Seis por Oito (32): Sem pacote, sem presente!




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Compêndio IEu tava bem preocupado da Amelia estar me chupando. A técnica dela não é ruim e a execução é quase impecável (embora, de vez em quando, ela dê uma mordidinha leve), mas na hora da gozada, tudo ia pro caralho.

Não quero entrar em detalhes (porque, francamente, tento apagar essas imagens da minha memória), mas o grande erro dela é não saber parar. Com sorte, ela conseguia enfiar sem problemas metade da pica na boquinha dela, mas ela é obcecada em me fazer um boquete de garganta profunda, mesmo não sendo capaz.

Por isso, na última vez que tivemos aquela sessão interminável de 5 horas seguidas, ela passou fácil umas 3 tentando me dar prazer oral. Mas, na hora de gozar na boca dela, de um jeito ou de outro meus líquidos escapavam dela e não era tão gostoso quanto eu esperava. Por mais que a Verônica e eu falássemos pra ela não fazer, ela ficava obcecada e queria fazer, até conseguir.

E naquela manhã, não seria diferente…

“Amelia, deixa eu gozar fora! Não engole não!”

Mas ela não obedeceu e me forçou a gozar na boca dela. Por um momento, achei que ela tinha conseguido e pensei que ia engolir… mas não foi assim.

“Calma, já! Tá tudo bem!” eu dizia, tentando acalmá-la.

“Não, não tá! Pensei que ia conseguir!” ela chorava.

“É que é muito pra sua boquinha!”

“Sim, mas você gosta!” ela me dizia, com os olhos cheios de lágrimas.

Na real, sempre gozei pra caralho. Acho que foi porque sempre bebi muita água (bebo mais de 2 litros por dia, então quando mijo, pareço um canhão laser e minhas bolas sempre incham, porque seguro ao máximo), sempre vi hentai desde moleque, me masturbava umas 4 a 5 vezes por dia e, como bom nerd, perdi a virgindade bem tarde.

“Você me assustou pra caralho! Achei que tava se engasgando…” falei, tentando consolá-la.

“Eu queria te fazer feliz!” ela cobria o rosto, pra eu não ver.

“Bom…!” falei, pensando.

Tinha um tempinho. Deitei ela na minha cama e tirei a A camiseta do pijama. Era algo que eu queria fazer desde a vez que ela deixou eu apalpar os peitos dela…
Seis por ocho (32): ¡Sin paquete, no hay regalo!“O que você tá fazendo?” ela me perguntou, ao ver como eu encaixava meu pau entre os peitos dela.

“Só se preocupa em manter eles apertados.” Eu falei e comecei a bombar.

“Tá…bom!” ela dizia, com um pouco de vergonha.

O paizuri dela era excepcionalmente melhor que o da Pamela. Como eu já disse, os peitos dela são bem maiores e, como ela não tem muita experiência, são mais macios que os da Pamela, então ela não precisava se preocupar em deixar escorregar do meu pau, enquanto a Pamela lambia pra evitar isso.

“Tô fazendo cócegas em você!” ela dizia, rindo.

“Que bom…que você goste!... Isso é tão…gostoso!”

“É…vejo nos seus olhos” ela falava, com aquele olhar inocente e calmo.

“O que é isso?” ela exclamou, surpresa.

Minha cabeça já estava aparecendo. Os olhos surpresos dela me enchiam de tesão.

“É um ‘sorvete de carne’!” ela disse, com aquela voz de menina, mas lambendo com muita vontade.

Os lábios dela eram de derreter. Eu tava no sétimo céu… e ela chupava com gosto.

Não demorou muito pra eu gozar na boca dela. Pela primeira vez, ela conseguiu engolir tudo, sem deixar nada. Tava tão feliz.

“Feliz aniversário, amor!” eu falei, ainda ofegante.

“Obrigada! Tô tão contente!... Você acha que a gente tem tempo pra…?”

Ela apontou pros preservativos. Olhei o relógio e já tinha que tomar banho.

“Não, amor! Não dá!” o rosto dela ficou triste “Mas se você quiser, a gente pode tomar banho junto.”

“Juntos?” ela disse, corando.

Ela é tão fofa! Quer transar e tem vergonha de tomar banho no chuveiro comigo!

“Bom, você tá toda melada. Não pode ficar assim…”

“Tá bom, se você diz…”
peitoesAo amassar aqueles peitos lindos, brancos e majestosos, meu pau começou a endurecer de novo. Enquanto ensaboava as coxas dela e a bucetinha, ela também começou a acariciar o meu.

"Será que não dá mesmo?... Só um pouquinho!"

Já estava segurando ele pela base e começou a roçar entre os lábios dela. Dava pra sentir o roçar daquela intimidade peluda...

"Não, sério, não posso!... Mas também não dá pra ficar assim... Você podia chupar ele de novo, por favor?"

Os olhos dela brilharam de alegria e ela começou a lamber ele de novo. Foi um puta alívio.

Ela me olhava nos olhos, enquanto enfiava meu pau na boca, com aqueles olhos verdes cheios de gratidão.

Dessa vez ela fez com mais jeito, determinação e energia. Lambeu sem parar, sempre olhando nos meus olhos, como se lesse quando eu ia gozar, e de fato, essa segunda gozada também foi um sucesso, ela tomou todo o meu leite e deixou meu pau limpinho.

"Esse é o melhor aniversário da minha vida inteira!" ela disse, enquanto limpava os lábios.

Ajudei ela a se levantar e beijei, aproveitando pra apalpar uma última vez aqueles peitos gloriosos.

"E isso que ainda nem começou! Espera até eu voltar do trabalho!"

O rosto dela se iluminou como a menininha de sempre.

Enquanto ela se secava com a toalha, eu peguei a minha e pulei pro meu quarto. Se ficasse mais tempo, com certeza ia me atrasar e ia acabar fazendo algo sem camisinha.

Mal cheguei no terminal. O ônibus estava estacionando no ponto marcado. A Sônia me olhava bem séria.

"Você se atrasou! Aposto que foi por causa da sua sogra!" ela disse, bem puta.

"Não!... É que o chuveiro estava muito gostoso" respondi com honestidade.

Ela vestia uma blusa azul elétrica decotada, com uma saia de couro até o joelho, que destacava a raba bem feita dela. O resto do pessoal olhava, mas ela mantinha todo mundo na linha com aquele olhar frio de intelectual de óculos.
FelacaoDurante a viagem, perguntei o que tinha rolado no dia anterior. Na real, ia perguntar na volta pra cidade, mas meu corpo tava moído demais pra encher o saco.

Ela disse que, como eu sempre falava pra ela aproveitar as oportunidades, resolveu seguir o próprio conselho. Isso me deixou ainda mais confuso.

Ela confessou que sempre me achou diferente. Preferia sair comigo porque se sentia segura. Eu não olhava pra ela como os outros caras, tratava ela como uma amiga de verdade.

Nós dois sabíamos dos rolos um do outro e respeitávamos isso. Conforme a amizade foi crescendo, comecei a me soltar mais sobre meu relacionamento com a Marisol, contando minhas dúvidas e fantasias, já que queria saber a visão dela como mulher.

Mesmo sendo uma profissional disciplinada e inteligente no trampo, a Sonia adorava usar brinquedos sexuais e experimentar vários fetiches, coisas que o Fernando não fazia ideia.

Vendo que eu era tão sincero com minhas dúvidas, ela se sentiu à vontade pra compartilhar esse lado oculto comigo, sem medo de que eu fosse passar dos limites ou abusar da confiança, porque no fundo eu queria aprender a ser um amante melhor.

Foi na mesma época que me mandaram visitar a tal gostosa que ela terminou com o Fernando, porque ele se descobriu gay. Depois do que rolou com meu chefe, ela achou que eu nunca faria uma parada daquelas.

Foi aí que ela percebeu os sentimentos escondidos que tinha por mim, bem na véspera de me perder.

Quando voltei e contei sobre a experiência com minha sogra, ela viu a chance de tentar algo comigo, então resolveu me dar corda naquela relação, esperando que desse merda, pra poder fazer o movimento dela.

Mas o plano dela explodiu na cara dela quando, pouco tempo depois, contei o que tinha rolado com a Pamela.

Vendo que todas estavam se divertindo comigo, mas eu continuava o mesmo, ela decidiu tentar a sorte quando eu apaguei, me fazendo um boquete. o hospital.

Tinha sido um alívio pra ela que, mesmo eu tendo acordado e falado com ela, eu não lembrava de nada do que tinha acontecido e que a gente continuava sendo amigo do mesmo jeito. Mas ela já não sentia o mesmo por mim.

Ela ficou surpresa que eu sabia da memória fotográfica dela, um dom que ela tentou esconder por muito tempo, já que tinha custado a paciência de muitas amizades e colegas, tanto da escola quanto do trabalho.

Ela percebeu que eu via nela algo que os outros não enxergavam e que, além disso, eu me atrevia a apostar nessas habilidades, mesmo no momento em que ela podia decolar por conta própria.

“E bom, quando te vi dormindo, te achei tão fofo, que tinha que te agradecer de algum jeito…” ela disse, meio envergonhada.

Eu sentia um calor no coração e estava surpreso. Eu também gostava dela, mas muito parecido com o que aconteceu com a Amélia, nunca tinha visto ela fora do contexto de amiga.

Pode soar meio sem vergonha, mas eu acho que a infidelidade é uma parada mais da mulher do que do homem. No fim das contas, são elas que decidem com quem e quando querem transar e, diferente de muitos amigos que já tive (embora tenha exceções), a grande maioria segue aquele “Código implícito de camaradagem”, onde, não importa o quão gostosa seja a namorada de um amigo, a gente não olha, porque é a namorada do amigo.

As mulheres parecem não ter essa parada…

Enfim, naquele dia a gente entrou no trabalho com uma certa tensão no ar. As cartas já estavam na mesa, mas nenhum dos dois queria agir sobre isso.

A gente foi almoçar e, de novo, voltou pro escritório…

Daí a pouco, abriu uma janela no meu computador. Era uma mensagem do supervisor da obra, pela intranet.

“Prezado, como vai?”

“Bem… bem. Só um pouco de calor, nada mais.” Respondi meio nervoso.

“Ei, cachorro!, queria te avisar que a gente teve um acidente na cutie.”

Eu me assustei.

“Um acidente? Foi algo grave?”

“Não, Camarada!" respondeu o chefe, sorrindo da minha preocupação "Já era algo que a gente esperava. Queimou um grupo gerador dentro da cutie. Deu um pequeno incêndio, mas controlaram rápido. O problema é que caiu a capacidade do sistema e a gente precisa ventilar a fumaça, então tão desviando a energia de todos os departamentos secundários pra tentar suprir a demanda do sistema de ventilação. Por isso que te chamei, porque os administrativos vão ter que ir embora mais cedo."

"Ah, já entendi!" falei olhando o relógio. Ainda faltavam duas horas pra nossa saída oficial.

"Então arruma suas coisas e avisa a 'putinha' da sua colega pra vocês irem. O ônibus vai sair daqui a pouco."

"Ô, muito obrigado por avisar! A gente se vê amanhã!"

"Tchau!"

E o supervisor desligou.

"Que mal-educado!" disse a Sônia, meio irritada "Falar que eu sou putinha!"

"É, eu também concordaria com você, mas você estar me chupando debaixo da escrivaninha dá razão pra ele."

"É meu horário de almoço!" ela me respondeu, passando a língua de novo.

Quando gozei na boca dela, ela me beijou na bochecha.

"Que pena!... teria adorado provar pelo outro buraquinho."

"Desculpa, amor! Não trouxe camisinha..." falei, abrindo os braços "Sem pacote, não tem presente!
cunhadaEla riu. Pegamos nossas coisas e vazamos...Próximo post

1 comentários - Seis por Oito (32): Sem pacote, sem presente!

Sera que tu suegro quiere conquistarte con su trabajada actitud de tacaño