Olá, vou contar uma história real que aconteceu comigo com uma putinha gostosa. Pelo inesperado que foi pra mim (nunca pensei que seria tocado pela varinha mágica pra isso acontecer), com a permissão dela (obviamente ela leu antes de eu publicar), vou contar o que rolou. São coisas que acontecem uma vez na vida. Sempre digo a mesma coisa: quando uma desgraça acontece, a gente pergunta "por que comigo?". E a pergunta deveria ser "por que não comigo?". A mesma coisa quando algo bom acontece: "por que não comigo?". E dessa vez foi comigo.
Obviamente vou trocar os nomes.
Por causa de uma proposta que publiquei, uma garota (vamos chamar de Gime) me contatou. Trocamos algumas mensagens privadas e ela me passou o e-mail dela pra continuarmos conversando.
Sou um cara de uns 50 anos, com uns quilinhos a mais, e aparência normal. Quero dizer, não tenho a cara do típico putanheiro, nem daquele que vive pegando gatinhas. Na verdade, tenho mais cara de quem tá fazendo um churrasco num domingo, mas tô sempre na pescaria pra ver se consigo comer uma boa garota bem vadia (quem não quer?).
Depois de trocar vários e-mails, onde ela me contou muita coisa, Gime abriu o jogo sobre a situação dela. Me contou que, apesar dos 23 anos, tá no despertar sexual dela, fazendo coisas que nunca tinha feito. E que combinou com o namorado dela (depois de uma briga grande que tiveram) que nenhum dos dois ia mais meter chifre um no outro. Mas, se tivessem fantasias sexuais, tinham que realizá-las juntos. E me contou que o namorado dela (vamos chamar de Matías) disse que adoraria ver ela transando com outro cara. Aí ela disse que pensou no assunto e que ficaria com muito tesão de estar transando com um cara na frente do namorado, mas a condição que ela impôs pra ele é que ela mesma escolheria o outro cara.
Obviamente respondi que, como história, era muito boa, mas não acreditei em nada. Se fosse verdade, por que ela não procurava um amigo? E por que ia atrás de um cara de 50 anos? A real é que não acreditei.
Gime me respondeu. que não queria contar isso pros amigos dele e que procurava um cara mais velho, porque com alguém da idade dele o Matías ia ficar desconfortável, com ciúmes, ou ia sentir competição, e com um cara mais velho isso não ia rolar, e que ela só queria que alguém comesse ela na frente dele, e mostrar o quanto puta ela podia ser, só isso, e uma única vez, e ver se o Matías aguentava como ele tinha dito. Mais ainda, ela deixou claro que nada de trocar celular, a gente só ia se falar por e-mail, que se eu topasse, beleza, senão ela procurava outro, e me pede uma foto, mas normal, e que eu contasse algo sobre mim.
Na dúvida, fui em frente, mandei uma foto minha e contei algo sobre mim (coisas normais, que sou separado, a idade que tenho, o que faço, que não curto coisas estranhas, nem violência, nem drogas, e que se rolasse algo, ia ser tudo no limite que ela se sentisse confortável e essas coisas). E peço uma foto dela (se tudo fosse verdade, eu tava com medo de ser uma baranga).
Ela diz que tá de boa e me manda uma foto dela, aí eu paro: a foto era dela pelada, mas só dava pra ver o rosto e o lado do corpo, uma cara de anjo com cabelo loiro comprido, uma coisa muito linda, ela não tinha, pelo menos naquela foto, cara de ser uma garota puta, bem o contrário. Isso já me fez duvidar cada vez mais que era uma zoeira, uma gatinha daquelas procurando um cara na internet? Então pergunto se ela topava a gente se encontrar pra tomar um café daqui a pouco, e pra garantir que não ia me dar o cano, escolho um lugar perto da minha casa (pra quem conhece, perto do Jardim Botânico).
Pra minha surpresa, ela diz que sim, ia estar lá às 19h. Peço pra ela ir vestida de um jeito que eu pudesse reconhecer (pra não aparecer com uma calça cinco números maior).
Às 19h30, já tava indo embora e vejo ela chegando, puta merda!! Ela tava vestida com uma saia curta que deixava ver as pernas lindas que ela tinha, e uma camiseta, e mesmo não tendo muitos peitos, já dava pro gasto. O corpo dela. Uma deusa, que qualquer um queria comer, e pra melhorar (pelo menos pro meu gosto) não tinha nada de cara de puta, podia ser a namorada, filha, irmã de qualquer um de nós.
Começamos a conversar sobre qualquer coisa, só pra nos conhecer, até que aos poucos fomos tocando em assuntos mais quentes (percebi que ela tinha dificuldade em falar desses temas, mas gostava), até que chegou a hora de falar do motivo do café. Ela repete a mesma coisa e me diz que tinha feito muita merda, que não vou contar, porque não é o importante nesse caso, mas que me deixaram surpreso e que ela está numa nova fase no relacionamento com o Matías, onde quer testar se o que ele diz é verdade, por isso quer organizar esse encontro (ela se referia à proposta do Matías de vê-la transar com outro) e que só de pensar naquela situação já a excitava muito.
Obviamente que eu digo que topo essa aposta, que tenho um amigo que tem um hotel, de forma que ela entre com o namorado, e eu depois, pra ela não se sentir desconfortável. Ela me diz que tá bem, mas que essa ia ser a única vez que íamos ficar juntos.
Eu já não aguentava mais, meu pau tava batendo na mesa e queria comer ela naquele mesmo dia, mas ela me diz que não, que tinha tido uma experiência ruim com alguém que conheceu e no dia seguinte já estavam transando, que se eu não aceitasse isso, tudo bem, mas a coisa tinha que ser assim, que não me conhecia e que nem fodendo ia pra um hotel comigo.
Essa situação já tava me irritando, não entendia direito como era a parada, pensei que ela tava me enrolando, e como já tinha escurecido, pergunto se ela quer que eu deixe ela em algum lugar e ela aceita que eu deixe ela na Libertador e Callao. Meu carro tava estacionado (pra quem conhece) na República de la India, na calçada do zoológico, é uma rua que passa pouca gente e além disso tenho vidros muito escuros. Tudo isso eu conto porque minha intenção, pelo menos, era que rolasse algo no carro.
Entramos no carro e Continuamos conversando, mas ela não queria saber de transar, e eu estava ali sentado com aquelas pernas lindas cruzadas, morrendo de vontade de comer ela. Meu pau já estava duro de novo. Peço pra ela pelo menos me deixar roubar um beijo e, sem dar tempo pra nada, dou um beijo nela. Nada, outro beijo, nada. No terceiro, ela começa a responder, abrindo a boca e cruzando as línguas. Ficamos assim por um tempo até eu começar a passar a mão naquelas pernas lindas que ela tinha, com aquela pele de 23 anos que parecia porcelana. Depois de trabalhar um bom tempo, consigo que ela abra as pernas, e quando uma mulher faz isso, sabe que perdeu. Em 10 minutos, já estava tocando a buceta dela, e naquela altura já estava toda molhada, não dava pra disfarçar. Ficou tão excitada que acabou gozando depois de eu ter uns dedos lá dentro por um tempo. Tudo bem, mas meu pau estava duro que nem um cacete, e eu já tinha tirado ele pra fora pra ver o que ela ia fazer. Falei pra ela não ser cuzona, não me deixar na mão assim. Foi quando ela se aproximou e começou a chupar ele. Pra ser sincero, fazia muitos anos que eu não estava com uma mina tão linda e tão puta. Avisei que ia gozar, e pra minha surpresa, ela continuou chupando e eu gozei dentro da boca dela.
Quando terminamos, ela disse que aquilo era só uma amostra, que quando fizéssemos com o Matías, ela ia me fazer gozar de verdade, e me pediu pra fazer ela se sentir uma puta gostosa.
Combinamos que no dia seguinte (hoje) eu ficasse de olho, que se ela convencesse o Matías, me mandaria um e-mail pra marcar o encontro.
Eu ainda achava que era uma zoeira, mas pelo menos a gente tinha feito alguma coisa, não foi tão inútil assim; fazia tempo que uma mina tão linda não me fazia gozar.
No dia seguinte, ou seja, hoje, recebo um e-mail ao meio-dia dizendo que o namorado dela aceitou, mas que primeiro queria me conhecer, se eu podia encontrar eles no mesmo café de ontem às 14h. Obviamente, falei que sim.
Quando cheguei, eles já estavam lá. Percebi que era tudo verdade, embora ainda parecesse que algo estranho podia rolar. A situação era muito bizarra, quase Desconfortável, ninguém sabia do que falar nem como quebrar o gelo, até que eu me jogo e boto as cartas na mesa e pergunto: isso é verdade ou vão me encher de porrada? Aí pergunto pro Matías se ele topava eu comer a Gime na frente dele. Ele responde que sim, que tá tudo bem, que prefere fazer isso com alguém mais velho (eu) do que com um moleque, porque a parada pode terminar mal.
Beleza, falo com meu amigo, o dono do hotel, que já tinha adiantado algo, pra avisar que a gente ia. Ele diz que quando eles chegarem, é só falar que são amigos do Juan que vão dar o quarto 23, e depois eu entro direto no 23.
Como eles também estavam de carro, falo pra me seguirem até o hotel. De novo pensei que iam cair fora no caminho, mas não, me seguiram. Entramos juntos com os carros, eles desceram, esperei 10 minutos e desci também, fui pro quarto.
Um detalhe: a Gime tava com uma saia curta e rodada, igual as novinhas usam hoje, e uma blusa. Já tava imaginando ela pelada.
Quando entro no quarto, o Matías fala pra eu sentar na cama que ele ia olhar do sofá. Eles se beijam gostoso, ele passa a mão na bunda dela, e ela vem na minha direção e para na minha frente. Eu já tava nas nuvens, nada ia me parar. Começo a passar a mão nas pernas dela e vou direto pra bunda. A mina já tinha tirado a calcinha. Meu pau tava duro igual um pedaço de pau. Começo a apalpar a bunda dela e beijar a barriga, meto a mão na buceta linda dela, toda depilada, e ela já começa a gemer e ficar molhada. Enquanto enfio o primeiro dedo bem fundo, ela tira a blusa e eu tiro a saia. Já tava pelada (nem sutiã tinha). Quando vi ela pelada, não sabia se comia ela ou levava ela de enfeite pro criado-mudo, haja vista que fazia anos que não via um corpo pelado tão gostoso na minha frente.
Bom, quando ela já tava pelada, obviamente eu também fico pelado, e ela sozinha se abaixa e começa a me chupar. E ela tinha razão, o de ontem foi só um aperitivo, ela fez muito melhor, e enquanto me chupava, olhava pro namorado, uma parada de louco que me deixava ainda mais excitado. Nessa altura, o Matías já tinha a pica pra fora, embora não soubesse se era essa a ideia da Gimena, achei que a gente ia acabar comendo ela entre os dois.
Foi meio estranho porque não durou muito tempo; ela me chupa um pouco, já tava dura que nem um cacete, e me leva pra deitar, continua me chupando, eu viro ela pra fazer um 69 e ela fica olhando pro Matías enquanto me chupava a pica e eu lambia a buceta dela, e ela começa a gemer que nem uma égua, enquanto falava pro Matías ver o quão puta ela era, e mais se excitava. Depois de um tempo, saímos dessa posição, ela coloca uma camisinha em mim e sobe em cima, e enquanto a gente transava, perguntava pro Matías se ele gostava de como ela dava, tava se sentindo muito puta e adorava. Aí eu inclino ela pra mim pra começar a meter um dedo na bunda dela, começo a meter um dedo pra abrir aquele cu, e vejo o Matías já pelado, e ele começa a meter o dedo nela pra dilatar.
Tudo bem até que o Matías começa a meter a pica no cu dela, e a Gime, entre aquela voz de puta, gemido, prazer e dor, pede pra ele, por favor, os dois juntos não, que ia doer, que o jogo não era assim, mas no fundo tava pedindo que sim.
Terminamos comendo ela os dois, a Gime gritando de dor e prazer, gozando que nem uma puta, o Matías falando que ela era a mais puta de todas, até que a Gime pede a porra na boca, então ela deitou e a gente terminou gozando os dois na boca dela.
Depois que terminamos, me pediram pra deixar eles sozinhos, que foi muito bom, mas era só aquilo e nada mais, então me vesti e fui embora.
Há pouco mandei um e-mail pra ver se tava tudo bem, ela disse que foi uma das vezes que mais gozou na vida, que nunca se sentiu mais puta, que depois o Matías comeu ela como nunca, mas pra eu esquecer dela. Só pedi se ela deixava eu compartilhar isso que aconteceu com a gente. comunidade poringa girl, ela me disse que sim, e mesmo sendo tudo anônimo por trás de um link, que ia mudar o nome dela.
E aqui estou eu terminando de contar essa parada tão louca que aconteceu comigo, pra gente continuar com esperança de que um dia as coisas podem dar certo.
Obviamente vou trocar os nomes.
Por causa de uma proposta que publiquei, uma garota (vamos chamar de Gime) me contatou. Trocamos algumas mensagens privadas e ela me passou o e-mail dela pra continuarmos conversando.
Sou um cara de uns 50 anos, com uns quilinhos a mais, e aparência normal. Quero dizer, não tenho a cara do típico putanheiro, nem daquele que vive pegando gatinhas. Na verdade, tenho mais cara de quem tá fazendo um churrasco num domingo, mas tô sempre na pescaria pra ver se consigo comer uma boa garota bem vadia (quem não quer?).
Depois de trocar vários e-mails, onde ela me contou muita coisa, Gime abriu o jogo sobre a situação dela. Me contou que, apesar dos 23 anos, tá no despertar sexual dela, fazendo coisas que nunca tinha feito. E que combinou com o namorado dela (depois de uma briga grande que tiveram) que nenhum dos dois ia mais meter chifre um no outro. Mas, se tivessem fantasias sexuais, tinham que realizá-las juntos. E me contou que o namorado dela (vamos chamar de Matías) disse que adoraria ver ela transando com outro cara. Aí ela disse que pensou no assunto e que ficaria com muito tesão de estar transando com um cara na frente do namorado, mas a condição que ela impôs pra ele é que ela mesma escolheria o outro cara.
Obviamente respondi que, como história, era muito boa, mas não acreditei em nada. Se fosse verdade, por que ela não procurava um amigo? E por que ia atrás de um cara de 50 anos? A real é que não acreditei.
Gime me respondeu. que não queria contar isso pros amigos dele e que procurava um cara mais velho, porque com alguém da idade dele o Matías ia ficar desconfortável, com ciúmes, ou ia sentir competição, e com um cara mais velho isso não ia rolar, e que ela só queria que alguém comesse ela na frente dele, e mostrar o quanto puta ela podia ser, só isso, e uma única vez, e ver se o Matías aguentava como ele tinha dito. Mais ainda, ela deixou claro que nada de trocar celular, a gente só ia se falar por e-mail, que se eu topasse, beleza, senão ela procurava outro, e me pede uma foto, mas normal, e que eu contasse algo sobre mim.
Na dúvida, fui em frente, mandei uma foto minha e contei algo sobre mim (coisas normais, que sou separado, a idade que tenho, o que faço, que não curto coisas estranhas, nem violência, nem drogas, e que se rolasse algo, ia ser tudo no limite que ela se sentisse confortável e essas coisas). E peço uma foto dela (se tudo fosse verdade, eu tava com medo de ser uma baranga).
Ela diz que tá de boa e me manda uma foto dela, aí eu paro: a foto era dela pelada, mas só dava pra ver o rosto e o lado do corpo, uma cara de anjo com cabelo loiro comprido, uma coisa muito linda, ela não tinha, pelo menos naquela foto, cara de ser uma garota puta, bem o contrário. Isso já me fez duvidar cada vez mais que era uma zoeira, uma gatinha daquelas procurando um cara na internet? Então pergunto se ela topava a gente se encontrar pra tomar um café daqui a pouco, e pra garantir que não ia me dar o cano, escolho um lugar perto da minha casa (pra quem conhece, perto do Jardim Botânico).
Pra minha surpresa, ela diz que sim, ia estar lá às 19h. Peço pra ela ir vestida de um jeito que eu pudesse reconhecer (pra não aparecer com uma calça cinco números maior).
Às 19h30, já tava indo embora e vejo ela chegando, puta merda!! Ela tava vestida com uma saia curta que deixava ver as pernas lindas que ela tinha, e uma camiseta, e mesmo não tendo muitos peitos, já dava pro gasto. O corpo dela. Uma deusa, que qualquer um queria comer, e pra melhorar (pelo menos pro meu gosto) não tinha nada de cara de puta, podia ser a namorada, filha, irmã de qualquer um de nós.
Começamos a conversar sobre qualquer coisa, só pra nos conhecer, até que aos poucos fomos tocando em assuntos mais quentes (percebi que ela tinha dificuldade em falar desses temas, mas gostava), até que chegou a hora de falar do motivo do café. Ela repete a mesma coisa e me diz que tinha feito muita merda, que não vou contar, porque não é o importante nesse caso, mas que me deixaram surpreso e que ela está numa nova fase no relacionamento com o Matías, onde quer testar se o que ele diz é verdade, por isso quer organizar esse encontro (ela se referia à proposta do Matías de vê-la transar com outro) e que só de pensar naquela situação já a excitava muito.
Obviamente que eu digo que topo essa aposta, que tenho um amigo que tem um hotel, de forma que ela entre com o namorado, e eu depois, pra ela não se sentir desconfortável. Ela me diz que tá bem, mas que essa ia ser a única vez que íamos ficar juntos.
Eu já não aguentava mais, meu pau tava batendo na mesa e queria comer ela naquele mesmo dia, mas ela me diz que não, que tinha tido uma experiência ruim com alguém que conheceu e no dia seguinte já estavam transando, que se eu não aceitasse isso, tudo bem, mas a coisa tinha que ser assim, que não me conhecia e que nem fodendo ia pra um hotel comigo.
Essa situação já tava me irritando, não entendia direito como era a parada, pensei que ela tava me enrolando, e como já tinha escurecido, pergunto se ela quer que eu deixe ela em algum lugar e ela aceita que eu deixe ela na Libertador e Callao. Meu carro tava estacionado (pra quem conhece) na República de la India, na calçada do zoológico, é uma rua que passa pouca gente e além disso tenho vidros muito escuros. Tudo isso eu conto porque minha intenção, pelo menos, era que rolasse algo no carro.
Entramos no carro e Continuamos conversando, mas ela não queria saber de transar, e eu estava ali sentado com aquelas pernas lindas cruzadas, morrendo de vontade de comer ela. Meu pau já estava duro de novo. Peço pra ela pelo menos me deixar roubar um beijo e, sem dar tempo pra nada, dou um beijo nela. Nada, outro beijo, nada. No terceiro, ela começa a responder, abrindo a boca e cruzando as línguas. Ficamos assim por um tempo até eu começar a passar a mão naquelas pernas lindas que ela tinha, com aquela pele de 23 anos que parecia porcelana. Depois de trabalhar um bom tempo, consigo que ela abra as pernas, e quando uma mulher faz isso, sabe que perdeu. Em 10 minutos, já estava tocando a buceta dela, e naquela altura já estava toda molhada, não dava pra disfarçar. Ficou tão excitada que acabou gozando depois de eu ter uns dedos lá dentro por um tempo. Tudo bem, mas meu pau estava duro que nem um cacete, e eu já tinha tirado ele pra fora pra ver o que ela ia fazer. Falei pra ela não ser cuzona, não me deixar na mão assim. Foi quando ela se aproximou e começou a chupar ele. Pra ser sincero, fazia muitos anos que eu não estava com uma mina tão linda e tão puta. Avisei que ia gozar, e pra minha surpresa, ela continuou chupando e eu gozei dentro da boca dela.
Quando terminamos, ela disse que aquilo era só uma amostra, que quando fizéssemos com o Matías, ela ia me fazer gozar de verdade, e me pediu pra fazer ela se sentir uma puta gostosa.
Combinamos que no dia seguinte (hoje) eu ficasse de olho, que se ela convencesse o Matías, me mandaria um e-mail pra marcar o encontro.
Eu ainda achava que era uma zoeira, mas pelo menos a gente tinha feito alguma coisa, não foi tão inútil assim; fazia tempo que uma mina tão linda não me fazia gozar.
No dia seguinte, ou seja, hoje, recebo um e-mail ao meio-dia dizendo que o namorado dela aceitou, mas que primeiro queria me conhecer, se eu podia encontrar eles no mesmo café de ontem às 14h. Obviamente, falei que sim.
Quando cheguei, eles já estavam lá. Percebi que era tudo verdade, embora ainda parecesse que algo estranho podia rolar. A situação era muito bizarra, quase Desconfortável, ninguém sabia do que falar nem como quebrar o gelo, até que eu me jogo e boto as cartas na mesa e pergunto: isso é verdade ou vão me encher de porrada? Aí pergunto pro Matías se ele topava eu comer a Gime na frente dele. Ele responde que sim, que tá tudo bem, que prefere fazer isso com alguém mais velho (eu) do que com um moleque, porque a parada pode terminar mal.
Beleza, falo com meu amigo, o dono do hotel, que já tinha adiantado algo, pra avisar que a gente ia. Ele diz que quando eles chegarem, é só falar que são amigos do Juan que vão dar o quarto 23, e depois eu entro direto no 23.
Como eles também estavam de carro, falo pra me seguirem até o hotel. De novo pensei que iam cair fora no caminho, mas não, me seguiram. Entramos juntos com os carros, eles desceram, esperei 10 minutos e desci também, fui pro quarto.
Um detalhe: a Gime tava com uma saia curta e rodada, igual as novinhas usam hoje, e uma blusa. Já tava imaginando ela pelada.
Quando entro no quarto, o Matías fala pra eu sentar na cama que ele ia olhar do sofá. Eles se beijam gostoso, ele passa a mão na bunda dela, e ela vem na minha direção e para na minha frente. Eu já tava nas nuvens, nada ia me parar. Começo a passar a mão nas pernas dela e vou direto pra bunda. A mina já tinha tirado a calcinha. Meu pau tava duro igual um pedaço de pau. Começo a apalpar a bunda dela e beijar a barriga, meto a mão na buceta linda dela, toda depilada, e ela já começa a gemer e ficar molhada. Enquanto enfio o primeiro dedo bem fundo, ela tira a blusa e eu tiro a saia. Já tava pelada (nem sutiã tinha). Quando vi ela pelada, não sabia se comia ela ou levava ela de enfeite pro criado-mudo, haja vista que fazia anos que não via um corpo pelado tão gostoso na minha frente.
Bom, quando ela já tava pelada, obviamente eu também fico pelado, e ela sozinha se abaixa e começa a me chupar. E ela tinha razão, o de ontem foi só um aperitivo, ela fez muito melhor, e enquanto me chupava, olhava pro namorado, uma parada de louco que me deixava ainda mais excitado. Nessa altura, o Matías já tinha a pica pra fora, embora não soubesse se era essa a ideia da Gimena, achei que a gente ia acabar comendo ela entre os dois.
Foi meio estranho porque não durou muito tempo; ela me chupa um pouco, já tava dura que nem um cacete, e me leva pra deitar, continua me chupando, eu viro ela pra fazer um 69 e ela fica olhando pro Matías enquanto me chupava a pica e eu lambia a buceta dela, e ela começa a gemer que nem uma égua, enquanto falava pro Matías ver o quão puta ela era, e mais se excitava. Depois de um tempo, saímos dessa posição, ela coloca uma camisinha em mim e sobe em cima, e enquanto a gente transava, perguntava pro Matías se ele gostava de como ela dava, tava se sentindo muito puta e adorava. Aí eu inclino ela pra mim pra começar a meter um dedo na bunda dela, começo a meter um dedo pra abrir aquele cu, e vejo o Matías já pelado, e ele começa a meter o dedo nela pra dilatar.
Tudo bem até que o Matías começa a meter a pica no cu dela, e a Gime, entre aquela voz de puta, gemido, prazer e dor, pede pra ele, por favor, os dois juntos não, que ia doer, que o jogo não era assim, mas no fundo tava pedindo que sim.
Terminamos comendo ela os dois, a Gime gritando de dor e prazer, gozando que nem uma puta, o Matías falando que ela era a mais puta de todas, até que a Gime pede a porra na boca, então ela deitou e a gente terminou gozando os dois na boca dela.
Depois que terminamos, me pediram pra deixar eles sozinhos, que foi muito bom, mas era só aquilo e nada mais, então me vesti e fui embora.
Há pouco mandei um e-mail pra ver se tava tudo bem, ela disse que foi uma das vezes que mais gozou na vida, que nunca se sentiu mais puta, que depois o Matías comeu ela como nunca, mas pra eu esquecer dela. Só pedi se ela deixava eu compartilhar isso que aconteceu com a gente. comunidade poringa girl, ela me disse que sim, e mesmo sendo tudo anônimo por trás de um link, que ia mudar o nome dela.
E aqui estou eu terminando de contar essa parada tão louca que aconteceu comigo, pra gente continuar com esperança de que um dia as coisas podem dar certo.
7 comentários - Trio con una poringuera
A mi paso algo parecido con una pendeja que es un minon!!
Ojalá se repita!!