Acho que fiz merda de algum jeito, e o post original foi deletado 😞! Tô postando de novo. Desculpa pra quem deixou comentários e upvotes! Mas fiquem tranquilos que eu li todos!!!
Olá, meus queridos leitores! Tô morrendo de vontade de continuar contando mais histórias quentes pra vocês! Como sempre, obrigada pelos comentários lindos, eles me dão ainda mais vontade de continuar escrevendo!
O conto de hoje é uma das minhas experiências favoritas.Conheço o Dario desde que a gente era bebê. Nossos pais ficaram muito amigos por causa de uns amigos em comum quando eu tinha uns meses de vida, e desde aquela época até hoje eles continuam se vendo com frequência. O Dario e eu crescemos como uma espécie de primos. Ele é 2 anos mais velho que eu, mas sempre tivemos uma relação excelente. Dividimos férias, fins de semana, natais...
Conforme fomos crescendo, viramos amigos muito próximos. Contávamos tudo um pro outro, conversávamos sobre absolutamente qualquer assunto sem problema nenhum. Namoradas, namorados, temas sexuais, besteiras da vida. Toda vez que a gente se via, colocávamos o papo em dia e podíamos passar horas e horas conversando sobre qualquer coisa.
Até aquele 24 de dezembro, nossa relação sempre foi essa.
Pra passar o Natal, como quase todo ano, meus pais junto com os do Dario alugaram um sítio na zona norte, perto de Pilar. Pra quem não é de Buenos Aires, Pilar fica mais ou menos uns 50 km ao norte da Capital Federal.
Era mais um Natal como todos os outros, ou pelo menos parecia. Chegamos no sítio perto do meio-dia daquela véspera de Natal. Como a gente sempre fazia, dividimos as tarefas pra fazer todos os preparativos praquela noite. Uns foram comprar carne e verduras, outros foram comprar gelo, outros cuidaram de limpar e arrumar a casa pra noite, e eu e o Dario fomos ao supermercado comprar bebidas e umas besteiras a mais. Tinha passado uns meses desde a última vez que a gente tinha conversado, e tínhamos muito o que pôr em dia, então começamos a atualizar tudo.
Entre tantas coisas, o Dario me conta que tava preocupado com o irmão, o Sebi. O Sebi tinha 1 ano a menos que eu e era uma cópia idêntica do Dario. Os dois eram de estatura média-alta, tinham cabelo loiro ondulado meio comprido, ambos jogavam futebol, então tinham corpos muito parecidos também. Mas entre eles havia uma... Diferença substancial: Darío era um cara super aberto, extrovertido, sem vergonha. Já Sebi era um cara muito mais tímido. Com Sebi nunca tive muita relação justamente porque não era um cara de falar muito.
Darío me contou então que estava preocupado porque via que Sebi não se engraçava com nenhuma gatinha, não dava em cima de ninguém, evitava sair pra dançar com os amigos... Parece que uns dias antes Darío tinha apresentado a Fede, uma amiga dele que tava afim dele, e Sebi tinha evitado de propósito que rolasse qualquer coisa com a moça. "Acho que ele tá cagado de medo", me disse Darío. "Acho que nunca ficou com nenhuma gatinha e cada vez tem mais medo, e isso paralisa ele". Continuamos conversando um pouco sobre isso e a conversa eventualmente foi pra outros assuntos.
Voltamos pro sítio onde começamos a preparar tudo praquela noite. Cozinhávamos um pouco, íamos pra piscina nos refrescar, saíamos, continuávamos ajudando a montar tudo...
Lá pelas 7 da tarde estávamos terminando de cozinhar e eu falei pro Darío se a gente ia dar um último mergulho antes de subir pra tomar banho e nos trocar pro jantar. Ficamos uns 15 minutos na piscina e subimos pro primeiro andar, onde ficavam os quartos e o banheiro.
Entrei no banho primeiro porque queria ter tempo depois pra me maquiar um pouco e me arrumar. Quando saí do banho, Darío entrou. Poucos minutos depois, ouço ele gritando do banheiro: "Meli! Me alcança uma toalha, sua burra! Você usou as duas que tinham!". Fui no armário, peguei uma toalha e fui pro banheiro. Ouvi que o chuveiro tava ligado e achei que ele já tava se lavando, então sem pensar muito entrei pra deixar a toalha perto do chuveiro. Pra minha surpresa, quando entrei ele ainda não tinha entrado no chuveiro. Tava parado, totalmente pelado, prestes a entrar. Assim que vi, levei um susto, era a primeira vez que via ele nu e o corpo dele me impactou. Mas o que mais me impactou foi o tamanho do caralho. Tinha um pedaço enorme. Digno de um prêmio Nobel de pica mais generosa. Acho que não deve ter passado de 1 segundo que fiquei olhando até tampar os olhos e falar "Desculpa, arrombado!!! Achei que você tava tomando banho". Na hora, os dois caímos na risada com a situação e ele disse "Relaxa, a gente se conhece há tempo demais e tenho certeza que você já viu mais de um cara pelado...". Eu ri e saí rápido do banheiro.
Voltei pro quarto e terminei de me trocar e me maquiar sem conseguir parar de pensar no corpo incrível que o Darío tinha. Me arrepiava a pele, de repente me peguei bem excitada, pensando no Darío de um jeito totalmente diferente. Passaram mais alguns minutos e, enquanto eu terminava de me preparar, Darío bate na porta do meu quarto. "Mel, acho que deixei a mochila aí dentro, posso entrar pra pegar a roupa e me trocar?". "Pode, claro" respondi. Então ele abriu a porta. Tava com o torso nu e a toalha amarrada na cintura. Desde que entrou, não consegui parar de olhar. Via o volume dele marcando por baixo da toalha, enquanto o corpo ainda estava meio molhado do chuveiro. Não passou mais que alguns segundos até ele falar "Qual é, vacilona? Não consegue parar de me olhar! Tão gostoso assim?" num tom de brincadeira. Fiquei super sem graça. Era óbvio que eu tava pirando, que tava pegando fogo por dentro, mas não conseguia falar. A única coisa que fiz foi rir e tentar seguir na minha. Mas nunca rolou. Me virei de novo pra onde ele tava, mas agora ele já não tava mais com a toalha. Tava no chão e o corpo dele tinha ficado completamente exposto. Me olhava fixo. Senti minhas bochechas ficarem vermelhas que nem tomate. Não conseguia parar de olhar.
Então, na hora, o impulso venceu minha mente e eu me joguei em cima dele. Começamos a nos beijar como se a gente tivesse se desejado a vida inteira. Nos tocávamos, nos descobríamos. Éramos tipo dois estranhos que se conheciam. Perfeitamente. Explorávamos com as mãos cada cantinho dos nossos corpos enquanto nossas línguas dançavam se estimulando uma na outra. Ela me parou e disse: "Tem certeza que quer fazer isso? Não vai ter volta, hein!" E eu respondi: "Já não tem volta, Dari!". Continuamos nos beijando e eu sentia o pau dela crescendo cada vez mais, fazendo pressão contra minha perna. Eu tava com uma saia bem curta e uma regatinha. Rapidamente, a vara dela se enfiou por baixo da minha saia e começou a se esfregar na minha calcinha fio dental, por baixo da qual minha buceta já tava molhando na velocidade da luz. As mãos dela deslizaram por baixo da minha regata e ela começou a acariciar meus peitos, fazendo minha pele arrepiar e os bicos endurecerem na hora. Segundos depois, minha regata já tava no chão e os dedos dela desabotoavam habilmente meu sutiã pra deixar meus peitos sensíveis à mostra. Os dedos dela deslizavam suavemente, acariciando a borda dos meus bicos, me causando uma onda de prazer. Então eu peguei o pau dela e comecei a acariciar, esfregava as bolas e depois voltava a percorrer aquele tronco grosso até chegar na cabeça. Eu precisava ter o pau dela dentro da minha buceta.
Num rompante de consciência, percebi que a gente já tinha passado um tempão lá em cima e que a qualquer momento iam nos chamar pra descer, então nem pensei duas vezes. Me virei, apoiei as mãos na parede com os braços esticados, levantando toda a raba, puxei minha calcinha pro lado e peguei o pau dela pra enfiar dentro de mim. No começo foi difícil de entrar, entre minha buceta apertadinha e o pauzão dela. Mas devagarzinho ela começou a fazer pressão, empurrando o pau com o corpo todo. Senti uma mistura de sensações abrupta, uma pitada de dor combinada com um prazer extremo que percorreu meu corpo inteiro de forma violenta. Lentamente, ela metia e tirava o pau, estimulando cada centímetro da minha buceta, fazendo ela ficar cada vez mais molhada. Levantei um pouco mais a bunda. enquanto soltei uma mão da parede pra agarrar a bunda dele. Empurrei ele contra mim, fazendo com que me penetrasse até o fundo. A carne dele me preenchia. Meus sentidos despertavam. Minha cabeça tava cheia de prazer. Sentia que meu corpo não ia aguentar.
Darío começou a se mover cada vez mais rápido, aumentando o ritmo e intensificando meu prazer. Nossa respiração começou a virar gemidos cada vez mais fortes, que tentávamos calar em vão. Aí ele tirou o pau e me levou pra cama. Me deitou, colocando minha bunda na beirada, levantou minhas pernas, levando meus tornozelos pros ombros dele, e me penetrou de novo, dessa vez indo ainda mais fundo. Minha buceta sugava o pedaço inteiro dele, envolvendo ele em umidade e prazer. Sentia como a enormidade do pau dele pressionava minhas paredes vaginais, estimulando cada milímetro do meu ser. Ele começou a me comer violentamente. Sentia as bolas dele batendo na minha bunda enquanto o pau entrava e saía numa velocidade avassaladora.
Fechei minhas pernas. Juntei meus joelhos. Agarrei meus peitos, enganchando meus bicos entre os dedos e apertando eles. Meu corpo inteiro se desintegrou num orgasmo maravilhoso. Meu prazer, transformado num elixir doce e molhado, se espalhou pelo pau dele enquanto minhas costas arqueavam uma e outra vez. Na mesma hora ele perguntou: "Onde você quer?" "Quero que você encha meus peitos de porra", falei num tom entre desafiador e suplicante. Então ele investiu uma, duas, três vezes na minha buceta destruída e depois tirou. Vários jatos mornos banharam todo meu peito. Espalhei toda aquela porra pelos meus peitos, enquanto olhava fixo nos olhos dele. Nossos olhares não se desgrudaram por vários segundos.
Não passaram mais de 2 ou 3 minutos até gritarem lá de baixo pra gente ajudar a pôr a mesa. Rapidamente nos limpamos com a toalha dele e nos vestimos. Me arrumei rápido pra descer e, quando tava saindo, Dario me disse: "Tive uma ideia. Você topa que hoje... À noite, vamos fazer isso e convidar o Sebi?" "Que?? Cê tá louco?? É teu irmão, porra!!!" "Exatamente, quero ajudar ele, quero que ele perca o medo do sexo, talvez se ele nos ver fazendo, ajude ele a se soltar um pouco". "Nem fodendo", eu disse. "Pensa bem, ele não vai sair daqui, vai ficar entre nós, e vamos dar uma mão enorme pra ele".
Fui embora sem responder. A ideia me parecia absurda. Já bastava a confusão que o sexo incrível que eu tinha acabado de ter com meu quase-primo tinha feito na minha cabeça... Só me faltava mais essa bagunça naquela noite.
Descemos, arrumamos a mesa e sentamos pra jantar. O jantar foi normal, conversamos besteiras, brindamos e tal. De vez em quando, trocávamos olhares cúmplices com o Darío, e sorríamos, mas obviamente sem falar nada. O que ele tinha me dito ecoava na minha cabeça. Eu não achava que fosse uma boa ideia, mas ao mesmo tempo morria de vontade de que o Darío me desse outra trepada daquelas.
Depois do jantar, levantamos a mesa, brindamos à meia-noite, saímos pra ver os fogos de artifício e, depois de um tempo, o Darío chama o Nico. Ele diz: "Trouxe de casa um rum espetacular, que tal subirmos e ficarmos bêbados um pouco?". Darío conhecia bem minha fraqueza por rum e, aparentemente, o Sebi também curtia, então os dois toparam. Subimos pro meu quarto e o Darío propôs: "Vamos jogar um jogo. Tenho um dado. Cada um na sua vez joga o dado e tenta adivinhar o número que vai sair. Antes de jogar, propõe uma prenda. Se acertar o número, os outros dois têm que tomar um shot de rum e cumprir a prenda. Se errar, quem jogou tem que tomar o shot e cumprir a prenda que ele mesmo propôs."
Começamos a jogar propondo prendas bestas, tipo dar várias voltas até ficar tonto, ou comer uma colherada de pasta de dente... Aí, num momento, é a vez do Darío e ele diz: "Escolho o 6. Se sair, vocês dois têm que se beijar. Se não, eu tenho que beijar um de vocês. vocês". A peça era evidente e idiota. Era óbvio o que ele queria. Mas naquela altura, com vários shots na cabeça e a mente fervilhando a mil com o que tinha acontecido antes, não consegui me negar.
Ele puxou e saiu o 4, acho, ou o 3... O que é certo é que o 6 não saiu. Então ele tomou o shot dele e disse: "bom, pra evitar incesto, vou dar um beijo na Mel". Ele se aproximou e encostou os lábios nos meus. Instantaneamente, uma nova onda de arrepios percorreu meu corpo. Comecei a me excitar na hora e intensifiquei a paixão daquele beijo lindo. Começamos a nos beijar com cada vez mais intensidade, nos aproximando mais e mais. Rapidamente, ele agarrou meus peitos com as mãos, massageando-os e despertando meus mamilos novamente. Depois, tirou uma das mãos dos meus peitos para passá-la por baixo da saia e começou a esfregar minha pussy por cima da minha calcinha fio dental. Claro, minha pussy já estava se molhando de novo, pronta pra começar outra sessão de sexo intenso. Eu desabotoei a camisa dele e a tirei, deixando o torso dele nu. Rapidamente, tirei a calça jeans dele e o fiz sentar na cama. O pau dele estava completamente duro, se erguendo imponente na minha frente. Então, envolvi ele com meus lábios, fazendo uma pressão suave, e engoli todo o pau dele até o fundo da minha garganta. Eu gozava me afogando naquele pau enorme, que me dava pequenas ânsias. Enchi todo o pau dele de saliva, lubrificando enquanto continuava chupando até o fundo. De repente, ele se levantou e me sentou na cama pra enfiar o rosto inteiro na minha pussy por baixo da saia. As lambidas dele percorriam toda a minha pussy, estimulando meu clitóris. O calor subia pelo meu corpo todo, eu fechava os olhos pra desligar qualquer sentido que não fosse o tato, pra maximizar a sensibilidade de cada lugar do meu corpo. Depois de alguns minutos, Darío se levantou, tirou minha saia e a calcinha fio dental, e começou a me comer selvagemente enquanto eu flexionava minhas pernas, apoiando os joelhos na cama. minhas tetas e deixando minha buceta totalmente exposta pra que o pau dele abrisse caminho e me desse um prazer imenso. O pau dele entrava e saía com facilidade até o fundo do meu ser, enquanto com minhas mãos eu me agarrava aos lençóis desesperadamente. Aí num momento, Darío tirou o pau dele e eu me sentei.
Foi aí que me toquei que o Sebi tava ali. Entre o álcool e o delírio que o prazer que o Darío me dava causava, eu tinha esquecido completamente que o garoto tava presente. Quietinho e num canto do quarto, ele tava sentado na outra cama com o jeans desabotoado enquanto se acariciava o pau jovem dele. Podia ser inexperiente, mas a ferramenta de trabalho dele era mais que correta. Então, quando o Sebi percebeu que eu notei a presença dele de novo, ele se inibiu e começou a subir a calça. Aí eu me afastei do Darío e me aproximei dele, e num tom de puta insaciável que eu nunca tinha ouvido de mim mesma, falei: "O aluno quer colocar em prática os conhecimentos teóricos que acabou de adquirir?" O coitado do garoto não sabia onde se esconder. Eu tava apertando ele. Ele tava totalmente duro, mas morria de medo. Então, sem pensar duas vezes, eu abaixei a calça dele de novo e comecei a chupar o pau dele. Na hora, ele estremeceu no primeiro contato da minha língua com a cabeça dele. Enquanto eu chupava o pau do Sebi, o Darío se colocou atrás de mim e começou a acariciar minha buceta, deslizando dois dedos dentro de mim. Na hora, eu gemi de prazer enquanto envolvia o pau do Sebi com meus lábios. Então, pela primeira vez, o Sebi falou: "Não aguento mais, Melina, você vai me fazer gozar!" Aí eu falei: "Se vai gozar, que valha a pena, aluninho..." Então eu sentei em cima dele, colocando minhas tetas na cara dele, enfiando o pau dele dentro da minha buceta bem molhada. Comecei a cavalgar ele selvagemente, arrancando uns gemidos de prazer enormes dele. Acelerei o máximo que pude até que uma força avassaladora jorrou um rio de gozo. Dentro de mim. Sebi se contorcia sentado enquanto me segurava pela cinturinha. Aí eu me levantei e o pau dele ficou brilhando à mostra, enquanto da minha buceta escorriam os restos da porra abundante dele. Então olhei pro Darío e ele disse: "Agora é minha vez, profe".
Aí me abaixei e comecei a chupar o pau dele feito uma louca. Massageava os ovos dele enquanto devorava a enormidade daquela carne. O pau dele tocou minha garganta umas 4 ou 5 vezes até que o corpo dele se tensionou e o gosto do delicioso esperma dele inundou minha boca. A porra dele foi tanta que parte do leite escorria pelo canto dos meus lábios. Ele tirou o pau da minha boca e eu engoli toda a porra dele, deixando minha boca e o pau dele completamente limpos.
Deixei os dois irmãos exaustos, cada um deitado numa cama. Peguei minha roupa e fui pro quarto ao lado sem dizer uma palavra, mas com um sorriso enorme. Me senti muito puta, e amei isso.
Na manhã seguinte, acordamos e tudo seguiu como se nada tivesse acontecido. Almoçamos, fomos pra piscina à tarde, e à noite voltamos pra capital. Quando cheguei, desfiz minha mala e num bolso lateral encontrei uma folha de papel dobrada que eu não tinha colocado ali.
Desdobrei.
Lia-se: "Obrigado, profe" e assinava Sebi.
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Deixo pros meus novos leitores meus relatos anteriores pra vocês curtirem!
Minha primeira vez com 2 paus! --> http://www.poringa.net/posts/relatos/2480704/Mi-primera-vez-con-2-pijas-y-mi-primer-post.html
Consolando a Lara (Minha primeira experiência lésbica) --> http://www.poringa.net/posts/relatos/2480910/Consolando-a-Lara-Mi-primera-experiencia-lesbica.html
Comida por uma besta nas serras cordobesas...--> http://www.poringa.net/posts/relatos/2481239/Cogida-por-una-bestia-en-las-sierras-cordobesas.html
Nada como uma boa trepada nos médanos...--> http://www.poringa.net/posts/relatos/2481533/Nada-como-un-buen-polvo-en-los-medanos.html
H.S.A. (Hermoso Sexo Atípico). Capítulo I. --> http://www.poringa.net/posts/relatos/2483522/H-S-A-Hermoso-Sexo-Atipico-Capitulo-I.html
H.S.A. (Hermoso Sexo Atípico). Capítulo II. --> http://www.poringa.net/posts/relatos/2484193/H-S-A-Hermoso-Sexo-Atipico-Capitulo-II.html
A voragem de uma aventura passageira. --> http://www.poringa.net/posts/relatos/2491852/La-voragine-de-una-aventura-pasajera.html
Descobrindo meu vício... --> http://www.poringa.net/posts/relatos/2493825/Descubriendo-mi-adiccion.html
Olá, meus queridos leitores! Tô morrendo de vontade de continuar contando mais histórias quentes pra vocês! Como sempre, obrigada pelos comentários lindos, eles me dão ainda mais vontade de continuar escrevendo!
O conto de hoje é uma das minhas experiências favoritas.Conheço o Dario desde que a gente era bebê. Nossos pais ficaram muito amigos por causa de uns amigos em comum quando eu tinha uns meses de vida, e desde aquela época até hoje eles continuam se vendo com frequência. O Dario e eu crescemos como uma espécie de primos. Ele é 2 anos mais velho que eu, mas sempre tivemos uma relação excelente. Dividimos férias, fins de semana, natais...
Conforme fomos crescendo, viramos amigos muito próximos. Contávamos tudo um pro outro, conversávamos sobre absolutamente qualquer assunto sem problema nenhum. Namoradas, namorados, temas sexuais, besteiras da vida. Toda vez que a gente se via, colocávamos o papo em dia e podíamos passar horas e horas conversando sobre qualquer coisa.
Até aquele 24 de dezembro, nossa relação sempre foi essa.
Pra passar o Natal, como quase todo ano, meus pais junto com os do Dario alugaram um sítio na zona norte, perto de Pilar. Pra quem não é de Buenos Aires, Pilar fica mais ou menos uns 50 km ao norte da Capital Federal.
Era mais um Natal como todos os outros, ou pelo menos parecia. Chegamos no sítio perto do meio-dia daquela véspera de Natal. Como a gente sempre fazia, dividimos as tarefas pra fazer todos os preparativos praquela noite. Uns foram comprar carne e verduras, outros foram comprar gelo, outros cuidaram de limpar e arrumar a casa pra noite, e eu e o Dario fomos ao supermercado comprar bebidas e umas besteiras a mais. Tinha passado uns meses desde a última vez que a gente tinha conversado, e tínhamos muito o que pôr em dia, então começamos a atualizar tudo.
Entre tantas coisas, o Dario me conta que tava preocupado com o irmão, o Sebi. O Sebi tinha 1 ano a menos que eu e era uma cópia idêntica do Dario. Os dois eram de estatura média-alta, tinham cabelo loiro ondulado meio comprido, ambos jogavam futebol, então tinham corpos muito parecidos também. Mas entre eles havia uma... Diferença substancial: Darío era um cara super aberto, extrovertido, sem vergonha. Já Sebi era um cara muito mais tímido. Com Sebi nunca tive muita relação justamente porque não era um cara de falar muito.
Darío me contou então que estava preocupado porque via que Sebi não se engraçava com nenhuma gatinha, não dava em cima de ninguém, evitava sair pra dançar com os amigos... Parece que uns dias antes Darío tinha apresentado a Fede, uma amiga dele que tava afim dele, e Sebi tinha evitado de propósito que rolasse qualquer coisa com a moça. "Acho que ele tá cagado de medo", me disse Darío. "Acho que nunca ficou com nenhuma gatinha e cada vez tem mais medo, e isso paralisa ele". Continuamos conversando um pouco sobre isso e a conversa eventualmente foi pra outros assuntos.
Voltamos pro sítio onde começamos a preparar tudo praquela noite. Cozinhávamos um pouco, íamos pra piscina nos refrescar, saíamos, continuávamos ajudando a montar tudo...
Lá pelas 7 da tarde estávamos terminando de cozinhar e eu falei pro Darío se a gente ia dar um último mergulho antes de subir pra tomar banho e nos trocar pro jantar. Ficamos uns 15 minutos na piscina e subimos pro primeiro andar, onde ficavam os quartos e o banheiro.
Entrei no banho primeiro porque queria ter tempo depois pra me maquiar um pouco e me arrumar. Quando saí do banho, Darío entrou. Poucos minutos depois, ouço ele gritando do banheiro: "Meli! Me alcança uma toalha, sua burra! Você usou as duas que tinham!". Fui no armário, peguei uma toalha e fui pro banheiro. Ouvi que o chuveiro tava ligado e achei que ele já tava se lavando, então sem pensar muito entrei pra deixar a toalha perto do chuveiro. Pra minha surpresa, quando entrei ele ainda não tinha entrado no chuveiro. Tava parado, totalmente pelado, prestes a entrar. Assim que vi, levei um susto, era a primeira vez que via ele nu e o corpo dele me impactou. Mas o que mais me impactou foi o tamanho do caralho. Tinha um pedaço enorme. Digno de um prêmio Nobel de pica mais generosa. Acho que não deve ter passado de 1 segundo que fiquei olhando até tampar os olhos e falar "Desculpa, arrombado!!! Achei que você tava tomando banho". Na hora, os dois caímos na risada com a situação e ele disse "Relaxa, a gente se conhece há tempo demais e tenho certeza que você já viu mais de um cara pelado...". Eu ri e saí rápido do banheiro.
Voltei pro quarto e terminei de me trocar e me maquiar sem conseguir parar de pensar no corpo incrível que o Darío tinha. Me arrepiava a pele, de repente me peguei bem excitada, pensando no Darío de um jeito totalmente diferente. Passaram mais alguns minutos e, enquanto eu terminava de me preparar, Darío bate na porta do meu quarto. "Mel, acho que deixei a mochila aí dentro, posso entrar pra pegar a roupa e me trocar?". "Pode, claro" respondi. Então ele abriu a porta. Tava com o torso nu e a toalha amarrada na cintura. Desde que entrou, não consegui parar de olhar. Via o volume dele marcando por baixo da toalha, enquanto o corpo ainda estava meio molhado do chuveiro. Não passou mais que alguns segundos até ele falar "Qual é, vacilona? Não consegue parar de me olhar! Tão gostoso assim?" num tom de brincadeira. Fiquei super sem graça. Era óbvio que eu tava pirando, que tava pegando fogo por dentro, mas não conseguia falar. A única coisa que fiz foi rir e tentar seguir na minha. Mas nunca rolou. Me virei de novo pra onde ele tava, mas agora ele já não tava mais com a toalha. Tava no chão e o corpo dele tinha ficado completamente exposto. Me olhava fixo. Senti minhas bochechas ficarem vermelhas que nem tomate. Não conseguia parar de olhar.
Então, na hora, o impulso venceu minha mente e eu me joguei em cima dele. Começamos a nos beijar como se a gente tivesse se desejado a vida inteira. Nos tocávamos, nos descobríamos. Éramos tipo dois estranhos que se conheciam. Perfeitamente. Explorávamos com as mãos cada cantinho dos nossos corpos enquanto nossas línguas dançavam se estimulando uma na outra. Ela me parou e disse: "Tem certeza que quer fazer isso? Não vai ter volta, hein!" E eu respondi: "Já não tem volta, Dari!". Continuamos nos beijando e eu sentia o pau dela crescendo cada vez mais, fazendo pressão contra minha perna. Eu tava com uma saia bem curta e uma regatinha. Rapidamente, a vara dela se enfiou por baixo da minha saia e começou a se esfregar na minha calcinha fio dental, por baixo da qual minha buceta já tava molhando na velocidade da luz. As mãos dela deslizaram por baixo da minha regata e ela começou a acariciar meus peitos, fazendo minha pele arrepiar e os bicos endurecerem na hora. Segundos depois, minha regata já tava no chão e os dedos dela desabotoavam habilmente meu sutiã pra deixar meus peitos sensíveis à mostra. Os dedos dela deslizavam suavemente, acariciando a borda dos meus bicos, me causando uma onda de prazer. Então eu peguei o pau dela e comecei a acariciar, esfregava as bolas e depois voltava a percorrer aquele tronco grosso até chegar na cabeça. Eu precisava ter o pau dela dentro da minha buceta.
Num rompante de consciência, percebi que a gente já tinha passado um tempão lá em cima e que a qualquer momento iam nos chamar pra descer, então nem pensei duas vezes. Me virei, apoiei as mãos na parede com os braços esticados, levantando toda a raba, puxei minha calcinha pro lado e peguei o pau dela pra enfiar dentro de mim. No começo foi difícil de entrar, entre minha buceta apertadinha e o pauzão dela. Mas devagarzinho ela começou a fazer pressão, empurrando o pau com o corpo todo. Senti uma mistura de sensações abrupta, uma pitada de dor combinada com um prazer extremo que percorreu meu corpo inteiro de forma violenta. Lentamente, ela metia e tirava o pau, estimulando cada centímetro da minha buceta, fazendo ela ficar cada vez mais molhada. Levantei um pouco mais a bunda. enquanto soltei uma mão da parede pra agarrar a bunda dele. Empurrei ele contra mim, fazendo com que me penetrasse até o fundo. A carne dele me preenchia. Meus sentidos despertavam. Minha cabeça tava cheia de prazer. Sentia que meu corpo não ia aguentar.
Darío começou a se mover cada vez mais rápido, aumentando o ritmo e intensificando meu prazer. Nossa respiração começou a virar gemidos cada vez mais fortes, que tentávamos calar em vão. Aí ele tirou o pau e me levou pra cama. Me deitou, colocando minha bunda na beirada, levantou minhas pernas, levando meus tornozelos pros ombros dele, e me penetrou de novo, dessa vez indo ainda mais fundo. Minha buceta sugava o pedaço inteiro dele, envolvendo ele em umidade e prazer. Sentia como a enormidade do pau dele pressionava minhas paredes vaginais, estimulando cada milímetro do meu ser. Ele começou a me comer violentamente. Sentia as bolas dele batendo na minha bunda enquanto o pau entrava e saía numa velocidade avassaladora.
Fechei minhas pernas. Juntei meus joelhos. Agarrei meus peitos, enganchando meus bicos entre os dedos e apertando eles. Meu corpo inteiro se desintegrou num orgasmo maravilhoso. Meu prazer, transformado num elixir doce e molhado, se espalhou pelo pau dele enquanto minhas costas arqueavam uma e outra vez. Na mesma hora ele perguntou: "Onde você quer?" "Quero que você encha meus peitos de porra", falei num tom entre desafiador e suplicante. Então ele investiu uma, duas, três vezes na minha buceta destruída e depois tirou. Vários jatos mornos banharam todo meu peito. Espalhei toda aquela porra pelos meus peitos, enquanto olhava fixo nos olhos dele. Nossos olhares não se desgrudaram por vários segundos.
Não passaram mais de 2 ou 3 minutos até gritarem lá de baixo pra gente ajudar a pôr a mesa. Rapidamente nos limpamos com a toalha dele e nos vestimos. Me arrumei rápido pra descer e, quando tava saindo, Dario me disse: "Tive uma ideia. Você topa que hoje... À noite, vamos fazer isso e convidar o Sebi?" "Que?? Cê tá louco?? É teu irmão, porra!!!" "Exatamente, quero ajudar ele, quero que ele perca o medo do sexo, talvez se ele nos ver fazendo, ajude ele a se soltar um pouco". "Nem fodendo", eu disse. "Pensa bem, ele não vai sair daqui, vai ficar entre nós, e vamos dar uma mão enorme pra ele".
Fui embora sem responder. A ideia me parecia absurda. Já bastava a confusão que o sexo incrível que eu tinha acabado de ter com meu quase-primo tinha feito na minha cabeça... Só me faltava mais essa bagunça naquela noite.
Descemos, arrumamos a mesa e sentamos pra jantar. O jantar foi normal, conversamos besteiras, brindamos e tal. De vez em quando, trocávamos olhares cúmplices com o Darío, e sorríamos, mas obviamente sem falar nada. O que ele tinha me dito ecoava na minha cabeça. Eu não achava que fosse uma boa ideia, mas ao mesmo tempo morria de vontade de que o Darío me desse outra trepada daquelas.
Depois do jantar, levantamos a mesa, brindamos à meia-noite, saímos pra ver os fogos de artifício e, depois de um tempo, o Darío chama o Nico. Ele diz: "Trouxe de casa um rum espetacular, que tal subirmos e ficarmos bêbados um pouco?". Darío conhecia bem minha fraqueza por rum e, aparentemente, o Sebi também curtia, então os dois toparam. Subimos pro meu quarto e o Darío propôs: "Vamos jogar um jogo. Tenho um dado. Cada um na sua vez joga o dado e tenta adivinhar o número que vai sair. Antes de jogar, propõe uma prenda. Se acertar o número, os outros dois têm que tomar um shot de rum e cumprir a prenda. Se errar, quem jogou tem que tomar o shot e cumprir a prenda que ele mesmo propôs."
Começamos a jogar propondo prendas bestas, tipo dar várias voltas até ficar tonto, ou comer uma colherada de pasta de dente... Aí, num momento, é a vez do Darío e ele diz: "Escolho o 6. Se sair, vocês dois têm que se beijar. Se não, eu tenho que beijar um de vocês. vocês". A peça era evidente e idiota. Era óbvio o que ele queria. Mas naquela altura, com vários shots na cabeça e a mente fervilhando a mil com o que tinha acontecido antes, não consegui me negar.
Ele puxou e saiu o 4, acho, ou o 3... O que é certo é que o 6 não saiu. Então ele tomou o shot dele e disse: "bom, pra evitar incesto, vou dar um beijo na Mel". Ele se aproximou e encostou os lábios nos meus. Instantaneamente, uma nova onda de arrepios percorreu meu corpo. Comecei a me excitar na hora e intensifiquei a paixão daquele beijo lindo. Começamos a nos beijar com cada vez mais intensidade, nos aproximando mais e mais. Rapidamente, ele agarrou meus peitos com as mãos, massageando-os e despertando meus mamilos novamente. Depois, tirou uma das mãos dos meus peitos para passá-la por baixo da saia e começou a esfregar minha pussy por cima da minha calcinha fio dental. Claro, minha pussy já estava se molhando de novo, pronta pra começar outra sessão de sexo intenso. Eu desabotoei a camisa dele e a tirei, deixando o torso dele nu. Rapidamente, tirei a calça jeans dele e o fiz sentar na cama. O pau dele estava completamente duro, se erguendo imponente na minha frente. Então, envolvi ele com meus lábios, fazendo uma pressão suave, e engoli todo o pau dele até o fundo da minha garganta. Eu gozava me afogando naquele pau enorme, que me dava pequenas ânsias. Enchi todo o pau dele de saliva, lubrificando enquanto continuava chupando até o fundo. De repente, ele se levantou e me sentou na cama pra enfiar o rosto inteiro na minha pussy por baixo da saia. As lambidas dele percorriam toda a minha pussy, estimulando meu clitóris. O calor subia pelo meu corpo todo, eu fechava os olhos pra desligar qualquer sentido que não fosse o tato, pra maximizar a sensibilidade de cada lugar do meu corpo. Depois de alguns minutos, Darío se levantou, tirou minha saia e a calcinha fio dental, e começou a me comer selvagemente enquanto eu flexionava minhas pernas, apoiando os joelhos na cama. minhas tetas e deixando minha buceta totalmente exposta pra que o pau dele abrisse caminho e me desse um prazer imenso. O pau dele entrava e saía com facilidade até o fundo do meu ser, enquanto com minhas mãos eu me agarrava aos lençóis desesperadamente. Aí num momento, Darío tirou o pau dele e eu me sentei.
Foi aí que me toquei que o Sebi tava ali. Entre o álcool e o delírio que o prazer que o Darío me dava causava, eu tinha esquecido completamente que o garoto tava presente. Quietinho e num canto do quarto, ele tava sentado na outra cama com o jeans desabotoado enquanto se acariciava o pau jovem dele. Podia ser inexperiente, mas a ferramenta de trabalho dele era mais que correta. Então, quando o Sebi percebeu que eu notei a presença dele de novo, ele se inibiu e começou a subir a calça. Aí eu me afastei do Darío e me aproximei dele, e num tom de puta insaciável que eu nunca tinha ouvido de mim mesma, falei: "O aluno quer colocar em prática os conhecimentos teóricos que acabou de adquirir?" O coitado do garoto não sabia onde se esconder. Eu tava apertando ele. Ele tava totalmente duro, mas morria de medo. Então, sem pensar duas vezes, eu abaixei a calça dele de novo e comecei a chupar o pau dele. Na hora, ele estremeceu no primeiro contato da minha língua com a cabeça dele. Enquanto eu chupava o pau do Sebi, o Darío se colocou atrás de mim e começou a acariciar minha buceta, deslizando dois dedos dentro de mim. Na hora, eu gemi de prazer enquanto envolvia o pau do Sebi com meus lábios. Então, pela primeira vez, o Sebi falou: "Não aguento mais, Melina, você vai me fazer gozar!" Aí eu falei: "Se vai gozar, que valha a pena, aluninho..." Então eu sentei em cima dele, colocando minhas tetas na cara dele, enfiando o pau dele dentro da minha buceta bem molhada. Comecei a cavalgar ele selvagemente, arrancando uns gemidos de prazer enormes dele. Acelerei o máximo que pude até que uma força avassaladora jorrou um rio de gozo. Dentro de mim. Sebi se contorcia sentado enquanto me segurava pela cinturinha. Aí eu me levantei e o pau dele ficou brilhando à mostra, enquanto da minha buceta escorriam os restos da porra abundante dele. Então olhei pro Darío e ele disse: "Agora é minha vez, profe".
Aí me abaixei e comecei a chupar o pau dele feito uma louca. Massageava os ovos dele enquanto devorava a enormidade daquela carne. O pau dele tocou minha garganta umas 4 ou 5 vezes até que o corpo dele se tensionou e o gosto do delicioso esperma dele inundou minha boca. A porra dele foi tanta que parte do leite escorria pelo canto dos meus lábios. Ele tirou o pau da minha boca e eu engoli toda a porra dele, deixando minha boca e o pau dele completamente limpos.
Deixei os dois irmãos exaustos, cada um deitado numa cama. Peguei minha roupa e fui pro quarto ao lado sem dizer uma palavra, mas com um sorriso enorme. Me senti muito puta, e amei isso.
Na manhã seguinte, acordamos e tudo seguiu como se nada tivesse acontecido. Almoçamos, fomos pra piscina à tarde, e à noite voltamos pra capital. Quando cheguei, desfiz minha mala e num bolso lateral encontrei uma folha de papel dobrada que eu não tinha colocado ali.
Desdobrei.
Lia-se: "Obrigado, profe" e assinava Sebi.
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Deixo pros meus novos leitores meus relatos anteriores pra vocês curtirem!
Minha primeira vez com 2 paus! --> http://www.poringa.net/posts/relatos/2480704/Mi-primera-vez-con-2-pijas-y-mi-primer-post.html
Consolando a Lara (Minha primeira experiência lésbica) --> http://www.poringa.net/posts/relatos/2480910/Consolando-a-Lara-Mi-primera-experiencia-lesbica.html
Comida por uma besta nas serras cordobesas...--> http://www.poringa.net/posts/relatos/2481239/Cogida-por-una-bestia-en-las-sierras-cordobesas.html
Nada como uma boa trepada nos médanos...--> http://www.poringa.net/posts/relatos/2481533/Nada-como-un-buen-polvo-en-los-medanos.html
H.S.A. (Hermoso Sexo Atípico). Capítulo I. --> http://www.poringa.net/posts/relatos/2483522/H-S-A-Hermoso-Sexo-Atipico-Capitulo-I.html
H.S.A. (Hermoso Sexo Atípico). Capítulo II. --> http://www.poringa.net/posts/relatos/2484193/H-S-A-Hermoso-Sexo-Atipico-Capitulo-II.html
A voragem de uma aventura passageira. --> http://www.poringa.net/posts/relatos/2491852/La-voragine-de-una-aventura-pasajera.html
Descobrindo meu vício... --> http://www.poringa.net/posts/relatos/2493825/Descubriendo-mi-adiccion.html
26 comentários - Professora do sexo por uma noite...
🤤 🔥
Este fragmento, por lejos es uno de las imagenes mas graficas que lei en Poringa y me dejo terriblemente caliente! Concuerdo con usted, que es su obra maestra, no solo por como lo cuenta sino tambien, por la experiencia en si misma! Muy caliente!
Mi cerebro se rinde con usted...
Muy bueno