Amigo Negro, O Macho da Minha Mãe

Anteriormente:

-Mãe: que solução?

-Nelson: É que não sei como explicar com respeito, é a mãe do meu amigo...

-Mãe: Ahh Nelson, pelo amor de Deus, você me viu pelada e eu a você, dançamos nus uma dança bem "animada" e agora você está no meu quarto pelado em cima de mim, não tenha vergonha, eu me segurei para te contar o problema que tive por ter aberto as pernas, então vamos lá, conte sem vergonha.

-Nelson: Tem razão, então veja... - momento em que meu amigo fingiu guardar a vergonha que não tinha... - SE você ficasse de quatro com as pernas bem fechadas, só me deixaria ver seu ânus, e mal seus lábios vaginais, mas fechados, como já os vi antes - meu Deus... nesse momento percebi que tudo tinha saído do controle de um jeito incrível... caralho...

-Mãe: ... Hmm... - minha mãe ficou olhando para a parede, pois não conseguia olhar para Nelson já que ele estava de bruços... - bom, talvez você tenha razão, mas pô, ficar de quatro na frente de um amigo do meu filho, abrir minha bunda e ele passar creme enquanto está pelado... - Nelson estava perdendo a batalha e teve que reagir.

-Nelson: Vamos fazer uma coisa, tire a toalha e eu passo a pomada nas suas nádegas, e se você se sentir confortável fazemos o que eu disse e eu vou pro quarto vestir minha roupa, tá bom?

-Mãe: Tá bom, me parece bem - falar em ficar de quatro e se abrir tinha feito ela esquecer que também não queria que ele tocasse sua bunda...

-Nelson: Bom, então tire a toalha - minha mãe levou a mão à toalha e pude ver como ela a retirava e a deixava cair no chão... - Isso, bom, vamos tentar resolver isso - Nelson estava olhando para aquela bunda que ele já tinha visto até cansar nessas últimas 3 horas, mas com a vantagem de que agora, além disso, ia tocá-la, e eu sabia que ele tentaria esquentar minha mãe para que ela aceitasse a proposta de Nelson, e o primeiro ato do meu amigo para aumentar a temperatura da mamãe aconteceu. Meu amigo Nelson pegou um pouco Peguei o tubo de pomada na mão e disse pra minha mãe pegar o tubo e colocar na mesinha, porque tava sujo e se deixasse nas cobertas ia acabar manchando. Aí minha mãe esticou a mão esquerda pra trás, começou a procurar o tubo às cegas, e nesse momento Nelson foi aproximando o pau dele de onde ela tava procurando. ELE TAVA QUERENDO QUE MINHA MÃE PEGASSE NO PAU DELE. Minha mãe continuou procurando às cegas até que finalmente agarrou o pau...

- Mãe: Finalmente, não tava achando.

- Nelson: EMMM, desculpe, mas isso não é o tubo. Minha mãe abriu os olhos de repente e, sem soltar o pau, se levantou e virou a cabeça pra ver o que tava tocando, porque... quando viu do que se tratava, não tirou a mão... continuou segurando enquanto olhava pra pica, depois passou a olhar pro Nelson, que soltou um sorriso e piscou pra ela. Minha mãe devolveu um sorriso tímido e envergonhado e voltou a olhar pro pau dele. Ficou assim mais uns segundos até que meu amigo lançou outro ataque à excitação dela:

- Nelson: Hahaha, é estranho você ter se confundido. Ele levou a mão dele sobre a da minha mãe e apertou. Minha mãe olhou pra ele de novo com uma cara entre confusão e um pouco de tesão. Porque não sei que tipo de tubo de pomada faria isso.

Minha mãe direcionou o olhar pro pau envolto pela mão dela, que por sua vez tava envolta pela mão do Nelson, pra observar a que ele se referia. E o que aconteceu foi que, incrivelmente, o filho da puta começou a puxar bem devagar a mão dele pra trás, fazendo com que a da minha mãe também fosse puxada e, como consequência, a pele daquele pauzão enorme. A cara da minha mãe era um poema... ela foi abrindo os olhos aos poucos até que quase saíram das órbitas, a mesma coisa aconteceu com a boca, mas rapidamente ela fechou, mordendo o lábio inferior... Diante do olhar da minha mãe, ia se revelando uma cabeça de um rosinha clarinho que se destacava naquele corpo negro. A cabeça era enorme e grossa, porque era a parte mais grossa daquele pênis. Uma vez que a pele tinha recuado da... Todos ficaram parados ali por uns 17 segundos que me pareceram horas... Minha mãe não piscava e eu podia ver como ela deixava a boca entreaberta de vez em quando. Meu amigo soltou a mão da minha mãe e ela continuou segurando aquele membro, puxando a pele para trás, então Nelson a interrompeu:

- Nelson: Você vai ter que me dizer que tipo de pote de pomada consegue fazer isso - minha mãe, sem soltar o membro nem esconder a glande, olhou para o rosto dele, baixou o olhar novamente como se estivesse absorta em seus pensamentos e disse baixinho:

- Mãe: Um muito bom - puta foxy, minha mãe tinha uma foxy dentro dela que não fazia nada além de dar as caras...

- Nelson: HAHAHA simm, pode ser hahaha, mas me diga, continuamos com a massagem?

- Mãe: Ai, me perdoa Nelson, sim continua, deixa o pote aí largado, tanto faz se sujar - minha mãe voltou a se deitar de bruços e Nelson se lançou a tocar sua bunda... filho da puta... Ele ficou massageando à vontade, tocando de cima a baixo. Depois de alguns minutos assim, Nelson começou a avançar em suas tentativas, começou a massagear as nádegas da minha mãe e a separá-las pouquinho a pouquinho com cada massagem que dava, cada vez separava mais até que minha mãe deu um pulo e pediu que ele tivesse cuidado ao abrir suas nádegas. Minha mãe demonstrava sua teimosia em não mostrar o ânus para meu amigo, então Nelson, depois de se desculpar, começou a sentar em cima da minha mãe, acrescentando que estava cansado de ficar de joelhos, minha mãe não ligou. Nelson começou a subir para a parte superior das costas, estava sentado onde a bunda da minha mãe terminava, e seu pau descansava sobre a bunda dela, então sem aviso começou a deslizar para baixo, escorregando seu traseiro até os tornozelos da minha mãe. Quando já tinha descido o suficiente, o pau saiu da bunda para baixo e ficou pendurado na virilha, depois lentamente voltou a subir mas seu rabo apontava para baixo, então não era possível que ele voltasse a subir na bunda da minha mãe sem que este a levasse com as mano, mas não era isso que o Nelson queria, ele continuou subindo até que o pau dele ficou preso na virilha dela, como minha mãe fazia pra dormir... meu amigo agarrou os ombros da minha mãe... Eu não tinha ideia do que ele queria fazer... e ele me mostrou... Ele segurou nos ombros e puxou o corpo da minha mãe pra baixo, fingindo fazer uma massagem enquanto levantava o quadril pra cima... Não dava pra ver direito o que tava acontecendo na virilha da minha mãe, mas pelo movimento eu imaginei que o pau dele devia estar fazendo força contra a buceta dela, e o suspiro que ela soltou confirmou:

- Mãe: Mmmmbfff... - ela tava corada, mas não de vergonha, e sim de tesão - meu amigo deu mais algumas empurradas, fazendo minha mãe soltar uns gemidos.

- Nelson: Nossa, tô machucando? Perdão, espera que eu afasto - ele pegou o pau, levantou, esfregou com força na virilha e deixou cair na bunda da minha mãe, que falou:

- Mãe: Mm não, querido, tanto faz, não tava me incomodando - claro que não... puta, você não se incomoda com um pauzão na sua virilha...

- Nelson: Bom, já terminei aqui, me diz, topa fazer o que eu propus?

- Mãe: Mmm bom... acho que não tem problema, né? - PUUUUUUTA QUE PARIU, COMO CARALHO ELA PENSA EM DEIXAR O AMIGO DO FILHO VER O CU DELA?

- Nelson: Perfeito, amanhã quando não estiver ardendo você vai ficar feliz de ter feito, vai ver. Vai se posicionando enquanto eu vou me vestir - ele saiu de cima da mamãe e ficou de joelhos na cama do lado dela... bem perto do rosto da minha mãe, que se sentou e virou de lado olhando pra ele. Ele percebeu que minha mãe tava olhando de lado pro canhão e, agarrando ele, puxou a pele pra trás, o que fez minha mãe fixar o olhar. Ele mostrou a cabeça de novo, depois se levantou e disse pra minha mãe que ia se vestir, e ela respondeu:

- Mãe: Nãão, não Nelson, já não precisa, te fazer vestir seria muito indelicado da minha parte... - É, CLARO, QUE DESCULPINHA É ESSA...

- Nelson: Mas olha... é que... agora sou eu quem vai ter o problema - minha mãe, surpresa, disse:

- Mãe: Que problemas?

- Nelson: Bom, veja bem, até agora consegui me segurar porque era a mãe do meu amigo, mas se você vai ficar... assim, de bunda pra cima, abrindo o cu, me mostrando o... bom, você sabe, o ânus... bem, temo que meu pau vai reagir... você sabe como é - minha mãe ficou olhando pra ele, era verdade que ela tinha visto de perto e de longe aquele pauzão, mas até agora, com tudo que tinha acontecido, nunca tinha visto ele empinado, só notou ele duro à noite e ela pensava que seria de um sonho erótico. Então lembrou que à noite ele parecia enorme, mas não tinha conseguido ver direito, e acho que, na minha opinião, ela ficou curiosa:

- Mãe: Você pode ficar empinado, diz? - empinado, a primeira vez que ouvia isso da boca da minha mãe - bom, moço... isso é normal, não se preocupe... Fica assim mesmo, não vá acordar o Carlos - Carlos estava acordado esse tempo todo e veria como sua mãe abria o cu para o deleite do amigo, puta cadela... Para evitar que parecesse que queria ver aquele prodígio da natureza viril empinado, ela disse - Mas tenta se segurar, tá?

Nelson aceitou e ficou aos pés da cama, minha mãe desceu e ficou na frente dele, virou a cabeça pra olhar o rosto dele e se ajoelhou na cama, deitou de novo de bruços e disse:

- Mãe: Bom, lá vamos nós - começou a levantar a bunda até ficar apontando pro teto - olha aí se consegue passar o creme sem que eu tenha que ajudar abrindo, porque me dá muita vergonha - minha mãe estava com a bunda apontando pro teto e as pernas totalmente fechadas, o que dava um contorno na bunda que dava vontade de montar, Nelson se virou pra mim tocando o pau e me deu um sorriso, voltou a olhar pra minha mãe e aproximou o rosto da bunda... ficou tocando a racha da minha mãe com os dedos sujos de pomada, e disse que não tava alcançando muito bem, mas que dava um jeito. Depois de alguns minutos, ele se levantou e se encostou na minha mãe... arqueou a de costas por cima da minha mãe, nesse momento ele tinha o pau dele tocando a bunda dela e ela sentia, pois quando meu amigo puxou ela pra perto do ouvido dele eu pude ver como ela abriu os olhos de surpresa e ficou corada. Meu amigo colado no ouvido dela disse:

-Nelson: não tô indo muito bem, desculpa, eu tentei- em seguida ele se levantou de novo e se afastou da minha mãe… Podia ter dito sem grudar na minha mãe mas aquele negro era um miserável…então minha mãe disse que não tinha problema, e observei em câmera lenta ela levando as mãos até a bunda… agarrou com cada mão uma nádega….. OHH DEUS LÁ VEM O MOMENTO, meu amigo estava atônito e o pau dele começou a inchar depois de a noite inteira evitando isso. Minha mãe começou a abrir a bunda e não parou até chegar no máximo…. Que panorama meu amigo tinha diante dele…. Minha mãe de quatro abrindo a bunda ao máximo com ele atrás completamente empinado. Meu amigo depois de uns segundos começou a tocar a racha da minha mãe, passava os dedos molhados de lubrificante por toda a racha, em um desses movimentos posou o indicador no cu da minha mãe que ao sentir o dedo deu um pulo, ele ignorou aquele pulo e começou a acariciar o ânus dela. Ficaram assim uns minutos em silêncio…. Então meu amigo que exibia um pau empinado em todo seu esplendor se grudou na minha mãe até tocar com a ponta do pau onde as pernas dela se juntavam, concretamente nos lábios fechados da minha mãe e disse:

-Nelson: Nossa, já me… empinou… sinto muito..

- Mãe: Sério? - esse tom soou alegre com a notícia então minha mãe se levantou e virou pra ver…….- CARALHO-- fiquei gelado com a reação da minha mãe…. Tão fodidamente exigente com palavrões e não tem como ver como eles saem da boca dela- que rola Nelson….. Isso entra nas minas com quem você transa?

-Nelson: Muito obrigado hahaha, pois é, algumas aguentam ele todinho e outras só aguentam a cabeça.- O pau do Nelson empalmado tinha a cabeça pouco menor que um punho.

- Mãe: Meu Deus, imagina como deve ser sentir esse pedaço deslizando por dentro... - ela disse isso completamente alheada. Recuperou a compostura e pediu desculpas pelo comentário.

- Nelson: Relaxa, bom, já terminamos.

Minha mãe estava se levantando sem tirar os olhos daquele falo:

- Mãe: Muito obrigada por tudo, Nelson, mas não conta pro Carlos que fiquei de quatro pra você passar pomada na minha bunda, tá? - então de repente Nelson a interrompeu:

- Nelson: NÃÃÃO, QUIETA - meu amigo gritou - Não pode levantar até a pomada secar, senão não adianta nada. Fique parada enquanto seca, volte pra posição de antes e espere uns quinze minutos mais ou menos - isso era putaria da pura mentira, a pomada não perderia efeito por ela se mexer... Esse filho da puta só estava tirando sarro da minha mãe.

- Mãe: Ai, Deus, que desastrada que eu sou, obrigada por avisar, não sabia de nada. Bom, então mais uma vez obrigada e boa noite... E por favor não conta pro Carlos que eu abri as nádegas pra você... - disse isso enquanto voltava pra cama com a bunda empinada e abrindo ela com as mãos. Meu amigo deu uma última olhada e se despediu:

- Nelson: Imagina, pelo amor de Deus, a senhora me acolheu na sua casa, é o mínimo que posso fazer. E fique tranquila que não vou contar nada disso pro Carlos, mas você também não conta que eu fiquei de pau duro, hein? Boa noite - ele se aproximou dela e, agachando, deu um beijo nas bochechas, algo que me enchia o saco que estivesse virando costume. Depois de dar o beijo, deu outro, mas mais perto dos lábios, depois outro e outro até dar um selinho... Minha mãe demorou uns segundos pra reagir, e quando o fez, Nelson já estava fechando a porta do quarto, deixando ela naquela posição tão humilhante por quinze minutos.

Assim que chegamos no quarto, Nelson e eu nos metemos na cama e, sem mais nem menos, ele começou a se masturbar enquanto conversávamos:

- Nelson: Caralho, mano, você viu o show? Hahaha, meu Deus, olha como ela me deixou – Ela me mostrou o pauzão descomunal, cheio de veias prestes a explodir, enquanto continuava se masturbando.

- Eu: Pois é, vi sim… e já tô vendo como ela te deixou… – A mão dela socava num ritmo frenético que fazia a cabeça do pau sair do seu refúgio uma vez atrás da outra.

- Nelson: Uff, mano, hahaha, o que você achou? A gente faz um belo par, né? Hahaha, que tesão que a safada me deu quando tocou no meu rabo em vez do pote de pomada, hahah, e depois não queria soltar. – De vez em quando, ele dava uma olhada de lado pra punheta que estava dando, e numa dessas pude ver ele começar a vazar líquido pré-gozo, que começou a escorrer por aquele tronco até chegar na mão do meu amigo, que com os movimentos espalhou por todo o pau, deixando tudo molhado e brilhando.

- Eu: Já vi, não perdi detalhe, principalmente me impactou a cara que a Foxy fez quando te viu com o pau pra fora.

- Nelson: Hahaha, é verdaddde. Ai, Deus… Carlitos, não quero te iludir, mas acho que você vai ter um papai daqui a pouco, hahaha, buuuff, mano, e ainda acertei sobre a bunda.

- Eu: Como assim?

- Nelson: Pois é, ela tem mesmo o cu super fechado, deve ser virgem anal – Com certeza, eu não via a santinha da minha mãe fazendo sexo anal… Sempre imaginei ela como uma mulher que, se transava, era porque o marido pedia, e na posição do missionário, no máximo.

- Eu: Eu já imaginava, minha mãe não é dessas.

- Nelson: Então relaxa, que pra isso eu tô aqui, pra dar uma acelerada na sua gostosa… OOOOH, esqueci de te contar outra novidade.

- Eu: Qual?

- Nelson: Pois é, descobri mais um segredinho da sua mamãe. Quando sua mãe me mostrou a bunda, pude ver que, enquanto a xoxota ela mantém cuidada e aparada com aquela faixa castanha, na bunda ela tem uns pelinhos em volta do buraco, hahaha, hahaha, a putinha não depila os pelinhos do cu, hahaha.

- Eu: Sério? – Eu dava moral, pois não. queria vê-lo irritado, e por que não admitir? Bom, porque me excitava que ele me contasse essas coisas – Sua punheta começava a ficar sonora porque ele tinha a virilha molhada de suor e líquido pré-gozo. Essa cena mais as narrações do Nelson obrigaram minha mão a descer até minha virilha e começar a me masturbar bem de leve.

-Nelson: kkkk sim cara, tem uns pelinhos nascendo ao redor do buraco kkkk e combinam com os da buceta, porque são castanhos, mas não tenho certeza se é a cor natural ou se é que os pelinhos ficam tingidos quando ela vai cagar kkkk.

-Eu: acho que deve ser a cor natural, minha mãe sempre foi muito, mas muito limpa… – quis deixar claro desde aquele momento que pelo menos minha mãe não seria uma promíscua que não limpa a bunda depois de cagar. Nelson começou a ficar tenso e a bufar com as punhetadas, sua gozada estava prestes a vir.

-Nelson: kkkk calma, potrinho, eu já sei disso, sua mãe tinha o cu todo limpinho limpinho, caralho, vou gozar, me passa a cueca que você me deixou essa manhã que tá do lado da sua cama – Parei de bater uma e joguei pra ele. Nelson começou a gozar de um jeito desumano em cima da cueca, deixando ela toda perdida de porra. Quando acabou, jogou ela pro fundo do quarto, fazendo um barulho de pano molhado, e bem molhado mesmo. Não aguentei e, fechando os olhos imaginando tudo que aconteceu, gozei também, não jorrei nem metade do leite que o Nelson, mas foi o suficiente pra deixar uma grande mancha de porra nos lençóis.

-Nelson: hmm essa punheta eu dei pensando na dança que tive com sua mãe na sala, pra você saber… hmm bom, vamos revisar suas tarefas pra amanhã, no café da manhã você vai perguntar como foi a massagem, tem que parecer que você não sabe nada de tudo que faço com ela sozinho. Reparei que de manhã depois de comer ela escova os dentes e depois toma banho, pra finalmente ver TV, então assim que Acabei de tomar café da manhã e vou ao banheiro. Você vai esperar um pouco até ouvir a torneira da pia abrir, o que significa que ela está prestes a escovar os dentes. Aí você entra de repente e a expulsa, dizendo que precisa cagar urgentemente, e manda ela subir. Eu vou me levantar dizendo que iria para o quarto, então ela vai supor que está vazio e vai para o de cima, mas lá estarei eu tomando banho e vamos ver o que acontece:

- Eu: Mas e aí, o que eu faço?

- Nelson: Haha, seu voyeur de merda. Quando ouvir ela subindo as escadas, siga-a, mas com cuidado para não ser ouvido, imbecil. - Eu concordei e os dois dormimos.

Na manhã seguinte, por volta das 11 horas, minha mãe, que tinha o hábito de me acordar gritando do andar de baixo, nos acordou batendo na porta:

- Mãe: Garotoooos, acordem, estão visíveis? - O que mais importava isso depois do que aconteceu ontem à noite?

- Eu: E aí, mãe, que porra você quer? Ainda estamos na cama. - Então ela abriu a porta e entrou no quarto. Estava de pijama, se aproximou da minha cama e, incompreensivelmente, me deu um beijo na bochecha, desejando bom dia e dizendo para descemos que o café da manhã já estava pronto. Depois, ela se virou e foi até a cama do Nelson, se abaixou para dar um beijo na bochecha, mas Nelson virou o rosto. Minha mãe, vendo o movimento, continuou com a intenção de dar o beijo e acabou dando um selinho e desejando bom dia. Em seguida, se preparou para descer para a cozinha. Nós nos vestimos com os pijamas do dia anterior e fizemos o mesmo. Ao entrar na cozinha, minha mãe estava à cabeceira da mesa, e eu me sentei à sua direita e comecei a preparar minhas torradas. Nelson entrou atrás de mim e, ao passar ao lado da minha mãe, colocou a mão no ombro dela e se aproximou para dar outro beijo, ao que minha mãe ofereceu os lábios para receber um selinho... Nelson deu, e minha mãe devolveu outro na hora. Aquele selinho foi sonoro. Meu amigo se sentou e começamos a tomar café da manhã.

No meio do café da manhã, comecei com minha... primeira obrigação:

- Eu: Mãe, no final, ontem o Nelson passou a pomada em você? - minha mãe ficou corada e baixou o olhar

- Mãe: Sim, querido, seu amigo é muito gentil

- Eu: Passou bem nela, Nelson? Caramba, cara, muito obrigado por ajudá-la

- Nelson: "Ah, pode crer que passei bem, Carlos" - minha mãe continuava olhando pro café e soltou uma risadinha com o comentário - mas você não precisa me agradecer, sua mãe "me ajudou mostrando onde estavam as queimaduras mais fortes" - outra risada, mas dessa vez dos dois, minha mãe olhava pra ele e depois pra mim com um sorriso no rosto e concordando com o que ele dizia, estavam me dizendo o que eu já sabia, mas minha mãe achava que estavam me enrolando e começou a entrar na brincadeira do Nelson, escondendo a vergonha:

- Eu: É verdade, mãe? E pra que você teve que mostrar onde queimava mais?

- Mãe: É verdade, minha vida, "mostrei as áreas que estavam queimadas", e mostrei pra "ele não errar o caminho" - depois desses comentários, olhou pro café e tentou segurar a risada, ela estava gostando da brincadeira, Nelson fazia o mesmo, me cutucando com o pé,

- Eu: E a pomada é boa?

- Nelson: A pomada não sei, cara, tem que esperar pra ver se faz efeito, mas "sua mãe gostou do pote" - minha mãe levou a mão à boca pra segurar a risada e não deixar a gente ver, então tossiu pra limpar a garganta e se recompor:

- Eu: Gostou do pote? O que tinha de especial?

- Mãe: Aham, aham... Pois não estava nada mal... "Era um pote grande", e "o Nelson me ensinou como se tirava a tampa" - quase não conseguiu terminar a frase por causa de um sorriso que o Nelson deu e acabou contagiando ela, ela estava toda vermelha:

- Eu: Não sabia abrir um pote de pomada que o Nelson teve que te ensinar?

- Mãe: Sei abrir potes sim, "já abri uns tantos potes ao longo da vida", mas o que me "surpreendeu nesse foi a tampa enorme que tinha" - outro momento de risadas por causa do trocadilho que estavam fazendo.

- Eu: O que eu ainda não entendo é isso de que você teve que ajudá-la pra ela não errar o caminho… porque ela ia errar?

- Nelson: Carlos, o que acontece é que sua mãe não queria desperdiçar creme, então me pediu pra "mirar bem nas áreas afetadas", e "num momento ela me ajudou com as mãos a selecionar uma área queimada difícil de ver a olho nu" - minha mãe estava com as mãos na testa e olhando pro chão pra evitar que víssemos seu riso, mas dava pra ver perfeitamente, olhei pro Nelson e ele disse:

- Mãe: Bom, isso foi porque não sabia da pontaria que o Nelson tinha, senão, não ajudava

- Eu: pontaria?

- Mãe: siiiim pontaria… "Acertou no centro do alvo" - Nelson começou a se mijar de rir e minha mãe seguiu, eu magoado por ver como minha mãe tentava me zoar daquela maneira guardei meu orgulho e disse:

- Eu: qual é a graça?

- Nelson: ah nada, cara, me deu graça como ela disse a palavra "alvo", pois é, foi assim, sua mãe desconhecia minha incrível pontaria, eu como aquele ditado "onde está o olho ponho o dedo" - minha mãe tapou a boca e ficou olhando atônita pro Nelson por um comentário daqueles, depois olhou pra mim e esperou que eu respondesse:

- Eu: mas o que você tá dizendo, cara, o ditado é onde ponho o olho ponho a bala, pude ver através da mesa de vidro como minha mãe dava leves tapinhas na perna do Nelson e ela disse:

- Mãe: não, querido, acho que é como o Nelson disse, né? - os dois riram

- Eu: bom, como quiserem, você não teria dormido antes do Nelson ir embora, né? Era só o que faltava…

- Mãe: Ai que baa, quando o Nelson foi embora eu fiquei ainda uns quinze minutos com o olho olhando pro teto - esse comentário deixou Nelson surpreso, minha mãe estava demonstrando que esses dias estava soltando uma personalidade safada,

- Eu: Com o olho?

- Mãe: eu disse olhos, querido… - eu sabia muito bem o que ela tinha dito. Acabamos o assunto e continuamos tomando café, então Nelson disse que ia pro quarto, minha mãe acabou de um gole e disse que ela iria Pro banheiro… fiquei esperando um tempinho sozinho na cozinha… e quando consegui ouvir, corri pro banheiro. Minha mãe estava pelada, com uma toalha enrolada no corpo, molhando a escova pra passar a pasta quando apareci e comecei a expulsá-la:

- Mãe: Ei, Carlos, espera que tô aqui.

- Eu: Não dá, mãe, preciso usar o vaso.

- Mãe: Mas vai no de cima, Carlos.

- Eu: Não aguento até lá, caralho.

- Mãe: Bom, então mija rápido enquanto eu escovo os dentes.

- Eu: Mas é que quero cagar. Minha mãe me olhou e ficou quieta, depois fez uma cara de nojo e disse:

- Mãe: Ufa, então vou eu pro de cima.

Ela fechou a porta, e ouvi ela subindo as escadas. Saí de fininho e comecei a segui-la. Cheguei no corredor e minha mãe estava entrando justo no banheiro. Então me dirigi pra porta correndo e colei o ouvido.

Acontece que minha mãe tinha encontrado o Nelson no chuveiro:

- Mãe: Ai, Deus, Nelson, não sabia que você tava aqui. Desculpa, por Deus, desculpa, agora eu vou, desculpa. Minha mãe abriu a porta de novo, o que me deu um frio na barriga. Tive que me esconder no quarto que ficava em frente ao banheiro, aquele que a gente não usava e guardava a tábua de passar, a máquina de lavar e essas coisas…

- Nelson: Por favor, não se preocupe, senhorita Sara. Eu ia me sentir péssimo se você fosse embora por minha causa, de jeito nenhum. Minha mãe estava com a porta aberta, o que me permitiu ver o que acontecia. O Nelson estava no chuveiro (o banheiro de cima tem chuveiro, o de baixo tem banheira), pelado, tapando o pau com as duas mãos.

- Mãe: Mas você tá pelado.

- Nelson: Pelo amor de Deus, senhorita Sara, achei que já estivesse acostumada desde ontem. Não tem problema, já disse que nós dois somos adultos.

- Mãe: Sim, mas mesmo assim seria horrível se por esse motivo você não tivesse privacidade nessa casa.

- Nelson: Quando eu quiser privacidade, eu falo, prometo. O que aconteceu no banheiro de baixo?

- Mãe: O Carlos me expulsou porque precisava fazer ventre.

- Nelson: então por isso eu insisto de novo que você fique aqui, além do mais vejo que trouxe a escova de dentes e eu vou me barbear, então poderíamos fazer companhia um pro outro, não acha?

- Mãe: bom... é que assim olhando... pra falar a verdade já nos vimos pelados, não sei o que tem de errado sendo dois adultos... - então minha mãe foi até a pia e se preparou para enxaguar a boca antes de passar a pasta, para tirar o gosto do café.

- Nelson: Pode me passar a toalha que está do seu lado, por favor? Minha mãe cuspiu a água, olhou pra ele com a testa franzida e disse:

- Mãe: estou começando a me irritar com você me tratando por "senhora", quero que me chame de Sara, tá bom?

- Nelson: como quiser, Sara, - minha mãe jogou a toalha pra ele, ele se secou e pendurou no ombro, foi até a pia, passou a espuma de barbear (essa coisa de se barbear era só pra fazer alguma coisa, já que só tinha uns poucos pelos no cavanhaque) e começou a se barbear enquanto minha mãe escovava os dentes. Ela olhou pro pau dele pelado através do reflexo, e disse:

- Mãe: Não vai se cobrir?

- Nelson: O quê? O "bote"? - e dizendo isso puxou a pele pra trás deixando a cabeça do pau exposta.

- Mãe: hahaha o bote, sim, o bote hahaha coitado do Carlos, me arrependo de ter brincado assim com ele - minha mãe continuou falando normalmente apesar de ver a cabeça do pau do Nelson descascada.

- Nelson: então você me obedeceu e ficou olhando pro teto por um quarto de hora, né? Hahaha - os dois riram às gargalhadas.

- Mãe: pois é, pra falar a verdade sim hahaha, me faz um favor, se vir que o Carlos está chegando, se apressa pra colocar a toalha, hein? - continuaram conversando por mais 2 minutos e depois minha mãe terminou de escovar os dentes, foi pro chuveiro e, sem nenhum pudor, tirou a toalha ficando pelada OUTRA VEZ na frente do meu amigo. Dava pra ver que as costas dela estavam começando a cicatrizar, mas a bunda ainda estava bem vermelha. Nelson se despediu e começou a andar em direção à porta, quando passou do lado da minha mãe ela disse:

- Mãe: Para aí Vaqueiro - Ele ficou parado, desconcertado, então minha mãe deu um sorriso e levou a mão até o pau para empurrar a cabeça pra dentro de novo... - Assim melhor, fecha a porta quando sair, vai lá - Minha mãe entrou no chuveiro e Nelson saiu com uma expressão de triunfo no rosto. Depois do banho, nos trocamos de roupa. Eu coloquei uma camiseta preta da Carhartt e um shorts jeans, Nelson pegou um dos meus conjuntos Adidas preto e dourado, que tinha jaqueta e calça. Minha mãe, porém, vestia uma blusa preta e uma minissaia verde.

O resto do dia foi normal, dentro do esperado... a única coisa mais ousada eram os beijos constantes que eles trocavam na hora de comer ou quando se cruzavam na sala, mas nada além disso... ficamos jogando FIFA a tarde toda até a hora do jantar, minha mãe nos chamou pra comer. Ela tinha feito uns bifes empanados, desligamos o videogame e fomos pra cozinha. Meu amigo entrou primeiro, foi até minha mãe pra dar o beijo tradicional, ela, sabendo das intenções do Nelson, ofereceu os lábios... Sentamos e começamos a jantar.

Quando estávamos quase terminando, minha mãe sugeriu ver um filme, mas que dessa vez fosse de comédia. Nelson aceitou e eu, resignado, sabendo que minha opinião não valia de nada, também. Por coincidência, iam passar o filme Flubber na TV, então decidimos ver esse. Enquanto minha mãe terminava de lavar a louça, nós esperávamos na sala:

- Nelson: Olha, hoje é o dia que vou pegar sua mãe, então sempre que entrar um comercial, some pro seu quarto com qualquer desculpa e lá de cima das escadas, no escuro, você vai poder ver o espetáculo. Reparei no outro dia que dá pra ver o sofá direitinho de lá, então sua mãe e eu vamos ficar naquele sofá. Você faz a jogada do outro dia e se estica na poltrona... e principalmente não atrapalha, que isso é um encontro importante pra sua mãe.

- Eu: OK, mano, o que você disser... - Era incrível como eu estava insensível. Ele voltou esses 3 dias com relação às tentativas dele com minha mãe... Inacreditável.

Minha mãe tinha acabado de lavar a louça e veio até nós, estava lindíssima com aquela camisa preta e aquela minissaia verde justa, o cabelo estava recém-penteado, acho que ela devia ter penteado antes de fazer o jantar... estava uma gostosa, sempre me perguntei por que não herdei os olhos azuis da minha mãe, teria ficado mais bonito... Minha mãe ficou olhando pra mim, e decidiu se sentar no sofá do meu amigo, bem à esquerda do Nelson, que estava sentado lá com meu moletom da Adidas que ficava grande em mim mas nele ficava perfeito... O maluco doidão tava com o zíper meio aberto e não usava camiseta por baixo... Andava pela casa mostrando o músculo...

Uma vez começado o filme, tudo seguiu normal até que de relance pude ver minha mãe começando a ficar desconfortável apoiada no encosto esquerdo do sofá, então Nelson ofereceu o ombro pra ela, ela agradeceu e virou de lado com a cabeça apoiada no ombro do meu amigo.

15 minutos depois começaram os comerciais e eu disse que ia lá pra cima estudar enquanto estivessem nos comerciais:

- Eu: Me avisem quando o filme voltar, aí eu só desço quando começar - dito isso, fui em direção às escadas e bati a porta do meu quarto pra fingir que tinha trancado.

Eles ficaram conversando sobre o filme até que meu amigo se jogou pra dar um beijo nela, o que minha mãe pensou que seria outro beijinho inocente e ofereceu os lábios, então meu amigo deu um beijo de língua na boca da minha mãe, e pude ver que ela estava de olhos abertos. Os segundos passaram e minha mãe fechou os olhos e correspondeu... começaram a se pegar no sofá da minha casa... minha mãe e meu amigo, puta que pariu a vida que me caiu... os dois se beijavam e eu podia ver como às vezes no espaço entre as bocas deles as línguas se enrolavam... Minha mãe levantou a mão esquerda e colocou atrás da cabeça do Nelson, ele se inclinou pra ela e... ele começou a beijá-la com mais paixão enquanto minha mãe passava a mão pela cabeça do amante. O filme começou e eles continuaram se pegando por mais alguns segundos até que meu amigo separou os lábios e ficaram se olhando, deram uma série de beijinhos seguidos e então Nelson gritou:

-Nelson: Eeei Carlos, o filme já começou, desce logo, cara… - abri a porta do quarto e desci até a sala, dei uma olhada rápida naquele casalzinho, estava meu amigo com o corpo meio afundado no sofá e minha mãe deitada de lado com os pés em cima do sofá e apoiada contra o encosto. Pude notar que minha mãe estava mordendo os lábios e um pouco excitada.

Continuamos assistindo ao filme tranquilamente, em um momento percebi de relance que Nelson deslizava os dedos entre as pernas da minha mãe, do tornozelo até os joelhos e vice-versa, mas nada fora do normal. Passados 10 minutos, voltaram outros comerciais, eu me virei para me desculpar, desta vez minha mãe me disse:

-Mãe: Tudo bem, querido, fica tranquilo, aproveita o tempo que eu te aviso, tá bom? - eu concordei e fiz o mesmo teatro com a porta para depois ficar agachado na sombra das escadas. Toda a casa estava escura, exceto a área dos sofás iluminada pela pequena luminária que estava ao lado da televisão. Voltei a me concentrar no sofá, os dois começaram a se beijar de novo, mas desta vez Nelson colocou mais paixão, e minha mãe correspondia com ainda mais intensidade. Ficaram se beijando, beijo após beijo, enrolando as línguas, Nelson colocou a mão direita nos peitos da minha mãe e começou a apertá-los, minha mãe se deixava tocar por aquelas garras negras sem nenhum problema. Meu amigo foi descendo a mão e começou a apalpar sua bunda, notei que minha mãe ficava mais excitada, pois eram seus lábios que beijavam com mais força e paixão, então ela começou a desabotoar a jaqueta dele e a acariciar seu peito… ele não aguentou mais e, segurando sua bunda com a outra mão, puxou-a para perto e fez que minha mãe ficasse por cima...

Minha mãe estava em cima do Nelson, beijando ele com as mãos agarradas na parte de cima do sofá, e meu amigo, por sua vez, estava apalpando a bunda dela... O filme voltou a começar e dessa vez demoraram uns 10 minutos a mais para me chamar, até que minha mãe se separou dele e voltou a sentar do seu lado:

- Mãe: Amorrr, desce já que começou!

Assim que desci e passei do lado dela, minha mãe estava sentada normalmente, com o cabelo um pouco bagunçado, e meu amigo com a jaqueta aberta e um volume mais do que óbvio na calça. Sentei e continuei vendo TV.

O filme estava prestes a acabar quando outros comerciais apareceram, fiz o mesmo circuito de novo e fiquei esperando nas escadas.

Minha mãe se levantou e ficou na frente do Nelson, pegou a minissaia e puxou até a cintura, mostrando um fio dental verde. Com a saia levantada, sentou sozinha em cima dele e voltaram a se beijar, enquanto meu amigo apalpava a bunda dela à vontade e minha mãe acariciava o peito do Nelson... Depois de alguns minutos sem mudanças, ela começou a deslizar a mão até a calça e meteu a mão dentro, em seguida, com a outra mão, pegou o elástico da calça Adidas e puxou para baixo ao mesmo tempo que erguia aquele pauzão enorme para deixá-lo à mostra... Assim que conseguiu, ficou olhando para aquele tronco negro que tinha na mão e, sem demora, começou a descascar a cabeça como o Nelson tinha ensinado... Com a glande exposta, começou a punhetar ele... A visão daquela cena era peculiar: uma mãe branquinha gostosa, com a minissaia na cintura, sentada em cima de um negro musculoso com o pauzão de cavalo pra fora enquanto a branquinha socava nele... Era um pauzão negro enorme sendo masturbado por uma mãozinha branquinha que mal conseguia segurar. Meu amigo, excitado, tirou uma mão da bunda dela e levou até a parte da frente do fio dental da minha Mãe. Depois de acariciar a buceta por cima da calcinha, ele pegou na lateral e puxou para o lado, deixando a buceta à vista. Depois de brincar com os pelos pubianos, começou a brincar com o clitóris. A brincadeira com o clitóris durou alguns minutos enquanto minha mãe batia com paixão naquele pau que tinha na mão. Nelson meteu um dedo, fazendo minha mãe levantar a cabeça com os olhos fechados e mordendo o lábio para não gemer. Meu amigo começou a fazer um movimento de entra e sai, o que fez minha querida mãe começar a punhetar mais forte aquele falo enorme. O filme começou, e os dois se arrumaram como puderam e me chamaram. Quando cheguei lá embaixo, dei outra olhada: minha mãe estava com os lábios vermelhos e visivelmente excitada, enquanto o negro nojento estava sem jaqueta e com a ponta do pau saindo do moletom.

O filme demorou 3 minutos para acabar.

- Mãe: Oh, que pena que acabou, né?

- Nelson: Pois é, hein.

- Eu: Bom, é hora de ir para a cama.

- Mãe: Ah, eu queria ficar mais um pouco. - Puta promíscua, você queria foder, é isso que você queria.

- Nelson: Eu também, agora estava gostando muito do filme. - Então ele indicou com o olhar o banheiro. Eu entendi e, resignado, disse:

- Eu: É melhor irmos para a cama, mas primeiro tenho que cagar no banheiro, então esperem, não subam sem mim. - Pude ver minha mãe sentada, virando a cabeça para me ver entrar no banheiro.

- Mãe: Antes de sair, dá descarga. - Claro... para avisar que estou saindo.

Entrei no banheiro e fechei a porta. Esperei 4 segundos e abri devagar. Lá estavam os dois, sentados se beijando como loucos. Dava para ver claramente que estavam excitados. De repente, Nelson se levantou e foi até minha mãe, que ainda estava sentada e olhava para ele entre excitação e estranheza. Meu amigo levou as mãos ao elástico e, de uma vez, puxou a calça e a cueca para baixo, deixando aquele pedaço de pau exposto. Minha mãe abriu os olhos. surpresa com aquela ousadia comigo no banheiro, ela olhou para aquele membro, depois para a porta do banheiro (não conseguiu distinguir se estava aberta ou não porque a escuridão disfarçava que estava fechada) e depois olhou nos olhos dele com aqueles olhinhos azuis buscando uma resposta para aquele ato... meu amigo piscou um olho e colocou uma mão atrás da cabeça dela, e começou a atrair a cabecinha da minha mãe em direção ao pau, o que deixou minha mãe extremamente surpresa e ela colocou as mãos no ventre dele para evitar o avanço da cabeça em direção àquele pênis. Ficou resistindo à pressão de Nelson enquanto encarava fixamente a glande rosada que estava a uns 6 cm da sua boca, dava pra ver que minha mãe estava pensando no assunto. Depois de alguns segundos, ela crava os olhos nos do meu amigo e joga a cabeça pra frente, abrindo ao máximo a boca e enfiando nela aquela glande enorme por completo... PRONTO, CONSEGUIU....MINHA MÃE ESTAVA CHUPANDO ELE,,, CONTINUA…………………………

2 comentários - Amigo Negro, O Macho da Minha Mãe