Tava numa semana uma merda e finalmente era sexta. Fiz uns corres rápido e consegui ir pra casa duas horas mais cedo.
Cheguei em casa carregada de sacolas de comida que ia usar pra mimar meu namorado, tinha planejado fazer um jantar delicioso e caprichado. Adorava cozinhar e mandava bem nisso.
Mal abri a porta, percebi que tinha algo errado, mas não esperava me deparar com meu namorado se esfregando com outra.
Depois de uma troca de acusações, fui embora sem deixar ele ver o quanto a traição e a sacanagem dele me machucaram. Nos dias seguintes, enquanto me instalava na casa de uma amiga, ele ainda teve a cara de pau de me culpar e culpar a tal da minha frieza com ele.
Procurei um apê pequeno na região, mas nada encaixava. Mesmo que fosse longe do meu trampo, teria que considerar sair daquela área.
Três semanas depois, minha amiga sugeriu algo que achei genial. A mãe dela tinha uma amiga que precisava de alguém pra cozinhar pra ela. Ela falou de mim, e a mulher se ofereceu pra me deixar morar lá em troca do meu trabalho. Fui até o local e entramos primeiro no apartamento luxuoso. Dona Maria era uma mulher de uns cinquenta anos, bem conservada, mas, pra mim, meio metida.
Depois de me mostrar um pouco do lugar e dizer que a cozinheira anterior só ia dois dias por semana e deixava tudo preparado no congelador e na geladeira, saímos pro hall de entrada, onde entramos pela porta de serviço. Dali, fomos pra uma cozinha enorme e linda. Ela dava pra outra sala, que era a lavanderia. Em seguida, uma porta levava pro meu quarto com banheiro. Amei: grande, com móveis bonitos e bem iluminada. Além disso, a entrada separada e a divisão do apê, ligado só pela cozinha, me pareceu sensacional.
Em uma semana, já tava completamente instalada. A cozinheira anterior me atualizou sobre tudo, e eu tinha um horário flexível que me permitia conciliar com meu trampo das nove às três. E ainda por cima, o aluguel saía de graça em troca de fazer algo que eu adorava. adorava cozinhar; só que, em vez de ser só pra mim e meu parceiro como antes, agora cozinhava pra eles dois e pra mim também. Se tivesse um jantar ou algo assim, eles me pagavam à parte. Achei perfeito.
Levei três dias pra conhecer o marido. Ele tinha acabado de chegar do trabalho e eu tava bem à vontade, odiava aqueles ternos de escritório. Coloquei um shorts e uma camiseta fina, bem velhinha mas fresquinha. Tava sozinha em casa e fui pra cozinha, pensei em fazer um peixe assado com legumes salteados.
Tava cozinhando com música no fone e rebolando a bunda numa das minhas músicas favoritas quando algo me fez virar. Tinha um homem na porta da cozinha, que eu imaginei ser o patrão.
— Boa tarde, senhorita — ele disse com voz baixa.
— Boa tarde, senhor.
— Você é?
— Sou a Carol, a cozinheira.
— Que era a cozinheira eu já tinha imaginado, tava me referindo ao seu nome.
— Ah — respondi, envergonhada.
— Vim pegar algo pra beber.
Ele passou por mim e reparei como era alto e grande, devia ter uns sessenta anos, cabelo completamente grisalho, as feições duras indicavam que era um homem duro e astuto; parecia tão engomado quanto a mulher dele, tudo muito certinho.
Ele saiu da cozinha em silêncio, do mesmo jeito que entrou, e me deixou pensando que formavam um belo casal, o clássico daquele status: o mais velho, com poder e dinheiro, e ela um pouco mais nova, gostosa e cheia de classe; o tipo de mulher que você leva pra um jantar de negócios pra enfeitar o braço.
Pra mim, aquilo parecia sem graça, mas reconheço que realmente formavam um belo casal, embora duas noites depois, servindo um jantar extra pra eles e outro casal, descobri que mal conversavam entre si. Depois fui percebendo que raramente estavam em casa juntos.
Num sábado de manhã, ela entrou e me pediu um favor.
— Carol, gostosa — ela sempre me chamava de gostosa quando queria algo de mim —, você poderia, daqui a meia hora, tirar a roupa da secadora pra não amassar?
— Claro, sem problema.
De vez em quando eu dava uma mão e fazia Sempre tinha alguma cena extra, no fim de semana ele sempre deixava algo num envelope com meu nome. Eu estava contente e muito feliz morando ali.
Quase não via o senhor, e nas poucas vezes que o vi, ele mal me olhava, só um seco “bom dia” ou “boa tarde”. Fui até o quarto dele deixar a roupa que a senhora tinha pedido.
Entrei no quarto e a cama me chamou na hora, era enorme, fofa e linda. Sentei nela e toquei os lençóis macios de seda, sem conseguir resistir. Depois de escutar se tinha alguém, me deitei. Era como estar numa nuvem vaporosa, tão macia.
Fiquei uns minutos naquela cama gloriosa, não tinha ninguém. Num impulso, decidi tirar a camiseta e a calça, e esfreguei minha pele nua naqueles lençóis macios. Dois minutos depois, meus bicos estavam tão duros que doíam. Esfreguei eles com a ponta dos dedos até que outra parte do meu corpo pedia atenção aos gritos. Meti a mão por baixo da calcinha e comecei a me acariciar, sem nem perceber, me contorcia de tanto prazer. Quando começava a sentir as cócegas do orgasmo, um barulho me assustou. Olhei pra porta e, pra minha surpresa, lá estava o senhor.
Tirei as mãos e tapei com elas meus peitos ainda doloridos, sentia os bicos duros. O olhar dele era indecifrável e por um momento esperei os gritos, mas eles não vieram.
— Carol, por que você parou?
— Como não ia parar? Desculpa, senhor, vou embora agora, mas…
— Cala a boca, Carol.
— Desculpa, desculpa, desculpa.
— Cala a boca.
Calei, assustada, esperando o veredito. Ele caminhou devagar até a cama onde eu estava, paralisada de medo e vergonha. Sentou na borda e, segurando minhas mãos, as afastou dos meus peitos, deixando-as dos dois lados do meu corpo.
— Carol, Carol, Carol. Que peitos lindos você tem, adoro como seus bicos endurecem.
Enquanto falava e aproveitando minha incerteza, beliscou com a ponta dos dedos a ponta que coroava eles.
— O que o senhor vai fazer? Vai contar pra ela? A todos que já passaram, até mesmo a sua mulher?
- Na primeira pergunta, vou fazer o que você me deixar fazer de bom grado, e na segunda, não vou contar pra ninguém.
Pela primeira vez, deixei escapar o ar que meus pulmões retinham e caí naquilo de... o que você me deixar...
- O que o senhor quer dizer?
- Eu gostaria de continuar te tocando assim.
Com uma mão em cada peito, ele apertou, amassou e procurou meus mamilos de novo, beliscando-os e fazendo eu me arquear na direção da mão dele.
- Depois, poderia continuar assim...
A mão dele deslizava agora pelo meu torso e, com a ponta de um dedo, passou por cima da minha calcinha, indo em direção às minhas coxas. Ele as acariciou devagar, fazendo cada pedaço de pele que tocava queimar. Nunca tinha ficado tão excitada. Desceu pelas panturrilhas até meus pés, olhando para a mão grande dele, de unhas cuidadas, entre as minhas unhas cor de rosa chiclete. Voltou a percorrer o caminho inverso até chegar de novo ao triângulo da minha calcinha.
- Abre as coxas, Carol. Não pensa, se deixa levar.
A voz dele, como sempre, era seca, mas agora havia mais calor em cada palavra. A voz dele era tão sexy, a calma dele, as palavras dele. Eu me sentia no paraíso. Abri as coxas e, com dois dedos, ele percorreu minha buceta ansiosa.
- Você tá molhada, Carol. Muito molhada.
Eu não dizia nada, mal conseguia articular uma palavra. Só conseguia sentir meu corpo completamente em chamas, ansioso e entregue às carícias certeiras dele.
Ele ergueu a mão, abandonando minha buceta desesperada, e voltou aos meus peitos. Não parava de me olhar.
- Você gosta que eu toque suas tetas, Carol?
Eu assenti com a cabeça, a voz não saía. Algo parecido com um sorriso cruzou o rosto dele.
- Quer que eu meta a mão por baixo da sua calcinha, Carol?
Assenti de novo, e ele abandonou minhas tetas, desceu até o elástico e enfiou a mão lá dentro. Procurou a rachinha e passou dois dedos suavemente, duas, três vezes, e começou a pressionar mais. Meu clitóris estava tão duro quanto meus mamilos quando ele o pegou entre dois dedos e esfregou. Eu não conseguia respirar. Ofegava como um cachorro e arqueei as costas. Levantei os quadris pedindo mais.
- Isso, gatinha, que bucetinha mais gostosa você tem, não acreditei na minha sorte quando te vi pelada na minha cama, princesa.
Enquanto suas palavras atravessavam devagar a névoa que tinha se instalado na minha mente, ele me penetrou com dois dedos tão devagar que eu gritei de prazer.
- Que delícia você é, te desejo desde a primeira vez que te vi rebolando na minha cozinha.
Ondas de prazer percorriam meu corpo até explodir no centro da minha xota, nunca tinha sentido nada parecido com isso e ainda não tinha chegado ao orgasmo. Ele enfiava e tirava os dedos da minha buceta enquanto eu mexia os quadris desesperada, adicionou outro dedo e notei confusa como outro dos seus dedos roçava meu cu, empurrava e entrava timidamente pela primeira vez na minha vida e eu não aguentei mais, gozei entre gemidos e gritinhos.
- Muito bem, gatinha, assim se deixa levar.
Meu corpo ainda se contorcia quando ele tirou os dedos e me senti vazia e de novo ansiosa, meu olhar triste avisou ele.
- Calma, gatinha, isso só tá começando.
Ele desabotoou a calça que caiu no chão junto com a cueca e na minha frente apareceu pela primeira vez o pau dele. Ele se aproximou da cama e me puxou, me virou, se colocou entre minhas pernas, eu abracei os quadris dele com elas e ele começou a empurrar, embora minha bucetinha estivesse dilatada pelos dedos dele, o pau grosso dele entrava se esfregando nas paredes da minha caverna. Apertei com força a vagina e ele empurrou até me penetrar por completo.
- Caralho, que quente e apertada você é.
Ele me pegou pela bunda me levantando e apertou mais, ficou parado uns momentos e agarrando meus peitos com força começou a amassá-los, sem delicadeza, apertava forte com as mãos, a dor se transformava em prazer. Ele me fodia cada vez mais forte, mais fundo, eu amava as estocadas dele que me desmanchavam de prazer.
- Assim que você gosta, né, putinha?
De novo eu concordei.
Depois de uns minutos de prazer absoluto ele parou de me penetrar e eu reclamei.
- Calma, gatinha, vira de costas.
Eu fiquei de quatro esperando. nova penetração, mas de repente notei algo molhado na minha bunda, na minha buceta. Era a língua dele, lambeu cada cantinho me fazendo gritar de novo, lambia minha rachinha até o fim, se divertindo no meu cu, dilatando ele devagar, molhando bem enquanto me penetrava com três dedos na buceta, me fazendo esquecer o que queria fazer.
Sem parar de mexer os dedos dentro de mim, ele se ajoelhou do meu lado, peguei no pau dele e lambi com gula, desesperada pra sentir ele.
— isso, gostosa, chupa forte enquanto eu te como com os dedos.
Depois de alguns segundos e entre gemidos, ele se afastou de mim, voltou a ficar atrás de mim e senti a língua dele de novo, as convulsões turvavam minha visão e ele se levantou, ficou na minha popa e, segurando minha cintura, colocou o pau na entrada do meu cu.
— calma, gostosa, preciso te comer desde que te vi rebolando na cozinha, sonho com isso.
As palavras dele me excitavam apesar da ardência que eu sentia, as mãos dele percorriam minhas costas enquanto ele empurrava devagar até enfiar metade do pau com dificuldade.
— que apertadinha você é, amor, adoro sua bunda de putinha, relaxa que só vai doer um pouquinho.
Ele mordeu meu pescoço e com um empurrão me penetrou por completo, gritei de dor e ele ficou parado, enquanto continuava me acariciando, lambendo meu pescoço e eu comecei a relaxar, ele percebeu e começou a se mover devagar, levou a mão entre minhas coxas e procurou minha rachinha, esfregou e penetrou de novo, ajustou o ritmo dos dedos ao do pau e eu já me mexia como possessa.
— que prazer, gostosa, quero encher sua bunda com meu leite.
— não para.
Eu mexia minha cintura no ritmo da dele, ele gemia e eu suspirava, sentia os calafrios, as sacudidas do meu orgasmo iminente quando senti a tensão do corpo dele e me deixei ir, sentindo o leite dele se espalhar dentro de mim, gozamos juntos gritando e caímos um sobre o outro na cama.
Na hora, sem sair de dentro de mim, ele me virou de lado e ficou atrás de mim, continuando a beijar meu pescoço.
— apoteótico, Carol, como você tá? — não sei se estou...
Aquele homem não se parecia em nada com o que eu via na cozinha, pensei ao me virar e vê-lo despenteado, todo suado e satisfeito, essa era a diferença.
Cochilei um pouco até que meia hora depois ele, me segurando pela cintura, me colocou em cima da sua pica já dura.
— Monta em mim, Carol, quero ver seus peitos.
Me movi naquela pica que tanto prazer me tinha dado enquanto ele amassava bem meus peitos, apertei e soltei a buceta arrancando gemidos da garganta dele até que gozei.
A voz dele era tão sexy, suas palavras putas me deixavam a mil e ele tinha notado, ver ele perder a linha me excitava tanto…
— Assim, Carol, fode com a minha pica, não para, olha como você me deixa, requebra essa raba gloriosa que você tem.
Aí pensei em algo, me levantei e ele reclamou me dando um tapa na bunda. Só me virei e desci de novo, cravando bem a pica dele até bem lá dentro.
— Muito bem, assim tenho uma bela vista da sua bunda enquanto te fodo.
Lembrei de algo que tinha lido e fui descendo o tronco com a pica dele dentro, separei as coxas dele, peguei nas bolas e acariciei sem parar de me mexer, ele gemia me segurando pelos quadris e me empurrando bem para baixo, me cravando na estaca dele e então, depois de lamber um dedo, busquei o cu dele e empurrei, um movimento só e ele gritou, mas a pica dele cresceu mais, movi meu dedo primeiro devagar e depois a pedido dele acelerei, os dedos dele se cravaram nos meus quadris, a pica dele cravada na minha buceta me jogou no orgasmo e outro dedo penetrou ele enquanto ele se esvaziava dentro de mim gritando meu nome.
— Isso, isso, Carol, que prazer, meu Deus, não sai, não se mexe.
Ainda estava com o corpo contraído quando os dedos dele beliscaram e esfregaram meu clitóris até me fazer gozar de novo.
Desde aquele dia nada segura nosso desejo e cada vez surge algo novo…
Cheguei em casa carregada de sacolas de comida que ia usar pra mimar meu namorado, tinha planejado fazer um jantar delicioso e caprichado. Adorava cozinhar e mandava bem nisso.
Mal abri a porta, percebi que tinha algo errado, mas não esperava me deparar com meu namorado se esfregando com outra.
Depois de uma troca de acusações, fui embora sem deixar ele ver o quanto a traição e a sacanagem dele me machucaram. Nos dias seguintes, enquanto me instalava na casa de uma amiga, ele ainda teve a cara de pau de me culpar e culpar a tal da minha frieza com ele.
Procurei um apê pequeno na região, mas nada encaixava. Mesmo que fosse longe do meu trampo, teria que considerar sair daquela área.
Três semanas depois, minha amiga sugeriu algo que achei genial. A mãe dela tinha uma amiga que precisava de alguém pra cozinhar pra ela. Ela falou de mim, e a mulher se ofereceu pra me deixar morar lá em troca do meu trabalho. Fui até o local e entramos primeiro no apartamento luxuoso. Dona Maria era uma mulher de uns cinquenta anos, bem conservada, mas, pra mim, meio metida.
Depois de me mostrar um pouco do lugar e dizer que a cozinheira anterior só ia dois dias por semana e deixava tudo preparado no congelador e na geladeira, saímos pro hall de entrada, onde entramos pela porta de serviço. Dali, fomos pra uma cozinha enorme e linda. Ela dava pra outra sala, que era a lavanderia. Em seguida, uma porta levava pro meu quarto com banheiro. Amei: grande, com móveis bonitos e bem iluminada. Além disso, a entrada separada e a divisão do apê, ligado só pela cozinha, me pareceu sensacional.
Em uma semana, já tava completamente instalada. A cozinheira anterior me atualizou sobre tudo, e eu tinha um horário flexível que me permitia conciliar com meu trampo das nove às três. E ainda por cima, o aluguel saía de graça em troca de fazer algo que eu adorava. adorava cozinhar; só que, em vez de ser só pra mim e meu parceiro como antes, agora cozinhava pra eles dois e pra mim também. Se tivesse um jantar ou algo assim, eles me pagavam à parte. Achei perfeito.
Levei três dias pra conhecer o marido. Ele tinha acabado de chegar do trabalho e eu tava bem à vontade, odiava aqueles ternos de escritório. Coloquei um shorts e uma camiseta fina, bem velhinha mas fresquinha. Tava sozinha em casa e fui pra cozinha, pensei em fazer um peixe assado com legumes salteados.
Tava cozinhando com música no fone e rebolando a bunda numa das minhas músicas favoritas quando algo me fez virar. Tinha um homem na porta da cozinha, que eu imaginei ser o patrão.
— Boa tarde, senhorita — ele disse com voz baixa.
— Boa tarde, senhor.
— Você é?
— Sou a Carol, a cozinheira.
— Que era a cozinheira eu já tinha imaginado, tava me referindo ao seu nome.
— Ah — respondi, envergonhada.
— Vim pegar algo pra beber.
Ele passou por mim e reparei como era alto e grande, devia ter uns sessenta anos, cabelo completamente grisalho, as feições duras indicavam que era um homem duro e astuto; parecia tão engomado quanto a mulher dele, tudo muito certinho.
Ele saiu da cozinha em silêncio, do mesmo jeito que entrou, e me deixou pensando que formavam um belo casal, o clássico daquele status: o mais velho, com poder e dinheiro, e ela um pouco mais nova, gostosa e cheia de classe; o tipo de mulher que você leva pra um jantar de negócios pra enfeitar o braço.
Pra mim, aquilo parecia sem graça, mas reconheço que realmente formavam um belo casal, embora duas noites depois, servindo um jantar extra pra eles e outro casal, descobri que mal conversavam entre si. Depois fui percebendo que raramente estavam em casa juntos.
Num sábado de manhã, ela entrou e me pediu um favor.
— Carol, gostosa — ela sempre me chamava de gostosa quando queria algo de mim —, você poderia, daqui a meia hora, tirar a roupa da secadora pra não amassar?
— Claro, sem problema.
De vez em quando eu dava uma mão e fazia Sempre tinha alguma cena extra, no fim de semana ele sempre deixava algo num envelope com meu nome. Eu estava contente e muito feliz morando ali.
Quase não via o senhor, e nas poucas vezes que o vi, ele mal me olhava, só um seco “bom dia” ou “boa tarde”. Fui até o quarto dele deixar a roupa que a senhora tinha pedido.
Entrei no quarto e a cama me chamou na hora, era enorme, fofa e linda. Sentei nela e toquei os lençóis macios de seda, sem conseguir resistir. Depois de escutar se tinha alguém, me deitei. Era como estar numa nuvem vaporosa, tão macia.
Fiquei uns minutos naquela cama gloriosa, não tinha ninguém. Num impulso, decidi tirar a camiseta e a calça, e esfreguei minha pele nua naqueles lençóis macios. Dois minutos depois, meus bicos estavam tão duros que doíam. Esfreguei eles com a ponta dos dedos até que outra parte do meu corpo pedia atenção aos gritos. Meti a mão por baixo da calcinha e comecei a me acariciar, sem nem perceber, me contorcia de tanto prazer. Quando começava a sentir as cócegas do orgasmo, um barulho me assustou. Olhei pra porta e, pra minha surpresa, lá estava o senhor.
Tirei as mãos e tapei com elas meus peitos ainda doloridos, sentia os bicos duros. O olhar dele era indecifrável e por um momento esperei os gritos, mas eles não vieram.
— Carol, por que você parou?
— Como não ia parar? Desculpa, senhor, vou embora agora, mas…
— Cala a boca, Carol.
— Desculpa, desculpa, desculpa.
— Cala a boca.
Calei, assustada, esperando o veredito. Ele caminhou devagar até a cama onde eu estava, paralisada de medo e vergonha. Sentou na borda e, segurando minhas mãos, as afastou dos meus peitos, deixando-as dos dois lados do meu corpo.
— Carol, Carol, Carol. Que peitos lindos você tem, adoro como seus bicos endurecem.
Enquanto falava e aproveitando minha incerteza, beliscou com a ponta dos dedos a ponta que coroava eles.
— O que o senhor vai fazer? Vai contar pra ela? A todos que já passaram, até mesmo a sua mulher?
- Na primeira pergunta, vou fazer o que você me deixar fazer de bom grado, e na segunda, não vou contar pra ninguém.
Pela primeira vez, deixei escapar o ar que meus pulmões retinham e caí naquilo de... o que você me deixar...
- O que o senhor quer dizer?
- Eu gostaria de continuar te tocando assim.
Com uma mão em cada peito, ele apertou, amassou e procurou meus mamilos de novo, beliscando-os e fazendo eu me arquear na direção da mão dele.
- Depois, poderia continuar assim...
A mão dele deslizava agora pelo meu torso e, com a ponta de um dedo, passou por cima da minha calcinha, indo em direção às minhas coxas. Ele as acariciou devagar, fazendo cada pedaço de pele que tocava queimar. Nunca tinha ficado tão excitada. Desceu pelas panturrilhas até meus pés, olhando para a mão grande dele, de unhas cuidadas, entre as minhas unhas cor de rosa chiclete. Voltou a percorrer o caminho inverso até chegar de novo ao triângulo da minha calcinha.
- Abre as coxas, Carol. Não pensa, se deixa levar.
A voz dele, como sempre, era seca, mas agora havia mais calor em cada palavra. A voz dele era tão sexy, a calma dele, as palavras dele. Eu me sentia no paraíso. Abri as coxas e, com dois dedos, ele percorreu minha buceta ansiosa.
- Você tá molhada, Carol. Muito molhada.
Eu não dizia nada, mal conseguia articular uma palavra. Só conseguia sentir meu corpo completamente em chamas, ansioso e entregue às carícias certeiras dele.
Ele ergueu a mão, abandonando minha buceta desesperada, e voltou aos meus peitos. Não parava de me olhar.
- Você gosta que eu toque suas tetas, Carol?
Eu assenti com a cabeça, a voz não saía. Algo parecido com um sorriso cruzou o rosto dele.
- Quer que eu meta a mão por baixo da sua calcinha, Carol?
Assenti de novo, e ele abandonou minhas tetas, desceu até o elástico e enfiou a mão lá dentro. Procurou a rachinha e passou dois dedos suavemente, duas, três vezes, e começou a pressionar mais. Meu clitóris estava tão duro quanto meus mamilos quando ele o pegou entre dois dedos e esfregou. Eu não conseguia respirar. Ofegava como um cachorro e arqueei as costas. Levantei os quadris pedindo mais.
- Isso, gatinha, que bucetinha mais gostosa você tem, não acreditei na minha sorte quando te vi pelada na minha cama, princesa.
Enquanto suas palavras atravessavam devagar a névoa que tinha se instalado na minha mente, ele me penetrou com dois dedos tão devagar que eu gritei de prazer.
- Que delícia você é, te desejo desde a primeira vez que te vi rebolando na minha cozinha.
Ondas de prazer percorriam meu corpo até explodir no centro da minha xota, nunca tinha sentido nada parecido com isso e ainda não tinha chegado ao orgasmo. Ele enfiava e tirava os dedos da minha buceta enquanto eu mexia os quadris desesperada, adicionou outro dedo e notei confusa como outro dos seus dedos roçava meu cu, empurrava e entrava timidamente pela primeira vez na minha vida e eu não aguentei mais, gozei entre gemidos e gritinhos.
- Muito bem, gatinha, assim se deixa levar.
Meu corpo ainda se contorcia quando ele tirou os dedos e me senti vazia e de novo ansiosa, meu olhar triste avisou ele.
- Calma, gatinha, isso só tá começando.
Ele desabotoou a calça que caiu no chão junto com a cueca e na minha frente apareceu pela primeira vez o pau dele. Ele se aproximou da cama e me puxou, me virou, se colocou entre minhas pernas, eu abracei os quadris dele com elas e ele começou a empurrar, embora minha bucetinha estivesse dilatada pelos dedos dele, o pau grosso dele entrava se esfregando nas paredes da minha caverna. Apertei com força a vagina e ele empurrou até me penetrar por completo.
- Caralho, que quente e apertada você é.
Ele me pegou pela bunda me levantando e apertou mais, ficou parado uns momentos e agarrando meus peitos com força começou a amassá-los, sem delicadeza, apertava forte com as mãos, a dor se transformava em prazer. Ele me fodia cada vez mais forte, mais fundo, eu amava as estocadas dele que me desmanchavam de prazer.
- Assim que você gosta, né, putinha?
De novo eu concordei.
Depois de uns minutos de prazer absoluto ele parou de me penetrar e eu reclamei.
- Calma, gatinha, vira de costas.
Eu fiquei de quatro esperando. nova penetração, mas de repente notei algo molhado na minha bunda, na minha buceta. Era a língua dele, lambeu cada cantinho me fazendo gritar de novo, lambia minha rachinha até o fim, se divertindo no meu cu, dilatando ele devagar, molhando bem enquanto me penetrava com três dedos na buceta, me fazendo esquecer o que queria fazer.
Sem parar de mexer os dedos dentro de mim, ele se ajoelhou do meu lado, peguei no pau dele e lambi com gula, desesperada pra sentir ele.
— isso, gostosa, chupa forte enquanto eu te como com os dedos.
Depois de alguns segundos e entre gemidos, ele se afastou de mim, voltou a ficar atrás de mim e senti a língua dele de novo, as convulsões turvavam minha visão e ele se levantou, ficou na minha popa e, segurando minha cintura, colocou o pau na entrada do meu cu.
— calma, gostosa, preciso te comer desde que te vi rebolando na cozinha, sonho com isso.
As palavras dele me excitavam apesar da ardência que eu sentia, as mãos dele percorriam minhas costas enquanto ele empurrava devagar até enfiar metade do pau com dificuldade.
— que apertadinha você é, amor, adoro sua bunda de putinha, relaxa que só vai doer um pouquinho.
Ele mordeu meu pescoço e com um empurrão me penetrou por completo, gritei de dor e ele ficou parado, enquanto continuava me acariciando, lambendo meu pescoço e eu comecei a relaxar, ele percebeu e começou a se mover devagar, levou a mão entre minhas coxas e procurou minha rachinha, esfregou e penetrou de novo, ajustou o ritmo dos dedos ao do pau e eu já me mexia como possessa.
— que prazer, gostosa, quero encher sua bunda com meu leite.
— não para.
Eu mexia minha cintura no ritmo da dele, ele gemia e eu suspirava, sentia os calafrios, as sacudidas do meu orgasmo iminente quando senti a tensão do corpo dele e me deixei ir, sentindo o leite dele se espalhar dentro de mim, gozamos juntos gritando e caímos um sobre o outro na cama.
Na hora, sem sair de dentro de mim, ele me virou de lado e ficou atrás de mim, continuando a beijar meu pescoço.
— apoteótico, Carol, como você tá? — não sei se estou...
Aquele homem não se parecia em nada com o que eu via na cozinha, pensei ao me virar e vê-lo despenteado, todo suado e satisfeito, essa era a diferença.
Cochilei um pouco até que meia hora depois ele, me segurando pela cintura, me colocou em cima da sua pica já dura.
— Monta em mim, Carol, quero ver seus peitos.
Me movi naquela pica que tanto prazer me tinha dado enquanto ele amassava bem meus peitos, apertei e soltei a buceta arrancando gemidos da garganta dele até que gozei.
A voz dele era tão sexy, suas palavras putas me deixavam a mil e ele tinha notado, ver ele perder a linha me excitava tanto…
— Assim, Carol, fode com a minha pica, não para, olha como você me deixa, requebra essa raba gloriosa que você tem.
Aí pensei em algo, me levantei e ele reclamou me dando um tapa na bunda. Só me virei e desci de novo, cravando bem a pica dele até bem lá dentro.
— Muito bem, assim tenho uma bela vista da sua bunda enquanto te fodo.
Lembrei de algo que tinha lido e fui descendo o tronco com a pica dele dentro, separei as coxas dele, peguei nas bolas e acariciei sem parar de me mexer, ele gemia me segurando pelos quadris e me empurrando bem para baixo, me cravando na estaca dele e então, depois de lamber um dedo, busquei o cu dele e empurrei, um movimento só e ele gritou, mas a pica dele cresceu mais, movi meu dedo primeiro devagar e depois a pedido dele acelerei, os dedos dele se cravaram nos meus quadris, a pica dele cravada na minha buceta me jogou no orgasmo e outro dedo penetrou ele enquanto ele se esvaziava dentro de mim gritando meu nome.
— Isso, isso, Carol, que prazer, meu Deus, não sai, não se mexe.
Ainda estava com o corpo contraído quando os dedos dele beliscaram e esfregaram meu clitóris até me fazer gozar de novo.
Desde aquele dia nada segura nosso desejo e cada vez surge algo novo…
2 comentários - Na cama dela
felicitaciones