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Compêndio ISei que é errado reclamar, mas sou um cara que curte peitos e, bem... mesmo adorando que a Amelia seja uma safada que gosta de dar a bunda, ainda tenho meu drama com os peitões enormes dela.
“Tá acontecendo alguma coisa com você?” ela me perguntou, enquanto vestia as calças.“Não, não se preocupa!” respondi, meio desanimado.
“Vamos, Marco! Me conta! Sei que tem algo te incomodando!” ela dizia com aquele olhar de menina.
Eu preferia me vestir. A gente tava no pomar dela. Já tinha comido a buceta dela duas vezes e o dia começava a escurecer.
“Já… não gosta mais da minha bunda, né?” ela falou, com um olhar triste.
“Não, não é isso! É bem o contrário!” falei, beijando a bochecha dela.
“Então?”
“Bom… são seus peitos.” falei, meio envergonhado.
“Meus peitos?... pensei… que você gostava muito dos meus peitos.” ela dizia, como se tentasse protegê-los.
É que esse é o meu problema!... olha, você é uma garota muito gostosa, com uns peitos deliciosos... e bom... eu sei que você curte mais pela bunda... do que pela frente." Falei, meio envergonhado."Mas... isso é normal, né?... eu adoro quando você mete por trás." Ela disse, meio assustada.
"Sim... é normal ter uma preferência..." falei "E claro, com uma raba igual a sua, ninguém resiste..."
"Mas?" ela disse, sentando no tronco e se cobrindo com a jaqueta.
Agora ela parecia mais adolescente. Acho que ter tantas experiências bizarras fez ela amadurecer de algum jeito.
"É que é difícil!" confessei "Por um lado, acho ótimo que você goste por trás, mas o ruim é que nunca posso ver seus peitos."
Ela sorriu.
"Bom... você sabe que sempre pode tocá-los, quando quiser..." ela disse, levemente envergonhada.
"Pois é, eu sei! Mas por isso queria fazer mais vezes na sua bucetinha."
"Na minha bucetinha?" perguntou envergonhada. "Mas eu gosto... que você faça por trás... porque consigo sentir quando você goza..."
"E eu também curto... mas sinto falta de ver seus peitos."
Ela me olhou meio triste.
"Sim, eu sei. Mas dói um pouco... quando a gente faz pela frente..."
"Eu não sabia! Você não me contou!" abracei ela e beijei, e deitamos de novo.
"Se quiser... pode fazer um paizuri... como você gosta..." ela disse, com aquela ternura de menina.
"Seus paizuris são gostosos, mas sinto falta de ver seus peitos e seu rosto."
"Meu... rosto?" ela disse, meio envergonhada "Mas... se meu rosto não é tão bonito... como o da mamãe ou da Marisol..."
"Eu gosto do seu rosto." falei, acariciando as bochechas dela. "Seus olhos, são tão inocentes; suas bochechas, são macias e rosadas; seus lábios, são carnudos e doces."
Começamos a nos beijar. A Amélia fica tão linda quando fica vermelha, que não consigo evitar beijá-la.
"Eu também... sinto falta de como você me beija." ela dizia, entre beijos "minha boca se sente... tão bem..."
Minhas mãos começaram a descer pela cintura dela e subiram por baixo da blusa.
"Eu gosto... de como você toca meus peitos." ela me disse, fechando os olhos e soltando um longo suspiro.
"Sinto que suas mãos querem fazer mais com eles, mas me respeitam."
"É que eles são seus." eu disse, beijando o pescoço dela, enquanto soltava o sutiã.
"Eu antes odiava eles... achava que minha irmã tinha sorte e me sentia mal por serem tão grandes... mas..."
Ela virou o rosto devagar, como se evitasse me olhar.
"Mas?"
"Mas você disse que gostava de peitos grandes e eu também comecei a gostar deles."
Eu os acariciava por baixo da blusa dela, amassando-os de leve.
"Meu professor... também gostava de tocá-los... mas era como você dizia..." ela falou, começando a chorar. "Eu não queria que ele tocasse... era muito violento e doía... mas ele não me ouvia... e eu pensava 'Tomara que alguém possa me ajudar. Ninguém está me ouvindo'... e você chegou, naquele dia na minha escola."
Eu acariciei ela. Embora tivesse passado pouco tempo e fôssemos quase namorados, não tínhamos tido a chance de discutir esse assunto.
"Você foi tão doce comigo! Sempre tive inveja da Marisol, porque todo mundo gostava de você e você era um garoto esforçado e inteligente, mas eu era tímida demais pra falar com você. Lembro que morria de medo de te encontrar em casa e meu único desejo era sair correndo. Acho que por isso comecei a correr."
Eu lembrava das inúmeras vezes que cumprimentava ela e ela fingia não me ver.
"Não sei se minha irmã soube, mas minha mãe tinha razão quando disse que eu me tocava quando você vinha." Ela me disse, com aquele leve rubor nas bochechas. "Não sei por que fazia isso. Sentia que era gostoso pensar em você, enquanto passava minhas mãos por lá."
Eu beijei ela.
"Quando você veio morar com a gente, tentei te ignorar, mas não conseguia. Te via tão triste por causa da Marisol, que não queria te contar o que sentia, pra não te preocupar mais... mas aí, percebi que você me via, me ouvia e se importava comigo. Quando a diretora me mandou chamar por causa das minhas camisas. Me senti tão feliz, que quis me mostrar mais pra você. Por isso pedi tantas coisas, ao ver quanto dinheiro você tirava, mas aí, minha mãe me disse que eu estava abusando e abri os olhos. Mesmo assim, você tinha me ouvido e nos deu o dinheiro do mesmo jeito. Lembro que você disse que era pelo meu aniversário…” ela começou a chorar, de novo “Meu pai nem lembrou de me dar um presente naquele dia…”
Tirei uma das minhas mãos da blusa dela. Enquanto uma se divertia com a auréola e o mamilo, a outra acariciava suas bochechas macias.
“No mesmo dia que usei minhas camisas novas, meu professor me mandou chamar. Ele gritou comigo, dizendo que meus exercícios não eram bons e que eu precisava praticar. Eu me assustei e pedi pra ele me ensinar. Era estranho. Sentia que ele se agarrava muito em mim, especialmente na minha bunda e pelo jeito que tocava meus peitos.”
Minha pobre e inocente Amélia chorava. Eu secava as lágrimas dela, mas no fundo, sabia que era necessário que ela me contasse tudo.
“Ele me disse que era culpa do uniforme. Que eu devia trazer um mais curto, pra ver se conseguia acertar melhor… mas eu tentava e meus arremessos saíam do mesmo jeito… o professor praticava comigo e colocava a mão por baixo da minha blusa, tocando meus peitos e apertando até doer. Ele dizia que eu devia fazer meus arremessos com os peitos assim apertados, mas eu não conseguia… Doía muito apertar tanto!…”
Abaissei minhas mãos e abracei ela pela cintura. Ela soluçava, mas pelo menos se sentia melhor.
“Pedi pra minha mãe praticar comigo, mas meus arremessos saíam do mesmo jeito. Meu professor insistia que eu praticasse com ele, todos os dias, ou ele me suspenderia por me vestir indevidamente e me reprovaria. Minha mãe tentou argumentar com ele, mas…”
O choro dela partia meu coração.
“Minha mãe não falava comigo e só a Violeta parecia me ouvir em casa. Eu tentava treinar sozinha, mas não melhorava… até o dia que você chegou.” Ela parou de me abraçar e me deu um daqueles beijos ternos e inexperientes dela. “Sabia que você queria me ajudar,” mas não queria te falar nada. Se a mamãe tinha ficado brava, não queria que você também me odiasse. Continuei treinando sozinha, mas você chegou do meu lado e tentou. Me disse que meu arremesso era perfeito e eu podia ver nos seus olhos a sua felicidade, queria acreditar em você… de verdade, queria acreditar… mas eu não sentia a dor nos meus peitos que sentia quando fazia com o professor.
Amelia enxugava as lágrimas, enquanto beijava suas bochechas.
“Naquela noite, me senti tão feliz quando você me disse que você e minha irmã me amavam. Eu não estava sozinha no mundo e, com todo o meu coração, não queria que você fosse trabalhar. Mas você me disse pra não me preocupar e que no dia seguinte, as coisas iam melhorar… Não conseguia acreditar em você! Eu já sabia o que ia acontecer!… minhas aulas acabaram e eu me troquei. Quando te vi, não queria que você me visse vestida daquele jeito… Me sentia tão suja!… Vi seus olhos e soube que você já sabia de tudo. Não queria que você se arriscasse! Ele era muito grande e forte, mas você estava decidido. Você viu tudo tão claramente… não sei como você fez… mas você disse tudo o que ele tinha feito e, mesmo ele ficando bravo, você não me deixou…”
Ela começou a choramingar de novo. Eu abracei ela, pra ela saber que eu não tinha abandonado ela. Até eu sentia que estava chorando.
“Quando ele te bateu, eu queria morrer. Tentei te ajudar, mas ele era forte demais. Eu chorava, porque te vi sem respirar e pensei que você tinha morrido… por tentar me ajudar… e eu chorava… chorava… tão alto… mas aí, você pegou na minha mão. Vi seu rosto inchado e você fez uma cara tão doce… como se estivesse me pedindo pra parar de chorar…”
“Já, já, coração! Tá tudo bem agora!” eu falei, abraçando ela com força.
“Você se levantou e eu te ajudei a andar… mas vi seu olhar… você estava com o rosto inchado e todo machucado… mas ainda não tinha medo. Você estava tão calmo!… pegou o que sobrou do seu celular e me pediu pra andarmos até a porta… pensei que a gente fosse fugir… Mas você gritou com ele e desafiou ele de novo!… achei que você era um idiota… que ele ia te matar ali mesmo… mas você estava tranquilo… bem relaxado…”
Ela se aninhou nos meus braços. Começava a se acalmar.
“Quando chegamos na delegacia, pensei que tudo tinha acabado. Mamãe me viu e me abraçou, como quando eu era pequena de novo. Aí veio o policial e disse que não era suficiente. Eu estava destruída, e mamãe também, mas você continuava calmo. Abriu sua jaqueta e tirou aquele presente… mesmo naquela hora, você tinha lembrado de mim, Marco! E me disse, com uma tristeza genuína nos olhos… que não poderia me dar… Seus olhos, tão tristes!… e eu estava tão feliz que você não tinha morrido.”
Ela me empurrou para o lado e tirou a camiseta, deixando eu ver, de novo, aqueles peitões enormes e gloriosos.
“Foi aí que eu quis que você fosse meu namorado. Naquele momento, eu soube que queria ser sua, Marco, e que desejava, no fundo do meu coração, que você me enxergasse. Por isso eu te amo, Marco! Por isso, meus peitos são seus, pra sempre.”A gente deitou mais um tempo e ele deixou eu apalpar eles, até eu sentir que não sentia mais falta.Próximo post
1 comentários - Seis por Oito (41): Meu dilema com a Amelia