Essa história não é minha, mas eu gostei e não sei se já compartilharam antes, de qualquer forma vou postar.Isso começou há um ano. Eu saio com uma garota chamada Jazmín. Ela é bem gostosa (eu digo, e todo mundo diz), e valeu a pena todo o esforço que fiz para conquistá-la. Sempre tive uma certa fraqueza por garotas de colégio particular, pelo uniforme, fico louco de vê-las com saia, camisa e meia-calça. E quando comecei a namorar com a Jazmín, ela já estava no último ano do ensino médio.
Ela é loira, de olhos verdes e alta, um metro e setenta. O melhor da Jazmín, e é o que me faz apaixonar, é a cara de gatinha safada, com uns lábios que já fizeram um bom trabalho com o namorado. Além disso, tem uns peitos que cabem perfeitamente nas minhas mãos, uma cinturinha fina e pernas bem torneadas, longas. E seu atributo mais desejado por mim, seu bumbum redondinho, que ainda não consegui que ela me entregasse, ela se recusa totalmente ao sexo anal.
Passado um ano já saindo com ela, e tendo sexo em todas as suas variantes menos o sexo anal já mencionado, Jazmín saiu do colégio e não tive mais minha colegial de uniforme. Mesmo assim, ela às vezes coloca o uniforme que já ficou pequeno quando estamos sozinhos para me agradar... uma brincadeirinha de namorados. Mas depois de um ano de namoro, comecei a ir à casa dela cada vez mais seguido, principalmente nesses últimos meses.
Relacionamento sério. Mas nessas visitas, quando cumpria meu papel de namorado visitando a namorada, havia vezes que a Jazmín não estava, e eu ficava na casa dela esperando por ela. Às vezes estava a irmã mais velha da Jazmín, Luciana, uma gatinha que está muito gostosa... ou mais que gostosa. É um caminhão com reboque. Meio baixinha, mas tem um corpo infernal, com duas tetas que são enormes, duas melancias, e uma bunda grande e redonda... É uma mulher muito voluptuosa... Luciana tem namorado, um cara com quem sempre me dei super bem toda vez que o vi. Resumindo, como ela e o namorado têm quase a minha idade, nos tornamos amigos.
Outras vezes, a maioria das vezes que me... Eu ficava esperando a Jazmín chegar em casa, ficava conversando ou assistindo TV com a irmã mais nova dela, a Jesse... Jesse, nome em homenagem à avó yankee (não é à toa que são todos loiros nessa família) é a menina mimada da casa. É a bebê do papai, e cuidam e mimam ela como se fosse de porcelana fina. Jesse é uma jovem que herdou toda a beleza dos pais e das irmãs. Pequena de estatura assim como a irmã Luciana (a única alta era a Jazmín), com cabelo loiro ondulado até os ombros, com uns cachos naturais encantadores. Um olhar cor de céu, um sorrisinho cativante... tem uma carinha de menininha inocente e muito bonita. Além disso, o corpo dela já está tomando forma de maneira impressionante, as tetinhas dela em menos de um ano cresceram de repente, e são até um pouco maiores que as da Jazmín. Mas os pais vestem ela com roupas largas para esconder o corpo da "menininha"... mas eu pude ver em roupa íntima uma vez que entrei sem bater no banheiro da casa.
Jesse estava se despindo para tomar banho, justo eu abri a porta e a vi. Um corpo perfeito, peitos não muito grandes, mas que em alguns anos vão ficar, uma cinturinha fina e estreita, e uma bunda redondinha e firme... tudo numa pele branca como a neve, perfeita. Desde aquela vez, há algumas semanas, comecei a olhar a irmãzinha da minha namorada com mais atenção.
E o grande fator que faz a menina ser devorada pelos meus olhos, é que ela vai ao colégio secundário, a um colégio privado, onde anos antes estudaram as irmãs dela. E por isso, é a única da família que ainda usa uniforme escolar. Se somarmos isso mais minha obsessão por saias...
Se estou com ela assistimos TV, a Jesse gosta de filmes românticos, música tranquila, lê poesia... É tímida, não fala palavrão... adora cuidar do jardim... enfim, é uma menina amorosa, inocente e ingênua...
Adoro vê-la sorrir quando conto uma piada. Ela sorri de um jeito enternecedor, levando a mãozinha à boca, mordendo o dedo indicador.
Além disso, ela gosta que eu fale sobre minha faculdade, como estudo desenho artístico na Faculdade de Belas Artes. Jesse ficou fascinada com isso. Ela me olha fixamente quando falo dos meus estudos, analisando o sentimento das pinturas clássicas e de quão artista eu sou — uma mentira deslavada, mas eu gosto de bancar o boêmio com as garotas.
Este ano, no Dia do Amigo, eu tinha dado pra Jesse um colar hippie que comprei na rua por menos de dois reais. Ela me abraçou forte quando entreguei, dizendo: "Aiii... que lindo, obrigada!!". Desde aquele dia, ela nunca mais tirou, usa sempre. Jazmín me diz, brincando, que a irmãzinha se apaixonou por mim, e fica me zoando pra eu não me aproveitar disso, ainda mais porque eu gosto de colegiais — mas sempre na zoeira.
E em alguns meses vendo a Jesse com frequência, eu me apeguei a ela, criando bastante intimidade. Ela me contava as coisas dela, dizia que eu era o único que realmente a entendia. Que tinha poucas amigas, e que estava percebendo que os pais cuidavam dela demais (mais que demais, talvez, pra idade dela) e ela não podia fazer nada. Que as amigas já saíam sozinhas pra se divertir, algumas já tinham até namorado... e ela sempre tinha que ficar em casa. "Você ainda é muito novinha", diziam os pais, sem levar em conta que a menina já estava crescida.
— Nem posso comprar a roupa que eu gosto... — ela me disse certa vez. Eu entendia mais ou menos os pais dela; se a Jesse já começasse a sair e usar roupas mais sugestivas... a casa viraria um formigueiro de pretendentes.
— E na escola, não tem alguém que você goste? Algum namoradinho?... — eu tinha perguntado uma vez enquanto esperava a Jazmín. Jesse e eu estávamos vendo MTV, entediados.
— Nããão... não gosto de ninguém da escola... — ela disse, baixando a cabeça e se justificando rápido. Jesse raramente me encarava nos olhos, e dessa vez, além disso, Ela ficou vermelha como um tomate.
- Mas você deve ter um monte de apaixonados, porque você é tão gostosa... O que tem com esses caras de hoje em dia? - Eu dizia. Mas, falava isso sempre, achava ela uma garota muito bonita mesmo. E sempre gostei de vê-la corar quando só dizia "que linda você está".
- Ai, obrigada, mas não, ninguém que eu saiba... - Ela me dizia meio triste e um pouco menos vermelha.
- Vamos lá, não gosta de ninguém?... - Continuei, mas ela só me olhou rapidamente e respondeu que sim com a cabeça, já totalmente corada. Notei como ela agarrava as mãos e as torcia, como faz quando está nervosa.
- Não posso te contar... - Sussurrou Jesse, e entendi que não devia perguntar mais.
Nós dois estávamos sentados num sofá de três lugares, um ao lado do outro.
Ela tinha chegado da escola há menos de uma hora e estava com seu uniforme: uma blusinha branca com saia e gravata escocesas. Eu a olhava e, pela minha mente perversa e fantasiosa, a imaginava fazendo um strip-tease para mim...
Mas apagava essa imagem rapidamente da minha mente, ela era a irmãzinha da minha namorada.
- Eu... eu... - Ela começou a balbuciar depois de alguns segundos de silêncio.
Começou a chorar de repente. Eu não sabia o que fazer, meu coração se partia ao vê-la assim. Ela tentava me dizer algo, e me senti a pior pessoa por provocar aquilo.
- É ruim... eu... - Ela continuava tentando falar, enquanto seus olhinhos azuis se enchiam de lágrimas. Até aquele momento eu estava comovido pela garota...
Mas ao tê-la em meus braços, apertando-a com uma mão nas costas e outra na cintura, comecei a ficar excitado. Tentei me afastar dela, mas mentalmente, porque meus braços não reagiam, continuavam apertando-a.
- O que é ruim?... - Perguntei, começando a acariciar sua cabeça, enquanto com a outra mão esfregava suas costas. Era tão bom... ela cheirava tão bem... tinha um perfume suave de flores que estava me deixando louco.
- É que... é que... - Dizia Jesse, e aí... Levanto um pouco a cabeça e olho nos seus olhos. Seus olhos estavam cheios de lágrimas, seus lábios carnudos estavam bem perto dos meus. Não conseguia me controlar, ver aquela coisinha tão linda nos meus braços, tão perto, estava me descontrolando.
- O quê?... - Eu disse, enxugando algumas lágrimas de suas bochechas suavemente com a mão, ela suspirava. Depois, arrumei uma mecha de cabelo atrás da sua orelha... Não conseguia me controlar, estava fazendo aquele papo de amigo consolador, e sabia muito bem onde aquilo ia dar.
- É que... você... eu gosto de você... e... - Eu não conseguia acreditar, a Jazmín me enche o saco com isso, mas não levava a sério de verdade. Nunca pensei seriamente no que aconteceria se a Jesse gostasse de mim. Fantasiava, mas como qualquer homem faz diante de uma garota gostosa... Minha mente perversa me dizia para aproveitar a situação.
- É errado, porque você namora a Jazmín... - Ela continuou, se desabafando. Estava tão perto de mim, que sem pensar, fui me aproximando mais da Jesse, ela de mim, até que a beijei suavemente. Ela suspirou e parou de balbuciar, ficou como se estivesse drogada. Peguei seu rosto com minhas mãos e continuei beijando-a. Seus lábios eram muito macios, me deixavam louco, a cada segundo que passava eu a beijava com mais paixão. Apertei-a mais contra meu corpo, segurando-a pela cintura. Seus seios pressionavam contra meu peito. Ela suspirou e abriu a boca, enfiei minha língua. Jesse, desajeitadamente, começou a beijar com a língua. Morria de prazer ao sentir que ela era tão inexperiente. Sua língua girava em volta da minha, e a minha explorava cada canto de sua boca. Não parávamos de nos beijar.
Eu estava fora de mim... Devagar, fui deitando-a no sofá, até deixá-la deitada sem parar de beijá-la. Uma das minhas mãos foi até suas pernas e começou a percorrê-las, acariciando suas coxas. A outra acariciava sua barriga, entrando por baixo de sua camisa de colégio...
- Mmmm... aahh... não... para... ahhh... - Jesse sussurrava quando minha boca não estava contra a dela... Mas ela dizia isso de um jeito tão pouco convincente... que me incitava ainda mais a continuar acariciando-a. Comecei a beijar seu pescoço, minhas mãos percorriam seu corpinho macio e firme. Minha mão chegou à sua virilha, deslizando por baixo de sua saia. Jesse não oferecia resistência, apenas se contorcia no sofá sob meu corpo. Ela estava tão submissa, tão à minha total disposição.
- Aahhhhhhh... - Ela ofegou quando comecei a esfregar sua buceta por cima do tecido da calcinha. Minha outra mão havia entrado por baixo de sua blusa e massageava um de seus seios... Deus, eram maiores que os da minha namorada, mais firmes, mais macios...
- Aaahh... não... para... ahh... - Jesse continuava ofegando, se contorcendo, arqueando as costas com meus movimentos na calcinha. Meus dedos ágeis entraram por baixo do tecido, e não tiveram dificuldade em encontrar sua vulva, depois o clitóris, para começar a brincar com ele. Minha outra mão havia desabotoado alguns botões de sua blusa, puxando um seio para fora... Apertei suavemente seu mamilo duro como uma pedrinha.
- Aahhh... aahhhh... aahhh... - Jesse gemeu, agarrando o sofá com as mãos. Seus gemidos me deixavam louco, eu não conseguia parar. Meu pau estava prestes a explodir dentro da minha calça. Meus dedos já estavam dentro de sua buceta completamente encharcada, dois deles entrando e saindo. Abri mais sua blusa e puxei o outro seio para fora, abaixando o sutiã. Comecei a chupá-los, mordê-los. Jesse ofegava cada vez mais forte. Ela me envolvia com as pernas e apertava minha cabeça contra seus seios, afundando-a entre seus peitos.
- Aaah... aahhhh!!... ahhh!!... - Ela estava quase gozando, eu sabia. Eu estava super excitado, fervendo. Então puxei meu pau para fora da calça como pude. Peguei a mão de Jesse e a levei até meu pênis. Ela o agarrou sem hesitar, já nem sabia mais o que estava fazendo... Comecei a mover sua mão, para que ela me masturbasse. Sua mãozinha era macia, ela apertava de um jeito que eu estava quase gozando.
Enquanto continuava chupando seus seios, soltei sua mão e ela, por conta própria, continuou me masturbando. Continuei com a minha mão agora que ela me satisfazia... Enfiava meus dedos na sua buceta mais rápido, fazendo ela gritar. Jesse apertava meu pau mais forte e o movia mais rápido, seus movimentos desajeitados me encantavam.
-Aahhh!!... aahhhh!!!... -Ela começou a tremer, a gritar, a mão que não estava me masturbando cravou as unhas nas minhas costas. Ela estava gozando. Eu não aguentava mais, era demais o que estava acontecendo. A mãozinha de Jesse apertava tanto meu pau, que comecei a gozar nela, lambuzando toda sua mão com porra. Ficamos ofegantes, eu em cima dela, ela me abraçando. Depois comecei a beijá-la de novo. Ela me correspondeu apaixonadamente, aprendeu a beijar em menos de 20 minutos, era incrível. Não podia acreditar que tinha feito aquilo com a irmãzinha da minha namorada, a caçula da família, a bebê do meu sogro.
Jesse me olhava encantada, depois levou a mão ao rosto e a olhou, estava escorrendo meu sêmen. Eu estava em cima dela acariciando seus seios esplêndidos e pernas com minhas mãos, adorava acariciar seu corpinho de pele de seda.
-O que é isso?- me perguntou ingenuamente. Eu, sorrindo, disse, sem parar de tocá-la, porque via que ela continuava gemendo e respirando forte por causa das minhas apalpações.
-É minha porra, experimenta que você vai gostar...- Olhei para ela expectante... Jesse, sem hesitar, levou a mão ao rosto. Cheirou um pouco e, colocando a língua para fora, passou pelos dedos.
-Mmm... não é ruim...- Isso me deixou louco, fazendo meu pau começar a crescer de novo. Olhava fixamente enquanto ela começava a colocar seus dedinhos na boca... engolia toda minha porra, chupava os dedos, passava a língua pela mão até deixá-la limpa e brilhante. A garotinha era incrível. Eu estava louco, pensando no que poderia fazer com ela.
Sentei no sofá, com meu pau para fora e completamente duro. Jesse me imitou, sentou-se toda desarrumada e com os peitos para fora da camisa, mas parecia não se importar com isso. Só me olhava, mas quando viu meu pau ficou encarando fixamente, com a respiração ofegante.
- Por que ele está assim, tão... grande? - perguntei com ingenuidade. Eu olhava para ela, me excitava ainda mais ver que ela estava com os seios de fora, com a gravata da escola caindo entre suas bolotas, com a saia enrolada, deixando todas as suas pernas à mostra... e ela era tão inocente... não entendia absolutamente nada. Era como se vivesse numa bolha de cristal.
- Ele está assim por sua causa... - eu disse, e ela sorriu de modo bobinho.
- Você nunca tinha visto um pênis ereto? - Jesse, com toda a naturalidade de uma menina, balançou a cabeça dizendo não. Eu não conseguia acreditar, ela era tão inocente que eu poderia dizer qualquer coisa e ela acreditaria... Afinal, ela não sabia de nada.
- Nunca vi... um pênis assim... só numa foto de um menino... - ela disse assim, como quem comenta algo de passagem. Eu, sorrindo e aproveitando o que tinha acontecido, e vendo que Jesse continuava excitada, perguntei...
- Você faria algo por mim...?
- O quê? - ela respondeu, expectante.
- Você chuparia ele? Isso me deixaria muito feliz... - Jesse me olhou confusa, certamente não tinha a menor ideia do que era sexo oral. Eu agarrei meu pau com a mão e comecei a me masturbar.
- E isso é normal? Por que você está esfregando assim? - ela perguntou inocente. Meu Deus, isso era demais para mim.
- Estou me masturbando, você nunca fez isso? - Jesse balançou a cabeça negando, sorrindo. E eu expliquei, sem parar de me masturbar. Como era possível que ela não soubesse de nada?
- Senta abrindo suas pernas, e passa seus dedinhos onde eu toquei em você agora há pouco... - Ela me olhou e fez sem questionar. Soltou uma risadinha ao sentir as sensações.
- Aaahhh... Isso faz cócegas!... - disse, se tocando mais rápido. Eu não entendia como ela nunca tinha se masturbado, mas isso não importava muito, eu me punheta vendo a menina enfiar seus dedinhos na frente de mim sem problemas.
- Você gosta do que está fazendo?... -
- Sim... aah... muito... - ela falou, quase não se contendo. Peguei sua mão livre e levei até meu pau. Jesse agarrou e, sem que eu dissesse nada, começou a descer e subir com ela, me masturbando enquanto ela se punhetava.
- Aprendeu rápido... - eu disse, e ela riu, ficando corada. Seus gemidos suaves aumentavam, ela estava se perdendo em um mundo novo, antes desconhecido para ela. E eu queria que ela me chupasse, queria isso de qualquer jeito.
Lentamente, agarrei sua cabeça e a puxei em direção ao meu pau. Jesse se deixou levar. Até que a deixei com o rosto a centímetros do meu pênis. Ela não parava de se tocar e de me masturbar.
- Abre a boquinha e chupa, Jesse... - Ela não fez nada, mas fiz um pouco de força na cabeça dela, pressionando entre seus lábios e a cabeça do meu pau. Quando ela abriu a boca para gemer, enfiei meu pau em sua boca, lentamente, até a metade.
- Mmmmmm... mmmmmm... - Jesse gemeu. Suspirei ao sentir sua língua esfregando meu pau, saboreando-o. Estiquei minha mão até sua bunda e comecei a acariciá-la. Com a outra mão, comecei a mover sua cabeça para cima e para baixo lentamente, deslizando meu pau por sua boquinha.
Ela chupava sem saber muito bem o que fazer, mas não mordia. Sem que eu dissesse nada, ela mamava meu pau. Minha mão se juntou à dela em sua vagina... entrelaçamos os dedos dentro de sua boceta.
- Mmmm... mmmmmm... - ela mamava espetacularmente, desajeitada e com inocência, e isso me encantava. Acariciava sua cabeça. Eu ia indicando o que fazer. Ela segurava meu pau com uma mão pela base, tirava da boca e passava a língua como eu dizia, chupava minhas bolas, me masturbava com a mão... Engolia até onde podia. Fazia isso gemendo e respirando forte, por causa da mão dela e da minha que a masturbavam rapidamente.
- Mmm.... aahhh!!... aahhhhhh!!!... - Ela gritou, tirando meu pau da boca, em um orgasmo. Depois, colocou meu pênis na boca novamente e chupou mais rápido. Eu tentava enfiar um dedo em sua bunda. Salivei, esfreguei seu ânus, até que deslizei um pouco dentro dela. Jesse reclamou um pouco, mas aparentemente gostou, porque me deixou continuar.
- Mmmm... mmm!!... MMM!!... - Ela não parava de chupar meu pau, até que senti que ia gozar, então segurei firme a cabeça dela, enfiando até a garganta. Meu dedo se movia, entrando e saindo do cu dela. Ela se masturbava ao mesmo tempo que eu começava a jorrar na boca dela. Jesse começou a chupar, para não se engasgar com minha porra, depois soltei a cabeça e ela tirou meu pau da boca, e uns jatos respingaram no rosto dela enquanto ela gritava em outro orgasmo.
-Aaahhhhhhh!!!!!!!...- Ela gemeu e depois passou a mão no rostinho... Junto com meu gozo que escorria lá, e levou à boca, comendo minha porra com gosto, com um sorriso no rosto. Depois ficou recuperando o ar deitada nas minhas pernas. Eu tirei meu dedo do cu dela e a contemplava.
Tinha sido o melhor sexo da minha vida, e olha que nem tinha penetrado ela.
-Foi bom assim?...- ela me perguntou. Eu ri, disse que sim. Depois, enquanto ela se arrumava e eu também, expliquei que ela não devia contar nada do que tinha acontecido.
-... Mas quando a gente estiver sozinho, a gente finge que é namorado como hoje, quantas vezes quiser...-
-É???.. Mas se a Jasmim descobrir, ela vai ficar brava com você... e comigo...- Ela me disse meio triste e assustada. Ela, com toda essa inocência, não sabia direito o que tinha feito. -Se você não contar, eu também não...- E Jesse me olhou sorrindo. Dei um beijo nos lábios dela, e ela me disse "tô super feliz" no ouvido.
-Mal posso esperar pra gente ficar sozinho de novo...- Ela disse enquanto ia pro banho se trocar. Eu fiquei no sofá todo suado.
Minha mente corria a mil, eu podia fazer o que quisesse com a Jesse. Ela topava tudo. Além do mais, era ingênua e não sabia de nada, e eu podia ensinar tantas coisas pra ela... Desde aquele dia ela virou minha colegial preferida.
Se eu estava sozinho em casa, batia uma pensando nela, esperando ansioso um novo encontro, mal podia esperar pra transar com ela... meter em todos os buracos dela. E minha mente corria, eu... Eu imaginava a Jesse e a Jazmín juntas comigo, as duas irmãs mamando meu pau juntas... ou melhor, as três, as três irmãs juntas... Desde aquele dia fiquei obcecado por Jesse, e toda vez que transava com Jazmín, imaginava que era Jesse.
Não tinha deixado de amar Jazmín, mas Jesse era um sonho realizado. E o novo encontro aconteceu duas semanas depois.
Eu estava explodindo de tesão pela Jesse, ficava louco de vontade. Nas vezes que ia na casa da Jazmín e a via, a gente se olhava com insinuações. Jazmín nem percebia isso. Aproveitava qualquer momento para apalpar ela um pouco. Se Jazmín estava no quarto, eu descia pra cozinha ou ia ao banheiro com a intenção de encontrar a Jesse. Se dava a sorte, e não tinha ninguém pra nos ver, eu agarrava ela apertando contra meu corpo e dava um beijo apaixonado. Ela sempre se deixava fazer... Eu apalpava a bunda e os peitos dela, ela suspirava. Mas eram encontros rápidos. Além disso, eu gostava de deixar ela assim, com tesão, pra quando a gente tivesse bastante tempo... A Jesse estaria explodindo igual a mim.
Era um jogo pra mim. Amava a Jazmín, me excitava a irmãzinha dela. Não pensava seriamente no que fazia ou nas consequências... Não pensava porque não queria...
Essa é a primeira parte, na verdade são 2, em alguns dias eu subo a segunda parte.
Ela é loira, de olhos verdes e alta, um metro e setenta. O melhor da Jazmín, e é o que me faz apaixonar, é a cara de gatinha safada, com uns lábios que já fizeram um bom trabalho com o namorado. Além disso, tem uns peitos que cabem perfeitamente nas minhas mãos, uma cinturinha fina e pernas bem torneadas, longas. E seu atributo mais desejado por mim, seu bumbum redondinho, que ainda não consegui que ela me entregasse, ela se recusa totalmente ao sexo anal.
Passado um ano já saindo com ela, e tendo sexo em todas as suas variantes menos o sexo anal já mencionado, Jazmín saiu do colégio e não tive mais minha colegial de uniforme. Mesmo assim, ela às vezes coloca o uniforme que já ficou pequeno quando estamos sozinhos para me agradar... uma brincadeirinha de namorados. Mas depois de um ano de namoro, comecei a ir à casa dela cada vez mais seguido, principalmente nesses últimos meses.
Relacionamento sério. Mas nessas visitas, quando cumpria meu papel de namorado visitando a namorada, havia vezes que a Jazmín não estava, e eu ficava na casa dela esperando por ela. Às vezes estava a irmã mais velha da Jazmín, Luciana, uma gatinha que está muito gostosa... ou mais que gostosa. É um caminhão com reboque. Meio baixinha, mas tem um corpo infernal, com duas tetas que são enormes, duas melancias, e uma bunda grande e redonda... É uma mulher muito voluptuosa... Luciana tem namorado, um cara com quem sempre me dei super bem toda vez que o vi. Resumindo, como ela e o namorado têm quase a minha idade, nos tornamos amigos.
Outras vezes, a maioria das vezes que me... Eu ficava esperando a Jazmín chegar em casa, ficava conversando ou assistindo TV com a irmã mais nova dela, a Jesse... Jesse, nome em homenagem à avó yankee (não é à toa que são todos loiros nessa família) é a menina mimada da casa. É a bebê do papai, e cuidam e mimam ela como se fosse de porcelana fina. Jesse é uma jovem que herdou toda a beleza dos pais e das irmãs. Pequena de estatura assim como a irmã Luciana (a única alta era a Jazmín), com cabelo loiro ondulado até os ombros, com uns cachos naturais encantadores. Um olhar cor de céu, um sorrisinho cativante... tem uma carinha de menininha inocente e muito bonita. Além disso, o corpo dela já está tomando forma de maneira impressionante, as tetinhas dela em menos de um ano cresceram de repente, e são até um pouco maiores que as da Jazmín. Mas os pais vestem ela com roupas largas para esconder o corpo da "menininha"... mas eu pude ver em roupa íntima uma vez que entrei sem bater no banheiro da casa.
Jesse estava se despindo para tomar banho, justo eu abri a porta e a vi. Um corpo perfeito, peitos não muito grandes, mas que em alguns anos vão ficar, uma cinturinha fina e estreita, e uma bunda redondinha e firme... tudo numa pele branca como a neve, perfeita. Desde aquela vez, há algumas semanas, comecei a olhar a irmãzinha da minha namorada com mais atenção.
E o grande fator que faz a menina ser devorada pelos meus olhos, é que ela vai ao colégio secundário, a um colégio privado, onde anos antes estudaram as irmãs dela. E por isso, é a única da família que ainda usa uniforme escolar. Se somarmos isso mais minha obsessão por saias...
Se estou com ela assistimos TV, a Jesse gosta de filmes românticos, música tranquila, lê poesia... É tímida, não fala palavrão... adora cuidar do jardim... enfim, é uma menina amorosa, inocente e ingênua...
Adoro vê-la sorrir quando conto uma piada. Ela sorri de um jeito enternecedor, levando a mãozinha à boca, mordendo o dedo indicador.
Além disso, ela gosta que eu fale sobre minha faculdade, como estudo desenho artístico na Faculdade de Belas Artes. Jesse ficou fascinada com isso. Ela me olha fixamente quando falo dos meus estudos, analisando o sentimento das pinturas clássicas e de quão artista eu sou — uma mentira deslavada, mas eu gosto de bancar o boêmio com as garotas.
Este ano, no Dia do Amigo, eu tinha dado pra Jesse um colar hippie que comprei na rua por menos de dois reais. Ela me abraçou forte quando entreguei, dizendo: "Aiii... que lindo, obrigada!!". Desde aquele dia, ela nunca mais tirou, usa sempre. Jazmín me diz, brincando, que a irmãzinha se apaixonou por mim, e fica me zoando pra eu não me aproveitar disso, ainda mais porque eu gosto de colegiais — mas sempre na zoeira.
E em alguns meses vendo a Jesse com frequência, eu me apeguei a ela, criando bastante intimidade. Ela me contava as coisas dela, dizia que eu era o único que realmente a entendia. Que tinha poucas amigas, e que estava percebendo que os pais cuidavam dela demais (mais que demais, talvez, pra idade dela) e ela não podia fazer nada. Que as amigas já saíam sozinhas pra se divertir, algumas já tinham até namorado... e ela sempre tinha que ficar em casa. "Você ainda é muito novinha", diziam os pais, sem levar em conta que a menina já estava crescida.
— Nem posso comprar a roupa que eu gosto... — ela me disse certa vez. Eu entendia mais ou menos os pais dela; se a Jesse já começasse a sair e usar roupas mais sugestivas... a casa viraria um formigueiro de pretendentes.
— E na escola, não tem alguém que você goste? Algum namoradinho?... — eu tinha perguntado uma vez enquanto esperava a Jazmín. Jesse e eu estávamos vendo MTV, entediados.
— Nããão... não gosto de ninguém da escola... — ela disse, baixando a cabeça e se justificando rápido. Jesse raramente me encarava nos olhos, e dessa vez, além disso, Ela ficou vermelha como um tomate.
- Mas você deve ter um monte de apaixonados, porque você é tão gostosa... O que tem com esses caras de hoje em dia? - Eu dizia. Mas, falava isso sempre, achava ela uma garota muito bonita mesmo. E sempre gostei de vê-la corar quando só dizia "que linda você está".
- Ai, obrigada, mas não, ninguém que eu saiba... - Ela me dizia meio triste e um pouco menos vermelha.
- Vamos lá, não gosta de ninguém?... - Continuei, mas ela só me olhou rapidamente e respondeu que sim com a cabeça, já totalmente corada. Notei como ela agarrava as mãos e as torcia, como faz quando está nervosa.
- Não posso te contar... - Sussurrou Jesse, e entendi que não devia perguntar mais.
Nós dois estávamos sentados num sofá de três lugares, um ao lado do outro.
Ela tinha chegado da escola há menos de uma hora e estava com seu uniforme: uma blusinha branca com saia e gravata escocesas. Eu a olhava e, pela minha mente perversa e fantasiosa, a imaginava fazendo um strip-tease para mim...
Mas apagava essa imagem rapidamente da minha mente, ela era a irmãzinha da minha namorada.
- Eu... eu... - Ela começou a balbuciar depois de alguns segundos de silêncio.
Começou a chorar de repente. Eu não sabia o que fazer, meu coração se partia ao vê-la assim. Ela tentava me dizer algo, e me senti a pior pessoa por provocar aquilo.
- É ruim... eu... - Ela continuava tentando falar, enquanto seus olhinhos azuis se enchiam de lágrimas. Até aquele momento eu estava comovido pela garota...
Mas ao tê-la em meus braços, apertando-a com uma mão nas costas e outra na cintura, comecei a ficar excitado. Tentei me afastar dela, mas mentalmente, porque meus braços não reagiam, continuavam apertando-a.
- O que é ruim?... - Perguntei, começando a acariciar sua cabeça, enquanto com a outra mão esfregava suas costas. Era tão bom... ela cheirava tão bem... tinha um perfume suave de flores que estava me deixando louco.
- É que... é que... - Dizia Jesse, e aí... Levanto um pouco a cabeça e olho nos seus olhos. Seus olhos estavam cheios de lágrimas, seus lábios carnudos estavam bem perto dos meus. Não conseguia me controlar, ver aquela coisinha tão linda nos meus braços, tão perto, estava me descontrolando.
- O quê?... - Eu disse, enxugando algumas lágrimas de suas bochechas suavemente com a mão, ela suspirava. Depois, arrumei uma mecha de cabelo atrás da sua orelha... Não conseguia me controlar, estava fazendo aquele papo de amigo consolador, e sabia muito bem onde aquilo ia dar.
- É que... você... eu gosto de você... e... - Eu não conseguia acreditar, a Jazmín me enche o saco com isso, mas não levava a sério de verdade. Nunca pensei seriamente no que aconteceria se a Jesse gostasse de mim. Fantasiava, mas como qualquer homem faz diante de uma garota gostosa... Minha mente perversa me dizia para aproveitar a situação.
- É errado, porque você namora a Jazmín... - Ela continuou, se desabafando. Estava tão perto de mim, que sem pensar, fui me aproximando mais da Jesse, ela de mim, até que a beijei suavemente. Ela suspirou e parou de balbuciar, ficou como se estivesse drogada. Peguei seu rosto com minhas mãos e continuei beijando-a. Seus lábios eram muito macios, me deixavam louco, a cada segundo que passava eu a beijava com mais paixão. Apertei-a mais contra meu corpo, segurando-a pela cintura. Seus seios pressionavam contra meu peito. Ela suspirou e abriu a boca, enfiei minha língua. Jesse, desajeitadamente, começou a beijar com a língua. Morria de prazer ao sentir que ela era tão inexperiente. Sua língua girava em volta da minha, e a minha explorava cada canto de sua boca. Não parávamos de nos beijar.
Eu estava fora de mim... Devagar, fui deitando-a no sofá, até deixá-la deitada sem parar de beijá-la. Uma das minhas mãos foi até suas pernas e começou a percorrê-las, acariciando suas coxas. A outra acariciava sua barriga, entrando por baixo de sua camisa de colégio...
- Mmmm... aahh... não... para... ahhh... - Jesse sussurrava quando minha boca não estava contra a dela... Mas ela dizia isso de um jeito tão pouco convincente... que me incitava ainda mais a continuar acariciando-a. Comecei a beijar seu pescoço, minhas mãos percorriam seu corpinho macio e firme. Minha mão chegou à sua virilha, deslizando por baixo de sua saia. Jesse não oferecia resistência, apenas se contorcia no sofá sob meu corpo. Ela estava tão submissa, tão à minha total disposição.
- Aahhhhhhh... - Ela ofegou quando comecei a esfregar sua buceta por cima do tecido da calcinha. Minha outra mão havia entrado por baixo de sua blusa e massageava um de seus seios... Deus, eram maiores que os da minha namorada, mais firmes, mais macios...
- Aaahh... não... para... ahh... - Jesse continuava ofegando, se contorcendo, arqueando as costas com meus movimentos na calcinha. Meus dedos ágeis entraram por baixo do tecido, e não tiveram dificuldade em encontrar sua vulva, depois o clitóris, para começar a brincar com ele. Minha outra mão havia desabotoado alguns botões de sua blusa, puxando um seio para fora... Apertei suavemente seu mamilo duro como uma pedrinha.
- Aahhh... aahhhh... aahhh... - Jesse gemeu, agarrando o sofá com as mãos. Seus gemidos me deixavam louco, eu não conseguia parar. Meu pau estava prestes a explodir dentro da minha calça. Meus dedos já estavam dentro de sua buceta completamente encharcada, dois deles entrando e saindo. Abri mais sua blusa e puxei o outro seio para fora, abaixando o sutiã. Comecei a chupá-los, mordê-los. Jesse ofegava cada vez mais forte. Ela me envolvia com as pernas e apertava minha cabeça contra seus seios, afundando-a entre seus peitos.
- Aaah... aahhhh!!... ahhh!!... - Ela estava quase gozando, eu sabia. Eu estava super excitado, fervendo. Então puxei meu pau para fora da calça como pude. Peguei a mão de Jesse e a levei até meu pênis. Ela o agarrou sem hesitar, já nem sabia mais o que estava fazendo... Comecei a mover sua mão, para que ela me masturbasse. Sua mãozinha era macia, ela apertava de um jeito que eu estava quase gozando.
Enquanto continuava chupando seus seios, soltei sua mão e ela, por conta própria, continuou me masturbando. Continuei com a minha mão agora que ela me satisfazia... Enfiava meus dedos na sua buceta mais rápido, fazendo ela gritar. Jesse apertava meu pau mais forte e o movia mais rápido, seus movimentos desajeitados me encantavam.
-Aahhh!!... aahhhh!!!... -Ela começou a tremer, a gritar, a mão que não estava me masturbando cravou as unhas nas minhas costas. Ela estava gozando. Eu não aguentava mais, era demais o que estava acontecendo. A mãozinha de Jesse apertava tanto meu pau, que comecei a gozar nela, lambuzando toda sua mão com porra. Ficamos ofegantes, eu em cima dela, ela me abraçando. Depois comecei a beijá-la de novo. Ela me correspondeu apaixonadamente, aprendeu a beijar em menos de 20 minutos, era incrível. Não podia acreditar que tinha feito aquilo com a irmãzinha da minha namorada, a caçula da família, a bebê do meu sogro.
Jesse me olhava encantada, depois levou a mão ao rosto e a olhou, estava escorrendo meu sêmen. Eu estava em cima dela acariciando seus seios esplêndidos e pernas com minhas mãos, adorava acariciar seu corpinho de pele de seda.
-O que é isso?- me perguntou ingenuamente. Eu, sorrindo, disse, sem parar de tocá-la, porque via que ela continuava gemendo e respirando forte por causa das minhas apalpações.
-É minha porra, experimenta que você vai gostar...- Olhei para ela expectante... Jesse, sem hesitar, levou a mão ao rosto. Cheirou um pouco e, colocando a língua para fora, passou pelos dedos.
-Mmm... não é ruim...- Isso me deixou louco, fazendo meu pau começar a crescer de novo. Olhava fixamente enquanto ela começava a colocar seus dedinhos na boca... engolia toda minha porra, chupava os dedos, passava a língua pela mão até deixá-la limpa e brilhante. A garotinha era incrível. Eu estava louco, pensando no que poderia fazer com ela.
Sentei no sofá, com meu pau para fora e completamente duro. Jesse me imitou, sentou-se toda desarrumada e com os peitos para fora da camisa, mas parecia não se importar com isso. Só me olhava, mas quando viu meu pau ficou encarando fixamente, com a respiração ofegante.
- Por que ele está assim, tão... grande? - perguntei com ingenuidade. Eu olhava para ela, me excitava ainda mais ver que ela estava com os seios de fora, com a gravata da escola caindo entre suas bolotas, com a saia enrolada, deixando todas as suas pernas à mostra... e ela era tão inocente... não entendia absolutamente nada. Era como se vivesse numa bolha de cristal.
- Ele está assim por sua causa... - eu disse, e ela sorriu de modo bobinho.
- Você nunca tinha visto um pênis ereto? - Jesse, com toda a naturalidade de uma menina, balançou a cabeça dizendo não. Eu não conseguia acreditar, ela era tão inocente que eu poderia dizer qualquer coisa e ela acreditaria... Afinal, ela não sabia de nada.
- Nunca vi... um pênis assim... só numa foto de um menino... - ela disse assim, como quem comenta algo de passagem. Eu, sorrindo e aproveitando o que tinha acontecido, e vendo que Jesse continuava excitada, perguntei...
- Você faria algo por mim...?
- O quê? - ela respondeu, expectante.
- Você chuparia ele? Isso me deixaria muito feliz... - Jesse me olhou confusa, certamente não tinha a menor ideia do que era sexo oral. Eu agarrei meu pau com a mão e comecei a me masturbar.
- E isso é normal? Por que você está esfregando assim? - ela perguntou inocente. Meu Deus, isso era demais para mim.
- Estou me masturbando, você nunca fez isso? - Jesse balançou a cabeça negando, sorrindo. E eu expliquei, sem parar de me masturbar. Como era possível que ela não soubesse de nada?
- Senta abrindo suas pernas, e passa seus dedinhos onde eu toquei em você agora há pouco... - Ela me olhou e fez sem questionar. Soltou uma risadinha ao sentir as sensações.
- Aaahhh... Isso faz cócegas!... - disse, se tocando mais rápido. Eu não entendia como ela nunca tinha se masturbado, mas isso não importava muito, eu me punheta vendo a menina enfiar seus dedinhos na frente de mim sem problemas.
- Você gosta do que está fazendo?... -
- Sim... aah... muito... - ela falou, quase não se contendo. Peguei sua mão livre e levei até meu pau. Jesse agarrou e, sem que eu dissesse nada, começou a descer e subir com ela, me masturbando enquanto ela se punhetava.
- Aprendeu rápido... - eu disse, e ela riu, ficando corada. Seus gemidos suaves aumentavam, ela estava se perdendo em um mundo novo, antes desconhecido para ela. E eu queria que ela me chupasse, queria isso de qualquer jeito.
Lentamente, agarrei sua cabeça e a puxei em direção ao meu pau. Jesse se deixou levar. Até que a deixei com o rosto a centímetros do meu pênis. Ela não parava de se tocar e de me masturbar.
- Abre a boquinha e chupa, Jesse... - Ela não fez nada, mas fiz um pouco de força na cabeça dela, pressionando entre seus lábios e a cabeça do meu pau. Quando ela abriu a boca para gemer, enfiei meu pau em sua boca, lentamente, até a metade.
- Mmmmmm... mmmmmm... - Jesse gemeu. Suspirei ao sentir sua língua esfregando meu pau, saboreando-o. Estiquei minha mão até sua bunda e comecei a acariciá-la. Com a outra mão, comecei a mover sua cabeça para cima e para baixo lentamente, deslizando meu pau por sua boquinha.
Ela chupava sem saber muito bem o que fazer, mas não mordia. Sem que eu dissesse nada, ela mamava meu pau. Minha mão se juntou à dela em sua vagina... entrelaçamos os dedos dentro de sua boceta.
- Mmmm... mmmmmm... - ela mamava espetacularmente, desajeitada e com inocência, e isso me encantava. Acariciava sua cabeça. Eu ia indicando o que fazer. Ela segurava meu pau com uma mão pela base, tirava da boca e passava a língua como eu dizia, chupava minhas bolas, me masturbava com a mão... Engolia até onde podia. Fazia isso gemendo e respirando forte, por causa da mão dela e da minha que a masturbavam rapidamente.
- Mmm.... aahhh!!... aahhhhhh!!!... - Ela gritou, tirando meu pau da boca, em um orgasmo. Depois, colocou meu pênis na boca novamente e chupou mais rápido. Eu tentava enfiar um dedo em sua bunda. Salivei, esfreguei seu ânus, até que deslizei um pouco dentro dela. Jesse reclamou um pouco, mas aparentemente gostou, porque me deixou continuar.
- Mmmm... mmm!!... MMM!!... - Ela não parava de chupar meu pau, até que senti que ia gozar, então segurei firme a cabeça dela, enfiando até a garganta. Meu dedo se movia, entrando e saindo do cu dela. Ela se masturbava ao mesmo tempo que eu começava a jorrar na boca dela. Jesse começou a chupar, para não se engasgar com minha porra, depois soltei a cabeça e ela tirou meu pau da boca, e uns jatos respingaram no rosto dela enquanto ela gritava em outro orgasmo.
-Aaahhhhhhh!!!!!!!...- Ela gemeu e depois passou a mão no rostinho... Junto com meu gozo que escorria lá, e levou à boca, comendo minha porra com gosto, com um sorriso no rosto. Depois ficou recuperando o ar deitada nas minhas pernas. Eu tirei meu dedo do cu dela e a contemplava.
Tinha sido o melhor sexo da minha vida, e olha que nem tinha penetrado ela.
-Foi bom assim?...- ela me perguntou. Eu ri, disse que sim. Depois, enquanto ela se arrumava e eu também, expliquei que ela não devia contar nada do que tinha acontecido.
-... Mas quando a gente estiver sozinho, a gente finge que é namorado como hoje, quantas vezes quiser...-
-É???.. Mas se a Jasmim descobrir, ela vai ficar brava com você... e comigo...- Ela me disse meio triste e assustada. Ela, com toda essa inocência, não sabia direito o que tinha feito. -Se você não contar, eu também não...- E Jesse me olhou sorrindo. Dei um beijo nos lábios dela, e ela me disse "tô super feliz" no ouvido.
-Mal posso esperar pra gente ficar sozinho de novo...- Ela disse enquanto ia pro banho se trocar. Eu fiquei no sofá todo suado.
Minha mente corria a mil, eu podia fazer o que quisesse com a Jesse. Ela topava tudo. Além do mais, era ingênua e não sabia de nada, e eu podia ensinar tantas coisas pra ela... Desde aquele dia ela virou minha colegial preferida.
Se eu estava sozinho em casa, batia uma pensando nela, esperando ansioso um novo encontro, mal podia esperar pra transar com ela... meter em todos os buracos dela. E minha mente corria, eu... Eu imaginava a Jesse e a Jazmín juntas comigo, as duas irmãs mamando meu pau juntas... ou melhor, as três, as três irmãs juntas... Desde aquele dia fiquei obcecado por Jesse, e toda vez que transava com Jazmín, imaginava que era Jesse.
Não tinha deixado de amar Jazmín, mas Jesse era um sonho realizado. E o novo encontro aconteceu duas semanas depois.
Eu estava explodindo de tesão pela Jesse, ficava louco de vontade. Nas vezes que ia na casa da Jazmín e a via, a gente se olhava com insinuações. Jazmín nem percebia isso. Aproveitava qualquer momento para apalpar ela um pouco. Se Jazmín estava no quarto, eu descia pra cozinha ou ia ao banheiro com a intenção de encontrar a Jesse. Se dava a sorte, e não tinha ninguém pra nos ver, eu agarrava ela apertando contra meu corpo e dava um beijo apaixonado. Ela sempre se deixava fazer... Eu apalpava a bunda e os peitos dela, ela suspirava. Mas eram encontros rápidos. Além disso, eu gostava de deixar ela assim, com tesão, pra quando a gente tivesse bastante tempo... A Jesse estaria explodindo igual a mim.
Era um jogo pra mim. Amava a Jazmín, me excitava a irmãzinha dela. Não pensava seriamente no que fazia ou nas consequências... Não pensava porque não queria...
Essa é a primeira parte, na verdade são 2, em alguns dias eu subo a segunda parte.
3 comentários - La Nena de la familia ( Parte 1)