Com a namorada do meu amigo 2

http://www.poringa.net/posts/relatos/2221992/Com-a-namorada-do-meu-Amigo.html A 1ª parte

A 2ª parte desse relato, ela se chama Belén, tem 23 anos, mede mais ou menos 1,60, olhos castanhos, magra, morena e torce pro River Plate

Depois de 2 anos, me encontrei com ela de novo, fazendo entregas pela Zona Oeste, e por acaso trombei com a Belén. Ela não queria me cumprimentar e tentou me evitar, mas eu fui lá e a saudei, ela não teve escolha a não ser me cumprimentar. A gente conversou justamente sobre por que ela me jogou na fogueira com algo que eu nunca disse. No relato anterior, pra quem leu, vai lembrar que ela falou pro meu ex-amigo que eu tinha contado pra Belén que ele foi infiel, mas não foi assim.

Perguntei por que ela fez isso, e ela disse que tava apaixonada pelo meu amigo, queria reconquistá-lo, e de mim não queria mais saber, por isso fez o que fez. Naquele momento, meu amigo não soube que fui eu quem botou chifre nele com a mulher dele. Ele tava entre a cruz e a espada, não sabia em quem acreditar, e a amizade tava indo pro ralo.

Por sorte, naquele dia a gente terminou bem com a Belén. Perdoei ela por aquela mentira que contou pro meu amigo e pedi o celular dela pra conversar no WhatsApp, esclarecer umas coisas. Insisti bastante e ela passou. Isso levou tempo, levei semanas pra convencê-la a se encontrar de novo. A gente se viu num bar da capital federal, fomos tomar um drink, tudo numa boa. Naquela noite, ela me perguntou por que eu cheguei nela, por que beijei ela, por que fizemos o que fizemos. A resposta é simples: eu gostava demais dela. Aquela noite foi bem tranquila. Depois do bar, fomos caminhar em Puerto Madero, e então acompanhei ela até a casa dela sem que nada acontecesse. Naquela noite não rolou nada, eu sabia e tava ciente de que teria que me esforçar pra caralho.

Ela dizia pra gente ficar como amigos. Depois, pra vê-la de novo, tive que insistir de novo. Acho que por dentro ela queria a mesma coisa que eu, só não admitia. Se não quisesse o mesmo que eu, teria me bloqueado no WhatsApp, e não fez. Depois Depois de tanto insistir, ela aceitou meu convite pro cinema. Fomos ver um filme romântico, que é o que ela gosta — eu não curto esse gênero, mas fazer o quê, tive que engolir. Depois ficou tarde e acompanhei ela até a casa dela. Óbvio que não rolou nada, mas eu tava me aproximando cada vez mais do objetivo. Eu não tinha coragem de beijar ela porque sabia que se tentasse, ia levar um fora. Fui indo devagar.

A gente continuava se falando no WhatsApp, mas deixei passar uns dias. Não dava pra ficar convidando ela pra sair toda hora. Os dias foram passando e eu sabia que ela ia pra uma balada na região dela. Convenci uns amigos meus a me darem uma força e, por sorte, consegui falar com uma amiga dela pra descobrir em que área da balada elas iam ficar. A amiga dela, Sofia, foi super parceira e me ajudou. Belém não sabia que eu ia aparecer na balada — eu queria que fosse surpresa, e foi. Chegamos na balada, já tinha falado com a Sofia, nos encontramos, ela me cumprimentou e começamos a conversar. Enquanto isso, meus amigos estavam tentando pegar as amigas da Belém — alguns tiveram sorte, outros não, haha. Fiquei dançando e conversando com a Belém por umas duas horas, até que num momento a gente parou de dançar e sentou num dos sofás da balada. Ela me perguntou por que eu tinha ido, e eu falei que queria fazer uma surpresa. Ela começou a me dizer que gostava de mim, mas não tinha coragem de ficar comigo de novo — ela tinha terminado com meu amigo e tava sozinha, sem ninguém. Ficou vermelha, foi comprar uma bebida e, quando voltou, foi nessa hora que decidi dar o primeiro passo. Beijei ela com muita paixão. No começo ela não abria a boca, mas depois abriu e a gente passou horas se beijando com muita tesão, até que chegou a hora de ir embora. Avisei meus amigos que não voltava com eles, e Belém avisou as amigas dela que também não voltava.

Fomos pra um motel. Eu tava com o pau tão duro que tava escapando da calça. Fui tirando a roupa e, assim que ela viu meu pau, começou a chupar — a língua dela percorrendo o tronco inteiro até a cabeça. Ela sabia o que tava fazendo. Muito bem, eu movia a cabeça dela e fazia uma espécie de penetração oral, até ela engasgar um pouco. Depois, eu apalpava os peitos dela, e aí partimos pra um 69, igual da outra vez — é a coisa mais prazerosa que existe. Ela depois pedia aos gritos pra eu meter nela, e foi o que aconteceu, mas eu fui colocando devagar pra deixar o momento mais quente. Ela gemia de tanto prazer enquanto eu metia, beijava ela no corpo todo: boca, pescoço e os peitos.

Depois, parei de meter pra fazer sexo anal — doloroso pra qualquer uma. No começo, ela não queria, mas eu convenci e, aos poucos, fui colocando na bunda dela. Ela fazia careta de dor, mas depois começou a gostar, embora pedisse pra eu meter devagar porque ainda doía. Foram várias posições, até de pé a gente fez. Depois, ela pediu pra eu tirar porque queria continuar chupando até engolir meu leite, e foi o que fez. Foi uma foda gostosa. A gente descansou e depois continuou trepando — foram duas vezes até a gente dormir, e já tinham passado as 6 horas que a gente tava no hotel. Tivemos que ir embora.

Foi um dia foda pra nós. Hoje a gente continua fazendo — somos tipo amigos com benefícios.

(Esse relato é real, minha história com a Belén.)

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