Chupa minha buceta em todas as línguas, puta

Me chamem de Júlia, simplesmente. Não é meu nome verdadeiro, mas não posso revelá-lo. O que mais posso dizer… sou diplomata, tenho doutorados e pós-graduações suficientes para encher currículos de até seis páginas, tudo isso com a idade relativamente jovem de 30 anos. Me sinto muito bem comigo mesma, fisicamente, digo, minha pele é branca, e minha mãe me herdou um belo par de olhos azuis, vou à academia regularmente, então tenho um corpo mais que satisfatório… no fim das contas, sempre me achei capaz de conseguir o homem que eu quisesse… mas nunca imaginei que isso se aplicava também lá embaixo na escala social.

Voltava para casa, depois de várias semanas defendendo meu país na Corte Internacional de Haia; meus pais mandaram um motorista me buscar no aeroporto. Minutos depois, pude avistar nossa ampla e luxuosa casa se destacando sobre as árvores, localizada nos arredores da cidade.

Mamãe tinha me mencionado que estava fazendo umas reformas na ala leste, e quando o carro passou pelo portão, pude ver como estavam indo as obras de vários muros novos e algumas estruturas de madeira. De uma olhada rápida, contei uns cinco ou seis operários, sujos, morenos, alguns deles sem camisa… meu nojo inicial não me impediu de curtir maliciosamente ao ver suas caras me encarando, com minha saia curta e minhas pernas bem torneadas. No entanto, me mostrei altiva, como minha linhagem exige, sem dedicar a eles um único olhar, muito menos um sorriso… mas um deles não se rendeu à minha atitude implacável, pois me pareceu ouvi-lo comentar:

— Que gostosa essa filhinha, hein? — foi o mais moreno quem disse isso, de barriga meio saliente e braços robustos e calejados, quase preto, mas menos que um preto de verdade que me devorou com os olhos brilhantes.

— Cala a boca, cara, que é a filha da patroa — retrucou outro, o que parecia ser o mestre de obras, mais baixo que aquele e com alguns fios de cabelo branco salpicando seu cabelo.

— Bem que ela gosta se exibir pra aquela putinha -disse ele então, baixando a voz, numa tentativa nada frutífera de parecer discreto. Acho que a intenção dele não era ser ouvido, mas meu sangue ferveu enquanto eu subia as escadas em direção à entrada principal, com o motorista carregando minhas malas atrás de mim.

Instantes depois, já sendo recebida pelos meus pais e irmãos, esqueci as palavras daquele arrombado. A noite chegou e eu estava deitada na minha cama, com uma camisola curta e semi transparente, vendo televisão no meu quarto, com uma taça de vinho tinto na mão. Fui passando os canais, enjoada de notícias e documentários, e cheguei nos filmes eróticos, onde vi uma cena com uma loira gostosa sendo seduzida por um mecânico, claro que o cara era um ator muito bonito, e me imaginei dando mole pra esse ator gato… e então lembrei das palavras do pedreiro… fiquei puta, mas… algo em mim se ativou… senti medo e nojo, que só aumentaram com aquela onda súbita de tesão que começou a me sugerir ideias e fantasias loucas na minha cabeça.

Só por um instante, passou uma imagem na minha cabeça, onde aquele babaca deslizava as mãos safadas e cheias de cimento seco por todo o meu corpo… tentei manter a compostura e afastar esses pensamentos, mas a natureza é melhor juiz na hora de ditar essas coisas… como pude comprovar ao tocar minha buceta e achá-la meio molhada… não consegui tirar a mão da minha racha, e colocando a taça na mesinha de cabeceira, comecei a me dar uma punheta suave e demorada, tentando segurar os gemidos, sem fazer a menor ideia da testemunha que me viu me tocando daquele jeito, pela janela, só que isso eu só ia saber depois…

Assim se passaram umas duas semanas. Meus pais, empresários ocupados, passavam a maior parte do dia fora de casa, meus irmãos, já casados, moravam em casa própria, então era eu quem ficava em casa, já que eram minhas férias. E apesar do que eu disse pra mim mesma, não não perdia oportunidade de exibir meus encantos pra aqueles homens sujos que continuavam trabalhando na construção.

Lembro que uma vez, já perto das cinco da tarde, fui a um encontro, me reunir com alguns amigos de profissão. Saí com um vestido branco bem curto e decotado, tinha deixado meu cabelo curto, pouco abaixo do pescoço. Me encheu uma satisfação mórbida e ilícita quando as pás, as picaretas e todo aquele barulho típico da obra pararam quando passei pela porta rumo à limusine. No entanto, dessa vez, o moreninho ousado e indiscreto comentou de novo:

— O que você faria com isso nas mãos, Tadeu? — perguntou pra outro, sempre num tom meio baixo, sem intenção aparente de ser ouvido. Agucei meu ouvido e quis escutar o que vinha a seguir, mantendo minha fachada de altivez aristocrática e, no entanto, tomada por uma vontade incomum de captar as palavras daqueles caras.

— O que não faria — respondeu o tal Tadeu, meio atrevido.

— Cala a boca, que eles podem nos deixar sem esse trampo… — disse o mestre de obras já mais velho, que apesar da bronca, tinha os olhinhos grudados em mim.

— Essa puta precisa é de um homem de verdade, que faça ela chorar, e não desses viadinhos filhos da mamãe com quem ela sai — resmungou o moreno. O mestre de obras deu um cotovelo nele pra calar a boca.

Subi no carro e não consegui ouvir mais. Fiquei pensando no que aquele operário disse. Ele tinha se referido a mim como uma "puta", e… o que me horrorizava é que eu não me sentia indignada de jeito nenhum. Aquele último comentário me deixou pensando, nas minhas experiências com meus namorados e outros amantes casuais, não podia reclamar, mas algo, uma voz escondida no meu corpo, me dizia que não era suficiente…

Voltei muito tarde, já eram quase quatro da manhã. Um amigo me deixou em casa. Acho que é irrelevante mencionar o nome dele, só vale destacar que dançamos muito colados, oportunidade que ele não perdeu pra esfregar o pau em mim e me apalpar de vez em quando, cada vez de forma mais Descarada… e eu, igualmente safada, me esfregando mais nele. Depois de umas duas músicas, já estávamos nos beijando, mas não passou disso… me fiz de difícil, mesmo que uma parte de mim não entendesse, porque na real eu tava morrendo de vontade de um homem… "um macho de verdade", como aquele sujeito desagradável tinha dito.

— Bom dia, mocinha — rosnou uma voz atrás de mim, enquanto eu revirava minha bolsa atrás da chave. Me virei, agitada, e como já suspeitava, era o pedreiro folgado.

Olhei meu relógio dourado no pulso, eram quatro e meia.

— Bom dia — murmurei, meio tonta dos drinks —, não sabia que vocês entravam tão cedo pra trabalhar.

— É pra terminar rápido, princesa; além disso, a gente nunca sabe que surpresinha pode encontrar no escuro… e olha só, encontro essa gostosa — ele disse, se aproximando de mim.

— Não chega perto — cuspi, tentando ignorar um certo arrepio lá embaixo.

O pedreiro não ligou e chegou tão perto que pude sentir o hálito de tortilla e café: — Olha, eu sei quando uma mulher tá com vontade de pica.

— Mas como você se atreve…! — exclamei, quase teatral, e tentei dar um tapa na cara daquele sujeito, mas minha meia embriaguez tinha nublado meus reflexos, e o cara segurou meu pulso, me apertando contra a parede, pressionando o volume duro dele contra minha barriga, esfregando. A língua dele percorrendo meu pescoço me deu nojo, e eu forcejei com ele, mas ele pegou minha outra mão, me esmagando com o corpo — Me solta, para com essa palhaçada, posso te meter na cadeia se quiser!

E aquele homem, uns anos mais velho que eu, moreno, mais baixo que eu, me disse com total cinismo:

— Vou preso sim, docinho, mas há dias que você fica me provocando, e tá muito enganada se acha que vou deixar você ir antes de te comer como Deus manda — e colou a bocarra na minha. Me revirei de nojo, tentando, em vão, me soltar das garras daquele babaca, que sem muita dificuldade, praticamente me arrastou até a área da construção, onde minha família ou os empregados não pudessem ouvir nada.

— Me solta, me solta! — eu forcejava, às vezes quase conseguindo me livrar dele, mas a força dele superava a minha, e então, com um impulso súbito, ele me jogou no chão. Machuquei os joelhos e as mãos no cascalho, e olhei para ele, suplicante, quase chorando.

O pedreiro me encarou, com meu vestidinho branco curto e justo, minhas pernas longas e bem torneadas quase todas de fora, admirando o banquete que alguém da laia dele nunca sonharia em ter.

— Você sabe quem eu sou? Tem ideia? — desafiei, tentando segurar aquela parte sombria de mim que queria entrar na brincadeira.

— Sei. Cê é a próxima putinha que vou comer — e antes que me deixasse responder, "pra manter minha pose aristocrática", ele abaixou o zíper e, na minha frente, ai, Deus, surgiu a piroca mais grossa e cheia de veias que meus olhos já viram. Até meu choro incipiente parou na hora.

O arrombado riu e disse:

— Pois é, todas ficam caladinhas quando veem minha jiboia.

Desviei o olhar, envergonhada, o sangue subindo feito louca pras minhas bochechas. Quase me lambi, e minha buceta deu uma pontada, meu corpo inteiro queria uma coisa só, e eu lutava contra minha imagem de patricinha gostosa pra ter aquele novo capricho.

O homem, sorrindo debochado, se aproximou de mim, esfregando aquela parada, deixando ela dura pra mim, e sem dúvida, meu decote e minhas pernas longas ajudaram pra caralho. Ele parou a poucos centímetros do meu rosto. Levantei o olhar e me deparei quase de frente com aquela cabeça monstruosa e escura, acho que até meio deformada, mas minha boca encheu de água e baixei o olhar de novo, profundamente ofendida.

— Vamos, vamos, putinha, cê tá há dias rebolando essa raba na nossa frente, me deixou com muito tesão desde então, agora vai pagar, vagabunda... quer ver? Por que não dá um berro bem alto pra seus malditos criados virem correndo me parar? Porque cê é uma puta que adora uma piroca, e aqui tenho uma bem grande e suculenta pra você. vamos… é isso que você quer, raposinha…

— Cala a boca, não fala assim comigo! — cuspi pra ele, mesmo sabendo que nenhuma palavra daquele homem era mentira. Ele riu de mim e esfregou aquele cogumelo no meu rosto, o contato ardente me fez recuar e encará-lo com fúria, então aquela pica roçou meus lábios e… pra minha eterna incompreensão, eles se abriram, e aquele mero pedreiro, sem hesitar um segundo, enfiou seu membro ereto na minha boca delicada…

Meia hora antes, rodeada pelos meus refinados amigos da alta sociedade, nunca imaginaria que minutos depois estaria de joelhos diante de um operário, segurando sua grossa e dura pica, devorando-a com uma vontade inusitada, gemendo e contorcendo minha boca, enrolando minha língua naquele monstro, amassando os ovos daquele qualquer…

— Aaaaaahhh, isso mesmo, puta, assim, vai! Eu sempre sei quando as mulheres querem pica, e eu não nego, não senhor!

Não achei o que responder, continuei chupando aquele pau calejado, saboreando, nunca tive nada parecido na boca, aos poucos ia perdendo o controle de mim mesma. Tirei ele da garganta e passei minha língua da borda do saco até a ponta, olhando nos olhos daquele meu amante inesperado, e então, de repente, engoli ele de novo como uma cadela no cio…

— Ah, que pedaço de puta! — ele disse, me dando o melhor elogio da minha vida. Eu estava bestificada, esqueci tudo, linhagem, doutorados, títulos… só era uma mulher satisfazendo um homem bem dotado, lambia, deslizava os lábios, sentindo cada veia inchada e pulsante, e soube que aquilo não ia ficar só num boquete… soube que precisava daquela manguaça esplêndida bem enfiada em mim… tirei ele da boca e esfreguei o rosto nele… era a puta daquele bastardo sortudo, que soube se aproveitar de mim…

— Ah, sim, que puta! E olha, que tu só trabalhava de metida presunçosa, e saiu mais puta que as do bairro da zona, nem um centavo precisei pagar pra tu me chupar, filha da puta — ele me disse.

Os insultos dele Só conseguiram aguçar meus instintos desenfreados e continuei chupando ele como uma possessa. O infeliz me segurava pelos cabelos e se inclinou pra tocar meus peitos, e eu me deixei levar, derretendo com as carícias daquele cara… nunca imaginei estar numa situação dessas.

Então, ele me segurou firme pela cabeça, quase me sufocando com aquele pedaço de carne admirável que eu estava saboreando, sentindo as pulsações nas paredes das minhas bochechas…

— Espera, Tadeo, deixa ela mesma levantar a saia, você vai ver como essa puta barata obedece — disse o pedreiro, me dando a entender, pra meu horror (ou será prazer?), que outro dos colegas dele tinha chegado… senti umas mãos quentes e ásperas apalpando minha bunda e minhas pernas preciosas… Meu Deus, eu ia ser possuída por dois pedreiros…

— Vamos, levanta essa saia, gostosa, que você adora um arroz com feijão — ouvi o tal Tadeo dizer, cujo rosto eu lembrava, e minhas mãos, ansiosas e trêmulas, sem me obedecer, puxaram a saia do vestido, amassando até minha cinturinha de pilão… o tal Tadeo rasgou minha calcinha fio dental e começou a apalpar minha buceta… Meu Deus, eu derreti e gemi como uma puta de verdade…

— Vamos, chupa ela em todos os idiomas que você sabe, putinha — o pedreiro me disse.

— Bem dito, Saúl — falou Tadeo, revelando o nome do dono daquela pica enorme que me tinha fascinada, que então me soltou, ao ver que eu me deixava fazer pelo Tadeo, cujo pau finalmente entrou em mim…

— Aaaaaaai! — me queixei, sem acreditar que um pedreiro daqueles tinha me penetrado, e muito menos que eu estava adorando. Tadeo me segurou pela cintura e começou a bombar, batendo a carne dele na minha, enquanto minha boca continuava abrigando a pica descomunal do amigo dele.

— Ah, que boa que essa puta é! — exclamou Tadeo — E saiu mais fácil que nada, tão metida a besta a filha da puta!

Era isso que diziam de mim enquanto me comiam e me humilhavam do jeito que queriam. Então, Saúl tirou a pica da minha boca, Dando batidinhas com ela em mim, e então apontando, batendo punheta e finalmente, jorrando seu esperma morno no meu rosto lindo e refinado… abri minha boca e estiquei minha língua como a puta que eu era, louca pra provar aquele líquido, me lambendo feliz, enquanto Tadeo fazia minhas delícias, me fodendo sem preocupações… Saúl contemplou, extasiado e triunfante, seu esperma escorrendo pela minha cara bonita… todo o meu corpo lindo estava à mercê daqueles dois arrombados… dois? Não! Porque surgiu outra rola na minha frente, se esfregando no meu rosto, um negócio preto como ébano… minha boca não conseguiu ficar fechada, porque Tadeo sabia agradar uma mulher, e no meio de um gemido, aquele preto enfiou ela na minha boca… aos poucos, os peões foram chegando… pensei que devia dar prazer pra eles o mais rápido possível antes de ter que foder com cada um… ou será que eu queria tomar meu tempo?

Tadeo me fez ofegar de tesão quando apertou um polegar no meu buraquinho ansioso, bem visível pra ele, enquanto Saúl terminava de rasgar meu vestidinho branco, me deixando totalmente nua e à mercê daqueles três arrombados. O preto colocou uma mão na minha cabeça, e me movia, pra frente e pra trás, ao longo da rola preta dele… era minha primeira vez com um preto… nisso, o tal Tadeo já tinha me deixado à beira do orgasmo, mas o filho da puta só gozou bem dentro de mim, sem se importar se podia me engravidar, e na mesma hora tirou ela de dentro. Então, de relance, vi que Saúl se ajoelhou atrás de mim, e quase desmaiei de prazer quando aquela cobra grossa e dura começou a me penetrar, devagar, o filho da puta queria me fazer sofrer…

- Uuuunnnnhhhh, uuummmmmhhhhrrrgghhh! - era só o que se ouvia de mim.

- Que puta gostosa, não custou um centavo! - disse Saúl, satisfeito ao sentir minhas paredes vaginais se fechando, abraçando o membro ciclópico dele. E assim, minha boquinha que tinha falado na assembleia da ONU, agora dava prazer a um peão preto, e eu besta, perdida, lambia e chupava como uma mera atriz pornô, gemendo ao sentir aqueles dois membros penetrando meu corpo, me transformando na pior das putas… Saúl acelerou as estocadas, bem agarrado nas minhas bundas grandes e generosas… o contraste daquelas peles escuras e calejadas com a minha, branca como leite, me dava muito tesão, meus gemidos… realmente virei escrava daqueles caras…

- Como essa puta chupa! - exclamou o negro, que se inclinava pra apalpar meus peitos, que ele disputava com Tadeu, deitado debaixo de mim, ordenhando com a boca ávida de dentes amarelados.

- Essa puta é boa, hein, Felipe? - disse Saúl, me fodendo com gosto, revelando assim o nome daquele garanhão de ébano cuja piroca deliciosa eu tinha bem apertada entre minhas mandíbulas lascivas.

Minhas unhas se cravaram nas coxas fortes e peludas do negro Felipe quando meu amado Saúl me levou às portas de um orgasmo iminente e explosivo, Saúl continuou me pisando com força, dando palmadas fortíssimas na minha bunda, e meus sucos banharam o instrumento dele, meu grito abafado pelo pau esbelto e comprido de Felipe, cujo gozo escorreu entre meus lábios, engolindo o que dava, saboreando aquela porra granulada de negro…

- Agora é minha vez com essa puta de merda - disse Felipe, e quase aplaudi a decisão dele. Felipe me carregou no colo, eu nua e mole, o céu ainda azul escuro, todo mundo dormindo lá dentro, Felipe sentou num muro começado e eu entendi o que ele queria de mim, ao sentir que apontava o pau pro meu cu, tentei me afastar mas ele me envolveu com os braços musculosos e enfiou… Tadeu enfiou vários dedos na minha boca pra abafar meu grito inicial… minha própria saliva ajudou como lubrificante, e aquele negro dotado de muita força começou a me levantar e abaixar, me segurando pela cintura… mas, com meus olhos semicerrados de prazer indescritível, e ainda meio bêbada, consegui contar quatro paus bem duros na minha frente… tinham chegado o mestre de obras grisalho e barrigudo e o filho dele, o único daqueles caras que me pareceu atraente, um adolescente… — Dom Simeão, Julião, juntem-se à festa com essa puta, esse fogão de merda que só sabe esquentar! Agora estamos dando o que ela merece — disse Saul pra eles, e esse fogão, como pôde, enquanto era empalada pelo impiedoso Felipe, conseguiu pelo menos chupar esses quatro membros… o de Simeão era curto e grosso, o de Julião, esbelto e vigoroso… dediquei muito tempo, chupando ele como se fosse um doce, ouvindo ele gemer de prazer, enquanto o monstruoso Felipe arrancava quase gritos de mim, me sodomizando de um jeito que nunca vou esquecer…

— Aaaahhh… uufff… oooohhhh! — eu gemia, e essas quatro lanças se esfregavam, ansiosas, ora no meu rosto vermelho, ora nos meus peitos eretos, que também eram o centro das atenções, porque oito mãos se revezavam, quase brigavam, pra apalpar eles ou beliscar meus mamilos, até me causando dor… mas me deixavam louca de prazer, nunca imaginei chegar nesses níveis de safadeza selvagem, só queria aproveitar, gozar e saborear esses órgãos duros na minha frente, sem esquecer esse portento de pau que estava arrebentando meu cu como ninguém nunca fez antes.

— Aaaaahhhh, te engravido pelo cu, puta! — rugiu Felipe, e eu senti, extasiada, quase de olhos virados, aqueles jorros furiosos de porra enchendo minhas entranhas, acho que sorri de prazer, e os pedreiros riram das minhas caretas de tesão. Ainda senti um cuspe nos meus peitos…

— Não seja idiota, todo mundo quer chupar as tetas dessa puta! — reclamou alguém, acho que Julião, eu com os olhos semiabertos, quase não via nada, só minha bocona aberta soltando berros de mulher safada e paus se revezando, desejei, com todas as minhas forças, que aquele momento nunca acabasse… aquele momento em que cinco pedreiros, talvez até analfabetos, me subjugaram e me pisotearam como nunca achei possível…

Caí de joelhos, no chão cheio de brita, cercada por esses cinco caras desconhecidos… o céu começava a clarear, eu Respirava com dificuldade, coberta de suor, apesar do frio do ambiente, mas, como eu suspeitava, os dois recém-chegados, pai e filho, não iam ficar sem a sua fatia…

Julián estendeu uma manta e deitou-se nela. Fez um gesto pra mim, e, entre insultos e cantadas daqueles homens, fui de quatro até o garoto bonito e sarado. Primeiro, passei o pau duro dele no meu rosto, lambendo e engolindo tudo, fazendo a alegria dele. Depois, fui subindo, passando o pau pelos meus peitos inchados e maltratados, um gesto que o gostoso do Julián pareceu adorar…

— Ei, eu também quero que a putinha faça isso comigo! — disse alguém por ali, acho que o tal de Tadeu.

Quando nossos rostos ficaram na mesma altura, sorri pro garoto, bem putona, e com a mão guiei o pau dele pra minha buceta irritada, mesmo assim, louca pra continuar chupando pica… sem me controlar, comecei a lamber a cara e o pescoço daquele jovem, até que consegui beijar ele de um jeito nojento, igual nos filmes pornô, já totalmente fora de mim…

Mas seu Simeão, o pai do rapaz, não demorou a aparecer, e senti ele se ajoelhar atrás de mim, roçando a barriga grande na minha bunda, e enfiou o cipote grosso no meu cu…

— Aaaaahhh, que gostoso! — gritei, e eles riram de mim de novo. Assim, com o filho debaixo, possuindo minha buceta trêmula, e com o pai me sodomizando, ofeguei como uma puta imunda, e com três paus bem duros na minha frente, exigindo os serviços gratuitos da minha boca, até então refinada, sugando os restos de porra que ficaram no pau do Felipe, como pude, porque aquela dupla penetração, a primeira da minha vida, estava me tirando do sério, gritando sem me importar se minha família e criadagem inteira saíssem e me vissem assim, montada por esses arrombados…

— Aaaah, assim, assim, me pisem, filhos da puta, me pisem toda! — gritei, e eles aplaudiram minhas palavras, pai e filho aceleraram suas embates, e os outros amassavam meus peitos e esfregavam seus paus na minha cara… até enfiavam seus dedos sujos na minha boca, que eu chupava como se minha vida dependesse disso… já estavam me deixando toda suja, com meus joelhos ralados… mas eu não ligava pra nada…

Uns galos cantaram ao longe, quando Simeão, que me bombava com raiva, como se quisesse me partir ao meio, rugiu satisfeito e inundou meus intestinos com seu esperma grosso e quente, seguindo seu exemplo o jovem Juliano, que, bem agarrado na minha cintura fina, gozou dentro de mim…

— Fuck you, um filho, sua puta! — resmungou, e eu lambi meus lábios, sorrindo pra ele, banhando esse pênis esplêndido e jovem com meus sucos agradecidos, fruto do meu segundo e glorioso orgasmo.

— Deixem ela pra mim de novo, Tadeu, vamos educar essa putinha de merda! — disse então Saulo, me pegando pela mão e deitando na grama, me puxou e me estendeu sobre ele, me enfiando pela segunda vez, já quando eu achava que aquela orgia repentina e humilhante ia acabar… Tadeu se ajoelhou atrás de mim, me arrepiei e sorri ao esperar uma segunda dupla penetração… mas Tadeu empurrou então o pau dele na minha buceta, onde já estava o pau de Saulo…

— Não, o que vocês tão fazendo comigo… Aaaaahhh… sssssssiiiiim!! — gritei então, sentir dois paus bem duros na minha buceta foi algo novo que marcou um antes e um depois na minha vida, logo, esses dois homens uniformizaram o ritmo e me deixaram choramingando como um animal ferido.

— Sofre, gostosa, sofre! — me disse Tadeu no ouvido, misturando o suor de nós três. Então, Filipe enfiou o pau dele na minha boca pra abafar o escândalo dos meus gritos. Aos poucos, Saulo e Tadeu aumentaram a velocidade, chegando a me machucar por dentro, mas já não ligava mais, queria outro orgasmo…

— Sim, sim, façam de tudo comigo, seus filhos da puta, me pisem! — gritei pra eles, num momento em que Filipe tirou o pau pra dar tapinhas na minha cara com ele.

— Já ouviu a vagabunda essa, manda ver com tudo, Saulo! — ofegou Tadeu, que então procederam a me estuprar como nunca… gozei ao sentir aqueles dois mastros se remexendo e pulsando dentro de mim, e então aquelas duas fontes explodiram lá dentro…

— Vê se pare gêmeos, vagabunda! — resmungou Saúl, e com a cara morena dele na minha, sem pensar duas vezes, nos beijamos com uma lascívia desmedida, chupando nossas línguas e mordiscando nossos lábios. Aqueles homens tinham me deixado louca de tesão.

Quando o céu mostrava um azul límpido e o frio começava a ceder aos raios de sol, eu, toda uma diplomata, estava deitada, nua, suada, tremendo de luxúria e frio na frente daqueles cinco peões que tinham me fodido em todos os meus buracos, que tinham feito comigo o que quiseram…

— Toma, vagabunda — e jogaram os trapos do que restava do meu vestido caro. Saúl jogou minha bolsa pra eu pegar minha chave — entra na sua casa, puta barata, não vai querer que seus pais te vejam assim…

E como pude, me levantei e corri, nua, com meu vestido rasgado, sem saber se chorava ou não, peguei minha chave, percebendo que todo meu dinheiro tinha sumido… entrei na mansão e, rápido, me enfiei no meu quarto amplo e luxuoso, corri pro banheiro e me olhei no espelho: meu cabelo bagunçado, minha cara suja e com porra seca, meus peitos amassados e com alguns hematomas e marcas de beliscões e mordidas, até vi restos de porra no meu cabelo… meus joelhos e mãos ralados…

Entrei na banheira, ainda processando o que tinha acontecido naquela última hora da minha vida… transei com cinco pedreiros… o tal do Saúl quase me estuprou, mas fui eu que cedi um pouco no final, decidi que nunca contaria o ocorrido pra ninguém, e enquanto derramava algumas lágrimas, soube que aquela não ia ser a última vez que eu seria o brinquedo sexual daqueles canalhas…

Mas não pude deixar de admitir minha satisfação incrível…

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