Acompanhe a Ceci até em casa, subimos pro quarto antes de eu ir embora. Queria comer a Ceci porque ainda tava muito tarado depois de ter comido a mãe dela. Além disso, a Ceci me deixava doido quando voltava das aulas, sempre com a tanga suada e o risco da bunda enorme dela toda molhada. Comecei a apalpar ela, mas ela não tava a fim de transar porque tava suja, então pedi pra ela me chupar. Ela não conseguiu negar, se ajoelhou, tirou minha pika da calça e começou a chupar. Minha pika inchou toda, as veias pareciam que iam explodir enquanto eu segurava a garganta dela e, de vez em quando, deixava ela lá sem respirar. Ela não gostava que eu fizesse isso, mas aguentava de boa. Eu adorava ver como ela chupava e engolia todo o gosto de pussy velha que a mãe dela tinha deixado na minha pika. Falo pra ela se abaixar que queria "fazer o amor", mas ela recusou. Comecei a tocar ela pra ver se esquentava e se deixava levar, mas ela não quis. Acabamos discutindo, peguei minhas coisas e fui embora. Ela ficou chorando no quarto. Ao descer, encontro a Ale na cozinha lavando a louça. Ao ver a bunda gorda e grande dela, não resisti e encostei tudo nela, agarrando os peitos dela. A Ale tentou me afastar, dizendo que se a Ceci descesse, ia dar merda. Falei pra ela não ser histérica, que já tinha histérico demais com a filha dela, que sempre me deixava de pau duro quando a gente transava. Meto a mão na calcinha dela e sinto toda a pussy dela encharcada, e falo: "Opa, o que aconteceu aqui? Ainda tá molhadinha? Ou molhou quando eu encostei agora?"... Ela confirmou minhas suspeitas, tinha se molhado toda ao sentir minha encostada. Naquele momento, eu sabia que tinha ela na mão, que ia ser o homem mais sortudo do mundo, porque ia ter o favor das duas mulheres daquela casa. Dou um beijo nela e vou embora, deixando ela completamente tarada.
No dia seguinte, a Ceci me liga e pede desculpas pelo que aconteceu na noite anterior, e deu como desculpa que não Ela adorava transar com algum dos pais em casa, se sentia mal se fizesse porque achava que estava desrespeitando eles. Eu entendia, era um motivo nobre, mas já tinha aprendido a lidar com ela. Sabia que depois da briga ela voltava mansa e submissa, e se entregava pra mim como a maior puta de todas. Falei que ia passar na casa dela, que precisava conversar, porque no dia seguinte completávamos 4 anos de namoro e eu queria dar um presente muito especial, mas precisava saber se valia a pena, se ela me amava tanto quanto dizia.
Com a emoção de ter comido minha sogrinha puta, esqueci de ver os e-mails. Quando fui ver, encontrei um e-mail que dizia "fotos, genro". Abri e lá estavam as fotos que tirei no hotel. Ale tinha me mandado, pedindo por favor que eu não a incomodasse mais. E eu, como um cavalheiro, prometi não fazer mais.
Quando cheguei na casa da Ceci, meu sogro abriu a porta, me cumprimentou e foi com meu cunhado levá-lo pra jogar uma partida com os amigos. De novo eu era o homem da casa, minhas duas mulheres sozinhas à minha disposição. Fui pra cozinha e lá vi ela no tanque, colocando roupa na máquina. Vi a bunda grande e gorda dela saindo pela porta. Pra minha surpresa, ela estava de vestido, coisa que nunca tinha visto — aquela mulher mostrando as pernas. Eram pernas de mãe, grossas, com seus anos já, mas me deixaram muito excitado.
Me aproximei com o pau pra fora, peguei ela pela cintura e comecei a meter por baixo do vestido. Puxei a calcinha dela enquanto ela tentava se debater e dizia: "O que cê tá fazendo? Você voltou, hein!! Ficou maluco, hein!! E se a Ceci descer, mm?" E eu falei: "Fica tranquila, sua filha tá tomando banho, dá pra ouvir o barulho da água daqui, ela não vai nos ouvir. Que foi, não gosta mais do meu pau? Só queria matar a vontade e pronto? Olha, comigo não é assim, viu. Melhor se comportar, sogrinha, ou suas fotos vou mostrar pra toda sua família, hein!... E você gosta ou não gosta? Gosta do meu pau?... "Ahh siii, gosto muito siii!!!"... Ela continuava gemendo enquanto eu metia cada vez mais forte, e encho a buceta dela de porra, mando ela ajoelhar e digo pra me limpar, e ela obedece com toda devoção ao meu pau. "Vou tomar banho com sua filha, assim ela limpa meu pau e toma todo seu leite"... Subi pro banheiro, entrei e me despi, abro a cortina e a Ceci fica horrorizada, com medo dos pais descobrirem. Falo pra ela ficar tranquila, que todo mundo tinha ido embora, que estávamos sozinhos, mas a Ceci mesmo assim recusou... Mandei ela pastar, falei que não queria ver ela nunca mais, que já tinha me cansado... Ela chorando, implorando pra eu não largar ela, ainda mais faltando um dia pro aniversário, que ia fazer tudo que eu quisesse. Então um sorriso maldoso se desenhou no meu rosto e no meu pau, me aproximei do ouvido dela e bem suavemente falei: "Para amanhã, no nosso aniversário, quero que você me dê de presente..."
Continua
No dia seguinte, a Ceci me liga e pede desculpas pelo que aconteceu na noite anterior, e deu como desculpa que não Ela adorava transar com algum dos pais em casa, se sentia mal se fizesse porque achava que estava desrespeitando eles. Eu entendia, era um motivo nobre, mas já tinha aprendido a lidar com ela. Sabia que depois da briga ela voltava mansa e submissa, e se entregava pra mim como a maior puta de todas. Falei que ia passar na casa dela, que precisava conversar, porque no dia seguinte completávamos 4 anos de namoro e eu queria dar um presente muito especial, mas precisava saber se valia a pena, se ela me amava tanto quanto dizia.
Com a emoção de ter comido minha sogrinha puta, esqueci de ver os e-mails. Quando fui ver, encontrei um e-mail que dizia "fotos, genro". Abri e lá estavam as fotos que tirei no hotel. Ale tinha me mandado, pedindo por favor que eu não a incomodasse mais. E eu, como um cavalheiro, prometi não fazer mais.
Quando cheguei na casa da Ceci, meu sogro abriu a porta, me cumprimentou e foi com meu cunhado levá-lo pra jogar uma partida com os amigos. De novo eu era o homem da casa, minhas duas mulheres sozinhas à minha disposição. Fui pra cozinha e lá vi ela no tanque, colocando roupa na máquina. Vi a bunda grande e gorda dela saindo pela porta. Pra minha surpresa, ela estava de vestido, coisa que nunca tinha visto — aquela mulher mostrando as pernas. Eram pernas de mãe, grossas, com seus anos já, mas me deixaram muito excitado.
Me aproximei com o pau pra fora, peguei ela pela cintura e comecei a meter por baixo do vestido. Puxei a calcinha dela enquanto ela tentava se debater e dizia: "O que cê tá fazendo? Você voltou, hein!! Ficou maluco, hein!! E se a Ceci descer, mm?" E eu falei: "Fica tranquila, sua filha tá tomando banho, dá pra ouvir o barulho da água daqui, ela não vai nos ouvir. Que foi, não gosta mais do meu pau? Só queria matar a vontade e pronto? Olha, comigo não é assim, viu. Melhor se comportar, sogrinha, ou suas fotos vou mostrar pra toda sua família, hein!... E você gosta ou não gosta? Gosta do meu pau?... "Ahh siii, gosto muito siii!!!"... Ela continuava gemendo enquanto eu metia cada vez mais forte, e encho a buceta dela de porra, mando ela ajoelhar e digo pra me limpar, e ela obedece com toda devoção ao meu pau. "Vou tomar banho com sua filha, assim ela limpa meu pau e toma todo seu leite"... Subi pro banheiro, entrei e me despi, abro a cortina e a Ceci fica horrorizada, com medo dos pais descobrirem. Falo pra ela ficar tranquila, que todo mundo tinha ido embora, que estávamos sozinhos, mas a Ceci mesmo assim recusou... Mandei ela pastar, falei que não queria ver ela nunca mais, que já tinha me cansado... Ela chorando, implorando pra eu não largar ela, ainda mais faltando um dia pro aniversário, que ia fazer tudo que eu quisesse. Então um sorriso maldoso se desenhou no meu rosto e no meu pau, me aproximei do ouvido dela e bem suavemente falei: "Para amanhã, no nosso aniversário, quero que você me dê de presente..."
Continua
2 comentários - Minha namorada, minha sogra e minha puta (o homem da casa)