Um final sem gozar

Estávamos esperando a vitória local nas PASO, nos reunimos no salão de baile do hotel Constelação da nossa cidade, aguardando os resultados e garantindo a reeleição. Eu estava com minha esposa, que militava e trabalhava para o "Lucho", que estava na batalha para manter a cadeira dele no Conselho Deliberante. Os dados eleitorais diziam que estávamos cabeça a cabeça, então foi uma noite cheia de tensão no grande salão de baile. A gente tinha investido uma grana preta na campanha do nosso candidato à reeleição. Os primeiros números não mostravam boas perspectivas, e minha frustração também aparecia na minha esposa. Estávamos lá, feito uns trouxas, tomando uma cervejinha, quando eu soltei um "Porra", já meio alterado: "nenhum filho da puta vai tomar o lugar do Lucho, e se isso acontecer, estamos ferrados". Preciso esclarecer que sou um empresário de PME, de meia-idade.

Precisava de um ar fresco, então levantei da cadeira... Fui até o quarto onde o Lucho estava, no segundo andar do hotel. Bati na porta, que já estava aberta por um moleque da juventude... O Lucho tava sentado numa cadeira perto da cama, vendo os resultados na televisão... Ele se inclinou um pouco e disse: "ainda é cedo, acho que vai ser uma noite longa". Olhei pra cima e falei: "concordo, o que a gente precisa é relaxar um pouco e deixar a tensão de lado". Depois de estar envolvido na política, eu conhecia algumas vantagens, e estávamos prestes a aproveitar uma dessas vantagens naquele momento. O Lucho levantou e fechou a porta do quarto de hotel. Agora estávamos só nós três. Um dos benefícios de ser um militante comprometido é conseguir as vantagens da proximidade com o candidato nas PASO. O Lucho, sozinho, não perdeu tempo e foi olhar um site pornô na internet, esquecendo da contagem dos votos... A mão dele, fora da calça, apertava a ereção. Num instante, fiquei pasmo... Me aproximei. Cara, eu tava de militante e, na empolgação da página, comecei a beijar ele na boca. Quando percebi que minha língua tava beijando sem jeito, comecei a tremer. Tirei o cinto e abri minha calça pra aliviar o pau duro. Minha rola não é enorme, mas na minha idade ela fica dura, e a chupada do moleque era necessária. Empurrei ele pra baixo, de joelhos, e guiei meu pau na boca dele. Segurei a nuca enquanto ele me chupava igual um louco... A boca dele já sabia o caminho na minha pica, balançando pra cima e pra baixo no meu membro duro... Já tava escorrendo porra, e o Lucho, com a braguilha aberta, tirou meu pau da boca do militante e enfiou a rola dele na boca: "Chupa aqui, moleque", ele disse enquanto gemia. O Lucho tava doidão enquanto o cara chupava o pau dele, então ele soltou a fivela do cinto e baixou a calça até os joelhos. Tô pronto pra comer ele, viro ele de cu e enfio. Quando gozo bem no cu dele, ele tira o pau da boca do militante... Eu fico de joelhos e, com a mão, pego a pica do Lucho e guio até meu cu. Me contorço um pouco, mas ele me penetra, me segura pela cintura e enfia fundo o pau no meu cu... Começo a trepar com o Lucho até ele gozar e cair de joelhos. Aí o moleque leva o pau dele na boca e chupa todo o leite... O Lucho, entre gemidos, não sei se caiu de joelhos exausto ou porque tem 63 anos, afinal, ele tá ficando velho. Adoro comer um cu apertado, algo que minha esposa nunca quer me dar... Mas o moleque tava me deixando duro de novo, então falei: "Pega, moleque". Gemi quando enfiei bem no fundo do cu dele. Os gritos abafados saíam sem fôlego, porque ele tava chupando o pau do Lucho. Eu tava perto de gozar, dava pra sentir o esperma prestes a explodir no cu dele. Com mais umas metidas, explodi fundo naquele cu maravilhoso do militante até fazer ele perder o ritmo chupando a pica do Lucho. Segurei minha cabeça baixa no chão acarpetado com um vazio nos ovos depois de gozar naquela maravilha. Lucho queria levar ele pra cama... O puto com as calças caídas nos tornozelos ainda tá de camisa, gravata e paletó, mas seguindo a ordem chega na cama... Lucho puxa as calças dele e monta, abrindo as pernas dele... As calças do Lucho também mostram as dobras até os tornozelos enquanto ele enfia no novinho na cama... Ele tem as pernas dele sobre os ombros enquanto bombeia fundo no cu... Enquanto o puto geme, Lucho beija ele na boca... Saindo dele, que também geme "toma minha pica, vagabundo", não demorou muito pra eu me excitar de novo. Caminhei até o lado da cama, agarrei ele pela cabeça e meti minha pica mole de novo na boca dele, eu de frente pro Lucho que continua enfiando no cu... Com um último gemido, vejo ele gozar no cu... O puto consegue levantar minha porra, obriguei ele a engolir a saliva enquanto o resto escorre pelo canto da boca dele. O militante ficou estirado na cama... calças pra baixo, camisa, gravata e jaqueta ainda nele... mas a roupa dele tá encharcada de porra. Lucho arrumou um pouco as coisas, abriu a porta e saí do apartamento do segundo andar com cara de aqui não aconteceu nada e voltei pra baixo com minha esposa que espera na nossa mesa.

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