Sou viúvo há oito anos, tenho 40, sou mecânico e tenho uma filha de 20, Daiana. Isso começou a rolar há dois anos. Tive umas aventuras esporádicas, mas nada sério até aquele momento em que tudo mudou. Sempre fui um cara extrovertido e me mantenho bem pra idade que tenho, vou na academia dia sim, dia não, e cuido da alimentação.
Tendo uma filha adolescente, tô acostumado com eles vivendo rápido e queimando etapas. Felizmente, ela sempre me escuta e passo toda minha experiência de rua pra ela. Ela é extrovertida igual a mim, um pouco temperamental, fisicamente idêntica à mãe. Tem muitas amigas, todas muito gostosas.
Uma tarde de domingo, chovia pra caralho, sentamos e conversamos muito. Ela me perguntou por que eu continuava sozinho depois de tantos anos. Falei que não sabia direito, confessei minhas aventuras, e ela me encheu de piadas. Perguntou se eu gostava de alguma mulher. Os jovens de hoje acham que aos 40 já somos velhos. Falei que gostava de todas, ela sorriu. Perguntou se eu gostava de alguma mina mais nova, riu quando falei que todas eram boas. Depois de um mate, ela disse que quando eu quisesse, me entregava uma das amigas dela, palavras textuais. Fiquei surpreso, ela fez cara de safada e falou:
— Olha que suas amigas te acham bonito.
Nunca pensei que uma garota fosse reparar em mim, mas meu ego foi lá nas nuvens.
— Vai ter que aguentar, viu? A gente é terrível — ela disse, me deixando de boca aberta.
Dois dias depois, ela apareceu na oficina com uma amiga, Tamara. Uma mina magrinha que sempre usa leggings pra destacar a bunda linda que tem. Tem piercing na língua e um na sobrancelha, pinta o cabelo de loiro e tem uma carinha de puta que mata.
Tamara trouxe uma bicicleta quebrada, precisava soldar o quadro e trocar uns rolamentos. Disse que não tinha grana.
— Paga em espécie, pai — brincou a Dai, e as duas riram.
Elas se olharam com malícia, eu peguei na hora, e vi a Tami de olho no meu volume. Calço bem, pelo que dizem. embora nunca tenha medido nem me gabado do tamanho do pau.
Falei pra ela vir buscar às oito, que estaria pronta.
Ela agradeceu sorrindo, me esquentou a carinha de putinha, já imaginava aquela boca rodeando o tronco do meu pau e começou a endurecer.
Desde esse momento tudo ficou muito louco, tipo uma hora depois chega uma mensagem de texto da Dai, “atende o telefone e escuta”, dizia o SMS.
Na conversa, minha filha falava com a Tami, a mina dizia que eu era gostoso, a frase “dou pra ele sim, boluda.” Ficou ecoando na minha cabeça e já imaginava ela pelada, a Dai falou que quando ela quisesse era só aproveitar e a outra ria, a ligação terminou, eu continuei trampando enquanto pensava na gostosa que eu ia comer.
Dez minutos depois das oito a Tami chegou, tênis vermelho, legging preta daquelas que transparentam, e uma regata vermelha, uns peitos lindos saindo do sutiã.
Estávamos sozinhos e tinha acabado de fechar, ela fez carinha de felicidade quando viu a bicicleta arrumada e pintada, falei pra ela subir na bike pra testar, a calcinha fio dental azul por baixo da legging pedia pra eu arrancar.
– Ficou show, Sérgio. – ela disse sorrindo, enquanto eu devorava a bunda dela com o olhar.
– Vão te prender nessa bike. – falei já sem filtro.
– Por quê? – ela perguntou.
– Por porte de bunda, gostosa. – falei enquanto acariciava a pele morena da cintura dela e um pouco da bunda.
Ela fechou os olhos e minha outra mão voou pros peitos dela, fiz ela descer da bike e encostei ela num carro que eu tava arrumando, com o pau duro como pedra encostei na bunda dela que se mexia deliciosamente, deslizei uma mão até a virilha dela e a outra nos peitos, ela virou a cabeça e me olhou com os olhos brilhando de desejo.
Beijei ela enfiando minha língua na boca dela, ouvia os gemidos dela e ficava mais louco, que mina linda eu ia comer, tirei a regata dela e deixei de sutiã, ela tirou o sutiã em dois segundos, ainda de costas, puxei a legging pra baixo. e a tanga, fiz ela se inclinar e a bunda inteira ficou na minha frente, me enfiei de vez entre as nádegas dela, que perfume de mina gostosa, meti a língua na buceta molhada, mexi um pouco, chupei o cu dela enquanto ela tremia toda.
Na hora me levantei e baixei a calça e a cueca de uma vez só, enfiei a pica de uma vez, essa buceta era macia, quente e molhada, uma delícia, gemidos e ais de prazer saíram da boquinha de puta dela, comi devagar aproveitando aquele anel juvenil, enfiava até o fundo, me mexia ali e tirava de novo pra entrar fundo outra vez.
— Que puta gostosa que você é — falei enquanto penetrava ela, apalpando os peitos, beliscando os mamilos escuros e duros.
— Me arrebenta toda, papai — ela dizia gemendo — Me dá muita pica que eu adoro.
Eu sorri com orgulho e aumentei o ritmo da foda só um pouco.
Dei um tapa numa das nádegas dela e ela soltou um gritinho de satisfação, olhei de cima o cuzinho dela e acariciei ele em círculo com o polegar da outra mão, cuspi um pouco no cu dela e enfiei o dedo inteiro enquanto continuava comendo a buceta hiper molhada, juro que não acreditava, ela me olhou e sorriu, eu tava uma fera.
— Fala comigo, papai, sou sua puta — ela disse toda excitada.
Continuei comendo ela sem parar, já iam uns 20 minutos, peguei ela pelo cabelo, pelo penteado de vadia — Sim, papai, eu gosto — a Tami dizia.
Senti que ia gozar, tirei a pica e virei ela, tirei a legging e a tanga desesperado, fiz ela deitar no capô do carro e penetrei de novo, sempre até o fundo, coloquei as pernas dela nos meus ombros, estimulava o clitóris dela com o polegar, ela apertava os peitos gemendo, de olhos fechados, disse que ia gozar e acelerei um pouco, ela gritou pra não parar, pra comer ela forte e foi o que fiz. Ela gozou pra caralho, fiz ela se ajoelhar e meter minha pica na boca, me chupou como ninguém, uma verdadeira head master de alma, quando ia gozar avisei, sou cavalheiro no fim das contas. Fiz ela pegar nos próprios peitos e comecei a me masturbar enquanto ela me olhava.
—Me come quando quiser, adorei, goza onde quiser em mim, papu —
Gozei nos peitos dela, uma porrada de porra quente que ela olhava fascinada.
Beijei ela de novo, apalpava a bunda dela enquanto sentia meu gozo grudando no meu peito. Que transa boa, me enlouqueceu.
Sentamos um tempo numa cadeira, nós dois pelados nos mimando feito namorados.
—Como você come bem, Sérgio, adorei — Tami dizia enquanto me beijava e passava a mão no meu pau que já tava acordando de novo.
—Bota ele em mim de novo, papu — ela falou enquanto se ajeitava pra eu comer ela na cadeira, aí quem mandou foi ela, se mexia igual uma louca, eu chupava os peitos dela, mordia, enfiava um dedo no cu dela, coisa que ela adorava, a gente se beijava com paixão, até ela gozar de novo jogando a cabeça pra trás, ajoelhou de novo e eu peguei a boca dela até sentir o orgasmo chegando, ela engoliu tudo me olhando.
De novo os beijos, eu adorava beijar aquela putinha.
Antes dela ir embora com a bicicleta, chupei a buceta e o cu dela até fazer ela gozar de novo.
Quando cheguei em casa, minha filha me sorriu com malícia, jantamos sem falar do assunto, enquanto via TV ela me perguntou como tinha sido, contei bem por cima e ela morreu de rir, me abraçou, me beijou e antes de ir dormir falou:
—Tenho várias amigas,… papu — e foi dormir.
Dias bem agitados me esperavam.
Sou viúvo há oito anos, tenho 40, sou mecânico e tenho uma filha de 20, Daiana. Isso começou a acontecer há dois anos, tive aventuras esporádicas mas nada sério até aquele momento em que tudo mudou. Sempre fui um cara extrovertido e me mantenho bem pra idade que tenho, vou à academia dia sim, dia não e cuido da alimentação.
Tendo uma filha adolescente, tô acostumado com eles vivendo rápido e queimando etapas, felizmente ela sempre me escuta e passo toda minha experiência de rua pra ela. Ela é Extrovertida que nem eu, um pouco temperamental, fisicamente igual à mãe dela, tem várias amigas muito gostosas todas.
Uma tarde de domingo, chovia pra caralho, sentamos pra conversar bastante, ela me perguntou por que eu continuava sozinho depois de tantos anos, falei que não sabia direito, confessei minhas aventuras, e ela me encheu de piadas, perguntou se eu gostava de alguma mulher, esses jovens de hoje acham que com 40 já somos velhos, falei que gostava de todas, ela sorriu, perguntou se eu gostava de alguma mina mais nova, riu quando falei que todas eram boas. Depois de um mate, ela disse que quando eu quisesse, me entregava uma das amigas dela, palavras textuais, eu me surpreendi, ela fez cara de safada e falou:
— Olha que minhas amigas te acham bonito.
Nunca pensei que uma garota fosse reparar em mim, mas meu ego foi lá nas nuvens, "olha que você vai ter que aguentar, a gente é terrível" ela disse pra me deixar de boca aberta.
Dois dias depois, ela apareceu na oficina com uma das amigas, Tamara, uma mina magrinha que sempre usa legging pra destacar a bunda linda que tem, tem piercing na língua e um na sobrancelha, pinta de loira e tem uma carinha de puta que mata.
Tamara trouxe uma bicicleta quebrada, precisava soldar o quadro e trocar uns rolamentos, ela disse que não tinha grana.
— Paga em espécie, papai. — brincou Dai e as duas riram.
Elas se olharam com malícia, eu peguei na hora, e vi a Tami dando uma olhada no meu volume, é bem dotado, dizem, embora nunca tenha medido nem feito alarde de pau grande.
Falei pra ela vir buscar às oito, que estaria pronta.
Ela agradeceu sorrindo, me esquentou aquela carinha de putinha, já imaginava aquela boca rodeando o tronco da minha rola e comecei a ficar duro.
Desde esse momento, tudo ficou muito louco, umas horas depois recebo uma mensagem de texto da Dai, "atende o telefone e escuta", dizia o SMS.
Na conversa, minha filha falava com a Tami, a mina dizia que eu era gostoso, a frase "eu dava pra ele, fodasse." Me deixou rondando na cabeça e já imaginava ela pelada, Dai disse que quando ela quisesse que aproveitasse e a outra ria, a ligação terminou, eu continuei trampando enquanto pensava na gostosa que eu ia comer.
Dez minutos depois das oito chegou a Tami, tênis vermelho, legging preta daquelas que transparentam, e uma regata vermelha, uns peitos lindos saindo do sutiã dela.
A gente tava sozinho e tinha acabado de fechar, ela fez carinha de felicidade quando viu a bicicleta arrumada e pintada, falei pra ela subir na bike pra testar, a calcinha fio dental azul por baixo da legging pedia pra eu arrancar.
– Ficou show, Sergio. – ela falou sorrindo, enquanto eu devorava a raba dela com o olhar.
– Vão te prender nessa bike. – falei já sem filtro.
– Por quê? – ela perguntou.
– Por porte de bunda, gostosa. – falei enquanto acariciava a pele morena da cintura dela e um pouco da bunda.
Ela fechou os olhos e a minha outra mão voou pros peitos dela, fiz ela descer da bike e encostei ela num carro que eu tava arrumando, com a pica dura que nem pedra encostei na bunda dela que se mexia deliciosamente, deslizei uma mão até a virilha dela e a outra nos peitos, ela virou a cabeça e me olhou com os olhos brilhando de tesão.
Beijei ela metendo a língua na boca dela, ouvia os gemidos dela e ficava mais louco, que mina gostosa eu ia comer, tirei a regata dela e deixei ela de sutiã, ela tirou ele em dois segundos, ainda de costas, abaixei a legging e a calcinha fio dental, fiz ela se inclinar e a bunda toda ficou na minha frente, me enfiei de vez entre as nádegas dela, que perfume de mina quente, meti a língua na buceta molhada, mexi um pouco, chupei a bunda dela enquanto ela tremia toda.
Na hora me levantei e abaixei calça e cueca de uma vez, enfiei a pica de uma só vez, essa buceta era macia, quente e molhada, uma delícia, gemidos e ais de prazer saíram da boquinha de puta dela, comi devagar aproveitando aquele anel jovem, enfiava até No fundo, eu me remexia ali, tirava e enfiava de novo até o fundo.
— Que puta gostosa você é — falei enquanto penetrava ela, apalpando os peitos, beliscando os mamilos escuros e duros.
— Me arromba toda, papai — ela dizia gemendo. — Me dá muita pica que eu adoro.
Eu sorri orgulhoso e aumentei o ritmo da foda só um pouco.
Dei um tapa na bunda dela e ela soltou um gritinho de satisfação. Olhei de cima o cuzinho dela e acariciei em círculo com o polegar da outra mão, cuspi um pouco no cu dela e enfiei o dedo inteiro enquanto continuava comendo a buceta toda molhada. Juro que não acreditava, ela me olhou e sorriu, eu tava feito uma fera.
— Fala comigo, papai, sou sua puta — ela disse toda excitada.
Continuei comendo ela sem parar, já iam uns 20 minutos. Peguei ela pelo cabelo, aquele penteado de vadia. — Isso, papai, eu gosto — dizia a Tami.
Senti que ia gozar, tirei e virei ela. Tirei a legging e a calcinha dela na desesperação, fiz ela deitar no capô do carro e penetrei de novo, sempre até o fundo. Coloquei as pernas dela nos meus ombros, estimulava o clitóris dela com o polegar, ela apertava os próprios peitos gemendo, de olhos fechados. Ela disse que ia gozar e eu acelerei um pouco. Ela gritou pra eu não parar, pra comer ela forte, e foi o que fiz. Ela gozou pra caralho. Mandei ela se ajoelhar e enfiar minha pica na boca. Ela me chupou como ninguém, uma verdadeira fã de boquete. Quando eu tava perto de gozar, avisei — sou cavalheiro, afinal. Mandei ela segurar os peitos e me masturbei enquanto ela me olhava.
— Me come quando quiser, adorei. Goza onde quiser em mim, papai.
Gozei nos peitos dela, porra quente pra caralho, que ela olhava fascinada.
Beijei a boca dela de novo, apalpava a bunda enquanto sentia minha porra grudando no meu peito. Que transa boa, me enlouqueceu.
Sentamos um tempo numa cadeira, os dois pelados, nos mimando feito namorados.
— Como você transa bem, Sérgio, adorei — dizia a Tami enquanto me beijava e passava a mão no meu pau. ganzo que já estava acordando de novo.
—Coloca de novo, papai.— ela disse enquanto se ajeitava pra eu comer ela na cadeira, ali quem mandava era ela, se mexia como uma louca, eu chupava os peitos dela, mordia, enfiava um dedo no cu, coisa que ela adorava, a gente se beijava com paixão, até que ela gozou de novo jogando a cabeça pra trás, se ajoelhou de novo e eu peguei a boca dela até sentir que ia gozar, ela engoliu tudo me olhando.
De novo os beijos, eu adorava beijar aquela putinha.
Antes dela ir embora com a bicicleta, chupei a buceta e o cu dela até fazer ela gozar de novo.
Quando cheguei em casa, minha filha me sorriu com malícia, jantamos sem falar do assunto, enquanto via TV ela me perguntou como tinha sido, contei bem por cima e ela morria de rir, me abraçou, me beijou e antes de ir dormir me disse:
—Tenho várias amigas,… papai.— e foi dormir.
Me esperavam uns dias bem agitados.
Tendo uma filha adolescente, tô acostumado com eles vivendo rápido e queimando etapas. Felizmente, ela sempre me escuta e passo toda minha experiência de rua pra ela. Ela é extrovertida igual a mim, um pouco temperamental, fisicamente idêntica à mãe. Tem muitas amigas, todas muito gostosas.
Uma tarde de domingo, chovia pra caralho, sentamos e conversamos muito. Ela me perguntou por que eu continuava sozinho depois de tantos anos. Falei que não sabia direito, confessei minhas aventuras, e ela me encheu de piadas. Perguntou se eu gostava de alguma mulher. Os jovens de hoje acham que aos 40 já somos velhos. Falei que gostava de todas, ela sorriu. Perguntou se eu gostava de alguma mina mais nova, riu quando falei que todas eram boas. Depois de um mate, ela disse que quando eu quisesse, me entregava uma das amigas dela, palavras textuais. Fiquei surpreso, ela fez cara de safada e falou:
— Olha que suas amigas te acham bonito.
Nunca pensei que uma garota fosse reparar em mim, mas meu ego foi lá nas nuvens.
— Vai ter que aguentar, viu? A gente é terrível — ela disse, me deixando de boca aberta.
Dois dias depois, ela apareceu na oficina com uma amiga, Tamara. Uma mina magrinha que sempre usa leggings pra destacar a bunda linda que tem. Tem piercing na língua e um na sobrancelha, pinta o cabelo de loiro e tem uma carinha de puta que mata.
Tamara trouxe uma bicicleta quebrada, precisava soldar o quadro e trocar uns rolamentos. Disse que não tinha grana.
— Paga em espécie, pai — brincou a Dai, e as duas riram.
Elas se olharam com malícia, eu peguei na hora, e vi a Tami de olho no meu volume. Calço bem, pelo que dizem. embora nunca tenha medido nem me gabado do tamanho do pau.
Falei pra ela vir buscar às oito, que estaria pronta.
Ela agradeceu sorrindo, me esquentou a carinha de putinha, já imaginava aquela boca rodeando o tronco do meu pau e começou a endurecer.
Desde esse momento tudo ficou muito louco, tipo uma hora depois chega uma mensagem de texto da Dai, “atende o telefone e escuta”, dizia o SMS.
Na conversa, minha filha falava com a Tami, a mina dizia que eu era gostoso, a frase “dou pra ele sim, boluda.” Ficou ecoando na minha cabeça e já imaginava ela pelada, a Dai falou que quando ela quisesse era só aproveitar e a outra ria, a ligação terminou, eu continuei trampando enquanto pensava na gostosa que eu ia comer.
Dez minutos depois das oito a Tami chegou, tênis vermelho, legging preta daquelas que transparentam, e uma regata vermelha, uns peitos lindos saindo do sutiã.
Estávamos sozinhos e tinha acabado de fechar, ela fez carinha de felicidade quando viu a bicicleta arrumada e pintada, falei pra ela subir na bike pra testar, a calcinha fio dental azul por baixo da legging pedia pra eu arrancar.
– Ficou show, Sérgio. – ela disse sorrindo, enquanto eu devorava a bunda dela com o olhar.
– Vão te prender nessa bike. – falei já sem filtro.
– Por quê? – ela perguntou.
– Por porte de bunda, gostosa. – falei enquanto acariciava a pele morena da cintura dela e um pouco da bunda.
Ela fechou os olhos e minha outra mão voou pros peitos dela, fiz ela descer da bike e encostei ela num carro que eu tava arrumando, com o pau duro como pedra encostei na bunda dela que se mexia deliciosamente, deslizei uma mão até a virilha dela e a outra nos peitos, ela virou a cabeça e me olhou com os olhos brilhando de desejo.
Beijei ela enfiando minha língua na boca dela, ouvia os gemidos dela e ficava mais louco, que mina linda eu ia comer, tirei a regata dela e deixei de sutiã, ela tirou o sutiã em dois segundos, ainda de costas, puxei a legging pra baixo. e a tanga, fiz ela se inclinar e a bunda inteira ficou na minha frente, me enfiei de vez entre as nádegas dela, que perfume de mina gostosa, meti a língua na buceta molhada, mexi um pouco, chupei o cu dela enquanto ela tremia toda.
Na hora me levantei e baixei a calça e a cueca de uma vez só, enfiei a pica de uma vez, essa buceta era macia, quente e molhada, uma delícia, gemidos e ais de prazer saíram da boquinha de puta dela, comi devagar aproveitando aquele anel juvenil, enfiava até o fundo, me mexia ali e tirava de novo pra entrar fundo outra vez.
— Que puta gostosa que você é — falei enquanto penetrava ela, apalpando os peitos, beliscando os mamilos escuros e duros.
— Me arrebenta toda, papai — ela dizia gemendo — Me dá muita pica que eu adoro.
Eu sorri com orgulho e aumentei o ritmo da foda só um pouco.
Dei um tapa numa das nádegas dela e ela soltou um gritinho de satisfação, olhei de cima o cuzinho dela e acariciei ele em círculo com o polegar da outra mão, cuspi um pouco no cu dela e enfiei o dedo inteiro enquanto continuava comendo a buceta hiper molhada, juro que não acreditava, ela me olhou e sorriu, eu tava uma fera.
— Fala comigo, papai, sou sua puta — ela disse toda excitada.
Continuei comendo ela sem parar, já iam uns 20 minutos, peguei ela pelo cabelo, pelo penteado de vadia — Sim, papai, eu gosto — a Tami dizia.
Senti que ia gozar, tirei a pica e virei ela, tirei a legging e a tanga desesperado, fiz ela deitar no capô do carro e penetrei de novo, sempre até o fundo, coloquei as pernas dela nos meus ombros, estimulava o clitóris dela com o polegar, ela apertava os peitos gemendo, de olhos fechados, disse que ia gozar e acelerei um pouco, ela gritou pra não parar, pra comer ela forte e foi o que fiz. Ela gozou pra caralho, fiz ela se ajoelhar e meter minha pica na boca, me chupou como ninguém, uma verdadeira head master de alma, quando ia gozar avisei, sou cavalheiro no fim das contas. Fiz ela pegar nos próprios peitos e comecei a me masturbar enquanto ela me olhava.
—Me come quando quiser, adorei, goza onde quiser em mim, papu —
Gozei nos peitos dela, uma porrada de porra quente que ela olhava fascinada.
Beijei ela de novo, apalpava a bunda dela enquanto sentia meu gozo grudando no meu peito. Que transa boa, me enlouqueceu.
Sentamos um tempo numa cadeira, nós dois pelados nos mimando feito namorados.
—Como você come bem, Sérgio, adorei — Tami dizia enquanto me beijava e passava a mão no meu pau que já tava acordando de novo.
—Bota ele em mim de novo, papu — ela falou enquanto se ajeitava pra eu comer ela na cadeira, aí quem mandou foi ela, se mexia igual uma louca, eu chupava os peitos dela, mordia, enfiava um dedo no cu dela, coisa que ela adorava, a gente se beijava com paixão, até ela gozar de novo jogando a cabeça pra trás, ajoelhou de novo e eu peguei a boca dela até sentir o orgasmo chegando, ela engoliu tudo me olhando.
De novo os beijos, eu adorava beijar aquela putinha.
Antes dela ir embora com a bicicleta, chupei a buceta e o cu dela até fazer ela gozar de novo.
Quando cheguei em casa, minha filha me sorriu com malícia, jantamos sem falar do assunto, enquanto via TV ela me perguntou como tinha sido, contei bem por cima e ela morreu de rir, me abraçou, me beijou e antes de ir dormir falou:
—Tenho várias amigas,… papu — e foi dormir.
Dias bem agitados me esperavam.
Sou viúvo há oito anos, tenho 40, sou mecânico e tenho uma filha de 20, Daiana. Isso começou a acontecer há dois anos, tive aventuras esporádicas mas nada sério até aquele momento em que tudo mudou. Sempre fui um cara extrovertido e me mantenho bem pra idade que tenho, vou à academia dia sim, dia não e cuido da alimentação.
Tendo uma filha adolescente, tô acostumado com eles vivendo rápido e queimando etapas, felizmente ela sempre me escuta e passo toda minha experiência de rua pra ela. Ela é Extrovertida que nem eu, um pouco temperamental, fisicamente igual à mãe dela, tem várias amigas muito gostosas todas.
Uma tarde de domingo, chovia pra caralho, sentamos pra conversar bastante, ela me perguntou por que eu continuava sozinho depois de tantos anos, falei que não sabia direito, confessei minhas aventuras, e ela me encheu de piadas, perguntou se eu gostava de alguma mulher, esses jovens de hoje acham que com 40 já somos velhos, falei que gostava de todas, ela sorriu, perguntou se eu gostava de alguma mina mais nova, riu quando falei que todas eram boas. Depois de um mate, ela disse que quando eu quisesse, me entregava uma das amigas dela, palavras textuais, eu me surpreendi, ela fez cara de safada e falou:
— Olha que minhas amigas te acham bonito.
Nunca pensei que uma garota fosse reparar em mim, mas meu ego foi lá nas nuvens, "olha que você vai ter que aguentar, a gente é terrível" ela disse pra me deixar de boca aberta.
Dois dias depois, ela apareceu na oficina com uma das amigas, Tamara, uma mina magrinha que sempre usa legging pra destacar a bunda linda que tem, tem piercing na língua e um na sobrancelha, pinta de loira e tem uma carinha de puta que mata.
Tamara trouxe uma bicicleta quebrada, precisava soldar o quadro e trocar uns rolamentos, ela disse que não tinha grana.
— Paga em espécie, papai. — brincou Dai e as duas riram.
Elas se olharam com malícia, eu peguei na hora, e vi a Tami dando uma olhada no meu volume, é bem dotado, dizem, embora nunca tenha medido nem feito alarde de pau grande.
Falei pra ela vir buscar às oito, que estaria pronta.
Ela agradeceu sorrindo, me esquentou aquela carinha de putinha, já imaginava aquela boca rodeando o tronco da minha rola e comecei a ficar duro.
Desde esse momento, tudo ficou muito louco, umas horas depois recebo uma mensagem de texto da Dai, "atende o telefone e escuta", dizia o SMS.
Na conversa, minha filha falava com a Tami, a mina dizia que eu era gostoso, a frase "eu dava pra ele, fodasse." Me deixou rondando na cabeça e já imaginava ela pelada, Dai disse que quando ela quisesse que aproveitasse e a outra ria, a ligação terminou, eu continuei trampando enquanto pensava na gostosa que eu ia comer.
Dez minutos depois das oito chegou a Tami, tênis vermelho, legging preta daquelas que transparentam, e uma regata vermelha, uns peitos lindos saindo do sutiã dela.
A gente tava sozinho e tinha acabado de fechar, ela fez carinha de felicidade quando viu a bicicleta arrumada e pintada, falei pra ela subir na bike pra testar, a calcinha fio dental azul por baixo da legging pedia pra eu arrancar.
– Ficou show, Sergio. – ela falou sorrindo, enquanto eu devorava a raba dela com o olhar.
– Vão te prender nessa bike. – falei já sem filtro.
– Por quê? – ela perguntou.
– Por porte de bunda, gostosa. – falei enquanto acariciava a pele morena da cintura dela e um pouco da bunda.
Ela fechou os olhos e a minha outra mão voou pros peitos dela, fiz ela descer da bike e encostei ela num carro que eu tava arrumando, com a pica dura que nem pedra encostei na bunda dela que se mexia deliciosamente, deslizei uma mão até a virilha dela e a outra nos peitos, ela virou a cabeça e me olhou com os olhos brilhando de tesão.
Beijei ela metendo a língua na boca dela, ouvia os gemidos dela e ficava mais louco, que mina gostosa eu ia comer, tirei a regata dela e deixei ela de sutiã, ela tirou ele em dois segundos, ainda de costas, abaixei a legging e a calcinha fio dental, fiz ela se inclinar e a bunda toda ficou na minha frente, me enfiei de vez entre as nádegas dela, que perfume de mina quente, meti a língua na buceta molhada, mexi um pouco, chupei a bunda dela enquanto ela tremia toda.
Na hora me levantei e abaixei calça e cueca de uma vez, enfiei a pica de uma só vez, essa buceta era macia, quente e molhada, uma delícia, gemidos e ais de prazer saíram da boquinha de puta dela, comi devagar aproveitando aquele anel jovem, enfiava até No fundo, eu me remexia ali, tirava e enfiava de novo até o fundo.
— Que puta gostosa você é — falei enquanto penetrava ela, apalpando os peitos, beliscando os mamilos escuros e duros.
— Me arromba toda, papai — ela dizia gemendo. — Me dá muita pica que eu adoro.
Eu sorri orgulhoso e aumentei o ritmo da foda só um pouco.
Dei um tapa na bunda dela e ela soltou um gritinho de satisfação. Olhei de cima o cuzinho dela e acariciei em círculo com o polegar da outra mão, cuspi um pouco no cu dela e enfiei o dedo inteiro enquanto continuava comendo a buceta toda molhada. Juro que não acreditava, ela me olhou e sorriu, eu tava feito uma fera.
— Fala comigo, papai, sou sua puta — ela disse toda excitada.
Continuei comendo ela sem parar, já iam uns 20 minutos. Peguei ela pelo cabelo, aquele penteado de vadia. — Isso, papai, eu gosto — dizia a Tami.
Senti que ia gozar, tirei e virei ela. Tirei a legging e a calcinha dela na desesperação, fiz ela deitar no capô do carro e penetrei de novo, sempre até o fundo. Coloquei as pernas dela nos meus ombros, estimulava o clitóris dela com o polegar, ela apertava os próprios peitos gemendo, de olhos fechados. Ela disse que ia gozar e eu acelerei um pouco. Ela gritou pra eu não parar, pra comer ela forte, e foi o que fiz. Ela gozou pra caralho. Mandei ela se ajoelhar e enfiar minha pica na boca. Ela me chupou como ninguém, uma verdadeira fã de boquete. Quando eu tava perto de gozar, avisei — sou cavalheiro, afinal. Mandei ela segurar os peitos e me masturbei enquanto ela me olhava.
— Me come quando quiser, adorei. Goza onde quiser em mim, papai.
Gozei nos peitos dela, porra quente pra caralho, que ela olhava fascinada.
Beijei a boca dela de novo, apalpava a bunda enquanto sentia minha porra grudando no meu peito. Que transa boa, me enlouqueceu.
Sentamos um tempo numa cadeira, os dois pelados, nos mimando feito namorados.
— Como você transa bem, Sérgio, adorei — dizia a Tami enquanto me beijava e passava a mão no meu pau. ganzo que já estava acordando de novo.
—Coloca de novo, papai.— ela disse enquanto se ajeitava pra eu comer ela na cadeira, ali quem mandava era ela, se mexia como uma louca, eu chupava os peitos dela, mordia, enfiava um dedo no cu, coisa que ela adorava, a gente se beijava com paixão, até que ela gozou de novo jogando a cabeça pra trás, se ajoelhou de novo e eu peguei a boca dela até sentir que ia gozar, ela engoliu tudo me olhando.
De novo os beijos, eu adorava beijar aquela putinha.
Antes dela ir embora com a bicicleta, chupei a buceta e o cu dela até fazer ela gozar de novo.
Quando cheguei em casa, minha filha me sorriu com malícia, jantamos sem falar do assunto, enquanto via TV ela me perguntou como tinha sido, contei bem por cima e ela morria de rir, me abraçou, me beijou e antes de ir dormir me disse:
—Tenho várias amigas,… papai.— e foi dormir.
Me esperavam uns dias bem agitados.
18 comentários - filha que se entrega
si tenes tiempo pasa por mis relatos
muy muy bueno!!!
Jajajajaja