Ela contou suas mágoas. Se soubesse que ela estava com a buceta mijada e ensaboada de porra, que acabara de chupar um jovem. Sentiu-se culpada. Tocou a orelha por dentro e olhou o dedo. Era sêmen. Assim que pôde, subiu para tomar banho e debaixo do chuveiro tentou refletir. O que tinha acontecido com ela. A luxúria tinha nublado sua mente e ela tinha se comportado como uma verdadeira porca na frente daquele jovem.
- Droga...
Tinha sido uma cena muito lasciva, imprópria para uma mulher como ela. Ele tinha mijado na sua vagina e tinha gozado à vontade sobre ela depois de fazer um boquete. Devia cortar aquilo antes que fosse longe demais. Apesar de tudo, José era um bom homem e não merecia ser traído. Levavam metade da vida juntos e tinham dois filhos lindos, estava pondo seu casamento em perigo por uns jogos eróticos com o vizinho.
Tentou se comportar carinhosamente com ele para que não percebesse nada estranho, porém no jantar seu marido disse que Paulinho tinha contado que o vizinho tinha estado em casa e que tinha convidado eles para guloseimas. Pegou ela desprevenida e ela titubeou, o que alertou José, pelo menos foi o que Carlota pensou ao notar seu olhar ciumento.
- Sim, bom, nos vimos no parque, bom, coincidimos no quiosque, e, e, ele pagou as guloseimas das crianças. Ele é muito gente boa.
- E o que ele veio fazer em casa?
- Em casa? Sim, bom, ele mora com outros dois estudantes e queria saber se a gente fazia o favor de guardar uma chave pra ele caso a porta fechasse. E por isso ele veio, foi buscar a chave e depois veio trazer.
Teve sorte, ele não pediu para ela mostrar a chave, mas a notou titubeante e Carlota se preocupou com seu silêncio, com a sensação de que ele não tinha engolido a história. Não podia se arriscar mais com aquele garoto ou acabaria sendo pega, e não queria escândalos. Mal dormiu.
Como todas as manhãs na hora da escola, coincidiu de novo com os garotos. Pararam para cumprimentá-la e ela teve um segundo para fazer um Sinal para Marcos.
- Olha, é o José, meu marido.
José cumprimentou os três rapazes com um aperto de mão. Viu como eles olhavam para sua mulher quando foram embora e percebeu um olhar intenso entre Marcos e ela, um olhar que despertou seu ciúme. Como ela poderia se envolver com aquele jovem? Ele foi trabalhar distraído e com o medo martelando na mente.
Carlota passou a manhã toda relembrando a cena no banheiro, o sabor dos ovos e do pau dele, o tesão absurdo de ter chupado ele na sua própria casa, antes do marido chegar. Ela ficava excitada e obcecada de forma descontrolada de novo, apesar dos esforços para criar doses de arrependimento. Depois do almoço, vestiu as crianças e se arrumou com cuidado para ele. Deixou sua melena castanha solta ao vento, colocou um suéter preto de lã e uma calça branca bem soltinha e larga, com boca de sino. E foi ao parque com a esperança de reencontrá-lo. Viu ele chegar com a namorada. Estavam de mãos dadas. Apoiaram-se debaixo de uma árvore, abraçados, e ficaram se beijando com paixão. Carlota os observava de lado, com ciúmes da garota, com ciúmes de que ela pudesse tocá-lo com mais liberdade. Eles se apalpavam por todos os lados. Ela estava louca para que a garota fosse embora.
Pouco tempo depois, viu que eles se despediam e logo foi até ele. Sentou-se ao seu lado. As crianças jogavam bola na frente.
- O que você faz tão sozinha?
- Já viu, a mesma coisa de sempre - ela respondeu. Via ele pensativo, olhando para frente, com os cotovelos nos joelhos, esfregando as mãos. - Quer ir pra minha casa? - ela propôs.
Ele a olhou.
- Tá com tesão?
- Sim, e você?
- Também. Vamos.
Depois do almoço, impulsionado pelo ciúme, José faltou a uma reunião com clientes para ir para casa, queria ter certeza de que sua mulher era fiel, queria aniquilar aquelas suspeitas horríveis. Estacionou o carro quando os viu sentados juntos no banco, um ao lado do outro, e seus filhos brincando por perto. Bateu no volante, mortificado. com o coração batendo forte nas têmporas. Ele os viu se levantarem ao mesmo tempo e saírem caminhando juntos. Estavam indo para casa. O que ele poderia fazer? Talvez estivesse se precipitando. Viu sua mulher abrir a porta, deixar as crianças entrarem e então Marcos colocar uma mão na cintura dela para deixá-la passar primeiro. Quando a porta se fechou, Jose deixou a cabeça cair no volante, morto de raiva, uma raiva que se transformava em lágrimas. E para piorar, recebeu uma ligação do chefe ralhando com ele por não estar no escritório e exigindo explicações sobre uns assuntos urgentes.
Mal entrou em casa, Carlota pegou as crianças pela mão e as levou para a sala. Marcos a esperava ao pé da escada com as mãos nos bolsos. Ligou o videogame para deixá-las entretidas e disse ao mais velho para cuidar do irmão. Depois, com leveza, passou na frente de Marcos e subiu primeiro, balançando a bunda naquela calça branca de boca larga.
Eles invadiram o banheiro. Carlota fechou a porta e trancou a chave.
- Marcos, você está me deixando louca para que eu faça o que estou fazendo.
- Senta.
- Sim.
Ela sentou na privada, ereta. Marcos se posicionou diante dela e se curvou para tirar sua blusa. Carlota levantou os braços e ele a puxou pela cabeça, junto com o sutiã. Deixou-a nua da cintura para cima. Jogou as roupas no chão e começou a desabotoar a própria calça, de boca aberta diante daquelas tetas impressionantes. Os peitos se esfregavam um no outro, balançando levemente.
- Que tetas você tem, sua puta…
Ele desceu a calça e a cueca com agilidade até os joelhos e se aproximou entre suas pernas. Carlota levantou o olhar submissamente para ele. Marcos agarrou o pau e começou a bater nas tetas dela, a dar pancadas, como se tocasse dois timbales com o pau. Ela franzia a testa, sem parar de olhar para ele, sentindo as batidas.
- Ummmm, sua puta…
Nervoso, ele passava a cabeça do pau pelos mamilos e a enfiava na massa macia, deslizando com a pau de uma a outra, no meio de batidas e atritos, até que ele encaixou o tronco entre os dois peitos, puxou-a mais para si segurando-a pelos ombros e começou a se contrair para se masturbar com os seios. Carlota permanecia com o rosto colado em sua camisa, percebendo o atrito e a dureza do pau entre seus seios, notando como a ponta tocava seu queixo.
- Ohhh… Ohhh… - ele ofegava eletrizado.
Ele tirou o pau de entre os seios. Havia marcas vermelhas das batidas do pau. Segurou-o com a mão direita e com a esquerda agarrou seu rosto, apertando suas bochechas, trazendo sua cabeça para perto. Carlota teve que esticar os músculos do pescoço, com os seios roçando suas coxas. Ele enfiou a pontinha do pau em uma das narinas e começou a empurrar, como se quisesse enfiá-la dentro. Ela exalava sobre suas bolas, com a testa franzida, sentindo a cócega. Passou para a outra narina e da mesma forma tentou enfiar a ponta.
- Sua putinha, como você me deixa…
Ele agarrou um punhado de cabelos e puxou, forçando-a a virar a cabeça com um gemido e expressão de dor pela puxada. Enrolou o pau em seus cabelos, dando algumas puxadas, passando-os também pelas bolas.
- Que delícia, sua vadia… Vira, quero ver sua bunda… - ele pedia nervoso, batendo uma fora de si.
- Agora mesmo.
Ela se levantou e se virou. Desabotoou a calça e subiu de joelhos em cima da privada. Baixou-as o máximo que pôde.
- A calcinha, vamos, abaixa a calcinha…
- Sim, sim…
Ela baixou a calcinha branca, expondo sua enorme bunda larga e redondinha, com um sulco profundo. Deixou-a um pouco acima da calça.
- Abre a bunda.
Apoiou a testa nos azulejos e jogou os braços para trás para abrir o sulco. Marcos batia uma atrás dela. Ele viu seu ânus, um ânus esbranquiçado e pouco enrugado, e alguns centímetros abaixo a buceta suculenta. Ele se deixou levar um gemido.
- Não faça barulho, Marcos, meu filho...
Segurando o pau, ele passou a cabeça por toda a buceta, desde o cóccix até o grelo. Carlota engoliu ar, bufando sobre o azulejo ao sentir o atrito do pau.
- Grande raba, você está tão gostosa...
Carlota cerrou os dentes, abrindo mais a buceta, quando ele enfiou um dedo no cu, o dedo médio, até abaixo da junta, com a palma para cima, e o deixou lá dentro, imóvel, enquanto batia uma com a direita. Carlota bufava sobre o azulejo, roçando a bochecha, embaçando-o, semicerrando os olhos para se concentrar na pressão do dedo. Ouvia as puxadas. Ela começou a gemer, não conseguia controlar as sensações. Contraía as nádegas para sentir o dedo. Levou as mãos para frente até apoiá-las nos azulejos, uma de cada lado da cabeça. O cu se fechou com o dedo dentro. Apertava as nádegas para senti-lo. Marcos não o movia. Balançava todo o traseiro, como suplicando que ele mexesse o dedo, mas tinha que se contentar em contrair as nádegas e roçar a bochecha no azulejo, ofegante, envolta em suor.
Ele puxou o dedo do cu de repente e, no mesmo instante, ela sentiu a chuva de sêmen sobre as nádegas, meteoros de porra grossa que escorriam por dentro da buceta e da xoxota. Diversos fios brancos deslizavam por suas nádegas em direção às pernas. Ela ainda esfregava o rosto no azulejo, suando, se recuperando. Ele puxou a calcinha para limpar a cabeça do pau. Ela tinha tido um orgasmo sem se tocar. Olhou para trás. Ainda sentia a sensação do dedo enfiado. Estava se preparando, então desceu do vaso e arrancou pedaços de papel para limpar o cu.
- Tenho que ir, marquei de estudar com a Belén.
- Não se preocupe.
- Você está suando.
- Sim.
Com o cu todo pegajoso, vestiu a calcinha e a calça. Sentia a sensação no ânus e doía um pouco. Também tinha o cheiro do pau na garganta. ter metido na nariz. Depois pegou a blusa amassada no chão e vestiu, sem sutiã, e saíram.
Jose viu Marcos saindo, sozinho. Viu ele coçando as bolas e indo em direção à sua casa. Tinha ficado muito tempo lá dentro, mesmo com as crianças. Não conseguia acreditar que sua mulher estivesse envolvida com aquele jovem e transasse com ele com os filhos em casa. Ele precisava mudar ou a perderia. Sempre ficava na dele, se menosprezando, e com certeza já a tinha deixado de saco cheio e entediada. Nem homem direito era pra satisfazê-la, faziam semanas sem fazer amor. A culpa era dele se ela arrumou um amante.
Entrou em casa e a encontrou na cozinha. Viu uma pegada na blusa, a marca de uma sola, e várias gotas úmidas na parte de trás da calça. Era o segundo dia que a via manchada. Ela estava suando, o cabelo todo molhado. Perguntou o que tinha acontecido e ela só disse que estava com muito calor. Espiou quando ela foi pro quarto. Viu ela se despindo. Os peitos estavam com marcas vermelhas e ela não usava sutiã. Viu ela apalpar a própria bunda e olhar a mão, como se sentisse algo estranho na pele. Viu ela checar a calcinha e cheirar, e depois entrar no banheiro pra enxaguar a calcinha na torneira. Perguntou pro filho se Marcos tinha estado em casa e ele disse que sim.
- E o que vocês fizeram? Ele brincou com vocês?
- Ele subiu lá em cima com a mamãe.
Ele desabou, estava quase certo de que sua mulher tinha um caso com aquele jovem, e tudo por culpa dele, pela sua negligência, pela falta de iniciativa. Saiu pra dar uma volta, precisava pensar em que atitude tomar. Amava ela demais pra perdê-la e, como homem maduro, devia lutar por ela. Quando estava chegando em casa, viu Marcos com os amigos e uma onda de ciúmes queimou suas entranhas. Maldito pirralho, com certeza estava comendo sua mulher. Quando Carlota chegou, já tinha tomado banho e se comportava de maneira natural, embora ele a notasse um pouco distraída. Não era capaz de conversar com ela e tentou demonstrar carinho. Seria bom fazer amor com ela, mas os nervos não iam deixar ele ficar de pau duro e ele preferiu não fazer nada.
Já era sexta-feira e ao sair de casa eles coincidiram com os três rapazes. Jose estava abrindo a porta da garagem. Carlota parou para cumprimentá-los. Viu como Marcos falava com ela em tom de sussurro, mas não conseguia ouvir. Maldito pirralho.
- Termino as aulas em duas horas, você vai estar sozinha? - Carlota assentiu, ajudando o filho a colocar a mochila nas costas. - Quer que eu vá te ver?
- Sim.
- Vista-se de putinha.
E seguiu seu caminho. Jose foi trabalhar desolado, certo de que sua mulher tinha um caso com aquele jovem, numa cidade desconhecida.
Quando voltou de levar as crianças à escola, Carlota vestiu-se de putinha exatamente como seu jovem amante havia indicado. Fez um coque no cabelo, com a nuca à mostra e alguns fios encaracolados sobre a testa. Colocou uma calcinha fio-dental branca e um babadinho de musselina, também branco, de alças finas e decote arredondado, curtinho, com babados na barra. E para acentuar o erotismo, colocou meias brancas e sapatos brancos de salto. Parecia uma princesinha putinha, muito bem maquiada.
Esperou por ele sentada na sala até a campainha tocar. Conferiu que era ele pela fechadura e abriu a porta. Ele estava muito gato, com um suéter azul de marca e uma calça jeans, com o cabelo loiro gelado. Ela corou ao estar ao lado dele vestida daquela forma. Ele a examinava, examinava as transparências do babadinho.
- Você gosta de mim assim?
Ele a agarrou pela nuca e puxou sua cabeça bruscamente para perto de seu rosto.
- Me beija, putinha.
E começou a beijá-la de língua, envolvendo-a com os braços e agarrando sua bunda para apertá-la contra ele. Ela também o abraçou, embora com uma força mais tímida, com os seios esmagados contra seu suéter. Beijavam-se de língua.
- Chupa, putinha, esfrega em mim... - Carlota contraía as nádegas para esfregar nele a Dureza, arrastrando a buceta pelo volume da calça - Assim, putona... Muématured... Agora você é minha putinha, né?
- Sim.
Ele a beijou de novo, apertando sua bunda. Ela continuava se contorcendo para esfregar nele. Ainda estavam na entrada, perto da porta principal. Ele parou de beijá-la e deu um passo para trás. Começou a desabotoar o cinto. Ela esperava ao seu lado, olhando para ele, com a rímel borrada pelos beijos intensos. Ele abaixou a calça e a cueca ao mesmo tempo até tirá-los, ficando nu da cintura para baixo.
- Agacha.
Ela obedeceu, agachou-se diante dele e ergueu o olhar com submissão, com o pau diante de seu rosto. Ele segurou sua cabeça com as duas mãos, pelas têmporas, e a baixou para que olhasse para o chão. E notou como, segurando sua cabeça, ele enfiava o pau no coque, metia-o entre seus cabelos, roçando nela com as bolas. Carlota aguentava olhando para baixo, com a cabeça imóvel. Ele se contraía fodendo seu coque, desfazendo-o, apoiando as bolas em seus cabelos. Depois colocou a mão esquerda sob seu queixo e ergueu seu olhar. Ele tinha bagunçado todo seu cabelo. O coque desmoronava para um lado. Ele encostou a ponta do pau em uma narina e começou a empurrar, como se quisesse enfiá-lo dentro. Empurrava seu nariz para cima. Ela exalava sobre o dorso do tronco. Mudou para a outra narina, fodendo seu nariz de novo. Segurava sua cabeça para que não a movesse.
Parou e encostou o pau na barriga.
- Chupa minhas bolas.
Ela aproximou a boca e começou a mordiscá-las, puxando a pele com os lábios e dando pequenos beijinhos. Ele tinha uma mão sobre sua nuca e afastava a melena para ver como ela beijava suas bolas. Ela o olhava com submissão. Colocava um pouco a língua para fora e as lambia. Enfiou o nariz, com os lábios colados, aspirando, cheirando suas bolas.
- Vem, fica de pé.
Ele a ajudou a levantar segurando-a pelas axilas. Seus peitões balançavam por baixo da gaze. Ele a posicionou contra a mesinha da entrada, com o rosto bem perto do espelho, forçando-a a se curvar um pouco. Apoiou as mãozinhas na superfície. Ela podia se olhar nos próprios olhos. Ele levantou a saia por trás e agarrou o thong pela lateral, puxando-o para baixo de uma só vez. Carlota fechou os olhos e sentiu um dedo entrando no seu cu, como ele o introduzia aos poucos, passando pela junta, com a palma voltada para cima. Ela gemeu como uma gatinha, dando uma sacudida, contraindo as nádegas e rebolando o bumbum em círculos.
- Você gosta, né, putinha?
- Sim… - ela gemeu -. Ai… Marcos… - ela gemia, embaçando o vidro.
Ela não parava de contrair as nádegas, como se estivesse pedindo que ele mexesse o dedo, com a buceta bem quente. Ele tirou o dedo de repente e ela viu que ele se posicionou atrás dela segurando o pau. Ele puxou o thong um pouco mais para baixo e abriu seu cu com os polegares. Ele encostou a ponta no ânus e deixou o cu se fechar, prendendo o pau. Ele a envolveu com os braços pela cintura, com o rosto enterrado em seus cabelos. E empurrou, penetrando-a analmente aos poucos, até encaixar tudo, até que a pelve ficou colada nas nádegas.
Carlota exalava com desespero, sentindo a pressão do pau dentro do seu cu. Eles não se moviam, ficavam imóveis, grudados, ele abraçado à sua cintura, respirando sobre seus cabelos. Carlota mexia o bumbum bem de leve, como querendo sentir o pau que tinha dentro. Só se ouviam seus suspiros ofegantes. Ela jogou o braço direito para trás e plantou sua mãozinha na sua bunda estreita. Sentiu a pele fina da nádega. Apertou-a como um pedido.
- Mexe, Marcos, preciso que você mexa… - Ela deu uma palmadinha. - Vamos, mexe, me fode, por favor…
E Marcos começou a se mover, a se remexer sobre suas nádegas, aprofundando no seu ânus com o pau.
- Assim, rabuda?
- Ummm, sim… Não para, por favor… - ela suplicava, exalando com a boca aberta.
Ele a fodia num ritmo lento, metendo um pouco a bunda para trás e dando uma enfiada seca. Ele já tinha dilatado e o pau entrava com facilidade. Os peitos balançavam como sinos sob a gaze. Marcos aproximou a cabeça dela do vidro, então pôs a língua para fora, se pegando com a própria imagem, lambendo, manchando o vidro de batom rosa e baba. Segurou-a pelos quadris, metendo mais rápido. Ela arrastava a bochecha no espelho, ofegante com a boca bem aberta e os olhos semicerrados. Sentiu como ele a enchia, como gozava dentro inundando-a, com a pélvis colada na sua bunda, abraçada à sua cintura, ofegando em suas costas.
As respirações foram se acalmando. Ele ainda se mantinha colado nela com o pau dentro.
- Gostou?
- Senti muito – respondeu ela com fadiga.
- Seu marido come seu cu?
- Não. E você, come o da Belén?
- Sim, gosto de comer o cu dela. Gosto de te foder.
- Eu também gosto de foder com você, Marcos. Você está me deixando louca.
- Estou muito à vontade assim – sussurrou no ouvido dela, se mexendo de novo na bunda.
- Ai, Marcos, eu também… Vamos para minha cama? Assim ficamos mais confortáveis.
- Sim, vamos.
Deu um passo para trás tirando o pau, todo impregnado de porções de porra pelo tronco. Imediatamente escorreu gozo do ânus, descendo em direção à buceta. Ela tirou o thong e limpou a bunda com ele, depois se agarram pelas mãos e se dirigiram para as escadas. Lá em cima, Marcos tirou o suéter e a camisa e ficou completamente pelado. Ela também se despiu do camisolão. Seu corpo maduro, com aqueles peitões e aquela bunda larga, diante do corpo juvenil e magro daquele garoto.
Marcos deitou-se de costas, relaxado, e ela se jogou sobre sua cintura para chupá-lo devagar, experimentando a porra quente que estava no tronco, experimentando o gosto ruim do próprio cu, acariciando suas bolas enquanto o chupava. Ele apertava suavemente aquele rabão com a palma da mão, concentrado nas lambidas que seu pau recebia, sentindo a maciez dos peitos pressionados contra o baixo ventre. Ela o chupava bem devagar, com beijos e lambidas lentas pela cabecinha e pelo tronco, de um jeito bem relaxante. Às vezes ele apalpava seu ânus e o sentia úmido, como se ainda escorresse porra.
Carlota afastou a boca e começou a chacoalhá-lo. Sabia o que ele gostava. Aproximou o rosto e enfiou a ponta em uma das narinas, batendo com ele, tampando o buraco com a cabecinha. Ela gemia tremendo.
— Ai, sua puta, que gostoso… Assim… Assim…
Ele gozou dentro do seu nariz e ela sentiu uma sensação entre as sobrancelhas e na garganta ao respirar, percebendo o gosto. Ela pigarreou. A porra escorria como um catarro até o lábio, porra bem aguada e amarelada. Ela a lambeu, bebendo e engolindo o que saía, como se fosse uma mamadeira, e depois passou a língua na pequena poça que se formou sobre os pelos. Tinha um gosto azedo e estava quente. Deu um beijinho na cabecinha e se levantou, deitando ao lado dele, virando a cabeça na direção dele. Ainda caía uma gota da sua narina. Marcos passou um braço pelos ombros dela e ela apoiou a cabeça no peito dele. Se sentia muito bem com ele. Seu marido já não a atraía sexualmente. No entanto, ela tinha consciência da dificuldade do relacionamento, por causa da diferença de idade, ele tinha namorada e ela tinha uma família.
Jose estava com trabalho acumulado no escritório e a cada hora levava uma bronca do chefe. Estava decepcionado consigo mesmo, se sentia um perdedor. Ali estava ele feito um trouxa, enquanto sua mulher devia estar se encontrando com outro homem. De certo modo, ele a entendia, não tinha dado a atenção que ela merecia. Talvez tudo fosse uma obsessão, um mal-entendido. Como ela iria se envolver com alguém tão jovem? Era sexta-feira. Ele conversou com o colega e disse que não estava se sentindo bem, que se o chefe ligasse, dissesse que ele estava fazendo algumas visitas.
Foi para casa, no meio da manhã, disposto a lutar por ela, disposto a mudar de caráter se fosse necessário, disposto a enfrentar o chefe se preciso, mesmo que isso lhe custasse o emprego. Tudo pela família. Mas ao entrar em casa, viu o fio-dental no chão e as roupas dele em cima de uma cadeira – a cueca e a calça todas amarrotadas. Também notou as manchas de batom e saliva no espelho.
- Não!
Viu uma gota branca e arredondada no piso de cerâmica. Pegou o fio-dental e sujou as mãos com uma substância viscosa que agora estava quase transparente, embora com finíssimos fios brancos. Era porra. Soltou a calcinha e limpou os dedos na calça. Estavam ali, ele tinha as roupas e havia sinais de que tinham fodido ali mesmo. O que fazer? Morria de ciúmes.
Subiu as escadas devagar e espiou o corredor. Viu luz acesa no quarto e ouviu gemidos baixos, gemidos relaxados. Podia pegá-los em flagrante. Avançou bem devagar e paralisou ao espiar. A mulher estava deitada de bruços, nua, com as pernas juntas, agarrada às barras da cabeceira e a cabeça de lado no travesseiro, os olhos semicerrados, concentrada, gemendo baixinho. Ele estava por cima, colado nela, com o rosto enterrado nos cabelos dela, ofegando, levantando e abaixando a bunda bem devagar, metendo na buceta pela virilha, afundando-a sob o rabo. O cara era mais magro e a bunda da mulher dele transbordava pelos lados do corpo dele. Dava pra ver os ovos entre as coxas e como a rachada se abria quando ele levantava. Estavam fodendo bem relaxados e bem devagar. O cara apertava forte a bunda ao descer para enfiar. A mulher dele esticava o pescoço soltando um gemido. Ele nunca tinha feito amor com ela naquela posição.
Marcos se levantou de repente, assentando a bunda nas coxas da mulher, e começou a esmagá-la rapidamente. A mulher continuava com a cabeça no travesseiro, agora com a respiração mais concentrada. Começou a respingar na bunda dela, gotas pelas nádegas que Escorriam formando finos filetes brancos. Alguns grumos caíam bem no meio da fenda.
José, consternado, não se atreveu e desceu novamente, com muita dor na alma de ciúmes. Como tinha se envolvido com aquele garoto? Droga, tudo era culpa dele. Ouviu alguns passos e se escondeu na despensa, entreabrindo a porta. Viu Marcos descer com a blusa vestida. O pau, como um pedaço de linguiça, pendia para baixo e balançava como um pêndulo. Viu-o de costas diante da cadeira e olhou sua bunda estreita e fina. Filho da puta, estava transando com sua mulher, e tinha namorada. Vestiu a cueca e a calça e sentou para amarrar os sapatos, depois abriu a porta e saiu. José subiu novamente e espiou. Sua mulher continuava na mesma posição e parecia dormir, descansando depois de uma boa foda. Olhou sua bunda salpicada, com filetes ao longo da curvatura das nádegas. Dava para ver a buceta entre as pernas, como se estivesse dilatada, com um fio de porra em um dos lábios vaginais.
Desceu, não tinha coragem para enfrentar naquele momento uma situação tão embaraçosa. Deu uma volta pelo parque, muito angustiado, e viu Marcos novamente, se beijando com a namorada debaixo de uma árvore. Maldito filho da puta, só queria sua mulher para transar. Não ia permitir, estava disposto a lutar por ela, sua mulher certamente tinha se deixado enganar por aquele moleque ao se sentir tão sozinha naquela cidade desconhecida. Ligou para ela um tempo depois para dizer que iria para casa almoçar. Acompanhou-a à escola para buscar as crianças e tentou disfarçar sua indignação se comportando de maneira carinhosa, interpretando um papel. Ela tinha acabado de foder com outro cara e lá estava ele, decorando a consternação com carinhos e sorrisos. Percebia-a mais arisca que o normal. Temia que a aventura fosse além e ela se apaixonasse por aquele garoto, que acabasse deixando-o, pedindo o divórcio, e isso ele não suportaria. Entraram na cafeteria para tomar umas cervejas e lá estavam os três garotos. Droga de coincidência. Enquanto ele ia para uma mesa com as crianças pela mão, ela foi ao balcão cumprimentá-los. Viu como ele os beijava e ria com eles, como o nojento passava um braço pela cintura dela e a fazia beber da sua cana. Depois foi para a mesa. Jose fez-se de forte e não quis perguntar nem repreendê-la por nada. Os meninos foram embora antes e ela os cumprimentou com a mão. Aquele moleque tinha se apoderado da sua mulher.
Naquela sexta-feira à tarde, ele preferiu não sair para não ter que reencontrá-lo. Carlota também não disse nada sobre levar as crianças ao parque. Tentou ser carinhoso com ela, dizendo o quanto a amava, relembrando velhos tempos, embora ela mostrasse uma atitude evasiva. Precisava ser paciente, precisava de tempo para recuperar o terreno. Se ela tinha se envolvido com aquele garoto era porque se sentia sozinha e sobrecarregada naquela cidade. Ele a amava tanto que estava disposto a perdoar aquele deslize, sabia que a relação com aquele garoto tão jovem não levaria a lugar nenhum.
À noite, Carlota tomou banho e vestiu um pijama branco de cetim, composto por uma camisa abotoada e uma calça solta, com os cabelos presos em uma coleta. Jose queria abraçá-la e beijá-la quando se deitaram na cama, fazer amor com ela, mas sabia que depois de vê-la com outro não conseguiria se concentrar, falharia como homem, não ficaria duro, e depois de ela ter transado com outro seria uma vergonha. Depois de darem o beijo de boa noite, apagaram a luz e cada um olhou para um lado.
Carlota permanecia acordada, de olhos abertos, pensando em Marcos. Apesar das sacanagens que tinha que fazer com ele, apesar de se sentir muito puta, desejava estar com ele. Ela tinha ficado sexualmente obcecada por um garoto que tinha o dobro da sua idade. Naquela tarde, ela tinha espiado várias vezes pela janela e o tinha visto com a namorada. Também pela varanda os tinha visto no quarto, se beijando, se tocando. Morria de ciúmes de que ela tivesse essa liberdade com ele. Era uma menina muito mais A outra era mais magra e mais gostosa, mas com certeza não fazia as coisas que ela fazia. Eles tinham passado a tarde toda juntos, ele nem sequer tinha mandado uma mensagem.
Ela se levantou e se aproximou da cômoda. Checou o celular e pegou o maço. Jose, que também estava acordado, a viu passar em direção à varanda acendendo um cigarro. Como ele, ela não conseguia dormir, com certeza a consciência estava pesada.
Ela espiou e o viu com a namorada, transando na cama. Deu uma raiva enorme. Ele estava por cima dela e apertava a bunda para enfiar na buceta enquanto se beijavam de maneira apaixonada. Ela via as mãozinhas da Belén nas costas dele. O ciúme a matava. Deu tragadas curtas e rápidas no cigarro. Viu que Marcos virou a cabeça e olhou para ela. Ele apertou o passo, gozando dentro da ppk da namorada. Ficaram alguns minutos abraçados e se beijando, depois ele se jogou de lado sentando na cama e pegou o celular da mesa de cabeceira. Belén se virou de lado puxando os lençóis por cima, como se fosse dormir. Ela olhou por cima do ombro enquanto ele digitava no telefone e, instantaneamente, seu celular vibrou.
-
Ela o viu levantar e vestir uma cueca branca e uma camiseta de manga longa. Depois apagou a luz, deixou a namorada dormindo. Era muito arriscado, mas a proposta a excitava. Com certeza seu marido não perceberia. Jose a viu entrar da varanda e, sorrateiramente, a viu sair do quarto.
Carlota desceu as escadas o mais silenciosamente que pôde. Estava descalça, de pijama, à uma e meia da madrugada. Abriu a porta da rua muito devagar e saiu fechando atrás de si. Marcos já estava na área do alpendre, de cueca, com as costas apoiadas na parede, ao lado de um vaso de planta para que não pudessem ser vistos da rua. Carlota apagou a lanterna da entrada, embora houvesse lua cheia e houvesse bastante visibilidade. Ela se aproximou dele.
- Chupa - ela sussurrou.
Ela se agachou diante dele e abaixou a parte da frente. do elástico da cueca, ele puxou para fora seu pau duro e suas bolas redondas. Ele a puxou para perto do rosto e deu uma mordida, experimentando o sabor da buceta da namorada. Ainda estava molhada, com babas de porra pelo tronco misturadas com corrimento vaginal. Tinha um gosto avinagrado, recém-saída da buceta de Belén. Ele a chupava comendo ela, embora às vezes a sacudisse sobre a língua. Marcos revolvia a cabeleira dela com ambas as mãos, enfiando seus dedos entre os cabelos, olhando para cima com os olhos semicerrados.
Jose entreabriu um pouco a persiana da sala e os viu. Viu a chupada que ela estava dando. Ela estava de costas e agachada, movendo a cabeça enquanto ele mexia no cabelo dela. Como ela podia fazer aquilo com ele em casa. Talvez ele a obrigasse a fazer. Dava para ouvir a respiração acelerada de Marcos.
- Isso, puta, come ela toda...
Ele a insultava, com certeza era algum tipo de chantagem, ele não conseguia acreditar que sua mulher corresse aqueles riscos. Carlota mordiscava o tronco dele e sugava a cabecinha, passando a língua e arranhando com os dentes. Ela inclinou um pouco a cabeça e chupou suas bolas, puxando a pele com os lábios.
O corpo de Jose tremia todo, como se estivesse se preparando para acabar com aquela infâmia horrível. Ele viu sua mulher se levantar e se virar, dando as costas para Marcos. Ela puxou a calça do pijama um pouco para baixo, junto com a calcinha, só o suficiente para deixar seu bumbum enorme exposto, e se inclinou levemente para frente, empinando para ele. Marcos agarrou seu pau e o direcionou para a virilha dela, enfiando na xota. Carlota ofegou com as mãos nos joelhos, inclinada para frente, com a bunda empinada. Apoiado na parede, ele a agarrou pelos quadris e começou a mover a bunda dela para frente e para trás, metendo nela.
Ambos arfavam, tentando abafar os gemidos. Marcos a movia, jogava seu corpo para frente e empurrava de novo contra ele até colar a bunda na pelve, dando socadas. Jose podia ver como os peitos os peitos da sua mulher balançavam dentro da camisa. Era como uma rapidinha. Carlota balançava a cabeça para não gemer, jogando a melena para o lado. Marcos a movia cada vez mais rápido. Jose já conseguia ouvir os estalos da bunda da sua mulher batendo na sua pelve. Ele acelerou e prensou a bunda dela contra sua pelve, se remexendo e exalando com a boca bem aberta. Carlota tirou alguns fios de cabelo da testa e olhou para Marcos por cima do ombro. Ele tinha enchido ela, tinha gozado bem dentro da sua buceta. Ela deu um passinho para frente e se endireitou, puxando o pijama para cima, ajeitando a melena com as duas mãos. Marcos também puxou a frente da cueca para cima. Jose voltou para o quarto e se jogou na cama, fingindo estar dormindo. Eles tinham dado uma rapidinha, um desabafo.
Pouco depois, ele a viu entrar sem acender a luz. Ela entrou no banheiro, acendeu a luz e deixou a porta entreaberta. Ele ouviu uma torneira. Jose se levantou e espiou pela fresta. Ela estava de costas perto do bidê, sem a calça do pijama nem a calcinha. Ela se curvou para tocar a água da torneira e então ele viu toda a sua xota manchada de sêmen viscoso. A sua fenda estava inundada da porra esbranquiçada. Filha da puta, desgraçado do caralho. Ele voltou para a cama, assumindo a mesma posição. Ele estava ficando louco. Precisava falar com ela. Como marido, não podia permitir o que estava acontecendo. Ele a sentiu deitar ao seu lado. Não se atrevia a dizer nada, precisava refletir e medir bem as palavras.
No sábado de manhã, tomaram café juntos e não saíram, ela se dedicou a arrumar a casa e ele teve que entreter as crianças. Ele a observava, parecia que tudo estava normal, no entanto ele era um corno. Almoçaram e ela tirou uma soneca no sofá enquanto Jose andava de um lado para o outro, procurando o momento oportuno para falar com ela.
À tarde, estavam sentados no mesmo sofá, ela costurando uma calça e ele apenas olhando para a TV. As crianças brincavam no quintal. Parecia um bom momento. Ele estava muito nervoso, quase tremiam as mãos dele. Ele olhou para ela. Ela olhou para ele.
- O quê?
- Eu sei que você tá saindo com ele – disse com uma voz trêmula que deixava transparecer o ciúme.
- Droga...
Tinha sido uma cena muito lasciva, imprópria para uma mulher como ela. Ele tinha mijado na sua vagina e tinha gozado à vontade sobre ela depois de fazer um boquete. Devia cortar aquilo antes que fosse longe demais. Apesar de tudo, José era um bom homem e não merecia ser traído. Levavam metade da vida juntos e tinham dois filhos lindos, estava pondo seu casamento em perigo por uns jogos eróticos com o vizinho.
Tentou se comportar carinhosamente com ele para que não percebesse nada estranho, porém no jantar seu marido disse que Paulinho tinha contado que o vizinho tinha estado em casa e que tinha convidado eles para guloseimas. Pegou ela desprevenida e ela titubeou, o que alertou José, pelo menos foi o que Carlota pensou ao notar seu olhar ciumento.
- Sim, bom, nos vimos no parque, bom, coincidimos no quiosque, e, e, ele pagou as guloseimas das crianças. Ele é muito gente boa.
- E o que ele veio fazer em casa?
- Em casa? Sim, bom, ele mora com outros dois estudantes e queria saber se a gente fazia o favor de guardar uma chave pra ele caso a porta fechasse. E por isso ele veio, foi buscar a chave e depois veio trazer.
Teve sorte, ele não pediu para ela mostrar a chave, mas a notou titubeante e Carlota se preocupou com seu silêncio, com a sensação de que ele não tinha engolido a história. Não podia se arriscar mais com aquele garoto ou acabaria sendo pega, e não queria escândalos. Mal dormiu.
Como todas as manhãs na hora da escola, coincidiu de novo com os garotos. Pararam para cumprimentá-la e ela teve um segundo para fazer um Sinal para Marcos.
- Olha, é o José, meu marido.
José cumprimentou os três rapazes com um aperto de mão. Viu como eles olhavam para sua mulher quando foram embora e percebeu um olhar intenso entre Marcos e ela, um olhar que despertou seu ciúme. Como ela poderia se envolver com aquele jovem? Ele foi trabalhar distraído e com o medo martelando na mente.
Carlota passou a manhã toda relembrando a cena no banheiro, o sabor dos ovos e do pau dele, o tesão absurdo de ter chupado ele na sua própria casa, antes do marido chegar. Ela ficava excitada e obcecada de forma descontrolada de novo, apesar dos esforços para criar doses de arrependimento. Depois do almoço, vestiu as crianças e se arrumou com cuidado para ele. Deixou sua melena castanha solta ao vento, colocou um suéter preto de lã e uma calça branca bem soltinha e larga, com boca de sino. E foi ao parque com a esperança de reencontrá-lo. Viu ele chegar com a namorada. Estavam de mãos dadas. Apoiaram-se debaixo de uma árvore, abraçados, e ficaram se beijando com paixão. Carlota os observava de lado, com ciúmes da garota, com ciúmes de que ela pudesse tocá-lo com mais liberdade. Eles se apalpavam por todos os lados. Ela estava louca para que a garota fosse embora.
Pouco tempo depois, viu que eles se despediam e logo foi até ele. Sentou-se ao seu lado. As crianças jogavam bola na frente.
- O que você faz tão sozinha?
- Já viu, a mesma coisa de sempre - ela respondeu. Via ele pensativo, olhando para frente, com os cotovelos nos joelhos, esfregando as mãos. - Quer ir pra minha casa? - ela propôs.
Ele a olhou.
- Tá com tesão?
- Sim, e você?
- Também. Vamos.
Depois do almoço, impulsionado pelo ciúme, José faltou a uma reunião com clientes para ir para casa, queria ter certeza de que sua mulher era fiel, queria aniquilar aquelas suspeitas horríveis. Estacionou o carro quando os viu sentados juntos no banco, um ao lado do outro, e seus filhos brincando por perto. Bateu no volante, mortificado. com o coração batendo forte nas têmporas. Ele os viu se levantarem ao mesmo tempo e saírem caminhando juntos. Estavam indo para casa. O que ele poderia fazer? Talvez estivesse se precipitando. Viu sua mulher abrir a porta, deixar as crianças entrarem e então Marcos colocar uma mão na cintura dela para deixá-la passar primeiro. Quando a porta se fechou, Jose deixou a cabeça cair no volante, morto de raiva, uma raiva que se transformava em lágrimas. E para piorar, recebeu uma ligação do chefe ralhando com ele por não estar no escritório e exigindo explicações sobre uns assuntos urgentes.
Mal entrou em casa, Carlota pegou as crianças pela mão e as levou para a sala. Marcos a esperava ao pé da escada com as mãos nos bolsos. Ligou o videogame para deixá-las entretidas e disse ao mais velho para cuidar do irmão. Depois, com leveza, passou na frente de Marcos e subiu primeiro, balançando a bunda naquela calça branca de boca larga.
Eles invadiram o banheiro. Carlota fechou a porta e trancou a chave.
- Marcos, você está me deixando louca para que eu faça o que estou fazendo.
- Senta.
- Sim.
Ela sentou na privada, ereta. Marcos se posicionou diante dela e se curvou para tirar sua blusa. Carlota levantou os braços e ele a puxou pela cabeça, junto com o sutiã. Deixou-a nua da cintura para cima. Jogou as roupas no chão e começou a desabotoar a própria calça, de boca aberta diante daquelas tetas impressionantes. Os peitos se esfregavam um no outro, balançando levemente.
- Que tetas você tem, sua puta…
Ele desceu a calça e a cueca com agilidade até os joelhos e se aproximou entre suas pernas. Carlota levantou o olhar submissamente para ele. Marcos agarrou o pau e começou a bater nas tetas dela, a dar pancadas, como se tocasse dois timbales com o pau. Ela franzia a testa, sem parar de olhar para ele, sentindo as batidas.
- Ummmm, sua puta…
Nervoso, ele passava a cabeça do pau pelos mamilos e a enfiava na massa macia, deslizando com a pau de uma a outra, no meio de batidas e atritos, até que ele encaixou o tronco entre os dois peitos, puxou-a mais para si segurando-a pelos ombros e começou a se contrair para se masturbar com os seios. Carlota permanecia com o rosto colado em sua camisa, percebendo o atrito e a dureza do pau entre seus seios, notando como a ponta tocava seu queixo.
- Ohhh… Ohhh… - ele ofegava eletrizado.
Ele tirou o pau de entre os seios. Havia marcas vermelhas das batidas do pau. Segurou-o com a mão direita e com a esquerda agarrou seu rosto, apertando suas bochechas, trazendo sua cabeça para perto. Carlota teve que esticar os músculos do pescoço, com os seios roçando suas coxas. Ele enfiou a pontinha do pau em uma das narinas e começou a empurrar, como se quisesse enfiá-la dentro. Ela exalava sobre suas bolas, com a testa franzida, sentindo a cócega. Passou para a outra narina e da mesma forma tentou enfiar a ponta.
- Sua putinha, como você me deixa…
Ele agarrou um punhado de cabelos e puxou, forçando-a a virar a cabeça com um gemido e expressão de dor pela puxada. Enrolou o pau em seus cabelos, dando algumas puxadas, passando-os também pelas bolas.
- Que delícia, sua vadia… Vira, quero ver sua bunda… - ele pedia nervoso, batendo uma fora de si.
- Agora mesmo.
Ela se levantou e se virou. Desabotoou a calça e subiu de joelhos em cima da privada. Baixou-as o máximo que pôde.
- A calcinha, vamos, abaixa a calcinha…
- Sim, sim…
Ela baixou a calcinha branca, expondo sua enorme bunda larga e redondinha, com um sulco profundo. Deixou-a um pouco acima da calça.
- Abre a bunda.
Apoiou a testa nos azulejos e jogou os braços para trás para abrir o sulco. Marcos batia uma atrás dela. Ele viu seu ânus, um ânus esbranquiçado e pouco enrugado, e alguns centímetros abaixo a buceta suculenta. Ele se deixou levar um gemido.
- Não faça barulho, Marcos, meu filho...
Segurando o pau, ele passou a cabeça por toda a buceta, desde o cóccix até o grelo. Carlota engoliu ar, bufando sobre o azulejo ao sentir o atrito do pau.
- Grande raba, você está tão gostosa...
Carlota cerrou os dentes, abrindo mais a buceta, quando ele enfiou um dedo no cu, o dedo médio, até abaixo da junta, com a palma para cima, e o deixou lá dentro, imóvel, enquanto batia uma com a direita. Carlota bufava sobre o azulejo, roçando a bochecha, embaçando-o, semicerrando os olhos para se concentrar na pressão do dedo. Ouvia as puxadas. Ela começou a gemer, não conseguia controlar as sensações. Contraía as nádegas para sentir o dedo. Levou as mãos para frente até apoiá-las nos azulejos, uma de cada lado da cabeça. O cu se fechou com o dedo dentro. Apertava as nádegas para senti-lo. Marcos não o movia. Balançava todo o traseiro, como suplicando que ele mexesse o dedo, mas tinha que se contentar em contrair as nádegas e roçar a bochecha no azulejo, ofegante, envolta em suor.
Ele puxou o dedo do cu de repente e, no mesmo instante, ela sentiu a chuva de sêmen sobre as nádegas, meteoros de porra grossa que escorriam por dentro da buceta e da xoxota. Diversos fios brancos deslizavam por suas nádegas em direção às pernas. Ela ainda esfregava o rosto no azulejo, suando, se recuperando. Ele puxou a calcinha para limpar a cabeça do pau. Ela tinha tido um orgasmo sem se tocar. Olhou para trás. Ainda sentia a sensação do dedo enfiado. Estava se preparando, então desceu do vaso e arrancou pedaços de papel para limpar o cu.
- Tenho que ir, marquei de estudar com a Belén.
- Não se preocupe.
- Você está suando.
- Sim.
Com o cu todo pegajoso, vestiu a calcinha e a calça. Sentia a sensação no ânus e doía um pouco. Também tinha o cheiro do pau na garganta. ter metido na nariz. Depois pegou a blusa amassada no chão e vestiu, sem sutiã, e saíram.
Jose viu Marcos saindo, sozinho. Viu ele coçando as bolas e indo em direção à sua casa. Tinha ficado muito tempo lá dentro, mesmo com as crianças. Não conseguia acreditar que sua mulher estivesse envolvida com aquele jovem e transasse com ele com os filhos em casa. Ele precisava mudar ou a perderia. Sempre ficava na dele, se menosprezando, e com certeza já a tinha deixado de saco cheio e entediada. Nem homem direito era pra satisfazê-la, faziam semanas sem fazer amor. A culpa era dele se ela arrumou um amante.
Entrou em casa e a encontrou na cozinha. Viu uma pegada na blusa, a marca de uma sola, e várias gotas úmidas na parte de trás da calça. Era o segundo dia que a via manchada. Ela estava suando, o cabelo todo molhado. Perguntou o que tinha acontecido e ela só disse que estava com muito calor. Espiou quando ela foi pro quarto. Viu ela se despindo. Os peitos estavam com marcas vermelhas e ela não usava sutiã. Viu ela apalpar a própria bunda e olhar a mão, como se sentisse algo estranho na pele. Viu ela checar a calcinha e cheirar, e depois entrar no banheiro pra enxaguar a calcinha na torneira. Perguntou pro filho se Marcos tinha estado em casa e ele disse que sim.
- E o que vocês fizeram? Ele brincou com vocês?
- Ele subiu lá em cima com a mamãe.
Ele desabou, estava quase certo de que sua mulher tinha um caso com aquele jovem, e tudo por culpa dele, pela sua negligência, pela falta de iniciativa. Saiu pra dar uma volta, precisava pensar em que atitude tomar. Amava ela demais pra perdê-la e, como homem maduro, devia lutar por ela. Quando estava chegando em casa, viu Marcos com os amigos e uma onda de ciúmes queimou suas entranhas. Maldito pirralho, com certeza estava comendo sua mulher. Quando Carlota chegou, já tinha tomado banho e se comportava de maneira natural, embora ele a notasse um pouco distraída. Não era capaz de conversar com ela e tentou demonstrar carinho. Seria bom fazer amor com ela, mas os nervos não iam deixar ele ficar de pau duro e ele preferiu não fazer nada.
Já era sexta-feira e ao sair de casa eles coincidiram com os três rapazes. Jose estava abrindo a porta da garagem. Carlota parou para cumprimentá-los. Viu como Marcos falava com ela em tom de sussurro, mas não conseguia ouvir. Maldito pirralho.
- Termino as aulas em duas horas, você vai estar sozinha? - Carlota assentiu, ajudando o filho a colocar a mochila nas costas. - Quer que eu vá te ver?
- Sim.
- Vista-se de putinha.
E seguiu seu caminho. Jose foi trabalhar desolado, certo de que sua mulher tinha um caso com aquele jovem, numa cidade desconhecida.
Quando voltou de levar as crianças à escola, Carlota vestiu-se de putinha exatamente como seu jovem amante havia indicado. Fez um coque no cabelo, com a nuca à mostra e alguns fios encaracolados sobre a testa. Colocou uma calcinha fio-dental branca e um babadinho de musselina, também branco, de alças finas e decote arredondado, curtinho, com babados na barra. E para acentuar o erotismo, colocou meias brancas e sapatos brancos de salto. Parecia uma princesinha putinha, muito bem maquiada.
Esperou por ele sentada na sala até a campainha tocar. Conferiu que era ele pela fechadura e abriu a porta. Ele estava muito gato, com um suéter azul de marca e uma calça jeans, com o cabelo loiro gelado. Ela corou ao estar ao lado dele vestida daquela forma. Ele a examinava, examinava as transparências do babadinho.
- Você gosta de mim assim?
Ele a agarrou pela nuca e puxou sua cabeça bruscamente para perto de seu rosto.
- Me beija, putinha.
E começou a beijá-la de língua, envolvendo-a com os braços e agarrando sua bunda para apertá-la contra ele. Ela também o abraçou, embora com uma força mais tímida, com os seios esmagados contra seu suéter. Beijavam-se de língua.
- Chupa, putinha, esfrega em mim... - Carlota contraía as nádegas para esfregar nele a Dureza, arrastrando a buceta pelo volume da calça - Assim, putona... Muématured... Agora você é minha putinha, né?
- Sim.
Ele a beijou de novo, apertando sua bunda. Ela continuava se contorcendo para esfregar nele. Ainda estavam na entrada, perto da porta principal. Ele parou de beijá-la e deu um passo para trás. Começou a desabotoar o cinto. Ela esperava ao seu lado, olhando para ele, com a rímel borrada pelos beijos intensos. Ele abaixou a calça e a cueca ao mesmo tempo até tirá-los, ficando nu da cintura para baixo.
- Agacha.
Ela obedeceu, agachou-se diante dele e ergueu o olhar com submissão, com o pau diante de seu rosto. Ele segurou sua cabeça com as duas mãos, pelas têmporas, e a baixou para que olhasse para o chão. E notou como, segurando sua cabeça, ele enfiava o pau no coque, metia-o entre seus cabelos, roçando nela com as bolas. Carlota aguentava olhando para baixo, com a cabeça imóvel. Ele se contraía fodendo seu coque, desfazendo-o, apoiando as bolas em seus cabelos. Depois colocou a mão esquerda sob seu queixo e ergueu seu olhar. Ele tinha bagunçado todo seu cabelo. O coque desmoronava para um lado. Ele encostou a ponta do pau em uma narina e começou a empurrar, como se quisesse enfiá-lo dentro. Empurrava seu nariz para cima. Ela exalava sobre o dorso do tronco. Mudou para a outra narina, fodendo seu nariz de novo. Segurava sua cabeça para que não a movesse.
Parou e encostou o pau na barriga.
- Chupa minhas bolas.
Ela aproximou a boca e começou a mordiscá-las, puxando a pele com os lábios e dando pequenos beijinhos. Ele tinha uma mão sobre sua nuca e afastava a melena para ver como ela beijava suas bolas. Ela o olhava com submissão. Colocava um pouco a língua para fora e as lambia. Enfiou o nariz, com os lábios colados, aspirando, cheirando suas bolas.
- Vem, fica de pé.
Ele a ajudou a levantar segurando-a pelas axilas. Seus peitões balançavam por baixo da gaze. Ele a posicionou contra a mesinha da entrada, com o rosto bem perto do espelho, forçando-a a se curvar um pouco. Apoiou as mãozinhas na superfície. Ela podia se olhar nos próprios olhos. Ele levantou a saia por trás e agarrou o thong pela lateral, puxando-o para baixo de uma só vez. Carlota fechou os olhos e sentiu um dedo entrando no seu cu, como ele o introduzia aos poucos, passando pela junta, com a palma voltada para cima. Ela gemeu como uma gatinha, dando uma sacudida, contraindo as nádegas e rebolando o bumbum em círculos.
- Você gosta, né, putinha?
- Sim… - ela gemeu -. Ai… Marcos… - ela gemia, embaçando o vidro.
Ela não parava de contrair as nádegas, como se estivesse pedindo que ele mexesse o dedo, com a buceta bem quente. Ele tirou o dedo de repente e ela viu que ele se posicionou atrás dela segurando o pau. Ele puxou o thong um pouco mais para baixo e abriu seu cu com os polegares. Ele encostou a ponta no ânus e deixou o cu se fechar, prendendo o pau. Ele a envolveu com os braços pela cintura, com o rosto enterrado em seus cabelos. E empurrou, penetrando-a analmente aos poucos, até encaixar tudo, até que a pelve ficou colada nas nádegas.
Carlota exalava com desespero, sentindo a pressão do pau dentro do seu cu. Eles não se moviam, ficavam imóveis, grudados, ele abraçado à sua cintura, respirando sobre seus cabelos. Carlota mexia o bumbum bem de leve, como querendo sentir o pau que tinha dentro. Só se ouviam seus suspiros ofegantes. Ela jogou o braço direito para trás e plantou sua mãozinha na sua bunda estreita. Sentiu a pele fina da nádega. Apertou-a como um pedido.
- Mexe, Marcos, preciso que você mexa… - Ela deu uma palmadinha. - Vamos, mexe, me fode, por favor…
E Marcos começou a se mover, a se remexer sobre suas nádegas, aprofundando no seu ânus com o pau.
- Assim, rabuda?
- Ummm, sim… Não para, por favor… - ela suplicava, exalando com a boca aberta.
Ele a fodia num ritmo lento, metendo um pouco a bunda para trás e dando uma enfiada seca. Ele já tinha dilatado e o pau entrava com facilidade. Os peitos balançavam como sinos sob a gaze. Marcos aproximou a cabeça dela do vidro, então pôs a língua para fora, se pegando com a própria imagem, lambendo, manchando o vidro de batom rosa e baba. Segurou-a pelos quadris, metendo mais rápido. Ela arrastava a bochecha no espelho, ofegante com a boca bem aberta e os olhos semicerrados. Sentiu como ele a enchia, como gozava dentro inundando-a, com a pélvis colada na sua bunda, abraçada à sua cintura, ofegando em suas costas.
As respirações foram se acalmando. Ele ainda se mantinha colado nela com o pau dentro.
- Gostou?
- Senti muito – respondeu ela com fadiga.
- Seu marido come seu cu?
- Não. E você, come o da Belén?
- Sim, gosto de comer o cu dela. Gosto de te foder.
- Eu também gosto de foder com você, Marcos. Você está me deixando louca.
- Estou muito à vontade assim – sussurrou no ouvido dela, se mexendo de novo na bunda.
- Ai, Marcos, eu também… Vamos para minha cama? Assim ficamos mais confortáveis.
- Sim, vamos.
Deu um passo para trás tirando o pau, todo impregnado de porções de porra pelo tronco. Imediatamente escorreu gozo do ânus, descendo em direção à buceta. Ela tirou o thong e limpou a bunda com ele, depois se agarram pelas mãos e se dirigiram para as escadas. Lá em cima, Marcos tirou o suéter e a camisa e ficou completamente pelado. Ela também se despiu do camisolão. Seu corpo maduro, com aqueles peitões e aquela bunda larga, diante do corpo juvenil e magro daquele garoto.
Marcos deitou-se de costas, relaxado, e ela se jogou sobre sua cintura para chupá-lo devagar, experimentando a porra quente que estava no tronco, experimentando o gosto ruim do próprio cu, acariciando suas bolas enquanto o chupava. Ele apertava suavemente aquele rabão com a palma da mão, concentrado nas lambidas que seu pau recebia, sentindo a maciez dos peitos pressionados contra o baixo ventre. Ela o chupava bem devagar, com beijos e lambidas lentas pela cabecinha e pelo tronco, de um jeito bem relaxante. Às vezes ele apalpava seu ânus e o sentia úmido, como se ainda escorresse porra.
Carlota afastou a boca e começou a chacoalhá-lo. Sabia o que ele gostava. Aproximou o rosto e enfiou a ponta em uma das narinas, batendo com ele, tampando o buraco com a cabecinha. Ela gemia tremendo.
— Ai, sua puta, que gostoso… Assim… Assim…
Ele gozou dentro do seu nariz e ela sentiu uma sensação entre as sobrancelhas e na garganta ao respirar, percebendo o gosto. Ela pigarreou. A porra escorria como um catarro até o lábio, porra bem aguada e amarelada. Ela a lambeu, bebendo e engolindo o que saía, como se fosse uma mamadeira, e depois passou a língua na pequena poça que se formou sobre os pelos. Tinha um gosto azedo e estava quente. Deu um beijinho na cabecinha e se levantou, deitando ao lado dele, virando a cabeça na direção dele. Ainda caía uma gota da sua narina. Marcos passou um braço pelos ombros dela e ela apoiou a cabeça no peito dele. Se sentia muito bem com ele. Seu marido já não a atraía sexualmente. No entanto, ela tinha consciência da dificuldade do relacionamento, por causa da diferença de idade, ele tinha namorada e ela tinha uma família.
Jose estava com trabalho acumulado no escritório e a cada hora levava uma bronca do chefe. Estava decepcionado consigo mesmo, se sentia um perdedor. Ali estava ele feito um trouxa, enquanto sua mulher devia estar se encontrando com outro homem. De certo modo, ele a entendia, não tinha dado a atenção que ela merecia. Talvez tudo fosse uma obsessão, um mal-entendido. Como ela iria se envolver com alguém tão jovem? Era sexta-feira. Ele conversou com o colega e disse que não estava se sentindo bem, que se o chefe ligasse, dissesse que ele estava fazendo algumas visitas.
Foi para casa, no meio da manhã, disposto a lutar por ela, disposto a mudar de caráter se fosse necessário, disposto a enfrentar o chefe se preciso, mesmo que isso lhe custasse o emprego. Tudo pela família. Mas ao entrar em casa, viu o fio-dental no chão e as roupas dele em cima de uma cadeira – a cueca e a calça todas amarrotadas. Também notou as manchas de batom e saliva no espelho.
- Não!
Viu uma gota branca e arredondada no piso de cerâmica. Pegou o fio-dental e sujou as mãos com uma substância viscosa que agora estava quase transparente, embora com finíssimos fios brancos. Era porra. Soltou a calcinha e limpou os dedos na calça. Estavam ali, ele tinha as roupas e havia sinais de que tinham fodido ali mesmo. O que fazer? Morria de ciúmes.
Subiu as escadas devagar e espiou o corredor. Viu luz acesa no quarto e ouviu gemidos baixos, gemidos relaxados. Podia pegá-los em flagrante. Avançou bem devagar e paralisou ao espiar. A mulher estava deitada de bruços, nua, com as pernas juntas, agarrada às barras da cabeceira e a cabeça de lado no travesseiro, os olhos semicerrados, concentrada, gemendo baixinho. Ele estava por cima, colado nela, com o rosto enterrado nos cabelos dela, ofegando, levantando e abaixando a bunda bem devagar, metendo na buceta pela virilha, afundando-a sob o rabo. O cara era mais magro e a bunda da mulher dele transbordava pelos lados do corpo dele. Dava pra ver os ovos entre as coxas e como a rachada se abria quando ele levantava. Estavam fodendo bem relaxados e bem devagar. O cara apertava forte a bunda ao descer para enfiar. A mulher dele esticava o pescoço soltando um gemido. Ele nunca tinha feito amor com ela naquela posição.
Marcos se levantou de repente, assentando a bunda nas coxas da mulher, e começou a esmagá-la rapidamente. A mulher continuava com a cabeça no travesseiro, agora com a respiração mais concentrada. Começou a respingar na bunda dela, gotas pelas nádegas que Escorriam formando finos filetes brancos. Alguns grumos caíam bem no meio da fenda.
José, consternado, não se atreveu e desceu novamente, com muita dor na alma de ciúmes. Como tinha se envolvido com aquele garoto? Droga, tudo era culpa dele. Ouviu alguns passos e se escondeu na despensa, entreabrindo a porta. Viu Marcos descer com a blusa vestida. O pau, como um pedaço de linguiça, pendia para baixo e balançava como um pêndulo. Viu-o de costas diante da cadeira e olhou sua bunda estreita e fina. Filho da puta, estava transando com sua mulher, e tinha namorada. Vestiu a cueca e a calça e sentou para amarrar os sapatos, depois abriu a porta e saiu. José subiu novamente e espiou. Sua mulher continuava na mesma posição e parecia dormir, descansando depois de uma boa foda. Olhou sua bunda salpicada, com filetes ao longo da curvatura das nádegas. Dava para ver a buceta entre as pernas, como se estivesse dilatada, com um fio de porra em um dos lábios vaginais.
Desceu, não tinha coragem para enfrentar naquele momento uma situação tão embaraçosa. Deu uma volta pelo parque, muito angustiado, e viu Marcos novamente, se beijando com a namorada debaixo de uma árvore. Maldito filho da puta, só queria sua mulher para transar. Não ia permitir, estava disposto a lutar por ela, sua mulher certamente tinha se deixado enganar por aquele moleque ao se sentir tão sozinha naquela cidade desconhecida. Ligou para ela um tempo depois para dizer que iria para casa almoçar. Acompanhou-a à escola para buscar as crianças e tentou disfarçar sua indignação se comportando de maneira carinhosa, interpretando um papel. Ela tinha acabado de foder com outro cara e lá estava ele, decorando a consternação com carinhos e sorrisos. Percebia-a mais arisca que o normal. Temia que a aventura fosse além e ela se apaixonasse por aquele garoto, que acabasse deixando-o, pedindo o divórcio, e isso ele não suportaria. Entraram na cafeteria para tomar umas cervejas e lá estavam os três garotos. Droga de coincidência. Enquanto ele ia para uma mesa com as crianças pela mão, ela foi ao balcão cumprimentá-los. Viu como ele os beijava e ria com eles, como o nojento passava um braço pela cintura dela e a fazia beber da sua cana. Depois foi para a mesa. Jose fez-se de forte e não quis perguntar nem repreendê-la por nada. Os meninos foram embora antes e ela os cumprimentou com a mão. Aquele moleque tinha se apoderado da sua mulher.
Naquela sexta-feira à tarde, ele preferiu não sair para não ter que reencontrá-lo. Carlota também não disse nada sobre levar as crianças ao parque. Tentou ser carinhoso com ela, dizendo o quanto a amava, relembrando velhos tempos, embora ela mostrasse uma atitude evasiva. Precisava ser paciente, precisava de tempo para recuperar o terreno. Se ela tinha se envolvido com aquele garoto era porque se sentia sozinha e sobrecarregada naquela cidade. Ele a amava tanto que estava disposto a perdoar aquele deslize, sabia que a relação com aquele garoto tão jovem não levaria a lugar nenhum.
À noite, Carlota tomou banho e vestiu um pijama branco de cetim, composto por uma camisa abotoada e uma calça solta, com os cabelos presos em uma coleta. Jose queria abraçá-la e beijá-la quando se deitaram na cama, fazer amor com ela, mas sabia que depois de vê-la com outro não conseguiria se concentrar, falharia como homem, não ficaria duro, e depois de ela ter transado com outro seria uma vergonha. Depois de darem o beijo de boa noite, apagaram a luz e cada um olhou para um lado.
Carlota permanecia acordada, de olhos abertos, pensando em Marcos. Apesar das sacanagens que tinha que fazer com ele, apesar de se sentir muito puta, desejava estar com ele. Ela tinha ficado sexualmente obcecada por um garoto que tinha o dobro da sua idade. Naquela tarde, ela tinha espiado várias vezes pela janela e o tinha visto com a namorada. Também pela varanda os tinha visto no quarto, se beijando, se tocando. Morria de ciúmes de que ela tivesse essa liberdade com ele. Era uma menina muito mais A outra era mais magra e mais gostosa, mas com certeza não fazia as coisas que ela fazia. Eles tinham passado a tarde toda juntos, ele nem sequer tinha mandado uma mensagem.
Ela se levantou e se aproximou da cômoda. Checou o celular e pegou o maço. Jose, que também estava acordado, a viu passar em direção à varanda acendendo um cigarro. Como ele, ela não conseguia dormir, com certeza a consciência estava pesada.
Ela espiou e o viu com a namorada, transando na cama. Deu uma raiva enorme. Ele estava por cima dela e apertava a bunda para enfiar na buceta enquanto se beijavam de maneira apaixonada. Ela via as mãozinhas da Belén nas costas dele. O ciúme a matava. Deu tragadas curtas e rápidas no cigarro. Viu que Marcos virou a cabeça e olhou para ela. Ele apertou o passo, gozando dentro da ppk da namorada. Ficaram alguns minutos abraçados e se beijando, depois ele se jogou de lado sentando na cama e pegou o celular da mesa de cabeceira. Belén se virou de lado puxando os lençóis por cima, como se fosse dormir. Ela olhou por cima do ombro enquanto ele digitava no telefone e, instantaneamente, seu celular vibrou.
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Ela o viu levantar e vestir uma cueca branca e uma camiseta de manga longa. Depois apagou a luz, deixou a namorada dormindo. Era muito arriscado, mas a proposta a excitava. Com certeza seu marido não perceberia. Jose a viu entrar da varanda e, sorrateiramente, a viu sair do quarto.
Carlota desceu as escadas o mais silenciosamente que pôde. Estava descalça, de pijama, à uma e meia da madrugada. Abriu a porta da rua muito devagar e saiu fechando atrás de si. Marcos já estava na área do alpendre, de cueca, com as costas apoiadas na parede, ao lado de um vaso de planta para que não pudessem ser vistos da rua. Carlota apagou a lanterna da entrada, embora houvesse lua cheia e houvesse bastante visibilidade. Ela se aproximou dele.
- Chupa - ela sussurrou.
Ela se agachou diante dele e abaixou a parte da frente. do elástico da cueca, ele puxou para fora seu pau duro e suas bolas redondas. Ele a puxou para perto do rosto e deu uma mordida, experimentando o sabor da buceta da namorada. Ainda estava molhada, com babas de porra pelo tronco misturadas com corrimento vaginal. Tinha um gosto avinagrado, recém-saída da buceta de Belén. Ele a chupava comendo ela, embora às vezes a sacudisse sobre a língua. Marcos revolvia a cabeleira dela com ambas as mãos, enfiando seus dedos entre os cabelos, olhando para cima com os olhos semicerrados.
Jose entreabriu um pouco a persiana da sala e os viu. Viu a chupada que ela estava dando. Ela estava de costas e agachada, movendo a cabeça enquanto ele mexia no cabelo dela. Como ela podia fazer aquilo com ele em casa. Talvez ele a obrigasse a fazer. Dava para ouvir a respiração acelerada de Marcos.
- Isso, puta, come ela toda...
Ele a insultava, com certeza era algum tipo de chantagem, ele não conseguia acreditar que sua mulher corresse aqueles riscos. Carlota mordiscava o tronco dele e sugava a cabecinha, passando a língua e arranhando com os dentes. Ela inclinou um pouco a cabeça e chupou suas bolas, puxando a pele com os lábios.
O corpo de Jose tremia todo, como se estivesse se preparando para acabar com aquela infâmia horrível. Ele viu sua mulher se levantar e se virar, dando as costas para Marcos. Ela puxou a calça do pijama um pouco para baixo, junto com a calcinha, só o suficiente para deixar seu bumbum enorme exposto, e se inclinou levemente para frente, empinando para ele. Marcos agarrou seu pau e o direcionou para a virilha dela, enfiando na xota. Carlota ofegou com as mãos nos joelhos, inclinada para frente, com a bunda empinada. Apoiado na parede, ele a agarrou pelos quadris e começou a mover a bunda dela para frente e para trás, metendo nela.
Ambos arfavam, tentando abafar os gemidos. Marcos a movia, jogava seu corpo para frente e empurrava de novo contra ele até colar a bunda na pelve, dando socadas. Jose podia ver como os peitos os peitos da sua mulher balançavam dentro da camisa. Era como uma rapidinha. Carlota balançava a cabeça para não gemer, jogando a melena para o lado. Marcos a movia cada vez mais rápido. Jose já conseguia ouvir os estalos da bunda da sua mulher batendo na sua pelve. Ele acelerou e prensou a bunda dela contra sua pelve, se remexendo e exalando com a boca bem aberta. Carlota tirou alguns fios de cabelo da testa e olhou para Marcos por cima do ombro. Ele tinha enchido ela, tinha gozado bem dentro da sua buceta. Ela deu um passinho para frente e se endireitou, puxando o pijama para cima, ajeitando a melena com as duas mãos. Marcos também puxou a frente da cueca para cima. Jose voltou para o quarto e se jogou na cama, fingindo estar dormindo. Eles tinham dado uma rapidinha, um desabafo.
Pouco depois, ele a viu entrar sem acender a luz. Ela entrou no banheiro, acendeu a luz e deixou a porta entreaberta. Ele ouviu uma torneira. Jose se levantou e espiou pela fresta. Ela estava de costas perto do bidê, sem a calça do pijama nem a calcinha. Ela se curvou para tocar a água da torneira e então ele viu toda a sua xota manchada de sêmen viscoso. A sua fenda estava inundada da porra esbranquiçada. Filha da puta, desgraçado do caralho. Ele voltou para a cama, assumindo a mesma posição. Ele estava ficando louco. Precisava falar com ela. Como marido, não podia permitir o que estava acontecendo. Ele a sentiu deitar ao seu lado. Não se atrevia a dizer nada, precisava refletir e medir bem as palavras.
No sábado de manhã, tomaram café juntos e não saíram, ela se dedicou a arrumar a casa e ele teve que entreter as crianças. Ele a observava, parecia que tudo estava normal, no entanto ele era um corno. Almoçaram e ela tirou uma soneca no sofá enquanto Jose andava de um lado para o outro, procurando o momento oportuno para falar com ela.
À tarde, estavam sentados no mesmo sofá, ela costurando uma calça e ele apenas olhando para a TV. As crianças brincavam no quintal. Parecia um bom momento. Ele estava muito nervoso, quase tremiam as mãos dele. Ele olhou para ela. Ela olhou para ele.
- O quê?
- Eu sei que você tá saindo com ele – disse com uma voz trêmula que deixava transparecer o ciúme.
5 comentários - Esposa safada curiosa P2
a ver si hay tercera parte.
gracias