Dale duro a Mamá 5

Atende o telefone……
— Alô???
— Oi filho, você ainda tá em casa??
— Tô sim, Pai…… (já tinha ficado tarde, eram 5 pras 12, depois de tudo que rolou o tempo passou voando e eu não fui pra facul.)
— E por que você não foi pra escola?? Cadê sua mãe??
— É que atrasei, tava ajudando minha mãe com umas coisas e o tempo passou….ela?? hmm tá ocupada agora.
Eu tinha atendido o telefone porque ela tava deitada no sofá de bruços, não sei se tava dormindo ou acordada depois de tudo, mas tava imóvel, respirando ainda ofegante, a bunda empinada e a buceta molhada, com os sucos dela e com minha gozada…..
— Ahhh então, tava ligando pra avisar que amanhã, sábado, a gente vai cedo pro sítio com seu avô, quero visitar vocês. Preparem as coisas hoje porque vamos sair às 5 da manhã.
— Ok, Pai…eu aviso ela. Vou desligar porque tô indo pra escola, vou entrar na segunda aula.
— Beleza filho, se cuida, a gente se vê mais tarde.
Se ele soubesse que eu tinha acabado de comer gostoso minha mãe de bunda grande, verdade, me deu um pouco de remorso, mas a vontade de realizar meu sonho foi mais forte….cheguei perto dela e dei um tapa PLAFFFF!!! Adorava bater na bunda dela, é gostoso sentir a carne nas minhas mãos….
— Levanta, Mãe….era meu pai, ele disse pra gente preparar as coisas porque amanhã vamos cedo pro sítio com o vô….eu tenho que ir pra facul agora, já atrasei…..
— Mmmm….me dá 2 minutinhos, amor….tô exausta, foi tão gostoso….
— Hehehe, eu sei, mas já vou, Mãe…..
— Tá bom……daqui a pouco eu levanto pra tomar um banho, vai com cuidado….te amo, amor.
Ela ficou lá onde tava, eu entrei no banho, me arrumei e fui pra facul. O dia inteiro fiquei pensando no que tava rolando ultimamente, comecei a refletir se era certo do jeito que a gente “demonstrava” amor….sempre tive a noção de que isso não era certo, ela é tão gostosa mas no fim das contas, ela é minha mãe e eu devia respeito a ela. Talvez os desejos por ela não devessem ter se manifestado, quer dizer, uma coisa é fantasiar na mente e outra bem diferente é colocar em prática. Mas também vinham à mente as lembranças de todas as coisas que ela fazia sabendo que eu não tirava os olhos da bunda dela, de todas as vezes que ela conscientemente queria me provocar ou pelo menos gostava de se sentir desejada por um homem mais novo que ela, era como uma forma de provar pra si mesma que ainda era comida e apetecível, sei lá… talvez coisas de mulher… também lembrava dos boquetes que ela me deu, da cara que fazia quando eu enfiava meu ferro até o fundo da garganta dela, porque dava pra ver que ela curtia, mesmo quase engasgando. Pensei na foda que acabei de dar nela, no que ela disse sobre aquela bunda que sempre desejei ser minha a partir de agora e que eu poderia comer ela quando quisesse… tudo que a gente poderia fazer no sítio do vô, se desse, porque eu não criava tanta expectativa. O sítio fica a umas 1 hora de onde a gente mora, mais ou menos, chama Valle de Bravo e é um lugar turístico, não tem praia mas tem um lago enorme e morros ao redor, onde dá pra fazer rapel e saltar de parapente. É um lugar lindo pra caralho, ainda tem mata em algumas partes e o sítio do meu avô tem uma entrada pra essa mata. Lá moram meu avô e minha avó, pais do meu pai, e meus dois tios, que são irmãos do meu pai, cada um com sua família. Tenho primos lá, então também gostava da ideia de ir, sempre é bom sair da rotina, embora por outro lado não tivesse tanta pressa de sair de casa, já que com o que rolava com a minha mãe, sabia que teria um monte de oportunidades de comer ela, porque de manhã a gente sempre ficava sozinho, eu e ela. Mas mesmo assim, naquele sábado a gente acordou cedo, embora estivesse sol e o dia prometesse calor, então não era tão ruim…

— Bom Filho, vamos logo, seu pai e sua irmã já estão desesperados no carro, ele disse que já estamos atrasados, anda!!!
Minha mãe me disse, subiu pra me buscar no quarto, eles já tinham levado as coisas deles, eu tava arrumando umas roupas… (tudo em cima da hora) mas parei na hora que vi ela, parada na porta do meu quarto, tava uma delícia de um jeito que não dava pra acreditar. Meu olhar foi de baixo pra cima, ela calçava umas sandálias daquelas de verão pra andar na rua, com as unhas dos pés pintadas de azul céu, muito bonito por sinal… as pernas dela estavam de fora porque ela tava enfiada num short que, pelo jeito, era de jeans com tecido ajustável, então ficava nela como uma deusa, cara, as pernas já começavam a ser torneadas, pareciam fortes, firmes, carnudas junto com as panturrilhas que também estavam marcadas, aquele short caía muito bem nela, era bege com bolsos nas laterais e atrás no bumbum… levantei o olhar e ela tava com uma camisetinha justa, já disse que minha mãe não é magérrima mas também não é gorda, então vestida assim tava com a carne no lugar certo de uma boa mulher, tava radiante com aqueles óculos de sol e o cabelo preso num coque atrás da cabeça, o pescoço dela tava exquisiteamente desenhado, dava vontade de morder. Ela esboçou um sorriso depois que percebeu que eu olhei ela de cima a baixo com cara de idiota, imagino…
— Ah… mãe… mãe, como você tá gostosa!
— Owwn, obrigada, querido, mas só peguei uns trapos que encontrei… (é, claro)… mas anda, vamos, que seu pai já ficou bravo, disse que você tá demorando demais…
— Já terminei, já vou…
E saímos do meu quarto, eu ia atrás dela e aí me maravilhei com como aquele shortinho justo caía nela… fiquei de boca aberta, a bunda dela parecia volumosa e enorme. Ela andava e levantava a nádega direita, depois a esquerda, depois a direita e assim por diante, tava bestificado…
— Jááá… olha pra frente ou vai cair!! Jijiji
Ela me disse, sabendo que eu tava olhando pra aquele rabão.
— Jeje, bom, ma é que, nossa, cada vez você me surpreende mais com essa roupinha que você veste, nunca tinha te visto se vestir assim… você tá uma delícia, que bundão você carrega, pelo amor de Deus.
— Já sei, meu rei, e você sabe que é seu, mas espera a gente chegar no rancho, não seja tão óbvio aqui, além disso seu pai tá aqui… espera aí.

E se inclinou na minha frente, parou a bunda e se abaixou pra pegar alguma coisa do chão sem dobrar os joelhos, eu fiquei atrás dela, como sempre, com meu pacote encaixado nas nádegas dela. Ela tinha se abaixado pra pegar um lápis que tava caído no corredor da sala que dá pra porta, mas sabia o que tava fazendo porque esfregava a bunda em mim.
— Mmmm, dá pra sentir, amor.

Ela tava falando do meu pau, que começava a acordar. Como dava pra ver as cadeiras dela com aquele short e inclinada. Uuuffff!!! Até notei o fio da calcinha fio-dental branca que ela tava usando.
— Bom, vamos embora… (e se levantou)
— Mas que bundão gostoso você tem, mamãe… e dei um tapa na bunda dela… PLAFFF!!!
— Uuuyyy que gostoso… — ela disse.

Aos poucos, ela ia soltando a puta que tem dentro… pensei.

O caminho até o rancho foi normal, chegamos na casa do meu avô, que nos recebeu bem. Fazia um tempinho que a gente não ia, então a recepção foi calorosa, verdade, tava feliz em ver meus avós… como era fim de semana, todos os meus tios e as famílias deles estavam lá. Não sei se foi impressão minha ou talvez imaginação, mas no momento em que meus tios viram minha mãe descendo do carro do jeito que ela tava vestida, parecia que queriam comer ela com os olhos, embora fizessem isso discretamente, também vi como olhavam pra bunda dela desviando um pouco o olhar…
— Uau, cunhada, mas como você tá gostosa!! Até parece que rejuvenesceu uns anos!! Olha esse corpinho que você fez, hein!! O que você deu pra ele, cunhado??

Disseram minhas tias, esposas dos irmãos do meu pai, e todo mundo riu.
— Jeje, sim, bom, não é pra tanto… (disse minha mãe)
— Não dei nada… mas o que quer que ela esteja tomando ou fazendo isso, eu aprovo, contanto que ela continue assim…
Ela toma meu gozo, engole meu pau e eu como ela com toda a força que posso… foi o que pensei. E acho que minha mãe também pensou, porque assim que ela disse isso pro meu pai, ela virou pra mim com um sorriso cúmplice.
— Hehehe, pois comecei a fazer uns “exercícios” que são ótimos.
— Ah, então você tem que me contar quais são, porque eu também quero ficar assim… olha, é como se você tivesse voltado aos vinte anos!!… disse minha tia Mony.
— Hihihi, não posso contar. É segredo de família, hihihi… (e ela me olhou de novo) Eu só ria e pensava: se elas soubessem do que ela tá falando…

Entramos em casa e, sinceramente, todo mundo tinha razão sobre como minha mãe estava, porque a real é que ela se destacava entre todas com aquela bunda e aqueles quadris que ela sabia rebolando ao andar, coisa que ela adorava porque me disse isso… No meio de tanta conversa sobre como a gente estava e coisas irrelevantes, meu avô disse que não poderíamos ficar para dormir lá na casa dele, pelo menos não por dois dias, porque estavam reformando os quartos e era verdade, já que tinha pás, picaretas, tijolos e coisas de pedreiro lá fora no quintal.
— Uhh, então não tem jeito, vamos ter que voltar hoje mesmo à noite pra casa. (meu pai disse pra minha mãe)
— Não, filho, lá no centro tem uns hotéis meio simples, mas muito bonitos, além de ter bar livre e essas coisas… meu avô disse pro meu pai.
— Sim, meu amor, vamos ficar num desses, eu não quero voltar (disse minha mãe).

E foi assim… Almoçamos e saímos pra dar uma volta no mercadinho, onde vendem todo tipo de pingentes e essas coisas. Lugar aonde a gente ia, era lugar onde ela roubava os olhares dos homens e também percebi outra coisa, da minha irmã… ela tem 1,67m, magra como eu, pele branca e cabelo castanho ondulado, de peito não tem muito, diria que normalzinho, mas puta merda, ela tava seguindo o mesmo caminho da mãe, nunca em todo esse tempo eu vi ela como naquele dia… ela também tava usando um short daqueles. de verão, mas azul clarinho e o quadril dela se marcava muito bem. Por um momento, eu me atrasei um pouco e deixei as duas andarem na frente, iam juntas, mãe e filha… as duas com o mesmo tesão, A RABA… e minha irmã também sabia rebolar, balançando o quadril pra esquerda e pra direita…. as duas têm raba boa, mas são de tipos diferentes… enquanto a da minha mãe é de coroa rabuda, com um bundão grande mas não murcho, ainda tem forma, a da minha irmã é de novinha, com a bunda empinada, arrebitada, durinha e bem definida…. ela não tem as pernas grossas da minha mãe, são mais fininhas porque ela é mais magra, mas tem carne onde tem que ter e do jeito que eu gosto…. naquele rabão…. Depois de ver isso, avancei e me emparelhei com elas, meu pai, minha irmã, minha mãe e eu. Chegamos num hotel, meu pai entrou e fez as reservas pra passar a noite ali…..puta merda!! foi o que pensei ao achar que minhas esperanças de ter algo com minha mãe iam pro saco, porque teríamos mais chances se ficássemos na casa do meu avô. Mas por outro lado, curti um pouco a ideia porque meu pai disse que não conseguiu quarto separado pra mim e pra minha irmã, então íamos dividir o mesmo, só que tinha duas camas…. ok, no mínimo eu poderia ver algo mais dela… pensei…. embora não saiba por que isso veio na minha cabeça, já que quem me deixava louco era minha mãe e aquele rabo, não minha irmã…….(que também é rabuda agora que eu penso) Estávamos voltando pelo mesmo mercado pra casa do meu avô quando, por um momento, virei à direita e, ah, meu Deus!!! Vi uma mina mais ou menos da minha idade, loira, com uns 1,70 de altura, dava pra ver que não tinha um grama de gordura no corpo, além de parecer que malhava na academia…. ela usava uma calça jeans azul na altura do quadril com uma blusa justinha por cima, além de ter um rabão, tinha uns peitos dos sonhos, nunca vi igual…. Tinha uma bunda que, por deus!! Parecia que ia rasgar a calça Calça!! Que mina!! E se mexia de um jeito desumano cada vez que andava, fiquei bestificado por uns segundos, acho que até parei de andar, quando de repente ouço uma voz…. Minha mãe chegou perto do meu ouvido e falou bem devagar:
- Para de olhar pra bunda dela desse jeito!!! Quase engoliu ela!! Para de olhar pra essa piranha!!
O que era aquilo?? Ciúmes?? Naaah, acho que não, ela tendo uma rabeta capaz de competir com qualquer piranha…. ou será que tava com ciúmes??
Ela seguiu em frente e continuou andando, notei uma cara de irritação nela, não falei nada e comecei a andar também, mas ia virando pra trás pra ver aquela mina de bucetão, a verdade é que ela era uma gostosa, mas quando voltei o olhar pra frente vi outras duas rabudas, mãe e filha, minha irmã e minha mãe….. mas que delícia que elas são e eu procurando em outros lugares…. pensei.
Chegamos na casa do vô, minha mãe nem olhava pra mim, parecia mesmo que tinha ficado brava. Talvez ela tenha ficado com ciúmes mesmo. Teve um momento em que minha mãe entrou em casa porque ia ao banheiro, toda a família estava no jardim, era hora do almoço e estavam fazendo um churrasco…. eu entrei em casa atrás dela, esperei uns segundos pra não parecer óbvio. Esperei ela sair do banheiro e, bem na hora que ela ia abrindo a porta, entrei.
- O que você tá fazendo aqui…. sai!!!
- Me fala o que você tem?? Por que você tá me evitando??
Entrei e tranquei a porta, abracei ela contra mim, meus braços em volta da cintura dela, ela tava na minha frente…..
- Do que você tá falando?? Não tenho nada…. sai daqui Dany, podem nos descobrir!!
- Fica tranquila, isso não vai acontecer…. me fala logo Mãe… o que você tem? É por causa daquela mina??
Ela desviou o rosto e vi que ficou ainda mais irritada pelas caretas que fazia….
- Nãoooo!!..... não é isso. Me larga!! O que você quer comigo… vai procurar aquela tipa se você fala tanto dela!!!
(reação típica de mulher)
- Aah então é isso mesmo…. fica tranquila mamãe, eu amo você, você me deixa louco por essa rabeta, não procuro outra……
Falei isso enquanto amassava a bunda dela com as duas mãos, ela tava colada em mim. mim…
-hummmm… me deixa… não faz isso…
-por quê?? Sabe que adora quando eu pego na sua bunda…
-huuumm……..não… sai daqui, podem vir… mmmm
-espera…… não vão vir…… mamãe, como eu amo esses pedaços de carne, você não devia ficar com ciúmes, a raba que você tem é incrível, não quero outra (sim, claro)…….
Falava isso no ouvido dela enquanto amassava e beijava o pescoço dela, tinha um cheiro muito gostoso do perfume dela e de mulher com vontade de pica…..
-mmmm……buceta, sai daqui….é perigoso…..
Ela começava a ceder, começava a falar entrecortado e já pegava no meu ferro por cima do pano…..sentia a mão dela deliciosa passando ao longo da piroca dura e me apertando… eu com uma mão tocava a bunda dela e com a outra comecei a pegar num peito…..
-hummm meu amor…….não faz isso…..não aqui…..
-olha como você me deixa, mamãe…….tá sempre dura pra te comer…..tá sentindo??
-aiiiii sinto uma delícia como ele endurece na minha mão……e quando você encosta hummmmm sinto ele entre minhas nádegas…….
Já estávamos super quentes, estávamos nos perdendo nos nossos desejos, com as mãos ela começou a desabotoar minha calça….
-me dá……….me dá aqui……vai, bebê…..
-já quer ela???
-sim…….vai……..aqui rápido………
TOC TOC TOC TOC!!!!!
-quem tá no banheiro???
Merda!!! Alguém estava do lado de fora do banheiro…..tinha batido e perguntava quem estava dentro…..pela voz soube que era meu Tio. A excitação caiu em segundos, minha bunda grande e eu nos olhamos nos olhos assustados, cara a cara……
-é…….sou eu……..Ana………….é que o Dany passou mal e veio vomitar, já já a gente sai. Dá pra passar um pouco de papel higiênico? Acabou aqui.
-okay, espera……disse meu Tio.
-rápido, levanta a tampa do vaso e finge que tá vomitando……
Meu Tio voltou com o papel e ela abriu a porta pra ele ver que eu tava lá dentro. Ajoelhei e fingi que tava com náusea….
-buuggghh buuugghhhh buuuggghh
-puxa, você tá mal mesmo, sobrinho. O que você comeu??
-acho que foi a estrada, cunhada. Disse ela.
—mmm, deve ser isso mesmo, normalmente a gente passa mal quando viaja de carro…
—buuuggh buggh buggh coofff cooofff siii… acho que foi isso…
—ai, meu amor (ela disse, acariciando meu cabelo) fica tranquilo… já vai passar…
—precisam ir no médico? Tem um aqui perto…
—não, cunhada, valeu… foi só enjoo mesmo… o que acontece é que desde pequeno o Dany tem medo quando vomita e sempre segurava minha mão na hora, queria que eu estivesse ali com ele… sabe como é, manias…
—então vou no banheiro lá de cima, queria entrar mas acho melhor deixar você se recuperar… (meu Tio falou).
E foi embora. Eu e minha mãe nos olhamos com um sorriso cúmplice, feito duas crianças que acabaram de contar uma mentirinha… quase fomos pegos de novo…

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Já eram quase 7:30 da noite e a gente ia pro hotel onde íamos passar a noite. Como tinha um bar ali mesmo, meus tios, meu avô e meu pai ficaram pra tomar umas cervejas, e as esposas deles também estavam por perto, conversando entre si. Eu tava com os primos. Já um pouco mais tarde, decidi ir pro quarto, desiludido, achando que não ia rolar nada de “ação” com ela, ou pelo menos não naquele dia. Minha irmã continuava batendo papo com minhas primas mais novas que ela, talvez 1 ou 2 anos mais novas, mas mesmo assim ela se divertia com elas. Levantei da mesa, me despedi dos primos, dos tios e do meu avô, depois fui até a mesa onde estavam minhas tias e minha mãe.
—bom, vou indo… já vou dormir, tô cansado. Falei. E fui embora.

Já tava no quarto pensando em tanta coisa, com uma vontade danada de meter forte na mamãe… comecei a pegar no sono quando ouço chegar uma mensagem no meu celular…
—pussy, vem pro meu quarto daqui a 15 minutinhos. Essa é a nossa chance…

Era do número da minha mãe. Esfreguei os olhos pra ver e ler de novo, até o sono foi embora. Levantei da cama, vesti meu jeans e minha camiseta e fiquei esperando. Depois daquele tempo, parecia uma eternidade. Fui pro quarto dela, bati duas vezes e ninguém abriu, mas a porta não tinha tranca, então consegui entrar sozinho…
— Mãe??? Cê tá aí???
Fechei a porta e senti alguém me abraçando por trás, ela tinha se escondido atrás da porta pra me esperar, me pegou de surpresa…
— Tô aqui, filhinho… — ela falou no meu ouvido, tava atrás de mim e pegou no meu pacote com uma mão, enquanto com a outra ouvi ela trancar a porta, mesmo que não adiantasse nada porque meu pai tinha uma chave.
Me virei e a gente se deu um beijo safado, vi ela vestida de um jeito que deixava claro que queria rola naquela noite, tava com uma cinta-liga preta com detalhes em vinho, por baixo uma calcinha fio dental de renda também vinho, a cinta-liga presa a umas meias pretas, as mesmas meias que ela tava usando no dia que encontrei ela “por acaso” na cozinha há um tempo… as pernas dela pareciam fortes e carnudas, em cima tava com um sutiã vinho também, era tipo um conjuntinho que contrastava incrível com a pele dela e marcava todas as curvas.
— Cê tá uma gostosa do caralho, mãe…
— Gostou?? Comprei isso antes de vir… queria te mostrar aqui.
— Vira aí…
Ela se virou e eu pude ver meu delírio, aquilo que fazia meu pau ficar duro. A bundona dela…
— Mmmmm, que rabo gostoso que cê tem…
— Cê acha?? Não tá muito grande?? Jijiji
— Nada, tem o tamanho certo, que bunda grande, mamãe
E eu grudei nas costas dela, esfregando meu pau que começava a endurecer, a gente chegou perto da cômoda que tinha na frente da cama, com um espelho, ela se colocou na frente e eu atrás, apoiou as duas mãos nela e se inclinou, eu coloquei minhas mãos nos ombros dela, ela se esfregava em mim, mexia os quadris sentindo meu pau entre eles, se abaixava e depois subia devagar, como se percorresse o comprimento da minha rola com a bunda.
— Mmmmm, que gostoso, bebê, uummfff
— Cê me deixa duro pra caralho, mãe… já deixa eu meter, tá saindo porra até agora.
— Jijiji, já quer, né Me enrabichar, meu filho??
- Não é óbvio? O dia inteiro esperei por isso…
- Mmmm, eu também, pussy (continuava rebolando do jeito que só ela sabe)
- Então vamos pra cama, mamãe, porque meu pai pode chegar… anda…
- Espera, coração, deixa eu sentir… mmmm… ahhhh!!! Viu como teus tios me olhavam quando a gente chegou? Percebeu eles olhando pra minha bunda? Hummm???
Isso me surpreendeu, embora eu já soubesse que ela gostava de ser olhada, não pensei que curtisse ser assediada – ou talvez eu não quisesse saber… parecia que ela ficava com tesão com isso…
- Sim… sim, percebi como te olhavam… mas tu não seria capaz de…
Ela não me deixou terminar e disse:
- Não seria capaz de dar pra eles?? Hummm… ahhh que gostoso tá…
- Bem, tu não seria capaz disso, né??
- Mmmmhhh não, meu amor, já não preciso mais… tenho você… mmmmm!!!! Quero que saiba que já pensei nisso pela falta de sexo forte, amo seu pai e ele não tem nada de errado na cama, exceto que você já sabe… ele não me fode com força… você me dá com força, pussy, ou não?? Não quer dar forte na mamãe?? Hummmmm… (e começou a esfregar a bunda mais forte em mim)
- Aaah, pelo amor de Deus, mamãe… sabe que eu te arrebentaria toda… sempre quis isso e agora é como se estivesse num sonho… aahhh que gostoso você rebola, vamos logo transar…
- Já quer bunda?? Hummmm? Quer uma big booty?? É?? Então me come, filho da puta!! Ou essas nádegas não são suficientes pra você?
Era como se ela estivesse me instigando, provocando ou desafiando… Parei ela e virei ela de frente pra mim, ainda de pé como estávamos, nos beijamos e amassei aquela bundona com as duas mãos – não cabia cada nádega numa mão só, sobrava carne. Tirei a roupa dela e me despi rápido sob o olhar dela, esperando. Me aproximei, desci as mãos e peguei ela pelas duas pernas, levantei ela e ela me abraçou com os dois braços no pescoço enquanto me dava mordidinhas no pescoço e lambia minha orelha…
- Mmmm sim, meu amor… me enfia, me empala…
E foi o que eu fiz, deixei ela descer devagar no meu pau que tava apontando pro céu, como se ansiasse por aquela boceta se aproximar. para ter contato. Segurei as pernas dela entre meus braços, minhas mãos pousei na bunda dela com as palmas abertas, meu pau afundou devagar mas fácil por causa do quanto ela já tava molhada….
-aaaaaaah!!!!. Exclamou ao se sentir empalada.
Não era tão leve mas também não era pesada, como falei antes, é uma mulher carnuda e firme. Sabia que não aguentaria ela por muito tempo assim, eu de pé carregando ela, mas queria dar umas metidas assim por uns minutos. Comecei a mexer minha cintura pra cima, com meus braços levantava ela levemente no ritmo das minhas enfiadas, quando saía dela eu levantava e quando enfiava deixava ela cair
-mmmmm!!! Aaahhh aaahh ah sim bebê assim assim asiiiii mrrrrbbbbssss
Sentia como a bunda dela tremia, tava me esforçando, começava a suar, ela gemia mas me mordia o ombro, se segurava com os braços em volta deles….ouvia os gemidos dela no meu ouvido….
-Aaah meu rei que gostosoooo……..mmmmmmmmhhh me dááá me dá mais!!!
-Quer mais…….mm?? Quer??? O que você quer??
-Aahhhhh siiiim asiiiii me dá maaais maaais…….pau……quero pau…..quero vara, pica, ferrooo!!!
Consegui nos ver no espelho que tava na nossa frente, eu carregando ela e ela com a bunda tremendo a cada metida, enfiada naquele liga e as pernas com as meias, os peitos dela com o sutiã ainda vestido, adorava comer ela assim com o sutiã, os peitos dela pareciam mais gostosos, sentia como ela também tava suando. De repente cansei nessa posição. Não sou um super musculoso nem treinado como alguns se “descrevem”, eu cansava mesmo de carregar ela.
-Já cansou, meu amor?? Ai mas se eu sei que peso e sou gorda jijijijijii me desculpa meu bem, vem vamos pra cama quer?
-Não, não tá pesada, como você vai ser gorda pelo amor de deus!! Você é uma delícia e todo mundo vê….vamos pra cama.
Ela passou na minha frente rebolando a raba, aquilo que me deixava ANOnadado. Ver ela mexer a bunda quando anda ufff. Subiu engatinhando na cama, ficou de quatro. levantando ainda mais se dava pra ver aquela delícia de raba que ela carrega atrás, abriu as pernas me deixando ver a buceta dela enquanto com uma mão por baixo se tocava, tava molhadíssima, ainda de salto alto, era uma obra-prima do erotismo, ela era uma escultura, uma deusa que exalava sexo e pedia que eu desse pra ela…
— Vem, cabritinho… — disse ela, batendo na própria bunda com as duas mãos.
— Anda, vem e mete forte meu rei… ou o quê?? Esse rabo te assusta?? Jijijiji
— Ou acha muito velho? Quer a bunda daquela pirralha que viu no mercado?? (e rebolava a raba de um jeito delicioso) Essa bunda não te satisfaz? Você não sabe o que ela pode fazer, pirralho jijijijiji

Caminhei até ela, pensando que hoje podia ser o dia de enfiar tudo no cu dela, arrebentar aquilo como ela pedia aos gritos. Parei atrás dela, amassando aquela carne…
— Mmmhhh você é viciado, né??
— Sim, mamãe… é que você tem uma raba que poucas têm.
— Então o que espera, filho?? Eu te falei que era sua, não foi?? Anda…

Apontei meu pau pra buceta molhada dela e enfiei…
— Enterra fundo, amor… siiiii… hummmmmm!!! Que pau meu deus… que pau!!
— Você adora, né?? Adora paus jovens, certo??
— Mmmmmh aahhhh aahhhh sim, eu gosto… gosto do seu pau jovem… me preenche muito gostoso.

Segurei as duas mãos dela e prendi atrás das costas com uma das minhas mãos enquanto a outra agarrava uma das nádegas. Comecei a meter na buceta dela…
— Mmmmm!!! Siiiiii siiiii siiiii assimiiii aaahhh me dá me dá me dá……………agggggghhhh!!!!

Olhava pra baixo e via a bunda dela tremer a cada estocada, ela apoiou a cabeça no lençol fazendo um ângulo perfeito de inclinação pra deixar a penetrada ainda mais funda…
Aaaaaaaaahhh siiiiiiiiiiiiii aiiii filho da puta como você fode bem!!!
— Tá gostando, rabuda?? Humm?
— Aaahhh como aaahhh como não, meu amor ahhhhh aaahhh como não!!! Me fode me fode!!!!

PLAFFF!!! Tá gostando??? PLAFFFF ehhh???? PLAFFFFF!!!!
— Hummm…huummmm sim aaahhh aaayyyy…..siiiiii ayyyyy!!!
Siii siiiis siii siiii siiiiiii siiiiii siiiiii!!! fuck fuck fuck!!
Do nada eu tirei ela assim rápido, ela virou pra me olhar como se tivesse implorando….
— que foi??? Continua, pussy…..
— vem aqui, ma……

E eu deitei ela, peguei as duas pernas dela, juntei e levantei, as duas juntas… eu fiquei na frente dela, coloquei as duas pernas num dos meus ombros e enfiei tudo…..
— huuummm!!!! Aaahhh!!!
— é gostoso assim, né??
— hummmm!!! Mmmm!!! Muito gostoso aaahhh!!!
— quer mais rápido??
— si!!
Que??
— que sim, pussy…
— o que você disse? Não te ouço….
— hummm!!! Que eu quero mais rápido!!! Me come duro, bebê!!! Antes do seu pai chegar, seu filho da puta!!!

Comecei a meter forte, as pernas dela ficavam tensas, eu sentia elas no meu peito e no meu ombro, aquelas duas torres que ela tem de pernas estavam levantadas, as pernas carnudas dela, malhadas por horas e horas de exercício…. enquanto eu metia o mais forte que podia, eu mordia as canelas dela, que estavam na altura da minha boca. Isso deixava ela mais louca ainda…
— aaaahhhh!!! Filho da puta!!!! Sabe muito bem!!! Aaaahhhh aayyyy!!! Você vai me fazer gozar!!!
— jeje é isso que eu quero…..
— ayyy!!! Mais!!! Mais!!!!! Aaahhhhh!!! Já tô quase!!! Quase!!!! Mmmmm!!!!
— me come asiiiiii me come asiiiii siiiii!!!

Eu tava comendo ela o mais forte que podia
E ela gozou…..
Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhh aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhh ayyyyyy ayyyyy siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii vai vai vaiiiiiiiii vaiiiiiiiii não para que já tô lááááááááá aaah sua puta madreeeee!!! Que filho da puta você é!!!!!!!!!!!!!!

Eu penetrava ela com fúria, as pernas dela batiam e nossos corpos faziam barulho….. faaap fap fap fap fap fap fap

Depois disso ela ficou tremendo, de olhos fechados e as mãos agarradas na colcha. Eu ainda não tinha gozado e queria mais. Deitei do lado dela, deixando claro que queria que ela montasse em mim, que montasse no macho dela, no cock dela…… ela se levantou como pôde, com o cabelo no rosto e na testa, molhado de suor, o quarto tava cheio daquele “cheirinho” característico de sexo…
Tava nessa quando ouvimos a porta abrir e meu pai entrou na escuridão, ou melhor, na pouca visibilidade que tinha porque só o abajur do móvel do lado da cama tava aceso… rapidamente me virei de lado, minha mãe de costas pra ele, ela tava virada pra mim… ele vinha bêbado pra caralho, nem conseguia ver por onde andava, se deitou assim, sem mais, na cama do lado dela, então ela ficou no meio, entre ele e eu.

7 comentários - Dale duro a Mamá 5

Muy buena tu historia, Para cuando la siguiente?
Ojala no demores mucho en subir la continuación del relato