Pamela é uma gostosa complicada...




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Compêndio ITem coisas que não mudam...
"Tira essa cara dos meus peitos!" Pamela gritou ao acordar.
Ela estava envergonhada. Dizia como eu podia ser tão tarado a ponto de despir ela e deixar os peitos dela à mostra.
Pamela é uma gostosa complicada...Seria inútil explicar como aconteceu. Marisol já tinha ido embora há um tempo, e sem ela, não acreditaria no que aconteceu.

Mas, apesar de tudo, eu sorria. Era bom vê-la de novo naquele seu ar de amazona espanhola. Ela me agradeceu por tê-la defendido, mas disse que isso não me dava o direito de ficar olhando para os seus peitos quando eu quisesse.

"Não sou sua putinha para você ficar tirando minha roupa enquanto durmo, mas se quiser se aconchegar do meu lado para satisfazer seus desejos doentios, não tenho problema nenhum!", ela disse, fingindo estar brava.

Nos aconchegamos "de colher", mas poucos segundos depois, ela falou:

"Vamos! Põe a mão aqui!", ela disse, colocando-a sobre seu clitóris. "Para você ver que é indiferente para mim como você me toca!"

Eu já estava começando a entender para onde a história estava indo...

Depois, ela pegou meu braço engessado e o colocou sobre um de seus seios.

"Pronto! Para você ver que não guardo rancor!"

E por último, o golpe de misericórdia...

"E já que você gosta tanto, serei generosa e deixarei que você me coma pelo cu, mas só uma vez...", ela disse, embora fosse a própria mão dela que procurava meu pau para inseri-lo no buraco apertado.

"Você é tão generosa!", eu disse, sorrindo.

"Nem... me... fale!", ela dizia, aguentando a dor, enquanto começava a mover os quadris.

À medida que eu a penetrava, ela continuava reclamando do meu "péssimo desempenho".

"Que... enfie... o dedo... na minha buceta... para você... ver... que estou seca...!", ela dizia, embora eu pudesse sentir sua umidade, já que tocava seu botãozinho como se fosse um solo de guitarra imaginário...

"Que não... aperte... meus peitos!... Não sou... vaca...!", ela dizia, mantendo meu ritmo.

"Mas... se eu não consigo!", eu disse. O gesso me impedia.

"Você é... um... inútil!", ela disse, soltando as mãos que guiavam seu clitóris e apertando seus mamilos com força.

Pamela é uma verdadeira obra de arte...

"Não... se atreva... a meter... mais forte!... Cabrão!"

"Às ordens, senhora!"

Eu a embatia com mais força. Ela gemia de prazer intenso, enquanto seus fluidos já chegavam até a... boneca da minha mão.
“Não… vá… se… correr… na… minha… bunda… seu… bastardo!...”
Era o sinal. Gozei porra aos montes e, mesmo sem admitir, adorei sentir minha porra dentro dela.
“Você… é… um… desgraçado!... Gozou… na minha bunda… e ainda… quer que… eu te foda… com os peitos!... Você… é… um verdadeiro… porco!” ela disse, ainda ofegante.
“Eu sei… e me arrependo… mas quero… tomar um banho… antes…” falei, ainda arfando.
O olhar dela não podia estar mais bravo.
“Por… quê?” perguntou ela.
“Porque… quero que você me ajude… com algo pervertido.”
“Você é um bastardo!” ela me disse, embora seu olhar mostrasse curiosidade sobre o que eu planejava fazer.
Na verdade, eu queria tomar banho. Como sempre que os “paizuris” dela faziam minha cabeça acabar na boca dela, não achei muito higiênico ela fazer um depois de eu ter arrombado o cu dela.
Nos despimos e, pela primeira vez em semanas, vi meu abdômen: tinha músculos!
Na verdade, eu tinha malhado mesmo…
“E o que… você quer que eu faça?” ela disse, hipnotizada pelo meu pau.
peitoesA visão da sua bucetinha peludinha, seus peitos majestosos e seus olhos lascivos fizeram meu pau recuperar todo o seu esplendor.
"Lava ele pra mim!" ordenei.
"Você é um porco sem vergonha!" ela disse, sorrindo com uma cara de safada.
Pra ser sincero, tava bem difícil pra mim. Como minha mão boa estava engessada (aquela que eu usava pra me masturbar), a outra não tinha muita experiência nessas lides.
Então, com a língua pra fora, se lambendo de desejo, ela começou a esfregar a espuma com as mãos no meu pau.
Era um trabalho exemplar. Parecia que ela tava curtindo ao máximo, me dando um olhar lascivo nos olhos, esperando a próxima ordem tarada.
"Agora sim, quero que você faça!"
"Você é um animal!" ela agradeceu com o olhar.
Se ela achava que o "paizuri" anterior dela tinha sido bom, era porque não tinha experimentado a versão com dois braços funcionais.
Acho que poderia descrever como "foder uma nuvem": seus melões macios, junto com sua língua travessa e, ocasionalmente, fazendo seus mamilos convergirem na cabeça do meu pau. Definitivamente, ela era muito boa nisso.
"Acho... que vou... gozar..." eu disse, depois de alguns minutos de prazer.
"Não se atreva... a gozar... na minha boca!..." ela falou, enterrando a cabeça e lambendo como uma louca, com seus lábios suculentos.
"Não... vou...!" eu disse e enfiei meu pau na garganta dela. Ela engasgou um pouco, mas bebeu cada gota do meu leite.
"Você é um traidor!" ela disse, enquanto uma linha fina do meu gozo conectava a ponta do meu pau aos lábios dela. Era fenomenal.
"Acho... que você quer arrombar meu cuzinho de novo" ela falou, levantando sua bundinha, ao ver que meu pau ainda podia dar uma terceira rodada.
A agarrei pela cintura, beijei-a e disse que não.
"Então?" ela perguntou, um pouco assustada.
"Dessa vez, quero fazer algo diferente com você... algo que sei que você quer faz tempo."
Seu olhar se encheu de alegria.
"Só que você vai ter que me botar a camisinha..."
Nem tinha terminado de falar, e ela já tinha aberto a Pacote. Para minha surpresa, vi como ela colocava na boca e beijava meu pau até a base e, magicamente, já estava armado com minha proteção de látex.
“Você devia ensinar esse truque pra Marisol.” eu disse, ainda surpreso.
“Você é um porco!” dessa vez, ela tinha se ofendido de verdade.
Já que ela tinha colocado tanto ênfase em dizer que não era vaca, decidi penetrá-la de quatro, na frente do espelho, para contemplar seus peitos enormes e sua cara de prazer.
“Ah!...” ela exclamou, mal a ponta entrou.
“Já gozou? Que suja você é!” seus fluidos escorriam pelo meu tronco.
“Não é isso… Ah!... é que você é tão bruto… e faz… Ah!... tão mal.”
“Não se preocupe!” sussurrei no seu ouvido “Já sei seu segredo!”
A primeira vez que lambi a buceta da Pamela, me chamou a atenção que ela nunca chegava ao grande orgasmo que a Marisol chegava. No entanto, ela ficava molhada rapidinho quando eu passava a língua.
Também lembrava que quando ela ia pro quarto com os conhecidos do bar, não passava de três minutos até ela começar a gemer de prazer.
Resumindo, era uma mulher de orgasmos múltiplos, com uma vagina bem sensível…
“Você… tá… me matando!” ela dizia, gozando pela quarta vez.
Parece que ela também era bem apertada, tendo que literalmente forçar meu peso pra conseguir perfurá-la. Talvez, ela tinha tido caras com paus pequenos ou, na real, eu era um pouco mais avantajado.
“Você… tá… tão… fundo! Eu… vou… ficar… louca!”
Eu estava batendo no útero dela. Era algo incrível.
Nos movíamos com violência e ela gritava sem parar. Seus peitos balançando, agarrados na minha mão, e seu corpo, arqueando de prazer, faziam minha resistência diminuir. Eu estava quase gozando.
“Eu… vou… gozar!” eu disse.
“Eu… também!” ela disse.
“Ah!”
Acabamos ao mesmo tempo. Foi tanta intensidade, que ela caiu exausta de prazer. Ela tinha gozado umas cinco vezes…
Peguei ela nos braços e deitei na cama, pra ela dormir. Enquanto isso, tomei banho de novo e me vesti, preparei um café e fui a ver ela. Ao abrir os olhos, suas primeiras palavras foram: “Até quando você vai ficar olhando pros meus peitos?” Tem coisas que nunca mudam. Outras, felizmente, mudam. Eu tinha aprendido que a Pamela era uma garota bem complexa, mas no fundo, dava pra acostumar com ela…
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2 comentários - Pamela é uma gostosa complicada...

Genial como los otros...obvio q espero el próximo...saludos...