Diario de nuestra fantasia: noche en Anchorena

Oi, queridos amigos poringa boys.
Desculpem a demora, mas só agora conseguimos tempo para escrever nossas experiências, que foram ficando cada vez mais intensas.
A primeira que vamos contar é a nossa primeira experiência num bar swinger. Há um tempo, estávamos conversando sobre a possibilidade de ir. Fomos com a mente aberta para as possibilidades e muito nervosos.
A preparação não foi rápida: numa tarde, me depilei completamente, fiz as unhas, escolhi a roupa adequada para a ocasião e, depois de tomar banho e me vestir, passei maquiagem. Para o Nico foi mais fácil: só tomou banho e se vestiu. Mas o tempo todo, depois que me depilei até a hora de sairmos, o Nico mal conseguia controlar a vontade de tirar minha roupa e me possuir. Mas ele sabia que, se fizesse isso, a gente ficava em casa e não ia para o Anchorena.
Chegamos cedo, bem nervosos. Ao chegar no 4º andar (o andar dos quartos), como não tinha ninguém para nos guiar e nem percebemos de pedir, fizemos um tour sozinhos. Passamos por um quarto de trio e um de casal. O primeiro estava vazio, e no segundo tinha um casal se divertindo. Depois disso, fomos para a área da pista de dança e ficamos um tempo vendo os casais chegarem. Na hora, deu uma certa vergonha, porque quase todos tinham pelo menos dez anos a mais que a gente. Ficamos um tempo dançando, até que o lugar encheu. Como vimos gente entrando e saindo, decidimos seguir e descobrimos os outros andares, onde ficam a piscina e a área externa. Sentamos um pouco para descansar as pernas e conversar. Não tínhamos a menor ideia de como funcionava ali dentro, como os encontros eram organizados.
Depois de um tempo, decidimos dar outra volta pelos quartos. Dessa vez, tinha mais ação e muito mais gente assistindo — grupinhos nos sofás e nos colchões. Toda a situação nos pareceu estranha, chocante. Não esperávamos um espetáculo tão carnal, então voltamos para a pista de dança. Depois de um tempo tomando... Voltamos para a sala de ménage, onde vimos um casal, com a garota cavalgando ele de frente para o público. Nos aproximamos, e o Nico, que já vinha insistindo um tempo para que eu a beijasse, perguntou se eu podia "roubar" um beijo. Essa foi a primeira vez que beijei uma garota, e foi com muito nervosismo. O Nico acariciou o rosto e os seios dela, e eu também. Da mesma forma, a outra mulher do casal começou a acariciar meu corpo, e logo se juntou um terceiro casal. Fiquei nervosa (mais ainda) e o Nico me tirou dali, me colocou contra a parede, deixou meus peitos à mostra, tirou minha calcinha fio-dental e levantou minha saia. Apaixonadamente, ele percorreu meu corpo com as mãos e a boca, enquanto várias outras mãos me acariciavam todas ao mesmo tempo. Foi ali mesmo que o Nico me penetrou, enquanto acariciava as pernas e a bunda de uma garota à sua direita, e o parceiro dessa garota acariciava meus seios e tudo o que a posição permitia. Ficamos assim por um tempo, até que o Nico se controlou e saiu, e voltamos para a pista de dança.

Lá, apresentaram um show erótico que achamos bem sem graça, já que ver um trio no palco fazendo sexo não se comparava com as orgias que rolavam nos quartos.

Depois de ficar um tempo ali, tentando dançar algo enquanto observávamos os outros casais, voltamos para as salas para um segundo round, mas sem seguir nenhum casal em específico.

Na sala de ménage, ficamos vendo uma orgia na área dos colchões, o que deixou o Nico excitado. Recuamos para a área dos sofás e vimos um casal transando em pé no meio da sala (ainda de roupa). Estávamos a mais ou menos um metro de distância deles, e o Nico me colocou de frente e insistiu para que eu a beijasse, enquanto eu, ainda nervosa, não me animava a dar o passo. Ele me abraçou por trás, me acariciando, falando no meu ouvido e beijando meu pescoço e minha orelha, enquanto o outro casal se aproximou. Eles estavam na mesma posição que nós, de frente para nós. O homem era grandão, mais alto e com as costas mais largas que o Nico, tinha a cabeça raspada (o vamos chamar ele de "o careca" ) e ele seria o mais velho dos 4, com aproximadamente 35 a 40 anos. Na frente dele, estava a garota, que era bem magra e mais alta que nós (vamos chamá-la de "a magrela" ) de cabelo castanho claro e cacheado, que passava dos ombros. Ela estava usando uma regata vermelha que fechava na frente com um zíper e uma minissaia preta. A magrela acariciou meu rosto e me beijou, e eu comecei a me soltar, aos poucos fui beijando e acariciando ela. Ficamos assim por um tempo e Nico deixou meus peitos à mostra, e ela aproveitou para acariciá-los e saboreá-los, enquanto o careca também os acariciava. Em um momento, o careca abaixa o zíper dela, me incentivando a acariciar e beijar os peitos dela. Aos poucos fui ficando excitada e me animando para mais. Sem que percebêssemos quando, um casal mais velho se posicionou à nossa direita, nos acariciaram a magrela e a mim, e a mulher mais velha acariciou o membro do careca. Ele falou com a magrela no ouvido, e foi fazer um trio com o outro casal, enquanto a magrela ficou fazendo um trio conosco. Aos poucos fomos aumentando a aposta e ela começou a acariciar minha virilha, e eu a seguia um passo atrás. Nos enroscamos em um beijo apaixonado, nos dando prazer mutuamente com as mãos, enquanto eu a beijava e acariciava seus lábios maiores e o clitóris. Ela se deixou levar e se recostou nos sofás, enquanto Nico começou a me penetrar, o que me deixou em uma posição de quatro.
Nico ficou muito nervoso durante todo o encontro, porque quando olhava ao redor via umas 20 ou 30 pessoas nos observando, além de que o careca estava comendo a mulher mais velha de uma forma selvagem e em um ritmo que Nico, no estado dele, acabaria rapidão. Eu, por minha parte, me concentrei na magrela e evitei levantar a cabeça. Seguimos assim até que, ao aumentar a intensidade, a fiz chegar ao orgasmo e terminar, então Nico e eu tivemos que terminar por nossa parte. Ele se sentou no sofá à direita da magrela, e eu o montei de costas enquanto ele acariciava a mim e a magrinha. Isso durou um tempão por causa dos nervos do Nico e me pareceu ainda mais longo por causa dos meus próprios nervos.
Depois disso subimos para o terraço para tomar alguma coisa e conversar, falamos sobre essa loucura que estávamos fazendo. Voltamos mais uma vez para a pista de dança e dançamos até decidirmos ir para um terceiro e último round na sala de ménage. Dessa vez não tinha nenhum casal que nos interessasse e resolvemos nos divertir sozinhos. Chupei ele para deixar ele bem duro, e ele me comeu de quatro contra o sofá. Apareceu outro casal mas não participou com a gente. Esse round foi bem rápido e a noite já estava acabando. E mesmo que os nervos do Nico tenham diminuído porque não tinha mais tanta gente olhando, meus nervos não me deixaram aproveitar a situação e eu só pensava em que acabasse logo. Quando terminamos, Nico colocou minha calcinha fio-dental e me ajudou a me arrumar, e saímos para dar mais uma volta por toda a boate, vimos que estava esvaziando, então decidimos encerrar a noite.

Pedimos desculpas por escrever um relato tão direto e na lata, a ideia era que fosse mais erótico, mas a realidade é que toda a experiência foi assim, crua. Agora, com o tempo, a gente percebe que não aproveitamos tanto quanto gostaríamos.

5 comentários - Diario de nuestra fantasia: noche en Anchorena

muy bueno e instructivo amigos, me hubiera pasado lo mismo con esos nervios
Me hubiese gustado llegar a tanto cuando fuimos nosotros. La verdad ese día al menos había mucha gente mucho mayor... Hasta una pareja que tendría la edad de nuestros abuelos. Eso nos sacó toda la inspiración, estuvimos bloqueados y no pudimos hacer nada, pero me moría de ganas y mi mujer tsmbien. Otra cosa que nos dejó fuera de acción era el olor fuertisimo a sexo que había en los cuartos, mucha gente en accion... No se, igual vamos a volver otro día.
Excelente relato!!! Yo vivi algo similar con mi pareja, asi que entiendo tu relato perfectamente, se lo que se siente esa primera vez! Muy bueno, por cierto! Saludos.
Muchas gracias por contar su experiencia. Me excita mucho porque también tengo la fantasía de ir con mi flaca a ese boliche.
Los felicito por lo que hacen y sigan escribiendo