ser quem o senhor quiser!” ela me disse, meio envergonhada.
Parecia que o personagem dela estava se fundindo com a verdadeira Sonia… ou ela é boa demais atuando.
“São pensamentos impuros! Você precisa se consagrar!” falei, pra ela voltar ao personagem, mas ela, ao que parecia, estava encontrando um jeito de expressar os sentimentos dela.
“Eu tento… mas não consigo!... É algo forte demais pra mim!” ela disse, mas eu não ia me deixar enganar por um diálogo tão batido. Era melhor agir…
Então agarrei ela pela cintura e deitei ela sobre meus joelhos.
“O que você tá fazendo?... Ai!” ela disse em tom normal.
“Nesta escola ensinamos disciplina! Se você acha que por se vestir com uma saia tão curta, que deixa meio cu de fora, vai me tentar, está enganada, lady!” falei, mantendo o personagem, enquanto dava palmadas na bunda dela.
Ela reclamava, mas os gemidos começaram a ficar prazerosos. Quando as nádegas dela estavam levemente rosadas, parei. Tinha me deixado levar…
“Por favor!...” dizia ela, com uma voz bem sensual. “Discipline minha bunda!”
“Claro que não!” falei, fazendo uma cara de frustração. “Vocês queriam que eu visse seus peitos virgens?... Pois vou devorá-los.”
Deitei ela na escrivaninha e comecei a lamber seus peitos, mordendo os bicos e apertando sem piedade. Comecei a descer pela cintura e pelos quadris, lambendo, mordendo e apertando seu corpo suado. Afinal, ninguém mais poderia aproveitá-los.
“Não seja tão violento!...” dizia ela, com uma voz mais normal, embora gemesse de prazer, tentando resistir, mas adorava que eu a subjugasse daquele jeito.
“E você dizia que seu corpo se molha? Vou ver o quanto você é mentirosa!” falei, levantando a saia dela e enfiando violentamente 2 dedos na racha.
“Não!... Assim não!...” dizia ela, reclamando entre dolorida e desejosa.
“Você não mentiu pra mim!” falei, ao sentir seus fluidos “Mas esses fluidos são impuros! Preciso expiar seus pecados!”
E comecei a comer aquela rachinha peluda, lambendo como um animal selvagem.
“Não!... Não faz assim!... É tão gostoso!...” dizia ela, chorando de prazer.
“E esse cu, tão lascivo?... Aposto que você gosta de meter os dedos no cu!”
“Não!” gemeu ela, com um grito que ecoou pelas paredes. Chupei e meti o dedo no cu, fazendo ela tremer de prazer.
Acho que a Sonia é muito puta, porque pra aumentar ainda mais o tesão, ela estava apertando os próprios peitos e beliscando eles…
Quando gozou umas duas vezes e não passava de um corpo ardente e ofegante, era hora de me vingar…
“É hora de educar esse cu rebelde!” falei, virando ela na escrivaninha e enfiando a cabeça da pica com violência. Doeu, mas os gemidos dela eram mais de prazer do que de dor.
“Sim…disciplina meu cu!” dizia ela, gritando possessa.
Era uma delícia sentir o roçar da saia xadrez da Sonia nas minhas pernas. Fazia com tanta velocidade que levantava uma corrente de ar leve, fazendo ele balançar de leve.
Ficamos um tempão colados naquele vai e vem violento, gozando várias vezes, antes de acabar jorrando montes no cu dela. Até as pernas dela ficaram bambas depois daquela guerra.
“Isso te… ensina a não enfiar coisas no teu cu!” falei, totalmente incorporado no personagem.
Mas achava que não ia pegar outra estudante tão cedo… (Se desse pra viajar no tempo, mandava uma cópia do relato que postei antes pra mim mesmo, pra eu levar em consideração).
“E se você me quer tanto dentro de você!...” falei, enquanto colocava a camisinha e abusava da rachinha dela, aproveitando que tava cansada.
“É tão grosso… me faz ver estrelas!” ela dizia, totalmente fora do personagem.
Eu bombeava bem animado, porque de novo tive a impressão de chegar no fundo do ser dela, como se tivesse me encaixando dentro do útero.
“Você tá… tão dentro!... Me deixa… louca!” ela falava, me beijando apaixonada, com o torso meio vestido, suada, a saia manchada de porra e gemendo sem parar.
Quando gozei, olhei o relógio. Faltavam 10 minutos pras 11.
Ficamos parados um tempinho. Enquanto ela me beijava e suspirava em mim, vi ela levantar a mão na escrivaninha, como se procurasse algo, mas não liguei, porque tava ouvindo o coração acelerado dela, encostado no peito quentinho.
Quando nos separamos, fomos no banheiro lavar e ela se vestir com a roupa normal. Beijei ela, porque tinha sido muito meiga em me dar um presente daquele, e enquanto chegávamos na caminhonete pra sair pelo desmonte, as luzes de outro carro apareceram.
Era o supervisor da planta.
“Que bom! Tava um pouco preocupado com vocês!” ele falou, ao nos ver juntos.
“O senhor disse pra gente sair mais ou menos nesse horário!” falei.
“Sim, eu sei!...” ele disse, olhando pro chão. “Mas tivemos problemas com as transmissões de rádio!”
“Que estranho!” disse eu, pegando o meu rádio do estojo: "Não ouvi nada!"
O supervisor pegou ele.
"É óbvio, porque tá desligado!" me disse, devolvendo. Fiquei desconfiado e a Sônia não ousava me olhar...
Eu nunca desligo o rádio dentro da cutie...
"E qual foi o problema com o rádio?"
Tive um mau pressentimento...
"Nada!... Só que um desses velhos tarados...!" ele cochichou pra Sônia não ouvir "Começou a transmitir um vídeo pornô por todo o sinal e tocou em todo lugar!"
Era o que eu temia!... Então foi por isso que fizemos "nossa apresentação"!
"E que vídeo era?" perguntei, já sabendo a resposta.
"A putinha da escola de freiras afiando o monsenhor!" ele sussurrou no meu ouvido.
Olhei pra Sônia e sorri.
Enquanto subíamos na caminhonete e seguíamos o supervisor no carro dele, falei:
"Você sabe que isso podia ter sido perigoso, né?"
"Sim, Marco... eu sei." ela disse, meio arrependida. "Mas... sei lá... gosto que me escutem... quando você transa comigo."
Não fiquei puto. No fundo, entendia ela. A Marisol era muito parecida...
Chegamos na entrada e era o assunto dos mineradores. Muitos curtiram a apresentação. Outros falavam que se fossem o monsenhor, teriam feito mais coisas com a aluna, mesmo sem nunca terem visto ela nem saber que estavam ouvindo.
Mas uma coisa fez os olhos deles brilharem de safadeza de novo: todos concordaram que a aluna era uma puta do caralho...
Ela me agarrou pela gola da camisa e me puxou pro contêiner onde a gente tinha trabalhado na semana passada.
"Quer entrar de novo... mon-se-nhor?" ela disse, se referindo tanto ao escritório velho quanto a ela mesma.
Como um "clérigo" que nem eu... ia dizer "não"?...
E agora, posso voltar à rotina normal... Hurra!Próximo post
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