Bono, antes de continuar com o da minha mãe.
Tudo começou pela sacanagem que sempre senti pela minha tia, que foi ficando mais velha com o passar dos anos... Quando eu era bem novo, sempre estava na casa dela porque eu e meu primo íamos juntos pro colégio, e de manhã eu passava lá, que ficava no caminho, pra gente ir junto pras aulas. Já naquela época, minha tia era uma mulher de 36 anos que era uma gostosa do caralho; uns peitões enormes e uma raba que tirava o fôlego não só dos moleques na idade da punheta, mas da maioria dos homens do bairro. Ela se achava e andava em casa com camisolas curtas, bem acima das coxas, e quase toda manhã me recebia sem sutiã, então dava pra ver os bicos dos peitos marcando na camiseta enquanto preparava o café da manhã pra mim e pro meu primo, que com nossos catorze anos vivíamos de pau duro igual aço.Bom, pra não me alongar muito na época anterior, vou dizer que com o tempo meu primo e eu nos afastamos, basicamente porque depois do colégio cada um seguiu um caminho diferente... Então a relação com minha tia também ficou mais distante. De vez em quando eu a via no bairro e a gente trocava dois beijos, ela perguntava como eu tava e só... Por uns negócios muito bons que meu tio, o marido dela, fez, a situação financeira deles virou uma família bem rica, e minha tia, que nunca trabalhou, se inscreveu na academia onde eu tava desde que voltei do exército. Quando a vi na academia, pela primeira vez quase tive um troço: os shorts dela bem justinhos num rabão que já me deixava duro só de olhar, aquelas tetonas apertadas na lycra; verdade, não sei se ela era uma gostosa, mas o fato daquele tesão desde a juventude fez meu pau pular na calça.
Titia, fazendo exercício? – falei enquanto tocava o ombro dela.
Mariooo, o que cê tá fazendo aqui? – ela disse enquanto me abraçava, sentindo as tetonas esmagadas no meu peito. – Não sabia que você tinha voltado do Iraque...
Sim, voltei faz uns três meses, queria passar pra ver o primo, mas também sei que ele tá fazendo um mestrado fora, né?
Tá, ele tá com o pai em Madri, numa viagem de negócios, já sabe, coisas da expansão de capital da empresa da família. Seu tio trabalha e seu primo aproveita pra completar a formação. Puxa, neném, parece que você também completou a sua... Tá um touro.
Vale dizer que, embora minha altura fosse normal, por volta de 1,78, meu corpo era bem musculoso, por causa dos três anos que passei no exército e das sessões pesadas de academia. Chegava a pesar 80 quilos bem definido e com músculos bem marcados. A conversa foi muito agradável e nos dois meses seguintes a gente se encontrava nos três dias que ela ia pra academia, retomando uma confiança. Ela sempre acompanhada de uma amiga divorciada chamada Marina, que também era uma gostosa de dar água na boca. bem mais solta, talvez por causa do estado civil recente dela.
Claro, nesses dois meses meu tio voltou com meu primo, me convidando um dia pra jantar junto. Rimos os quatro, contamos umas coisas e tudo num clima incrível... O negócio é que nas viagens que meu tio fazia, ela pedia minha ajuda pra carregar as compras, se tinha algum problema em casa etc... Foi assim que chegou o dia em que tudo mudou: como muitos dias, depois da academia, acompanhei ela até a casa dela, indo junto também com a amiga dela, Marina, que continuava na tática de assédio e derrubada.
Mario, por que você não vem hoje à tarde na minha casa, que eu tô com um estalo nas costas e me ajuda a...?
Marinaaa, quer deixar o garoto em paz? Você é uma putinha, não se aproveita dele... – ela disse entre risadas, mas com um tom que mostrava um ciúme começando, então, querendo testar ela, eu interrompi.
Titia, não se preocupa... Marina, hoje à tarde passo na sua casa se der – falei galante, colocando a mão na cintura dela e vendo a cara da minha tia mudar de cor pra um vermelho de "raiva".
Beleza, garoto, então te espero ansiosa, vou comprar uns docinhos, jiji.
Tá bom, Marina... – falei me despedindo dela, já na porta da casa da minha tia.
Assim que Marina foi embora, minha tia me repreendeu:
Pois é, Mario, não acredito que você cai nessa que essa tia te fala... Um estalo, ela diz... – ela falou enquanto abria a porta pra me convidar pra entrar, como toda tarde, pra tomar o café que sempre me oferecia, tipo uma rotina.
Titia, não sou burro... Você tá dizendo que sua amiga quer que eu coma ela? Claro que eu sei...
Ah, você sabe? E você acha bonito um garoto da sua idade ter casos com uma mulher dessa idade?
Qual é, tia, não seja careta... Qual é o problema? Se ela é divorciada e só quer uma diversão de vez em quando... Não vou casar com ela – falei enquanto tirava a camiseta e dava um beijo na bochecha dela, indo pra piscina da casa dela. Sempre. Depois da academia, eu ficava um tempinho na piscina e tomava sol enquanto ela preparava o café.
Nessas horas, eu via ela, da janela da cozinha, me olhando disfarçadamente enquanto eu tomava sol deitado na espreguiçadeira depois do banho. Com meus óculos escuros, conseguia olhar na direção dela sem que ela desconfiasse que eu tava observando. Só de ver ela de costas enquanto preparava o café já me deixava doido, porque assim que chegava, ela tirava a roupa e vestia uma daquelas "famosas" camisolas da minha infância. Mas naquele dia tudo mudou... De repente, ela aparece na piscina, coisa que nunca fazia, com um biquíni branco que destacava o tom da pele dela dos raios UV da academia e que deixava à mostra boa parte da parte de cima daquelas tetonas que eram as protagonistas absolutas das minhas punhetas de pré-adolescência. Eu, claro, protegido pelos meus óculos escuros, fingia que tava dormindo, mas não parava de observar como ela se aproximava de mim com a bandeja dos cafés.
— Neném, os cafés tão aqui... e trouxe uns bolinhos pra você... — o tom da voz dela tinha mudado completamente, até aquele "neném", que ela só usava quando precisava me pedir um favor, tinha soado mais safado do que nunca.
— Valeu, tia, mas não precisava... Pô, cê tá muito gostosa com esse biquíni — falei, me fazendo de surpreso, como se não tivesse reparado antes — já era hora de você se dignar a nadar comigo.
— Bom, neném, pensei que já que você não se importa de dividir a cama com a Marina, por causa da idade dela, também não vai se importar de dividir a piscina comigo, né? — falei brincando, mas dava pra ver que ela tava visivelmente irritada com as atenções que eu dava pra amiga dela.
— Kkkk, qual é, tia, ainda tá puta com isso?... Que bobinha você é...
— Ah, tá bom... É de boba me preocupar com meu sobrinho e com ele não enfiar na cama da primeira que aparece — ela disse, mudando o tom de voz pra algo parecido com raiva; o ciúme tava consumindo ela por dentro.
— Tia, se você me pedir, eu fico com você, juro... Essa tarde não tenho nada pra fazer. fazer e ficar com você; se você diz que é o melhor pra mim, vou fazer — falei acariciando o rosto dela, já que estávamos sentados na mesma rede.
Bom... Neném, não sei, não quero que você faça isso porque eu tô mandando, mas porque você tá convencido de que não é uma boa ideia transar com a Marina — disse ela baixando um pouco a guarda ao sentir meu carinho.
Não, tia, vou fazer porque você tá me dizendo e pronto. Não fico bravo nem nada, mas não me peça pra entender que é ruim dar uma trepada com uma mina como a Marina, porque não é... — me aproximando dela — olha, tia, você gostaria que te julgassem pela sua idade? Você é uma mulherão que podia muito bem transar com um cara da minha idade e se dar uma alegria.
Mas o que você tá dizendo, neném...!! Sou uma mulher casada e não tô pra essas brincadeiras suas — ela disse, irritada.
Tá bom, como você quiser, mas só peço pra você pensar que não ia gostar de ser julgada... — falei, e depois fiquei em silêncio por uns segundos, finalizando com a deixa — Então, tia, você quer que eu fique com você? — me aproximando mais dela.
Ela, com o olhar fixo no chão e brincando com a colherzinha do café, parecia uma menina indefesa lutando com o tesão que nascia dentro dela.
— Tá bom, vai... Dá essa trepada na divorciada alegre — disse ela tentando aliviar a situação e, me olhando nos olhos e pegando no meu queixo, me deu um beijo na boca — Mas toma cuidado, neném, seja bem discreto, não quero que te rotulem no bairro.
— Valeu, tia... — sorri maliciosamente, enquanto me levantava — A gente se vê amanhã na academia?
— Sua mãe me disse que hoje eles tão na cidade, por que você não vem hoje à noite ver uns filmes? Se não estiver muito cansado da sua maratona de tarde, claro.
— Me liga mais tarde, tia, e aqui vai estar seu sobrinho favorito — falei enquanto ia em direção à porta.
Finalmente na rua, tentei organizar todos os meus pensamentos; minha tia estava se deixando querer, não sei se era por causa do ciúme ou por um interesse real, mas a isca que eu tinha jogado O golpe tinha sido efetivo. Agora só faltava fazer ela se sentir mais importante que a amiga, e isso passava por não ir ao encontro com a Marina. Eu sei que é uma burrice perder uma trepada com uma coroa de 47 anos cheia de fogo que derruba qualquer moleque de costas, mas eu sentia que o negócio da minha tia tava chegando e, amigos, depois de ver minha tia de biquíni, garanto que muitos de vocês teriam tomado a mesma decisão.
A primeira coisa que fiz foi ligar pra Marina e dar uma desculpa besta pra furar o encontro, fazendo ela prometer que não tava cancelado, só adiado pra outra ocasião, e ela aceitou. Depois passei a tarde em casa e, mais tarde, tomei umas cervejas com uns amigos enquanto esperava a ligação da minha tia, que finalmente chegou lá pelas nove da noite.
"Gatinho, você tá a fim de vir hoje à noite?"
Claro, tia, que horas você quer que eu vá?
"Bom, se quiser, aparece quando der, aluguei uns filmes pra assistir... vai ficar pra dormir?"
(Caralho! Que porrada! Minha tia tinha certeza do que sentia, devia ter pensado muito no que eu falei à tarde sobre um cara da minha idade)
Pra mim tá perfeito, assim posso ficar até mais tarde.
"Beleza, te espero, gatinho, não demora senão a gente vai ficar até tarde vendo os filmes"
Ok, tia, vou terminar a cerveja que tô tomando e já vou praí
Em menos de meia hora já tava na porta da casa da minha tia, que me recebeu com um sorriso e me dando um beijo só na bochecha. Ela tava linda, com o cabelo molhado de ter saído do banho, com um shortinho de pijama que marcava aquele rabão que ela tem e uma camiseta de manga curta que colava naqueles dois peitos de impressionar, com os bicos marcando no tecido... Essa noite, ela queria me provocar e queria que eu soubesse.
"Vai pra sala, acabei de sair do banho, já vou praí" — ela disse, com a voz cheia de alegria, o que me fez suspeitar que tinha recebido uma ligação da Marina. para informar da minha falta na "maratona da tarde", como minha tia chamou.
Eu esperava na sala de casa, enquanto preparava tudo pra sessão de vídeo, olhando as capas dos filmes que minha tia tinha alugado: "O Príncipe da Pérsia" e "Robin Hood". Poxa, parece que minha tia tá numa vibe aventureira, hehe, pensei. Preparei os petiscos que tinha deixado na cozinha e as bebidas que estavam na geladeira. Quando ela saiu do banheiro com o mesmo pijama, mas já com o cabelo seco preso num rabo de cavalo, ficou surpresa de ver tudo pronto.
— Nossa, neném, faz anos que não me preparam a mesa quando saio do chuveiro. — sorriu enquanto me dava um beijo na bochecha — você é todo um galã.
— Então tia, qual você quer ver primeiro? — perguntei com os dois filmes na mão.
— Ah, não sei, na verdade peguei pensando em você, além disso achei engraçado porque o protagonista de "O Príncipe da Pérsia" se parece muito com você.
— Considerando que ele tem cabelo comprido e eu sou raspado, e que ele deve ter uns 20 cm a mais que eu... — respondi.
— Bom, 20 cm não é nada... — disse sem pensar no duplo sentido da frase, ficando vermelha que nem um tomate.
— Que 20 cm não é nada? Hahaha, uffa tia, pelo amor de Deus, o que meu tio tem entre as pernas?
— Não seja tarado, neném, haha — ela riu também com a brincadeira.
Resumindo, assistimos os dois filmes, rindo de algumas cenas meio exageradas e bebendo enquanto conversávamos... No meio do segundo filme, minha tia acomodou as pernas em cima das minhas, e minhas mãos pousaram nos joelhos dela, subindo um pouco quase até a metade da coxa; eu acariciava enquanto olhava pra tela, e ela nem ligava. Se deixava tocar e eu ia ganhando confiança, subindo cada vez mais a mão até tocar a parte de cima da coxa dela. Minha pica foi crescendo dentro da calça e ela com as pernas em cima, enquanto não parava de olhar pra tela, devia estar sentindo. sentindo ela, mas ela se fazia de desentendida. Assim terminaram os filmes e minha tia se levantou se espreguiçando:
"Bem, querido, vamos subir pra dormir que já são 2 da manhã, preparei o quarto do seu primo pra você" — ela disse enquanto estendia a mão pra mim. Peguei a mão dela e me levantei, e fomos pro andar de cima onde ficavam os quartos, sem soltar nossas mãos. E na porta dos quartos, ela se virou pra mim e, olhando nos meus olhos, disse:
"A Marina me ligou pra dizer que no final você não tinha ido na casa dela, porque tinha um trabalho pra fazer" — ela falou com o olhar de agradecimento mais sincero. — "Obrigada, Mario, por ter me ouvido."
"De boa, tita, pensei no que você me disse e, embora eu ainda ache que uma foda é uma foda, sabia que você ia ficar mais tranquila se eu não fizesse nada" — expliquei sem soltar a mão dela.
"Valeu, neném, de verdade" — e segurando meu rosto com as duas mãos, me deu um beijo bem suave nos lábios. — "Boa noite..."
Assim, ela se virou e entrou no quarto dela. Eu fiz o mesmo e tirei a camiseta e a calça, ficando só de cueca preta que marcava a grande ereção do meu pau que ia explodir... Fiquei de pé, pensativo, clareando as ideias, com o gosto ainda nos lábios do beijo da minha tia. Que porra, pensei, e me virei indo pro quarto dela, que já estava escuro. Entrei na surdina e me meti na cama direto, colando nas costas dela, já que ela estava de lado, me dando a bunda. Direto, minhas mãos agarraram a cintura dela e comecei a beijar o pescoço dela... Ela se deixava fazer, mas suspirava e falava palavras incompreensíveis:
"Mar... Mario... Uff, neném, por favor, não faz isso comigo." — ela dizia entre suspiros, enquanto sentia minhas mãos subindo pela barriga dela em direção àquelas tetonas que não tinham sutiã por baixo da camiseta e meus dentes marcavam o pescoço dela.
"Xiiiu, cala a boca, Susana" — eu dizia, chamando ela pelo nome pela primeira vez, o que fez o corpo todo dela tremer.
Eu virei ela Pra mim, totalmente no escuro, eu aproximei meus lábios dos dela; minha língua procurava a dela, que logo soltou da boca, se unindo num beijão de antologia; ela passava a mão nas minhas costas enquanto eu subia por cima e descia as mãos até a bunda dela. Minhas mãos escorregavam pelo shortinho dela, entrando por trás, acariciando a bunda em todo seu esplendor. Nossas línguas não paravam de brincar dentro das nossas bocas.
Neném, me fode, por favor... Quero que me foda como nunca fui fodida. Ela suspirava fora de si, totalmente.
Não, Susana, ainda não — eu usava o nome próprio, sabendo como excitava ela ser chamada assim pelo sobrinho. Então comecei a descer o shortinho dela, deixando ela só com uma calcinha fio dental branca linda, e descendo meu rosto enquanto beijava os peitos dela por cima da camiseta, a barriga, levantando a camiseta, e chegando na virilha dela.
Neném, pelo amor de Deus... — ela gritava, abrindo as pernas como aceitação do que sabia que vinha.
Sem mais delongas, dei uma lambida forte na buceta dela por cima da calcinha, e ela respondeu arqueando as costas enquanto soltava todo o ar dos pulmões; depois, puxei a calcinha pro lado e, cuspindo naquela buceta linda e bem aparadinha, comecei a fazer um oral nela brutal. Com energia. Com chupadas fortes que brincavam com os lábios menores dela, e com o clitóris que eu mantinha entre meus lábios, brincando com ele como se fosse um doce gostoso. Ela tava fora de si, mordendo o travesseiro e soltando, de vez em quando, um grito abafado. Minha boca não se cansava de lamber e devorar aquela buceta, tantos anos sonhada. Minhas mãos largaram a virilha dela pra passar nas pernas e apertar a bunda dela. Minha tia pegou minha cabeça com uma mão, me esmagando contra a buceta dela, enquanto com a outra mão tapava o rosto e soltava frases entrecortadas:
Assiiiiim, neném... Issooo. Que delícia, amor, continua, continuaaaa. Me chupa, Meu Deus, fazia anos que não me chupavam tão bem assim. Pelo amor de Deus.
Eu achava graça daquilo religiosa que minha tia tinha virado de repente. Mas eu não ia parar até colher minha comunhão daquela bucetinha que começava a ficar molhada, enquanto pulsava anunciando a chegada de um orgasmo que ela já tratou de avisar.
Querido, vou gozar, tô gozandooooooooo... Arghhhh...
Minha tia gozou na minha boca e a buceta dela parecia um rio de tanto líquido que tive que engolir; ela ficou tensa por uns segundos, pra depois cair mole na cama e com a respiração ofegante, tentando se recompor. Eu subi até a boca dela pra compartilhar o gosto com ela num outro beijo molhado e de língua. E de quebra deixar meu pau apontado na entrada da buceta dela que ainda pulsava... Meus braços buscaram a buceta dela e, colocando a ponta na entrada, comecei a meter devagar mas sem parar até o fundo... até minhas bolas baterem no púbis dela.
Ummmm, Susana, que buceta você tem, amor
O que você tá fazendo comigo, meu Deus, enfiou até as bolas... Porra, que pau você tem, guri, sou sua.... Dá forte, amor — minha tia tinha perdido todo o recato que restava e estava totalmente entregue à força das minhas pirocadas.
Meus braços pegaram o peso das pernas dela, colocando os tornozelos nos meus ombros, e comecei a aumentar o ritmo até o máximo, jogando todo o peso nas minhas pernas. Agüentei um ritmo alucinante por uns dez minutos, onde minha tia chegou a gozar duas vezes...
T...Titia, tô chegando, vou gozar... Não agüento, porraaa — gritei já prestes a explodir.
Sim, guri, goza de uma vez, pelo amor de Deus, que você tá me matandooooo... — ela dizia enquanto a voz cortava com outro orgasmo saindo do fundo dos ovários dela.
Minhas bolas queimavam antes do que eu sentia que ia ser a melhor gozada da minha vida, então, sem pensar duas vezes, tirei e apontando pros peitos dela, comecei a gritar como um possesso enquanto três jatos de porra saíam do meu pau manchando a barriga dela, os peitões e o pescoço. Nunca tinha gozado tanto na minha vida. vida.Depois, aproximei a pica da boca dela e ela recebeu, enfiando ela inteira na boca e chupando pra deixar limpinha, enquanto não parava de gemer. Me joguei em cima dela, sujando meu peito com meu próprio esperma, mas tava pouco me fodendo. A gente se beijou de novo feito dois apaixonados e dormimos assim, um do lado do outro, pelados, enquanto ela acariciava minha pica numa punheta suave...
FIM
Tudo começou pela sacanagem que sempre senti pela minha tia, que foi ficando mais velha com o passar dos anos... Quando eu era bem novo, sempre estava na casa dela porque eu e meu primo íamos juntos pro colégio, e de manhã eu passava lá, que ficava no caminho, pra gente ir junto pras aulas. Já naquela época, minha tia era uma mulher de 36 anos que era uma gostosa do caralho; uns peitões enormes e uma raba que tirava o fôlego não só dos moleques na idade da punheta, mas da maioria dos homens do bairro. Ela se achava e andava em casa com camisolas curtas, bem acima das coxas, e quase toda manhã me recebia sem sutiã, então dava pra ver os bicos dos peitos marcando na camiseta enquanto preparava o café da manhã pra mim e pro meu primo, que com nossos catorze anos vivíamos de pau duro igual aço.Bom, pra não me alongar muito na época anterior, vou dizer que com o tempo meu primo e eu nos afastamos, basicamente porque depois do colégio cada um seguiu um caminho diferente... Então a relação com minha tia também ficou mais distante. De vez em quando eu a via no bairro e a gente trocava dois beijos, ela perguntava como eu tava e só... Por uns negócios muito bons que meu tio, o marido dela, fez, a situação financeira deles virou uma família bem rica, e minha tia, que nunca trabalhou, se inscreveu na academia onde eu tava desde que voltei do exército. Quando a vi na academia, pela primeira vez quase tive um troço: os shorts dela bem justinhos num rabão que já me deixava duro só de olhar, aquelas tetonas apertadas na lycra; verdade, não sei se ela era uma gostosa, mas o fato daquele tesão desde a juventude fez meu pau pular na calça.
Titia, fazendo exercício? – falei enquanto tocava o ombro dela.
Mariooo, o que cê tá fazendo aqui? – ela disse enquanto me abraçava, sentindo as tetonas esmagadas no meu peito. – Não sabia que você tinha voltado do Iraque...
Sim, voltei faz uns três meses, queria passar pra ver o primo, mas também sei que ele tá fazendo um mestrado fora, né?
Tá, ele tá com o pai em Madri, numa viagem de negócios, já sabe, coisas da expansão de capital da empresa da família. Seu tio trabalha e seu primo aproveita pra completar a formação. Puxa, neném, parece que você também completou a sua... Tá um touro.
Vale dizer que, embora minha altura fosse normal, por volta de 1,78, meu corpo era bem musculoso, por causa dos três anos que passei no exército e das sessões pesadas de academia. Chegava a pesar 80 quilos bem definido e com músculos bem marcados. A conversa foi muito agradável e nos dois meses seguintes a gente se encontrava nos três dias que ela ia pra academia, retomando uma confiança. Ela sempre acompanhada de uma amiga divorciada chamada Marina, que também era uma gostosa de dar água na boca. bem mais solta, talvez por causa do estado civil recente dela.
Claro, nesses dois meses meu tio voltou com meu primo, me convidando um dia pra jantar junto. Rimos os quatro, contamos umas coisas e tudo num clima incrível... O negócio é que nas viagens que meu tio fazia, ela pedia minha ajuda pra carregar as compras, se tinha algum problema em casa etc... Foi assim que chegou o dia em que tudo mudou: como muitos dias, depois da academia, acompanhei ela até a casa dela, indo junto também com a amiga dela, Marina, que continuava na tática de assédio e derrubada.
Mario, por que você não vem hoje à tarde na minha casa, que eu tô com um estalo nas costas e me ajuda a...?
Marinaaa, quer deixar o garoto em paz? Você é uma putinha, não se aproveita dele... – ela disse entre risadas, mas com um tom que mostrava um ciúme começando, então, querendo testar ela, eu interrompi.
Titia, não se preocupa... Marina, hoje à tarde passo na sua casa se der – falei galante, colocando a mão na cintura dela e vendo a cara da minha tia mudar de cor pra um vermelho de "raiva".
Beleza, garoto, então te espero ansiosa, vou comprar uns docinhos, jiji.
Tá bom, Marina... – falei me despedindo dela, já na porta da casa da minha tia.
Assim que Marina foi embora, minha tia me repreendeu:
Pois é, Mario, não acredito que você cai nessa que essa tia te fala... Um estalo, ela diz... – ela falou enquanto abria a porta pra me convidar pra entrar, como toda tarde, pra tomar o café que sempre me oferecia, tipo uma rotina.
Titia, não sou burro... Você tá dizendo que sua amiga quer que eu coma ela? Claro que eu sei...
Ah, você sabe? E você acha bonito um garoto da sua idade ter casos com uma mulher dessa idade?
Qual é, tia, não seja careta... Qual é o problema? Se ela é divorciada e só quer uma diversão de vez em quando... Não vou casar com ela – falei enquanto tirava a camiseta e dava um beijo na bochecha dela, indo pra piscina da casa dela. Sempre. Depois da academia, eu ficava um tempinho na piscina e tomava sol enquanto ela preparava o café.
Nessas horas, eu via ela, da janela da cozinha, me olhando disfarçadamente enquanto eu tomava sol deitado na espreguiçadeira depois do banho. Com meus óculos escuros, conseguia olhar na direção dela sem que ela desconfiasse que eu tava observando. Só de ver ela de costas enquanto preparava o café já me deixava doido, porque assim que chegava, ela tirava a roupa e vestia uma daquelas "famosas" camisolas da minha infância. Mas naquele dia tudo mudou... De repente, ela aparece na piscina, coisa que nunca fazia, com um biquíni branco que destacava o tom da pele dela dos raios UV da academia e que deixava à mostra boa parte da parte de cima daquelas tetonas que eram as protagonistas absolutas das minhas punhetas de pré-adolescência. Eu, claro, protegido pelos meus óculos escuros, fingia que tava dormindo, mas não parava de observar como ela se aproximava de mim com a bandeja dos cafés.
— Neném, os cafés tão aqui... e trouxe uns bolinhos pra você... — o tom da voz dela tinha mudado completamente, até aquele "neném", que ela só usava quando precisava me pedir um favor, tinha soado mais safado do que nunca.
— Valeu, tia, mas não precisava... Pô, cê tá muito gostosa com esse biquíni — falei, me fazendo de surpreso, como se não tivesse reparado antes — já era hora de você se dignar a nadar comigo.
— Bom, neném, pensei que já que você não se importa de dividir a cama com a Marina, por causa da idade dela, também não vai se importar de dividir a piscina comigo, né? — falei brincando, mas dava pra ver que ela tava visivelmente irritada com as atenções que eu dava pra amiga dela.
— Kkkk, qual é, tia, ainda tá puta com isso?... Que bobinha você é...
— Ah, tá bom... É de boba me preocupar com meu sobrinho e com ele não enfiar na cama da primeira que aparece — ela disse, mudando o tom de voz pra algo parecido com raiva; o ciúme tava consumindo ela por dentro.
— Tia, se você me pedir, eu fico com você, juro... Essa tarde não tenho nada pra fazer. fazer e ficar com você; se você diz que é o melhor pra mim, vou fazer — falei acariciando o rosto dela, já que estávamos sentados na mesma rede.
Bom... Neném, não sei, não quero que você faça isso porque eu tô mandando, mas porque você tá convencido de que não é uma boa ideia transar com a Marina — disse ela baixando um pouco a guarda ao sentir meu carinho.
Não, tia, vou fazer porque você tá me dizendo e pronto. Não fico bravo nem nada, mas não me peça pra entender que é ruim dar uma trepada com uma mina como a Marina, porque não é... — me aproximando dela — olha, tia, você gostaria que te julgassem pela sua idade? Você é uma mulherão que podia muito bem transar com um cara da minha idade e se dar uma alegria.
Mas o que você tá dizendo, neném...!! Sou uma mulher casada e não tô pra essas brincadeiras suas — ela disse, irritada.
Tá bom, como você quiser, mas só peço pra você pensar que não ia gostar de ser julgada... — falei, e depois fiquei em silêncio por uns segundos, finalizando com a deixa — Então, tia, você quer que eu fique com você? — me aproximando mais dela.
Ela, com o olhar fixo no chão e brincando com a colherzinha do café, parecia uma menina indefesa lutando com o tesão que nascia dentro dela.
— Tá bom, vai... Dá essa trepada na divorciada alegre — disse ela tentando aliviar a situação e, me olhando nos olhos e pegando no meu queixo, me deu um beijo na boca — Mas toma cuidado, neném, seja bem discreto, não quero que te rotulem no bairro.
— Valeu, tia... — sorri maliciosamente, enquanto me levantava — A gente se vê amanhã na academia?
— Sua mãe me disse que hoje eles tão na cidade, por que você não vem hoje à noite ver uns filmes? Se não estiver muito cansado da sua maratona de tarde, claro.
— Me liga mais tarde, tia, e aqui vai estar seu sobrinho favorito — falei enquanto ia em direção à porta.
Finalmente na rua, tentei organizar todos os meus pensamentos; minha tia estava se deixando querer, não sei se era por causa do ciúme ou por um interesse real, mas a isca que eu tinha jogado O golpe tinha sido efetivo. Agora só faltava fazer ela se sentir mais importante que a amiga, e isso passava por não ir ao encontro com a Marina. Eu sei que é uma burrice perder uma trepada com uma coroa de 47 anos cheia de fogo que derruba qualquer moleque de costas, mas eu sentia que o negócio da minha tia tava chegando e, amigos, depois de ver minha tia de biquíni, garanto que muitos de vocês teriam tomado a mesma decisão.
A primeira coisa que fiz foi ligar pra Marina e dar uma desculpa besta pra furar o encontro, fazendo ela prometer que não tava cancelado, só adiado pra outra ocasião, e ela aceitou. Depois passei a tarde em casa e, mais tarde, tomei umas cervejas com uns amigos enquanto esperava a ligação da minha tia, que finalmente chegou lá pelas nove da noite.
"Gatinho, você tá a fim de vir hoje à noite?"
Claro, tia, que horas você quer que eu vá?
"Bom, se quiser, aparece quando der, aluguei uns filmes pra assistir... vai ficar pra dormir?"
(Caralho! Que porrada! Minha tia tinha certeza do que sentia, devia ter pensado muito no que eu falei à tarde sobre um cara da minha idade)
Pra mim tá perfeito, assim posso ficar até mais tarde.
"Beleza, te espero, gatinho, não demora senão a gente vai ficar até tarde vendo os filmes"
Ok, tia, vou terminar a cerveja que tô tomando e já vou praí
Em menos de meia hora já tava na porta da casa da minha tia, que me recebeu com um sorriso e me dando um beijo só na bochecha. Ela tava linda, com o cabelo molhado de ter saído do banho, com um shortinho de pijama que marcava aquele rabão que ela tem e uma camiseta de manga curta que colava naqueles dois peitos de impressionar, com os bicos marcando no tecido... Essa noite, ela queria me provocar e queria que eu soubesse.
"Vai pra sala, acabei de sair do banho, já vou praí" — ela disse, com a voz cheia de alegria, o que me fez suspeitar que tinha recebido uma ligação da Marina. para informar da minha falta na "maratona da tarde", como minha tia chamou.
Eu esperava na sala de casa, enquanto preparava tudo pra sessão de vídeo, olhando as capas dos filmes que minha tia tinha alugado: "O Príncipe da Pérsia" e "Robin Hood". Poxa, parece que minha tia tá numa vibe aventureira, hehe, pensei. Preparei os petiscos que tinha deixado na cozinha e as bebidas que estavam na geladeira. Quando ela saiu do banheiro com o mesmo pijama, mas já com o cabelo seco preso num rabo de cavalo, ficou surpresa de ver tudo pronto.
— Nossa, neném, faz anos que não me preparam a mesa quando saio do chuveiro. — sorriu enquanto me dava um beijo na bochecha — você é todo um galã.
— Então tia, qual você quer ver primeiro? — perguntei com os dois filmes na mão.
— Ah, não sei, na verdade peguei pensando em você, além disso achei engraçado porque o protagonista de "O Príncipe da Pérsia" se parece muito com você.
— Considerando que ele tem cabelo comprido e eu sou raspado, e que ele deve ter uns 20 cm a mais que eu... — respondi.
— Bom, 20 cm não é nada... — disse sem pensar no duplo sentido da frase, ficando vermelha que nem um tomate.
— Que 20 cm não é nada? Hahaha, uffa tia, pelo amor de Deus, o que meu tio tem entre as pernas?
— Não seja tarado, neném, haha — ela riu também com a brincadeira.
Resumindo, assistimos os dois filmes, rindo de algumas cenas meio exageradas e bebendo enquanto conversávamos... No meio do segundo filme, minha tia acomodou as pernas em cima das minhas, e minhas mãos pousaram nos joelhos dela, subindo um pouco quase até a metade da coxa; eu acariciava enquanto olhava pra tela, e ela nem ligava. Se deixava tocar e eu ia ganhando confiança, subindo cada vez mais a mão até tocar a parte de cima da coxa dela. Minha pica foi crescendo dentro da calça e ela com as pernas em cima, enquanto não parava de olhar pra tela, devia estar sentindo. sentindo ela, mas ela se fazia de desentendida. Assim terminaram os filmes e minha tia se levantou se espreguiçando:
"Bem, querido, vamos subir pra dormir que já são 2 da manhã, preparei o quarto do seu primo pra você" — ela disse enquanto estendia a mão pra mim. Peguei a mão dela e me levantei, e fomos pro andar de cima onde ficavam os quartos, sem soltar nossas mãos. E na porta dos quartos, ela se virou pra mim e, olhando nos meus olhos, disse:
"A Marina me ligou pra dizer que no final você não tinha ido na casa dela, porque tinha um trabalho pra fazer" — ela falou com o olhar de agradecimento mais sincero. — "Obrigada, Mario, por ter me ouvido."
"De boa, tita, pensei no que você me disse e, embora eu ainda ache que uma foda é uma foda, sabia que você ia ficar mais tranquila se eu não fizesse nada" — expliquei sem soltar a mão dela.
"Valeu, neném, de verdade" — e segurando meu rosto com as duas mãos, me deu um beijo bem suave nos lábios. — "Boa noite..."
Assim, ela se virou e entrou no quarto dela. Eu fiz o mesmo e tirei a camiseta e a calça, ficando só de cueca preta que marcava a grande ereção do meu pau que ia explodir... Fiquei de pé, pensativo, clareando as ideias, com o gosto ainda nos lábios do beijo da minha tia. Que porra, pensei, e me virei indo pro quarto dela, que já estava escuro. Entrei na surdina e me meti na cama direto, colando nas costas dela, já que ela estava de lado, me dando a bunda. Direto, minhas mãos agarraram a cintura dela e comecei a beijar o pescoço dela... Ela se deixava fazer, mas suspirava e falava palavras incompreensíveis:
"Mar... Mario... Uff, neném, por favor, não faz isso comigo." — ela dizia entre suspiros, enquanto sentia minhas mãos subindo pela barriga dela em direção àquelas tetonas que não tinham sutiã por baixo da camiseta e meus dentes marcavam o pescoço dela.
"Xiiiu, cala a boca, Susana" — eu dizia, chamando ela pelo nome pela primeira vez, o que fez o corpo todo dela tremer.
Eu virei ela Pra mim, totalmente no escuro, eu aproximei meus lábios dos dela; minha língua procurava a dela, que logo soltou da boca, se unindo num beijão de antologia; ela passava a mão nas minhas costas enquanto eu subia por cima e descia as mãos até a bunda dela. Minhas mãos escorregavam pelo shortinho dela, entrando por trás, acariciando a bunda em todo seu esplendor. Nossas línguas não paravam de brincar dentro das nossas bocas.
Neném, me fode, por favor... Quero que me foda como nunca fui fodida. Ela suspirava fora de si, totalmente.
Não, Susana, ainda não — eu usava o nome próprio, sabendo como excitava ela ser chamada assim pelo sobrinho. Então comecei a descer o shortinho dela, deixando ela só com uma calcinha fio dental branca linda, e descendo meu rosto enquanto beijava os peitos dela por cima da camiseta, a barriga, levantando a camiseta, e chegando na virilha dela.
Neném, pelo amor de Deus... — ela gritava, abrindo as pernas como aceitação do que sabia que vinha.
Sem mais delongas, dei uma lambida forte na buceta dela por cima da calcinha, e ela respondeu arqueando as costas enquanto soltava todo o ar dos pulmões; depois, puxei a calcinha pro lado e, cuspindo naquela buceta linda e bem aparadinha, comecei a fazer um oral nela brutal. Com energia. Com chupadas fortes que brincavam com os lábios menores dela, e com o clitóris que eu mantinha entre meus lábios, brincando com ele como se fosse um doce gostoso. Ela tava fora de si, mordendo o travesseiro e soltando, de vez em quando, um grito abafado. Minha boca não se cansava de lamber e devorar aquela buceta, tantos anos sonhada. Minhas mãos largaram a virilha dela pra passar nas pernas e apertar a bunda dela. Minha tia pegou minha cabeça com uma mão, me esmagando contra a buceta dela, enquanto com a outra mão tapava o rosto e soltava frases entrecortadas:
Assiiiiim, neném... Issooo. Que delícia, amor, continua, continuaaaa. Me chupa, Meu Deus, fazia anos que não me chupavam tão bem assim. Pelo amor de Deus.
Eu achava graça daquilo religiosa que minha tia tinha virado de repente. Mas eu não ia parar até colher minha comunhão daquela bucetinha que começava a ficar molhada, enquanto pulsava anunciando a chegada de um orgasmo que ela já tratou de avisar.
Querido, vou gozar, tô gozandooooooooo... Arghhhh...
Minha tia gozou na minha boca e a buceta dela parecia um rio de tanto líquido que tive que engolir; ela ficou tensa por uns segundos, pra depois cair mole na cama e com a respiração ofegante, tentando se recompor. Eu subi até a boca dela pra compartilhar o gosto com ela num outro beijo molhado e de língua. E de quebra deixar meu pau apontado na entrada da buceta dela que ainda pulsava... Meus braços buscaram a buceta dela e, colocando a ponta na entrada, comecei a meter devagar mas sem parar até o fundo... até minhas bolas baterem no púbis dela.
Ummmm, Susana, que buceta você tem, amor
O que você tá fazendo comigo, meu Deus, enfiou até as bolas... Porra, que pau você tem, guri, sou sua.... Dá forte, amor — minha tia tinha perdido todo o recato que restava e estava totalmente entregue à força das minhas pirocadas.
Meus braços pegaram o peso das pernas dela, colocando os tornozelos nos meus ombros, e comecei a aumentar o ritmo até o máximo, jogando todo o peso nas minhas pernas. Agüentei um ritmo alucinante por uns dez minutos, onde minha tia chegou a gozar duas vezes...
T...Titia, tô chegando, vou gozar... Não agüento, porraaa — gritei já prestes a explodir.
Sim, guri, goza de uma vez, pelo amor de Deus, que você tá me matandooooo... — ela dizia enquanto a voz cortava com outro orgasmo saindo do fundo dos ovários dela.
Minhas bolas queimavam antes do que eu sentia que ia ser a melhor gozada da minha vida, então, sem pensar duas vezes, tirei e apontando pros peitos dela, comecei a gritar como um possesso enquanto três jatos de porra saíam do meu pau manchando a barriga dela, os peitões e o pescoço. Nunca tinha gozado tanto na minha vida. vida.Depois, aproximei a pica da boca dela e ela recebeu, enfiando ela inteira na boca e chupando pra deixar limpinha, enquanto não parava de gemer. Me joguei em cima dela, sujando meu peito com meu próprio esperma, mas tava pouco me fodendo. A gente se beijou de novo feito dois apaixonados e dormimos assim, um do lado do outro, pelados, enquanto ela acariciava minha pica numa punheta suave...
FIM
1 comentários - Conquistando a mi tía