Longa viagem pra conhecê-la... e foder! (Parte III final)

Bom, pessoal, hoje vou terminar de contar pra vocês o que rolou no último dia das minhas mini férias num povoado no meio do nada, no meio do campo, pra conhecer quem hoje é meu parceiro. Pra ver as duas partes anteriores, dá uma olhada nos meus posts pra entender direitinho como tava o clima. Como sempre, espero que vocês curtam.

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Depois da tarde excelente que a gente tinha passado com a Pao, eu tocando uma pra ela e ela me fazendo um boquete foda num lugar público quase à vista, ela me acompanhou até o hotel onde eu tava hospedado e a gente se despediu até o dia seguinte. Quando entrei no quarto, a primeira coisa que fiz foi tomar um banho bem caprichado porque o dia tinha sido quente pra caralho. Enquanto isso, ficava pensando no que tinha rolado e em como a gente tinha se divertido, e na minha mente já começava a tramar os planos pro dia seguinte, que seria o último, já que eu tinha que voltar pra retomar o trampo. Mas, no fim das contas, não saía nada concreto. Do que eu tinha certeza era que precisava dar algum presente pra ela, porque eu realmente me senti mais do que bem estando com ela. Além da parte sexual, a gente tinha um vínculo sentimental muito forte, que a gente construiu antes de se conhecer pessoalmente e se consolidou depois que a gente ficou junto... além disso, eu gosto de dar presente pra quem eu amo e valorizo. Depois, me deitei, vi TV por um tempo e dormi.
Na manhã seguinte, acordei, tomei café e saí para dar uma volta pelos negócios da cidade, procurando um presente bonito pra Pao. Até que numa loja encontrei uma corrente com um pingente de prata muito lindo, um golfinho com uma pedrinha rosa incrustada. Achei muito bonito e, sem hesitar, comprei. Sabia que era o presente certo.
Tava chegando a hora de nos encontrarmos de novo e uma tempestade fudida vinha vindo, na hora pensei "fodeu, hoje não vamos conseguir fazer... nada, a menos que..." e aí acendeu a lâmpada na minha cabeça. Liguei pra ela e mandei sair de casa o mais rápido possível pra chuva não pegar ela, falei pra quando chegar bater na janela do quarto onde eu tava, indiquei bem qual era. Uns minutos depois, bateram na janela, abri e falei pra ela ficar perto da porta lateral do hotel, que tava a poucos metros do meu quarto. Bem devagar, abri a porta do quarto, espiei a cabeça e olhei pros dois lados, o lugar tava totalmente morto e pensei "é agora". Caminhei rápido até a porta, abri e fiz a Pao entrar no maior silêncio. Fomos até o quarto (pra quem não lembra ou não leu as partes anteriores, o dono tinha me explicado que não podia fazer outra pessoa entrar no hotel, ou seja, indiretamente o cara falou que isso não era um hotel...). Entramos e mal fechei a porta com chave e já estávamos nos beijando e nos abraçando igual loucos, o que mostrava que a gente ia passar uma tarde de muito sexo.
Entre os beijos e as carícias, eu tentava me aproximar do criado-mudo pra dar o presente pra ela, e ela pergunta: "O quê... já vai pegar as camisinhas?" rindo. Pedi pra ela fechar os olhos, abri a gaveta, peguei o estojo pequeno, aproximei do rosto dela e falei: "Abre... isso é pra você." A expressão dela foi de muita surpresa. Abriu o estojo, quando viu, se emocionou, me abraçou, me beijou, agradeceu pelo gesto e pediu pra eu colocar o colar nela. Na sequência, partimos pra ação. Ela sentou na cama, segurou minhas mãos e deixou minha pélvis na altura do rosto dela. Desabotoou minha calça, baixou minha cueca e começou a acariciar meu pau, que já tava levemente ereto, e disse: "Hummm, vou deixar ele bem durinho chupando gostoso." Começou a lamber devagar, e meu pau foi ganhando volume aos poucos. Ela colocou na boca e começou a chupar suavemente. Pedi pra ela puxar o prepúcio pra lamber a cabecinha do meu pau. Ela, bem obediente, fez isso, e minha excitação subiu tão rápido quanto minha ereção. Tava durasso, ela chupando com tudo. A respiração ofegante dela mostrava que tava ficando com tesão. Peguei na cabeça dela e comi a boquinha dela gostoso, meti bem fundo, o que deu uns engasgos. Ela dedicou um bom tempo ao meu pau até perguntar se eu queria chupar a buceta dela, porque tinha gostado muito de como eu tinha feito no primeiro dia. Aceitei na hora, mas antes tirei toda a roupa dela. Me dediquei a beijar cada centímetro do corpo dela, especialmente o pescoço (que é o ponto fraco dela), os peitos, onde passei um tempão porque os peitos da Pao me enlouquecem. Mesmo não sendo muito grandes, acho lindos, principalmente os biquinhos bem rosadinhos e pequenos. Ela gemia enquanto me olhava fazendo aquilo. Pediu pra eu chupar mais forte e mais rápido. Fiz isso, e ela começou a gemer mais alto. Com a mão, tapei a boca dela pra não deixar ninguém ouvir lá fora. A Pao tentou se controlar, mas tava difícil, até que larguei os peitos dela pra me dedicar totalmente à buceta dela. Buceta gostosa que já tava toda inundada dos próprios sucos, e com muita dedicação e capricho comecei a chupar os lábios, o clitóris e todo o interior da buceta dela. Minha língua penetrava o máximo possível, e ela rebolava a pélvis enquanto tentava abafar os gemidos tapando a boca com as duas mãos. Depois, comecei a lamber e chupar só o clitóris dela enquanto enfiava meus dedos aos poucos — comecei com 1, 2, 3, e a excitação dela fazia a buceta se dilatar cada vez mais. Aí lembrei de uns vídeos que tinha visto na internet onde enfiavam a mão inteira na buceta de uma gatinha, então fui além até conseguir enfiar minha mão INTEIRA dentro da buceta dela. Nós dois ficamos surpresos, principalmente ela, que me perguntou como eu consegui enfiar a mão toda na buceta dela. Eu sorri e falei: "Não fui só eu que consegui isso, sua excitação ajudou você a se dilatar tanto." Continuei com a mão lá dentro, movendo rápido, ela totalmente entregue, continuava gozando até que teve um orgasmo lindo.
Deixei ela descansar uns minutos até que ela me pediu pra pegar ela, peguei um preservativo e a Pao me fala: "você deixa eu colocar? nunca coloquei um" — "ok, coloca mas com cuidado" expliquei como fazer, embora ela já soubesse um pouco porque na escola teve uma aula de educação sexual onde explicaram, mas nunca tinha colocado em prática... pra primeira vez, ela foi muito bem, se ajeitou de novo na cama com as pernas bem abertas, convidando meu pau pra penetrar ela, a buceta dela já tinha relaxado e voltado ao tamanho normal. A gente transou bem forte por um tempo nessa posição, depois coloquei ela de quatro, do jeito que eu mais gosto, e comi ela com ainda mais violência. A Pao mordia o travesseiro pra abafar os gemidos de prazer. Depois de um tempo, pedi pra ela subir em cima de mim, me recostei, encaixei meu pau na entrada da buceta dela e ela se deixou cair, entrando perfeitamente. Ela soltou um suspiro, começou a se mover devagar pra trás e pra frente, foi aumentando o ritmo e passou de ficar de joelhos pra ficar de cócoras, pulando no meu pau, o que me deu tanto prazer que eu sentia que ia gozar. Falei pra ela: "ahhh, continua assim que eu vou gozar... vai, se mexe, puta, vai... vai..." ela aumentou ainda mais os movimentos e falava: "vai, papai... sim, goza dentro da minha buceta, vai assim!" até que pedi pra ela ficar parada e comecei a penetrar ela de baixo com toda a força, ela de olhos fechados soltou um "uuuuuuh sssssiiiiii assim daleee!!!" não consegui me segurar mais e gozei com tanta vontade que acho que até subiu minha pressão, porque sentia que a cabeça ia explodir. A Pao continuou se mexendo por mais uns instantes até gozar também. A gente relaxou e, ainda com a respiração ofegante, ela se deitou em cima de mim, me beijou e disse: "Nunca pensei que ia gozar tanto". Ficamos largados por uns minutos até que senti minha ereção indo embora e pedi pra ela descer pra evitar algum acidente com o esperma que Tava no preservativo, tirei e guardei num saquinho pra jogar fora depois, voltei a deitar do lado dela.
Ficamos conversando um tempão pelados e entre beijos, carícias, etc, a gente se esquentou de novo. Ela voltou a chupar minha pica, mas não tanto quanto na primeira rodada. Passou pela minha cabeça a ideia de tentar comer a bunda virgem dela e, sem muita enrolação, propus. Ela começou com um sonoro NÃO, pra ela aquilo era algo muito estranho e totalmente desconhecido, mas aos poucos fui convencendo. Falei que era algo bem comum, pra ela era estranho e até nojento porque não conhecia nada do assunto, até que ela aceitou, mas com a condição de que se doesse ou ela não gostasse, eu parasse e não insistisse. Aceitei e expliquei que sempre dói na primeira vez, mas se a gente for cuidadoso e preparar bem a área, não precisa doer tanto. Então coloquei ela de lado, comecei acariciando e beijando as bundas grandes e lindas dela pra ela relaxar e curtir... Depois fui enfiando devagar meus dedos entre as nádegas dela até achar o cuzinho pra poder acariciar. Ela ficava quieta, sem dizer nada, só sentindo... Até que passei meus dedos pra buceta dela, que tava bem molhada, e penetrei com os dedos pra molhar bem com o fluxo dela e usar de lubrificante na bunda dela. Isso ela gostou, porque começou a acelerar a respiração aos poucos. Com muito cuidado, comecei a enfiar um dedinho no cu dela, enfiava, tirava bem devagar. Cada vez que enfiava o dedo, tentava colocar um pouco mais pra dentro. Ela em cada entrada fazia um "SSSHHHHHHHHH", dava pra ver que doía, mas ela aguentava e até gostava. Quando consegui enfiar o dedo bem até o fundo, comecei a dilatar o cu dela movendo o dedo dentro dele em círculos bem suaves e notei que ela tava bem relaxada. Aí aproveitei e enfiei um segundo dedo, que causou um pouco mais de dor, mas ela aguentou até ver que o cuzinho não oferecia resistência. Minha pica já tava dura fazia um tempo, então tirei os dedos e falei: "Vou começar a enfiar a pica em você, continua assim relaxadinha que Tá indo bem!" Ela não respondeu nada. Peguei um sachê de lubrificante que vinha com os preservativos, espalhei bem na cabeça da minha pica e, devagarzinho, fui enfiando a pontinha no cuzinho dela até conseguir colocar a cabeça inteira. Nesse ponto, ela sentiu bastante dor e começou a apertar o esfíncter, estava me estrangulando a pica. Então pedi pra ela, por favor, se relaxar de novo, porque tava me machucando e também ia machucar ela. Ela foi se acalmando aos poucos e pedia pra eu parar, não continuar. Não sei como, mas convenci ela a seguir, já que a gente tinha conseguido o mais difícil e o resto era só questão de relaxar e aproveitar. Comecei a me mover bem devagar. Pao soltava uns gemidos enquanto eu tentava enfiar mais da minha pica, e devo ter colocado umas metade pra dentro, que foi o que ela aguentou. Dessa vez ela pediu mesmo pra eu parar. Eu, meio resignado, aceitei e deixei o cuzinho dela em paz, mas avisei que na próxima ela não escapava! Haha
Já estávamos meio cansados e bem suados, apesar de ter desabado uma chuva daquelas, o calor não dava trégua. Decidi ir tomar banho, mas com a condição de ela tomar junto comigo. Ela deu um pulo da cama e me seguiu, reclamando que eu tinha deixado a bunda dela dolorida. Eu respondi: "Beeeem, coitada da bunda... não tem problema, já já passa" (essa dorzinha durou quase 3 dias). Entramos no chuveiro, começamos a nos molhar, e eu não conseguia evitar de passar a mão nela por todo lado. Beijei ela, apertei contra o meu corpo pra ela sentir que meu pau tava durasso. Ela falou: "Eei, calma aí, che, você é insaciável..." — "Sim, sou bem insaciável, e ainda me deixou com vontade de arrebentar sua bunda e encher ela de porra, então temos algo pendente". Ela pegou o sabonete e começou a passar no meu corpo todo. Eu só fiquei parado enquanto ela explorava cada canto do meu corpo com as mãos e o sabão. Ensaboou bem meu pau e minhas bolas, me acariciando com muita delicadeza. Isso me excitava pra caralho, meu pau tava duro que nem pedra. Pao se ajoelhou pra observar melhor, esfregava sem parar e disse: "Vou dar um brilho no seu pau!" Enxaguou bem o sabão e começou a chupar meu pau. Enquanto isso, eu falava: "Ahhh, que bem você chupa, bebê... que gostoso!!! Você aprendeu muito bem e muito rápido, hein..." Ela me chupou por um bom tempo até sairmos do chuveiro. Nos secamos um pouco e fomos direto pra cama continuar. Procurei mais camisinhas e percebi que não tinha. "E agora, o que a gente faz?" Com tanta tesão acumulada, não aguentei. Coloquei ela de quatro e comecei a meter sem proteção mesmo... Nós dois gozávamos como loucos. O barulho das minhas bolas batendo na buceta dela nos dava ainda mais prazer. Eu abria as nádegas da bunda dela e observava em detalhes como meu pau entrava e saía, todo molhado da buceta dela. Quando senti que ia gozar, tirei meu pau, pedi pra ela deitar de barriga pra cima, me aproximei dos peitos dela, roçando a ponta do meu pau num dos mamilos dela, até que... me banhei em porra, Pao, enquanto com uma mão ela se acariciava a buceta pra chegar no orgasmo. E como eu adoro satisfazer ela e deixar ela louca de tesão, tirei as mãos dela, levei minha boca direto pro clitóris, que chupei e lambi igual um louco, enquanto com meus dedos comecei a penetrar ela pra aumentar o prazer dela, até que ela não aguentou mais, pegou o travesseiro e tapou a cara pra poder soltar os gritos de prazer. Ficamos os dois exaustos, mas muito satisfeitos. Quando terminamos, já tinham passado quase 5 horas, das quais umas 4 ou um pouco mais a gente passou transando. Voltamos pro banheiro pra nos limpar, e depois comecei a arrumar minhas coisas pra pegar a estrada de volta.
Já vestidos os dois e eu com tudo pronto pra partir, espiei pela porta do quarto pra ver se não tinha perigo... a camareira tava num quarto ao lado do meu fazendo a limpeza, e eu falei pra Pao: "a gente tem que sair rápido pra camareira que tá aqui do lado não nos ver". Olhei de novo, não pra menina, então aproveitei e acompanhei ela até a saída, pedi pra ela me esperar por perto pra me acompanhar até o terminal, que ficava a umas poucas quadras dali. Voltei pro quarto, peguei minhas coisas, fui até a recepção, paguei o dono e fui embora. Fomos com Pao caminhando devagar até o terminal quando, de repente, aconteceu algo que não queríamos: na nossa frente vinha uma moto com a irmã mais velha dela e uma amiga. Quando passaram na nossa frente, nos cumprimentaram sem parar. Pao disse: "nãooo, agora ela vai lá e vai contar tudo pra minha mãe!" E eu falei: "bom, já foi, eu já vou embora, não dá nada, fica tranquila". Quando chegamos, sentamos num banco e não trocamos muitas palavras, ficamos em silêncio abraçados enquanto eu esperava o ônibus que me deixaria em Retiro. Pelas bochechas dela caíam algumas lágrimas, ela não queria que eu fosse, mas sabia que eu precisava ir. Quando o ônibus chegou, nos despedimos com um beijo longo que tinha o gosto salgado das lágrimas dela e nos abraçamos bem forte. Prometi que voltaria em alguns meses, mas pedi pra ela conversar com os pais e explicar quem eu era... (já que eles pensavam que eu era um ex dela, isso já expliquei nos relatos anteriores). Subi no ônibus, me acomodei no meu lugar e, pela janela, via ela chorar. Meu coração se partia... e assim terminou minha viagem. Foi uma experiência muito boa e realmente valeu a pena me arriscar numa viagem dessas. Quase dois anos depois, ela conseguiu convencer meus sogros a vir estudar e morar comigo na cidade. O que vai acontecer no futuro, não sei... o tempo dirá...

Fim


Espero que vocês tenham gostado da história, se sim, comentem! VALEU!

1 comentários - Longa viagem pra conhecê-la... e foder! (Parte III final)

Por fin un "polvo" tranquilos y en una cama !!!! 😉 😉 😉 😉

Gracias por compartir.
Angie te deja Besos y Lamiditas !!!

Longa viagem pra conhecê-la... e foder! (Parte III final)
La mejor forma de agradecer la buena onda que se recibe es comentando, al menos al que te comenta. Yo comenté tu post, vos comentaste el mío?
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sii ya era hora no?? jajaja en realidad yo me mande dos lindos polvos, ella acabo tres veces creo... estuvo muy bueno! gracias como siempre por pasar! 😉