Desconfiança (2ª parte)

Quando o marido dela voltou da pescaria, Rita inventou uma dor de cabeça pra não sair pra caminhar e o esposo foi sozinho. Na verdade, nem precisava ter inventado. Rita, com uma puta ressaca, tentava montar o quebra-cabeça da noite anterior. Parecia que tinha sido abusada por vários caras, mas não conseguia lembrar direito. Só que a ardência na buceta e no cu dela indicavam que não tinha sido sonho. Lembrava de ter ido pra praia seguindo o marido, de ter bebido alguma coisa, e depois era só luz e sombra, rostos passando, prazer, dor, e a volta pra casa.

Ficou o dia inteiro na cama com a desculpa de que estava meio gripada. O marido preparou o café, ofereceu levar ela no médico, o que ela recusou, e no fim da tarde já puderam ir caminhar pelo centro pra olhar vitrines. Rita tentou se convencer de que nada tinha acontecido. E ninguém ia ficar sabendo.

Débora, na casa dela, olhava o vídeo com atenção. A qualidade da imagem não era muito boa, mas dava pra ver claramente quem era a mulher na farra. E era só disso que ela precisava. O que tinha que pensar era como usar aquilo pra aproveitar a oportunidade.

***

De volta das férias, Débora tinha bolado o plano. Voltou pro trabalho, e o chefe dela, bronzeado e alegre, parecia mais gostoso do que nunca. E ainda mais agora que sabia que tinha ele na mão. Mas tinha que ser ele quem implorasse pra transar.

Uns dias depois, encontrou o momento pra conversar a sós com Uriel, e puxou o assunto das férias. Uriel contou na hora o que tinha feito, falou das excursões de pesca, das caminhadas, etc.

— E você, Débora? Como foi?

— Bem, Uriel, aproveitei mesmo pra descansar.

— Bom, mas deve ter tido tempo pra sair, conhecer gente, imagino.

— Sim, fiz umas amigas novas e consegui ir a algumas festas.

— Fico feliz por você. Acho que você precisa mesmo se relacionar mais. O trabalho não pode ser tudo — disse Uriel, compreensivo.

— No trabalho também a gente... relaciona, e às vezes essas relações são interessantes, disse sorrindo.
Uriel ficou vermelho. Não conseguiu evitar perceber a dupla intenção. Se não fosse porque era casado e feliz, essa mulher saberia quem ele era.
— Me conta sobre essas reuniões — disse para mudar de assunto.
— Ah, não foi nada. O mais interessante não aconteceu comigo, pra ser sincera. Fui a uma festa numa casa de praia que tava cheia de garotões, e tava morrendo de tédio.
— Não me diga que ninguém te chamou pra dançar.
— Chamaram sim, Uriel, e não só pra dançar, pra ser sincera, mas não me sinto à vontade com pivetes mais novos que eu. Prefiro homens com mais experiência — disse olhando nos olhos dele pra não deixar dúvidas sobre o recado —, embora tenha outras mulheres adultas que preferem os novinhos, claro.
Uriel baixou o olhar.
— E o que foi o interessante? — perguntou, evasivo.
— Ahh, não posso te contar muito, mas é justamente sobre uma mulher muito divertida com uns garotões.
— Não acredito. E na frente de todo mundo? — perguntou curioso.
— Não, na verdade estavam escondidos num monte de arbustos, e eu descobri sem querer. Mas parecia que a mulher não era a primeira vez que fazia isso.
— E como você sabe?
— Bom, na verdade filmei tudo e depois pude ver a cena em detalhes. E ela nunca resistiu. Além disso, gozou pra caramba com o jeito que trataram ela.
— Você gravou? — perguntou curioso. Uriel, como todo homem, tinha uma fraqueza declarada por cenas eróticas, ainda mais quando eram amadoras de verdade, como essas.
— Sim, gravei, mas pretendo apagar — disse Débora de forma casual.
— Pra que vai apagar, se não incrimina ninguém conhecido? Guarda.
— E pra que eu quero isso? Gravei porque me chamou a atenção e tinha o celular na mão, mas não é o tipo de material que eu curto. Prefiro a realidade, Uriel.
— Não, bom, eu também não me interesso por esse tipo de coisa. Mas não deixa de ser um documento interessante. O comportamento das As pessoas sempre me intrigam", disse ele, tentando disfarçar o interesse.
— Pois é, daí você tem razão. Me chamou a atenção porque imagino que aquela mulher deve ter um namorado, um marido, filhos, sei lá. Achei muito bizarro ela procurar sexo com 4 garotões, disse para aumentar o tesão do chefe.
— 4?, ele falou sem conseguir evitar.
— Sim, mas fazer o quê. Eu prefiro um que realmente me agrade, pra ser sincera. Prefiro qualidade à quantidade, disse.
Levantou-se para ir embora e, quando chegou na porta, virou-se.
— Uriel: se tiver interesse, posso fazer uma cópia pra você. A qualidade não é lá essas coisas, mas se você curte comportamento humano, pode ser interessante.
— Não queria te incomodar com isso, disse Uriel sem disfarçar o interesse.
— Sem problemas. Antes de apagar, vou fazer uma cópia e te entregar. O que não posso garantir é que dia vou ter tempo.
— Sem problemas, Débora. Agradeço, e a gente se vê.
Débora saiu. O passarinho já estava na arapuca. Era só questão de tempo.

***

Passaram-se vários dias. Débora demorou de propósito para aumentar o interesse de Uriel. Por fim, um dia apareceu no escritório com um pendrive.
— Oi, Uriel, trouxe o que prometi, mas sinceramente não sei se devo te dar, disse ela, ficando séria.
— Oi, Débora. E por que a dúvida?, ele disse, surpreso.
— Sei lá. Imagino que essa mulher tenha um parceiro e não queria espalhar as aventuras dela.
— Mas não vai sair do meu PC, fica tranquila. Além disso, ela brincar com 4 garotões não deve ser tão grave.
— É que é muito mais que uma brincadeira, Uriel. Enfim, vou deixar contigo e confio na sua discrição. Ah, gravei no pen onde tenho as fotos das férias. Não tive tempo de copiá-las, então passa o vídeo pro seu computador e depois me devolve o pen, por favor, porque não tenho cópia das fotos. E dito isso, deixou o pen em cima da mesa e foi embora.
Uriel pegou o pendrive com as mãos e guardou na pasta. Naquela noite, quando a esposa dormisse, ele ficaria no escritório. para ver.
No final do dia, voltou pra casa, tomou um banho, jantou com a esposa, viram um pouco de TV e na hora de dormir ele disse que tinha um trabalho pra terminar. Beijou ela e foi pro escritório.
Rita, cansada do dia todo e sabendo que o marido não tinha horário pra terminar um trabalho, assim que chegou no quarto, tomou um sedativo e dormiu profundamente. Normalmente, não acordava até a manhã seguinte.
Uriel, no escritório, ligou o notebook e enfiou o pen drive.
A tela explodiu num monte de imagens das férias. Praias, paisagens, lugares conhecidos, e várias fotos da Débora, vestida de festa, de jeans, com cangas e várias com uns biquínis que cortavam o ar. Ela era realmente muito gostosa. Uriel não conseguiu evitar de ficar de pau duro só de olhar. Inclusive, descobriu uma pasta com selfies onde a mulher tava de lingerie bem sexy e mostrando os peitos espetaculares dela. E pra piorar, ela tava se oferecendo todo dia. Se não fosse porque ele amava tanto a esposa e era tão feliz no casamento, outro galo cantaria. Enfim, ele fuçou nas imagens por um bom tempo, e aí, finalmente, foi pra pasta de vídeos. Lá, só um se destacava. Ele abriu.
Uma imagem desfocada, como se a Débora estivesse tentando se ajeitar pra filmar. A pouca luz, que só vinha de uma fogueira, não dava a nitidez necessária pra cena. Quando o celular ficou parado, a imagem melhorou. A uns 5 metros de onde a Débora tava filmando, dois caras estavam apertando uma mulher enquanto passavam a mão nela de forma safada. A situação excitou ele de novo. A tesão de ver a Débora quase pelada e essas imagens tavam deixando ele louco. Ele rezava pra que a esposa não tivesse tomado o remédio. Daqui a pouco, quando terminasse de ver essas imagens, ia meter uma foda de campeão.
A cena seguiu seu curso. Ele ficou excitado pra caralho quando um dos caras arrastou ela até deitar na areia.
A Ela se despiu e começou a chupar os peitos dela. Uriel apertava o próprio pau por cima da roupa, excitado com a cena. Por fim, ele separou as pernas dela e meteu. A mulher gemeu no começo, mas depois dava pra ver que tava gozando igual uma porca. O que parecia um estupro tinha virado uma orgia daquelas. Era uma mulher muito puta, dava pra ver claramente.

Outro dos jovens, enquanto isso, tinha se despido e se masturbava devagar, mexendo na ferramenta dele. Quando o parceiro esvaziou tudo dentro da mulher e saiu, ele foi pra cima dela, e ela abriu as pernas e envolveu a cintura dele, fazendo o cara meter até o fundo. Foderam por um bom tempo, até que o cara saiu e, deitando na areia, chamou ela pra montar.

Uriel se inclinou pra frente na cadeira pra não perder nenhum detalhe do que ia rolar, e de repente ficou pálido. Não podia ser. Ele tava louco. Aquela mulher era muito parecida com a Rita. Muito parecida. Parecida demais. Meu Deus!!!!!! Era a Rita...

Ele ficou ali, totalmente sem chão. Não conseguia acreditar no que tava vendo. A esposa amante dele, a companheira fiel, tava sendo passada na pedra por quatro caras e não tava resistindo. Muito pelo contrário, a putinha tava adorando tudo que faziam com ela. Sim, ela parecia um pouco bêbada, mas isso não era desculpa pra se deixar fazer o que tavam fazendo.

Além disso, tinha sido naquele verão. Quando? E a mente dele clareou. Quando ele ia pescar. A vagabunda aproveitava as saídas dele pra pescar pra arrumar uns caras que satisfizessem ela. A raiva crescia na mente dele, mas, pra surpresa dele, ele percebeu que a tesão crescia mais que a raiva. Ver a mulherzinha dele virando a puta de uma patota o excitava. Era inacreditável.

Um por um, os jovens passaram por ela. A buceta e a boca dela foram ocupadas pelos paus diferentes, mas não tinha acabado.

Quando enfiaram no cu dela, Uriel começou a pirar de tesão e de raiva.

Ele assistiu ao vídeo várias vezes. Não conseguia se convencer. Mas era verdade. Tinham enfiado nela um atrás do outro. Ela, que nunca tinha querido dar o cu, 3 caras desconhecidos tinham sodomizado ela sem piedade.
Por fim, desligou o PC. Tirou o pen drive e ficou ali, destruído. Não sabia o que fazer.
Levantou e foi pro quarto. Rita dormia a perna solta. Os comprimidos na mesa de cabeceira indicavam claramente que não ia conseguir acordá-la. Andou pela casa tentando pensar. Olhou a hora. 1 da manhã. Precisava falar com alguém. Pegou o telefone e discou o número da Débora.
Tocou várias vezes. Já ia desistir quando uma voz sonolenta atendeu. Débora estava acordada esperando essa ligação, mas se fez de dormida.
— Alô
— Alô, Débora, desculpa a hora.
— Quem fala?
— Uriel, Débora
— Uriel, que horas são? Aconteceu alguma coisa?
— Não, desculpa te incomodar, mas não sabia com quem falar.
— Sem problemas, Uriel. O que você precisa?
— É sobre o vídeo.
— Ahh, o que foi?
— Você não conhece ninguém que aparece nele?
— Não, Uriel, já te falei. Fui convidada praquela festa e não conhecia ninguém.
— Tá bom. Talvez seja melhor deixar pra amanhã.
— Sem problemas. Olha, se é tão importante pra você, vem até aqui em casa. Enquanto você chega, preparo um café e a gente conversa um pouco.
A armadilha era bem óbvia, mas Uriel não tava em condições de perceber nada.
— Não queria te incomodar, mas preciso mesmo falar com alguém.
— Nem mais uma palavra, Uriel. Vou desligar e preparar o café. Te espero.
Uriel se vestiu rápido, sem fazer barulho. Rita tava profundamente dormida e não percebeu nada. Saiu do apartamento, pegou o carro e foi pra casa da Débora, que ficava uns 20 minutos de viagem.
Chegou, e ela liberou a entrada. Tocou a campainha na porta dela e Débora abriu.
Tava vestida com uma camisola preta curta, que deixava muito pouco pra imaginação. Realmente tirava o fôlego só de olhar. Uriel ficou Colorado e sentiu o pau pulsar de prazer.
— Pode entrar, Uriel, desculpa não ter me vestido, mas me distraí com o café, e você chegou muito rápido — disse ela, pegando-o pela mão e fazendo-o entrar.
— Desculpa o horário — falou Uriel, sentando-se num sofá. Daquela posição, a visão de Débora era ainda mais fascinante.
Ela se sentou em outro sofá e cruzou as pernas de forma sensual, cobrindo o mínimo indispensável ao olhar do cara, que se perdia inevitavelmente nas pernas dela.
— Me conta o que te trouxe até aqui. Imagino que deve ser muito importante.
— Mais do que você imagina.
— Tô ouvindo.
— Você conhece minha mulher?
— Não, não conheço. Mas acho que você já me perguntou isso uma vez.
— Sim, você tem razão, mas é que tô transtornado.
— O que aconteceu? — disse ela, fingindo surpresa.
— É inacreditável, mas a mulher do vídeo é a Rita, minha esposa.
Débora fez uma cara de surpresa digna de teatro. Ficou em silêncio como se procurasse as palavras.
— Mas, tem certeza? Olha que a qualidade do vídeo é muito ruim, você pode estar enganado.
— Não tem erro possível. Você não sabe o furioso que eu tô.
— Não consigo acreditar. Você perguntou pra ela?
— Ela tava dormindo, mas acho que não tenho nada pra perguntar.
— Pelo contrário, acho que você deve confrontar ela e ouvir a explicação dela.
— Quantas cópias existem? — perguntou preocupado.
— Só a que você tem. Eu copiei e apaguei do meu celular — mentiu.
— O que eu quero é fazer ela pagar pela conduta dela.
Débora levantou do sofá e sentou no braço do sofá de Uriel, acariciando o cabelo dele com doçura.
— Pobre Uriel. Eu te entendo, mas, sabe, muitas vezes o que sentimos por uma pessoa não tem a ver com os desejos ocultos que temos. Talvez a Rita ainda seja uma boa mulher, e simplesmente por uma vez ela teve vontade de experimentar algo diferente.
— Não é assim! Imagina se eu quisesse experimentar algo diferente. O que ela diria?
— É que ela não precisaria ficar sabendo e não ia afetar ela. O problema é que Por acaso você ficou sabendo, senão sua vida continuaria normal, e ela se sentiria feliz por ter realizado o desejo dela.
- Como você simplifica. E o compromisso? E o amor?
- O que o sexo tem a ver com o amor? Ai, Uriel, você é muito ingênuo. Nunca sentiu vontade de transar com outra pessoa que não fosse sua esposa? E acha que se tivesse feito isso, amaria menos a Rita?
- De agora em diante, minha conduta vai mudar. Não pretendo me privar de nenhuma oportunidade que aparecer.
Débora continuava acariciando o cabelo dele com doçura. Uriel apoiou a mão nas pernas dela sem perceber.
- Se você vai se envolver com outras pessoas, não pode ser por ódio ou vingança. Tem que ser por prazer, Uriel, disse ela, transferindo as carícias para os ombros e o pescoço dele. Uriel fechou os olhos, aproveitando aquelas mãos que eletrizavam seu corpo. Sentia o pau endurecer sem jeito. Não aguentava mais.
- Não, Débora, não vai ser por ódio, disse ele deslizando a mão pelas pernas quentes da mulher.
Débora deixou ele fazer por um tempo e depois se levantou devagar.
- Bom, Uriel, está tarde e daqui a algumas horas temos que ir trabalhar, disse ela sorrindo suavemente.
Uriel estava muito excitado, mas não sabia como avançar com aquela mulher. Levantou-se lentamente.
- Você tem razão, Débora. Amanhã a gente se vê no trabalho.
Débora se aproximou, beijou a bochecha dele e o acompanhou até a porta. Uriel, atrás dela, via a silhueta do corpo dela através da roupa fina. Ela abriu a porta e Uriel saiu precisando de ar fresco.
Ao voltar para casa, a esposa dele continuava dormindo. Sem fazer barulho, deitou-se ao lado dela.
Dormindo, ele lembrava do corpo de Débora e acordou com uma ereção do caralho. Por um momento, pensou em comer a esposa, que, dormindo, deixava à mostra uma das pernas torneadas, mas preferiu se levantar, foi ao banheiro tomar banho e, debaixo do chuveiro, se masturbou devagar até conseguir uma gozada profunda. A água quente levou o esperma dele, lentamente. Já mais calmo, voltou pro quarto e começou a se vestir.
Rita acordou assustada.
— Que horas são? — perguntou meio dormindo.
— É cedo, continua dormindo.
— O que você tá fazendo acordado?
— Hoje vou mais cedo, tenho umas coisas pra preparar pra uma reunião importante. Continua dormindo. A gente se vê à noite — falou, e saiu rapidamente.

Rita voltou a dormir. Nos sonhos, lembrava de forma fragmentada o que tinha rolado na praia. Tinham imagens que escapavam por causa do álcool, mas a excitação do corpo dela mostrava que tinha curtido o que aconteceu, apesar do trauma e da coisa forçada. Não passou nem meia hora e um orgasmo profundo tomou conta dela, sem nem ter se tocado.

7 comentários - Desconfiança (2ª parte)

muy bueno, bien cabroncita debora jajajajajajaja
Insisto, esa Debora es una yarará cualquiera! Quiero saber lo que sigue!!!
pedazo de HdP la Debora... lo tiene bien planeado !!
dale Pulga que me enganchaste mal con la historia...