Tomara que nunca aconteça com vocês (Final)

Depois de... bah, nem lembro mais quanto tempo, já sei que sou um largado (disse Fabian Rodriguez). Desculpa pelo humor negro, mas voltei com o final do relato. Isso é pros haters que falam que nunca termino nada, vão tomar no cu, velho!!! (se tiver interessadas, é só chamar no privado) hahahaha. Bah, enfim, como eu tava dizendo, aqui vai o final da última história que escrevi. Se quiserem, procurem os links dos capítulos anteriores, senão é capaz de não entenderem porra nenhuma (igual o Bianchi no banco do Boca).

Tem coisas ruins na vida, pra mim uma delas é acordar e não lembrar nem onde tô. Foi exatamente isso que aconteceu naquele dia: acordei pelado, com a piroca dolorida, sem ver nem sinal da minha roupa, e não reconhecia o lugar. Levei aqueles típicos 2 ou 3 segundos que vão do fim do sonho até acordar de verdade, tentando em vão conectar meu cérebro.

Aos poucos o medo passou e veio uma espécie de mau pressentimento, até que o celular me trouxe de volta à realidade. Era uma mensagem, no visor tava escrito "número privado".

"Espero não ter te acordado, foi incrível, mas precisei ir cedo.
Ah, apaguei umas fotos suas porque não quero acabar exposta na internet."

Enquanto me vestia e xingava a garota atrevida, trouxeram uma bandeja com café da manhã pro quarto, como se eu supostamente tivesse pedido??? E obviamente, com a fome típica do dia seguinte, ataquei igual manco na muleta enquanto pensava em tudo que tinha rolado na noite anterior. Mandei uma mensagem pro Miguel: "Valeu, te devo uma", e logo chegou a resposta:

"Quero fotos!!!"

Eu ri, pensando que quando ele visse o vídeo ia cair de bunda ou bater uma punheta daquelas.

O resto do domingo passei me mudando de novo e coçando o saco até que chegou uma mensagem.

"Você não vai se conectar hoje?"
"Ficou com vontade de mais?" — escrevi, enquanto pensava em como me safar, já que não fazia ideia se o Miguel pretendia entrar e não queria. pisar ela
Não tava entediada e deu vontade de brincar um pouco
Minha internet não tá funcionando direito – menti, esperando que o Mikel não me ferrasse
Uffa, tava com muita vontade
Se quiser, a gente pode se ver – arrisquei, achando que tinha as chaves do apê
Mmm, não consigo escapar do meu pai
Te passo o MSN e vejo se consigo me conectar, mas não prometo nada – escrevi num desespero total

Me conectei e ela me adicionou, verdade, a mina parecia que ficava muito excitada com o bate-papo. A gente conversou um pouco sobre a outra noite e ela disse que teve que ir cedo porque tinha jogo de hóquei e o pai ia assistir.

A cock ficou dura pra caralho imaginando aquela putona gostosa com as saias curtas que usam pra jogar hóquei e o idiota do pai sentado na arquibancada aplaudindo. Tenho que admitir que a garota me tirava do sério e a conversa no chat me deixou a mil. Como os dois ficaram com vontade, combinamos de nos ver na quarta, aproveitando que ela tinha um tempinho (sim, sim, eu tava mais alçado que primeiro neto).

Marquei com ela no apê (não tava nem aí pra nada), então assim que cheguei do trampo, tomei um banho pra esperar. Ela chegou perto das 7, banhadinha e perfumada.

"Tenho menos de uma horinha, às 8 tenho que estar em casa" – ela disse
"Tempo mais que suficiente" – respondi
"Mas podia ter vindo de uniforme" – completei, enquanto a pegava pra dar um beijo
"Mm, não gosta de como a legging fica em mim?" – ela falou, dando uma voltinha pra se mostrar

Realmente, aquela bunda era uma obra de arte

"Gosto mais de você sem nada", falei, e num puxão deixei ela nua da cintura pra baixo, depois comi a boca dela num beijo

A gente se soltou com a fome que tava um do outro, fomos nos comendo, quase com desespero, entre gemidos voaram a camiseta e o sutiã dela e toda a minha roupa. Me encapei e, jogando ela no futon, a penetrei, arrancando uma cachoeira de gemidos e suspiros. Adorava brincar com aquele lindo par de peitos Ela tinha e, quando trocamos de posição, me ofereceu elas enquanto sentava fundo no meu pau — sem violência, mas profundas, daquelas que você sente as bolas sendo esmagadas. Era sublime ver o rosto dela se transformando enquanto me cavalgava. Dava pra sentir as contrações da buceta dela abraçando meu pau. Não demorou muito até eu gozar dentro da camisinha, fazendo ela gozar junto.

Não deu tempo pra mais nada, mas ficamos naqueles minutos do pós-sexo, com meu pau ainda dentro dela. Pauli me deu uns beijos carinhosos, daqueles típicos depois da foda, e desmontou pra ir ao banheiro se ajeitar.

Preciso confessar que não sou casado como te falei — falei num ataque de sinceridade enquanto olhava ela se vestir.
Percebi quando vi o apartamento — disse ela olhando ao redor.
Eu também não fui honesta com você — completou com cara de mistério.
Por quê? Em que você mentiu? — perguntei, realmente curioso.
Não me chamo Paula, me chamo Sabrina. Acontece que não tive coragem de te falar meu nome verdadeiro quando começamos a conversar, e depois já era uma bagunça.

Eu ia responder, mas a campainha tocou. Aí Pauli/Sabrina, ou como quer que se chamasse, disse que ia embora porque estava ficando tarde.

Desci com ela e demos um último beijo no elevador. Abri a porta pro meu primo (era ele quem tinha tocado a campainha) e, depois das apresentações de praxe, ela se despediu com um "nos vemos no fim de semana", enquanto meu primo ficava acenando, de olho na bunda que se afastava. Quanto a mim, assim que meu primo subiu, fomos mudando de assunto até que a troca de nome caiu no esquecimento.

No dia seguinte, recebi um SMS:

"Amanhã tô sozinha em casa. Quer vir?"

Obviamente respondi que sim e, como não queria perder nada, falei que chegava umas 10 da noite (depois do futebol).

Naquela sexta, assim que cheguei no vestiário, Miguel me atacou:

"Me conta tudo!"

Contei os detalhes e, pra ilustrar, mostrei o vídeo. o que fez com que alguns dos caras que também estavam se trocando pra entrar em campo ficassem curiosos. O celular começou a circular de mão em mão e eu tive que repetir a história rapidinho.

Uhh, que pedaço de puta, como você deixou a bunda dela – Disse o Seba
Porra, que foda você deu nela, preto!!
Pena que não dá pra ver a cara dela e o som é uma merda – Completou o Guille
E hoje à noite tem tiroteio de novo – Adicionou o Miguel
Porra, então hoje você vai jogar leve – Mandou o Seba, e os outros se cagaram de rir enquanto já entrávamos na quadrinha

Terminou o jogo e, pra ganhar tempo, tomei banho na quadra mesmo, não sem antes levar uma zoada de quase todo mundo, inclusive do Miguel, que me avisou que não podia chegar perto porque era noite de aniversário com a bruxa dele. Daí peguei um táxi e, pra dar o endereço, tive que ler a mensagem que a Paula/Sabrina tinha me mandado.

Cheguei e ela me recebeu com uma legging preta que ficava incrível nela e uma camiseta esportiva que parecia que ia explodir de tanta pressão dos peitões dela.

Quero que você me coma na minha cama – Ela disse meio sem fôlego enquanto já começávamos a nos despir no corredor mesmo

A roupa voava enquanto a gente andava enroscado num abraço bem quente, nos jogamos na cama e eu beijei a boca dela enquanto ela passava a mão na minha rola por cima da cueca. Nos beijamos como dois caras tarados que não veem a hora de transar. Com fome, com muita língua e umas mordidinhas aqui e ali. Enquanto eu chupava os peitos lindos dela, ela brincava com minha ferramenta, que estava tão quente que, no contato, a mão dela parecia fria. Enfiei a cara na buceta dela, esfregando todo o sexo dela, usando do nariz ao queixo pra acariciar cada parte sensível. Lambi e chupei de propósito cada dobrinha, sentindo como aos poucos ela ia se encharcando com os fluidos dela. Ela se contraía e relaxava em ondas de prazer enquanto minha língua percorria a buceta dela até que ela não aguentou mais e Entre gemidos, começou a mover a pélvis, se arqueando e praticamente se masturbando contra minha cara até explodir num orgasmo sonoro.

Fui subindo e, todo molhado dos sucos dela, dei um beijo nela, que correspondeu enfiando a língua até a garganta e alternando com lambidas por toda a minha cara.

Você me deixa louca, seu maluco. Sabia? – Ela disse enquanto mordiscava minha orelha.

É? Sério mesmo? – falei enquanto me levantava, mostrando minha piroca que pedia atenção aos berros.

Sabrina entendeu o joguinho e, de quatro, gateou até onde eu estava e me olhou de baixo, como quem diz "se prepara". Se ajeitou e, se segurando na minha bunda, enfiou ela sozinha até a garganta. Juro que quase dava pra sentir a campainha acariciando minha piroca enquanto ela mexia a boca de um lado pro outro e pra frente e pra trás, me levando às nuvens. Aos poucos, senti minha piroca cada vez mais cheia de baba, enquanto a boca dela deslizava cada vez mais rápido. Devagar, sentia a sucção e o movimento fazendo um coquetel de prazer grande demais, quase dava pra sentir a porra nas minhas bolas fervendo.

Ela me olhava com cara de puta, e eu, naquela altura, acho que nem gemia mais, só soltava uns sons indefinidos, algo entre um gemido e um ronco. Acho que se quisesse falar, teria sido impossível articular uma palavra.

A filha da puta estava me levando ao limite. Quando senti o contato das unhas dela acariciando delicadamente meus ovos, foi demais. Acho que até saíram os jatos de leite na pressão: um, dois, três, não sei quantos. Ela tentou engolir tudo, mas não conseguiu e, com uma ânsia violenta, cuspiu parte do que tinha na garganta, embora uma parte acho que foi direto pro estômago dela.

Foi tanta sensação que senti que as pernas não me seguravam e simplesmente desabei na cama. Sabrina não estava muito melhor: estava escarrapachada na cama, com os olhos lacrimejando e tossindo meio engasgada de piroca. Ainda com uns fiapos branquinhos no canto dos lábios.
Uma sensação de vazio total me dominava e, enquanto tentava recuperar o fôlego, ela se levantou com o rosto desfigurado e foi direto pro banheiro.

Eu me levantei pelado como estava e, recuperado daquela foda do caralho, comecei a bisbilhotar o quarto. A escrivaninha estava impecável, com uma pilha de pastas de um lado e um PC (deve ter sido daqui que saíram os chats que começaram tudo, pensei). Do lado da cama tinha uma prateleira e algo me chamou a atenção entre a fileira de livros. Me aproximei e descobri a famosa máscara de bruxa. Tava examinando ela quando a Sabri reapareceu, já recuperada.

— Uff, me fez lembrar que tenho que devolver pra minha amiga — disse ela, tirando a máscara da minha mão.
— Uhh, olha como ficou o edredom — falou ao ver a meleca de vômito.

Fomos os dois até o lavanderia pra colocar o edredom de molho e deu uma vontade de comer ela ali mesmo. Encostei ela na máquina de lavar e meti um beijo na boca dela. Ela não resistiu nada e começou a passar a mão na minha pica enquanto abria as pernas pra receber meus carinhos. Ficamos um tempão transando completamente pelados, um apoiado no outro. Aos poucos, os bicos dos peitos dela começaram a endurecer no contato com meu peito e meu pau foi ficando duro ao sentir o calorzinho da buceta dela.

Assim mesmo, de pé, ela abriu mais as pernas e eu me balanceei, enfiando e tirando só a cabecinha, mas esquentando pra caralho até que ela não aguentou mais aquela penetração incompleta e se pendurou no meu pescoço, pedindo pra eu enterrar até o fundo — o que eu fiz, inclusive. Nessa posição e por causa das nossas alturas, a única coisa que dava pra fazer era aguentar o peso dela enquanto ela subia e descia no meu pau. Quando vi que não aguentava mais e avistei o edredom que tinha ficado no chão, tentei descer o mais suave possível, mas tudo que consegui foi fazer uma espécie de pegada bizarra de luta. terminando os dois no chão meio enroscados

Depois do tombo, voltamos pros carinhos e peguei ela de ladinho, na posição missionário. Era incrível ver a carinha de safada dela e como os peitos balançavam com as minhas investidas. Fui levando ela devagar, com um mete e tira lento mas constante, até sentir como a buceta dela aos poucos ia se contraindo e relaxando, sinal de um orgasmo iminente. Acompanhei mexendo a pélvis pra enterrar o mais fundo que podia, enquanto ela soltava uma cachoeira de gemidos. As bochechas dela estavam vermelhas e ela bufava chegando ao clímax, abrindo as pernas ao máximo como se quisesse que eu me enfiasse inteiro dentro dela. Quase gozei o que restava dentro daquela buceta linda, mas num lapso de sanidade parei a tempo. Sabri chegou ao orgasmo e buscou minha boca num beijo bem longo enquanto eu continuava me mexendo dentro dela, acompanhando o clímax dela.

Ficamos um tempinho enroscados e eu, que não tinha gozado, pedi:

Fica de quatro

Ela, obediente, se ajeitou no colchão me oferecendo aquela raba enorme. Minha cara foi a de um menino em loja de brinquedo e fui pra cima dela, enfiando na buceta. Era lindo sentir o bater do meu púbis contra a bunda dela. Ela gemia, me deixando mais excitado ainda, e não demorou muito até meu dedo começar a brincar com o cuzinho dela.

Sabia que ela gostava daquilo e os gemidos dela aumentando me davam razão. Ela mesma se jogou mais pra frente, completamente entregue, e eu tirei meu pau procurando o outro buraquinho.

Tava bem molhada e com um pouco de pressão, minha cabeça venceu a resistência do esfíncter dela. Devagar, fui colocando tudo e enquanto contemplava como entrava e saía meu pau da bundinha apertada dela, meus dedos foram parar na buceta dela. Isso deixou ela louca e ela mesma balançava a bunda acompanhando minhas investidas. A sensação daquela bunda apertada e a visão da minha pica sumindo dentro dela foi demais e entre bufadas, soltei tudo que tinha Ficou no fundo do intestino dela.

Tirei ele e ela ficou largada de bunda pra cima no colchão. Eu me deitei do lado e fiquei acariciando o cabelo dela enquanto admirava meu trabalho na parte de trás. Ficamos um tempão assim, depois nos vestimos e fui embora porque, segundo ela, os pais podiam chegar a qualquer momento.

Desde aquele dia, não perdíamos chance de nos ver e virávamos uma espécie de casal de foda fixo. O bom Miguel teve a manha de, ao perceber que eu ficava cada vez mais desconfortável quando ele perguntava pela “minha mina”, parar de perguntar e nem pedir detalhes — na verdade, parecia ter esquecido do assunto. Não tive tanta sorte com o Tongas e o Seba, que sempre que podiam me enlouqueciam. A mina me enlouquecia, pra ser sincero, maaaas o bom, ou o bom demais, acaba rápido demais.

Numa segunda-feira, recebo uma mensagem da Sabri anunciando merda:

“Precisamos conversar. Passo aí na sua casa hoje?”

Respondi que sim e, depois do trampo, esperei por ela pra descobrir que ela tava “atrasada”. Enquanto pensava como fui tão imbecil em tão pouco tempo e respondia às perguntas dela no automático (aquele que você faz quando tão falando com você e você pensa em mil outras coisas), tentava, feito um otário, lembrar quando podia ter sido (como se eu pudesse saber!!!). Por sorte, dentro da minha idiotice e porque a gatinha tinha dois neurônios e percebia que a notícia tava literalmente quebrando meu coração, consegui me safar decentemente sem cair em negações ou respostas idiotas.

A semana não passava nunca, e eu pensava que ia ter que assumir a responsabilidade e ainda ter que chegar na casa do pai dela pra falar: “Oi, tudo bem? Fiz um filho na sua neném, mas tudo certo, vou assumir o moleque.” Ainda por cima, tinha gravado na memória que, segundo o Miguel, o pai da mina era meio doido, daqueles perigosos.

Na quinta-feira daquela semana, combinamos que no sábado eu ia me apresentar na casa (uma idiotice, mas fazer o quê, são momentos em que o bocho não tá funcionando direito).

Na sexta, mesmo sem ter a menor vontade, acabei indo jogar futebol pra distrair a cabeça. Nem preciso dizer que naquele dia eu tava um puta dum otário e no trampo fiz um monte de merda. Finalmente chegou a hora de sair e quem eu vejo paradinha na porta com um sorriso de orelha a orelha? Sim, a Sabrina.

Minha cara de cu deve ter se acentuado e pensei: essa idiota tá toda feliz por ter a buceta da lora à mostra. Por sorte ela falou primeiro e evitou que eu soltasse uma besteira.

"Veio pra mim" – ela disse antes mesmo de me dar um oi.

Em milésimos de segundo, minha cara deve ter passado da do Bianchi pós-clássico pra do Funes Mori depois do gol (incluindo a parte de ser otário, hehe).

"Sabia que você ia ficar feliz!!" – ela continuou falando enquanto eu voltava a acreditar que o barbudo lá em cima queria algo comigo ou teve pena do futuro trouxa e pensou: não posso dar esse pai pra ele.

Tava tão feliz que fui beijando ela até em casa. A gente tava terminando de se despedir (já sem beijos, por causa de algum vizinho fofoqueiro) quando ouço:

"Marquitos!! O que cê tá fazendo por aqui?"

Acho que devo ter ficado branco igual papel, se é que isso é possível, mas a Sabrina ficou cinza direto. Felizmente, minha agilidade pra mentir é uma qualidade que tenho, então me virei com minha melhor cara de otário.

"Mikeeel – Achei que ia te encontrar mesmo, justo vinha te fazer uma consulta."

Miguel (era ele), por sorte ou acreditou ou quis acreditar.

"Ah, na real me pegou no pulo porque esqueci o short."

A Sabrina reagiu um pouco e soltou:

"Justo tava falando que geralmente na sexta você sai direto do trampo pra jogar futebol."

O cagaço que me deu começou a fazer efeito. Como num filme, as fichas começaram a cair todas de uma vez e senti uma náusea incontrolável subindo. Minha pressão deve ter ido a zero mais ou menos, mas sei vi que minha aparência não me denunciava

Como um autômato, respondia ao Miguel e subimos no carro dele "pra não chegar atrasada", enquanto no caminho eu contava a "consulta" que tinha que fazer com ele.

Com a Sabri, a coisa simplesmente congelou. Por mim, foi um baita alívio, já que não conseguia evitar me sentir culpada, embora ela também tivesse muito a perder se o pai descobrisse que ela não era a menina boazinha que ele achava. E o pobre do Mikell, bom, acho que foi quem mais ganhou, talvez. Consciente ou inconscientemente, fui me afastando um pouco dele. Quem sabe se ele soube o perto que esteve de descobrir tudo, ou se algum dos dois desconfiou do que realmente tinha acontecido...

FIM

13 comentários - Tomara que nunca aconteça com vocês (Final)

bueno llegó el final...era el imaginable, pero lo contaste de maravillas y de forma muy graciosa!
Gracias por la buena onda¡¡
Muy Buen relato la parte del pibe y el barba genial ja ja ja

Muy bueno, me leí los anteriores y acabé como es debido.
Final feliz y a otra cosa mariposa, eso si, no te olvides de rezarle a San Zaffaroni !!
Gracias por compartir 👍
Ojala Nunca les pase (Final)
Yo comenté tu post. Vos... ¿comentaste el mío?
A ese le tengo que hacer una estampita y llevarla en la billetera¡¡¡. Gracias por la buena onda
muy buena la saga, mucho morbo, cuando la mina le tiene que devolver la mascara a la amiga jejejejeje
Excelente lo suyo caballero! Muy buena historia, detalles y sinceridad. Una pinturita. Saludos y puntos para usted. Lo invito a pasar por lo mio también.
Gracias capo. Prometo darme una vuelta por esos lares
me cage de risa muy bien contado y mejor trilogia!!!! segui escribiendo que te ganaste un seguidor y mis pedorros 3 pts diarios
Me alegro que te haya gustado y de tener un nuevo seguidor.jejej
Che, me re mareó el final y/o es muy temprano para leer estas cosas... ¿Era la hija de Miguel???
Bueno, más allá de eso, una gran alegría volverlo a leer. Como si fuera poco, cuando vi este post me fui a repasar el anterior, así que me vengo deleitando con sus andanzas desde hace rato largo.
Muy buena historia, con detalles de los hechos y de las cosas que pasan por la cabeza, con humor... Muy caliente.
Beso, puntos y reco.
Morocha lindaaa. Gracias por el comentario. Como usted sabe tengo la extraña habilidad de meter la pata
Bebe23
+ 10, como Messi en Brasil. Volveremos volveremos! Gracias por tanto master!
Geniooo. Que se le va a hacer, uno hace lo que puede siempre con humildad. Ayer gano central no puedo pedir mucho más
Wowwwwwww tuve que leer rápido los anteriores para poder entender el final...muy bueno!!!! Y tenés razón ¨ojala nunca les pase¨
Hoy di todos mis puntos, pero voy a volver, te lo prometo!
Gracias ¡¡¡ Pasa cuando quieras¡¡¡ Tengo otros relatos que capaz te gusten tb
@Morochoaltivo19 Ya pasaré
muy buenos relatos, tenes esa exelente manera de relatarto 🤤 que de verdad excita más que ver un video 🤤 👌 realmente muy buenos aportes 👌 👏 👏 👏
Gracias¡¡¡
Tremenda serie-relato.. va un punto que me queda!!
jua!!.. hice la tareaaa!! asi no te me quejas!...
Linda historia querido...
vos no aprendes mas!.. te lo conté? 😛

Besotes...
jajaja. gracias por pasar linda