Seis por ocho (52): Los consejos de una buena amiga




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Compêndio IAquela tarde, a gente se dedicou a estudar. No fundo, Pamela e eu continuávamos iguais a antes e tentamos tirar a importância do que tinha acontecido.

Começamos a reforçar História, mas não dava pra fazer do mesmo jeito que fiz com "O Conde", porque os livros em si contavam a história de um jeito bem chato e se eu lesse pra ela, ela ia acabar dormindo.

O que eu fiz? Abri uma lata de ervilhas!

"Marco, você é mesmo um cara esquisito..." ela disse, enquanto a gente se deitava no chão.

Peguei todas as guerras que caíam no vestibular e comecei a reproduzi-las, entre as ervilhas. No começo, ela me olhava e ria, mas entendia muito melhor quando eu desdobrava no mapa e mostrava como um exército ou outro recuava, com umas atuações meio teatrais.

Mas, durante uma das batalhas, uma das unidades saiu voando e o "soldado sortudo" caiu no decote da Pamela, se perdendo entre aqueles corpos carnudos.

"Por que tudo que eu faço com você acaba nos meus peitos?" ela me disse, virando de lado e expondo os seios. "Vem! Me ajuda a procurar o soldado perdido!
Seis por ocho (52): Los consejos de una buena amigaMe esforcei para não encontrar a ervilha. Sei que, se quisesse, poderia pegar naqueles peitos todas as noites, mas não deixava de ser menos erótico apalpá-los através daquele decote. Mas a maldita ervilha não tinha se infiltrado muito e eu a encontrei quase instantaneamente.

"Já sei que você gosta de tocar nos meus peitos! Paciência! Vamos descansar um pouco, para você tocá-los o quanto quiser!" ela me disse.

Mas apenas minha boca ficou nos seus seios. Minhas mãos foram viajar, para o sul, abaixo do equador e da sua calcinha.

O telefone tocou. Era a Sonia.

"Como andam as coisas por aí?"

"Mais ou menos. A Marisol continua igual" respondi, sem muita vontade.

"Quem é?" Perguntou Pamela, bem nervosa.

"Estou te ligando para te convidar para tomar um café, amanhã, às 3."

"Amanhã? Por quê?" perguntei.

"Marco, desliga o telefone!" Me ordenou Pamela, muito corada.

"Porque você esqueceu seu presente... A Pamela está aí?"

"Sim, está aqui! Quer falar com ela?"

"Não, eu só..." conseguiu dizer Sonia, quando Pamela desligou o fone.

"O que... o que... ela te disse?... Ela não falou sobre ontem... Né?" me perguntou Pamela, feita um novelo de nervos.

"Sobre ontem?... Não, só conseguiu me convidar para tomar um café amanhã." Respondi a ela.

"Que bom!" respondeu Pamela, mais aliviada.

"Você está falando do que fizemos ontem?" perguntei.

Ela ficou mais vermelha.

"Claro que não!... quero dizer... do que aconteceu depois..."

"O que aconteceu depois?" perguntei eu.

Seu rosto ficou mais assustado e do nada, ela pulou em cima de mim e começou a me beijar apaixonadamente, fazendo com que eu acariciasse seus seios.

"Promete que não vai perguntar a ela sobre o que aconteceu ontem!" me ordenou ela, desabotoando minha calça.

"Por quê? O que aconteceu...?" perguntei.

"Promete!" me ordenou, abaixando minha cueca.

"Tá bom! Prometo!" eu disse.
peitoesEla sorriu e me chupou até eu gozar na sua boca. Como eu ainda estava excitado e confuso, ela fechou o acordo com um dos seus boquetes incríveis. Se eu achava que transar com a Pamela nervosa era excepcional, seus boquetes ansiosos eram ainda melhores.

Depois de tanta ação, apareceu a Marisol. Ela disse que não ia jantar, porque já tinha comido na universidade e iria se deitar.

Nós também fomos dormir cedo depois do jantar. A Pamela ainda estava em dúvida se perguntaria para a Sonia. Eu disse que não, mas ela não se convenceu. Ela me fez um boquete à noite, uma chupada e deixou eu arrombar o cu dela duas vezes. Ela me drenou quase completamente!
primaPela manhã, a situação não melhorou: ela me masturbou no café da manhã, me convidou para tomar banho com ela, me deu outro boquete, fez um paizuri no chuveiro, pediu para eu arrombar o cu dela enquanto nos banhávamos, outro boquete e paizuri enquanto nos vestíamos e que eu arrombasse o cu dela de novo, apoiada na frente do espelho. Tudo isso, para que eu não perguntasse à Sonia o que elas fizeram naquele dia.

Mais do que curiosidade, eu estava exausto. A única coisa que eu queria era ir ao encontro e depois voltar para casa dormir.

Sonia também percebeu. Ela vestia sua saia de couro e uma camisa branca, embora o sutiã não estivesse transparente.

Fomos a um café no centro no estilo francês, daqueles com mesas ao ar livre e toalhas de mesa. Ela se sentou à minha esquerda.
sexo lesbicoBeleza, aqui está seu presente!" ela disse, me passando uma bolsa de mulher.

"Uma bolsa? Pra que eu quero uma bolsa de mulher?"

"Não seja bobo! Olha o que tem dentro!" ela falou, pegando sua xícara.

Revisei e era o consolo duplo, mas dessa vez vinha com um cinturão ou coisa assim.

"E isso?" perguntei.

"Deveria perguntar pra Pamela... Ela sabe bem pra que serve." Disse ela, sorrindo com malícia.

Olhei pra ela confuso...

"Vocês conversaram sobre o que aconteceu antes de ontem, né?" perguntou intrigada.

"Na verdade, não falamos sobre o que fizemos." Respondi.

"Então, ela não contou o que aconteceu depois que você foi embora?" me encarava, com um olhar de lascívia.

Fiquei curioso. Afinal, Pamela voltou mais de 3 horas depois de mim e tinha aquele assunto tão secreto, mas eu tinha prometido não perguntar e devia respeitar os desejos dela.

"Ela me fez prometer que não te perguntaria." Falei.

"Nossa, que interessante!" ela disse, bebendo um pouco da xícara. "E vai cumprir sua palavra?"

"Sim" respondi "ela se esforçou muito pra me convencer..."

Senti que minha calça desabotoava. Para sua surpresa, ela a encontrou flácida...

"Caramba! Ela realmente se esforçou..." disse com um sorriso malicioso. "Bom, pode ser que ela tenha dito pra não perguntar... mas nada impede que eu conte o que aconteceu, né?"

Na real, ela tinha razão, mesmo eu tendo a impressão de que Pamela não queria que eu soubesse.

"Bom, antes que você se arrependa, vou te contar tudo..."

Quando fecharam a porta, começaram a conversar sobre as fantasias dos homens. Elas se perguntavam por que tanto tesão por lesbianismo e coisas assim.

Pamela achava ridículo, porque ela não fantasiava com homens se penetrando, mas Sonia teve que perguntar.
colega de trabalhoPor que você me lambeu?" imagino ela dizendo, sorrindo com sua carinha de diabrete.

Provavelmente, Pamela ficou toda corada.

"Bom... pensei que ia te fazer sentir melhor", respondeu, se referindo a mim.

"Qualé, não foi nada demais! E eu te entendo... você queria fazer ele gozar logo."

Ela me contou que deixaram o assunto de lado e começaram a se lavar. Sonia pegou o sabonete e disse para Pamela:

"Você gostaria de tentar?... você sabe... aquilo que os homens fantasiam."

Pamela deve ter ficado nervosa.

"Você não acha estranho?... tipo... a gente mal se conhece."

"Sim, mas pensa bem. Nenhuma de nós sente atração por mulheres, somos duas milfs e não acho que tenha muita gente pra experimentar..."

Imagino que Pamela deve ter pensado na prima Marisol, mas conhecendo ela, com certeza deu uma vergonha.

De qualquer jeito, Sonia convenceu ela e começaram pelo básico: massagear os peitos. Faziam com suavidade e Sonia aproveitava pra tocar nos peitos de Pamela.

"Não é estranho, né?" Perguntou Sonia, esfregando a bucha e fazendo espuma nos peitos dela.

"Não. Suas mãos são pequenas..." respondeu rindo.

"Agora é sua vez!" disse Sonia, entregando o sabonete e a bucha.

Pamela estava mais curiosa e Sonia me contou que quando foi a vez dela, ela se esforçou pra esfregar os peitos e fazer espuma. Pediu permissão pra apertar os mamilos, mas nenhuma das duas sentiu prazer.

Começaram a ganhar mais confiança uma na outra. Sonia pediu pra Pamela se podia lamber seu ombro, como tinham feito antes na sala.

"Pamela aceitou... toda sem graça." Disse Sonia, rindo.

Mas assim como no teste anterior, não sentiu nada. Pra Sonia, também não foi excitante. Durante a vez de Pamela, aconteceu a mesma coisa.

Depois passaram a mão pelos ventres, acariciaram as bundas, até se beijaram, mas nada.

"Não era mais excitante que beijar ou acariciar uma mesa..." ela dizia, sorrindo.

Pamela sugeriu subir a aposta um pouco, lambendo os mamilos de Sonia e vice-versa, mas nada. Acabou ficando estranho para as duas. O clímax daquele banho interminável foi acariciar os contornos das bocetinhas.
Nenhuma conseguiu fazer direito, ficaram nervosas demais ao tocar uma parte tão íntima de outra mulher.
Saíram do banho melhores amigas, achando que as fantasias dos homens eram muito bobas…

“Se o Marco estivesse aqui, teria sido diferente.” Disse a Pamela, enquanto se secava.

“Você acha?” perguntou a Sonia.

“Nunca contei pra ele… mas os beijos dele me deixam doida.”

“Nunca contou? Aposto que ele ficaria felizão.” Disse Sonia, enquanto pegava sua camisa branca. “Droga!… arranquei uns botões.”

“Isso foi quando chegamos na sua casa! Você estava bem bêbada!” Pamela riu, enquanto também se vestia com sua regata rosa decotada.

“Eu te emprestaria um sutiã, mas sei que não adiantaria!” Disse Sonia. “Mas você devia ser sincera com o Marco. Ele é um cara esquisito… tipo, ele nunca olha com os olhos.”

“É… eu sei… mas é difícil… gosto do jeito que ele me beija… parece que suga a alma.”

Sonia interrompeu a história para chamar o garçom…

“Pode me trazer uma cerveja?” disse ao garçom.

Me deixou na expectativa até a bebida chegar. Deu um gole e continuou…

“Onde eu estava?... Ah!… então… ela tava me descrevendo como você beijava.”

Aí Sonia disse:

“É, ele tipo te pega pela cintura, pra gente não fugir e depois…!”

E se beijaram. Um beijo longo e calado…

“Mas o Marco não beija assim!” disse Pamela “Ele tipo enfia a língua e faz assim!”

E se beijaram de novo.

“É, verdade!… ele faz mais ou menos assim…”

Sonia me confessou que naquela hora, sua boceta já tava bem molhada.

“E tem também o jeito que ele pega nos peitos…” disse Pamela, também meio perturbada com o beijo.

“Por quê? Como ele faz com você?”

“Bom, ele acaricia um pouco e depois lambe… tipo assim.” Abriu os botões da blusa dela, acariciou o vale entre os seios e chupou seus mamilos.
Seis por ocho (52): Los consejos de una buena amigaÉ bom, né!" disse Sonia. "Comigo, ele é mais violento. Como ele gosta de me comer pelo cu, ele me pega por trás."

"Deixa eu ver? Mostra!" disse Pamela.

Eu comecei a ficar excitado. Agora eu entendia por que Pamela não queria me contar...

"Eu agarrei ela pelas costas, puxei a blusa e segurei os mamilos dela com força. Ela resistiu, porque você viu como eles são grandes, mas começou a gemer também..." disse Sonia, tomando outro gole de cerveja.

Nessa hora, as duas estavam muito excitadas... meladas entre as pernas.

"Dói, mas não é ruim!" disse Pamela. "Queria que o Marco estivesse aqui para me enfiar!"

"Eu também!" disse Sonia.

"Ele sempre faz com cuidado!"

"É, como se o pau dele brincasse com o seu cuzinho antes!"

"Você não tem alguma coisa... nas suas coisas... para me mostrar como ele faz com você?" perguntou Pamela.

Eu engasguei no café...

"Ela... falou mesmo isso?" perguntei, meio engasgado.

Sonia me olhou com malícia, deslizando a mão debaixo da mesa e sorrindo toda feliz...

"E não foi só isso!..." disse ela, com olhar cheio de lascívia.

Sonia foi procurar na sua caixa de tesouro alguma ferramenta e, como tinha me dito, encontrou o consolo.

"Eu coloquei a ponta longa, para mostrar para a Pamela como você faz comigo." Disse ela, começando a me masturbar debaixo da mesa, bem devagar.

Sonia ficou excitada vendo os peitos da Pamela balançando e me disse que estava com muita vontade de pegá-los.

"É... bom... mas não é como o Marco faz." Disse Pamela, aguentando as investidas.

"É, o pau dele é menor, mas mais grosso!" respondeu Sonia.

"Esse aqui não me enche tanto quanto o do Marco!" disse Pamela.

Sonia pegou com a mão livre outro gole de cerveja, sem parar de me punhetar. Ela me deixou bem, bem quente...

"Não sei o que deu na gente!... De repente, a gente começou a gritar seu nome!" disse ela, bem excitada também.

Os quadris delas se moviam no mesmo ritmo. Sonia a abraçava por trás, apertando seus peitos e tentando beijá-la.
peitoesMarco!... Marco!... Marco!..." gritava Pamela, beijando Sonia.

"Que pauzão... tá uma delícia!" ela dizia, apertando seus mamilos.

"... Tô gozando!... Tô gozando!... Marco!..." dizia Pamela.

"... Eu também!... Eu também!... Ah!..." Respondia Sonia.

"...E gozamos juntas, num orgasmo incrível." Ela disse. "Nossa! Já chegou o leite!"

A safadinha aproveitou minha porra para discretamente tirar a mão com restos de sêmen e colocar descaradamente na xícara de café dela.

"Cada vez fica mais gostoso...!" ela me disse, depois de dar um gole.

"...Então... foi isso que aconteceu..." eu disse, mais aliviado.

"Pois é, mas não foi só isso..." ela disse, tomando outro gole dos meus fluidos.

"O quê?" respondi.

Era a vez de Sonia. Pamela olhava para o apetrecho estranhada.

"Você quer que eu ponha isso?" ela disse, bem envergonhada.

"E tem que ser pela ponta comprida! Também quero sentir como o Marco faz com você!"

"Mas tá molhada com seus fluidos!... Ah!..." exclamou Pamela, quando Sonia apertou o aparato nela.

"Tive que fazer! Pamela é mimada e por um momento achei que ela ia me deixar com vontade de ter minha bunda arrombada!" ela me disse, tomando mais um pouco de café, mas deslizando minha mão sob sua saia.

Definitivamente, Sonia é uma puta... Tava sem calcinha!

"Mas eu não sei como fazer!" disse Pamela, reclamando.

"Pensa que você é o Marco e como ele faz com você!" respondeu Sonia.

"Mas você é mulher... e eu ainda gosto do Marco!" ela dizia, imagino que com muita vergonha.

"Ei, eu já te fiz o favor! Agora é sua vez de retribuir!" reclamou Sonia.

Pamela ficou em silêncio e começou a enfiar o pau de silicone em Sonia.

"Essa ponta é muito grande!... Tá entrando muito fundo!" protestou Pamela.

"Ele não mete assim em mim!" Sonia agarrou o falo, encaixou na sua bunda e empurrou Pamela contra a parede.

"As duas... gritamos de dor... acho que exagerei... na mão..." dizia Sonia, segurando seu segundo orgasmo com meus dedos.

"Não Mexe... o quadril assim!... você faz... ele enfiar... mais fundo..." disse Pamela.

"Não consigo... evitar!... ele mete... bem violento..." respondeu Sonia.

"Está doendo... muito!... O que eu faço?..." perguntou Pamela, vibrando a cada sacudida.

"Faz o que... o Marco faz... comigo!" disse, pegando sua mão para que acariciasse seu clitóris.

Eu estava babando feito louco. Além disso, Sonia começou a se contorcer com minhas carícias.

"E isso não foi... o mais excitante... adorei sentir... os peitos dela... Ai!... nas minhas costas..." ela ia para seu quarto orgasmo.

Então vi que não só nosso garçom sabia o que estava acontecendo, mas também dois dos colegas dele, que nos olhavam e riam, estavam com o pau duro.

Depois de um tempo, elas gozaram de novo, se beijando na boca.

"Isso... não me faz... uma lésbica... né?" perguntou Pamela, ainda ofegante.

"Claro que não!..." disse Sonia, beijando seus lábios de novo. "É só que a gente gosta muito do Marco."

"Tem uma coisa... que o Marco faz... que a gente ainda não fez!" disse Pamela, beijando seus seios.

Tive que tirar a mão. Estava completamente encharcada...

"Você não está me dizendo que...?" perguntei.

Sonia respondeu, balançando a cabeça e tomando café.

"Quando o Marco mete... não é tão violento!" dizia Pamela, apertando firme os peitos de Sonia, enquanto se esfregavam uma na outra.

"E os beijos dele são melhores!" respondia Sonia, enfiando um dedo no cu da Pamela.

"O Marco não faz isso comigo!" disse Pamela, surpresa com a invasão.

"Mas é gostoso... né?" disse, beijando-a na boca.

"Quando ele mete... sinto que ele me levanta" respondeu Pamela, apertando os peitos de Sonia.

"Já percebeu... que quando ele vai gozar... ele segura seu quadril... assim...?" Sonia bombava bem rápido.

"Sim!... é como se ele quisesse... mais fundo..." disse Pamela, beijando-a de novo.

"E bom, a gente gozou junto, de novo." Disse Sonia, terminando sua xícara de café.

Depois elas se Tomaram banho separadamente e Sonia deu o dinheiro para o táxi.

"Como eu te disse, Pamela. Se você gosta dele, tenta ser honesta!" ela disse enquanto se despedia.

"Por favor, não conta pra ninguém sobre hoje!" disse Pamela toda corada, antes de entrar no carro.

"E bem, foi isso que aconteceu..." Sonia me disse, olhando nos meus olhos. "Talvez eu não devesse ter te contado, mas ela não me fez prometer nada."

Depois de ir ao banheiro, para me limpar dos restos e arrombar o cu dela, nos despedimos e voltei pra casa, por volta das 7.

Pamela, ao ouvir o portão, saiu rapidamente para me receber.

"Onde você estava? Tava com a Marisol?" ela perguntou, muito preocupada.

"Não vi ela. Ela ainda não chegou?"

Ela balançou a cabeça negando.

A noite ainda era jovem... e alguns segredos precisavam vir à luz...
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