Meu amigo negro, o macho da minha mãe - A dança

Continuamos com o relato.

Anteriormente:

- Nelson: Melhor deixar pra lá, vamos jogar outra coisa - ele falou num tom que dava a entender que iam ficar entediados por causa da minha mãe e da falta de modernidade dela. Minha mãe ficou pensando e nos surpreendeu com o que disse, provavelmente por causa da cervejinha (ou assim espero).

- Mãe: Tá bom, vamos jogar. Quero minha revanche e pode acreditar que dessa vez vocês não vão ganhar de mim. Segurem nas piroquinhas que o jogo vai começar - segurem nas piroquinhas? Minha mãe falava besteiras e agia como uma adolescente idiota quando bebia, e tava mostrando isso. Fizemos a contagem das peças de roupa pra começar todos iguais. Nelson tava vestindo o uniforme dos Lakers que eu emprestava pra ele dormir, a cueca dele e um tênis. Eu, uma camiseta velha da Adidas, uma calça do Chelsea, minha boxer e o tênis. Minha mãe, por sua vez, era a mais vestida. Ela começou a falar o que tava usando pra contagem:

- Mãe: Vamos lá, anotem: jaqueta, blusa, botas, jeans, sutiã e a tanga - Nelson e eu paramos de escrever e nos olhamos. Minha mãe tinha acabado de dizer que tava usando uma tanga. Depois de alguns segundos em silêncio, onde o idiota do Nelson não parava de me cutucar com o cotovelo por causa da tanga da minha mãe. Minha mãe tava com 6 peças e nós com 4, então sobravam 2 peças pra ela. Aí ela se levantou e disse que ia ficar mais confortável, trocando a roupa pelo pijama. Falou pra esperarmos enquanto ela ia no banheiro:

- Nelson: Mas dona Sara, se a senhora colocar o pijama, vai ficar só com 2 peças - ele tava certo.

- Mãe: Não, seus bobos. Vou deixar o sutiã e a tanga - era muito estranho ouvir minha mãe falando da tanga que tava usando. Ela subiu pro banheiro pra se trocar, enquanto eu e Nelson embaralhávamos as cartas e recolhíamos as cervejas vazias. Enquanto isso, o Nelson não parava de me encher o saco:

- Nelson: Ei, cara, hoje vai ser o dia que vou ver minha mulher pelada. Ahehe, desde quando você não vê a buceta da sua mãe?

- Eu: Desde que era pequeno, acho, mas não me acordo

- Nelson: Pois é, assim de quebra a gente aproveita os dois, hahaha, cê acha que a buceta dela deve ser como? - essa pergunta me pegou de surpresa, porque nunca tinha imaginado isso, fiquei pensando como seria e fiquei de pau duro só de imaginar - eu acho que é raspada - as palavras dele me tiraram dos meus pensamentos

- Eu: Desculpa, cê disse o quê?

- Nelson: Tô falando que a buceta dela é raspada, sabe, não depilada, mas com os pelinhos recém-nascendo, cê me entende, pra arranhar, hahaha - eu imaginei minha mãe com a buceta assim, mas não combinava nada, achei que, como depois do meu pai ela não ficou com mais ninguém, devia estar sem depilar nem nada, então falei

- Eu: Então, acho que ela deve estar natural, sem alteração

- Nelson: WUUUOOOO, cê acha que essa mulher tem a buceta com um triângulo de pelo grosso? Hahaha, que safado você é, e de que cor serão os pelinhos dela? - outra pergunta que me desmontou completamente na imaginação - eu acho que são pretos - pra mim também fazia mais sentido essa cor, porque ela não era loira nem ruiva

- Eu: Acho que pretos também - meu deus, quem me ouvisse… aquele preto nojento narrando como imagina a buceta da minha mãe e eu aqui, não só sem chamar a atenção dele, mas dando minha opinião… ouvimos a porta de cima e vimos minha mãe descendo, o espetáculo ia começar.

Quando sentamos os três na mesa, comigo na cabeceira, minha mãe à minha esquerda e Nelson à minha direita, nos preparamos pra jogar, mas aí Nelson levantou, apagou a luz que estava bem em cima da mesa de vidro e me pediu pra ajudar a mover um abajur tipo holofote que estava do lado de um dos sofás, colocando ele ao lado da mesa. Depois, ele abaixou o foco, porque era daqueles abajures que dá pra regular a altura da posição da luz, meu amigo colocou ele pra iluminar debaixo da mesa e ligou. Apagou as luzes da sala, exceto uma que estava do lado da televisão e o holofote, a do lado da TV ficava atrás de mim e produzia uma luz que batia nas minhas costas. no peito da mamãe e do Nelson, depois o foco fazia com que desse pra ver tudo debaixo da mesa sem reflexo, eu sei que o Nelson colocou assim pra ver o tesouro da minha mãe. As cartas foram distribuídas, e a tensão por cada decisão dava pra cortar com uma faca, cada um ficava olhando as cartas um tempão antes de falar, a primeira mão quem ganhou foi minha mãe, meu amigo desistiu e eu tive que pagar prenda, minha mãe caiu na risada, tirei os chinelos, na mão seguinte eu dei sorte porque tinha um full de 3 e 5, minha mãe desistiu e o Nelson só tinha um ás alto, o Nelson tirou os chinelos, e minha mãe começou a pular de alegria na cadeira por estar ganhando, a mão que veio agora quem ganhou foi o Nelson, minha mãe desistiu de novo e eu paguei prenda tirando a camiseta, verdade seja dita, parecia que minha mãe tava dando uma surra na gente, mas quando pensei direito vi de outro jeito... porque ela com uma única prenda que tivesse que pagar já ia ficar só de calcinha e sutiã, minha mãe ficou olhando meu torso nu, era pálido e quase não tinha músculo nenhum, o jogo continuou enquanto a gente começou a conversar com os outros pra evitar que se concentrassem, minha mãe puxou o assunto dos estudos,

-Mãe: como tão os estudos? Tá estudando alguma coisa? Olha que se você repetir de ano eu te cruzo a cara, hein?- nós três sabíamos qual era o objetivo dessas conversas, então um se virava contra o outro assim que o terceiro desistia. As cartas foram redistribuídas e eu desisti porque 2 e 4 não valiam nada, enquanto minha mãe pensava no que fazer já que o Nelson disse que ia:

-Nelson: Fala aí, dona Sara, o que vai fazer? Pode ser que eu tenha um poker de ases e a senhora tenha que tirar uma peça desse pijaminha e mostrar a calcinha- minha mãe tentava ignorar os comentários dele, ela também foi, dessa vez quem ganhou foi o Nelson com um par de reis contra o par de 10 da mamãe. - ISSO! hahaha vamos lá, dona Sara hahaha me pague a prenda, me pague- minha mãe se cobria o rosto com as cartas, levantou e tirou a parte de cima. De cima do pijama, deixando ver um sutiã branco que levantava e apertava os peitos dela de forma sensual, joguei a camiseta do pijama no sofá e sentei pra continuar jogando. Nelson desviava o olhar pro peito da minha mãe a cada 2 por 3. Na mão seguinte, minha mãe desistiu e eu ganhei com trinca de valete contra o par de damas do Nelson. Minha mãe zoou ele, e ele se levantou pra tirar a camiseta e jogou ela onde tava a da minha mãe, sentando com o peitoral negro perfeito iluminado pela luz que vinha do lado da TV e parte do refletor. Minha mãe ria enquanto olhava pra nós dois sem camiseta, dava pra ver que ela tava começando a gostar bastante do jogo. Distribuí as cartas, Nelson desistiu, minha mãe foi e eu fui… ganhei com par de 5 contra nada meu, porque não saiu a carta pro flush. Tirei a calça e ela levantou os braços triunfante, fiquei de cueca na frente da minha mãe e do Nelson. O refletor iluminava minha cueca toda de frente… mão nova, minha mãe desistiu, eu fui e o Nelson foi, ele ganhou com sequência contra meu par de ases… aí minha mãe explodiu numa gargalhada:

- Mãe: Nossa, Carlos, querido, pau pro ar e fora do jogo hahaha – pau pro ar de novo? Minha própria mãe mandando eu tirar o “pau” pro ar… Levantei e abaixei a cueca, deixando ver meu pau mole, de tamanho normal mas bem fininho. Nelson ria às gargalhadas e minha mãe tapava a boca enquanto fixava o olhar no meu pau. Sentei na cadeira pra ser o crupiê, e aí Nelson me interrompeu:

- Nelson: Proponho que a final seja jogada com uma cadeira de frente pra outra e sem mesa no meio – eu respondi que não, que o jogo já tinha começado na mesa grande, mas minha mãe e aquele negro trocavam olhares intensos, e ela, desafiadora, me interrompeu e disse:

- Mãe: Não, querido, deixa ele escolher onde prefere perder. E não só isso, Nelson, eu te desafio: cada peça de roupa tirada vai ser no centro da sala – pegou o refletor e levantou, apontando pra uma área da sala a 2 metros do novo ringue de luta - e exibindo o resultado - eu comecei a me preocupar com a minha mãe, ela se achava muito capaz de vencer o Nelson.

Dito isso, pegamos 2 cadeiras e as colocamos na frente de um dos sofás, uma de frente para a outra. Eu me virei em direção ao sofá quando o Nelson começou a rir de como meu pau balançava ao andar, o que me envergonhou foi que minha mãe riu da graça e a muito safada, espero que por causa daquela chispinha alcoólica, soltou:

- Mãe: Pois é, ele tem igualzinho ao do pai dele - PORRA!! Minha mãe tinha ficado comparando meu pau com o do meu pai, e mencionou na frente daquele preto como era o do meu pai, mas isso não me fodeu tanto quanto a humilhação de saber que um preto nato de 19 anos tinha a rola maior que minha mãe já tinha visto... O Nelson aproveitou esse comentário pra iniciar uma conversa que parecia distração pra mão, mas também tinha outras intenções:

- Nelson: Bom, senhora, a senhora devia saber que o que importa é a qualidade

- Mãe: Bah, seu pai me comia 2 vezes por semana e olha que nem se esforçava - então o Nelson começou a rir às gargalhadas, e eu fiquei com cara de imbecil, minha mãe tapando a risada com a mão me disse:

- Mãe: Ui, desculpa, querido, hahaha, mas é a verdade

A mão acabou retirada da minha mãe, então ninguém pagou prenda. Na seguinte, minha mãe tentava despistar o Nelson, mas ele sem piscar foi direto ao que minha mãe também... Nelson ganhou com par de 10 contra par de 7:

- Nelson: YUUUUUJUUUUUU, vamo que vamo a prenda, senhoraaaaa haha haha - minha mãe se levantou corada e, indo em direção ao foco, começou a abaixar a calça do pijama, jogou aos meus pés, meu deus, minha mãe de fio dental na frente daquele preto. Eu comecei a ficar duro e ia dar pra notar, então cruzei as pernas. Minha mãe esticou os braços tipo modelo pra mostrar o corpo e começou a dar uma volta, que nós, Nelson e eu, aproveitamos pra reparar naquele fio dental de triângulo branco que ela usava. meteu pelo cu daquela bundona gostosa, depois foi de lingerie pra cadeira e continuaram jogando. Minha mãe tava com as pernas meio abertas, então a calcinha fio-dental marcava nos lábios dela. Eu percebi e sei que o Nelson também... Na mão seguinte, meu amigo ganhou de novo, então minha mãe ficou mais pálida.

- Nelson: Yijaaaaaa, vamos lá, dona Sara, faz um topless como uma boa perdedora - minha mãe foi até o foco de luz, levou as mãos pra trás e, na sequência, tirou o sutiã e jogou na minha direção. Minha mãe esticou os braços, segurou os peitos nus e começou a massageá-los, sem desviar o olhar dos olhos do Nelson em nenhum momento, como se fosse um desafio. Depois, foi com os peitos balançando até a cadeira. A próxima mão podia ser a última pra minha mãe. As cartas foram distribuídas e os dois foram... Minha mãe ganhou, e do pulo que ela deu, os peitos balançaram de um jeito engraçado. Meu amigo levantou, foi até o foco de luz e tirou a calça, jogando ela na minha cara... Dava pra ver o volume enorme preso naquela cueca. Minha mãe ficou olhando até o Nelson começar a se virar, e quando ficou de costas pra ela, ele segurou a cueca e disse:

- Nelson: A gente devia igualar as coisas, não acha? - e dito isso, puxou a cueca pra baixo, deixando ela como uma espécie de fio-dental. Ele tinha as costas largas e musculosas, nuas, e embaixo uma espécie de fio-dental improvisado, com duas nádegas duras no ar. Eu olhei pra minha mãe, que não ria, só ficava olhando sem piscar, mordendo um dedo da mão. O Nelson riu e passou perto da minha mãe pra ir até a cadeira. Ela seguiu ele com o olhar, e os dois se prepararam pra final. Eu tava morrendo de nervoso, porque não gostava da ideia da minha mãe ou do Nelson ficarem pelados um na frente do outro. As cartas foram distribuídas e, depois de uns 12 minutos pensando, os dois foram... Viraram as cartas e... OS DOIS TINHAM UM PAR DE DAMAS... Tinham empatado... —Mãe: então quem ganha?

—Nelson: Os dois pagam prenda e a gente joga uma segunda mão pra ver quem tem que obedecer quem.

Os dois ficaram parados, sem se mexer. Minha mãe não parecia disposta a ficar nua na frente do amigo negro do filho e do próprio filho. Então Nelson se levantou e, passando do lado da minha mãe, olhando nos olhos dela desafiador enquanto ela o encarava com aqueles olhos azuis arregalados de surpresa, foi até o abajur e, num movimento só, baixou a cueca, deixando o pau de cavalo à mostra. Fez-se um silêncio. Minha mãe já não ria; estava hipnotizada de novo pela visão daquele canhão preto que pendia entre as pernas do meu amigo…

Nelson me olhou e fez um sinal pra eu reparar na cara da minha mãe. Não sei o que ele queria que eu visse, mas entendi na hora. Nelson se virou, mostrando aquele rabo tonificado. Continuou girando e, o filho da puta, depois de me piscar, começou a balançar o quadril de um lado pro outro, fazendo aquela rola balançar de um lado pro outro. Dava pra ouvir batendo na coxa e, com a ajuda do silêncio da sala, se ouvia: CHAP-CHAP-CHAP-CHAP — o som da rola batendo na coxa dele. Minha mãe não piscava; estava absorta naquele pauzão. Nelson, rindo, foi andando devagar na direção da minha mãe, que estava sentada, e se colocou na frente dela… Meu Deus… Ele se posicionou de um jeito que aquela vara de cavalo ficou a centímetros do rosto da minha mãe, que percorria com os olhos arregalados todo o comprimento daquele falo completamente depilado e daquelas bolas enormes balançando. Então Nelson tirou minha mãe do choque, levantando o queixo dela com a mão pra que ela olhasse nos olhos dele… Minha mãe continuava sem palavras e deixou o queixo ser levantado. Os dois ficaram se olhando nos olhos… Eu sei o que Nelson estava imaginando naquela posição, com a rola a centímetros do rosto da minha mãe e ela olhando nos olhos dele com aqueles olhinhos. azuis... a porca de merda, um pau preto tava tirando a besteira da bebedeira que tivemos que aguentar durante toda a partida... puta DE MERDA... então o nelson falou baixinho:

- Nelson: Bom, senhorita sara, eu já deixei minha "piroca" de fora, mas vejo que a senhora não tá cumprindo o combinado, melhor a gente ir pra cama - minha mãe só conseguiu falar um "sim, é melhor" que custou ouvir... o nelson pegou as coisas dele, eu as minhas e fomos pro quarto, não sem antes dar boa noite pra minha mãe, que ficou sentada na cadeira sem fazer nada, murmurando "boa noite"... eu fiquei bem feliz que minha mãe não se despiu, mesmo que eu também não pudesse ver, mas isso não importava contanto que aquele preto também não visse ela... o que não me deixava tão contente era o estado de choque que minha mãe ficava toda vez que via o pau do nelson... chegamos no nosso quarto e jogamos a roupa fora, decidimos dormir pelados, o nelson me disse:

- Nelson: Porra, cara, quando eu tive que me segurar pra não enfiar na cara da sua mãe hahaha, e ainda mais com aquele olharzinho de olhos azuis que ela me dava pra cima - eu sabia... sabia que naquele momento ela tava imaginando umas putarias com aqueles olhos - viu como eu deixei ela? vamos ver se sua mãe volta a ser a mesma hahaha, isso sim me fodeu não saber como é a buceta dela, mas bom, vou ver logo - arrumamos nossas camas, eu me enfiei rápido porque não aguentava ficar pelado perto do nelson, me deixava completamente broxa como macho... o nelson tava dobrando a roupa dele andando pelo quarto quando de repente ouvimos bater na porta:

- Mãe: Gente, vocês tão acordados? - era minha mãe, parece que já tinha se recomposto,
- Eu: Sim, mãe, a gente tá acordado, o que você quer? - eu me virei pra olhar pra porta e rezei pra ela não entrar, porque ia dar de cara com o nelson no meio do quarto completamente pelado... esperamos minha mãe responder o que ela queria Não houve resposta, tudo ficou em silêncio até que… ela começou a abrir a porta, acendeu a luz e… CARALHO, PUTA QUE PARIU… ELA ENTROU NO QUARTO COMPLETAMENTE PELADA… TINHA TIRADO A TANGA… nós dois ficamos paralisados… ali estava a gostosa da minha mãe na porta do meu quarto nua, com a buceta de fora na frente do filho e do amigo dele… Olhamos pra buceta dela… nenhum dos dois tinha acertado, porque não era nem raspada nem sem nenhum trato… Era um retângulo de uns três dedos de largura, cortado no mesmo nível, cobrindo desde o topo onde começa o pelo pubiano das mulheres até a metade dos lábios vaginais, que dava pra adivinhar que não eram muito longos, mas meio saltados pra fora… E quanto à cor? Também não tínhamos acertado, porque eram de um castanho clarinho… puta merda, tive uma ereção tremenda, agradeci a Deus por estar na cama. Nelson ficou sem piscar, olhando pra aquela buceta que ela exibia pra ele, o pau dele começou a inchar. Minha mãe então, devagar, começou a dar uma volta em si mesma até ficar de costas pra gente e mostrar aquele rabo perfeito que ela tinha… Era empinadinho pra fora, com aquelas duas bandas de pele lisa. Ela ficou assim um bom tempo, até que a gente reparou na queimadura nas costas e na bunda. As das costas estavam com uma aparência mais saudável, mas a bunda da minha mãe tinha as duas bandas vermelhas. Aí ela virou de novo pra mostrar a buceta e falou as primeiras palavras desde que entrou com a xota de fora no meu quarto:

- Mãe: Bom, meninos, aqui está o que eu devo. Espero que vocês não vão pra cama por minha causa. Se quiserem ficar na sala, podem vir, eu vou estar lá. Além disso, ainda tem duas cervejinhas pra brindar ao empate - e dando uma última olhada pro pau do Nelson, ela se virou e foi pra sala ver a TV, pelo que a gente ouvia. Então o Nelson gritou da porta do quarto:

- Nelson: Dona Sara, o Carlos e eu vamos descer já. destapando essas coroinhas

- Mãe: estupendo, mas me digam, já podemos nos vestir ou temos que ficar assim? - estúpida ignorante, tava claro a resposta, ou pelo menos eu achava, mas o Nelson me surpreendeu com a resposta dele

- Nelson: A senhora pode se vestir, dona Sara, a senhora é a dama. Eu e o Carlos vamos ter que ficar nus igual

- Mãe: ah, tá bom... E como é que a gente faz pra saber quem ganha de quem e manda no outro?

- Nelson: agora já deu, vó, empatamos, então vai ser o Carlos que vai mandar na gente - ele me deu uma cotovelada que me fez entrar em cena

- Eu: isso mesmo, mãe, eu vou mandar em vocês, mas você pode se vestir, né? - completei essa parte pra garantir que ela se vestisse - A gente desce já.

Aí o Nelson começou a falar mais baixo:

- Nelson: Wuooooo wuoooooooooooo wuoooooooooooooooo yijaaaaaaa viu só? viu a bucetinha da mamãe? Porra, que putinha, hahaha hahaha, parece que ela tinha enganado nós dois sobre a pussy dela, né? hummm, quase que eu me joguei pra lamber esses pelinhos castanhos - o comentário do Nelson me dava raiva e tesão ao mesmo tempo - ahahaha, a putinha ficou na sala, se pelou e subiu reto pra cá pra exibir a pussy no quarto ahahaha, e que rabo que ela tem, cara, embora agora pareça uma babuína com a bunda tão vermelha, não acha? Hahaha - ele não tava errado... Que vergonha, raiva e tesão eu tava sentindo nessa hora - bom, maricas, lá embaixo sua ordem vai ser a gente dançar, entendeu?

- Eu: Dançar? Só isso? - perguntei ignorando todo o resto da conversa dele. Dançar não era nada comparado com o que eu temia que o Nelson pedisse...

- Nelson: é, cara, dançar. Você vai botar na MTV que nessa hora passa música moderna e vai mandar a gente dançar - quando ele terminou, a gente foi pra sala, e não sei o Nelson, mas eu fiquei ainda mais puto quando chegamos na sala nós dois pelados, porque... Não éramos os únicos pelados... PORRA, que porra é essa... Minha mãe tava no sofá e continuava pelada..... Assim que nos viu ali parados, quietos, ficou olhando nossos corpos… não tinha comparação: um torso negro e tonificado, com aquele pedaço de carne pendurado, do lado de um torso pálido, sem quase nenhum músculo e com um pau humilhantemente pequeno ao lado do negão filho da puta… Minha mãe me olhou de cima a baixo num rápido passeio, e depois ficou mais tempo olhando pro meu amigo. Aí ela se levantou, deixando a gente ver a buceta dela de novo, pegou as duas cervejas e veio andando na nossa direção… Dava pra ver que o Nelson só prestava atenção no balanço dos peitos dela e em como os lábios da buceta da minha mãe se mexiam a cada passo. Eu então saí do transe que tinha tomado conta dos três na casa (os três, pelados completamente dentro de casa…) e falei num tom de raiva:

- Eu: Mãe, achamos que tinha falado pra você se vestir… não precisa ficar nua.

Minha mãe chegou com as cervejas e, parando na frente do Nelson, deu uma pra ele enquanto olhava nos olhos dele e me respondia ao mesmo tempo, embora do jeito que olhava nos olhos do Nelson parecia que tava falando com ele.

- Mãe: Não, querido, isso seria injusto. Se eu perdi, tenho que aguentar como os outros jogadores. Tim-tim.

Ela estendeu a cerveja na direção da do Nelson, ele brindou com ela, e a gente foi sentar no sofá. Sentamos: minha mãe num sofá, e eu e o Nelson no outro.

- Nelson: Pode deixar, dona Sara, hoje a senhora me surpreendeu bastante com esse comportamento. Agora vamos ver se nós dois temos coragem de fazer o que o Carlinhos mandar – ele disse, se virando pra mim no sofá.

- Eu: Pois é, minha ordem eu pensei enquanto descia e decidi que vocês dois vão ter que dançar pelados no centro do tapete (bem no meio dos dois sofás e da TV).

- Mãe: Dançar? Ah, vai ser divertido. Dizem que os sul-americanos dançam maravilhosamente bem, vamos ver se é verdade. Mas o que a gente dança?

Aí eu peguei o controle e coloquei na MTV… tava passando uma música do David Guetta quase no fim. Então os três ficamos olhando pra tela. Até que o Nelson deu o passo, tomando o último gole da cerveja, se levantou e estendeu a mão pra minha mãe tirar ela pra dançar. Minha mãe, sentada, ficou olhando pra aquele corpo nu que estava de pé na frente dela por alguns segundos, e então pegou na mão dele, aceitando o convite pra dançar entre risadinhas… Eles se prepararam pra dançar e se posicionaram na minha frente, a uns 2 ou 3 metros, entre a TV e o sofá onde eu estava. Aí começaram a dançar soltos, como se fosse uma balada. A verdade é que era ridículo, mas ao mesmo tempo excitante.

Quando a música do David Guetta acabou, começou outra… a de "Danza Kuduro" do Don Omar. O Nelson riu e sentiu a necessidade de dançar agarradinho, já que era um reggaeton. Minha mãe levou as mãos à boca, soltando umas risadinhas de vergonha, olhando pra mim e pra ele… Então ele se aproximou e agarrou ela pela cintura, colando o corpo no dela. Minha mãe tava com o rosto virado pra mim, e quando ele encostou nela, ela arregalou os olhos e ficou vermelha, mas continuou com as risadinhas de adolescente. Aí começaram a dançar coladinhos, se movendo e girando como se fosse uma música lenta. Quando minha mãe ficou de costas pra mim, o Nelson encostou a cabeça no pescoço dela (tenho que dizer que, mesmo colados, o Nelson jogava o quadril levemente pra trás pra não roçar a pica no corpo da minha mãe, o que no fundo eu agradeci e até estranhei). Então, olhando pra mim, ele mexeu os lábios e, sem falar nada, eu consegui ler o que ele dizia:

– Nelson: "Agora começa a bagaceira" – e logo depois a piscadinha de sempre.

A música continuou e eu pude ver o Nelson se afastar da minha mãe e colocar o joelho direito entre as pernas dela, fazendo com que o joelho direito da minha mãe ficasse numa posição parecida, mas entre as pernas do Nelson. Então o Nelson começou a fazer movimentos circulares com o quadril enquanto segurava minha mãe pela cintura, e ela se agarrava no pescoço dele. Os dois meio que se sentaram, por assim dizer. O joelho do outro enquanto dançavam girando o quadril, igualzinho todo clipe de reggaeton. A única coisa que me fodia naquela situação era o fato de os dois estarem de cabeça baixa, olhando pra entreperna um do outro. Esses movimentos faziam o pêndulo de carne do meu amigo balançar sensual. Então, uma das mãos do Nelson me fez um sinal pra eu prestar atenção e, na sequência, ele se separou da minha mãe, que não parava de rir e às vezes tapava o rosto com uma mão, de vergonha. Pegando ela pela mão, fez com que ela girasse 180 graus… e, uma vez que minha mãe ficou de lado pra mim, como antes, mas olhando pro lado oposto e com meu amigo nas costas dela, ele a puxou de uma vez, colando os corpos… e o FILHO DA PUTA DESGRAÇADO dessa vez não jogou o quadril pra trás… muito pelo contrário, ele se espremeu contra a bunda da minha mãe. Pude ver naquele movimento como o pau mole do Nelson se encaixou bem no meio das nádegas da minha mãe e até entrou um pouco entre elas, fazendo a pele da bunda dela se meter também pra dentro, por causa do atrito. Minha mãe, quando sentiu aquele pau encaixado entre as nádegas, levantou a cabeça completamente corada e, abrindo a boca e os olhos num gesto de grande surpresa, deixou escapar dos lábios:

— Mãe OOOPs… Ai, mãeee — e na sequência olha pra trás pra ver o Nelson, que deu um sorriso pra ela, e depois passou a olhar pra mim, fazendo careta de surpresa, arregalando os olhos e rindo. Eu olhei pra bunda dela, tinha claramente a pica entre as nádegas… começaram a dançar fazendo círculos com o quadril enquanto o Nelson abraçava a cintura dela por trás e ela colocava os braços sobre os dele… ficaram assim até que, no refrão, o Nelson continuou fazendo círculos com o quadril, mas claramente descendo pra baixo… Minha mãe entendeu aquele movimento, porque, embora não dançasse muito, sabia, e começou a descer junto com ele, chegando os dois até o mais baixo que conseguiram, depois voltaram. Subir pra depois descer de novo, e assim ficaram por um tempo. Depois pararam de descer e continuaram se movendo em círculos até que o Nelson soltou minha mãe, colocou uma mão na nuca dela e empurrou a cabeça dela pra frente… Aquele filho da puta sem vergonha queria que minha mãe curvasse as costas pra frente sem tirar a bunda dele, intenção que minha mãe adivinhou e, provando mais uma vez ser uma puta ingênua de merda, fez isso… Arqueou as costas dobrando a cintura pra frente. O Nelson tava com um sorriso de orelha a orelha, olhando pra mim e pra vista que ele tinha da bunda queimada da minha mãe contra o pau dele, e colocando as mãos atrás da própria cabeça, começou a se mover sem segurar ela, mexendo a cintura em círculos mais devagar. Minha mãe, nessa posição, não conseguia mexer a cintura, então só podia rebolar a bunda… Que cena pros meus 17 anos… Eu pelado no sofá de casa, com minha mãe pelada rebolando pro meu amigo negro pelado… Inacreditável… O Nelson fazia cara de orgasmo pra mim, como se eu fosse um idiota. Minha mãe, com um sorriso de orelha a orelha, continuava rebolando, trocando olhares ora com o Nelson, ora comigo. A música acabou, mas emendou com aquela "DALE MARACA MARACA". Quando chegou no refrão, fiquei com uma ereção do caralho, ainda bem que tinha o travesseiro pra me cobrir, porque o Nelson deslizou as mãos até as próprias nádegas e começou a mexer a cintura com movimentos mais fortes. Percebi que não eram mais tão circulares… agora eram mais pra frente e pra trás. Minha mãe caiu na gargalhada e tapou o rosto com as duas mãos de vergonha. PUTA DE MERDA, SE TAVA COM TANTA VERGONHA, DEVIA TER PARADO DE REBOLAR NO PAU DO MEU AMIGO, mas tava se divertindo, dava pra ver… O Nelson, levado pelo momento, começou a fazer os movimentos de vai e vem mais evidentes, até que não tinha mais nenhum sinal de movimento circular… Mas minha mãe não fez nada. Pelo contrário, começou a se mexer também. de frente e pra trás como ele… meu amigo tava meio mole mas não duro, e tenho que admitir que ele tinha uma resistência do caralho, porque eu só de olhar já tava quase estourando. Ele me olhou, mostrou a língua e na sequência fez de conta que tava dando tapas na bunda da minha mãe… se não fosse porque os dois iam ao mesmo tempo pra frente e os dois ao mesmo tempo pra trás, parecia que ele tava comendo ela… Eles se moviam devagar, meu amigo segurou mais forte as nádegas dela e me fez um sinal, levando um dedo ao olho, pra eu não perder detalhe… eu já desconfiava de algo… o refrão tava chegando e no começo dançavam devagar, e aí iam aumentando a velocidade até chegar num ritmo frenético… começou o refrão e os dois iam pra frente e pra trás, bem devagar, fazendo o mesmo movimento. Foram aumentando um pouquinho mais a velocidade, mais um pouco, mais um pouquinho… meu amigo levou as mãos pra cintura da minha mãe pra ela não cair com tanto movimento rápido… ou foi o que eu pensei… mas não… continuavam dançando, aumentando o ritmo até que ele pegou uma velocidade que Nelson achou na hora certa pra, fazendo força na cintura da minha mãe com as mãos, inverter os movimentos… EM MALDITA HORA EU ME FIZ AMIGO DESSE FILHO DA PUTA… Nelson fazia minha mãe levar a cabeça pra trás quando ele movia a cintura pra frente e vice-versa, o que fez o aumento do ritmo deixar a dança mais rápida e criar uma cena pornô de verdade… minha mãe ria daquele novo passo de dança que Nelson improvisou e se deixou levar, virando o rosto pra mim e fazendo caretas como se Nelson fosse doido, sim… muito doido, mas ela não se opunha aos movimentos dele… então o ritmo pegou seu ponto mais frenético e começaram a “dançar a toda velocidade”, o que criou uma cena pros meus olhos do pauzão e dos colhões do Nelson batendo na bunda da minha mãe… minha mãe então começou a falar com a voz entrecortada por causa das porradas que tava levando na bunda dela:

- Mãe: Ai-ai-ai Deus ja-ja-ja-ten -cui-cuidado- que -teng-engo a buceta queimada e -me-me arde.- Nelson ignorou e continuou fodendo, por assim dizer, minha mãe….. O miserável do Nelson soltava uns bufos de vez em quando…
- Nelson: buf-buf-buuuuuuf- mmmm--- ohhh---buuf- então a música parou de repente e deu uma falha na antena, não dava pra ver nada…. ficou sem sinal…. Mas…. Apesar da música ter acabado, eles continuavam dançando…. Nelson bufando como um touro, com o olhar fixo na bunda da minha mãe, que não parava de bater contra o pau dele, e minha mãe tinha parado de olhar pra todo lado rindo, e tava olhando pra frente com a cabeça erguida, os olhos fechados e mordendo o lábio, com a cintura dobrada pra frente, uma mão segurando a cabeceira do sofá e a outra num dos joelhos, fiquei paralisado….. Eles continuavam supostamente dançando mesmo sem música.. Mas minha alma foi pro chão quando ouvi o único barulho da casa….era o CHAP CHAP que os colhões enormes do Nelson faziam ao bater na bunda da minha mãe…. Devia dar pra ouvir pela casa toda, então minha mãe, além de sentir os colhões batendo na bunda dela, devia ouvi-los… e mesmo que minha mãe fosse uma garota inocente que não transava há anos, tenho certeza que aquele som lembrou ela de sexo…. Mas não foi só esse som que me deixou paralisado….foi o que minha mãe fez, claramente em choque….
- Mãe: UI- AY-UF-UF-UF ESPE-ESPERA QUE TÔ COM AS CACHAS QUEIMADAS E TÁ ARDENDO A---UFF--- QUEIMADU-QUEIMADURA, MELHOR A-ASSIM-então, horrorizado, vi que a puta, safada e promíscua levou a mão que tava no joelho pra cacha direita dela (como ela tava de lado pra mim, a cacha direita era a oposta do meu ponto de vista..) e pude, triste e humilhado, observar como ela segurou a nádega e…. abriu consideravelmente…. Tenho que dizer que as investidas do Nelson na bunda da minha mãe batiam com o pauzão dele A bunda dura da minha mãe, mas por ter umas nádegas tão firmes e lisas e, por que não admitir… o fato de minha mãe ter a bunda empinada pra fora, fazia com que aquela rola batesse na rachadura por fora… Essa explicação da minha mãe de que fazia isso por causa das queimaduras na bunda era claramente uma desculpa esfarrapada… o que provocou foi que agora a rola do Nelson entrava até bater na bunda e na buceta dela:

- Nelson: Melhor a-a-assim?

- Mãe: UFF sii-siii muito me-e-lhor ai d-eus-…. Isso era demais….. Minha mãe continuava abrindo a própria nádega pra que aquela rola chegasse mais perto dos buracos dela… não tinha dúvida de que minha mãe estava a mil por hora… Então foi o momento em que decidi intervir:

- Eu: Mãe, Nelson, já podem parar, a música acabou, vocês passaram no teste…- então o Nelson me deu um sorriso, levantou as mãos como quem não queria nada e parou de repente…… pra completar a noite, diante de mim se apresentou a cena do Nelson parado com as mãos pra cima e minha mãe curvada, com uma mão se apoiando no encosto de cabeça do sofá e a outra abrindo a bunda dela, se movendo pra frente e pra trás contra o cano do Nelson… ELE TINHA PARADO E ELA CONTINUAVA SOZINHA……porra… então, depois de alguns segundos que pareceram uma eternidade, minha mãe saiu do choque e parou, se levantou e eu pude ver o rosto dela completamente vermelho, os dois estavam pingando suor pelo corpo todo. Minha mãe se virou pro Nelson e ficou olhando praquela rola que batia na bunda dela e que ela não conseguia ver durante toda a dança…. e depois levantou o olhar pra encarar os olhos dele, com o cabelo meio suado e um brilho nos olhos azuis que pra mim não pareceu normal. Depois de alguns momentos de silêncio, os dois começaram a rir e minha mãe disse pra irmos pra cama que já estava na hora… pois é, com essa palhaçada já eram 2h30 da manhã.

- Mãe: bom, crianças, vamos pra cama que já é tarde, adorei o jogo, crianças- e olha que eu digo, sua putinha de merda- outro dia, sim? Querem repetir? — aí comecei a pensar que minha mãe ainda tava quente. Ela se levantou e a gente fez o mesmo. — Vamos, sobe logo — minha mãe foi pra escada, sem nem se vestir, já tava pouco se lixando… A gente foi atrás, meu amigo me deu uma cotovelada e me mostrou a bunda da minha mãe…. Tava queimada, mas mais ainda tava vermelha em partes que antes não tava, e com certeza por causa da martelada do meu amigo… Continuamos subindo com a visão da bunda da minha mãe quando o Nelson sussurrou no meu ouvido:

— Nelson: Agora vou te ensinar que um macho não só fode a mulher dele, mas também cuida dela, você cala a boca e obedece. — Chegamos na porta do nosso quarto e minha mãe deu boa noite pra gente e foi pro quarto dela:

— Nelson: Olha, dona Sara, essas queimaduras tão com cara feia e as das costas tão ficando ruins de novo.

— Mãe: Ah é? — minha mãe tentou olhar as costas e a bunda — Bom, vou ter que passar a pomada pras queimaduras nas costas, mas a bunda — aí ela pegou a própria bunda com a mão — tá assim por causa da dança que você me deu, Nelson, hahaha —

— Nelson: Poxa, me sinto culpado… Se tivesse algo que eu pudesse fazer….

— Mãe: Não tem problema, querido, dorme tranquilo.

— Nelson: JÁ SEI!!! Que o Carlos ajude a passar a pomada, senão amanhã vai doer pra caralho — minha mãe olhou preocupada pra bunda e depois, me encarando, falou:

— Mãe: Ufa, amor, você me faria um favorzão se passasse a pomada nas minhas costas — o Nelson virou pra mim, de costas pra minha mãe, e me deu um olhar de assassino que me fez ver que eu tinha que recusar esse pedido.

— Eu: Fala sério, cara…. Não me fode, não vou passar essa merda de pomada nem fudendo…

— Mãe: Carlos, não fala palavrão, já te falei mil vezes… Bom, então tudo bem.

— Nelson: Dona Sara, se quiser eu passo a pomada, já passei o creme e me sinto culpado pela vermelhidão da sua bunda — minha mãe ficou pensativa por uns segundos e meio sem convicção depois dar uma olhada na pica do nelson e disse:

- Mãe: bom, se você não se importa, nelson... nossa, você é um anjo... carlos, devia aprender com ele - aprender o quê? A bater a bunda com a pica?

- Nelson: bom, então vou me deitar na cama dela enquanto vou pro quarto um instante.

- Mãe: tá, mas não demora, senão eu caio no sono - aí ela deu uma olhada clara pras nossas duas picas e foi pro quarto dela.

Nelson e eu entramos no quarto e começamos a falar sobre o que rolou no baile:

- Nelson: puta merda, mano, quase tive um treco de segurar a ereção lá embaixo, caralho, você ouviu como meus ovos batiam na bunda dela e como ecoava pela casa toda? Um dia desses você vai ouvir esse mesmo barulho, mas vai ser porque eu tô comendo ela, hahaha - eu já tava duro de novo e comecei a me masturbar sentado na cama, já tava nem aí se ele me visse - é, mano, bate uma, você tem sorte, eu não posso ficar duro senão vai tudo pro saco, haha, ou, puta merda, você tinha que ter visto como eu fiquei duro quando vi a mão da sua mãe indo em direção à bunda dela e começando a abrir devagar, meu deus, mas isso não foi nada comparado ao que senti quando percebi que meu pau ia mais fundo, haha, não dava pra ver muito bem porque não tinha muita luz, mas parece que vi que a buceta dela é bem fechadinha, diria que é virgem... ainda bem que não por muito tempo, hahaha - eu acelerei meus movimentos ao ouvir isso

- Eu: sério, você viu o cu dela?

- Nelson: acho que sim... mas já te falei, não dava pra ver direito... e agora vou pro meu futuro quarto cuidar da minha mulher, haha, vou deixar a porta do quarto dela aberta, então aproveita pra olhar - essa frase me deixou louco e eu assenti com a cabeça, porque tinha ficado mudo... ele enxugou um pouco o suor e fomos pro quarto da minha mãe, eu perguntei se ele não ia se vestir e ele perguntou pra quê, que já tava tudo muito quente... quando chegamos no quarto da minha mãe, o nelson bateu e a minha mãe lá dentro chamou ele pra entrar, nelson abriu e deixou a porta aberta, eu Fiquei na penumbra do corredor, já que era improvável que me vissem rodeado por tanta escuridão.

O quarto da minha mãe estava iluminado pelo abajur da mesinha dela, que mal dava pra clarear a cama inteira. Minha mãe estava deitada de bruços, com uma toalha em cima da bunda pra tampar, a cabeça virada pra porta. Ela tinha o cabelo preso com uns grampos na parte de cima e, atrás, a melena amarrada num rabo de cavalo que quase formava um coque. Ela viu o Nelson entrar pelado e, sem se levantar nem um pouco, começou a rir e falou:

Mãe: Como assim você ainda não se vestiu? A brincadeira já acabou… vai ver você gosta de andar com o piru de fora, hein, hahaha — o Nelson riu da piada, eu fiquei em silêncio observando. Ele pegou o pote de pomada e sentou do lado da minha mãe, passou a pomada na mão e começou a espalhar nas costas dela, que deu um pulo dizendo que tava fria. O Nelson massageava a pomada por toda a costa enquanto exagerava nos gestos de desconforto pra alcançar certas partes, e foi aí que minha mãe disse:

— Mãe: querido, se tá desconfortável, sobe em cima igual fez com o creme ontem —

— Nelson: Ui, não sei não, dona Sara, é que estando pelado e subir em cima da senhora…

— Mãe: hahaha, relaxa, homem, não tem problema. Além do mais, depois do baile que a gente deu, já tem intimidade — dito isso, minha mãe se ajeitou no meio da cama e mandou meu amigo subir em cima… Ele ficou de pé na cama, passou a perna direita pelo lado direito da minha mãe, aí se ajoelhou e, surpreendentemente, mesmo minha mãe deixando ele subir, ele não sentou de verdade… era verdade que queria fazer as coisas seguras. Continuou passando a pomada e massageando por um bom tempo até que chegou na beirada da toalha e começou a massagear esbarrando nela. Minha mãe percebeu e falou:

— Mãe: querido, a toalha tá te atrapalhando?

— Nelson: Não, dona Sara, tanto faz. Já me viro.
- Mãe: Calma, homem, espera aí que eu vou abaixar um pouquinho — minha mãe levou as mãos à toalha e a abaixou um pouco, exatamente até onde começava a bunda, só isso. Nelson aproveitou a pele nova descoberta e continuou passando pomada por ali até que disse:

- Nelson: Ufa, dona Sara, a parte de baixo das suas costas tá com cara de ruim.

- Mãe: Já imaginava, né. Depois vê se eu consigo passar sozinha no traseiro.

- Nelson: Se quiser, já que tô aqui, posso passar pra senhora… — ele queria tocar a bunda da minha mãe com a autorização dela… até agora só tinha tocado na cintura e nos peitos… e agora o alvo era a bunda… minha mãe não achou a ideia tão boa e ficou na dúvida, até que disse:

- Mãe: Pô, obrigada, Nelson, mas sei não… uma coisa é vocês me verem pelada, você e meu filho, por causa do jogo de pôquer, ou dançar com você pelada, mas você me tocar a bunda na minha cama com meu filho dois quartos pra lá não me parece decente… — finalmente minha mãe de sempre aparecia, porra.

- Nelson: Como a senhora quiser, mas não devia se preocupar. O Carlos sabe que eu faço isso pela senhora. Além disso, já vi a senhora pelada por causa de um jogo, seria bobagem não deixar eu tocar pra ajudar na sua saúde. — minha mãe

- Mãe: Uff, sei lá, Nelson… Por esse lado, você tem razão… — mamãe estava cedendo… merda — mas não é só a bunda… — essa frase minha mãe disse toda envergonhada e com a voz bem baixinha.

- Nelson: Ah, não? Por que tá dizendo isso? — eu prestei atenção…

- Mãe: É que também arde a parte de dentro da bunda e pra mostrar pra você teria que abrir a bunda e… — minha mãe ficou calada, tanto eu quanto Nelson sabíamos qual era o problema, mas Nelson se fez de desentendido:

- Nelson: E qual seria o problema, Sara? — inacreditável… Nelson tinha chamado minha mãe de Sara, sem dona, pela primeira vez…

- Mãe: Bem… — minha mãe demorou e, completamente envergonhada, disse — Que se eu abrir as nádegas, você vai ver meu cu e o buraco da minha buceta… — minha mãe falando do cu e da buceta dela com meu amigo... uns dias atrás nem teria passado pela minha cabeça,

- Nelson: hmm bom, o negócio do cu não tem como evitar, claro... mas o da entrada daquilo que você sabe... teria solução... - Deus, essa conversa conseguiu me excitar por um lado e me humilhar completamente por outro...

- Mãe: que solução?

- Nelson: É que não sei como explicar com respeito, é a mãe do meu amigo...

- Mãe: Ah, Nelson, pelo amor de Deus, você já me viu pelada e eu a você, já dançamos pelados uma dança bem "safada" e agora você está no meu quarto pelado em cima de mim, não tenha vergonha, eu aguentei a minha para te contar o problema que tinha por abrir as nádegas, então vai, conta sem vergonha.

- Nelson: A senhora tem razão, então veja... - momento em que meu amigo fingia guardar a vergonha que não tinha... - Se a senhora ficasse de quatro com o cu pra cima e as pernas bem fechadas, só daria pra ver o seu cu, e mal os lábios da buceta, mas fechados, como já vi antes - meu Deus... nesse momento percebi que tudo tinha saído do controle de um jeito inacreditável... porra....

Continua............

2 comentários - Meu amigo negro, o macho da minha mãe - A dança

esta muy bueno el relato, sigue?
falta 5 partes y cada vez se pone mejor , espero puntitos.