Olá, espero que gostem.......................................
Tenho que confessar que não era a primeira vez que eu tinha um encontro sexual, mas em nenhum dos casos deixei que me penetrassem, sempre provocava eles pra gozarem, deixando eu provar o leite deles. Dessa vez foi diferente, não sei se pelo estado de espírito ou pela inveja de que todas as minhas amigas estavam se divertindo pra caralho, me contando como era gostoso elas montarem nos namorados.
Como de costume, peguei um ônibus pra chegar em casa nas sextas depois do trabalho — era uma viagem de três horas.
Comprei a passagem e, pra minha total satisfação, o ônibus tava quase vazio, então comecei a brincar, imaginar o que eu poderia fazer se estivesse com alguém, começaria a morder o pescoço dele, e iria descendo devagar até segurar o pau dele e começar a chupar. Depois de uns vinte minutos, eu apertando as pernas pra sentir minha buceta pulsar, comecei a me molhar. O ônibus fez uma parada e subiram várias pessoas, e um cara me perguntou se o assento tava ocupado. Eu me encostei na janela e comecei a ver o filme, envergonhada porque sentia que o cheiro da minha buceta tava muito forte. Tava quase dormindo quando senti uma mão na minha perna, virei e era a dele. Olhei pra ele e tenho que admitir que não me incomodou a aparência dele (ele fingiu que tava dormindo). Mais que isso, o cheiro dele me excitava, então peguei a mão dele, levantei e coloquei na virilha dele, não sem antes tocar. Foi aí que apoiei minha mão no volume dele.
Então ele colocou a mão de volta, mas dessa vez na minha virilha, me dando uma massagem. Ele se encostou em mim e começou a beijar meu pescoço. Eu abracei ele e comecei a gemer quase só com a respiração. Ele tentou enfiar a mão na minha calça, me dizendo que ia me fazer sentir tão gostosa que eu deixasse, e eu aceitei. Ele sentiu o quanto eu tava quente.
Falei pra irmos devagar, que a gente podia continuar se vendo sem compromisso, então comecei a masturbar ele. A excitação de que podiam nos descobrir era o que tornava a sensação tão intensa. Ela se agachou e eu, tão dócil, chupei ela, massageei com as duas mãos, beijei os ovos dela e fiquei tão excitada que ela me puxou pelo cabelo com movimentos bruscos pra eu chupar mais rápido. Me engasguei mais de duas vezes, mas não podia fazer barulho, senão nos descobririam. Assim ela me segurou forte e gozou na minha boca. Ali eu tinha o pau dela, que ainda pulsava, sentia as veias.
Levantei e me acomodei de novo no meu lugar. Era a vez dela me fazer sentir. Enfiou os dedos na minha buceta e lá estava eu gemendo, tampando a boca pra não fazer barulho. Tive um orgasmo tão gostoso que senti algo percorrer meu corpo inteiro.
Aquela noite foi tão prazerosa que combinamos de nos ver na sexta seguinte, só pra não perder o costume. Mas isso eu conto no próximo relato.
Tenho que confessar que não era a primeira vez que eu tinha um encontro sexual, mas em nenhum dos casos deixei que me penetrassem, sempre provocava eles pra gozarem, deixando eu provar o leite deles. Dessa vez foi diferente, não sei se pelo estado de espírito ou pela inveja de que todas as minhas amigas estavam se divertindo pra caralho, me contando como era gostoso elas montarem nos namorados.
Como de costume, peguei um ônibus pra chegar em casa nas sextas depois do trabalho — era uma viagem de três horas.
Comprei a passagem e, pra minha total satisfação, o ônibus tava quase vazio, então comecei a brincar, imaginar o que eu poderia fazer se estivesse com alguém, começaria a morder o pescoço dele, e iria descendo devagar até segurar o pau dele e começar a chupar. Depois de uns vinte minutos, eu apertando as pernas pra sentir minha buceta pulsar, comecei a me molhar. O ônibus fez uma parada e subiram várias pessoas, e um cara me perguntou se o assento tava ocupado. Eu me encostei na janela e comecei a ver o filme, envergonhada porque sentia que o cheiro da minha buceta tava muito forte. Tava quase dormindo quando senti uma mão na minha perna, virei e era a dele. Olhei pra ele e tenho que admitir que não me incomodou a aparência dele (ele fingiu que tava dormindo). Mais que isso, o cheiro dele me excitava, então peguei a mão dele, levantei e coloquei na virilha dele, não sem antes tocar. Foi aí que apoiei minha mão no volume dele.
Então ele colocou a mão de volta, mas dessa vez na minha virilha, me dando uma massagem. Ele se encostou em mim e começou a beijar meu pescoço. Eu abracei ele e comecei a gemer quase só com a respiração. Ele tentou enfiar a mão na minha calça, me dizendo que ia me fazer sentir tão gostosa que eu deixasse, e eu aceitei. Ele sentiu o quanto eu tava quente.
Falei pra irmos devagar, que a gente podia continuar se vendo sem compromisso, então comecei a masturbar ele. A excitação de que podiam nos descobrir era o que tornava a sensação tão intensa. Ela se agachou e eu, tão dócil, chupei ela, massageei com as duas mãos, beijei os ovos dela e fiquei tão excitada que ela me puxou pelo cabelo com movimentos bruscos pra eu chupar mais rápido. Me engasguei mais de duas vezes, mas não podia fazer barulho, senão nos descobririam. Assim ela me segurou forte e gozou na minha boca. Ali eu tinha o pau dela, que ainda pulsava, sentia as veias.
Levantei e me acomodei de novo no meu lugar. Era a vez dela me fazer sentir. Enfiou os dedos na minha buceta e lá estava eu gemendo, tampando a boca pra não fazer barulho. Tive um orgasmo tão gostoso que senti algo percorrer meu corpo inteiro.
Aquela noite foi tão prazerosa que combinamos de nos ver na sexta seguinte, só pra não perder o costume. Mas isso eu conto no próximo relato.
3 comentários - Mi primera vez en un autobús con un desconocido parte 1
que buen relato
gracias por compartir