Fernanda sempre foi uma garota sensual. Lábios carnudos, pernas de jogadora de hóquei, peitos bons. Seu cabelo preto ondulado dava um toque de ternura, mas ao mesmo tempo de mulher insaciável. De lábios carnudos e olhos verdes. Ela era linda.
Eu tive sorte, sou um cara comum, nada especial. Mas me considero engraçado e sempre consegui conquistar garotas à base de insistência e boa vibe.
Wanda, a amiga da Fer, sempre foi daquelas garotas de personalidade forte, linda, com um corpo infantil que se enfeitou nesse último tempo com duas silicones tremendas que fazem marcar seus mamilos duros em cada camiseta que veste.
Para fechar o grupo de amigos, está o Juan. Conheci o Juany quando ele saía com minha irmã, na época, como cunhado, não tinha muita afinidade, mas com o tempo, por não fazer a vida da minha irmãzinha impossível, fiz meu melhor esforço para cair nas graças dele e acabamos ficando amigos.
Minha irmã não achou muita graça quando terminaram e continuamos juntos. Eu sentia ciúmes dele, já que ele é o clássico "David", com seu corpo perfeito e rosto de Brad Pitt. Para piorar a situação, quando você pensa que não pode ser pior, o cara tem uma rola descomunal de 25x7 cm. Se ele colocar uma vela, pode sair navegando.
As gostosas se entregam pra ele, e assim que o boato se espalha um pouco, ele sempre acaba pegando amigas. Ele já comeu todas as amigas da minha irmã e algumas ex-minhas. Daí os ciúmes.
Com a gravidez da Fer, meu mundo era perfeito. Ela vivia com tesão e suas curvas ficavam cada vez mais pronunciadas. Seus peitos passaram de 90, que já era demais para suas costas pequenas, para 125! Seus mamilos eram enormes e escuros, e desde o segundo mês ela tinha leite. No começo, tudo era maravilhoso, mas com o passar do tempo, começaram os problemas. Os peitos da Fer já não cabiam em nenhum sutiã, nem mesmo os de tamanho maior. As camisetas eram outro problema, algumas vezes tivemos que voltar de um passeio porque ela não conseguia respirar de tão apertadas que ficavam, mesmo quando ela subiu ao O carro ficou com as tetas de fora o caminho todo até em casa.
Às terças a gente costumava ir jantar na casa dos meus pais, e a Fer, já à vontade, ia sem sutiã. Me incomodava pra caralho, dava pra ver tudo. O cúmulo foi uma vez que ela vestiu uma camiseta branca meio velha e dava pra ver os mamilos como se ela estivesse pelada. Meu pai e meus irmãos estavam com o pau latejando:
- Ei Fer, não me serve um café?
- Ei Fer, se tão pesando, quer uma mãozinha?
- Esse bebê vai ficar empanturrado!!
Minha mãe chegou na mesa com um aparelhinho que serve pra tirar leite das grávidas e começou a explicar pra ela como segurar o peito e apoiou o negócio na teta, que começou a molhar a camiseta toda, deixando ainda mais transparente. Todo mundo tava uivando e eu morrendo de vergonha e ciúmes. Minha mãe começou a ordenhar ela com o troço do demônio através da camiseta, ela deixava e fechava os olhos. Enquanto massageava o seio, olhava pra mim e dizia:
- Luis, você tem que parar de ser tão envergonhado, sabe o que é sofrer com tetas assim?
- Mãe, pelo amor de Deus, ela já entendeu!! – eu falava.
- Deus, não seja bobo, quando tiver o bebê a gente vai ver as tetas dela o dia todo enquanto amamenta.
Quando terminou de encher o potinho, a Fer tava em outro planeta, com a camiseta já toda transparente. Depois todo mundo quis experimentar o gosto do leite e experimentou, até minha mãe. Foi o cúmulo do desconforto e a gente foi embora.
A Fer deu risada.
- Pensei que a qualquer momento iam arrancar minha camiseta e começar a chupar minhas tetas, hahahaha
- Mas que que cê tá falando, menina? Pirou?
- Ah, Luis, qual é, é uma piada... acabaram de me ordenhar na frente da sua família toda. Belas punhetas eles devem estar batendo agora, hahaha
- Cala a boca, não seja porca.
- Eu que sou a porca? Sua mãe massageou minhas tetas, pensei que ia chupar a qualquer momento... ia adorar... hahaha
Fiquei puto pra caralho e a gente não falou mais. Depois de umas carícias passou e já estávamos de bobagem de novo. De noite marcamos de sair com a Wanda e o Juan. De de alguma forma, o que aconteceu na tarde me deixou estranho, uma mistura de excitado e envergonhado.
Eu estava muito estressado com o trabalho. Revirei a gaveta do banheiro e encontrei uns ansiolíticos, tomei com um whiskyzinho e pensei:
— Pronto, com isso já sou eu de novo, essa noite a gente vai arrasar!
Eu estava mergulhado nesses pensamentos quando, de repente, a Fer entrou na sala vestida com uma minissaia de lycra preta, uma camisetinha branca sem sutiã e um casaquinho verde. Salto alto.
— O que você tá fazendo vestida assim???
— Assim como??
— Assim, gata! Você ficou doida?
— Luís, você tá me cansando, não vê que nada cabe em mim? Nem calça nem saia.
— E os saltos, o que caralhos têm a ver??
— Quer que eu ponha tênis e saia?? Fico horrível... (e explodiu em choro...)
— Perdão, amor, não percebi. É que você tá muito linda, chamativa demais.
— Sou um tanque de guerra e, perto da Wanda, fico horrorosa.
— Nada a ver, você tá linda. Por isso eu falei, você vai deixar todo mundo maluco, tô com ciúmes.
— Sério? E você gosta que eu te dê ciúmes?
Parou de chorar e me olhou toda animada. Não sabia o que dizer, mas, com medo que ela ficasse triste, falei: claro, todo homem gosta de um pouco de ciúme...
Ela riu e me deu um beijo:
— Então vou te dar muito ciúme.
— Não exagera, gata, hein?
— Por que não? Vou ser bem putinha.
— O quê?
Me deu um arrepio. Não sei se foi pelo jeito que ela falou ou por causa do que aconteceu no almoço com meus pais. Ela foi ao banheiro terminar de se arrumar, e eu fiquei no sofá, duro. E ali também tava duro.
Saímos para o restaurante, e, ao chegar, a Wanda e o Juan já estavam lá. Nos receberam super animados, fazia tempo que não nos víamos. O jantar foi normal, entre as piadas de sempre e umas brincadeiras sobre os peitões da Fer. Eu já tinha decidido só rir. A comida tinha esquentado a Fer, e ela tinha tirado o casaquinho. De todas as mesas, os homens — mesmo os acompanhados — viravam pra olhar as tetas dela e as da Wanda.
O garçom vinha toda hora perguntar o que… a gente queria, ele claramente queria ver os peitos da Fer.
- A qualquer momento esse cara saca o pau e mete entre os seus peitos, hahaha, disse o Luis
- Que desubicado, não tá vendo que sou uma mãe hahaha
- Mãe, vamos ao banheiro? disse a Wanda
A Fer se levantou e nesse movimento a toalha de papel caiu das suas pernas no chão. Me olhou com uma cara estranha, e se inclinou sem flexionar os joelhos de costas para a mesa mostrando pra mim e pro Juan que não estava usando calcinha. Fiquei gelado...
As palavras não saiam. Ela colocou a toalha na mesa rindo e me disse:
- Essas toalhas caem por nada, vou colocar a sua na mesa também...
E pegou a toalha da minha virilha não sem antes apertar bem o meu volume por uns segundos. Eu estava balbuciando e o Juan, nem curto nem preguiçoso, disse:
- E se a minha cair?
- Deixa ver...
Ela se inclinou bem perto do Juan e fez o mesmo, agarrando o pacote dele e esfregando, quase diria por mais tempo que comigo. Deixou a toalha na mesa e foi embora rindo.
O Juan me olhou surpreso:
- Pô! Viu como ela agarrou o meu pau? Ela tá com muita vontade, vou foder ela pra caralho!
- Você tá louco, cara? O que que te deu?
- Mas velho, não viu como ela agarrou o meu pau? Se ela deixasse, eu chupava ela aqui mesmo!
Cada palavra que ele dizia me dava mais ciúmes, mas não sei por que me excitava... Joguei a toalha sobre a mesa e saí disparado para o banheiro feminino. Quando cheguei no corredor onde ficavam os banheiros não sabia o que fazer, não ia me enfiar no banheiro das gostosas. Nessa hora me enchi de coragem e fui em frente, mas justo vinha um gordo grandão que estava com toda a família sentado na mesa do lado da nossa, e fiz que não vi, entrando no banheiro masculino. Fui direto pros que são tipo cabine, pensando em assim que o gordo começasse a mijar eu passava pro outro banheiro e pegava essa puta do caralho, ela já vai me ouvir...
Esperei e esperei mas ele nunca começou a mijar, pelo menos não ouvia... Saí e vi que era outro cara... E o gordo?
Deve ter voltado pra mesa, quis pensar...
Entrei no banheiro feminino e na hora... Ouvi um som inconfundível. Engasgos... Vi muitos pés debaixo das portas, saltos de mulheres ajoelhadas... Minhas pernas tremiam, os saltos da Fer... Subi na privada para ver, não queria fazer barulho, mas os ruídos alheios me apressavam... Olhei por cima da porta, era ela... de joelhos... chupando o pau do gordo filho da puta. Wanda beijava ele na boca e ele apertava os peitos dela. Quando percebi, meus sentimentos me traíram, tinha minha mão dentro da calça, não conseguia parar de me masturbar. Não entendia, não conseguia compreender... Fer tirou o pau da boca e dizia: - Me dá o leitinho, filho da puta, me dá o leitinho... O cara começou a gozar na boca dela e ela engoliu tudo. Ouvi eles rindo e se pegando. Esperei que todos saíssem. Não consegui terminar. Me invadiram sentimentos confusos. Puta do caralho! Não conseguia conciliar a imagem que tinha dela e o que acabara de ver. Me arrumei um pouco. Voltei à mesa onde Fernanda, Wanda e Juan riam... Sentei como um menino prestes a chorar. Ela me olhou desafiante e disse: - Não me dá um beijinho? Eu a olhei indignado, disposto a fazer uma cena na frente de todos, o gordo me olhava com ar de deboche da mesa dele, abraçando a esposa enquanto os filhos brincavam. Ela se aproximou do meu ouvido e sussurrou: - Isso é o que você queria, então agora se comporte como um homenzinho e engula esse orgulho de merda que você tem. Me dê um beijo e aguente ou levante e vá embora pra puta que pariu... Comecei a beijá-la sentindo o gosto de outro homem nos lábios dela. Foi chocante. Abri os olhos e me encontrei sentado no sofá, na sala da casa de Juan e Wanda. Minha cabeça doía. Fer acariciava meu cabelo. - Está melhor? - Hã? Que onda, o que aconteceu? - Você desmaiou, bobão, nos deu um susto terrível. - Mas como? Não entendo? - Você tomou outros remédios e caiu redondo. O médico disse que você ia ficar bem, mas estragou nosso rolê e nos assustou, bobito! - Se Luis te Você passou dos limites hoje... o Juan me disse Cai na real. Nunca saímos da casa dele. Nunca fomos ao restaurante, então nada tinha acontecido. O Fer fez um sinal rindo e todos explodiram em gargalhadas - Pelo menos alguém se divertiu, disse a Wanda Na minha calça, uma grande mancha e meu pau duro! Tinha gozado entre sonhos... O que estava acontecendo comigo? Gostei tanto daquilo tudo? Continua.....
Eu tive sorte, sou um cara comum, nada especial. Mas me considero engraçado e sempre consegui conquistar garotas à base de insistência e boa vibe.
Wanda, a amiga da Fer, sempre foi daquelas garotas de personalidade forte, linda, com um corpo infantil que se enfeitou nesse último tempo com duas silicones tremendas que fazem marcar seus mamilos duros em cada camiseta que veste.
Para fechar o grupo de amigos, está o Juan. Conheci o Juany quando ele saía com minha irmã, na época, como cunhado, não tinha muita afinidade, mas com o tempo, por não fazer a vida da minha irmãzinha impossível, fiz meu melhor esforço para cair nas graças dele e acabamos ficando amigos.
Minha irmã não achou muita graça quando terminaram e continuamos juntos. Eu sentia ciúmes dele, já que ele é o clássico "David", com seu corpo perfeito e rosto de Brad Pitt. Para piorar a situação, quando você pensa que não pode ser pior, o cara tem uma rola descomunal de 25x7 cm. Se ele colocar uma vela, pode sair navegando.
As gostosas se entregam pra ele, e assim que o boato se espalha um pouco, ele sempre acaba pegando amigas. Ele já comeu todas as amigas da minha irmã e algumas ex-minhas. Daí os ciúmes.
Com a gravidez da Fer, meu mundo era perfeito. Ela vivia com tesão e suas curvas ficavam cada vez mais pronunciadas. Seus peitos passaram de 90, que já era demais para suas costas pequenas, para 125! Seus mamilos eram enormes e escuros, e desde o segundo mês ela tinha leite. No começo, tudo era maravilhoso, mas com o passar do tempo, começaram os problemas. Os peitos da Fer já não cabiam em nenhum sutiã, nem mesmo os de tamanho maior. As camisetas eram outro problema, algumas vezes tivemos que voltar de um passeio porque ela não conseguia respirar de tão apertadas que ficavam, mesmo quando ela subiu ao O carro ficou com as tetas de fora o caminho todo até em casa.
Às terças a gente costumava ir jantar na casa dos meus pais, e a Fer, já à vontade, ia sem sutiã. Me incomodava pra caralho, dava pra ver tudo. O cúmulo foi uma vez que ela vestiu uma camiseta branca meio velha e dava pra ver os mamilos como se ela estivesse pelada. Meu pai e meus irmãos estavam com o pau latejando:
- Ei Fer, não me serve um café?
- Ei Fer, se tão pesando, quer uma mãozinha?
- Esse bebê vai ficar empanturrado!!
Minha mãe chegou na mesa com um aparelhinho que serve pra tirar leite das grávidas e começou a explicar pra ela como segurar o peito e apoiou o negócio na teta, que começou a molhar a camiseta toda, deixando ainda mais transparente. Todo mundo tava uivando e eu morrendo de vergonha e ciúmes. Minha mãe começou a ordenhar ela com o troço do demônio através da camiseta, ela deixava e fechava os olhos. Enquanto massageava o seio, olhava pra mim e dizia:
- Luis, você tem que parar de ser tão envergonhado, sabe o que é sofrer com tetas assim?
- Mãe, pelo amor de Deus, ela já entendeu!! – eu falava.
- Deus, não seja bobo, quando tiver o bebê a gente vai ver as tetas dela o dia todo enquanto amamenta.
Quando terminou de encher o potinho, a Fer tava em outro planeta, com a camiseta já toda transparente. Depois todo mundo quis experimentar o gosto do leite e experimentou, até minha mãe. Foi o cúmulo do desconforto e a gente foi embora.
A Fer deu risada.
- Pensei que a qualquer momento iam arrancar minha camiseta e começar a chupar minhas tetas, hahahaha
- Mas que que cê tá falando, menina? Pirou?
- Ah, Luis, qual é, é uma piada... acabaram de me ordenhar na frente da sua família toda. Belas punhetas eles devem estar batendo agora, hahaha
- Cala a boca, não seja porca.
- Eu que sou a porca? Sua mãe massageou minhas tetas, pensei que ia chupar a qualquer momento... ia adorar... hahaha
Fiquei puto pra caralho e a gente não falou mais. Depois de umas carícias passou e já estávamos de bobagem de novo. De noite marcamos de sair com a Wanda e o Juan. De de alguma forma, o que aconteceu na tarde me deixou estranho, uma mistura de excitado e envergonhado.
Eu estava muito estressado com o trabalho. Revirei a gaveta do banheiro e encontrei uns ansiolíticos, tomei com um whiskyzinho e pensei:
— Pronto, com isso já sou eu de novo, essa noite a gente vai arrasar!
Eu estava mergulhado nesses pensamentos quando, de repente, a Fer entrou na sala vestida com uma minissaia de lycra preta, uma camisetinha branca sem sutiã e um casaquinho verde. Salto alto.
— O que você tá fazendo vestida assim???
— Assim como??
— Assim, gata! Você ficou doida?
— Luís, você tá me cansando, não vê que nada cabe em mim? Nem calça nem saia.
— E os saltos, o que caralhos têm a ver??
— Quer que eu ponha tênis e saia?? Fico horrível... (e explodiu em choro...)
— Perdão, amor, não percebi. É que você tá muito linda, chamativa demais.
— Sou um tanque de guerra e, perto da Wanda, fico horrorosa.
— Nada a ver, você tá linda. Por isso eu falei, você vai deixar todo mundo maluco, tô com ciúmes.
— Sério? E você gosta que eu te dê ciúmes?
Parou de chorar e me olhou toda animada. Não sabia o que dizer, mas, com medo que ela ficasse triste, falei: claro, todo homem gosta de um pouco de ciúme...
Ela riu e me deu um beijo:
— Então vou te dar muito ciúme.
— Não exagera, gata, hein?
— Por que não? Vou ser bem putinha.
— O quê?
Me deu um arrepio. Não sei se foi pelo jeito que ela falou ou por causa do que aconteceu no almoço com meus pais. Ela foi ao banheiro terminar de se arrumar, e eu fiquei no sofá, duro. E ali também tava duro.
Saímos para o restaurante, e, ao chegar, a Wanda e o Juan já estavam lá. Nos receberam super animados, fazia tempo que não nos víamos. O jantar foi normal, entre as piadas de sempre e umas brincadeiras sobre os peitões da Fer. Eu já tinha decidido só rir. A comida tinha esquentado a Fer, e ela tinha tirado o casaquinho. De todas as mesas, os homens — mesmo os acompanhados — viravam pra olhar as tetas dela e as da Wanda.
O garçom vinha toda hora perguntar o que… a gente queria, ele claramente queria ver os peitos da Fer.
- A qualquer momento esse cara saca o pau e mete entre os seus peitos, hahaha, disse o Luis
- Que desubicado, não tá vendo que sou uma mãe hahaha
- Mãe, vamos ao banheiro? disse a Wanda
A Fer se levantou e nesse movimento a toalha de papel caiu das suas pernas no chão. Me olhou com uma cara estranha, e se inclinou sem flexionar os joelhos de costas para a mesa mostrando pra mim e pro Juan que não estava usando calcinha. Fiquei gelado...
As palavras não saiam. Ela colocou a toalha na mesa rindo e me disse:
- Essas toalhas caem por nada, vou colocar a sua na mesa também...
E pegou a toalha da minha virilha não sem antes apertar bem o meu volume por uns segundos. Eu estava balbuciando e o Juan, nem curto nem preguiçoso, disse:
- E se a minha cair?
- Deixa ver...
Ela se inclinou bem perto do Juan e fez o mesmo, agarrando o pacote dele e esfregando, quase diria por mais tempo que comigo. Deixou a toalha na mesa e foi embora rindo.
O Juan me olhou surpreso:
- Pô! Viu como ela agarrou o meu pau? Ela tá com muita vontade, vou foder ela pra caralho!
- Você tá louco, cara? O que que te deu?
- Mas velho, não viu como ela agarrou o meu pau? Se ela deixasse, eu chupava ela aqui mesmo!
Cada palavra que ele dizia me dava mais ciúmes, mas não sei por que me excitava... Joguei a toalha sobre a mesa e saí disparado para o banheiro feminino. Quando cheguei no corredor onde ficavam os banheiros não sabia o que fazer, não ia me enfiar no banheiro das gostosas. Nessa hora me enchi de coragem e fui em frente, mas justo vinha um gordo grandão que estava com toda a família sentado na mesa do lado da nossa, e fiz que não vi, entrando no banheiro masculino. Fui direto pros que são tipo cabine, pensando em assim que o gordo começasse a mijar eu passava pro outro banheiro e pegava essa puta do caralho, ela já vai me ouvir...
Esperei e esperei mas ele nunca começou a mijar, pelo menos não ouvia... Saí e vi que era outro cara... E o gordo?
Deve ter voltado pra mesa, quis pensar...
Entrei no banheiro feminino e na hora... Ouvi um som inconfundível. Engasgos... Vi muitos pés debaixo das portas, saltos de mulheres ajoelhadas... Minhas pernas tremiam, os saltos da Fer... Subi na privada para ver, não queria fazer barulho, mas os ruídos alheios me apressavam... Olhei por cima da porta, era ela... de joelhos... chupando o pau do gordo filho da puta. Wanda beijava ele na boca e ele apertava os peitos dela. Quando percebi, meus sentimentos me traíram, tinha minha mão dentro da calça, não conseguia parar de me masturbar. Não entendia, não conseguia compreender... Fer tirou o pau da boca e dizia: - Me dá o leitinho, filho da puta, me dá o leitinho... O cara começou a gozar na boca dela e ela engoliu tudo. Ouvi eles rindo e se pegando. Esperei que todos saíssem. Não consegui terminar. Me invadiram sentimentos confusos. Puta do caralho! Não conseguia conciliar a imagem que tinha dela e o que acabara de ver. Me arrumei um pouco. Voltei à mesa onde Fernanda, Wanda e Juan riam... Sentei como um menino prestes a chorar. Ela me olhou desafiante e disse: - Não me dá um beijinho? Eu a olhei indignado, disposto a fazer uma cena na frente de todos, o gordo me olhava com ar de deboche da mesa dele, abraçando a esposa enquanto os filhos brincavam. Ela se aproximou do meu ouvido e sussurrou: - Isso é o que você queria, então agora se comporte como um homenzinho e engula esse orgulho de merda que você tem. Me dê um beijo e aguente ou levante e vá embora pra puta que pariu... Comecei a beijá-la sentindo o gosto de outro homem nos lábios dela. Foi chocante. Abri os olhos e me encontrei sentado no sofá, na sala da casa de Juan e Wanda. Minha cabeça doía. Fer acariciava meu cabelo. - Está melhor? - Hã? Que onda, o que aconteceu? - Você desmaiou, bobão, nos deu um susto terrível. - Mas como? Não entendo? - Você tomou outros remédios e caiu redondo. O médico disse que você ia ficar bem, mas estragou nosso rolê e nos assustou, bobito! - Se Luis te Você passou dos limites hoje... o Juan me disse Cai na real. Nunca saímos da casa dele. Nunca fomos ao restaurante, então nada tinha acontecido. O Fer fez um sinal rindo e todos explodiram em gargalhadas - Pelo menos alguém se divertiu, disse a Wanda Na minha calça, uma grande mancha e meu pau duro! Tinha gozado entre sonhos... O que estava acontecendo comigo? Gostei tanto daquilo tudo? Continua.....
10 comentários - Fermi, Minha Perdição - Parte 1 (Grávida/Corno)