No sabor de um uísque

Ela é daquelas ex-namoradas com quem você compartilhou tanta coisa que, quando vê ela na rua, é impossível não lembrar, impossível não sentir tudo de novo.

Eu tava andando pela 9 de outubro (avenida, via principal e comercial de Guayaquil) procurando algo pra beber e trombo com a Sandra, esbarro nela e o tempo para por vários segundos enquanto ela me olha dos pés à cabeça e eu simplesmente fico vidrado no jeito que ela me olhava.

– Oi – falei.
– Oi – ela respondeu.
– Como cê tá?
– Muito bem, e você?... Cê é casado, né?
– Sim, faz um ano – falei.
– Ah, parabéns (acho, kkk) – ela comentou.
– Cê tem tempo pra tomar alguma coisa?
– Não, na verdade não... mas, me liga... – anotou o número na minha mão e foi embora.

Simplesmente foi embora, me virei e fiquei vendo ela se afastar aos poucos.

Adicionei ela nos contatos do celular, na hora vi ela no WhatsApp e mandei uma mensagem...

– Oi de novo! É o Andrés.
– Ei, que rápido... kkk
– Sim, olha, o que cê vai fazer depois?
– Tenho que ir pra faculdade pegar uns papéis, por quê?
– Em qual faculdade cê estuda? Passo te pegar...
– Fechou, na UESS Samborondón.
– Ok.
– Que horas cê passa aqui?
– Daqui a uma hora, onde cê vai estar?
– Vem me pegar no Parque Centenário, vou tirar umas fotos.
– Beleza, a gente se vê daqui a uma hora.
– Ok.

Terminei meus rolês e fui buscar ela.

– Tô chegando, tô onde sempre... lembra?
– Claro, tô na sua frente...

Ela entrou no carro e me deu um beijo na bochecha.
– Onde cê vai me levar? – ela perguntou.
– Pra minha casa.
– Kkk pelo menos me convida pra tomar alguma coisa.
– Ainda tenho aquela garrafa de uísque que a gente nunca terminou.

Era uma garrafa de Old Parr de 95 que a gente tinha provado um ano atrás e foi a última coisa que fizemos juntos.

– Então bora!

Chegamos em casa e eu tava muito nervoso, não sabia o que fazer nem como agir, mas sabia o que queria... queria beijar ela e foder ela até morrer se possível, queria recuperar toda a vida sexual que a gente não teve junto num ano.

A gente bebeu, ouviu música, Conversamos, rimos... tempo bom!

No quinto copo, já sentíamos calor... estávamos na varanda e me aproximei devagar dela e fingi um brinde pra parecer tranquilo.

- Tava sentindo falta disso, vir aqui e esquecer de tudo. -
- Já somos adultos -
- Siiim... você é um Senhor, proibido pra mim -
- Segundo quem? -
- Segundo ....

Ela me beijou...

com tanta paixão que me empurrou pro móvel e caímos nele.

Eu beijava ela, acariciava...
Podia sentir a pele dela de novo nas minhas mãos, podia tocar suas costas, descer até a cintura... descer até aquela bunda linda e redonda...

Tirei a blusa dela, sentei ela no meu colo e comecei a beijar os peitos dela... voltava a sentir aquele gosto dos mamilos dela de novo.

- Para, para... não tá certo -
- Me diz que você não quer fazer isso... -
silêncio
- Me diz que não quer e agora mesmo eu visto sua blusa e te levo pra casa -
- Não é isso, é que... -
- É que nada, deixa eu te ter de novo... eu te desejo! -

Continuei beijando ela e dessa vez meti a mão lá dentro... pra garantir que ela ficasse excitada e não tivesse mais recusa... não podia aceitar um não... eu precisava dela, desejava ela e era bem provável que depois daquele momento ela não me escrevesse de novo e simplesmente sumisse como sempre.

Ela começou a rebolar enquanto eu enfiava meus dedos na buceta dela... fiz ela sentar de costas pra mim pra com a outra mão acariciar o peito dela... esquentei ela por uns 5 minutos até tirar a calça dela e levá-la pro chão.

Aí fiz um oral nela que quase fez ela gozar... com cada gemido que ela dava, com cada arqueada nas costas, com cada arranhão que ela me dava, minha libido aumentava 100... adoro satisfazer e me excita mais ainda saber que tô deixando uma mulher louca...

Depois que ela me agarrou pelas costas e me puxou até a boca dela, entendi que ela queria eu dentro... então tirei meu pau e, sem me importar com as consequências de não usar camisinha, enfiei com força e de uma vez só...

Aí comecei a me mover devagar dentro dela... Ela... via como ele aproveitava, como pedia mais... e mais... aumentava a velocidade e a força com que eu a bombava...
sentia como meu pau entrava na buceta dela, como a carne dela se unia à minha...
depois de um tempo, sentia que já ia gozar e ela percebeu pela minha cara... tirou meu pau e me deu um boquete digno dos deuses... me segurou por um momento na hora da gozada e conseguiu pausar por 30 minutos, nunca tinham me feito um oral tão longo e tão gostoso...
O momento terminou com chave de ouro quando ela pediu pra eu banhar ela com meu leite...

- descansa um pouco, quero mais! -

que prazer tão heróico é o sexo.
que prazer tão necessário e tão básico pra nós, mulheres e homens... heteros, bissexuais, homossexuais...

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