Olá, sou a Paula, tenho 20 anos, vou contar uma experiência que tivemos eu, meu namorado Claudio de 27 e minha amiga Carla de 28.
Meu namorado tinha a fantasia de nos ver, eu e a Carlita, minha amiga, fazendo amor. Nós aceitamos, mas com a condição de que ele teria que fazer o que pedíssemos como compensação. Ele topou na hora, claro. Cada uma diria o que queria fazer e todos teriam que ceder. Minha fantasia era que meu namorado transasse com a Carla, enquanto eu olhava e incentivava. A Carla tinha uma surpresa guardada pra gente.
No dia que nos encontramos, fomos pra uma balada e começamos a beber tequila, a bebida favorita do meu namorado, mas o plano era fazer ele beber um pouco mais que o normal. Durante o tempo que ficamos lá, a gente o deixou excitado mostrando como dançávamos juntas e, de vez em quando, dávamos uns beijinhos leves e nos tocávamos nas pernas debaixo da mesa do lugar.
Quando chegamos no apartamento da Carlita, continuamos dando bebida pra ele, sentamos ele num sofá do quarto dela e nós duas começamos a nos despir. Enquanto isso, ele tinha que ficar vestido, só olhando, sem poder se tocar nem se masturbar.
A sessão sexual foi espetacular, nos beijamos muito na boca, roçando nossas bucetinhas com as coxas, depois a Carla desceu até a minha buceta, me fez um boquete incrível, enfiou a língua bem fundo, colocou de um jeito que ficou bem dura e me fez gozar maravilhosamente.
Agora era a vez do meu desejo, então pedi pro meu namorado comer a Carlita, claro que ele topou na hora. Pra deixar ele mais excitado, nós duas o despimos e enquanto eu me ajoelhava pra chupar ele, a Carlita o beijava na boca. Ela se deitou de costas e pediu pra ele meter. Eu incentivava: "Vai, meu amor, come essa puta, vai, come ela até ela gozar." A Carla, que já tava a mil, gozou como uma puta, aos gritos, mas quando meu namorado ia gozar também, ela pulou da cama e disse que era a vez dele cumprir. a fantasia dela. Meu namorado tava louco de tesão, porque ela não deixou ele gozar.
Carlita tirou de uma gaveta uma calcinha fio dental dela e mandou ele vestir. Ele ficou bem irritado, não sei se pelo pedido ou pelo jeito autoritário de mandar, mas entre o tesão que ele tava e minhas súplicas, ele topou. Seguindo as instruções da Carla, ele foi pro banheiro e depois de um tempo saiu com a mini calcinha vestida, claro que com o tesão que ele tava, o pau dele escapava daquela peça minúscula, a gente ficou com muito tesão vendo ele daquele jeito e começamos a falar que ficava muito bem nele, que tava gostoso como o fio dental sumia no meio da bunda dele, ele ficava tocando e apertando; eu pedi pro meu namorado imitando o tom autoritário da Carla, que subisse na cama na posição de putinha pra ela poder se colocar entre as pernas dele e começar a chupar o pau dele; ele parecia confuso, mas o tesão e a vontade de sentir os lábios da Carla no pau dele que tava prestes a explodir, não deixaram ele reagir.
Carlita começou a dar uma espécie de massagem nas costas dele, foi descendo até chegar na bunda dele que ela massageava, apertava e amassava, eu enquanto isso chupava o pau dele primeiro e depois as bolas e, afastando o fio dental da calcinha, minha língua se posicionou no cu dele. Eu sabia que ele gostava daquilo, eu metia e tirava a língua rapidinho. Ele tava nas nuvens e Carla aproveitou pra se preparar e nos dar uma verdadeira surpresa. Ela mandou eu agora segurar ele firme pelas mãos, que ela seguraria pelos quadris e sussurrou no ouvido dele que agora vinha a melhor parte.
Carlita derramou uma espécie de óleo na bunda dele, mas além de massagear, também começou a passar os dedos no cu dele. Percebi que o pau do meu namorado cresceu um pouco mais, ele tava muito excitado. Eu, que nessa altura já tinha entendido pra onde o jogo tava indo, tirei a calcinha fio dental dele, mas sem perder a posição de putinha. Abri as pernas dele e ajudei a Carla a abrir a bunda dele. pra que pudesse passar o óleo e os dedos sem problema nenhum por todo o cu dele, quando já tava cheio daquele óleo, a Carla deu um tapa forte na bunda dele, meu namorado reclamou, mas eu falei que se ele não relaxasse, os tapas iam ficar cada vez mais fortes.
Nisso, enfiei um dedo no cu dele, e como ele reclamou de novo, a Carla deu um tapa violento, muito pior que o anterior. Aí ele relaxou um pouco e eu aproveitei pra enfiar meu dedo até o fundo. Comecei a mexer em círculo. Enfiava e tirava repetidamente. Depois de um tempo, a Carla começou a falar: "...agora enfia dois dedos...agora três...já tá pronto, enfia quatro...tá uma delícia de ver com as pernas abertas"; depois de dilatar bem, falei pra Carla "essa puta fica melhor com a bunda aberta...já tá pronta, coloca o teu negócio".
A Carla voltou pro criado-mudo e pegou um consolo com cinta, que começou a colocar e lubrificar com óleo perto do rosto do meu namorado pra ele saber como ia continuar isso. Olhava nos olhos dele e dizia "agora você vai sentir o que é ter uma pica dentro do cu, vou te desvirgar, vou arrebentar essa sua bunda apertada e depois sua namorada vai te deixar de cu cheio por mais um tempo enquanto tiro fotos"; trouxe um espelho de corpo inteiro e colocou na frente da cama, dizendo "quero que você veja como é ser desvirgado e que gostoso você vai ficar de cu cheio, quero ver sua cara enquanto sente minha pica te partir no meio".
Fiquei chocada com essa atitude tão agressiva da Carla, ela tava como possuída, me assustou um pouco, mas também me deu muito tesão. Pensei que meu namorado ia levantar da cama e xingar a gente, mas pra minha surpresa ele ficou calado, fechou os olhos e baixou a cabeça, como se tivesse se rendido ao que o destino reservava. Eu continuei então com o enfia e tira com quatro dedos dentro do cu dele, cada vez mais dilatado. A Carla se colocou atrás dele, tirou minha mão e ela mesma começou a enfiar os dedos, enquanto acariciava a bunda dele e dizia: "quero que você aproveita, sente como entra e sai de você, cada centímetro, a cabecinha e as estocadas que vou te dar enquanto te ensinamos como você tem que se mexer".
Depois tirou os dedos e encaixou a cabecinha da sua piroca postiça na entrada do cu virgem dele pra arrebentar ele entre empurrões e palmadas que agora eu dava nele, e aí Carla enfiou de uma vez só sem deixar nada pra fora, e obrigou ele a olhar no espelho pra ver como ela tava desvirgando ele e pra ver a expressão no rosto dele, que era uma mistura de grito e gemido no meio das estocadas violentas da piroca da Carla, que tava fora de si, excitadíssima, gritando "aproveita, aproveita minha piroca te fodendo, te partindo ao meio, aproveita, putinha, como eu te desvirgo com minha piroca dura".
A fantasia da Carla era comer o cu de um homem e tratar ele como eles tratam a gente; meu namorado olhou pra mim pedindo um pouco de piedade, mas eu, com a cara vermelha de tesão, falei que ele tava muito gostoso de cu aberto, com uma piroca até o fundo das entranhas, que sentisse como era ser tratado como uma puta, que era muito gostoso.
Depois de um tempo trocamos de posição, e agora era eu quem tava comendo o cu dele, aí a Carlita segurou ele pelo tronco e começou... "agora você vai aprender a se mexer com uma piroca dentro, pra frente e pra trás, amadurece, vai devagar quando sentir os colhões batendo na sua bunda, dá uma leve mexida com ela pra cima e pra baixo", mas como ele não sabia fazer, Carla deu mais uma rodada de palmadas nele, e aí ele começou a se empinar sozinho até gozar que nem um porco, sujando todos os lençóis. Eu e a Carla também gozamos vendo aquele espetáculo.
Meu namorado tinha a fantasia de nos ver, eu e a Carlita, minha amiga, fazendo amor. Nós aceitamos, mas com a condição de que ele teria que fazer o que pedíssemos como compensação. Ele topou na hora, claro. Cada uma diria o que queria fazer e todos teriam que ceder. Minha fantasia era que meu namorado transasse com a Carla, enquanto eu olhava e incentivava. A Carla tinha uma surpresa guardada pra gente.
No dia que nos encontramos, fomos pra uma balada e começamos a beber tequila, a bebida favorita do meu namorado, mas o plano era fazer ele beber um pouco mais que o normal. Durante o tempo que ficamos lá, a gente o deixou excitado mostrando como dançávamos juntas e, de vez em quando, dávamos uns beijinhos leves e nos tocávamos nas pernas debaixo da mesa do lugar.
Quando chegamos no apartamento da Carlita, continuamos dando bebida pra ele, sentamos ele num sofá do quarto dela e nós duas começamos a nos despir. Enquanto isso, ele tinha que ficar vestido, só olhando, sem poder se tocar nem se masturbar.
A sessão sexual foi espetacular, nos beijamos muito na boca, roçando nossas bucetinhas com as coxas, depois a Carla desceu até a minha buceta, me fez um boquete incrível, enfiou a língua bem fundo, colocou de um jeito que ficou bem dura e me fez gozar maravilhosamente.
Agora era a vez do meu desejo, então pedi pro meu namorado comer a Carlita, claro que ele topou na hora. Pra deixar ele mais excitado, nós duas o despimos e enquanto eu me ajoelhava pra chupar ele, a Carlita o beijava na boca. Ela se deitou de costas e pediu pra ele meter. Eu incentivava: "Vai, meu amor, come essa puta, vai, come ela até ela gozar." A Carla, que já tava a mil, gozou como uma puta, aos gritos, mas quando meu namorado ia gozar também, ela pulou da cama e disse que era a vez dele cumprir. a fantasia dela. Meu namorado tava louco de tesão, porque ela não deixou ele gozar.
Carlita tirou de uma gaveta uma calcinha fio dental dela e mandou ele vestir. Ele ficou bem irritado, não sei se pelo pedido ou pelo jeito autoritário de mandar, mas entre o tesão que ele tava e minhas súplicas, ele topou. Seguindo as instruções da Carla, ele foi pro banheiro e depois de um tempo saiu com a mini calcinha vestida, claro que com o tesão que ele tava, o pau dele escapava daquela peça minúscula, a gente ficou com muito tesão vendo ele daquele jeito e começamos a falar que ficava muito bem nele, que tava gostoso como o fio dental sumia no meio da bunda dele, ele ficava tocando e apertando; eu pedi pro meu namorado imitando o tom autoritário da Carla, que subisse na cama na posição de putinha pra ela poder se colocar entre as pernas dele e começar a chupar o pau dele; ele parecia confuso, mas o tesão e a vontade de sentir os lábios da Carla no pau dele que tava prestes a explodir, não deixaram ele reagir.
Carlita começou a dar uma espécie de massagem nas costas dele, foi descendo até chegar na bunda dele que ela massageava, apertava e amassava, eu enquanto isso chupava o pau dele primeiro e depois as bolas e, afastando o fio dental da calcinha, minha língua se posicionou no cu dele. Eu sabia que ele gostava daquilo, eu metia e tirava a língua rapidinho. Ele tava nas nuvens e Carla aproveitou pra se preparar e nos dar uma verdadeira surpresa. Ela mandou eu agora segurar ele firme pelas mãos, que ela seguraria pelos quadris e sussurrou no ouvido dele que agora vinha a melhor parte.
Carlita derramou uma espécie de óleo na bunda dele, mas além de massagear, também começou a passar os dedos no cu dele. Percebi que o pau do meu namorado cresceu um pouco mais, ele tava muito excitado. Eu, que nessa altura já tinha entendido pra onde o jogo tava indo, tirei a calcinha fio dental dele, mas sem perder a posição de putinha. Abri as pernas dele e ajudei a Carla a abrir a bunda dele. pra que pudesse passar o óleo e os dedos sem problema nenhum por todo o cu dele, quando já tava cheio daquele óleo, a Carla deu um tapa forte na bunda dele, meu namorado reclamou, mas eu falei que se ele não relaxasse, os tapas iam ficar cada vez mais fortes.
Nisso, enfiei um dedo no cu dele, e como ele reclamou de novo, a Carla deu um tapa violento, muito pior que o anterior. Aí ele relaxou um pouco e eu aproveitei pra enfiar meu dedo até o fundo. Comecei a mexer em círculo. Enfiava e tirava repetidamente. Depois de um tempo, a Carla começou a falar: "...agora enfia dois dedos...agora três...já tá pronto, enfia quatro...tá uma delícia de ver com as pernas abertas"; depois de dilatar bem, falei pra Carla "essa puta fica melhor com a bunda aberta...já tá pronta, coloca o teu negócio".
A Carla voltou pro criado-mudo e pegou um consolo com cinta, que começou a colocar e lubrificar com óleo perto do rosto do meu namorado pra ele saber como ia continuar isso. Olhava nos olhos dele e dizia "agora você vai sentir o que é ter uma pica dentro do cu, vou te desvirgar, vou arrebentar essa sua bunda apertada e depois sua namorada vai te deixar de cu cheio por mais um tempo enquanto tiro fotos"; trouxe um espelho de corpo inteiro e colocou na frente da cama, dizendo "quero que você veja como é ser desvirgado e que gostoso você vai ficar de cu cheio, quero ver sua cara enquanto sente minha pica te partir no meio".
Fiquei chocada com essa atitude tão agressiva da Carla, ela tava como possuída, me assustou um pouco, mas também me deu muito tesão. Pensei que meu namorado ia levantar da cama e xingar a gente, mas pra minha surpresa ele ficou calado, fechou os olhos e baixou a cabeça, como se tivesse se rendido ao que o destino reservava. Eu continuei então com o enfia e tira com quatro dedos dentro do cu dele, cada vez mais dilatado. A Carla se colocou atrás dele, tirou minha mão e ela mesma começou a enfiar os dedos, enquanto acariciava a bunda dele e dizia: "quero que você aproveita, sente como entra e sai de você, cada centímetro, a cabecinha e as estocadas que vou te dar enquanto te ensinamos como você tem que se mexer".
Depois tirou os dedos e encaixou a cabecinha da sua piroca postiça na entrada do cu virgem dele pra arrebentar ele entre empurrões e palmadas que agora eu dava nele, e aí Carla enfiou de uma vez só sem deixar nada pra fora, e obrigou ele a olhar no espelho pra ver como ela tava desvirgando ele e pra ver a expressão no rosto dele, que era uma mistura de grito e gemido no meio das estocadas violentas da piroca da Carla, que tava fora de si, excitadíssima, gritando "aproveita, aproveita minha piroca te fodendo, te partindo ao meio, aproveita, putinha, como eu te desvirgo com minha piroca dura".
A fantasia da Carla era comer o cu de um homem e tratar ele como eles tratam a gente; meu namorado olhou pra mim pedindo um pouco de piedade, mas eu, com a cara vermelha de tesão, falei que ele tava muito gostoso de cu aberto, com uma piroca até o fundo das entranhas, que sentisse como era ser tratado como uma puta, que era muito gostoso.
Depois de um tempo trocamos de posição, e agora era eu quem tava comendo o cu dele, aí a Carlita segurou ele pelo tronco e começou... "agora você vai aprender a se mexer com uma piroca dentro, pra frente e pra trás, amadurece, vai devagar quando sentir os colhões batendo na sua bunda, dá uma leve mexida com ela pra cima e pra baixo", mas como ele não sabia fazer, Carla deu mais uma rodada de palmadas nele, e aí ele começou a se empinar sozinho até gozar que nem um porco, sujando todos os lençóis. Eu e a Carla também gozamos vendo aquele espetáculo.
9 comentários - Violando meu namorado
se agradeceran comentarios y puntos
Muy bueno, me revoltijeaste los ratones mal !!!
Gracias por compartir 👍
YGraciasPorComentarMiPost 🙌
gracias x pasar y comentar