Normalmente eu ia na casa dela porque nossos pais são muito amigos há anos.
Um fim de semana no verão, a mãe dela sugeriu que eu e minha irmã fôssemos dormir na casa delas, já que meus pais iam viajar. Nós dois achamos uma boa ideia, porque Paula e minha irmã são amigas próximas.
Eu sempre notei que a Paula me olhava com tesão, curiosidade, mas sempre pensei que fosse coisa dos hormônios. Naquele fim de semana, os meninos dormiram num quarto e as meninas em outro. Jantamos de pijama, sozinhos, porque a mãe dela tinha ido dormir cedo e o pai estava numa viagem de negócios.
A Paula estava usando uma blusa meio transparente que deixava muito pra imaginação. Jantamos sem maiores problemas. Cada um foi pro seu quarto, os meninos num e minha irmã com a Paula em outro.
Lá pela meia-noite, acordei sentindo o rosto molhado. Levantei e minha surpresa foi ver que eu tava com a pica toda dura e pra fora da cueca. Fui pro banheiro e, quando me olhei no espelho, vi que tinha um líquido pegajoso no meu rosto. Na hora percebi que era o melado vaginal de uma mina. Me lavei e fui dormir, pensando que na noite seguinte ia descobrir que tipo de ninfomaníaca tinha abusado de mim durante a noite (suspeitei até da minha irmã).
Então, na noite seguinte, fingi que tava dormindo e lá pela meia-noite ouvi uns passos vindo na direção do meu quarto, passos bem silenciosos. Abri os olhos de leve e vi que era minha amiga Paula. Mesmo assim, esperei pra ver o que ela ia fazer. Ela fechou a porta e tirou toda a roupa. Aí pude ver bem os peitos enormes e gostosos dela, com os bicos bem durinhos. Abaixo da barriga lisa, vi a buceta dela, toda depilada, só com uma risca vertical. Ela me descobriu, puxou minha calça pra baixo e, quando chegou perto o suficiente, eu agarrei ela pela cintura e tampei a boca dela. Ela se assustou, e eu sussurrei: "Se quiser, a gente pode fazer em outro lugar, mas agora deixa eu aproveitar um pouco também."
Levantei sem fazer barulho e levei ela do jeito que tava. No porão. Lá ela se desculpou nervosamente e eu a tranquilizei, dizendo que não faria nada que ela não conhecesse.
Então eu também me despi completamente e a forcei a chupar minha pica enorme, embora mais por obrigação do que por vontade própria, ela fez de bom grado. Quando fiquei mais ou menos satisfeito, mandei ela deitar de bruços, abrindo bem as pernas. Ela me pediu para não meter, disse que nunca tinha feito aquilo, que ainda era virgem. Então eu respondi que ela ia gostar, que não gritasse, e comecei a enfiar. No início não entrou tudo, mas minhas estocadas fizeram com que toda a minha pica entrasse até o fundo. Ela abafou um grito de dor, mas logo depois já estava acompanhando meus movimentos. Senti ela gozar e tive o cuidado de tirar meu pau quando notei meus fluidos, joguei tudo nas costas dela como compensação pelo que ela me fez. Depois mandei ela ficar de quatro e meti no cu dela também. Ela terminou cansada, não se mexia, e aí senti pena. Falei que agora ia compensar ela e que quando terminasse ela estaria como nova. Ela se deitou no sofá com as pernas penduradas, eu me coloquei entre as pernas dela e comecei a passar minha língua na superfície da racha dela. Fui lambendo devagar e com vontade, enquanto minha língua ia se aprofundando até o clitóris dela, e ela começou a ter espasmos nas pernas.
Ficamos assim uns cinco minutos, ela deitada e eu lambendo. Depois ela se levantou e me agradeceu. Eu falei que da próxima vez ela me acordasse, e ela concordou com um olhar cheio de tesão. Veio comigo pegar as roupas dela e depois foi para o quarto dela. Foi assim que passei o fim de semana mais gostoso.
Um fim de semana no verão, a mãe dela sugeriu que eu e minha irmã fôssemos dormir na casa delas, já que meus pais iam viajar. Nós dois achamos uma boa ideia, porque Paula e minha irmã são amigas próximas.
Eu sempre notei que a Paula me olhava com tesão, curiosidade, mas sempre pensei que fosse coisa dos hormônios. Naquele fim de semana, os meninos dormiram num quarto e as meninas em outro. Jantamos de pijama, sozinhos, porque a mãe dela tinha ido dormir cedo e o pai estava numa viagem de negócios.
A Paula estava usando uma blusa meio transparente que deixava muito pra imaginação. Jantamos sem maiores problemas. Cada um foi pro seu quarto, os meninos num e minha irmã com a Paula em outro.
Lá pela meia-noite, acordei sentindo o rosto molhado. Levantei e minha surpresa foi ver que eu tava com a pica toda dura e pra fora da cueca. Fui pro banheiro e, quando me olhei no espelho, vi que tinha um líquido pegajoso no meu rosto. Na hora percebi que era o melado vaginal de uma mina. Me lavei e fui dormir, pensando que na noite seguinte ia descobrir que tipo de ninfomaníaca tinha abusado de mim durante a noite (suspeitei até da minha irmã).
Então, na noite seguinte, fingi que tava dormindo e lá pela meia-noite ouvi uns passos vindo na direção do meu quarto, passos bem silenciosos. Abri os olhos de leve e vi que era minha amiga Paula. Mesmo assim, esperei pra ver o que ela ia fazer. Ela fechou a porta e tirou toda a roupa. Aí pude ver bem os peitos enormes e gostosos dela, com os bicos bem durinhos. Abaixo da barriga lisa, vi a buceta dela, toda depilada, só com uma risca vertical. Ela me descobriu, puxou minha calça pra baixo e, quando chegou perto o suficiente, eu agarrei ela pela cintura e tampei a boca dela. Ela se assustou, e eu sussurrei: "Se quiser, a gente pode fazer em outro lugar, mas agora deixa eu aproveitar um pouco também."
Levantei sem fazer barulho e levei ela do jeito que tava. No porão. Lá ela se desculpou nervosamente e eu a tranquilizei, dizendo que não faria nada que ela não conhecesse.
Então eu também me despi completamente e a forcei a chupar minha pica enorme, embora mais por obrigação do que por vontade própria, ela fez de bom grado. Quando fiquei mais ou menos satisfeito, mandei ela deitar de bruços, abrindo bem as pernas. Ela me pediu para não meter, disse que nunca tinha feito aquilo, que ainda era virgem. Então eu respondi que ela ia gostar, que não gritasse, e comecei a enfiar. No início não entrou tudo, mas minhas estocadas fizeram com que toda a minha pica entrasse até o fundo. Ela abafou um grito de dor, mas logo depois já estava acompanhando meus movimentos. Senti ela gozar e tive o cuidado de tirar meu pau quando notei meus fluidos, joguei tudo nas costas dela como compensação pelo que ela me fez. Depois mandei ela ficar de quatro e meti no cu dela também. Ela terminou cansada, não se mexia, e aí senti pena. Falei que agora ia compensar ela e que quando terminasse ela estaria como nova. Ela se deitou no sofá com as pernas penduradas, eu me coloquei entre as pernas dela e comecei a passar minha língua na superfície da racha dela. Fui lambendo devagar e com vontade, enquanto minha língua ia se aprofundando até o clitóris dela, e ela começou a ter espasmos nas pernas.
Ficamos assim uns cinco minutos, ela deitada e eu lambendo. Depois ela se levantou e me agradeceu. Eu falei que da próxima vez ela me acordasse, e ela concordou com um olhar cheio de tesão. Veio comigo pegar as roupas dela e depois foi para o quarto dela. Foi assim que passei o fim de semana mais gostoso.
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