Continuando a história dessa mulher que me fez fantasiar... Ela fez uma pausa enquanto me contava coisas sobre sua casa, a separação dos pais depois de quase 50 anos juntos e a depressão que tudo isso causou nela. De um jeito meio mórbido, eu queria que ela continuasse contando e até imaginei fazendo as mesmas fodações com ela, pensando que eu era o pai, mas me segurei e até quis fazer algumas perguntas sobre o que aconteceu, só que meu pau começou a ficar duro com um relato tão amargo, mas muito excitante. Ela retomou a história, me dizendo que aquela vez que foi na casa do Jonathan foi a última vez que o viu, já que quando ele ligava, ela dava um jeito de negar ou falava que estava ocupadíssima e não podia visitá-lo ou sair. Ela mudou de emprego depois de alguns meses e as coisas começaram a ir muito bem, e ela tinha um bom salário. Acabou comprando um carro e decidiu aprender a dirigir; para isso, se inscreveu numa escola de direção conhecida, onde conheceu "meu pesadelo". Foi para sua primeira aula prática e apresentaram quem seria seu instrutor de direção, a pessoa que teria que ensiná-la a dirigir direito; ele, com um sorriso, era um homem forte, de rosto bonito e alto, me deslumbrou, mas não criei expectativas porque ele era casado. Ele começou a me ensinar e me tratava bem, até que numa dessas aulas, que fazíamos longe da escola, ele me beijou do nada e ainda se jogou em cima de mim. Eu me assustei e o repreendi, disse que ia denunciá-lo. Ele implorou para que eu não fizesse isso, que tinha duas filhas que dependiam dele e que não fizesse essa maldade. Eu disse para ele não fazer de novo, porque eu não ia voltar atrás. Ele disse: "Tá bom, mas me entenda, porque eu fiquei deslumbrado com você, você é muito gostosa..." As aulas terminaram e, como não aprendi muito bem, pedi que ele me ensinasse particularmente, e ele aceitou. Acho que pedi porque ele começou a me interessar, era muito gato para mim. De novo, ele tentou passar dos limites, mas dessa vez não disse nada e até correspondi ao beijo. que me deu e, mesmo ele sendo casado, começamos um relacionamento. No início, era só sair, ir ao cinema, passear, e eu comecei a contar tudo que tinha acontecido na minha vida, especialmente sobre o cara por quem me apaixonei e sobre o Jonathan – embora não tenha dito se a gente tinha transado. Um dia, ele foi me ver em casa, mas nunca quis entrar; ele me esperava no parque a algumas quadras, justo no mesmo parque que eu estava contando tudo. Até então, eu achava que tinha passado por coisas muito pesadas, mas o que ele me disse depois me deixou pasmo e com uma vontade de fazer o mesmo com ela, exatamente como ela estava relatando. Bom, vamos continuar. Ele me pegou no carro da autoescola onde nos conhecemos e, sem dizer nada, me levou a um hotel – nada caro nem luxuoso, só de passagem mesmo. Subimos para um quarto, entramos, e eu, muito nervosa pelas experiências anteriores, já imaginava de novo um pau grande e grosso dentro de mim, embora o dono parecesse pensar diferente. A gente se beijava e, de repente, ele faz eu tocar no pau dele. Ele estava ereto, mas não era nem metade do que eu tinha visto e com o qual tinha experimentado. Me assustei ou me surpreendi, não lembro bem, mas ele perguntou o que foi, e eu disse que era nada. Continuei tirando minha roupa, e ele tirando a dele. Ele me penetrou, mas não tinha nada de especial – eu ainda estava com aquelas lembranças do Jonathan e acho que não conseguia curtir por causa disso. Depois de gozar, ele disse que se sentia meio decepcionado porque eu não era virgem, e foi aí que no resto do tempo eu contei sobre o Jonathan, exatamente como ele tinha me contado antes. E ele disse que ia me ajudar a esquecer tudo aquilo. Saímos, e ele me levou de volta para casa, ou seja, para o parque. E assim a gente ficou saindo e, de vez em quando, indo a algum hotel. Todas essas vezes foram normais, sem nada de especial nele, mas ele era gentil e bonito – isso bastava para mim. Um dia, num hotel, ele pediu para eu sentar no pau dele. Eu aceitei, depois de já ter feito um oral nele por uns 15 minutos. Quando ele não... Ele não meteu na minha vagina, mas sim no cu. Era a primeira vez que eu experimentava aquilo e, como o pau dele não era tão grande nem grosso, não doeu e até senti um certo gosto. Mas como não falei nada e ele até viu um certo prazer que senti, virou costume dele fazer por trás. Claro, ele era muito cuidadoso e carinhoso, mas eu não estava gostando muito que fizesse daquela forma, mas também não dizia para ele parar. Um dia, no meu carro, fomos para a praia e levamos uma daquelas barracas tipo tenda. Naquele lugar, ele quis transar. Fizemos e foi a primeira vez que ele agiu de forma brusca, meio desesperada, como querendo me causar dor ou me fazer reclamar. Até meteu os dedos na minha buceta, mas aqueles dedos com areia me arranhavam e doíam. Ele terminou e voltamos sem nem ir tomar banho.
Em muitas outras ocasiões, usávamos meu carro para dar umas escapadas por aí, e ele, no meu próprio carro, queria que eu fizesse sexo oral nele, ou como ele chamava: "mamar verga". Tudo começou só com sexo ou "culeo", como ele dizia, e em lugares públicos, não mais só em hotel. Tudo foi mudando cada dia mais, e eu aceitava aquele tratamento cada vez mais... Até o dia em que aconteceu algo de que me arrependo muito. Eu estava no trabalho esperando por ele, porque ele tinha me dito que estava com uns amigos no meu carro tomando umas cervejas e que já passava para me pegar... Quando cheguei, ele estava com um amigo dele e, sem hesitar, quase gritando, me disse que queria ficar comigo... Eu disse que tudo bem, que fôssemos a um hotel, ao que ele respondeu que fôssemos a um longe do centro da cidade e que ele também teria relações com o amigo dele. Eu me recusei, mas ele insistiu de uma forma intimidadora e me forçou a ir com os dois... Uma vez no hotel, eu estava assustada, e o amigo dele foi ao banheiro do quarto enquanto eu me despia. Eles vendaram meus olhos para que eu não sentisse vergonha, disseram... O amigo dele saiu do banheiro e eu, de olhos vendados, não sabia quem estava na minha frente e quem estava atrás... Só me... ajoelhei quando enfiaram seus paus duros na minha boca... eles estavam tão animados que imaginei que íamos ficar muitas horas no hotel e que eu não ia me sair tão bem... Eles praticamente me estupraram... Enfiaram seus paus ao mesmo tempo, um pela frente e outro pelo cu, e se revezavam para fazer isso... Mas o amigo dele realmente tinha um pau grande e grosso... Aquele pau me abria a buceta de um jeito e o cu ele destruía... Eu pedia para pararem, mas nada, eles imaginaram que eu queria mais e mais e até me aplaudiam, dizendo que eu era uma vadia aguentadora... Eles gozaram tudo o que tinham e eu aguentando tanta porra dentro e fora de mim... Tomamos banho e saímos de lá com a promessa que me fizeram fazer de voltar a fazer isso muito em breve... Ela fez uma pausa no relato, e eu, de tanto que tinha ouvido, imaginava tudo aquilo e minha excitação era tanta que queria fazer o mesmo... Não sei por que, só queria fazer a mesma coisa que estava ouvindo que aqueles caras fizeram com ela. Passou pela minha mente uma proposta, que eu disse a ela enquanto ela se armava de coragem para continuar relatando todas as experiências com aqueles caras... Depois de tomar fôlego, ela continuou com o relato, e na minha mente ainda estava a ideia que queria propor a ela para fazermos... Ela seguiu contando que, alguns dias depois daquele trio, ele apareceu novamente com outro amigo diferente daquele que ela conheceu e que tinha estado no quarto de hotel. Este era um senhor mais velho, mas mais sádico que um jovem. Me levaram enganada para um hotel e, novamente, tudo começou, só que quem iniciou tudo foi o velho depravado. Ele não saía da minha buceta, só chupava e chupava, como se estivesse desesperado. Me colocou de quatro e passou a língua por todo o meu corpo e minhas partes íntimas... Ele tirou o pau, que eu pensei estar mole e caído, mas estava duro como uma barra de ferro. Acho que aquele senhor tinha tomado algo, mas sem perguntar, ele molhou meu cu com a língua e enfiou de uma vez o pau no meu cu. Eu gritei... um grito de dor e aquele cara tapou minha boca enquanto o velho se saciava comigo. Ele tirou o pau e, enquanto o velho me comia pelo cu, ele enfiou o pênis na minha boca para abafar meus gritos. A dor foi passando conforme o velho se cansava, e eles trocaram de posição por isso — ele me colocou no cu e o velho na boca... Gozaram quase juntos. O velho se lavou enquanto eu pensava que tinha acabado, mas ele saiu de novo com tesão, jogou-se em cima de mim e enfiou na xereca como um garoto na primeira vez, duro e sem pausa. O outro ficou nos observando e tirando fotos com o celular para me mostrar depois, dizia. O velho gozou rápido e, muito cansado, foi embora depois de se banhar. Eu e ele ficamos mais um pouco no hotel, enquanto ele me mostrava o vídeo e as fotos que tinha feito. Ficou excitado e pagou meu cu de novo. Doía, mas tentei não reclamar, porque acho que isso o deixava mais pervertido e, assim, me causaria mais dor. Terminou, nos banhamos e fomos embora, mas ele me lembrou que ainda faltavam muitos amigos dele para fazer isso e me parabenizou por ser uma puta tão boa, complacente e disposta a qualquer merda que fizessem comigo. Refleti um pouco ao chegar em casa e liguei para dizer que não ficaria mais com nenhum amigo dele... que me explicasse por que me compartilhava. Ele não gostou e disse que sairíamos no dia seguinte para conversar. Grave erro. Efetivamente nos vimos, fomos a um lugar — uma casa onde estava outro amigo dele. Esse era meio sádico. Primeiro, combinaram as posições que fariam e o que me fariam, quem seria o primeiro, quem depois, onde iam gozar e essas coisas. Fiquei muito assustada, e ele disse que se eu não aceitasse satisfazer os dois — o amigo e ele —, ia ser muito ruim para mim. Ameaçou me deixar jogada longe, sem dinheiro, por minha sorte. Eu implorei que não fizesse isso, que estava bem, mas que pelo menos não fossem tão brutos comigo. Com um sorriso... Sarcástica, me disseram que estava tudo bem, que iam ser bem carinhosos; me disseram para tirar a roupa e eu tirei, me disseram para chupar os paus deles e eu chupei, eles me comandavam como se estivessem fazendo uma boneca de mim e eu só obedecia à vontade deles. Pediram para eu sentar no pau de um deles e o outro meteu por trás. Tudo ia, ainda que com dor suportável, até que eles se empolgaram e começaram a fazer com força. Minha bunda se movia rápido e minha boca latejava, estava muito machucada porque em menos de 10 dias eu já tinha tido muitas relações por ali, mas já estava me acostumando. Minha buceta esquentava e soltava fluidos como uma louca, comecei a gostar do que estávamos fazendo, mas eles não estavam interessados em me dar prazer. Tapavam minha boca e tentavam morder meus peitos para me machucar e me fazer parar de gemer. Só eles podiam sentir prazer, eu não. Ficamos nessa posição por cerca de uma hora, até que decidiram trocar e se revezar: enquanto um metia na minha bunda, o outro na minha boca, depois na minha boceta e na minha boca, até que consegui fazer eles gozarem. Como estavam muito cansados, fomos embora dali, embora eu tenha percebido que já não achava tão ruim o que fazia, só tinha que agradá-los. Mas quando eu já estava começando a sentir algum prazer, os amigos dele sumiram e voltamos à mesma coisa de antes, só ele e eu, embora a frequência aumentasse. O tratamento também piorou: ele ficou violento e começou a ter comportamentos sádicos comigo, me amarrava e simulava um estupro, me batia por qualquer coisa que eu fizesse ou dissesse, e comprou pílulas para manter a ereção só para tentar me causar dor e prazer ao mesmo tempo. Foram muitos anos assim, e muitas coisas repetidas: se algo não saísse como ele queria, repetia até dar certo, como quando me amarrou completamente de pés e mãos na cama e me fez gritar por tudo que ele fez, já que comprou um consolo grande e enfiou na minha bunda e na minha boceta. O prazer dele era me machucar de alguma forma. Mas conforme o tempo passava, e justo... quando a esposa dele teve o terceiro filho, eu o deixei usando esse pretexto, mas ele se recusou a aceitar e de vez em quando tentava me procurar e me levar à força para transar com ele, sem sucesso, até aquela vez em que ele entrou no meu escritório e não havia ninguém para me ajudar, e ele me estuprou sobre minha mesa, praticamente rachou meu cu ao meio. Eu me senti culpada por aquele dia, mas ela me disse que depois que eu a perdoei e ela se apegou a mim, ele nunca mais apareceu, com medo de enfrentar a mim.
Tudo isso que ela me contou, disse que a libertou de tudo o que sentia e que não queria que eu pensasse mal dela ou, pior ainda, que ela era uma vadia depravada e tarada por paus grandes e por levar no cu, e essa foi a frase que eu esperava para fazer minha proposta: eu olhei para ela e disse que não pensava nada de ruim sobre ela, mas sim o quão corajosa ela havia sido, mas que eu queria tentar apagar essas coisas que aconteceram com ela quando estava com aqueles caras e, como se eu fosse um psicólogo, ela iria esquecer tudo o que passou, e que da próxima vez que estivéssemos juntos, onde quer que fosse, ela deveria relatar sua história novamente enquanto eu tentava repetir as posições, assim como a forma e os detalhes, para fazê-la sentir o prazer que não sentiu, ao que ela, um pouco hesitante, disse: SSSSIM. E os detalhes eu conto em outra ocasião!!!!!!!
Em muitas outras ocasiões, usávamos meu carro para dar umas escapadas por aí, e ele, no meu próprio carro, queria que eu fizesse sexo oral nele, ou como ele chamava: "mamar verga". Tudo começou só com sexo ou "culeo", como ele dizia, e em lugares públicos, não mais só em hotel. Tudo foi mudando cada dia mais, e eu aceitava aquele tratamento cada vez mais... Até o dia em que aconteceu algo de que me arrependo muito. Eu estava no trabalho esperando por ele, porque ele tinha me dito que estava com uns amigos no meu carro tomando umas cervejas e que já passava para me pegar... Quando cheguei, ele estava com um amigo dele e, sem hesitar, quase gritando, me disse que queria ficar comigo... Eu disse que tudo bem, que fôssemos a um hotel, ao que ele respondeu que fôssemos a um longe do centro da cidade e que ele também teria relações com o amigo dele. Eu me recusei, mas ele insistiu de uma forma intimidadora e me forçou a ir com os dois... Uma vez no hotel, eu estava assustada, e o amigo dele foi ao banheiro do quarto enquanto eu me despia. Eles vendaram meus olhos para que eu não sentisse vergonha, disseram... O amigo dele saiu do banheiro e eu, de olhos vendados, não sabia quem estava na minha frente e quem estava atrás... Só me... ajoelhei quando enfiaram seus paus duros na minha boca... eles estavam tão animados que imaginei que íamos ficar muitas horas no hotel e que eu não ia me sair tão bem... Eles praticamente me estupraram... Enfiaram seus paus ao mesmo tempo, um pela frente e outro pelo cu, e se revezavam para fazer isso... Mas o amigo dele realmente tinha um pau grande e grosso... Aquele pau me abria a buceta de um jeito e o cu ele destruía... Eu pedia para pararem, mas nada, eles imaginaram que eu queria mais e mais e até me aplaudiam, dizendo que eu era uma vadia aguentadora... Eles gozaram tudo o que tinham e eu aguentando tanta porra dentro e fora de mim... Tomamos banho e saímos de lá com a promessa que me fizeram fazer de voltar a fazer isso muito em breve... Ela fez uma pausa no relato, e eu, de tanto que tinha ouvido, imaginava tudo aquilo e minha excitação era tanta que queria fazer o mesmo... Não sei por que, só queria fazer a mesma coisa que estava ouvindo que aqueles caras fizeram com ela. Passou pela minha mente uma proposta, que eu disse a ela enquanto ela se armava de coragem para continuar relatando todas as experiências com aqueles caras... Depois de tomar fôlego, ela continuou com o relato, e na minha mente ainda estava a ideia que queria propor a ela para fazermos... Ela seguiu contando que, alguns dias depois daquele trio, ele apareceu novamente com outro amigo diferente daquele que ela conheceu e que tinha estado no quarto de hotel. Este era um senhor mais velho, mas mais sádico que um jovem. Me levaram enganada para um hotel e, novamente, tudo começou, só que quem iniciou tudo foi o velho depravado. Ele não saía da minha buceta, só chupava e chupava, como se estivesse desesperado. Me colocou de quatro e passou a língua por todo o meu corpo e minhas partes íntimas... Ele tirou o pau, que eu pensei estar mole e caído, mas estava duro como uma barra de ferro. Acho que aquele senhor tinha tomado algo, mas sem perguntar, ele molhou meu cu com a língua e enfiou de uma vez o pau no meu cu. Eu gritei... um grito de dor e aquele cara tapou minha boca enquanto o velho se saciava comigo. Ele tirou o pau e, enquanto o velho me comia pelo cu, ele enfiou o pênis na minha boca para abafar meus gritos. A dor foi passando conforme o velho se cansava, e eles trocaram de posição por isso — ele me colocou no cu e o velho na boca... Gozaram quase juntos. O velho se lavou enquanto eu pensava que tinha acabado, mas ele saiu de novo com tesão, jogou-se em cima de mim e enfiou na xereca como um garoto na primeira vez, duro e sem pausa. O outro ficou nos observando e tirando fotos com o celular para me mostrar depois, dizia. O velho gozou rápido e, muito cansado, foi embora depois de se banhar. Eu e ele ficamos mais um pouco no hotel, enquanto ele me mostrava o vídeo e as fotos que tinha feito. Ficou excitado e pagou meu cu de novo. Doía, mas tentei não reclamar, porque acho que isso o deixava mais pervertido e, assim, me causaria mais dor. Terminou, nos banhamos e fomos embora, mas ele me lembrou que ainda faltavam muitos amigos dele para fazer isso e me parabenizou por ser uma puta tão boa, complacente e disposta a qualquer merda que fizessem comigo. Refleti um pouco ao chegar em casa e liguei para dizer que não ficaria mais com nenhum amigo dele... que me explicasse por que me compartilhava. Ele não gostou e disse que sairíamos no dia seguinte para conversar. Grave erro. Efetivamente nos vimos, fomos a um lugar — uma casa onde estava outro amigo dele. Esse era meio sádico. Primeiro, combinaram as posições que fariam e o que me fariam, quem seria o primeiro, quem depois, onde iam gozar e essas coisas. Fiquei muito assustada, e ele disse que se eu não aceitasse satisfazer os dois — o amigo e ele —, ia ser muito ruim para mim. Ameaçou me deixar jogada longe, sem dinheiro, por minha sorte. Eu implorei que não fizesse isso, que estava bem, mas que pelo menos não fossem tão brutos comigo. Com um sorriso... Sarcástica, me disseram que estava tudo bem, que iam ser bem carinhosos; me disseram para tirar a roupa e eu tirei, me disseram para chupar os paus deles e eu chupei, eles me comandavam como se estivessem fazendo uma boneca de mim e eu só obedecia à vontade deles. Pediram para eu sentar no pau de um deles e o outro meteu por trás. Tudo ia, ainda que com dor suportável, até que eles se empolgaram e começaram a fazer com força. Minha bunda se movia rápido e minha boca latejava, estava muito machucada porque em menos de 10 dias eu já tinha tido muitas relações por ali, mas já estava me acostumando. Minha buceta esquentava e soltava fluidos como uma louca, comecei a gostar do que estávamos fazendo, mas eles não estavam interessados em me dar prazer. Tapavam minha boca e tentavam morder meus peitos para me machucar e me fazer parar de gemer. Só eles podiam sentir prazer, eu não. Ficamos nessa posição por cerca de uma hora, até que decidiram trocar e se revezar: enquanto um metia na minha bunda, o outro na minha boca, depois na minha boceta e na minha boca, até que consegui fazer eles gozarem. Como estavam muito cansados, fomos embora dali, embora eu tenha percebido que já não achava tão ruim o que fazia, só tinha que agradá-los. Mas quando eu já estava começando a sentir algum prazer, os amigos dele sumiram e voltamos à mesma coisa de antes, só ele e eu, embora a frequência aumentasse. O tratamento também piorou: ele ficou violento e começou a ter comportamentos sádicos comigo, me amarrava e simulava um estupro, me batia por qualquer coisa que eu fizesse ou dissesse, e comprou pílulas para manter a ereção só para tentar me causar dor e prazer ao mesmo tempo. Foram muitos anos assim, e muitas coisas repetidas: se algo não saísse como ele queria, repetia até dar certo, como quando me amarrou completamente de pés e mãos na cama e me fez gritar por tudo que ele fez, já que comprou um consolo grande e enfiou na minha bunda e na minha boceta. O prazer dele era me machucar de alguma forma. Mas conforme o tempo passava, e justo... quando a esposa dele teve o terceiro filho, eu o deixei usando esse pretexto, mas ele se recusou a aceitar e de vez em quando tentava me procurar e me levar à força para transar com ele, sem sucesso, até aquela vez em que ele entrou no meu escritório e não havia ninguém para me ajudar, e ele me estuprou sobre minha mesa, praticamente rachou meu cu ao meio. Eu me senti culpada por aquele dia, mas ela me disse que depois que eu a perdoei e ela se apegou a mim, ele nunca mais apareceu, com medo de enfrentar a mim.
Tudo isso que ela me contou, disse que a libertou de tudo o que sentia e que não queria que eu pensasse mal dela ou, pior ainda, que ela era uma vadia depravada e tarada por paus grandes e por levar no cu, e essa foi a frase que eu esperava para fazer minha proposta: eu olhei para ela e disse que não pensava nada de ruim sobre ela, mas sim o quão corajosa ela havia sido, mas que eu queria tentar apagar essas coisas que aconteceram com ela quando estava com aqueles caras e, como se eu fosse um psicólogo, ela iria esquecer tudo o que passou, e que da próxima vez que estivéssemos juntos, onde quer que fosse, ela deveria relatar sua história novamente enquanto eu tentava repetir as posições, assim como a forma e os detalhes, para fazê-la sentir o prazer que não sentiu, ao que ela, um pouco hesitante, disse: SSSSIM. E os detalhes eu conto em outra ocasião!!!!!!!
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