No dia seguinte, Vanesa acordou cedo. Tomou banho, suas mãos demoraram mais do que o necessário. O monstro que carregava dentro de si precisava do golpe final.
Chegou ao escritório antes de Alberto. Preparou café e sentou-se para esperá-lo. Pensou no trabalho, mas não conseguiu se concentrar. Arrumou algumas coisas na cozinha. Finalmente Alberto chegou, não teve que esperar tanto.
— Cedo hoje? — cumprimentou Alberto.
— Sim, estava te esperando. Preciso disso. — disse, agarrando a pica dele por cima da calça.
— Quer um café? — perguntou Vanesa ao soltar.
— Sim, obrigado. O que aconteceu que você está tão necessitada?
— Ontem me encontrei de novo com o magrelo que te contei... mas ele não encostou um dedo em mim. Eu tinha criado um filme na cabeça... e nada.
Alberto deu um grande gole no café enquanto Vanesa tirava a calcinha. Ela estava com a buceta bem molhada. Apoiou-se na bancada e arqueou a cintura.
— Já vou, já vou. — apressando o café.
Levantou a saia dela. Vanesa abriu as pernas oferecendo a buceta.
— Nossa, como você está! — disse Alberto enquanto media a umidade.
Encostou a cabeça da pica na buceta. Vanesa flexionou um pouco os joelhos para facilitar a entrada.
— Ai, como eu precisava disso! — exclamou Vanesa. — Me dá sem piedade.
Alberto segurou a cintura dela com as duas mãos e meteu com força e ritmo. Cravando até o fundo. Vanesa não aguentava mais, queria gozar o quanto antes. Se ajudou com a mão direita no clitóris. Em menos de um minuto gozou, segurando o grito e tremendo.
Ao ver isso, Alberto parou o movimento.
— Não, continua, não para. Forte como antes. Aguenta o máximo que puder... me arrebenta toda!
Alberto continuou, cada vez mais rápido. Os orgasmos de Vanesa vieram em bando. Ela fazia um esforço sobre-humano para não gritar. Uma vez os vizinhos reclamaram. Alberto fazia outro esforço sobre-humano para não gozar, sua concentração começava a falhar.
— É assim que você quer? Mais forte?
— Sim... assim... mais...
Então Alberto não aguentou mais. Enfiou até o fundo com toda a força e encheu a buceta dela. Moveu-se por mais um minuto acompanhando cada gozada.
Quando voltaram pro estúdio, pra cozinha, pro segundo café, falaram um pouco do trabalho.
— Um dia desses eu te cobro. — Avisou Alberto.
— Te devo uma. Valeu.
O resto foi um dia normal de trabalho.
Chegou ao escritório antes de Alberto. Preparou café e sentou-se para esperá-lo. Pensou no trabalho, mas não conseguiu se concentrar. Arrumou algumas coisas na cozinha. Finalmente Alberto chegou, não teve que esperar tanto.
— Cedo hoje? — cumprimentou Alberto.
— Sim, estava te esperando. Preciso disso. — disse, agarrando a pica dele por cima da calça.
— Quer um café? — perguntou Vanesa ao soltar.
— Sim, obrigado. O que aconteceu que você está tão necessitada?
— Ontem me encontrei de novo com o magrelo que te contei... mas ele não encostou um dedo em mim. Eu tinha criado um filme na cabeça... e nada.
Alberto deu um grande gole no café enquanto Vanesa tirava a calcinha. Ela estava com a buceta bem molhada. Apoiou-se na bancada e arqueou a cintura.
— Já vou, já vou. — apressando o café.
Levantou a saia dela. Vanesa abriu as pernas oferecendo a buceta.
— Nossa, como você está! — disse Alberto enquanto media a umidade.
Encostou a cabeça da pica na buceta. Vanesa flexionou um pouco os joelhos para facilitar a entrada.
— Ai, como eu precisava disso! — exclamou Vanesa. — Me dá sem piedade.
Alberto segurou a cintura dela com as duas mãos e meteu com força e ritmo. Cravando até o fundo. Vanesa não aguentava mais, queria gozar o quanto antes. Se ajudou com a mão direita no clitóris. Em menos de um minuto gozou, segurando o grito e tremendo.
Ao ver isso, Alberto parou o movimento.
— Não, continua, não para. Forte como antes. Aguenta o máximo que puder... me arrebenta toda!
Alberto continuou, cada vez mais rápido. Os orgasmos de Vanesa vieram em bando. Ela fazia um esforço sobre-humano para não gritar. Uma vez os vizinhos reclamaram. Alberto fazia outro esforço sobre-humano para não gozar, sua concentração começava a falhar.
— É assim que você quer? Mais forte?
— Sim... assim... mais...
Então Alberto não aguentou mais. Enfiou até o fundo com toda a força e encheu a buceta dela. Moveu-se por mais um minuto acompanhando cada gozada.
Quando voltaram pro estúdio, pra cozinha, pro segundo café, falaram um pouco do trabalho.
— Um dia desses eu te cobro. — Avisou Alberto.
— Te devo uma. Valeu.
O resto foi um dia normal de trabalho.
0 comentários - Caliente II