Me conhecia desde pequena. Me chamo Candela e ele, Bruno. Ele me viu me tornando uma adolescente, eu tinha quase quinze anos, ele tinha o dobro da minha idade. Éramos vizinhos e ele tinha uma certa amizade com meus pais, principalmente por causa das tardes e noites passadas na piscina da casa onde morávamos.
Nunca fui muito comunicativa. Além dos cumprimentos de sempre, não participava de nenhuma conversa dos adultos. Às vezes brincava com outras pessoas da comunidade. Também o peguei muitas vezes me olhando, e eu, fingindo distração, também o olhava furtivamente.
Era uma noite do início do verão. Com as férias escolares, estávamos mais relaxados e passávamos mais tempo nos jardins, os adultos tomando uma dose ou várias, conversando ou jogando jogos de mesa ou cartas.
Me levantei para ir ao banheiro. Como não gostava de usar os que tinham lá, disse que ia subir pra casa e já ficava por lá. Enquanto esperava o elevador, Bruno entrou. Como sempre, não disse nada.
Já dentro do elevador, senti ele me beijar nos lábios. Não soube o que fazer. Acho que a surpresa não me deixou reagir, mas fiquei vermelha que nem um tomate.
Saímos do elevador, nossas portas eram quase uma de frente pra outra, então o caminho fizemos juntos. Ao chegar, ele me pegou pela mão e nos olhamos sem dizer nada, então ele me beijou de novo. Um beijo mais demorado, continuei sem saber o que fazer. Ele insistiu com a língua nos meus lábios e, aos poucos, eu os entreabri um pouco. Me senti estranha, mas bem. Que um cara tão mais velho me beijasse não era minha ideia, mas também não era tão desagradável assim.
A língua dele tocou a minha e foi como um choque elétrico, minhas pernas ficaram bambas. Meu primeiro beijo de verdade, nada a ver com os que eu tinha dado com algum garoto da minha idade.
Quando nos separamos, ele acariciou meu cabelo e disse:
— Agora vai dormir.
Cada um foi pra sua casa.
Uns dois dias depois, a gente se encontrou de novo no elevador. Nos cumprimentamos como se nada tivesse acontecido. Dentro do elevador, ele me beijou de novo. Era exatamente o que eu esperava e, com certeza, o que eu queria. Aconteceu a mesma coisa da outra vez comigo.
Quando a gente saiu, ele me perguntou se podia ir na casa dele. Eu tava com medo disso, mas falei que tinha uns 15 ou 20 minutos.
Assim que entramos, ele me encostou na parede e me beijou. Eu já recebi ele de boca aberta, queria sentir a língua dele junto com a minha. Ele fez, o que eu descobri depois, um beijo de língua bem gostoso.
Me senti estranha e muito bem ao mesmo tempo. Depois ele continuou me beijando.
— Tá gostando? — ele perguntou, enquanto beijava meu pescoço.
— Tô — respondi num sussurro.
Eu já tava correspondendo aos beijos dele. Senti a mão dele acariciando minhas coxas, já que eu tava de shortinho de verão, pensei em não deixar, mas não fiz nada.
Tava morrendo de tesão.
Ele subiu até minha cintura e enfiou a mão, chegando na minha calcinha, e tocou.
— Hummm, molhadinha — ouvi ele falar.
Ele afastou a borda e tocou meus lábios da buceta. Era a primeira vez que uma mão que não fosse a minha tocava ali. Ele abriu, enfiou a ponta do dedo em mim.
Virou um pouco e os dedos dele tocaram meu clitóris. Eu senti uma coisa dura por cima do meu short, imaginei que era o pau dele. Não sabia muito bem o que fazer, então deixei ele fazer. Ele não parava de me beijar.
Pouco depois, tive um orgasmo, posso dizer que foi o melhor da minha curta vida sexual. Não é a mesma coisa você se tocar do que ser tocada, sério.
A gente trocou os números de celular, ele ficou de me ligar. Antes de sair da casa dele, ele me deu um beijo de despedida.
Preciso confessar que toda vez que lembrava do que aconteceu, minha calcinha molhava e eu me masturbava, até fiz isso dentro da piscina com algumas amigas e vizinhos por perto. Acho que isso me deixava ainda mais excitada.
Passaram uns dias e eu recebi um WhatsApp dele perguntando quando a gente podia se ver com calma. Respondi que não sabia, porque dependia dos meus pais. Combinamos que eu avisaria quando pudesse.
Dois dias depois, sábado, meus pais foram visitar um parente, então mandei pro Bruno um Mensagem pra encontrar aquela tarde num shopping perto de casa. Ela disse que sim.
Quando cheguei na cafeteria, vi ela sentada. Me impressionou, porque a postura dela era quase majestosa. Sentei do lado dela, ela tinha escolhido uma mesa estratégica que nos dava privacidade e ela tinha uma visão ampla do local (isso ela me contou depois).
Após os cumprimentos de praxe, ela me disse que, pros outros, a gente ia agir como pai e filha, pra disfarçar. Achei genial, já que nos dava uma certa cobertura. Eu sabia que o que a gente tinha feito era errado do ponto de vista das pessoas, embora eu não tivesse tanta certeza de que fosse ruim.
Pedimos um refrigerante e um café. Quando a garçonete foi embora, ela me disse:
— Candela, o que você acha das coisas que a gente fez?
— Não sei — respondi com timidez, e era verdade, eu tinha muitas dúvidas.
— Você gostou?
— Muito — respondi.
— Quer que a gente continue fazendo?
Demorei um pouco pra responder, não sei por quê, já que eu queria muito que fosse assim, os dedos dela eram geniais.
— Quero, Bruno.
— Você vai me obedecer em tudo que eu disser. Vai ter que ser uma garota obediente, Candela.
— Tá bom — respondi sem saber as implicações que aquilo poderia trazer.
— Vou te fazer umas perguntas desconfortáveis, é essencial que você responda com a verdade.
— Você é virgem?
— Sim — respondi em voz baixa, mas claro, Bruno sabia disso sem precisar perguntar.
— Já fez alguma coisa com garotos?
— Não — respondi rápido — Bom, uns beijos, mas coisa besta.
— E com alguma amiga?
— Cê tá louco? Não sou sapatão — falei ofendida.
Bruno não se abalou, só me corrigiu.
— Embora chamem assim, entre muitas outras coisas, usa melhor a palavra lésbica.
— Tá bom.
Continuamos conversando um pouco sobre coisas menos íntimas. Ela me perguntou se a gente ia pra casa dela, não sei se foi uma pergunta ou uma ordem. Mas obviamente eu disse que sim.
Quando chegamos, sentamos num sofá confortável. Ela acariciou meu cabelo e meu rosto e me pediu pra beijá-la. Das outras vezes, tinha sido ela quem me beijava, mas agora…
Senti vergonha e fiquei vermelha, mas ela Beijei. Primeiro com os lábios fechados e, aos poucos, fui abrindo eles até que as línguas se enroscaram. Fiz do mesmo jeito que ele tinha me beijado.
Enquanto isso, Bruno passava a mão nos meus peitos. Fui ficando excitada, sentindo sensações e uma umidade na minha buceta.
Numa das pausas entre os beijos, ele falou:
— Queria que você mostrasse seus peitos pra mim.
Senti um arrepio percorrer meu corpo. Seria a primeira vez. Aquilo tava indo longe e eu tava morrendo de vontade, apesar da vergonha.
Tirei a camiseta e fiquei só de sutiã na frente do cara.
— Muito bem, com certeza são lindos, mas não dá pra apreciar direito, tira o sutiã — ele disse.
Obedeci. Ele tinha falado que eu devia fazer.
Ele ficou olhando pra minhas tetas, me mandou ficar de pé. Ele também se levantou. Depois, começou a apalpar elas. Foi tipo um choque elétrico. Acariciou e, em seguida, tive a sensação de que ele tava pesando elas.
— Não são muito grandes, mas ainda vão crescer um pouco mais, então vão ficar num tamanho legal. Não curto peitos exageradamente grandes. Durinhos e nada caídos, como é de se esperar pra sua idade.
Eu tava morrendo de vergonha com aquele exame, apesar da excitação que sentia.
— Mamilo pequeno — ele continuou —, auréola rosada e proporcional. São realmente lindos.
— Sei lá, nunca vi outros — falei, dando um sorriso.
Meia verdade, porque já tinha visto algumas fotos, mas ao vivo nunca.
Ele pegou na minha mão e me levou até um espelho.
— Candela, olha seus peitos.
Me vi refletida, de frente, meus peitos pareciam não sofrer com a gravidade, hoje não posso dizer o mesmo, porque cresceram um pouco mais e eu tenho mais idade.
— São bonitos, Candela — ele disse —, repara nos detalhes e como são bem proporcionados.
Fiz isso. Depois, fez com que eu visse eles de perfil e completou:
— Toca eles.
Comecei a tocar minhas tetas. Daí a pouco, ele mandou eu beliscar os mamilos, que obviamente ficaram duros.
— Você gosta?
— Sim — falei num sussurro.
Tava morrendo de vergonha com tudo que tava rolando, mas tava muito puta. Ele afastou minhas mãos e as As mãos dele começaram a acariciar meus peitos. Era uma delícia. Depois começou a apertá-los, às vezes doía um pouco, mas naquele momento não importava.
Eu abaixei a calcinha. Uma mão nos meus peitos e a outra acariciando minha bunda, eu estava no paraíso. Mas o verdadeiro paraíso veio quando a mão dele começou a explorar a entrada da minha buceta, brincando com os lábios, enfiando um pouco o dedo e acariciando meu clitóris. Ele fez tudo bem devagar. Em pouco tempo, eu já tinha sinais claros de que não ia demorar pra gozar.
— Não quero que você goze — ele disse — Você vai ter que pedir permissão, e se não pedir, vou te castigar.
Fiquei muito surpresa com aquilo. Mas como ele tinha me mandado obedecer, foi o que fiz.
Aguentei o máximo que pude antes de dizer que queria gozar.
— Não, isso é o seu desejo — ele falou — Você não pediu permissão.
— Bruno, me dá permissão pra gozar — respondi.
Parecia uma bobagem, mas ele queria assim e eu tinha medo de contrariá-lo, senão essas situações que estavam começando a me dar tanto tesão poderiam não se repetir.
— Não — ele respondeu — Quero que você aguente mais.
Ao mesmo tempo, ele mudou o ritmo e me masturbava devagar, depois voltava a acelerar. Repetiu esse jogo umas duas ou três vezes.
Eu estava louca, com uma vontade doida de terminar, mas ele não deixava. Regulava bem, o filho da puta.
Quando menos esperava, ouvi ele dizer:
— Pode gozar quando quiser.
Acho que não levei nem dez segundos. Foi brutal, e graças a ele me segurar nos braços, senão eu teria caído no chão.
Sentamos no sofá enquanto eu me recuperava. Foi rápido. Conversamos sobre o que tinha acontecido e se eu tinha gostado — vocês podem imaginar minha resposta.
Então chegou o momento que eu tinha temido desde o começo, mas que fui aceitando que ia acontecer e que precisava rolar, não só pela obediência que ele exigia, mas porque o Bruno também tinha que se divertir.
Ele mandou eu tirar o pau dele da calça. Era enorme, ou pelo menos me pareceu, mas tava bem inchado, meia bomba, mas de Isso eu descobri depois.
— Toca ela — ele me ordenou.
Sim, era uma ordem, ou pelo menos eu entendi assim.
Eu vi e notei como foi crescendo, pensei que “aquilo” era monstruoso e que ter aquilo dentro devia ser doloroso.
Ele foi me instruindo como eu deveria fazer para dar o máximo de prazer, assim como ele tinha feito comigo. Eu estava com o rosto perto para ver tudo direitinho. Aquilo me parecia curioso e, sinceramente, vendo aquilo, fiquei excitada de novo.
— Vou gozar — ele disse de repente.
Na hora, vi o sêmen saindo e escorrendo pela minha mão. Achei desagradável, acho que por falta de costume. Quando ele terminou, afastei a mão e ele pegou uns lenços de papel, limpou o pau e eu limpei a minha mão.
Ele começou a rir. Disse que eu tinha um pouco da gozada no cabelo. Limpou e explicou que, como saía com certa força, era normal acontecerem essas coisas, que podia cair em qualquer lugar.
Já era hora de voltar para casa, me vesti e fui embora da casa do Bruno. Fui feliz, tinha me divertido pra caralho, tinha feito um homem gozar, tinha visto e tocado no primeiro pau da minha vida, e ainda por cima de um adulto, e ele me deu umas instruções para a próxima vez que a gente pudesse se ver com calma.
Passou uma semana até que a gente teve oportunidade de se ver com tempo, tirando uns toques e beijos roubados no elevador.
A gente se encontrou no shopping. Ele me convidou para tomar algo. Eu me vesti seguindo as instruções dele: uma camiseta sem sutiã e uma minissaia. A única coisa é que eu tinha que ir sem calcinha, mas fiquei com vergonha e usei uma micro fio-dental que comprei para a ocasião.
Depois, no carro dele, fomos para casa. Entrando pela garagem, não tinha perigo de ninguém nos ver, e o elevador subia direto.
Já na casa dele, ele disse:
— Você tem que ser uma garota sem vergonha. Que não sinta vergonha de nada que eu pedir, e o caminho para começar é você se acostumar a ficar pelada na frente dos outros.
Entendi perfeitamente o que ele queria, sem precisar que ele ordenasse. Tirei a roupa. Quando ele viu a fio-dental, ficou puto.
— Eu falei que você não devia usar roupa íntima. interior quando fôssemos nos encontrar.
Vi a cara de decepção dele.
— Me perdoa, Bruno — respondi — mas não consegui sair sem a calcinha fio dental.
Ele me olhou de cima a baixo.
— Se veste e vai pra sua casa. Se quiser voltar, já sabe como tem que vir.
— Por favor, Bruno, me perdoa — falei pra ver se ele mudava de ideia, mas foi em vão.
— Obedece e amadurece. De um jeito ou de outro, sua falta vai ter consequências — ele respondeu.
Saí o mais rápido que pude. Em casa, não demorei nada pra tirar a calcinha fio dental. Não tinha passado um minuto quando já estava batendo na porta dele.
Ele abriu e, sem dizer nada, foi pra sala, sentou no sofá. Eu fiquei de pé, na frente dele. Ele me olhava e de vez em quando balançava a cabeça. Parecia que estava pensando.
— Uma regra nova, Candela — foi a primeira coisa que ele disse — A primeira coisa que você vai fazer quando entrar aqui, sem eu falar nada, é se despir. Quero que você fique sempre pelada. Entendeu?
— Sim, Bruno — não sei como consegui falar, porque a voz não saía.
Não demorei nada pra ficar nua, já que tava com pouca roupa. Me senti envergonhada, mas não tentei me cobrir com os braços, não queria que ele ficasse mais bravo.
— Bem, agora vêm as consequências de não obedecer. Deita sobre meus joelhos.
— Você vai me bater? — perguntei com medo.
— Eu não chamo assim — ele respondeu — Deixei claro que ia te castigar se não obedecesse, e é o que vou fazer.
— Não quero que você me bata — falei.
— Eu também não, mas você precisa de disciplina. Tem duas opções: vir pros meus joelhos ou ir embora daqui pra sempre. Você decide.
Não queria nenhuma das duas, mas tava claro que tinha que escolher. Custou, mas fui e deitei sobre as pernas dele. Ele levantou minha bunda enquanto acariciava meu cabelo.
Quando menos esperava, levei a primeira palmada. Foi leve, não doeu, pensei que assim era suportável. Iludida. Cada palmada era mais forte que a anterior e com menos intervalo entre elas. Ouvi ele contar até 15, as últimas doeram pra caralho e até escapei algumas lágrimas.
Me incorporei. Eu não estava com raiva, mas sim humilhada pelas consequências físicas da surra. A verdade é que não era algo que eu gostasse de levar palmadas, mas também não era ruim, e senti minha buceta ficando molhada a cada tapa. Eu estava muito excitada.
Ele tirou a rola pra fora, fez eu deixar ela dura, adorei sentir ela crescer. Depois de um tempo, ele disse que íamos avançar e que queria que eu beijasse o membro dele.
A verdade é que essa ideia me deu um pouco de vergonha, eu sabia que era algo comum, mas achei que era cedo pra isso, mas também sabia que estava sendo castigada. Então obedeci. Beijei ela, primeiro pelo tronco e, seguindo as instruções dele, fui subindo até a ponta.
Com um movimento rápido, ele enfiou a rola na minha boca e disse:
— Agora chupa, como se fosse um pirulito.
Eu fiz. Bruno me deu algumas instruções.
— Muito bem, putinha. É assim que se faz — ele disse de repente.
Isso me animou e comecei a chupar com mais vontade. Eu estava gostando. Sentia o pau dele mais grosso e duro. Por um tempo, continuei com a rola na minha boca.
Ele me fez parar e, me olhando, disse:
— Vou gozar já. Vai ser na sua boca.
Não sei que cara eu fiz ao ouvir isso. Não tinha pensado nessa possibilidade, mas considerei que era lógico que fosse assim.
— Normalmente, minhas vadias engolem meu leite, mas como é sua primeira vez, vou deixar você não fazer isso — ele continuou — mas em breve você vai fazer, e mais cedo ou mais tarde, tenho certeza de que vai gostar.
Não consegui dizer nada, já que estava com a boca cheia de rola. Retomei o boquete e, enquanto o momento chegava, tomei uma decisão.
Pouco depois, notei que ele ficou tenso, a rola dele ficou mais dura e encheu minha boca de leite. Fiquei parada. Bruno começou a mover minha cabeça com as mãos.
— Continua, não para — ele dizia.
Obedeci. Ouvi ele gozando e adorei.
Engoli todo o leite dele. Decidi que, pra fazer isso no futuro, não valia a pena adiar. Não gostei nem deixei de gostar. Se ele queria assim, assim seria.
Ele fez eu sentar ao lado dele. Me beijou e que Do jeito que ele fez. Eu estava mais excitada do que antes, se é que isso era possível. Bruno sabia disso.
Nunca fui muito comunicativa. Além dos cumprimentos de sempre, não participava de nenhuma conversa dos adultos. Às vezes brincava com outras pessoas da comunidade. Também o peguei muitas vezes me olhando, e eu, fingindo distração, também o olhava furtivamente.
Era uma noite do início do verão. Com as férias escolares, estávamos mais relaxados e passávamos mais tempo nos jardins, os adultos tomando uma dose ou várias, conversando ou jogando jogos de mesa ou cartas.
Me levantei para ir ao banheiro. Como não gostava de usar os que tinham lá, disse que ia subir pra casa e já ficava por lá. Enquanto esperava o elevador, Bruno entrou. Como sempre, não disse nada.
Já dentro do elevador, senti ele me beijar nos lábios. Não soube o que fazer. Acho que a surpresa não me deixou reagir, mas fiquei vermelha que nem um tomate.
Saímos do elevador, nossas portas eram quase uma de frente pra outra, então o caminho fizemos juntos. Ao chegar, ele me pegou pela mão e nos olhamos sem dizer nada, então ele me beijou de novo. Um beijo mais demorado, continuei sem saber o que fazer. Ele insistiu com a língua nos meus lábios e, aos poucos, eu os entreabri um pouco. Me senti estranha, mas bem. Que um cara tão mais velho me beijasse não era minha ideia, mas também não era tão desagradável assim.
A língua dele tocou a minha e foi como um choque elétrico, minhas pernas ficaram bambas. Meu primeiro beijo de verdade, nada a ver com os que eu tinha dado com algum garoto da minha idade.
Quando nos separamos, ele acariciou meu cabelo e disse:
— Agora vai dormir.
Cada um foi pra sua casa.
Uns dois dias depois, a gente se encontrou de novo no elevador. Nos cumprimentamos como se nada tivesse acontecido. Dentro do elevador, ele me beijou de novo. Era exatamente o que eu esperava e, com certeza, o que eu queria. Aconteceu a mesma coisa da outra vez comigo.
Quando a gente saiu, ele me perguntou se podia ir na casa dele. Eu tava com medo disso, mas falei que tinha uns 15 ou 20 minutos.
Assim que entramos, ele me encostou na parede e me beijou. Eu já recebi ele de boca aberta, queria sentir a língua dele junto com a minha. Ele fez, o que eu descobri depois, um beijo de língua bem gostoso.
Me senti estranha e muito bem ao mesmo tempo. Depois ele continuou me beijando.
— Tá gostando? — ele perguntou, enquanto beijava meu pescoço.
— Tô — respondi num sussurro.
Eu já tava correspondendo aos beijos dele. Senti a mão dele acariciando minhas coxas, já que eu tava de shortinho de verão, pensei em não deixar, mas não fiz nada.
Tava morrendo de tesão.
Ele subiu até minha cintura e enfiou a mão, chegando na minha calcinha, e tocou.
— Hummm, molhadinha — ouvi ele falar.
Ele afastou a borda e tocou meus lábios da buceta. Era a primeira vez que uma mão que não fosse a minha tocava ali. Ele abriu, enfiou a ponta do dedo em mim.
Virou um pouco e os dedos dele tocaram meu clitóris. Eu senti uma coisa dura por cima do meu short, imaginei que era o pau dele. Não sabia muito bem o que fazer, então deixei ele fazer. Ele não parava de me beijar.
Pouco depois, tive um orgasmo, posso dizer que foi o melhor da minha curta vida sexual. Não é a mesma coisa você se tocar do que ser tocada, sério.
A gente trocou os números de celular, ele ficou de me ligar. Antes de sair da casa dele, ele me deu um beijo de despedida.
Preciso confessar que toda vez que lembrava do que aconteceu, minha calcinha molhava e eu me masturbava, até fiz isso dentro da piscina com algumas amigas e vizinhos por perto. Acho que isso me deixava ainda mais excitada.
Passaram uns dias e eu recebi um WhatsApp dele perguntando quando a gente podia se ver com calma. Respondi que não sabia, porque dependia dos meus pais. Combinamos que eu avisaria quando pudesse.
Dois dias depois, sábado, meus pais foram visitar um parente, então mandei pro Bruno um Mensagem pra encontrar aquela tarde num shopping perto de casa. Ela disse que sim.
Quando cheguei na cafeteria, vi ela sentada. Me impressionou, porque a postura dela era quase majestosa. Sentei do lado dela, ela tinha escolhido uma mesa estratégica que nos dava privacidade e ela tinha uma visão ampla do local (isso ela me contou depois).
Após os cumprimentos de praxe, ela me disse que, pros outros, a gente ia agir como pai e filha, pra disfarçar. Achei genial, já que nos dava uma certa cobertura. Eu sabia que o que a gente tinha feito era errado do ponto de vista das pessoas, embora eu não tivesse tanta certeza de que fosse ruim.
Pedimos um refrigerante e um café. Quando a garçonete foi embora, ela me disse:
— Candela, o que você acha das coisas que a gente fez?
— Não sei — respondi com timidez, e era verdade, eu tinha muitas dúvidas.
— Você gostou?
— Muito — respondi.
— Quer que a gente continue fazendo?
Demorei um pouco pra responder, não sei por quê, já que eu queria muito que fosse assim, os dedos dela eram geniais.
— Quero, Bruno.
— Você vai me obedecer em tudo que eu disser. Vai ter que ser uma garota obediente, Candela.
— Tá bom — respondi sem saber as implicações que aquilo poderia trazer.
— Vou te fazer umas perguntas desconfortáveis, é essencial que você responda com a verdade.
— Você é virgem?
— Sim — respondi em voz baixa, mas claro, Bruno sabia disso sem precisar perguntar.
— Já fez alguma coisa com garotos?
— Não — respondi rápido — Bom, uns beijos, mas coisa besta.
— E com alguma amiga?
— Cê tá louco? Não sou sapatão — falei ofendida.
Bruno não se abalou, só me corrigiu.
— Embora chamem assim, entre muitas outras coisas, usa melhor a palavra lésbica.
— Tá bom.
Continuamos conversando um pouco sobre coisas menos íntimas. Ela me perguntou se a gente ia pra casa dela, não sei se foi uma pergunta ou uma ordem. Mas obviamente eu disse que sim.
Quando chegamos, sentamos num sofá confortável. Ela acariciou meu cabelo e meu rosto e me pediu pra beijá-la. Das outras vezes, tinha sido ela quem me beijava, mas agora…
Senti vergonha e fiquei vermelha, mas ela Beijei. Primeiro com os lábios fechados e, aos poucos, fui abrindo eles até que as línguas se enroscaram. Fiz do mesmo jeito que ele tinha me beijado.
Enquanto isso, Bruno passava a mão nos meus peitos. Fui ficando excitada, sentindo sensações e uma umidade na minha buceta.
Numa das pausas entre os beijos, ele falou:
— Queria que você mostrasse seus peitos pra mim.
Senti um arrepio percorrer meu corpo. Seria a primeira vez. Aquilo tava indo longe e eu tava morrendo de vontade, apesar da vergonha.
Tirei a camiseta e fiquei só de sutiã na frente do cara.
— Muito bem, com certeza são lindos, mas não dá pra apreciar direito, tira o sutiã — ele disse.
Obedeci. Ele tinha falado que eu devia fazer.
Ele ficou olhando pra minhas tetas, me mandou ficar de pé. Ele também se levantou. Depois, começou a apalpar elas. Foi tipo um choque elétrico. Acariciou e, em seguida, tive a sensação de que ele tava pesando elas.
— Não são muito grandes, mas ainda vão crescer um pouco mais, então vão ficar num tamanho legal. Não curto peitos exageradamente grandes. Durinhos e nada caídos, como é de se esperar pra sua idade.
Eu tava morrendo de vergonha com aquele exame, apesar da excitação que sentia.
— Mamilo pequeno — ele continuou —, auréola rosada e proporcional. São realmente lindos.
— Sei lá, nunca vi outros — falei, dando um sorriso.
Meia verdade, porque já tinha visto algumas fotos, mas ao vivo nunca.
Ele pegou na minha mão e me levou até um espelho.
— Candela, olha seus peitos.
Me vi refletida, de frente, meus peitos pareciam não sofrer com a gravidade, hoje não posso dizer o mesmo, porque cresceram um pouco mais e eu tenho mais idade.
— São bonitos, Candela — ele disse —, repara nos detalhes e como são bem proporcionados.
Fiz isso. Depois, fez com que eu visse eles de perfil e completou:
— Toca eles.
Comecei a tocar minhas tetas. Daí a pouco, ele mandou eu beliscar os mamilos, que obviamente ficaram duros.
— Você gosta?
— Sim — falei num sussurro.
Tava morrendo de vergonha com tudo que tava rolando, mas tava muito puta. Ele afastou minhas mãos e as As mãos dele começaram a acariciar meus peitos. Era uma delícia. Depois começou a apertá-los, às vezes doía um pouco, mas naquele momento não importava.
Eu abaixei a calcinha. Uma mão nos meus peitos e a outra acariciando minha bunda, eu estava no paraíso. Mas o verdadeiro paraíso veio quando a mão dele começou a explorar a entrada da minha buceta, brincando com os lábios, enfiando um pouco o dedo e acariciando meu clitóris. Ele fez tudo bem devagar. Em pouco tempo, eu já tinha sinais claros de que não ia demorar pra gozar.
— Não quero que você goze — ele disse — Você vai ter que pedir permissão, e se não pedir, vou te castigar.
Fiquei muito surpresa com aquilo. Mas como ele tinha me mandado obedecer, foi o que fiz.
Aguentei o máximo que pude antes de dizer que queria gozar.
— Não, isso é o seu desejo — ele falou — Você não pediu permissão.
— Bruno, me dá permissão pra gozar — respondi.
Parecia uma bobagem, mas ele queria assim e eu tinha medo de contrariá-lo, senão essas situações que estavam começando a me dar tanto tesão poderiam não se repetir.
— Não — ele respondeu — Quero que você aguente mais.
Ao mesmo tempo, ele mudou o ritmo e me masturbava devagar, depois voltava a acelerar. Repetiu esse jogo umas duas ou três vezes.
Eu estava louca, com uma vontade doida de terminar, mas ele não deixava. Regulava bem, o filho da puta.
Quando menos esperava, ouvi ele dizer:
— Pode gozar quando quiser.
Acho que não levei nem dez segundos. Foi brutal, e graças a ele me segurar nos braços, senão eu teria caído no chão.
Sentamos no sofá enquanto eu me recuperava. Foi rápido. Conversamos sobre o que tinha acontecido e se eu tinha gostado — vocês podem imaginar minha resposta.
Então chegou o momento que eu tinha temido desde o começo, mas que fui aceitando que ia acontecer e que precisava rolar, não só pela obediência que ele exigia, mas porque o Bruno também tinha que se divertir.
Ele mandou eu tirar o pau dele da calça. Era enorme, ou pelo menos me pareceu, mas tava bem inchado, meia bomba, mas de Isso eu descobri depois.
— Toca ela — ele me ordenou.
Sim, era uma ordem, ou pelo menos eu entendi assim.
Eu vi e notei como foi crescendo, pensei que “aquilo” era monstruoso e que ter aquilo dentro devia ser doloroso.
Ele foi me instruindo como eu deveria fazer para dar o máximo de prazer, assim como ele tinha feito comigo. Eu estava com o rosto perto para ver tudo direitinho. Aquilo me parecia curioso e, sinceramente, vendo aquilo, fiquei excitada de novo.
— Vou gozar — ele disse de repente.
Na hora, vi o sêmen saindo e escorrendo pela minha mão. Achei desagradável, acho que por falta de costume. Quando ele terminou, afastei a mão e ele pegou uns lenços de papel, limpou o pau e eu limpei a minha mão.
Ele começou a rir. Disse que eu tinha um pouco da gozada no cabelo. Limpou e explicou que, como saía com certa força, era normal acontecerem essas coisas, que podia cair em qualquer lugar.
Já era hora de voltar para casa, me vesti e fui embora da casa do Bruno. Fui feliz, tinha me divertido pra caralho, tinha feito um homem gozar, tinha visto e tocado no primeiro pau da minha vida, e ainda por cima de um adulto, e ele me deu umas instruções para a próxima vez que a gente pudesse se ver com calma.
Passou uma semana até que a gente teve oportunidade de se ver com tempo, tirando uns toques e beijos roubados no elevador.
A gente se encontrou no shopping. Ele me convidou para tomar algo. Eu me vesti seguindo as instruções dele: uma camiseta sem sutiã e uma minissaia. A única coisa é que eu tinha que ir sem calcinha, mas fiquei com vergonha e usei uma micro fio-dental que comprei para a ocasião.
Depois, no carro dele, fomos para casa. Entrando pela garagem, não tinha perigo de ninguém nos ver, e o elevador subia direto.
Já na casa dele, ele disse:
— Você tem que ser uma garota sem vergonha. Que não sinta vergonha de nada que eu pedir, e o caminho para começar é você se acostumar a ficar pelada na frente dos outros.
Entendi perfeitamente o que ele queria, sem precisar que ele ordenasse. Tirei a roupa. Quando ele viu a fio-dental, ficou puto.
— Eu falei que você não devia usar roupa íntima. interior quando fôssemos nos encontrar.
Vi a cara de decepção dele.
— Me perdoa, Bruno — respondi — mas não consegui sair sem a calcinha fio dental.
Ele me olhou de cima a baixo.
— Se veste e vai pra sua casa. Se quiser voltar, já sabe como tem que vir.
— Por favor, Bruno, me perdoa — falei pra ver se ele mudava de ideia, mas foi em vão.
— Obedece e amadurece. De um jeito ou de outro, sua falta vai ter consequências — ele respondeu.
Saí o mais rápido que pude. Em casa, não demorei nada pra tirar a calcinha fio dental. Não tinha passado um minuto quando já estava batendo na porta dele.
Ele abriu e, sem dizer nada, foi pra sala, sentou no sofá. Eu fiquei de pé, na frente dele. Ele me olhava e de vez em quando balançava a cabeça. Parecia que estava pensando.
— Uma regra nova, Candela — foi a primeira coisa que ele disse — A primeira coisa que você vai fazer quando entrar aqui, sem eu falar nada, é se despir. Quero que você fique sempre pelada. Entendeu?
— Sim, Bruno — não sei como consegui falar, porque a voz não saía.
Não demorei nada pra ficar nua, já que tava com pouca roupa. Me senti envergonhada, mas não tentei me cobrir com os braços, não queria que ele ficasse mais bravo.
— Bem, agora vêm as consequências de não obedecer. Deita sobre meus joelhos.
— Você vai me bater? — perguntei com medo.
— Eu não chamo assim — ele respondeu — Deixei claro que ia te castigar se não obedecesse, e é o que vou fazer.
— Não quero que você me bata — falei.
— Eu também não, mas você precisa de disciplina. Tem duas opções: vir pros meus joelhos ou ir embora daqui pra sempre. Você decide.
Não queria nenhuma das duas, mas tava claro que tinha que escolher. Custou, mas fui e deitei sobre as pernas dele. Ele levantou minha bunda enquanto acariciava meu cabelo.
Quando menos esperava, levei a primeira palmada. Foi leve, não doeu, pensei que assim era suportável. Iludida. Cada palmada era mais forte que a anterior e com menos intervalo entre elas. Ouvi ele contar até 15, as últimas doeram pra caralho e até escapei algumas lágrimas.
Me incorporei. Eu não estava com raiva, mas sim humilhada pelas consequências físicas da surra. A verdade é que não era algo que eu gostasse de levar palmadas, mas também não era ruim, e senti minha buceta ficando molhada a cada tapa. Eu estava muito excitada.
Ele tirou a rola pra fora, fez eu deixar ela dura, adorei sentir ela crescer. Depois de um tempo, ele disse que íamos avançar e que queria que eu beijasse o membro dele.
A verdade é que essa ideia me deu um pouco de vergonha, eu sabia que era algo comum, mas achei que era cedo pra isso, mas também sabia que estava sendo castigada. Então obedeci. Beijei ela, primeiro pelo tronco e, seguindo as instruções dele, fui subindo até a ponta.
Com um movimento rápido, ele enfiou a rola na minha boca e disse:
— Agora chupa, como se fosse um pirulito.
Eu fiz. Bruno me deu algumas instruções.
— Muito bem, putinha. É assim que se faz — ele disse de repente.
Isso me animou e comecei a chupar com mais vontade. Eu estava gostando. Sentia o pau dele mais grosso e duro. Por um tempo, continuei com a rola na minha boca.
Ele me fez parar e, me olhando, disse:
— Vou gozar já. Vai ser na sua boca.
Não sei que cara eu fiz ao ouvir isso. Não tinha pensado nessa possibilidade, mas considerei que era lógico que fosse assim.
— Normalmente, minhas vadias engolem meu leite, mas como é sua primeira vez, vou deixar você não fazer isso — ele continuou — mas em breve você vai fazer, e mais cedo ou mais tarde, tenho certeza de que vai gostar.
Não consegui dizer nada, já que estava com a boca cheia de rola. Retomei o boquete e, enquanto o momento chegava, tomei uma decisão.
Pouco depois, notei que ele ficou tenso, a rola dele ficou mais dura e encheu minha boca de leite. Fiquei parada. Bruno começou a mover minha cabeça com as mãos.
— Continua, não para — ele dizia.
Obedeci. Ouvi ele gozando e adorei.
Engoli todo o leite dele. Decidi que, pra fazer isso no futuro, não valia a pena adiar. Não gostei nem deixei de gostar. Se ele queria assim, assim seria.
Ele fez eu sentar ao lado dele. Me beijou e que Do jeito que ele fez. Eu estava mais excitada do que antes, se é que isso era possível. Bruno sabia disso.
0 comentários - Meu vizinho, meu amante!!!